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COVID-19: Direção Geral de Saúde confirma casos de infetados em Barcelos

Março 24, 2020 em Atualidade, Concelho, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

No Relatório de Situação lançado hoje pela Direção Geral de Saúde (DGS), com dados até 23 de março (24h00) e atualizado a 24 de março (11h00), surgem três confirmações de infetados por COVID-19 em Barcelos.



No entanto, não refere qual a sua origem e deve-se ter em conta uma discrepância de números, ou seja, a DGS informa que há 2362 casos confirmados na totalidade, mas na “Caracterização Demográfica dos Casos Confirmados”, por concelho, somando todos os números que nela constam, chega-se à quantia de 1287, ou seja, há uma diferença de 1075 entre o número total de confirmados e o número de confirmados por concelho.

Em relação aos restantes números, há 15.474 casos suspeitos (desde 01 de janeiro), 11.329 casos não confirmados, 1783 aguardam resultado laboratorial, há 22 casos recuperados e 11.842 contactos em vigilância pelas autoridades de saúde.

Conforme se pode comprovar pelo gráfico que se segue, no dia 23 de março, houve uma diminuição de casos confirmados em relação aos dias anteriores.

Pode consultar o Relatório de Situação em:

https://www.dgs.pt/em-destaque/relatorio-de-situacao-n-022-24032020-pdf.aspx

Imagens: DGS.

Carlos Sá vs. Carlos Sá

Março 24, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Juntos a favor do Banco Local de Voluntariado de Barcelos – COVID-19

Tal como os homónimos Carlos Sá, desafie os seus limites e lute contra este inimigo invisível e de difícil investigação, sendo que, o muito que pode fazer, passa pela salvaguarda da sua saúde e da sua própria vida, permanecendo na sua habitação, respeitando as recomendações e imposições governamentais, da Direção Geral da Saúde, do Município, etc., adotando medidas de proteção e prevenção contra a infeção, deixando o restante trabalho de ajuda a terceiros, para os profissionais de saúde, Forças de Segurança, Bombeiros, voluntários, etc.



Carlos Sá nasceu em 24 de dezembro de 1973 na freguesia de Vilar do Monte, no concelho de Barcelos.

Deu os primeiros passos desportivos com 12 anos na modalidade de atletismo no Núcleo Desportivo da Silva-Barcelos, onde ganhou diversas provas nos respetivos escalões, em campeonatos de pista e corta mato.

Em 2000, fruto do sedentarismo, passou a pesar 90 Kg e a fumar dois maços de cigarros por dia. É então que se transforma, perdendo 30 Kg e tornando-se no atleta de alta competição.

Em 2003 participou numa prova BTT organizada pela Associação barcelense “Amigos da Montanha”, tendo-se feito sócio, frequentou o curso de montanhismo e passou a desafiar os seus próprios limites em provas de escalada e alpinismo nos cumes das mais altas Montanhas dos Pirenéus Aneto e Monte Perdido.

Em 2005, começou a organizar expedições às mais altas montanhas do mundo, na cordilheira do Andes, no Peru, e face à necessidade de treinar muito mais, passou a dedicar-se a corridas em montanha.

A partir de 2008, iniciou a grande caminhada em provas longas, de grande resistência física e psicológica, ou seja, provas de ultra trail onde obteve diversos 1ºs lugares, como por exemplo: Ultra Trail Geira-Gerês, 101 Km Perigrinos-Espanha, Grand Raid dês Pyrénées-França, Ultra Trail Aldeias do Courel-Espanha, Badwater Ultramarathon-Califórnia, EUA, Madeira Island Ultra-Trail-Madeira-Portugal, World Record da Aconcágua-Argentina, e ultrapassou outros enormes desafios, como cruzar a Gronelândia, costa a costa (600 Km), correr 6 vezes a maratona das areias no Deserto do Saara. Concluiu, também, o Tor des Geant (Alpes Italianos-330 Km-sem parar).

Carlos Sá, o grande impulsionador e continua a ser o Embaixador do Trail Running em Portugal, através do projeto “Carlos Sá – Nature Events“, desporto que aumentou exponencialmente os seus praticantes e simpatizantes, nestes últimos anos.

Sempre correu para atingir novos cumes e para ultrapassar as suas próprias metas, “Se fosse só para competir, nada faria sentido.” Mais que correr, fazia-o como estilo de vida e com o lema: “Correr pela vida”.



Já o seu homónimo, Carlos Sá, nasceu em 01 de abril de 1976 na freguesia de Palme, no concelho de Barcelos.

Começou a trabalhar, em 1998, na Cablinal Portuguesa – Indústria de Cablagens automóveis e ingressou em setembro de 2000 na Guarda Nacional Republicana, onde prestou em serviço em Oeiras até 2003 e a partir de 2004 passou a desempenhar funções ao serviço dos cidadãos barcelenses, na GNR de Barcelos.

