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Santander cria novas soluções de pagamentos digitais

Junho 26, 2020 em Atualidade, Economia, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

O Santander informa, em nota, que vai lançar novas soluções de pagamento digital, que irão permitir aos clientes pagar as suas compras com qualquer dispositivo móvel em todo o mundo, de uma forma simples, rápida e segura. “Esta aposta, estratégica, permite posicionar o Santander como o Banco dos Pagamentos Digitais em Portugal”, refere.



As novidades, a divulgar ao longo das próximas semanas, incluem, entre outras, a possibilidade de se realizarem compras contactless utilizando relógios (smartwatch), pulseiras e outros dispositivos que, por serem métodos mais rápidos e sempre disponíveis, vêm simplificar o dia a dia da vida financeira dos clientes. A disponibilização de um cartão digital imediato será outra das inovações que será lançada brevemente.

Os pagamentos com estes dispositivos podem ser feitos em qualquer terminal de pagamento com tecnologia contactless, sem ser necessário ter consigo um cartão bancário físico ou o telemóvel. Basta associar um cartão Mastercard ao dispositivo e, a partir daí, aproximar o pulso para efetuar uma transação.

Relativamente à possibilidade de pagar com o telemóvel, os clientes do Santander são dos poucos no mercado que, através da app do banco, já podem utilizar o seu telefone com sistema operativo Android para fazer compras contactless em qualquer parte do mundo. Para os telemóveis com sistema operativo iOS já está disponível uma solução doméstica que permite fazer compras com a app do banco através da captura de um QR Code, sendo em breve lançada uma solução que permitirá fazer pagamentos via contactless em todo o mundo.

O Santander irá lançar também o Cartão Imediato, um cartão digital, que fica disponível para utilização imediata na app (para compras online, transferências MB Way e pagamentos contactless e QR Code). Assim, os clientes poderão efetuar todas estas operações logo que fica concluído o processo de adesão a um cartão de débito, mesmo enquanto aguardam por receber o cartão físico.

Inês Oom de Sousa, Administradora do Santander em Portugal, refere que “o Santander quer consolidar-se como uma referência no mercado na área de pagamentos, pelo que irá continuar a inovar com produtos e serviços simples, rápidos e seguros. Os pagamentos digitais são uma realidade cada vez mais procurada pelos consumidores, e este é um exemplo claro de que queremos ser o banco do dia-a-dia dos nossos clientes”.

“O Santander pretende ser a melhor plataforma aberta de serviços financeiros e, nesse sentido, tem vindo a acelerar a transformação digital, criando soluções inovadoras, que melhorem a experiência do cliente”, conclui o Banco.

Imagem: DR.

Cursos de Mestrado e Pós-graduações da Escola Superior de Tecnologia do IPCA apresentados online

Junho 26, 2020 em Atualidade, Concelho, Educação, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

3ª Edição do iTech a Master/postgraduate

A Escola Superior de Tecnologia (EST), do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), realiza a 3ª Edição do iTech a Master/postgraduate, online, na próxima quarta-feira, dia 1 de julho, às 18h30.



À semelhança das edições anteriores, o evento pretende fornecer a todos os interessados informação relativa aos cursos de mestrado e de pós-graduação ministrados na EST.

Face à atual situação de pandemia, o evento apresenta-se, este ano, com um novo formato, considerando uma sessão inicial de apresentação geral dos cursos, seguido de sessões paralelas específicas para cada curso.

A não perder, através do link: https://videoconf-colibri.zoom.us/j/92943915365 .

Fonte e imagem: IPCA.

Marsh realiza pesquisa mundial sobre impacto do COVID-19 no Setor Energético

Junho 26, 2020 em Atualidade, Economia, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

No mês de abril, a Marsh JLT Specialty realizou uma pesquisa junto de mais de 4.500 empresas do sector energético e elétrico a nível mundial. O objetivo deste estudo foi o de compreender como a indústria respondeu e conseguiu mitigar o impacto da redução repentina da procura mundial de energia e da queda do preço do petróleo. Dos inquiridos fazem parte pequenas e grandes empresas, incluindo empresas do sector energético, como produtores de energia elétrica, distribuidoras e mesmo petrolíferas, petroquímicas e derivados.



Cerca de um terço (31%) das empresas de energia (petróleo, gás, petroquímica e derivados) e elétricas responderam que não experienciaram qualquer interrupção da atividade, desde que o surto de COVID-19 surgiu como uma ameaça global. No entanto, de acordo com os resultados deste survey da Marsh JLT Specialty, mais de um terço (38%) das empresas sofreu uma interrupção em abril de 2020. Por outro lado, 28% confirmou ter experienciado paralisações, desde janeiro de 2020.

O relatório acrescenta que, apenas a partir de abril, as empresas elétricas e renováveis norte-americanas começaram a sentir efeitos de rutura. No entanto, na Europa Ocidental e em empresas petrolíferas nacionais integradas ou internacionais, as perturbações sentiram-se muito mais cedo, em janeiro de 2020.

As grandes empresas (medidas pela dimensão de produção) não sofreram grandes interrupções, enquanto que as pequenas e médias empresas foram as que sofreram um maior impacto. Inquiridas sobre qual a duração desta interrupção considerando como início abril, a resposta mais comum é a de que demore entre 4 a 6 meses (22%), seguida de 19% que afirma que durará entre 7 a 9 meses e 13% acredita que será de 10 a 12 meses. Apenas 3% referiu que durará 3 meses ou menos.

