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COVID-19: APROTURM propõe e defende medidas de apoio ao setor do Turismo

Maio 18, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

Em comunicado emitido a 17 de maio, a APROTURM – Associação dos Profissionais de Turismo do Minho lamenta a falta de ação da Turismo e Norte de Portugal, a ausência de “capacidade organizativa ao nível de estruturas associativas empresariais para apoiar o tecido empresarial do turismo da região minhota” e que se tenham realizado, até ao momento, “reuniões de emergência por parte dos Conselhos Consultivos Municipais de Turismo para analisar a situação do setor ao nível de cada Concelho da região do Minho”, deixando propostas de medidas a levar a cabo para ajuda do setor.



Segue, na íntegra, o referido comunicado:

«ESTADO DE CALAMIDADE NO TURISMO DO MINHO

A manter-se o estado atual de ausência efetiva de foco, por parte das entidades oficiais nacionais, regionais e municipais de turismo no relançamento da atividade do turismo e do redesenhar de novas abordagens ao relançamento do setor, completamente parado, receia-se uma crise prolongada e dolorosa na região.

A Associação de Profissionais de Turismo do Minho (APROTURM), vê com especial preocupação o futuro do turismo no Minho. A análise dos resultados do inquérito que promoveu entre 3 e 13 de maio inclusive, e as conclusões do Fórum que promoveu entre 23 de março e 7 de maio (que contou com a presença de especialistas e investigadores no mercado do trabalho, no investimento, nas agências de viagens, empresários da hotelaria e alojamento, restauração e animação turística e políticos locais ligados ao setor), vêm demonstrar a evidência de um setor frágil, constituído por micro e pequenas empresas dominantemente com menos de 5 trabalhadores.

Na fase que antecedeu a Pandemia do COVID 19, havíamos já apelado para a necessidade de se reforçar a capacidade das empresas ligadas ao turismo no Minho. Efetivamente registávamos uma significativa ausência de profissionais licenciados nas empresas de turismo da região. Constatavam-se então, excelentes resultados para o turismo em Portugal e na Região Norte, mas não existiam políticas de reforço estratégico das empresas, quer pelo aumento da sua capacitação técnica e tecnológica, nem pelo reforço da capacitação do seu potencial humano. Os programas de apoio à empregabilidade de quadros superiores era praticamente ou quase inexistentes (limitando-se a medidas gerais sem qualquer visão estratégica para o reforço da capacitação em novas competências ao nível dos recursos humanos para o setor do turismo).

A Entidade de Turismo do Porto e Norte, havia entrado numa grave crise interna e, como tal, não tem tido a capacidade de atuar de forma estratégica na construção e apoio ao desenvolvimento de um tecido empresarial mais forte. O seu papel tem sido residual para garantir uma maior resiliência na ultrapassagem das dificuldades que as empresas do turismo, sentem no coração da sua atividade, arrastando toda a economia regional.

A ausência de capacidade organizativa ao nível das estruturas associativas empresariais para apoiar o tecido empresarial do turismo da região minhota, surge como uma fragilidade relevante, impedindo os empresários de se sentir representados e defendidos ao mesmo nível que se encontram em outras regiões do país. (exemplo do Algarve onde o setor hoteleiro tem exigido medidas concretas de apoio ao setor)

A brutal redução de negócio e a ausência de expectativas sobre o próximo futuro, apresentam cenários de forte preocupação, no aumento do desemprego no setor, na paragem dos projetos privados de turismo, no encerramento de empresas de turismo e na completa desorientação sobre o futuro do setor. O turismo internacional sofrerá os efeitos do despedimento em massa nas companhias aéreas, da crise económica que afetará os países emissores para Portugal, do aumento do desemprego e da queda do PIB nos diferentes países, a que acresce a incerteza relativa a uma segunda vaga da pandemia do COVID 19.

A APROTURM, lamenta que até à data não tenham sidos realizadas reuniões de emergência por parte dos Conselhos Consultivos Municipais de Turismo para analisar a situação do setor ao nível de cada Concelho da região do Minho. A manter-se o estado atual de ausência efetiva de foco no relançamento da atividade do turismo e do redesenhar de novas abordagens ao relançamento do setor, completamente parado, receia-se uma crise prolongada e dolorosa na região.

Dada a ausência de informação e dados reais sobre o estado do tecido empresarial do turismo na região, a APROTURM, receia que, no momento do redespertar para o relançamento da atividade, os profissionais do turismo se tenham desviado do setor, perdendo-se capacidade regional. Atualmente muitos dos profissionais estão a confrontar-se com o encerramento de unidades de alojamento, de restauração, de animação turística e agências de viagens, gerando uma mais frágil oferta de serviço e produto turístico na região. A escassez de informação e de medidas não favorece uma atitude positiva por parte dos profissionais que receiam pelo futuro do turismo na região.

