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Junho 2019 - page 15

Agrupamento de Escuteiros 1350, de Alvelos, inaugura nova sede

Atualidade/Concelho/Cultura port

Dia 02 de junho de 2019 ficará, certamente, marcado na história do Agrupamento 1350 – Alvelos, do Corpo Nacional de Escutas, pois foi o dia em que inaugurou a sua nova sede de Agrupamento.



A referida sede ocupa um espaço na residência paroquial de Alvelos e resulta de um protocolo assinado, nesse mesmo dia, entre o Agrupamento 1350 e a Fábrica da Igreja.

Esta cerimónia contou, entre outros, com a presença do Chefe do Núcleo de Barcelos do Corpo Nacional de Escutas, Tiago Bernardo, sendo Tiago Araújo o Chefe do Agrupamento 1350.

A partir do dia 02 de junho, este Agrupamento tem um espaço próprio para reunir e realizar as suas atividades.

Fotos: DR.

União Desportiva de S. Veríssimo grande vencedor da 1ª S. Veríssimo Cup – Petizes

Atualidade/Concelho/Desporto port

Realizou-se, no passado sábado, Dia da Criança, a primeira edição da “S. Veríssimo Cup – Petizes”, disputada no Complexo Desportivo de São Veríssimo, em Tamel São Veríssimo.



Este torneio contou com a participação de seis equipas, em que da parte da manhã se jogou a fase de grupos e, da parte da tarde, os jogos de apuramento de 5º e 6º lugar, 3º e 4º lugar e a grande Final.

Na final do torneio, a equipa da casa venceu o Águias de Alvelos, por 4-1, e alcançou o desejado 1º lugar. Na segunda posição ficou, assim, o Águias de Alvelos e a equipa do FC Roriz fechou os lugares do pódio. Seguiram-se, na classificação, o CF “Os Ceramistas”, o CDC Viatodos e o Gil Vicente FC.

Com os pequeninos a mostrar apurado talento dentro de campo, nas bancadas, sempre muito bem compostas, as “claques” das equipas completavam o ambiente de festa e convívio que se viveu no renovado Complexo Desportivo de S. Veríssimo durante todo o dia. Parabéns à organização, que esteve exemplar.

Para o próximo sábado, 8 de junho, está agendada a 1ª S. Veríssimo Cup para o escalão de Traquinas.

Fonte e foto: UDSV.

Vítor Oliveira, novo treinador gilista: “Temos pela frente um desafio muito grande”

Atualidade/Concelho/Desporto/Mundo port

Em entrevista à Gil Vicente TV, levada a cabo por Miguel Sá Pereira, o novo treinador do Gil Vicente FC, Vítor Oliveira, abordou o que pretende para o novo plantel gilista, para a nova realidade do clube barcelense, falou do seu passado e deixou um apelo aos sócios, simpatizantes e barcelenses em geral.



Vítor Oliveira já representou, noutros momentos da sua longa carreira, o Gil Vicente FC e isso pesou na sua decisão de aceitar treinar os gilistas. Essas duas passagens por Barcelos foram determinantes, por poder trabalhar onde gosta, algo que é muito importante quando se está a analisar as propostas que vão surgindo, na opinião do treinador. Outro motivo que o levou a aceitar este desafio foi poder treinar num “clube que há muito pouco tempo fazia parte do núcleo de clubes de 1ª divisão, daqueles clubes estáveis de 1ª divisão, para além de já o ter representado por duas vezes e que me marcou muito positivamente. É um regresso, não diria, às origens, mas é um regresso ao passado, que desejo, possa ser de sucesso porque temos pela frente um desafio muito grande, importantíssimo, não só para mim, para os jogadores, mas, fundamentalmente, para o clube”.