Mais de um décimo (13%) dos inquiridos referiu que, desde o início do ano até à data, o impacto financeiro tinha excedido os 100 milhões de dólares; 10% afirmou esperar que o impacto financeiro global do ano de 2020 seja de mais de 500 milhões de dólares.

Uma pequena percentagem (3%) das empresas reportou incidentes de segurança que podem ser atribuídos ao surto de COVID-19, não sendo nenhum desses incidentes considerado como grave.

Limites Operacionais

Uma das conclusões que o relatório apresenta é a de que dois terços das empresas, destes setores de energia, não esperavam que os serviços de manutenção e outros serviços de avaliação como de integridade mecânica dos ativos, condicionados pelo COVID-19, fossem um fator de risco crítico, que levasse à interrupção do negócio.

Quase metade das empresas inquiridas (41%) foram impactadas pela procura do cliente. No entanto, as empresas mencionam que a capacidade dos seus principais fornecedores, para a entrega e as limitações logísticas têm maior probabilidade de os vir a impactar no futuro, embora a maior parte ainda não tenha sido afetada pelos fornecedores.

Apesar do impacto do armazenamento de matérias-primas e/ou produtos ainda não ter atingido o seu ponto máximo, foi apontado como uma das causas da interrupção com probabilidade de se tornar mais grave.

A maior parte dos operadores não esperava que questões técnicas e operacionais se tornassem causas de interrupção do negócio, o que evidencia grande capacidade de reação do setor, com os mesmos a encontrar planos alternativos de engenharia e de equipamentos.

Controlo de custos

Devidamente acautelados e tendo presente uma adequada gestão de riscos, a redução temporária de custos é uma das medidas que está a ser contemplada por empresas de energia, de modo a mitigar, a curto prazo, restrições de cash-flow.

Reduções e adiamentos nos investimentos são medidas de gestão de custos planeadas e em curso, apontadas por mais de metade dos inquiridos. O adiamento de serviços de manutenção, não essenciais, é a segunda opção apontada como estratégia de redução de custos, com mais de metade das empresas a referir que, muito provavelmente, irão reduzir estes serviços no ano de 2020. A manutenção essencial está assegurada, sendo que, mais de 60% das empresas refere que este nem sequer foi um tema considerado.

A maior parte das empresas definiu cronogramas de retorno à normalidade, sendo que dois terços das empresas não consideram adiar estes planos. 

Algumas organizações estão a reduzir o número de colaboradores efetivos, em funções não essenciais fora do processo de operações, embora grande parte não esteja a considerar tomar esta atitude.

Recuperação

Na grande maioria dos casos (mais de 85%), as empresas não estão à procura de oportunidades para voltar a otimizar os seus negócios, estando, por outro lado, focadas em garantir defensivamente a continuidade das operações seguras.

Apenas algumas empresas optam por anunciar novos produtos; reconverter equipamentos e arrendar novas instalações para minimizar esta disrupção ou responder a uma eventual repentina procura dos clientes.

Quase todas as empresas têm a equipa separada e mudaram os modelos de trabalho (incluindo o trabalho remoto). O número de horas extraordinárias do pessoal operacional aumentou. Cerca de metade das empresas inquiridas estão, pelo menos, a rever os planos corporativos e organizacionais, com o intuito de reduzir o número mínimo necessário de colaboradores nas áreas operacionais. Algumas já estão em processo de implementação.

Conclusão

Os novos riscos operacionais podem alastrar-se, se geridos de forma intempestiva, considerando as constantes mudanças em curso ou por medidas insuficientes de mitigação de risco, face ao atual e desafiante contexto. Cada risco operacional emergente é previsível e pode ser gerido. Por exemplo, a escolha em adiar uma manutenção não-essencial pode ser gerida através de um programa rigoroso de seleção da manutenção, numa base de gestão do risco, com um foco adicional na acumulação de risco.

Com o aumento do trabalho remoto, esta é uma boa altura para refletir sobre o que se aprendeu depois dos elevados prejuízos deste sector e assegurar que a qualidade da supervisão continua elevada com a realocação dos engenheiros nas instalações.   

“As empresas prepararam-se para o pior, mas, na altura em que foi realizado este survey, nem tudo estava tão mau quanto o esperado”, afirma Sara Rodrigues, Construction and Energy & Power Specialist da Marsh Portugal.

Como parte das medidas de redução de custos, a manutenção foi reduzida, ou até adiada em alguns casos. No entanto, as empresas precisam de agir com muita precaução, uma vez que os dados históricos das perdas demonstram uma forte correlação entre a redução da manutenção e um acréscimo das perdas e dos incidentes.

Sara Rodrigues acrescenta que “indiscutivelmente, estes resultados sublinham uma tendência excessivamente otimista, do setor, ao avaliar o impacto negativo das reduções de investimento, bem como da sua capacidade de proteger a manutenção crítica. Daí que, mesmo que tendo subjacente boas intenções, a história mostra-nos que poderá surgir um agravamento das perdas.”