A APROTURM releva, no entanto, o esforço que, Sua Excelência o Presidente da República e o Governo têm realizado para manter Portugal e o Minho numa caminhada prudente de desconfinamento e de reconquista da confiança.

A APROTURM, no quadro de análise dos resultados do estudo que efetuou e das conclusões que produziu o FÓRUM sobre o PÓS-COVID 19 no Minho, apela à necessidade de se implementar uma política focada no relançamento do setor que passará por:

– Criar uma Operação Integrada de Desenvolvimento para o turismo da região do Minho, com meios para apoiar o efetivo reerguer do tecido empresarial, da empregabilidade e capaz de apoiar o desenvolvimento de uma estratégia de relançamento do turismo da região;

– Promover uma caracterização urgente do tecido empresarial, identificando o potencial instalado e conhecer o estado atual e futuro de capacidade de relançamento da atividade;

– Reclamar a realização de reuniões, com carácter de urgência, dos Conselhos Consultivos de Turismo Municipais, para se analisar o impacto e situação efetiva do setor empresarial do turismo.

Para se poder tomar consciência sobre o verdadeiro estado e capacidade do tecido empresarial do turismo para se recompor e se relançar em termos concelhios e regionais;

– Desenvolver um verdadeiro e estratégico programa de fomento da empregabilidade no setor do turismo regional, apoiando com financiamentos orientados à contratação de técnicos licenciados. (à semelhança ao programa implementado na oportunidade pelo saudoso Prof. Veiga Simão designado Jovens Técnicos para Indústria e que foi o melhor programa nacional de integração de quadros nas PME´s em Portugal)

– Apoiar a capacitação das estruturas associativas empresariais e profissionais para que possam contribuir para o relançamento do setor no acompanhamento das empresas ainda em funcionamento;

– Criar viveiros de microempresas para o setor do turismo, como forma de renovar e substituir as empresas que encerrarão a sua atividade.

A APROTURM, encontra-se disponível para cooperar com as instituições públicas e privadas que pretendam contribuir de forma ativa para o relançamento e desenvolvimento do Turismo do Minho.»

Foto: DR.

[Ndr.: notícia atualizada a 19.05.2020, pelas 11h50]

Sessão webinar “O desconfinamento político. Que futuro para o centro/direita em Portugal”

Maio 18, 2020 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

Conferência online com Nuno Melo, Francisco Mendes da Silva, Leitão Amaro e Miguel Morgado

Amanhã, dia 19 de maio, pelas 21h30, realiza-se uma conferência online, em forma de sessão webinar, que debaterá o “desconfinamento político” e o “futuro do centro/direita em Portugal”, contando com as intervenções de Nuno Melo, Francisco Mendes da Silva, Leitão Amaro e Miguel Morgado.



A organização está a cargo da Distrital do CDS-PP, que pretende abordar “uma perspetiva do centro/direita, com a visão de políticos do CDS-PP, mas trazer também a visão de dois quadros do PSD, Leitão Amaro e Miguel Morgado”. A transmissão da conferência será feita na página do Facebook: www.facebook.com/cdsppfazsentidoembraga/ .

“Em sequência de outros debates realizados, este webinar tem como objetivo central, discutir e promover o debate sobre questões de política nacional, com a visão distinta de quem está no centro/direita”, salienta a referida Distrital.

“A Distrital de Braga do CDS PP pretende, desta forma, contribuir para o esclarecimento público e acrescentar perspetivas relevantes para os grandes desafios que todos temos no futuro”, conclui.

Imagem: CDS-PP/Braga.


PAN pede explicações ao Ministro do Ambiente sobre as obrigações do ICNF quanto às queimadas

Maio 18, 2020 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

O Grupo Parlamentar do PAN – Pessoas-Animais-Natureza pretende que o Ministério do Ambiente e da Ação Climática, liderado por Matos Fernandes, explique ao Parlamento as razões das dificuldades que o Observatório Técnico Independente tem sentido na obtenção de respostas por parte do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), a que legalmente este organismo está obrigado.



De acordo com o próprio Observatório, que terá solicitado em agosto de 2019 ao ICNF o acesso às bases de dados referentes à implementação dos Programas de “Apoio à Realização de Queimas – Prevenção de Fogos Florestais 2019” e de “Fogo Controlado”, bem como aos dados sobre a “RFGC Primária e Secundária planeadas e executadas”, a mesma só foi veio a ser obtida em janeiro de 2020 – quatro meses depois da data do pedido –, após insistência e sem que os dados solicitados pudessem ter integrado a Nota Informativa que o Observatório emitiu a 24 de setembro.