O histórico treinador vem para ajudar a recriar a identidade de 1ª Liga que o clube precisa. “O clube teve, durante anos, identidade de 1ª Liga. Era um clube perfeitamente sustentável em termos de 1ª Liga, já com muitas referências, que de um momento para o outro, e do nada, acabou por perder tudo isso. Fez uma ‘travessia longa do deserto’ e, agora, voltou à ‘luz da ribalta’. É evidente que essa passagem pelo deserto e esta volta rápida à luz da ribalta tem sempre os seus custos. Estamos aqui para tentar minimizar esses custos, para tentar, o mais rapidamente possível, ajustar e criar padrões de 1ª Liga para que possamos ser uma equipa que se possa manter por muitos e bons anos na 1ª Liga. Tarefa extremamente difícil, mas possível, com as pessoas que estão envolvidas em todo este projeto”.

Questionado sobre se seria este o maior desafio da sua carreira, Vítor Oliveira respondeu que pensa que “será o principal desafio da minha carreira. É um desafio tremendo. Muitos me disseram que não deveria assumir este risco. Mas alguém teria que assumir este risco, era precisa uma pessoa com muita experiência para assumir o risco que é constituir, praticamente, uma equipa nova. Transformar um clube que vem de uma época perfeitamente anormal, como a época passada. (…) É preciso mudar toda essa situação, rapidamente preparar uma equipa para jogar na 1ª Liga, um campeonato extremamente difícil. (…) Toda a estrutura tem que ser repensada, montada de novo, potencializada. Tudo isso tem os seus custos, demora o seu tempo e constitui um desafio extremamente difícil. O grau de dificuldade é tão elevado quanto aliciante e, provavelmente, foi essa situação que me seduziu a estar aqui, a dizer presente, a um pedido do Presidente do Gil Vicente, pessoa que muito prezo e que foi muito importante na minha carreira em tempos idos e não poderia responder de outra forma que não com a aceitação”.

O “objetivo é fazer uma equipa sólida”

Dizem os analistas e conhecedores que é nesta fase que se conquistam os grandes objetivos. Sobre o perfil do plantel que está a preparar, Vítor Oliveira salienta que estão “a definir um plantel, no plano teórico, que possa dar uma boa resposta em termos de 1ª Liga. Sabemos que não é fácil. Há equipas que têm tido uma continuidade grande na 1ª Liga e que vão formulando os plantéis com três, quatro, cinco jogadores, todos os anos, mas mantêm uma espinha dorsal que é extremamente importante. Isso não acontece com o Gil Vicente. Penso que o Gil Vicente será, até, caso inédito na nossa Liga. Penso que nunca aconteceu uma situação destas, de completa reformulação do plantel. Estamos a tentar conseguir e não é fácil, como é evidente. São muitos jogadores. Situações pontuais são fáceis de identificar e são fáceis de ir ao mercado e encontrá-las, até. Um plantel completamente novo é muito difícil de o fazer. Estamos atentos ao mercado, temos trabalhado muito. Os responsáveis por todo este trabalho não têm tido descanso. Já conseguimos alguns jogadores, vamos conseguir outros. Estamos a tentar misturar um plantel com jogadores experientes com alguns ainda em fase de formação, com outros que são novos, mas já com alguma experiência. Estamos a tentar misturar isto tudo por forma a conseguirmos o nosso objetivo que é fazer uma equipa sólida. O futebol é um desporto coletivo, onde a soma das individualidades é muito importante. Estamos a procurar as individualidades, que remem todos para o mesmo lado”.

Já tinha trabalhado com o Presidente do Gil Vicente FC, Francisco Dias da Silva, e esse facto contribuiu para aceitar este projeto. Para Vítor Oliveira, Francisco Dias da Silva “já deu provas mais do que suficientes, nos anos que esteve no futebol e fora dele, no Óquei. É uma pessoa competente, um dirigente de grande qualidade e consegue derrubar obstáculos com relativa facilidade. Para um treinador, ser suportado por uma estrutura comandada por Dias da Silva é sempre motivo de algum alento, de esperança e de confiança”.