A trabalhar em Barcelos, efetuou vários cursos de especialização, progressão na carreira e liderou equipas de trabalho que elevaram o bom nome e a imagem da Instituição que orgulhosamente representa. Sob sua coordenação, foram realizadas grandes operações policiais que desembocaram em detenções de grupos criminosos organizados, primando pelo combate à criminalidade especialmente violenta. Foi condecorado pelo Comandante Geral da GNR.

Como formação académica, possui a licenciatura em Criminologia e Cursos avançados em Direito Penal, Igualdade de Género, Psicologia Forense e Cibercrime.

Militar de vocação, dedicação plena à carreira e total entrega ao serviço público, sempre em prol cidadão, sacrificando e abdicando do descanso pessoal e da convivência com a família, sob os princípios que jurou ao abraçar esta profissão, “mesmo com o sacrifício da própria vida”.

De características comuns, podemos salientar que nasceram em freguesias vizinhas do concelho de Barcelos, de famílias humildes e que lutaram pelo futuro desde o zero.

Apesar de toda a dureza e dedicação extrema nas suas atividades, procuram sempre aderir às causas sociais e solidárias, como sejam, organização de eventos para causas sociais da Caritas e de crianças vítimas de doenças crónicas ou raras, com necessidades especiais; ainda participaram nas causas alusivas às vítimas dos grandes incêndios em Portugal, melhoramento das condições da urgência Pediátrica do Hospital de Barcelos, e todos os eventos solidários organizados pelos Amigos da Montanha, Câmara Municipal de Barcelos, Cruz Vermelha, IPSS´s e outras entidades organizadoras, sempre em prol do Povo de Barcelos e outros.

Nesta violenta prova de resistência física e psicológica a que o povo do mundo inteiro se encontra sujeito, no âmbito da pandemia COVID-19, vêm estes dois barcelenses exemplares, habituados e treinados a exercícios de superação pessoal e profissional, associarem-se ao Banco Local de Voluntariado (BLV) de Barcelos do Gabinete da Ação Social e Saúde Pública da Câmara Municipal de Barcelos, para promoção e fomento de medidas de proteção, principalmente, para com os idosos do concelho, das famílias monoparentais e todos aqueles que necessitem de ajuda para que não sejam obrigados a sair de casa, neste momento, em que é imperioso permanecer em casa.

Com este grupo de voluntariado, pretendem ajudar os mais idosos (necessitam de mais proteção que os outros), principalmente os que não possuem autonomia, e outras pessoas que necessitem, estejam em isolamento ou quarentena, através de uma rede de apoio ao sistema de alimentação e medicação por forma a que essas pessoas possam estar em casa tranquilas, se sintam apoiadas, em segurança e com garantias de que nada lhes faltará. Pretende fazer a entrega de bens essenciais ao domicilio para aquelas pessoas que forem triadas pelo sistema em articulação com as juntas de freguesia.

“Nesta ultramaratona da luta pela vida, não saia de casa porque, juntos, vamos escalar o arco-íris e tudo vai ficar bem”, sensibilizam.

Imagens: DR.

COVID-19: PSD Barcelos apela à compreensão em relação à reorganização dos serviços de saúde

Março 24, 2020 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

Em nota enviada às redações, o PSD Barcelos deixou um apelo a todos os utentes dos serviços de saúde para que tenham “compreensão” em relação às alterações e reorganização dos serviços de saúde.



Entre essas alterações, encontra-se a redução do horário de funcionamento da urgência pediátrica do Hospital Santa Maria Maior, EPE (Barcelos), que encerram, agora, entre as 23h00 e as 8h00, com esse serviço a encaminhar, durante esse período, para o Hospital de Braga. Igualmente, o encerramento temporário de várias unidades de saúde do ACES Cávado III Barcelos/Esposende, sendo que a partir de 23 de março o Centro de Saúde de Barcelos fica exclusivamente destinado a utentes COVID-19.

Considerando estas medidas como “contingência necessária”, o PSD Barcelos deixa o apelo para que após este período de emergência nacional, se passe “à reposição imediata dos serviços mal passe o surto pandémico”.

Segue tabela com as alterações:

Foto: DR.

PAN defende medidas de proteção para trabalhadores independentes

Março 24, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza pretende que o “Governo avance com medidas que garantam um conjunto de princípios de igualdade na proteção dos trabalhadores independentes, bem como das respetivas famílias, atendendo ao atual contexto de estado de emergência devido ao surto da COVID-19, em Portugal”, refere em nota.



