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Março 2019 - page 14

Óquei de Barcelos derrota Paço de Arcos

Atualidade/Concelho/Desporto/Mundo port

Em jogo para a 19ª jornada, o Óquei Clube de Barcelos (OCB) recebeu o Paço de Arcos, com a vitória a sorrir para os da casa.



Sob arbitragem de Manuel Oliveira e António Santos (AP Leiria), as equipas alinharam da seguinte forma:

OCB – Ricardo Silva, Gonçalo Meira, Gonçalo Nunes, Rúben Sousa e Alvarinho (banco inicial); André Almeida, Zé Pedro, Joca Guimarães e Hugo Costa (banco inicial); Paulo Pereira (treinador).

Paço de Arcos – Diogo Rodrigues, Tiago Gouveia, Tomás Moreira, Rafa e Pedro Vaz (cinco inicial); Danny Machial, Paulinho, Bruno Frade, Diogo Silva e Filipe Fernandes (banco inicial); Luís Duarte.

O OCB entrou a perder. Começou por falhar uma penalidade, por Gonçalo Nunes, logo aos 2’. Três minutos depois, Rafa abriu o marcador para os forasteiros. Aos 9’, na recarga de um livre direto, Rúben Sousa estabeleceu a igualdade. Ricardo Silva ainda defendeu uma grande penalidade, aos 23’. Ao intervalo: 1-1.

Desta vez, no reatamento, quem entrou melhor foram os da casa, com Rúben Sousa a bisar, aos 8’. Aos 14’, o OCB chega à 10ª falta, mas Tomás Moreira não conseguiu desfeitear o guardião da casa. Aos 17’, este mesmo jogador foi admoestado com azul. No livre direto correspondente, Alvarinho não falhou e fez o 3-1. Rafa recebeu novo azul, mas Alvarinho, desta feita, não conseguiu marcar golo no livre, a menos de 40’’ do final. Resultado final: OCB 3 – Paço de Arcos 1.

Com este resultado, o OCB mantém-se no 5º lugar. Na jornada que se segue, o OCB tem uma deslocação difícil a Lisboa, para defrontar o SL Benfica, que se encontra na 4ª posição. Antes disso, a 9 de março, desloca-se ao recinto do HA Cambra, em jogo a contar para a 16 avos de final da Taça de Portugal.

Foto: OCB.

Gil Vicente vence em Felgueiras

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Este sábado, em jogo a contar para a 24ª jornada da Série A do Campeonato de Portugal, o Gil Vicente FC deslocou-se ao terreno do Felgueiras 1932, trazendo de lá uma vitória.



Arbitrado por Márcio Torres, o jogo contou com as seguintes constituições das equipas:

Felgueiras 1932 – Paiva, Sidney, Tojó, Rafael Floro, Hélder Pedro, Diego Raposo (Taba, 59’), Pintassilgo (Rabiola, 59’), Rúben Neves, André Rodrigues, Rúben Alves e Edelino Ié (Tachikawa, 52’). No banco ficou apenas Rui Queirós, visto a equipa de Felgueiras ter tido dificuldades em preencher as vagas todas na ficha de jogo.

Gil Vicente FC – Wellington, Bruno Morais, Rui Faria, Edwin Vente, Henrique Brito, Júnior, James Arthur, Juan Villa (Rui Gomes, 67’), Ahmed Isaiah, Joãozinho (Tiago Gomes, 67’), Tanko (Pedro Araújo, 78’). No banco ficaram Espíndola, Diogo Ramalho, Dimba e Bruno Lopes.

O jogo foi muito emotivo, com os golos a surgirem em momentos chave. O marcador foi aberto pelos gilistas, com Henrique Brito, numa insistência, a fazer o primeiro aos 33 minutos. Mesmo em cima do intervalo, aos 45’, o veterano capitão felgueirense, Pintassilgo, a fazer um grande golo, num remate artístico à meia-volta. As equipas foram para intervalo empatadas a 1 golo, mas com os da casa, pelo menos animicamente, a saírem por cima, pois empataram e com um grande golo.