Para o PAN, esta conduta do ICNF, “para além de ilegal, coloca em causa o regular funcionamento das instituições democráticas. Recorde-se que uma das funções do Observatório Técnico Independente é informar a Assembleia da República sobre as questões relativas a florestas e fogos florestais e que, a obstaculização dessa informação ao Observatório, constitui, na prática, uma obstaculização à ação fiscalizadora da Assembleia da República sobre o Governo. Coloca também em causa o princípio da transparência na atuação desse organismo do Estado”, refere o Partido em nota.

Foto: DR.

COVID-19: Lions Clubs International doa ventiladores a vários hospitais

Maio 17, 2020 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo, Opinião port barcelosnahorabarcelosnahora

A Pandemia do Coronavírus, mais conhecida como COVID-19, teve o seu início nos finais do ano 2019. Para que percebamos aquilo que nos está a acontecer agora, vejamos o seguinte. Nos últimos 101 anos, algo de similar aconteceu com a chamada “Gripe Espanhola” que dizimou o mundo, matando mais de 50 milhões de pessoas.



Na época em que a doença se espalhou, o mundo passava pela Primeira Guerra Mundial, e as grandes potências ocidentais estavam envolvidas no conflito havia anos (1914-18). Por essa razão, a imprensa desses países sofria forte censura. Divulgar as notícias de que a gripe espanhola tinha afetado suas tropas poderia ser muito ruim para o moral dos soldados e poderia espalhar pânico na população. Assim, esses locais passaram a censurar as notícias relacionadas com a doença.

Segundo os historiadores, a gripe espanhola não surgiu na Espanha, mas recebeu esse nome por motivo da forte divulgação do problema na imprensa espanhola. Como a Espanha não estava envolvida com a guerra, não havia necessidade de censurar a imprensa, e assim, as notícias sobre a enfermidade espalharam-se a partir do que a imprensa espanhola noticiava. Foi por essa razão que a pandemia recebeu o nome de gripe espanhola.

Esta situação que para nós é nova, mudou literalmente a nossa vida, na nossa forma de estar, pensar, relacionar, socializar, trabalhar, enfim, em todos os aspetos da nossa vida. Nos Lions Clubes tudo mudou entretanto.

Desde 1917 existem os clubes de serviço do Lions. Para quê? O trabalho dos Lions passa por apoiar as suas comunidades das mais diversas formas e programas, sendo esta uma delas, As Grandes Catástrofes. Os Lions estão, com frequência, entre os primeiros a oferecer ajuda. E a LCIF está presente ao lado deles, pronta para apoiar os seus esforços com assistência, para ajudar as vítimas de catástrofes. Lions Clubs International está a trabalhar arduamente com os clubes em todo o mundo, tentando acompanhar esta pandemia do coronavírus (COVID-19) em andamento, que está a mudar a maneira como vivemos, trabalhamos e servimos, durante este período desafiador. Vamos continuar a mostrar a nossa bondade e a nossa força em ação, colocando, em primeiro lugar, a saúde e segurança das nossas comunidades.

Para ajudar os Clubes de todo o mundo a lutar contra esta adversidade, os Lions Clubes têm tido o apoio da LCIF – Lions Clubs International Foundation) a nossa Fundação Internacional, através de subsídios atribuídos aos clubes, aos distritos (países ou grupo de clubes).

Este ano, em meados do mês de março, um dos responsáveis da LCIF em Portugal, constatando o que se passava com a pandemia em Portugal e no mundo, resolveu questionar a LCIF da existência de um subsídio específico para esta pandemia que devorava vidas incessantemente. A resposta foi quase imediata, a partir do momento que o país reunisse as premissas apresentadas. Infelizmente, reuníamos, pois já tínhamos muito mais de 100 infetados, hospitais com carências de equipamentos como ventiladores e outros equipamentos ligados à saúde, e pessoal especializado para manusear com esse tipo de equipamento.

De imediato, os Coordenadores da LCIF deitaram mãos à obra e passados cerca de dez dias tinham o levantamento das necessidades dos hospitais junto da ARS, as respostas desses hospitais (os que responderam), os orçamentos das empresas fornecedoras desses ventiladores e enviaram o pedido de subsídio para os Estados Unidos.

No dia 8 de abril, recebemos a alegre notícia da atribuição de um subsídio de 100.000 USD para o Alívio à COVID-19, cerca de 91.000 Euros. A alegria foi imensa, pois agora só teríamos de entregar aos hospitais contemplados os ventiladores.

Foram contemplados os Hospitais de:

H. BRAGANÇA, H. SANTA MARIA MAIOR – BARCELOS, H. S. JOÃO – PORTO, H.S. ANTÓNIO – PORTO, HOSPITAL DE AVEIRO, HUC – COIMBRA, ESTEFÂNIA – LISBOA, CURRY CABRAL – LISBOA, H. FARO, H. ESPÍRITO SANTO – PONTA DELGADA, H. MADEIRA.