A Marsh é líder mundial em consultoria de risco e corretagem de seguros. Com mais de 35.000 colaboradores a operar em mais de 130 países, a Marsh serve clientes comerciais e individuais com soluções de risco baseadas em dados e serviços de consultoria. É uma empresa da Marsh & McLennan Companies (NYSE: MMC), a empresa líder global em serviços profissionais nas áreas de risco, estratégia e capital humano. Com receitas anuais de aproximadamente 17.000 milhões de dólares (USD) e 76.000 colaboradores em todo o mundo, a MMC ajuda os seus clientes a navegar num ambiente cada vez mais dinâmico e complexo através das quatro empresas líderes de mercado: a Marsh, a Guy Carpenter, a Mercer e a Oliver Wyman .

Foto: DR.

“Liga-te de novo. Liga-te à vida”, campanha do MEO

Junho 26, 2020 em Atualidade, Concelho, Cultura, Economia, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Novo posicionamento e nova companha do MEO

O MEO, marca de consumo da Altice Portugal, pretende que todos os portugueses se liguem, de novo, à vida. Depois dos tempos transformadores, únicos e de mudança pelos quais todos passámos, o MEO quer mobilizar os portugueses para o que nos é mais característico enquanto humanos, o emocional e o sensorial.

Numa realidade extraordinária para muitos, foi a tecnologia que permitiu que famílias e amigos permanecessem ligados, que empresas e organizações mantivessem a sua atividade. “Se em tempos anómalos, foi a Altice Portugal que garantiu que nada falhasse, que as comunicações se mantivessem a funcionar em pleno, seja na vertente profissional ou de lazer, chegou a hora de nos ligarmos de novo, de nos ligarmos à vida”, refere a companhia em nota.

“Os tempos vividos trouxeram uma mudança de paradigma e de perceção da tecnologia e do papel da mesma na nossa vida. Se anteriormente era vista como um elemento frio, vazio, ou até como um obstáculo ao relacionamento entre as pessoas, na verdade, hoje, passámos a encará-la de uma forma mais humana e como um elo fundamental de ligação entre todos. Hoje, a humanização da tecnologia é, mais do que nunca, percecionada como a materialização de um dos principais pilares estratégicos da Altice Portugal: o pilar da Proximidade”, continua.

É com o propósito de voltar a “ligar as pessoas à vida”, que o MEO apresentou um novo posicionamento e um novo conceito institucional. “Liga-te de novo. Liga-te à vida” pretende “dar o mote para um momento que queremos que seja de recuperação do nosso País, de reinvenção face aos novos desafios que se nos colocam, de recuperação da ligação à família, aos amigos, ao trabalho, à música, ao desporto, aos sentidos, mas, acima de tudo, de redescoberta de tantas e outras sensações que dão o verdadeiro significado à palavra viver.”

Na verdade, os sentidos surgem, naturalmente, como um elemento gerador de sensações e sentimentos, essenciais para a criação e aprofundamento de ligações e relações, que nos levam, efetivamente, a ligar-nos à vida e ao que é essencial.

“É, por isso, que o MEO, neste novo posicionamento e campanha, desenvolve e materializa uma nova dimensão multissensorial enquanto premissa de uma maior envolvência e humanização da marca, através de uma fragância única, de uma nova identidade sonora e de novos sabores. Em perfeita sintonia com os valores e visão estratégica da marca, o MEO torna-se numa das primeiras marcas portuguesas a trabalhar a sua identidade multissensorial e a primeira a desenvolver uma identidade sonora binaural em 8D (efeito 360 e esférico)”, refere.

“O desenvolvimento da identidade olfativa, auditiva e gustativa teve como referência a personalidade da marca MEO e propõe-se assim a despoletar um novo mundo de experiências e sensações em todos os que entram em contacto com a marca. Entre um aroma que marca e assume o seu território, caracterizado pela dualidade conceptual entre ser universal e acessível, único e distinto, passando pelo som, que para além de explorar a relação entre as dimensões humana e tecnológica, não perde o carácter e distinção, até à expressão da sua identidade através do paladar, num equilíbrio perfeito entre o conforto e a surpresa na descoberta de novos sabores e experiências. No último caso, com o surgimento de duas novas expressões, um café com um blend único e personalizado, que nos desperta para a vida, e um rebuçado com um sabor único e surpreendente”, salienta a companhia.

Esta experiência sensorial vai poder ser vivida nas lojas MEO, que vão passar a dispor da identidade olfativa com a fragância, da identidade auditiva com o som, ambos criados por Lourenço Lucena, e da identidade gustativa através dos rebuçados do Chef Chakall e do café da Simpli Coffee criados exclusivamente para a marca MEO.

A música “HEYO” foi criada e produzida nos EUA, no 1908 SCORING STUDIOS em Beverly Hills, pelo compositor Sacha Chaban, no estúdio responsável pela banda sonora de diversos filmes de Hollywood como Get Out e I.T. e séries como S.W.A.T. e The Whispers. Uma composição criada e imaginada para servir de gatilho sensorial a todas as dimensões humanas e que, num crescendo de ritmo e voz, despoleta um boost de positividade e energia, incitando à Ação, ao fazer e a um maior querer.