Para o efeito, apresentou dois projetos de resolução nesse sentido, um para agilizar a atribuição do apoio extraordinário à redução da atividade económica dos trabalhadores independentes e outro para reforçar as medidas de apoio à família para trabalhadores independentes.

Seguem, na íntegra, os referidos Projetos de Resolução:

«Projeto de Resolução n.º /XIV/1ª

Agiliza a atribuição do apoio extraordinário à redução da atividade económica de trabalhador independente

O COVID-19 é o nome oficial, atribuído pela Organização Mundial da Saúde, à doença provocada por um novo coronavírus (SARS-COV-2), que pode causar infeção respiratória grave como a pneumonia.

Decorrente da declaração de emergência de saúde pública de âmbito internacional, pela Organização Mundial de Saúde, no dia 30 de janeiro de 2020 e à classificação do vírus como uma pandemia, no dia 11 de março de 2020, mostra-se essencial adotar medidas de contingência para a epidemia e de tratamento do COVID-19, atendendo à proliferação de casos registados de contágio. Para além disso, tendo em conta os impactos que esta doença tem na economia, consideramos fundamental implementar medidas de apoio àqueles que serão afetados por esta situação tanto empresas como trabalhadores.

O artigo 26º do Decreto-Lei nº 10-A/2020, de 13 de março, que estabelece medidas excecionais e temporárias relativas à situação epidemiológica do novo Coronavírus – COVID 19, estabelece medidas de apoio extraordinário à redução da atividade económica de trabalhador independente.

Nos termos do seu nº 1, “o apoio extraordinário à redução da atividade económica reveste a forma de um apoio financeiro aos trabalhadores abrangidos exclusivamente pelo regime dos trabalhadores independentes e que não sejam pensionistas, sujeitos ao cumprimento da obrigação contributiva em pelo menos 3 meses consecutivos há pelo menos 12 meses, em situação comprovada de paragem total da sua atividade ou da atividade do respetivo sector, em consequência do surto de COVID-19, em situação comprovada, por qualquer meio admissível em Direito, de paragem total da sua atividade ou da atividade do respetivo sector”. O nº 2 acrescenta que “as circunstâncias referidas no número anterior são atestadas mediante declaração do próprio, sob compromisso de honra, ou do contabilista certificado no caso de trabalhadores independentes no regime de contabilidade organizada.”

Consideramos que este apoio deveria ser atribuído de forma automática, à semelhança do que acontece nos apoios excecionais à família para trabalhadores por conta de outrem e independentes, previstos nos artigos 23º e 24º do Decreto-Lei nº 10-A/2020, de 13 de março.

De facto, a exigência de declaração do próprio, sob compromisso de honra, ou do contabilista certificado, atendendo ao período que atravessamos, acarreta exigências burocráticas adicionais cujo cumprimento pode não ser possível. Não podemos esquecer que esta fase é particularmente gravosa para os trabalhadores independentes que serão confrontados com uma diminuição significativa do volume de trabalho, devendo o apoio dado ser célere por forma a diminuir os prejuízos causados. Ao Estado cabe o papel de fiscalizar para garantir que este apoio era devido e, caso não fosse, proceder à sua correção posteriormente.

Neste sentido, propomos que seja eliminada a necessidade de entrega de declaração do próprio, sob compromisso de honra, ou do contabilista certificado no caso de trabalhadores independentes no regime de contabilidade organizada, prevista no nº 2 do artigo 26º do Decreto-Lei nº 10-A/2020, de 13 de março.

Nestes termos, a Assembleia da República, nos termos do nº 5 do artigo 166º da Constituição, por intermédio do presente Projeto de Resolução, recomenda ao Governo que:

● Para efeitos da atribuição do apoio extraordinário à redução da atividade económica de trabalhador independente, previsto no artigo 26º do Decreto-Lei nº 10-A/2020, de 13 de março, elimine a obrigatoriedade de entrega de declaração do próprio, sob compromisso de honra, ou do contabilista certificado no caso de trabalhadores independentes no regime de contabilidade organizada, constante do nº 2 do mencionado artigo.»

E:

«Projeto de Resolução nº      /XIV/1ª

Reforça as medidas de apoio à família para trabalhadores independentes 

O COVID-19 é o nome oficial, atribuído pela Organização Mundial da Saúde, à doença provocada por um novo coronavírus (SARS-COV-2), que pode causar infeção respiratória grave como a pneumonia. 

Decorrente da declaração de emergência de saúde pública de âmbito internacional, pela Organização Mundial de Saúde, no dia 30 de janeiro de 2020 e à classificação do vírus como uma pandemia, no dia 11 de março de 2020, mostra-se essencial adotar medidas de contingência para a epidemia e de tratamento do COVID-19, atendendo à proliferação de casos registados de contágio. Para além disso, tendo em conta os impactos que esta doença tem na economia, consideramos fundamental implementar medidas de apoio àqueles que serão afetados por esta situação tanto empresas como trabalhadores. 