Por: PCC José Carvalho Lopes (Lions Clube de Barcelos).*

Foto: LCB.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Fibromialgia como tema central de videoconferência organizada pelo Rotary de Barcelos e FIBRO

Maio 16, 2020 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Tom Hennessy, em 1993, designou o dia 12 de maio como o Dia Internacional da Sensibilização para as Doenças Crónicas Imunológicas e Neurológicas.



Esta data foi escolhida para lembrar o aniversário de Florence Nightingale, uma enfermeira inglesa do exército britânico que melhorou a assistência médica e fundou a primeira Escola de Enfermagem, mas que se tornou uma doente crónica afligida por esta doença, e acamou nos últimos 50 anos da sua vida, pois muitos dos seus sintomas eram semelhantes, e seriam mais tarde identificados como da Fibromialgia e do Síndrome de Fadiga Crónica / Esclerose Múltipla.

Em anos anteriores, este dia foi comemorado em instalações próprias para a comemoração destes dias e sempre com dezenas de convidados. No entanto, e de acordo com as normas da DGS, o evento não se pôde realizar este ano, dadas as circunstâncias de pandemia mundial provocada pelo COVID-19.

“Mas seria impensável deixar este dia em branco”, refere Jorge Mandim, Presidente da FIBRO – Associação da Fibromialgia.

Já Cláudia Santos, Presidente do Rotary Club de Barcelos, salienta que “já há alguns anos que o Rotary Club de Barcelos se associa à FIBRO para divulgar ações e formar a população relativamente a esta doença que é silenciosa e afeta a estabilidade de muitos de nós. Este ano, tudo estava preparado para uma grande celebração, mas fomos ‘desafiados’ por um vírus, de nome COVID-19, que nos levou a quase desistir da sua comemoração. Mas o ser humano é resiliente e adapta-se, mais cedo ou mais tarde, aos desafios que vão surgindo”.

Assim, o Rotary Club de Barcelos e a FIBRO viram na plataforma ZOOM e nas suas redes sociais uma oportunidade para a celebração.

Num evento inédito, adaptado à realidade atual, realizaram uma videoconferência, tendo como oradores: Vítor Seco (investigador), o Presidente da FIBRO, Jorge Mandim, e Paula Encarnação, consultora externa da FIBRO, professora-adjunta da Escola Superior de Enfermagem, da Universidade do Minho; e moderada por Cláudia Santos, Presidente do Rotary Club de Barcelos.

O evento online chegou a atingir 5230 visualizações e estendeu-se a nível nacional.

O primeiro palestrante a quem foi dada a palavra foi Vítor Seco, que alertou para o facto de que a fibromialgia é uma doença crónica. Nem sempre aceite por todos, mas reconhecida pela OMS. Uma doença que, ao aparecer, transforma a vida familiar do doente envolvido. Neste momento, devido ao COVID-19, existe uma diminuição da qualidade de vida do doente, associada ao confinamento, onde é importante o auxílio da família e dos amigos. É importante a forma como se comunica com estes doentes, pensar positivo é fundamental.

No final, deixou a mensagem de que “ter um comportamento de dádiva, privilegiar a compreensão e amar o próximo incondicionalmente, vai ser determinante nas nossas vidas, doentes ou não, pois isso vai-nos ajudar a sermos melhores e mais felizes”.

O segundo palestrante foi Jorge Mandim, Presidente da FIBRO, que caracterizou a doença, explanando tudo o que a Associação faz em prol destes doentes. Orientando, protegendo e zelando pelos seus interesses. Um apoio imprescindível nos dias de hoje. Falando dos muitos protocolos que a associação tem em prol do benefício dos seus associados. Lembrou, também, o Dia do Enfermeiro, que tanto apoia em todas estas lutas, deixando um bem-haja a todos.

A terceira palestrante, Paula Encarnação, iniciou com informação sobre o vírus COVID-19, de como ele se instala e o que provoca no organismo humano.

Alertou para a importância do uso das máscaras, como as usar e desinfetar caso não sejam de utilização única. Ajudou, também, os doentes a distinguir os sintomas da doença da fibromialgia e os do COVID-19, visto alguns serem iguais. É importante que os doentes com fibromialgia conheçam o seu corpo. “Foi uma delicia ouvir a forma como falou com todos os ouvintes. Com uma voz doce e empática, transmitiu a importância do pensamento positivo, para que nos possamos afastar do medo e pânico, que normalmente se instala, durante o dia, em cada um de nós, conforme os desafios se nos apresentam”, salienta Cláudia Santos.

Terminou, contando uma história intitulada de “A ilha dos sentimentos”, um conto onde impera o amor e a generosidade e de leitura aconselhada.