Os clientes MEO, através, dos waiting ring dos centros de atendimento, vão passar a usufruir da playlist com a identidade sonora MEO e, em meo.pt, de uma experiência multissensorial inovadora que recria os 5 sentidos em ambiente digital.

Nesta nova campanha e reposicionamento do MEO, os sentidos surgem como um passo natural na evolução da humanização da marca e uma oportunidade única para materializar o propósito da marca, desafiando as pessoas para novas experiências e novas oportunidades, mesmo que para isso seja necessário sair da zona de conforto. Humanizar surge, assim, com o verdadeiro sentido de reinventar, experienciar e recomeçar.

É sob este mote que a campanha do MEO desafia alguns dos seus Embaixadores a desafiarem-se para ultrapassarem o objetivo que lhe é proposto. Assim, Armindo Araújo, Carolina Deslandes, Cristiano Ronaldo, Frederico Morais, João Sousa e Miguel Oliveira juntam-se ao MEO neste propósito, saindo da sua zona de conforto, amplificando as suas potencialidades e estimulando os seus cinco sentidos. A campanha de comunicação multimeios será veiculada nos meios habituais – TV, imprensa, rádio e digital – e está no ar a partir de ontem, 25 de junho.

FICHA TÉCNICA

AGÊNCIA CRIATIVA:

CEO – Tomás Froes

CCO– Lourenço Thomas

Diretor Criativo Executivo – Ivo Purvis

Diretor Criativo Digital – Gil Correia

Diretor de Contas – Mafalda Clara

Diretor de Arte – Rodolfo Garcia

Redator – João Moura

Designer – José Barreiro

Planeamento Estratégico – Patrick Stiwell

Produtor – Martim Lemos

PRODUTORA:

Produtor Executivo: Sandra Melo

Realizador: João Marques/ Nuno Alberto

DOP: João Marques

Chefe Produção: Mónica Figueira

Música: Sacha Chaban / 1908 Scoring Studios

Estúdio Som(mistura): GUEL

Pós-Produção: 78

AGÊNCIA DE MEIOS: OMD

CLIENTE: MEO

Diretora de Marketing – Luiza Galindo

Departamento Publicidade – Sara Lourenço

Gestão Media – António Rodrigues

CURIOSIDADES:

 6 dias de filmagens

 64 horas de rodagem

 120 pessoas envolvidas

 6 câmeras incluindo 1 drone, 1 GoPro, 1 câmera 6mm de película e 1 iPhone 11 Pro

Efeitos especiais:

– canhão de pétalas

– canhão de fumo

– bola a arder e palavra “TUDO” a arder;

Guarda-roupa de quarentena e desinfetada em câmera de ozono em carrinha antes de cada utilização.

Fonte e fotos: ALTICE PORTUGAL.

SOPRO entrega material médico ao Hospital de Barcelos

Junho 25, 2020 em Atualidade, Concelho, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Doação no âmbito da campanha “Barcelos Co(n)vida”

A SOPRO – Solidariedade e Promoção concluiu a Campanha “Barcelos Co(n)vida”, que tinha como objetivo angariar fundos para comprar material médico para doar ao Hospital Santa Maria Maior de Barcelos, para que os profissionais de saúde consigam desempenhar o seu trabalho com o máximo de segurança.



A campanha foi promovida através dos meios de comunicação da SOPRO e conseguiu angariar, através do Facebook, doações e MBWAY, cerca de 1180€ que foram convertidos em máscaras e batas médicas.

Conseguiu comprar 800 máscaras cirúrgica de uso médico com elásticos e 100 batas de proteção Impermeável. Como não em havia stock fatos de proteção individual e caixas de luvas, optou por entregar mais máscaras nesta doação.

A SOPRO e a Hospital Santa Maria Maior de Barcelos estão agradecidos a todos os que puderam colaborar nesta iniciativa solidária. Os materiais médicos foram entregues pela SOPRO ao Hospital Santa Maria Maior de Barcelos no passado dia 22 de junho.

“Sabemos que este foi um pequeno gesto, mas na SOPRO sabemos que com Pequenos Gestos, Mudamos o Mundo!”, conclui a SOPRO.

Imagens: SOPRO.

Amianto: MESA e ZERO duvidam que dinheiro chegue para todas as escolas e que obras terminem antes do novo ano letivo

Junho 25, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Educação, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

O Movimento Escolas Sem Amianto (MESA) e a associação ambientalista ZERO saúdam o plano no âmbito do Programa de Estabilização Económica e Social para a remoção do amianto das escolas, mas duvidam que os 60 milhões anunciados pelo Governo sejam suficientes para a remoção do amianto das cerca de 570 escolas de todo o país.



Além disso, as duas organizações também duvidam que todas as escolas com amianto estejam incluídas e que seja possível terminar as obras a tempo do início do novo ano letivo.

“Esta é uma boa notícia e é o resultado de uma luta de mais de ano e meio, que juntou muitas dezenas de agrupamentos de escolas e tantas outras pessoas e organizações preocupadas com o estado dos respetivos equipamentos escolares, no entanto, coloca-nos muitas dúvidas, desde logo, tendo em conta o número de escolas e o estado de degradação de algumas, se o valor será suficiente”, aponta André Julião, coordenador do Movimento Escolas Sem Amianto (MESA).