Os artigos 23º e 24º do Decreto-Lei nº 10-A/2020, que estabelece medidas excecionais e temporárias relativas à situação epidemiológica do novo Coronavírus – COVID 19, consagram os apoios excecionais à família para trabalhadores por conta de outrem ou independentes, respetivamente.

No que diz respeito aos trabalhadores por conta de outrem, o artigo 23º prevê que o trabalhador tem direito a receber um apoio excecional mensal, ou proporcional, correspondente a dois terços da sua remuneração base, pago em partes iguais pela entidade empregadora e pela segurança social. Este apoio tem como limite mínimo uma remuneração mínima mensal garantida (RMMG) e por limite máximo três RMMG.

Em contrapartida, em relação aos trabalhadores independentes, o artigo 24º prevê que caso o trabalhador sujeito ao cumprimento da obrigação contributiva em pelo menos 3 meses consecutivos há pelo menos 12 meses, não possa prosseguir a sua atividade, tem direito a um apoio excecional mensal, ou proporcional, correspondente a um terço da base de incidência contributiva referente ao primeiro trimestre de 2020. Este apoio tem por limite mínimo 1 Indexante de Apoios Sociais (IAS) e máximo de 2 1/2 IAS.

Esta diferenciação de regime comporta uma dupla discriminação dos trabalhadores independentes que necessitem de prestar apoio à família ao abrigo do artigo 22º do mencionado Decreto-Lei.

Por um lado, enquanto que os trabalhadores por conta de outrem têm direito a um apoio correspondente a dois terços da sua remuneração base, os trabalhadores independentes têm direito, apenas, a um apoio correspondente a um terço da base de incidência contributiva referente ao primeiro trimestre de 2020. Por outro lado, enquanto que o valor mínimo de referência para os trabalhadores por conta de outrem é uma remuneração mínima mensal garantida, o valor mínimo para os trabalhadores independentes é 1 Indexante de Apoios Sociais.

Este apoio é justificado pela necessidade de prestação de assistência a filho ou outro dependente a cargo menor de 12 anos, ou, independentemente da idade, com deficiência ou doença crónica, decorrente da suspensão das atividades letivas e não letivas presenciais em estabelecimento escolar ou equipamento social de apoio à primeira infância ou deficiência.

Ora, estando em causa uma situação relativamente à qual tanto os trabalhadores por conta de outrem como os trabalhadores independentes são alheios, o seu tratamento deveria ser igual na medida em que o que justifica este apoio é a necessidade de assistência a filho, igual em ambos os casos, independentemente do vínculo laboral.

Neste sentido, propomos que o regime dos trabalhadores independentes seja idêntico ao dos trabalhadores por conta de outrem, devendo ser assegurado no primeiro caso um apoio correspondente a dois terços da base de incidência contributiva referente ao primeiro trimestre de 2020, o qual deverá ter como limite mínimo uma remuneração mínima mensal garantida (RMMG) e por limite máximo três RMMG.

Nestes termos, a Assembleia da República, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, por intermédio do presente Projeto de Resolução, recomenda ao Governo que:

● Reveja as condições de atribuição do apoio excecional à família para trabalhadores independentes, previsto no artigo 24º do Decreto-Lei nº 10-A/2020, de 13 de março, equiparando este regime ao estabelecido para os trabalhadores por conta de outrem, garantindo que: 

a. O valor do apoio é correspondente a dois terços da base de incidência contributiva mensalizada referente ao primeiro trimestre de 2020; 

b. O apoio tem por limite mínimo uma remuneração mínima mensal garantida (RMMG) e por limite máximo três RMMG.»

Foto: DR.

Música em tempos de COVID-19: Banda de ex-aluna do IPCA lança corrente de boa energia #VaiTudoFicarBem

Março 23, 2020 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Don’t you ever feel alone” é o novo tema dos nortenhos, Times of Trouble, onde pontifica Filipa Faria, ex-aluna do IPCA. Disponível no YouTube desde o passado domingo, a música espera passar uma mensagem a todos os portugueses, e a todo o mundo, que “juntos somos mais fortes, juntos iremos ultrapassar este momento e só juntos o podemos conseguir”.



“Estávamos a trabalhar neste tema e achámos que este era o momento certo para o divulgar. De nós para vós, porque vai ficar tudo bem (#EverythingIsGonnaToBeOk).”

Em isolamento voluntário, mesmo antes de ser decretado estado de emergência, os TOT trabalharam o lançamento do single a partir de suas casas. O áudio foi gravado dentro dos moldes do tema anterior e o videoclipe é uma compilação de fotos e vídeos. Alguns gratuitos e disponíveis online, outros feitos por cada elemento da banda, e um especial cedido por Raul Manarte, Humanitário, Músico e Fotógrafo.