Por fim, a Presidente do Rotary Club de Barcelos encerrou a palestra, agradeceu aos palestrantes pela palestra elucidativa. Agradeceu aos companheiros do seu e de outros clubes rotários, assim como aos doentes com fibromialgia, alertando-os para a importância de se associarem à FIBRO, para estarem acompanhados nesta luta. E a todos os ouvintes, desejou, em nome do clube, “saúde e dias repletos de momentos felizes, conectando assim o Mundo com Amor”

“Podemos dizer que esta iniciativa foi um êxito, não só pelas visualizações que teve, mas também pelas palavras de carinho que iam sendo escritas nos comentários pelos participantes”, refere Jorge Mandim.

A título de exemplo, eis alguns desses comentários: «Belíssima iniciativa. Felicito a parceria Rotary, e FIBRO, mais uma prova de que ‘Juntos somos mais fortes'”. “A forma inteligente, tranquila e conhecedora dos palestrantes foi uma constante. BEM-HAJAM pela partilha.” “*****O amor move montanhas*****” e “Boa noite a todos e parabéns pela iniciativa, que demonstra que o Rotary Club de Barcelos e a FIBRO não se deixam parar por esta pandemia e confinamento! Muito bem!!»

CDS-PP Barcelos apresenta propostas para um Plano de Emergência Social local

Maio 16, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

Propostas apresentadas em Reunião de Câmara de 15 de maio

Na Reunião de Câmara da passada sexta-feira, dia 15 de maio, o CDS-PP Barcelos, através do vereador António Ribeiro, apresentou ao executivo camarário presidido por Miguel Costa Gomes, algumas propostas tendo em vista o gradual desconfinamento do país e, claro, do concelho de Barcelos e barcelenses.



As propostas integram um “Plano de Emergência Social” elaborado pelos centristas de Barcelos, destinando-se a Idosos e IPSS; Cuidadores Informais; Saúde Mental; Infância e Juventude; Pessoas em situação de sem abrigo; Pobreza; e Desemprego. Na mesma reunião, o referido vereador também elencou algumas questões, dirigidas ao Presidente da Câmara Municipal.

Seguem-se, na íntegra, o enquadramento, as questões e as referidas propostas, enviadas às redações pelo CDS-PP Barcelos:

«PLANO DE DESCONFINAMENTO

Aprovado em março o Plano de Contingência, passámos, depois, pelo estado de emergência e, agora, pelo estado de calamidade. Esta alteração implica algumas mudanças de comportamento no que respeita ao confinamento com a reabertura faseada de algumas empresas e outros equipamentos públicos e privados, sobretudo a partir do dia 18 de maio.

Para este desconfinamento será importante, no respeito pelas orientações emanadas pela Direção-Geral de Saúde (DGS) e pelo Governo Português, delinear um Plano de Desconfinamento do concelho com medidas e procedimentos que permitam retomar as atividades dos serviços e espaços municipais, medidas essas que deverão estar em constante avaliação dependendo da situação epidemiológica no Concelho.

Neste sentido, questionamos:

Existe  já algum plano de desconfinamento visando, nomeadamente, o Balcão Único na Câmara Municipal, espaços cidadão, cemitério municipal, Posto de Turismo, Parque da Cidade, Biblioteca Municipal, Pavilhões gimnodesportivos, Piscinas Municipais, Campos de Ténis, feira e mercado,  Theatro Gil Vicente, Torre de Menagem, museus e estabelecimentos comerciais com porta aberta para a rua, de dimensão superior a 400m2 que, com exceção dos Centros Comerciais, compete a cada autarquia definir a reabertura , segundo orientações do Governo? Se existe, solicito acesso ao mesmo; se não existe, recomendo a sua elaboração rapidamente de forma a manter a proteção, retomar atividades, facilitando a vida aos cidadãos e combater algum alarmismo instalado, sem gerar facilitismos.

PROPOSTA

PLANO DE EMERGÊNCIA SOCIAL

No seguimento do que vem acontecendo desde o início do mandato, com propostas de apoio às famílias, idosos, infância e juventude, comércio e indústria, e ainda das medidas que apresentámos nas últimas reuniões, apresentamos hoje [ndr: dia 15.05.2020] uma nova proposta para minorar os efeitos da pandemia nas pessoas.

Sabemos que a Saúde Pública permanece um enorme desafio, mas não podemos descurar as questões da crise social e económica que desponta. Não se trata de decrescimento ou desaceleração económica, mas sim de recessão.

É difícil prever a dimensão desta recessão e os seus efeitos no emprego. Um estudo da Universidade Católica aponta para uma quebra entre 4% e 20% do PIB e uma taxa de desemprego entre 8.5% e 13.5%. O FMI prevê a queda de 8% no PIB português, com mais 380 mil desempregados. No melhor cenário, estamos a falar de uma recessão abrupta, transversal a todos os setores e com impacto igual ou pior ao vivido no período de ajustamento.