No entanto, o Gil Vicente não desarmou e logo aos 47’, o nigeriano Ahmed Isaiah disparou para a baliza, tendo o veterano Paiva deixado passar a bola por baixo do corpo. “Frango”. Este golo acabou por fechar o marcador. Mais uma vitória gilista, por 1-2.

Na próxima jornada, o Gil Vicente FC recebe o Maria da Fonte.

ARU vai dar origem a três novas áreas

Atualidade/Concelho/Política port

Câmara Municipal altera delimitação da Área de Reabilitação Urbana Barcelos Nascente Dois

A Câmara Municipal de Barcelos aprovou a alteração da delimitação da Área de Reabilitação Urbana (ARU) Barcelos Nascente Dois, aprovada em fevereiro de 2016, no âmbito da sua monitorização.



De facto, verificou-se que aquela ARU contém realidades dinâmicas diversas, com caraterísticas morfológicas, tipológicas e de época construtiva diferenciadas, pelo que propõe uma alteração à sua delimitação, por forma a facilitar a implementação de novas estratégias para a totalidade da área.

Assim, proporá a criação de três novas ARU’s resultantes da divisão da ARU Barcelos Nascente Dois: a ARU Barcelos Nascente 2, a ARU Barcelos Nascente 3, a ARU Barcelinhos Nascente.

Não se verificará qualquer diminuição da área global inicial, já que as novas ARU’s integrarão toda a área, sendo que as expectativas dos investidores e dos agentes para a ARU Barcelos Nascente Dois manter-se-ão intocáveis.

A criação destas ARU’s, resultantes da ARU Barcelos Nascente Dois, não invalida a criação de novas ARU’s na área urbana que, a todo o momento, possam ser equacionadas.

Quanto às outras ARU´s em vigor mantêm-se inalteradas na sua delimitação.

Proprietários devem avaliar terrenos no âmbito da nova lei de solos

A Lei nº 31/2014, de 30 de maio, nova Lei dos Solos, estipula que os proprietários de terrenos têm até junho de 2020 para verificarem a classificação dos solos, uma vez que o Município vai proceder à reclassificação do solo, nos termos daquela Lei, nos casos em que o mesmo se encontre qualificado de “urbanizável” no PDM.

A Câmara Municipal determinou que o Grupo de Trabalho do PDM proceda à elaboração do Relatório sobre o Estado do Ordenamento do Território (REOT), tendo em vista a adaptação do PDM às novas regras em matéria de classificação e qualificação do solo, no âmbito da Lei dos Solos.

Os proprietários devem dirigir-se aos serviços municipais no sentido de garantirem o direito a edificar nos espaços urbanizáveis, desde que tais operações cumpram os requisitos legais e regulamentares aplicáveis no momento da sua apresentação.

Fonte e foto: CMB.

Que seja um bom jogo e que o FCP vença

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Vítor Sá Pereira

Olá, caríssimos leitores do BnH!

Espero que se encontrem bem. Quanto ao FCP, o nosso clube, neste momento, está bem e recomenda-se.



A deslocação a Tondela tinha tudo para ser muito complicada, devido ao adversário, medidas do campo, baixas na equipa, etc.

Desde cedo, mostrámos que queríamos resolver o jogo o mais depressa possível e foi isso que aconteceu. Pepe abriu caminho, Óliver levantou o estádio e Herrera fechou as contas. 3 batatas e 0 sofridos, numa vitória sem espinhas e sem casos para o “hugogil.pt” comentar! O destaque negativo deste jogo foi a entrada tardia dos adeptos do FCP no estádio. Pessoas que chegaram 30 minutos antes do jogo, que fizeram esforços, que pagaram o seu bilhete e só entraram aos 30 minutos da primeira parte. Vergonhoso!

Na terça, recebemos o SC Braga, que vinha de duas derrotas e que averbou a terceira com mais 3 batatas. Foi um jogo em que o Porto mostrou, mais uma vez, toda a sua capacidade e competência e onde todos os jogadores, mesmo os menos utilizados, mostraram-se a Sérgio Conceição, dizendo “presente”. Uma bela exibição, uma boa gestão, golos e um compromisso único. No futebol tudo pode acontecer, mas sinto que estamos com uma chuteira no Jamor.