“Todos os barcelenses vão corresponder”

A celebrar o seu 95º aniversário, sendo Barcelos o maior concelho de Portugal e o Gil Vicente FC o seu maior clube e este na 1ª Liga, será este o momento certo para os barcelenses dizerem presente? Para o treinador gilista, este é “momento certo, momento único e penso que todos os barcelenses vão corresponder. Todos eles sabem da injustiça que foi feita ao clube há uns anos atrás. Todos eles sabem da importância deste ano para o clube, da importância do clube para o desenvolvimento da cidade, a todos os níveis, e para o reconhecimento fora da cidade, do nome da cidade, dos símbolos da cidade, do seu crescimento. Por isso, penso que os barcelenses irão responder na plenitude e irão apoiar o seu clube, vão dizer presente, irão, de uma forma marcadamente bairrista, apoiar o seu clube nesta missão tremendamente difícil que vamos ter pela frente”, sendo que estão “sempre motivados para começar. As mudanças, normalmente, dão essa motivação e este desafio, que eu sei que vai ser um desafio absolutamente tremendo, vai ser um desafio para homens de ‘barba rija’, acaba por motivar mais, para que possamos enfrentar esta difícil tarefa com muita coragem, com muita determinação, com muita sabedoria e, fundamentalmente, com muito profissionalismo”.



Os adeptos podem ter um papel fundamental para o crescimento que a equipa e o clube têm que ter nos próximos anos? Vítor Oliveira afirma que “não podem…vão ter que ter. Este clube só pode crescer com o apoio dos seus adeptos. O campo do Gil Vicente foi sempre tradicionalmente difícil. Na 1ª Liga era um campo onde ninguém gostava de jogar e o apoio dos adeptos era sempre um fator que contribuía, enormemente, para a capacidade da equipa fazer uma oposição tão forte aos seus adversários. Nós contamos, esperamos, temos desejo que as pessoas apareçam em grande número, mas tenho quase a certeza que as pessoas irão corresponder, como corresponderam noutros anos. Penso que só, e apenas, a injustiça que foi feita ao clube, o sentimento de injustiça é que os afastou do apoio ao seu clube.

Entrando um pouco na intimidade no treinador, que não o queria ser na década de 80, olhando para o seu percurso e vê nele um orgulho enorme. “A minha ideia nunca foi ser treinador. Quando estava a acabar o futebol, faltava um ano para acabar engenharia eletrotécnica. A minha ideia era acabar o futebol, voltar à engenharia e seguir a via profissional ligada à engenharia. Surgiu um convite do Portimonense, na altura. Recusei na primeira fase, depois acabei por aceitar e em boa hora o fiz porque acabei por ter um percurso tremendamente positivo, que me marcou bastante, que me deu uma situação estável na vida, exatamente como me poderia dar a engenharia. E, fundamentalmente, estou naquilo que gosto. A minha grande paixão foi sempre o futebol e penso que foi uma boa opção, embora, na altura, não pensasse, minimamente, que pudesse enveredar por esta profissão”.

“O 12º jogador vai ser fundamental”

Quando foi divulgado como novo treinador do Gil Vicente, sentiu-se em Barcelos um carinho enorme dos adeptos, dos sócios, por si. Miguel Sá Pereira questionou-o sobre “que mensagem gostaria de deixar ficar para este momento de agregação?” Vítor Oliveira respondeu que “é muito importante. O 12º jogador vai ser fundamental. Nesta fase, com os obstáculos e desafios que o Gil Vicente vai ter pela frente, vamos precisar do 12º jogador, que nos irá acompanhar em casa e fora, por esses caminhos todos, pelos campos do nosso país. Vamos trabalhar com todo o profissionalismo que pudermos, com todo o conhecimento e sabedoria que pudermos transmitir ao plantel. Vamos exigir o máximo empenhamento e dignificação das camisolas do Gil. Vamos tentar tudo para lhes proporcionar grandes vitórias, grandes alegrias, para que eles possam sentir-se felizes a acompanhar o clube da sua terra”, ressalvando que será um “desafio tremendo, desafio terrível. Tenho consciência disso. Às vezes, as situações incómodas são as que nos fazem transcender, fazem-nos ir para além daquilo que nós pensamos que são os nossos limites, dão-nos alento, dão-nos coragem, dão-nos motivação e, se calhar, também foi à procura disso que vim até Barcelos”.