Quanto mais cedo o reconhecermos, mais cedo podemos começar a tomar medidas para a minorar.

Com este confinamento, comprámos tempo. Não o fizemos para erradicar o vírus ou esperar que desaparecesse. Fizemo-lo para nos prepararmos o melhor possível e será por esse nível de preparação que iremos diferenciar e julgar a atuação de governos e nações.

Apoiar as empresas, garantindo-lhes liquidez, é essencial. Apoiar o emprego para proteger as pessoas e ter uma economia com capacidade de produzir e resgatar o tempo que nos está a ser retirado é essencial.

Mas se hoje se fala bastante das medidas que estão a ser tomadas (uma certas, outras insuficientes e outras, ainda ausentes), é tempo de começar a preparar as novas ações para a grave situação social com que vamos a ser confrontados.

Urge preparar um Programa Municipal de Emergência Social com medidas que possam minorar o impacto social da crise, que possam constituir uma “almofada social” que amorteça as dificuldades que daí resultem para os indivíduos e famílias.

Um programa que identifique as situações sociais mais urgentes e que seja focado em medidas e soluções.

Um programa assente na proteção e promoção de direitos dos que são os mais excluídos dos excluídos da sociedade portuguesa, mas também, daqueles que podem ser colocados numa situação nova de fragilidade e que exija uma resposta social excecional.

Um programa com medidas para as famílias confrontadas com os novos fenómenos de pobreza, fruto do desemprego e do sobre-endividamento, muito especialmente às famílias com crianças que vão ser as mais diretamente atingidas; um programa com medidas para proteger e apoiar os mais idosos com rendimentos muito degradados;

Um programa que atenda às necessidades dos cuidadores informais, dos doentes crónicos e das pessoas com deficiência, sempre atingidas de forma mais severa numa crise.

Estamos conscientes de que teremos de atender a estas necessidades quando respostas e equipamentos no setor social, da saúde e da educação ainda estarão a procurar novo rumo. E no caso da saúde e do terceiro setor ainda estarão a tentar reerguer-se.

O Programa Municipal de Emergência Social só será eficaz se assentar em medidas e projetos simples. Sem estruturas burocráticas, mas antes apoiado em quem sabe e quem já está no terreno e com recursos disponíveis para quem deles precisa.

Para que seja simples e eficaz é essencial garantir que o Município não o faz só por si, mas que utilize a rede local de solidariedade. Que reconheça a proximidade e a experiência das Juntas de Freguesia e que consiga operacionalizar com as instituições sociais que em permanência garantem uma resposta social. Não se substituindo ao Estado Central, deve utilizar os recursos para o complementar, de acordo com as particularidades do tecido social do concelho.

É preciso mobilizar todos. O melhor que o Estado social tem, as Autarquias, as instituições sociais, os empregadores e sindicatos, os voluntários, as empresas, as organizações não-governamentais. É preciso contar com quem já está no terreno e é preciso incentivar quem, muitas vezes com sacrifício pessoal, dá o melhor de si para ajudar os outros.

Precisamos de assegurar uma economia basal de segurança para não morrermos da cura, ao mesmo tempo que vamos assegurando uma imunização gradual em que a seleção natural quererá, inevitavelmente, diferenciar os mais aptos.

O dever do Município deve ser, precisamente, o de tudo fazer para proteger os menos aptos, mantendo a coesão social e dando, simultaneamente, liberdade aos mais aptos para vingarem por si. Nesse sentido, o CDS-PP apresenta, hoje, uma proposta para a elaboração e operacionalização de um Plano Municipal de Emergência Social, para Barcelos, com propostas para algumas áreas: Idosos e IPSS, Cuidadores informais, Saúde mental, Infância e Juventude, Pessoas sem-abrigo, Pobreza e Desemprego.

1. Idosos e IPSS

a. Identificação de Unidades Hoteleiras e IPSS, espaços e equipamentos, para acolherem idosos que necessitem de especial acompanhamento; prosseguir a coordenação e implementação da conversão de Unidades Hoteleiras e instituições em centros de acolhimento provisório por forma a aliviar a pressão dos lares que possam vir a ser expostos ao vírus;

b. Reforçar a linha de apoio ao Idoso, em parceria com as Juntas de Freguesia, IPSS e voluntários da rede social;

c. Realização de testes COVID-19 periodicamente, aos cuidadores de todas as estruturas residenciais para idosos, lares residenciais de pessoas com deficiência e centros de acolhimento;

d. Apoio na criação de planos de contingência nas várias Instituições;

e. Continuação de apoio financeiro às IPSS e outros que estão a enfrentar custos acrescidos na aquisição de equipamentos ou produtos com maior custo;

f. Criação de um grupo de acompanhamento social do concelho, que monitorize a situação social das pessoas e IPSS para apresentar uma estratégia em articulação com a Rede Social para os próximos dois anos;

g. Isenção transitória de rendas a entidades do terceiro setor que estejam em património municipal, até ao final do ano de 2020, com possibilidade de renovação mediante avaliação;