No sábado recebemos um “clube” e, além de querer vencer, seria bom demais passar-lhes o rolo compressor.

Que seja um bom jogo, sem casos, sem violência e que o FCP vença e consolide a liderança. O empate é o menos mau para as duas equipas.

Bom fim de semana a todos e viva o FCP e os clubes representativos do nosso concelho!

Por: Vítor Sá Pereira*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Quem não marca, não ganha!

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Ricardo Moreira

Bem-haja, caros leitores do BnH!

Jogou-se a 23ª jornada do Campeonato Nacional e quem não marca, não ganha! Acabámos empatados nos Barreiros. SC Marítimo 0-0 Sporting Clube de Portugal.



Depois de uma primeira parte muito fraca, em que praticamente não criámos perigo, Keizer, desta feita, não perdeu tempo, mexendo (bem) na equipa ao intervalo.

Na segunda parte, encostámos o Marítimo “às cordas”, mas nessa fase, o guarda-redes adversário acabou por defender tudo! Não fomos capazes de conseguir marcar um golo, que certamente nos daria a vitória! 

Também houve complacência do árbitro, com as atitudes constantes de queima de tempo de jogo. Misturado com alguma falta de sorte, conduziram a uma perda de mais dois pontos, que, apesar de tudo, acho que foi merecido.

Merecido porque quem não aborda estes jogos para entrar com tudo, marcar primeiro e gerir o resultado depois, põe-se a jeito para perder pontos. Foi precisamente o que nos aconteceu. Nos primeiros 45 minutos, praticamente não quisemos nada com o jogo!

Na segunda parte, lutámos e procurámos até ao fim a vitória. Tentámos tudo, mas “pagámos a fatura” de não marcar, com a perda de 2 pontos.

O final da partida demonstrou, também, a falta de tranquilidade que reina no nosso Sporting. A impotência de corresponder, atualmente, aos objetivos do clube, conjugado com o (ainda) não ultrapassado fatídico final de época, coloca-nos a jogar sobre “brasas” e numa ansiedade tal, que nada de bom nos traz. Os resultados falam por si. O momento do nosso Sporting Clube de Portugal fala por si.

Temos, urgentemente, de reencontrar a estabilidade e a União! Fatores fundamentais para, paulatinamente, irmos crescendo.

Com Esforço, Dedicação e Devoção, voltarmos a ser coesos, fortes, unidos em prol de um bem maior: a Glória do nosso Sporting Clube de Portugal!

Desporto é Vida! Viva o Desporto com Respeito e Fair-Play!

Por: Ricardo Moreira*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Pela boca morre o peixe

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Hugo Pinto

Na última jornada, mais um jogo interessante e uma vitória a condizer. E soube particularmente bem depois das declarações do treinador do Chaves.



Bem, na verdade, o que ele disse não é senão factual. Mas a forma como o disse, bem como toda a sua conferência de imprensa, foi um pouco condescendente para com o Benfica. E numa altura em que o nosso Glorioso está a jogar como está, num excelente momento de forma, parece-me inconsciência, ou, pelo menos, descuido, comparar o jogo do Chaves contra o Benfica com o desempenho do FCP e do Galatasaray. Logo, a condescendência deu em ter de engolir quatro sapinhos.

Amanhã enfrentaremos a entidade patronal do Jorge, do Alex, do Reinaldo, do Nando e afins. Tudo meninos do coro.  Para quem não toma Memofante, claro está. Duas equipas num bom momento de forma. Uma come relva com fartura. Outra, o Benfica, a jogar mesmo bom futebol. São estilos…são preferências…Espero, porém, que tudo nos corra pelo melhor, façamos um bom jogo e deixando o adversário a ser o “último dos primeiros”, assumindo o nosso Glorioso o lugar que agora merece.

Força Benfica. E pluribus unum.

Por: Hugo Pinto*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

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