Eleições europeias – a voz de Portugal na Europa

Raquel dos Santos Fernandes

Ao contrário do que se registou em Portugal, a afluência às urnas no passado domingo, registou, a nível europeu, um aumento participativo. Se, por cá, a abstenção atingiu números recordes, a nível comunitário, os valores foram os mais baixos dos últimos 20 anos. Por cá, fica a ilação de que ainda temos muito para trabalhar no que toca à consciencialização sobre as decisões que são tomadas no Parlamento Europeu e, acima de tudo, da importância de votar, honrando o direito e a responsabilidade cívica que herdámos. Pela Europa fora, fica a inferência de olhar para o caso português para lá da abstenção.



O projeto europeu enfrenta uma série de desafios. O euroceticismo, sempre de mãos dadas ao populismo, é talvez aquele que mais sobressai destes resultados. Reino Unido, França, Hungria, Itália, Polónia e Roménia…em todos eles, os partidos eurocéticos foram os mais votados. Da Alemanha, da Áustria, de Espanha e da Estónia seguirão também eurodeputados afetos à ideologia eurocética e a desconfiança no poder institucional intensificada pela falta de transparência e pelas dívidas públicas dos Estados, sem esquecer a crise migratória de 2015, transformaram-se em terreno fértil para a deriva populista. Mas não em Portugal! De cá, ouviu-se a esperança de um projeto que ainda é capaz de trabalhar para uma sociedade inclusa, tolerante, justa e solidária. De que somos capazes de realizar ações coletivas em prol da promoção do bem-estar, das liberdades, do desenvolvimento sustentável e do progresso social. Um projeto capaz de lutar contra a exclusão social e a discriminação, de promover o progresso tecnológico e científico e que respeita a diversidade cultural e linguística.

Foi uma voz pequenina, aquela que se ouviu dos cerca de 30% que exerceram o seu direito de voto, mas é uma voz que se ouve. Uma voz diversificada, que veste cores diferentes, mas que diz não à camisola eurocética e que se senta ao lado de Bruxelas.

Por: Raquel dos Santos Fernandes*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade da autora)

Barcelos Family Party 2019 já abriu as portas

Atualidade/Concelho/Cultura/Desporto port

Desde do passado dia 30 de maio que já estão abertas as portas da Barcelos Family Party deste ano, este que é “o maior parque de diversões do ano”. Mais uma vez, localiza-se no Complexo Desportivo de Galegos Santa Maria, tendo mais de 5000 m2 de diversões e uma mega zona de restauração.



O evento é organizado pela Junta de Freguesia de Galegos Santa Maria, tendo como promotor a PERFECT EVENTOS e o apoio do Município de Barcelos.

Na primeira semana estará aberta entre 30 de maio e 02 de junho; na segunda, entre 06 e 10 de junho; e, na terceira semana, entre 13 e 16 de junho.

O horário será:

Quintas e sextas-feiras: 10h00 – 12h00, 14h00 – 19h00;

Sábados, domingos e feriados: 14h00 – 19h00.

O bilhete de um dia custa 5€ e a pulseira para todos os dias custa 20€. Até aos 2 anos de idade, não pagam entrada e não necessitam de bilhete, sendo que é necessário apresentar documento de identificação para comprovar idade. Há fraldário disponível no evento.