Quanto à classificação de prioridades, nesta lista não apresentada, a Resolução de Conselho de Ministros nº 97/2017 refere a obrigatoriedade de começar por intervir nos edifícios com a classificação 1, que representa as situações mais graves de degradação ou exposição do material. Não sendo esta referida, não será possível aferir o cumprimento desta situação.

“Na publicação desta lista é deveras importante que as prioridades sejam referidas. Segundo o Relatório de Progresso do Amianto, até 2020 foram apenas intervencionadas ou previstas remoções em edifícios escolares classificados com prioridade 3 (numa classificação de 1 a 3 em que 3 são os menos prioritários). Passados mais de 30 anos sobre a colocação destes materiais e de exposição aos elementos naturais, dificilmente temos situações em que os materiais estejam em bom estado. A degradação dos materiais vai libertando fibras de amianto que quando inalados representam um risco para a saúde humana, por isso é crucial começar por intervencionar as classificações 1”, afirma, por seu turno, Íria Roriz Madeira, arquiteta e membro da ZERO.

“Duvidamos também que a lista inclua todas as escolas com amianto e, tendo em conta as datas previstas para o início do novo ano letivo, se haverá tempo suficiente para lançar procedimentos, adjudicar, iniciar e concluir as obras em todas, pelo que tememos que muitas se arrastem pelo início do ano escolar”, acrescenta o líder do MESA.

“Quanto aos próprios materiais identificados pode ler-se na descrição que acompanha a lista: «a presença de coberturas constituídas por placas de fibrocimento com amianto na sua composição» podendo deduzir-se que ficam de fora inúmeros materiais que podem conter amianto. Ainda que não fossem os mais frequentemente utilizados em escolas, podem existir e esse levantamento tem de ser feito de forma completa e rigorosa”, defende Íria Roriz Madeira.

Recorde-se que o Governo anunciou uma linha de 60 milhões de euros em fundos comunitários exclusivamente para a remoção do amianto das escolas. O executivo identificou cerca de 570 escolas contendo amianto. A lista foi divulgada em Diário da República no passado dia 23 de junho.

Foto: DR.

Eurodeputado José Gusmão (BE) vê aprovado relatório sobre Orientações para as Políticas de Emprego na Comissão do Emprego e Assuntos Sociais

Junho 25, 2020 em Atualidade, Economia, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

A Comissão Parlamentar do Emprego e Assuntos Sociais (EMPL), do Parlamento Europeu, aprovou o Relatório do deputado europeu do Bloco de Esquerda, José Gusmão, que estabelece as Orientações para as Políticas de Emprego.



Trata-se de um relatório bastante exaustivo que cobre as políticas para o mercado de trabalho e outras políticas relacionadas.

O documento agora aprovado, pela larga maioria dos membros da EMPL, introduz várias posições importantes em áreas como o alargamento da contratação coletiva, o pleno emprego, a garantia de direitos a trabalhadores precários e trabalhadores de plataformas, a igualdade e não-discriminação, o combate à pobreza, bem como restrições à distribuição de dividendos, prémios e apoios a empresas sediadas em offshores.

Para o deputado José Gusmão, “é bom ter boas notícias a vir da Europa. Ao longo de muitos anos, as orientações para as políticas de emprego têm-se caracterizado por uma sistemática pressão para a desregulação dos mercados de trabalho, a precarização dos vínculos contratuais e a contenção salarial. Espero que este relatório e o apoio alargado que teve no Parlamento permitam inverter essa tendência e começar a recuperar níveis de proteção do trabalho que são imprescindíveis, como a crise da COVID já está a demonstrar.”

Font e foto: BE.

ATAHCA com Formação e Certificação Profissional Gratuita

Junho 25, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Educação, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

A ATAHCA – Associação de Desenvolvimento Local, através do seu Centro Qualifica Escolar e Profissional, quer apoiar as empresas no aumento das qualificações dos seus empresários/as, dirigentes e colaboradores/as, bem como na Certificação Profissional dos/as mesmos/as. “As empresas vivem, hoje, tempos desafiantes de transformação, coragem e perseverança. Tempos que, certamente, todos em conjunto, iremos conseguir ultrapassar”, refere a Associação. O Centro Qualifica da ATAHCA trabalha em parceria com Empresas e Instituições na qualificação dos seus Recursos Humanos.



Não estando alheia ao momento atual das empresas e da economia, a ATAHCA, através de um processo totalmente gratuito, tem ao dispor:

a) Certificação Escolar – 4º ano, 6º ano, 9º ano e 12º ano

b) Certificação Profissional nas seguintes: áreas/ profissionais:

– Comércio (Operador/a de Distribuição, Operador/a de Logística, Técnico/a Comercial, Técnico/a de Distribuição, Técnico/a de Logística, Técnico/a de Marketing e Técnico/a de Vitrinismo)

– Hotelaria e Restauração (Cozinheiro/a, Empregado/a de Restaurante/ Bar, Técnico/a de Cozinha/ Pastelaria, Técnico/a de Restaurante/Bar)

Turismo e Lazer (Técnico/a de Informação e Animação Turística)

– Secretariado e Trabalho Administrativo (Assistente Administrativo/a, Técnico/a Administrativo/a; Técnico/a de Secretariado)

– Serviços de Apoio a Crianças e Jovens (Cuidador/a de Crianças e Jovens, Técnico/a de Ação Educativa; Técnico/a de Juventude)

– Trabalho Social e Orientação (Agente de Geriatria, Assistente Familiar e de Apoio à Comunidade, Animador/a Sociocultural, Técnico de Apoio Familiar e de Apoio à Comunidade)

Produção Agrícola e Animal (Operador/a Apícola, Operador/a de Máquinas Agrícolas)

c) Dupla certificação.

