Janeiro 19, 2017 Atualidade, Desporto, Opinião
benfiquista
Hugo Pombal Lopes

Mais um fim de semana de futebol atípico, de futebol imprevisível, no fundo, de futebol que tanto gostamos.

O Gil Vicente (de apenas alguns) empatou numa deslocação tradicionalmente difícil… aguardemos por dias melhores.

Quanto ao “meu” Benfica:

Fez-nos temer pela nossa saúde mental e física com aqueles 27 minutos de irrepreensível falta de acerto defensivo. Excetuando o brilhante golo de livre-direto (cobrado por um jogador que tem certamente mais uma pré-época prometida para os lados de Alcochete), os golos do Boavista carecem de um processo disciplinar coletivo à defesa do Benfica por estarem a dormir no local de trabalho.

Certo é, que os árbitros (principal e assistente), não estão isentos de culpa, principalmente no lance que, no meu entender, é precedido de falta por marcar sobre o Rafa (os outros lances dou benefício da dúvida). No entanto, e como disse anteriormente, espero que deixemos de lado o discurso “choramingas”. Tivemos inúmeras oportunidades para uma reviravolta histórica… “contentemo-nos” com o quase.

Contudo, para mim, o ponto alto do jogo foi quando o Samaris mostrou, de forma esclarecedora, falar melhor português que o Jesus…ou o Bosingwa!

Agora podia ir aprender com o Fejsa a ser campeão!

Nota: que grande golo aquele em Trás-os-Montes!

 

Por: Hugo Pombal Lopes

(ndr.: o artigo de opinião foi entregue ao Barcelos na Hora antes de quarta-feira, dia 18/01/17)

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