Para assistir o videoclipe, aceda a: https://www.youtube.com/watch?v=B80YdlUO3j8

O single estará disponível, brevemente, nas restantes plataformas.

 Siga a banda nas redes sociais @timesoftroubleband para o Instagram, Facebook e YouTube.

Fotos: TOT.

COVID-19: Resulima reforça higienização e desinfeção de ecopontos no concelho de Barcelos

Março 23, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Durante o combate à pandemia, e “consciente da importância de garantir as condições de salubridade nos ecopontos colocados na via pública”, a Resulima reforçou a operação de higienização e desinfeção de todos os ecopontos da área geográfica de Barcelos.



A realização deste trabalho prosseguirá nas próximas semanas como medida de contenção da pandemia da COVID-19.

“Os trabalhadores da Resulima continuam, todos os dias, a contribuir para a limpeza das nossas ruas, através da recolha seletiva, e a garantir o tratamento dos nossos resíduos. A melhor forma de lhes agradecer é partilhar e cumprir estas regras e ser compreensivo para com as adaptações à recolha que o seu município e a Resulima poderão ter de fazer”, refere a empresa em nota.

A Resulima é responsável pelo tratamento e valorização de resíduos urbanos de 6 municípios da zona do Vale do Lima e Baixo Cávado: Arcos de Valdevez, Barcelos, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo. A Resulima serve cerca de 321 mil habitantes, numa área geográfica de 1.743 km2.

Foto: RESULIMA.

COVID-19: Câmara Municipal de Barcelos intervém junto da população idosa isolada

Março 23, 2020 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

Rede Social e equipa de voluntários participam nas respostas sociais urgentes

A Câmara Municipal de Barcelos, em articulação com um grupo de voluntários, está a promover uma ação de intervenção social junto da população mais carenciada do concelho, privilegiando os idosos isolados e/ou sem suporte familiar que necessitam de uma resposta social urgente, nomeadamente no que concerne à compra de bens essenciais (alimentação e medicamentos).



A iniciativa pretende minorar os efeitos de isolamento em que vivem estas pessoas, agravado com as medidas restritivas de circulação impostas pela pandemia do novo Coronavírus/COVID-19.

No âmbito desta ação, serão disponibilizadas as seguintes linhas de apoio às juntas de freguesia, IPSS’s e população em geral para identificação de pessoas naquelas situações, devendo ligar para os seguintes números: 910915333 e 910941200, ou através do e-mail covid19coesaosocial@cm-barcelos.pt.

Este serviço está sediado e é coordenado pelo Gabinete de Ação Social do Município, contando com um grupo de voluntários em articulação com os técnicos municipais da área social, que prestarão apoio às pessoas idosas que dele necessitem, nomeadamente, no que concerne à compra de bens alimentares de primeira necessidade e medicação.

“Nas comunicações que tem estabelecido com os membros da Rede Social do concelho de Barcelos (juntas de freguesia e instituições sociais), a Câmara Municipal chama também a atenção de outras situações de emergência social às quais as instituições de proximidade não consigam dar resposta, devendo as mesmas ser reportadas ao Gabinete de Ação Social do Município, e apela à Rede Social para fazer todos os esforços no sentido de assegurar as principais necessidades desta população”, refere o Município em nota.

“Tendo as juntas de freguesia e IPSS locais um conhecimento privilegiado e aprofundado das reais necessidades das pessoas, a sua colaboração é fundamental para uma resposta social de proximidade e emergência, para a identificação/sinalização de pessoas/famílias ou grupos em especial situação de vulnerabilidade e para a divulgação generalizada das recomendações da Direção Geral de Saúde junto da população, nomeadamente às questões de higiene e segurança, etiqueta respiratória e distanciamento social, devendo as pessoas sempre que possível ficar em casa”, conclui.

Fonte: CMB.

Foto: DR.

COVID-19: Transportes públicos em Barcelos com medidas de prevenção

Março 23, 2020 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

A Câmara Municipal de Barcelos adotou um conjunto de medidas excecionais e temporárias para a prevenção e contenção do novo COVID-19 para o Transporte Público Rodoviário e Estacionamento de Duração Limitada no concelho, onde se inclui o Barcelos Bus, conforme determinações do Instituto da Mobilidade e dos Transportes, quer para a redução da exposição do pessoal afeto ao transporte público no ambiente operacional, quer para a segurança e saúde dos passageiros:



– A utilização do acesso pela porta traseira em substituição do habitual acesso efetuado pela porta dianteira, para proteger os motoristas, quando os veículos não disponham de cabines separadas para proteção dos motoristas;