As horas de formação podem ser contabilizadas ao abrigo da obrigatoriedade das 40 horas anuais de formação (Lei nº 93/2019, de 04 de setembro).

Existe a possibilidade de itinerâncias: sempre que haja um grupo com o mínimo de 10 colaboradores (seja na mesma empresa ou instituição ou em organizações próximas geograficamente), a Equipa do Centro Qualifica desloca-se ao local para desenvolver o processo.

Custos: o processo é totalmente gratuito.

Processo Certificação Profissional: Pela via do Reconhecimento de Competências adquiridas e de Formação Complementar (não adquiridas / por desenvolver).

Horário: Flexível, adaptado à disponibilidade da Empresa/Instituição e dos seus/suas Colaboradores/as em horário a acordar (laboral ou pós-laboral).

Para manifestação de interesse, as empresas deverão preencher este (clicar na palavra) formulário.

Para mais informações:

Centro Qualifica da ATAHCA:

tel. 253 321130 / telem. 911 193 442

E-mail: atahca@centroqualifica.gov.pt

RVCC Profissional – Saiba mais

O RVCC Profissional tem em vista a melhoria dos níveis de certificação profissional dos/as adultos/as que não possuem qualificação na sua área profissional, numa perspetiva de aprendizagem ao longo da vida.

A certificação obtida através deste sistema permite, não só, a valorização profissional, social e pessoal, mas também, o prosseguimento para percursos de formação de nível subsequente.

A quem se destina?

Adultos/as com mais de 23 anos de idade que não possuem qualificação na sua área profissional.

O RVCC Profissional é uma resposta para todos/as os/as adultos/as que:

•Tenham adquirido saberes e competências profissionais através da experiência de trabalho ou noutros contextos de vida,

•Não detenham qualificação profissional,

•E pretendam obter certificação profissional na sua área.

Excecionalmente, no caso de adultos entre os 18 e os 23 anos inclusive, terão de possuir pelo menos 3 anos de experiência profissional devidamente comprovada, pelos organismos competentes.

Como é desenvolvido o processo?

O processo baseia-se no Referencial de Competências de cada saída Profissional, constante no Catálogo Nacional de Qualificações, e segue as seguintes fases:

1º Identificação e reconhecimento das competências profissionais, detidas pelo adulto/a;

2º Identificação das competências profissionais em falta, com indicação da formação adicional que deve frequentar;

3º Validação e Certificação das competências profissionais.

Que Certificação é obtida?

No final do processo de RVCC Profissional, o/a adulto/a obtém a certificação das respetivas competências através de:

•Um Certificado de Qualificações, documento que comprova as competências profissionais validadas;

•Um Diploma de nível 2 ou nível 4 do Quadro Nacional de Qualificações.

A conclusão de um processo de RVCC profissional conduz a uma certificação de nível 4 de qualificação, caso o candidato já seja detentor do nível secundário de educação.

Quais os custos da realização do Processo RVCC?

O processo desenvolvido no âmbito do RVCC Profissional e escolar é gratuito.

Qual a duração de um Processo de RVCC Profissional?

O processo tem uma duração média de 3 a 4 meses, dependendo do número de sessões semanais, em horário laboral ou pós-laboral. O processo inclui 50 horas de formação obrigatória.

Quais as áreas em que o/a Adulto/a pode ser certificado/a na ATAHCA?

Artesanato

BORDADOR/A – N2

Perfil profissional: Conceber e executar bordados tradicionais e contemporâneos preparando e selecionando os equipamentos, instrumentos, materiais e matérias-primas adequadas, tendo em conta as medidas de segurança, higiene e saúde no trabalho.

Comércio

OPERADOR/A DE DISTRIBUIÇÃO – N2

Perfil profissional: Efetuar as operações de receção, arrumação, exposição e reposição, inventariação de mercadorias e atendimento e venda ao cliente, de acordo com as regras de segurança no trabalho e a segurança alimentar.

OPERADOR/A DE LOGÍSTICA – N2

Perfil profissional: Efetuar as operações de receção, preparação, armazenagem, expedição e inventariação de mercadorias.

TÉCNICO/A COMERCIAL – N4

Perfil profissional: Vender produtos e/ou serviços em estabelecimentos comerciais, tendo em vista a satisfação dos clientes.

TÉCNICO/A DE DISTRIBUIÇÃO – N4

Perfil profissional: Assegurar as condições para o adequado funcionamento das atividades operacionais da loja, contribuindo para a otimização da venda, tendo em conta as normas de qualidade, higiene, segurança e ambiente no trabalho.

TÉCNICO/A DE LOGÍSTICA – N4

Perfil profissional: Assegurar o adequado funcionamento das atividades logísticas da empresa, contribuindo para a otimização dos fluxos de informação, serviços, matérias-primas, bem como produtos acabados, tendo em conta as normas de qualidade, higiene, segurança e ambiente no trabalho.