Pode adquirir bilhetes em:

– Postos de Correios CTT;

– Junta de Freguesia de Galegos Santa Maria;

– Durante o evento, na entrada do recinto;

– Bilheteira online CTT: http://bit.do/eRzhP.

Para reservas de grupo deve contactar 253 038 922 ou junta.galegos@gmail.com.

Imagem: DR.

Barcelos é pré-finalista nas “7 Maravilhas Doces de Portugal”

Atualidade/Concelho/Cultura/Mundo port

Depois da passagem das “Queijadinhas de Barcelos” no concurso das 7 Maravilhas de Portugal – Barcelos, o Município está na linha da frente para promover a doçaria tradicional local no âmbito deste concurso tendo por argumento central este doce típico do território.



“As queijadinhas de Barcelos”, da Pastelaria Colonial, foram selecionadas para a fase final ao nível do distrito de Braga, e vão agora ser sujeitas à votação do público. Uma passagem para a fase seguinte importante face a uma vasta concorrência de quase um milhar de doces regionais, que passaram pelo escrutínio de um júri de especialistas, e que já garantiu um lugar de destaque nas 7 Maravilhas Doces de Portugal, entre 140 doces finalistas.

O Município de Barcelos apresentou uma candidatura à iniciativa ”7 Maravilhas Doces de Portugal”, cujo propósito é a eleição dos melhores doces de Portugal, destacando a tradição e a inovação, associada à utilização de produtos endógenos.

“Esta candidatura insere-se no âmbito da estratégia do Município de Barcelos, na promoção de uma das suas maiores marcas, a Gastronomia. A área da doçaria integra o Programa dos 7 Prazeres da Gastronomia e reflete a identidade do território de Barcelos, um concelho turisticamente apetecível”, refere o Município em nota.

De recordar que o Município de Barcelos passou à segunda fase com os cinco doces com que se candidatou: “Queijadinhas de Barcelos”, “Brisas do Cávado”; “Doce Branco”; “Sonhos”; “Marmelada” e “Isabelinhas”.

“As Queijadinhas de Barcelos” apresentam-se na forma de uma estrela de cinco bicos, a massa do recheio está envolvida no papel de hóstia; depois tem que lhe ser dado um formato, vai ao forno a cozer e, quando cozida, é mergulhada numa calda de açúcar e seca ao ar, o que lhe dá uma cor branca. A base do recheio é diferente pois, para além de amêndoa, são também ingredientes o puré de batata e pão de ló esfarelado.

Considerado um doce antigo e com identidade forte, todavia não existem dados muito precisos quanto ao início da sua confeção e autoria. No entanto, alguns documentos referem que estas já existiam por volta de 1900, na Confeitaria Salvação de Barcelos, sob a designação “A Bela Queijadinha”. Outras confeitarias, tais como a Colonial, confeitaria centenária da cidade de Barcelos, também as produziam, segundo outros documentos.

Uma novidade desta edição é a existência de um grande júri, órgão de deliberação constituído por sete figuras mediáticas, que será responsável pela repescagem de oito candidatos que se irão juntar aos 20 pré-finalistas apurados pelo público, resultando numa lista de 28 pré-finalistas.

Os 28 pré-finalistas serão divididos por sorteio pelas duas semifinais, nos dias 24 e 31 de agosto, em dois programas transmitidos em direto na RTP1, em horário nobre.

Em cada semifinal são apurados sete doces, aqueles que tiverem mais votos contabilizados. A gala final realiza-se a 7 de setembro e será transmitida pela RTP1, também em horário nobre. Dos 14 finalistas apurados vão ser eleitas, pelos portugueses, as 7 Maravilhas Doces de Portugal.

A Gala Finalíssima decorre a 7 de setembro de 2019 e será transmitida pela RTP1, em horário nobre. Dos 14 finalistas apurados os portugueses vão eleger 7 doces como 7 Maravilhas de Portugal®.

Fonte e fotos: CMB.

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