2. Cuidadores informais

a. Apoio aos cuidadores informais através da realização de testes COVID-19, oferta de materiais de proteção e formação nos cuidados adicionais de saúde;

b. Avaliar a possibilidade de um Fundo de Emergência Social discriminar favoravelmente estes quadros familiares;

3. Saúde Mental

a. Reforço da linha de apoio psicológico para a prevenção da saúde mental;

b. Desafiar diversas entidades a atender esta dimensão no apoio domiciliário prestado e apoiar à constituição das mesmas;

4. Infância e Juventude

a. Equipar todas a creches com um kit de receção, que inclua medidor de temperatura, viseiras e máscaras;

b. Elaboração e distribuição de planos de contingência;

c. Criação de resposta de ATL para o período de férias escolares em conjunto com as Juntas de Freguesia;

5. Pessoas em situação de sem abrigo

a. Alargar a resposta de acolhimento durante a pandemia em estruturas próprias, provisórias ou protocoladas com instituições;

b. Criar estrutura que possa acolher pessoas em situação de sem abrigo com animais de companhia;

c. Reforçar equipas e zonas comuns para intervenção para pessoas com comportamentos aditivos.

d.  Apoiar no reforço das equipas de rua, pois ainda há cerca de 15 a 20 sem-abrigo em Barcelos;

6. Pobreza

a. Manter os programas e ajustá-lo às necessidades, prolongando no tempo, e até se sentir necessário, a entrega de bens alimentares e vestuário a todos os que, por razões económicas, não os conseguirem acautelar para si e para os seus;

b. Reforçar e estreitar relações com entidades do terceiro setor para que a resposta conjunta seja o mais efetiva e justa possível;

7. Desemprego

a. Iniciar, desde já, diligências junto do IEFP para reconversão de pessoas no desemprego ou risco de desemprego para áreas que estejam ou perspetivem retoma económica;

b. Sensibilizar o Governo para a necessidade de reforçar e agilizar o processamento destas prestações sociais;

c. Incentivar às Juntas de Freguesia para a criação de um Fundo de Apoio Social ao Desempregado que possa, transitoriamente, apoiar nas pequenas despesas diárias, sendo sujeito sempre a condição de recursos no regulamento que vierem a definir;

d. Discriminar favoravelmente, em todas as medidas de apoio, as famílias que tiverem ambos os membros do casal no desemprego;

Um Plano de Emergência Social eficaz é, sobretudo, um plano com medidas claras, objetivas e capazes de responder de imediato aos problemas para conseguir retirar da pobreza quem nela caiu durante este período, dar dignidade à vida daqueles que ficaram mais excluídos e que sentem que perderam parte da dignidade da sua vida por causa desta crise. O fundamental é apoiar quem precisa e logo a seguir apoiar quem apoia».

Foto: DR.

Conferência online debate o Presente e o Futuro da Economia em tempos de COVID-19

Maio 16, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

Realiza-se hoje, pelas 21h30, uma conferência sob o tema “O Presente e o Futuro da Economia”, em tempo de COVID-19, organizada pelo Conselho Estratégico do PSD Barcelos.



Esta conferência contará com a participação de Paulo Cunha, Presidente da Câmara Municipal de VN de Famalicão, Nuno Albuquerque, Presidente da ACIB – Associação Comercial e Industrial de Barcelos, e de Carla Barros, Deputada na Assembleia da República nas áreas do Trabalho e Segurança Social. A moderação estará a cargo de membros da Secção de Economia do referido Conselho Estratégico.

Para assistir e participar, gratuitamente, poderá aceder ao link https://www.facebook.com/PSD.Barcelos/ ou em direto na página Facebook do Barcelos na Hora (https://www.facebook.com/barcelosnahora/).

Imagem: PSD-B.

Município de Barcelos celebra o Dia Internacional dos Museus

Maio 15, 2020 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

O Município de Barcelos associa-se, uma vez mais, às comemorações do Dia Internacional dos Museus que se realiza no próximo dia 18 de maio, através de um conjunto de iniciativas de caráter virtual devido à pandemia COVID-19.



Para assinalar a data, o Município de Barcelos, através de diferentes plataformas online, redes sociais e site do Museu de Olaria irá disponibilizar, ao longo do dia, várias visitas guiadas às exposições que os visitantes possam, a partir de suas casas, acompanhar em tempo real.

As iniciativas serão publicadas, em sucessão, na página Facebook, no canal YouTube do Município de Barcelos e no site do Museu de Olaria.