TÉCNICO/A DE MARKETING – N4

Perfil profissional: Promover e efetuar a venda de produtos e/ou serviços, através de contactos estabelecidos com clientes, com vista à sua satisfação.

TÉCNICO/A DE VITRINISMO – N4

Perfil profissional: Conceber, organizar e executar a exposição e decoração de espaços comerciais, stands de feiras e eventos de acordo com o posicionamento definido, com o objetivo de promover a imagem e o potencial dos produtos e/ou serviços, garantindo a otimização da atratividade e rentabilidade desse espaço.

Hotelaria e Restauração

COZINHEIRO/A – N2

Perfil profissional: Organizar, preparar, cozinhar e empratar alimentos, respeitando as normas de higiene e segurança, em unidades de produção, estabelecimentos de restauração e bebidas, integrados ou não em unidades hoteleiras, com vista a garantir um serviço de qualidade e satisfação do cliente.

EMPREGADO/A DE RESTAURANTE/BAR – N2

Perfil profissional: Organizar, preparar e executar o serviço de restaurante/bar, respeitando as normas de higiene e segurança, em estabelecimentos de restauração e bebidas, integrados ou não em unidades hoteleiras, em cooperação com os demais elementos da equipa, com vista a garantir um serviço de qualidade e satisfação do cliente.

TÉCNICO/A DE COZINHA/PASTELARIA – N4

Perfil profissional: Planear, coordenar e executar as atividades de cozinha-pastelaria, respeitando as normas de higiene e segurança, em estabelecimentos de restauração e bebidas, integrados ou não em unidades hoteleiras, com vista a garantir um serviço de qualidade e satisfação do cliente.

TÉCNICO/A DE RESTAURANTE/BAR – N4

Perfil profissional: Planear, coordenar e executar o serviço de restaurante e bar, respeitando as normas de higiene e segurança, em estabelecimentos de restauração e bebidas, integrados ou não em unidades hoteleiras, com vista a garantir um serviço de qualidade e satisfação do cliente.

Turismo e Lazer

TÉCNICO/A DE INFORMAÇÃO E ANIMAÇÃO TURÍSTICA – N4

Perfil profissional: Prestar informações, promover e comercializar produtos e serviços turísticos, assim como, efetuar o atendimento e a receção de clientes, de modo a garantir um serviço de qualidade e a satisfação destes.

N2 (nível 2) – condição mínima de acesso 4º ano de escolaridade

N4 (nível 4) – condição mínima de acesso 9º ano de escolaridade.

Secretariado e trabalho administrativo

ASSISTENTE ADMINISTRATIVO/A – N2

Perfil profissional: Executar tarefas administrativas relativas ao funcionamento de uma empresa ou serviço público, seguindo procedimentos estabelecidos.

TÉCNICO/A ADMINISTRATIVO/A – N4

Perfil profissional: Organizar e executar tarefas administrativas relativas ao funcionamento de uma empresa ou serviço público.

TÉCNICO/A DE SECRETARIADO – N4

Perfil profissional: Assegurar a organização e execução de atividades de secretariado no apoio à chefia/direção de uma empresa ou serviço público.

Produção agrícola e animal

OPERADOR/A APÍCOLA – N2

Perfil profissional: Organizar e executar tarefas relativas à produção, proteção, manutenção e exploração de colónias de abelhas no espaço rural, de forma a garantir a gestão sustentada do mesmo, através de técnicas e procedimentos adequados e respeitando as normas de qualidade dos produtos, de segurança, higiene e saúde no trabalho apícola, da legislação aplicável à atividade apícola e de proteção do ambiente.

OPERADOR/A DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS – N2

Perfil profissional: Conduzir e operar tratores agrícolas, com e sem equipamentos montados ou rebocados, e máquinas agrícolas, respeitando as normas de segurança, higiene e saúde no trabalho agrícola e de proteção do ambiente.

Serviços de apoio a crianças e jovens

CUIDADOR/A DE CRIANÇAS E JOVENS – N2

Perfil profissional: Cuidar, apoiar, vigiar e acompanhar crianças e jovens até aos 18 anos, colaborando na execução de atividades lúdico ¬pedagógicas, de vida diária e de lazer, promovendo o seu bem-estar e desenvolvimento integral, no respeito pelos princípios de segurança e deontologia profissional.

TÉCNICO/A DE AÇÃO EDUCATIVA – N4

Perfil profissional: Cuidar, apoiar, vigiar e acompanhar crianças e jovens sob a orientação de outros profissionais, apoiando o planeamento, organização e execução de atividades do quotidiano, de tempos livres e ou pedagógicas, contribuindo para o desenvolvimento integral e bem-estar das crianças e jovens, no respeito pelos princípios de segurança e deontologia profissional.

TÉCNICO/A DE JUVENTUDE – N4

Perfil profissional: Intervir na conceção, organização, desenvolvimento e avaliação de projetos, programas e atividades com e para jovens, mediante metodologias do domínio da educação não ¬formal, facilitando e promovendo a cidadania, a participação, a autonomia, a inclusão e o desenvolvimento pessoal, social e cultural.