– A aplicação de planos de contingência pelos operadores de transportes, com medidas de higienização e desinfeção da frota, material circulante, instalações dos trabalhadores, oficinas, lojas de apoio aos utentes, bilheteiras e restantes espaços;

– Informação aos utentes dos transportes com recomendações para comportamentos responsáveis, tentando evitar, sempre que possível, aglomerações de passageiros e o contacto desnecessário com superfícies expostas à passagem, estadia ou utilização de utentes;

– Suspensão das vendas de bilhetes a bordo, preservando-se os motoristas do contacto com dinheiro e com operações de pagamento, tendo-se apelado a todos os utentes para que procedam à aquisição de títulos pré-comprados;

– Deixaram de ser obrigatórias as validações nos autocarros ainda que os passageiros devam viajar com título válido.

Os serviços de transportes rodoviários estão a ser reduzidos aos mínimos dada a pouca afluência de passageiros, à exceção do Barcelos Bus que mantém os mesmos horários.

Relativamente à Central de Camionagem, e uma vez que apenas estão a funcionar os serviços mínimos, a mesma passou a ter o seguinte horário de funcionamento: de segunda-feira a sábado, com abertura às 07h00 e encerramento às 19h30; encerrada aos domingos e feriados.

A Câmara Municipal de Barcelos está a proceder ao reforço dos programas de higienização e desinfeção da Central de Camionagem, no que se refere aos espaços de acesso público aos utentes e equipamentos de maior utilização (obliteradores, máquinas automáticas de venda de títulos, corrimãos, portas, pegas do interior, contorno superior dos bancos, etc.).

Está também suspenso o pagamento de parcómetros na cidade enquanto permanecer as medidas de prevenção e contenção do novo COVID-19.

Fonte e foto: CMB.

COVID-19: O antes, durante e o depois

Março 22, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Opinião, Política port barcelosnahorabarcelosnahora
Pedro Soares de Sousa

Caros leitores,

O tema que me traz de volta à opinião escrita é o malfadado COVID-19, ou Coronavírus, como é mais propalado. Infelizmente, e pelas piores razões, é já um tema/assunto cliché.



Enquanto fico por casa (#EuFicoEmCasa), escrevo estas linhas para que, em conjunto, todos possamos fazer uma espécie de brainstorming sobre o assunto principal da nossa “Ordem do Dia”.

O país até iniciava bem o ano, com crescimento da economia, se bem que, na minha opinião, sustentado, em demasia, no consumo privado e, não, nas exportações. Falava-se do boom da construção e recuperação dos edifícios; do perigo de uma bolha imobiliária, com a especulação e os preços exorbitantes das habitações; da aprovação da eutanásia – e, agora, estamos todos com medo da morte! –; o Turismo seguia pujante, com as principais cidades já a discutirem “taxas e taxinhas” por causa do turismo desenfreado;  do orçamento de estado e cativações; do Centeno que estaria por dias enquanto Ministro das Finanças; da extrema-esquerda a aliar-se à direita para aprovar algumas medidas, como o baixar do IVA na eletricidade, “furando” a “geringonça”; do Ventura à Joacine, passando pelo “Chicão” e os putativos candidatos às Presidenciais, entre mais uma miríade de assuntos que iam cativando os portugueses e agarrando, muitos deles, às TV’s e às redes sociais. Já não falando, sequer, do desporto, com o futebol no “centro do terreno”, para não inflamar, já, os mais fanáticos adeptos!

Lá por fora, falava-se das negociações do Brexit que nunca mais chegavam, sequer, a “bom porto” (nem mesmo o de Calais!); das “imbecilidades” de alguns líderes mundiais; da catástrofe humanitária dos refugiados – nem quero imaginar como estarão aquelas pessoas, agora com mais um grande medo na sua vida, o de serem também contagiados –; a guerra comercial entre EUA e China começava a amornecer, com a UE a assistir “na poltrona” e a ser ultrapassada, a meu ver, em imensos dossiês, principalmente, os económicos e comerciais, entre muito mais.