Com o tema “Museus pela igualdade: diversidade e inclusão”, o Dia Internacional dos Museus 2020 visa tornar-se um ponto de encontro para celebrar a diversidade de perspetivas que compõem as comunidades e os funcionários dos museus, além de promover ferramentas para identificar e superar preconceitos no que os museus mostram e nas histórias que contam.

Este dia foi criado em 1977 pelo Conselho Internacional dos Museus com o intuito de iniciar uma reflexão sobre a importância dos museus no desenvolvimento da sociedade. Os museus apresentam experiências de acordo com as diferentes origens dos visitantes incentivando a diversidade e inclusão para combater as disparidades sociais na atualidade.

Fonte e imagem: CMB.

COVID-19: PAN apresenta pacote de 15 medidas para transição económica e social sustentável

Maio 15, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza defende que a retoma pós-COVID-19 deve assentar numa transição económica e social sustentável, pelo que deu entrada no Parlamento de uma proposta de pacote de 15 medidas que passam, nomeadamente, por uma aposta no teletrabalho, na mobilidade sustentável, nas energias renováveis, na agricultura de produção local e modo biológico, no reordenamento florestal, num turismo sustentável, e no modelo de apoio às empresas.



Como parte da defendida transição sustentável, o PAN recomenda ainda ao Governo que, no âmbito do Programa Nacional de Reformas, inclua no plano de recuperação da crise económica, social e sanitária provocada pela COVID-19 a opção estratégica por um modelo assente no investimento no combate e adaptação às alterações climáticas, na não aplicação de medidas de austeridade e em medidas de combate a interesses instalados.

Fonte: PAN.

Foto: DR.

IPCA com regresso gradual das atividades letivas a partir de 18 de maio

Maio 15, 2020 em Atualidade, Concelho, Educação, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Instituto Politécnico aprova o Plano de Retorno Gradual

O Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) vai manter em funcionamento, até ao final do presente ano letivo, as atividades letivas em regime de ensino a distância, à exceção de aulas práticas e laboratoriais que regressam gradualmente ao regime presencial a partir do dia 18 de maio, respeitando as adequadas regras de segurança e com a proteção individual e o distanciamento entre as pessoas. Mantendo-se a avaliação contínua pela via digital, o despacho da Presidente do IPCA que aprova o Plano de Retorno Gradual das atividades presenciais do IPCA, prevê que a avaliação na época de exames decorrerá em regime presencial, à semelhança das provas académicas.



A Presidente do IPCA, Maria José Fernandes, considera que este regresso deve “ser ponderado e bem articulado”, sempre de acordo com as recomendações das autoridades competentes. “Temos a responsabilidade de zelar pela segurança da comunidade académica, do bem-estar e saúde de todos. E isso é o mais importante para nós neste momento”, adianta a presidente.

Também a biblioteca José Mariano Gago vai reabrir a partir de 18 de maio, com ocupação reduzida, sendo ainda disponibilizadas duas salas adjacentes que funcionarão como espaços de apoio à biblioteca, especialmente destinadas à consulta e ao estudo, as quais só podem ser utilizadas pelos estudantes desde que utilizem máscaras e luvas.

O plano de retorno gradual do IPCA implica o reforço das regras de segurança e de cuidados de higienização e de saúde, tais como o uso obrigatório de máscara (de acordo com as orientações da DGS) que serão disponibilizadas gratuitamente a toda a comunidade académica; serão colocadas barreiras de proteção na receção das Escolas; serão reforçadas as ações de limpeza e higienização dos espaços utilizados; será disponibilizado gel desinfetante e de outros produtos de limpeza e higienização em todos os espaços do IPCA.

Nos espaços exteriores, a circulação vai ser feita de forma articulada e devidamente sinalizada de forma a evitar cruzamentos.  Maria José Fernandes adianta que “estas medidas e orientações serão continuamente monitorizadas e avaliadas em articulação com as autoridades de saúde e de proteção civil, podendo ser comunicadas novas orientações e implementadas novas medidas, face à evolução da pandemia e a situações excecionais que assim o possam exigir”.

Em articulação com as entidades oficiais de saúde e de proteção civil, prevê-se que a partir de junho o funcionamento dos serviços do IPCA decorra, maioritariamente, presencialmente, incluindo o atendimento presencial.

Para um melhor conhecimento das medidas aprovadas para o retorno gradual das atividades presenciais, recomenda-se a leitura do Plano Operacional para o Retorno Gradual às Atividades Presenciais no IPCA que se encontra disponível para consulta neste link: https://ipca.pt/covid-19/plano-operacional-para-retorno-as-atividades-presenciais-no-ipca/.

Foi ainda construída uma página de perguntas e respostas, no seguinte endereço: https://ipca.pt/covid-19/plano-retorno-perguntas-respostas/. Aqui pode obter resposta às suas dúvidas e ainda enviar-nos as suas questões ou sugestões para atualizar continuamente estas FAQs.

Fonte e foto: IPCA.

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