Trabalho Social e Orientação

AGENTE EM GERIATRIA – N2

Perfil profissional: Prestar cuidados de apoio direto a idosos, no domicílio e em contexto institucional, nomeadamente, lares e centros de dia, zelando pelo seu bem ¬estar físico, psicológico e social, de acordo com as indicações da equipa técnica e os princípios deontológicos.

ASSISTENTE FAMILIAR E DE APOIO À COMUNIDADE – N2

Perfil profissional: Prestar cuidados humanos e de saúde básicos a utentes e/ou clientes em condição de debilidade, em contexto domiciliário, institucional ou no âmbito da prestação de cuidados pessoais e à comunidade enquadrados em serviços de apoio social, tendo em conta as indicações técnicas e os princípios éticos e deontológicos.

ANIMADOR/A SOCIOCULTURAL – N4

Perfil profissional: Promover o desenvolvimento sociocultural de grupos e comunidades, organizando, coordenando e/ou desenvolvendo atividades de animação (de caráter cultural, educativo, social, lúdico e recreativo).

TÉCNICO/A DE APOIO FAMILIAR E DE APOIO À COMUNIDADE – N4

Perfil profissional: Prestar cuidados de apoio direto a indivíduos no domicílio ou em contexto institucional, nomeadamente idosos, pessoas com deficiência e pessoas com outro tipo de dependência funcional temporário ou permanente, de acordo com as indicações da equipa técnica e os princípios deontológicos de atuação.

Fonte e imagem: ATAHCA.

Amianto será retirado de cerca de 20 Estabelecimentos de ensino de Barcelos

Junho 24, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Educação, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

O Governo publicou ontem o Despacho nº 6573-A/2020, da alçada do Ministério da Educação e do Ministério da Coesão Territorial, que identifica equipamentos escolares para intervenções e substituição de amianto.



Da extensa lista, destaque para 19 estabelecimentos de ensino do concelho de Barcelos que serão alvo de intervenção para remoção de amianto.

São elas, as Escolas Básicas de Abade de Neiva, Aldão, Areias de Vilar, Cambeses, Carapeços, Carvalhal, Fraião, Galegos – Santa Maria, Galegos – São Martinho, Manhente, Milhazes, Moure, Perelhal, Remelhe e Vila Boa; a Escola Básica e Secundária Vale de Tamel, em Lijó; a Escola Básica 2,3 Gonçalo Nunes, em Arcozelo; a Escola Secundária de Barcelinhos; e o Jardim de Infância de Ferreiros, em Cristelo.

O programa de remoção terá um custo de 60 milhões de euros, que serão suportados, na sua totalidade, pelos Programas Operacionais Regionais Norte 2020, Centro 2020, Lisbo@ 2020, Alentejo 2020 e CRESC Algarve 2020.

Aceda ao Despacho em questão, clicando no link:

https://dre.pt/application/conteudo/136365168

Foto: DR.

PAN acusa Governo de promover uma “farsa ambiental”

Junho 24, 2020 em Atualidade, Economia, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

No seguimento do anúncio de que o Estado avançou com a assinatura de 16 contratos de prospeção e pesquisa e de exploração de recursos minerais com promotores privados, antes da aprovação de um novo enquadramento legal, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza acusa o Governo de estar a promover uma “verdadeira farsa ambiental” ao pôr, mais uma vez, os valores económicos à frente dos valores naturais e já solicitou a presença de João Pedro Matos Fernandes para prestar esclarecimentos no Parlamento.



“É extremamente grave que seja o próprio Ministério do Ambiente e da Ação Climática a dar luz verde para que não só avancem, não um, não dois, mas 16 contratos que visam explorar os nossos recursos geológicos, não renováveis, à luz de uma legislação que a própria tutela reconhece como obsoleta. Ora, estamos diante de um absoluto contrassenso com o Governo a impor-nos uma verdadeira farsa ambiental, quando na verdade apenas está preocupado com a retoma económica à moda antiga”, acusa o porta-voz do PAN, André Silva.

De acordo com os dados que vieram a público pela comunicação social, terá sido a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), sob tutela do Secretário de Estado Adjunto e da Energia, João Galamba, que integra a equipa do ministro do Ambiente, a avançar sem aguardar pela publicação da nova regulamentação da lei das minas. Informação esta que ainda não se encontra publicamente publicitada.

Mais grave, remata André Silva, “segundo temos conhecimento, o Ministério do Ambiente e da Ação Climática já terá terminado uma revisão da atual legislação relativa à exploração de recursos geológicos que estará, alegadamente, a aguardar aprovação em Reunião Conselho de Ministros. Um novo diploma que, segundo consta, se prevê mais exigente”. Ora, questiona em tom de crítica, “não seria de esperar que o Governo optasse ou por dar seguimento à aprovação do novo quadro legal ou por avançar com os contratos apenas quando este estivesse definido?”.

Sobre esta matéria, o PAN já questionou o Ministério do Ambiente e da Ação Climática e espera que o ministro João Pedro Matos Fernandes opte pelo bom-senso e tenha efetivamente os valores ambientais aquando das apreciações de planos e/ou projetos que, como é o caso das explorações de recursos mineiros e geológicos, podem comprometer de forma irremediável a sustentabilidade das gerações presentes e futuras.

Fonte: PAN.

Foto: DR.

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