Aqui pelo burgo, o partido à frente dos desígnios da Câmara Municipal de Barcelos entrava numa guerra fratricida, com as eleições internas, ficando mais evidentes as forças bipolarizadas; no maior partido da oposição ainda não tinha havido eleições internas – que deverão ser adiadas por causa da pandemia –, mas tinha havido eleições nacionais e congresso, com surgimento de “alianças imprevistas” e de novas figuras, inclusivamente, eleitas para o referido congresso; o IPCA continuava com o seu crescimento; iniciavam-se algumas obras e construções que têm levantado alguma celeuma; no Desporto, o Gil Vicente FC estava a fazer uma boa época, tendo em conta todas as nuances; o Óquei de Barcelos igualmente, tendo andado, mesmo, pelo 1º lugar e tornando a “catedral” quase intransponível; o Basquete de Barcelos terminava em 1º lugar na primeira fase e iniciava a segunda com nova vitória, sendo que as seniores femininas também estavam com boas performances; nos campeonatos distritais de futebol, as equipas barcelenses estavam a fazer, na sua generalidade, bons trajetos (vide o caso da Série A da 1ª divisão, com três equipas barcelenses a ocupar o pódio e o Ucha a liderar, sendo que todas as participantes de Barcelos estavam no top-10); no Futebol Popular, na 1ª havia grande disputa pelo campeonato e na 2ª havia líder destacado; o ciclismo começava as suas provas; o calendário de trails e provas de BTT começava a crescer, o Teatro e a Dança marcava pontos e levava o nome de Barcelos aos píncaros mediáticos…enfim, a Vida começava a “ir de vento em popa”!

E eis que, na mega populosa China, na mega industrializada e poluidora China, na “totalitária” China, surge um mega problema sanitário e de saúde, com nome de Coronavírus, que, depois, evoluiu para COVID-19. O Mundo pasmou, ficou a assistir como se o problema tivesse sido criado pelos chineses e por lá se mantivesse, com eles a terem que se amanhar com isso e a terem que solucionar a – agora – pandemia. Ou seja, o Mundo “marimbou-se” para algo que estava a caminho, como se de um asteroide em rota de colisão com a Terra se tratasse, só que, neste caso, o “rochedo” ia em rota de colisão com a China e, não, com os EUA, como se vê na maioria dos filmes “hollywoodescos”, onde tudo parece acontecer, bom ou mau, lá por “terras do Tio Sam”! Só que o vírus transportava-se muito facilmente e, muito facilmente, começou a chegar aos demais países, principalmente àqueles que – e muito bem – têm economias abertas e de mercado (as viagens dos players foram o mote). Infelizmente, a Europa tornou-se o maior foco da pandemia, com Itália à cabeça. Viam-se imagens de miúdos, muitos ainda imberbes, a furarem quarentenas para irem ter com umas garinas e beberem umas colas; viam-se jantaradas e esplanadas cheias na mesma; jogos de futebol a acontecerem na mesma, mesmo aqueles que se realizavam “no olho do furacão”…e as coisas, infelizmente, pioraram.

Por cá, mais uma vez, as redes sociais funcionavam ao contrário, com os “tugas” a escreverem, todos garbosos e, muitas vezes, jocosos, de que “em Portugal, 0 infetados” e a vida continuava. Até uma tal de Ministra da Agricultura dizia que o país poderia sair a ganhar com a crise sanitária na China, exportando mais produtos hortícolas (e ainda se mantém no cargo!!), fazendo lembrar o Turismo, em período anterior, que se andou a “vangloriar” de andar a conquistar mercados, aproveitando as crises e a falta de segurança resultantes da “Primavera Árabe”, da luta contra o DAESH ou das crises humanitárias. O problema entrou-nos país adentro, mas as noitadas e as praias continuavam “na berra”! Até que acordámos para a realidade, as redes sociais deixaram o “vangloriar” e, muitas vezes, o “chacotear”…para, e agora bem, alertarem, sensibilizarem e criticarem a falta de cuidados e de comportamento cívico e coletivo, enquanto povo, enquanto nação. Os profissionais de saúde deixaram de ser agredidos sempre que alguém, tresloucado, se sentia melhor a bater e a insultar, e passaram a ser os heróis; os encarregados de educação, que tanto reclamavam – e bem – pela abertura das escolas, agora pediam para que as mesmas fechassem, como veio a acontecer. O país está assustado, as pessoas estão assustadas (nem todas, como se vê – não sendo em Portugal, acho “execrável” o que se passou em Valência há uns dias atrás, com as filas de carros a quererem passar numa via que estava fechada e era suposto estarem de quarentena! Nem mesmo com figuras mediáticas, como futebolistas da equipa Che, a serem infetados, as pessoas “ganharam juízo”!) –, as atividades estão a parar – julgo que, daqui por 15 dias, mais terão que o fazer –, a sociedade está a enfrentar algo que nunca enfrentou. Pelo menos, as gerações mais novas, precisamente aquelas que, por norma, têm uma maior capacidade corporal e imunitária para aguentar a infeção. Os nossos anciãos, aqueles que nos receberam cá, aqueles que já passaram por guerras, ditaduras, privação de direitos, liberdades e garantias, veem-se, agora, a passar pelo mesmo, com o handicap de, agora, terem menos defesas e menos força para suplantar as dificuldades. E isso entristece-me imenso, porque fui educado, e formei a minha personalidade, a saber respeitar os mais velhos e a fazer por protegê-los. Mas sinto-me impotente, neste momento e nesse desígnio. Apenas posso pedir e sensibilizar para que tenham cuidado e para que todos nós os possamos ajudar! Aliás, TODOS NÓS devemos ter cuidado, TODOS NÓS devemos tomar medidas de precaução, TODOS NÓS devemos lutar contra esta maléfica pandemia.

Sei e tenho fé, tal como – espero – todos nós o tenhamos, que esta situação vai passar. De uma forma um pouco melhor, só depende de nós. Infelizmente, prevejo muitas dificuldades, que surgirão a jusante. Penso que as empresas vão demorar a recuperar encomendas, mesmo que, como sabemos, os stocks irão estar muito debilitados; as linhas de crédito lançadas pelo Governo, ainda deficitárias, a meu ver, não deverão ajudar muito porque é crédito e as empresas terão, mais cedo, ou mais tarde, que o pagar; o Turismo, que vinha pujante e desenfreado, vai demorar a recuperar, com o receio de novas pandemias e recaídas – prevejo que aqueles que, antes, pretendiam frear o turismo, principalmente, com taxas e afins, irão, futuramente, “rezar” para que o turismo volte ao caminho que vinha tendo –; os tais profissionais de saúde “heróis”, as escolas e os professores vão voltar a ser o alvo das fúrias momentâneas e de expiações de frustrações; a “limpeza” e despoluição momentânea do nosso planeta vai ser, bem depressa, esquecida e, até, esmagada por uma economia sedenta de crescimento que se vai marimbar para a Natureza e os níveis de CO2, importando-lhe, apenas, recuperar encomendas, lucros e, só depois, postos de trabalho…Em suma, julgo que vai ser uma espécie de “desmame” de toda uma civilização, que sai de um período de extrema privação e passa para outro onde a liberdade será o elixir da sua existência, um pouco à imagem daqueles povos e civilizações que viveram e experienciaram ditaduras e, depois, se viram envoltos em liberdade, que, em extremo, os fez “explodir” numa “freima” que acabou por prejudicar muitos pilares da sua sociedade e civilização.  

Porque este meu artigo já vai muito longo, e porque sinto que poderia dizer muito mais, decidi conter os meus sentimentos e pensamentos, numa espécie de “quarentena sentimental” porque não quero estar a preocupar e assustar, ainda mais, as pessoas que me estão a honrar com a leitura deste texto que escrevo. Também porque, como tudo isto anda, o que hoje escrevo aqui, amanhã já estará descontextualizado e desatualizado. Por ora, ainda não temos notícias de pessoas infetadas em Barcelos, mas os números que surgem, por exemplo, em Braga, poderão corresponder a alguém aqui do concelho. Já em Portugal, os números não param de subir e tendo em conta o que os especialistas dizem, com a Ministra da Saúde à cabeça, o pico será por 14 de abril. Ora, se analisarmos as contas, mesmo não sendo ases na matemática, compreendemos que os próximos dias/semanas vão ser cruciais, vitais mesmo. Julgo que o Governo, tendo em conta essas previsões, já deveria ter enrijecido as medidas para estes próximos dias/semanas, no sentido de se evitarem as tristes – e, igualmente, “execráveis” – imagens que pululam, ainda hoje – 22.03.2020 –, nas redes sociais e órgãos de comunicação social (que precisa “por os olhos” na reportagem da SKY NEWS em Itália e começar a mostrar certos aspetos que possam fazer “assustar”, A SÉRIO, os portugueses), de várias pessoas, mesmo em grupos superiores a dois indivíduos, a passearem, como se nada fosse, nos calçadões à beira-mar (julgo que algumas fotos são de Vila do Conde e Póvoa de Varzim, local onde, pasme-se, até surgiram alguns dos primeiros infetados! Luís Sepúlveda diz-vos algo??!!)! Como português, sei que, infelizmente, isto só “vai a mal”! Infelizmente…

Termino com um agradecimento a todos os profissionais que continuam “na linha da frente” a realizar as suas tarefas para que todos possamos sentir um menor impacto desta pandemia na nossa vida. Da saúde, do comércio, agricultura, recolha de lixo, agentes de segurança e socorro, da solidariedade, enfim…toda uma panóplia de pessoas e profissões que, neste momento mais negro, estão na luta – e na labuta – para que todos sintamos “uma pancada” menor! Muito, mas mesmo muito, OBRIGADO!



Estamos juntos, vamos conseguir ultrapassar isto! “Vai ficar tudo bem”! Tenham cuidado, previnam-se, não baixem as defesas…VAMOS PORTUGAL!! VAMOS MUNDO!! VAMOS HUMANIDADE!!

Por: Pedro Soares de Sousa* (Professor e Diretor do Barcelos na Hora).

Imagens: DR.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

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