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10ª edição do Grande Trail Serra d’Arga adiada para 2021

Maio 15, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

A Carlos Sá Nature Events enviou uma nota de imprensa às redações informando que a 10ª edição do evento Grande Trail Serra d’Arga, que se iria realizar nos dias 20, 25, 26 e 27 de setembro de 2020, ficará adiada para 2021.



“Infelizmente, devido à situação atual da Pandemia por COVID-19 e respetivas orientações das autoridades de saúde, entenderam os municípios parceiros decretar o cancelamento dos eventos, incluindo os desportivos, até ao final de setembro, não sendo assim possível a realização do GTSA 2020”, refere a promotora barcelense.

O evento voltará em 2021, no fim de semana de 25 e 26 de setembro, para a comemoração do seu 10º aniversário, com um formato semelhante àquele que estava previsto para 2020.

A organização já se encontra a trabalhar para brevemente abrir as inscrições para 2021 e divulgar informação atualizada sobre o evento.

As inscrições ficarão brevemente disponíveis em https://www.carlossanatureevents.com e toda a informação será publicada neste mesmo site e na página de Facebook do evento  https://www.facebook.com/GTSerraDArga/?epa=SEARCH_BOX.

“A Carlos Sá Nature Events agradece a todos os atletas que já estavam inscritos, aos Municípios parceiros e a todas as restantes entidades e patrocinadores envolvidos, pela confiança depositada no projeto e conta com todos para levar a cabo uma 10ª edição ainda mais memorável do Grande Trail Serra d’Arga. Protejam-se, fiquem em segurança e em breve será possível voltar aos trilhos e às provas”, conclui.

Imagem: CSNE.

Albergue Cidade de Barcelos “conversa informalmente” sobre situação atual dos albergues no Caminho Português de Santiago

Maio 15, 2020 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Videoconferência de participação gratuita

Amanhã, 16 de maio, pelas 18h00, a Associação ACB – Albergue Cidade de Barcelos leva a cabo mais uma conversa informal, através de videoconferência, onde se debaterá a atual situação dos Albergues no Caminho Português de Santiago: “Albergues em tempo de pandemia”.



Esta “conversa informal” está disponível para Hospitaleiros, Peregrinos e/ou profissionais que atuem em áreas afetas ao Caminho de Santiago e terá a duração prevista de 1h30.

As inscrições são gratuitas e obrigatórias. Para as efetuas basta aceder ao seguinte link:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdBT1_0gA1GySCcJGanby4dUGIXII3lIzWkchl7LW7R6MGDYA/viewform?fbclid=IwAR1fx-Xf1dSVkZhkk-d4V2JQsLuE_01dPtDyybMFdvfn3Y8cevhqNgwlvdk

A videoconferência é organizada pela Associação ACB – Albergue Cidade de Barcelos, com o apoio do Pelouro do Turismo do Município de Barcelos.

Foto: DR.

Espaço Registos de Barcelos acelera entrega de Cartões de Cidadão acumulados até final de maio

Maio 14, 2020 em Atualidade, Concelho, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Tem o seu Cartão de Cidadão para levantar no Espaço Registos de Barcelos? Este serviço está a priorizar a entrega desse documento até ao final do corrente mês de maio.



Se já recebeu a sua carta PIN, contacte os serviços através do e-mail registos.barcelos@irn.mj.pt ou do telefone 253 809 167 (disponível apenas para este efeito) e agende o levantamento do seu Cartão de Cidadão até ao final de maio.

Imagem: DR.

[Ndr: notícia atualizada a 15.05.2020, pelas 14h15]

Município de Barcelos associa-se ao “Bom Dia Cerâmica”

Maio 14, 2020 em Atualidade, Concelho, Cultura, Economia, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

O Município de Barcelos volta a associar-se à iniciativa europeia “Bom dia Cerâmica”, que se realiza nos dias 16 e 17 de maio, desta vez de carácter virtual devido à pandemia COVID-19.



Respondendo ao desafio da Associação Portuguesa de Cidades e Vilas de Cerâmica, Barcelos privilegiará, nestes dias, o envolvimento digital das cidades portugueses e europeias com cerâmica através da apresentação de filmes e séries de fotografias nas redes sociais e canal YouTube do Município de Barcelos.

Assim, nos dias 16 e 17 de maio será divulgado material fotográfico e audiovisual ao público nas redes sociais, acompanhado de contextualização e interpretação, com o propósito de dar a conhecer elementos referenciais da produção cerâmica, que permitam compartilhar a excelência e diversidade da criação europeia. Os eventos serão publicados, em sucessão, na página Facebook, no canal YouTube do Município de Barcelos e no site do Museu de Olaria.

Nestes dias será ainda lançada uma iniciativa intitulada “selfies cerâmicas”, dedicada a ceramistas, entusiastas, operadores, stakeholders e, em geral, ao que seria o público habitual do programa “Bom Dia Cerâmica”.

Lançado há vários anos pelas cidades cerâmicas italianas, o “Bom Dia Cerâmica” tem o apoio da Associação Portuguesa de Cidades e Vilas de Cerâmica e pretende chamar a atenção para a importância da cerâmica na Europa, estendendo-se a cerca de duas centenas de cidades cerâmicas de Itália, Portugal, França, Espanha, Roménia, Alemanha, República Checa e Polónia. Em Portugal, participam as cidades e vilas cerâmicas que integram a associação, nomeadamente Barcelos, Reguengos de Monsaraz, Alcobaça, Tondela, Aveiro, Oliveira do Bairro, Viana do Alentejo, Montemor-o-Novo, Redondo, Batalha, Vila Nova de Poiares, Caldas da Rainha, Ílhavo, Mafra, Porto de Mós e Viana do Castelo.

Podemos encontrar, no nosso país, mais de uma centena de cidades e vilas que, ao longo da sua história, estiveram ligadas à cerâmica, mantendo-se ainda ativas um número muito considerável, nomeadamente as que estão ligadas à Associação Portuguesa de Cidades e Vilas de Cerâmica, com uma atividade económica importante e com expressão nas pessoas que a trabalham de forma artesanal, criativa ou industrial. A cerâmica tem, também, uma importante expressão na construção, na decoração das fachadas, nos objetos utilitários e decorativos que a quase totalidade da população usa, bem como na expressão museológica que atrai tantos turistas ao nosso país.

Existe uma consciência comum de que o atual momento é muito sensível e problemático para toda a cerâmica europeia, e especialmente para a portuguesa, em que poderá ser posta em causa a sua viabilidade e rentabilidade, deixando muitos ceramistas com dificuldades de subsistência.

Portugal é o segundo produtor mundial de cerâmica de mesa e decorativa, bem como de olaria, logo a seguir à China.

Fonte e imagem: CMB.

DECO recebeu 3.600 pedidos de famílias a quem prestou aconselhamento financeiro entre março e maio

Maio 13, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Opinião port barcelosnahorabarcelosnahora

Desde 2000 a 2019, o desemprego foi a causa principal de sobre-endividamento das famílias portuguesas, seguida pela deterioração das condições laborais. Em 2019, a situação inverteu-se e as condições de trabalho empurraram mais portugueses para o sobre-endividamento. Este ano, preconizava-se a deterioração das condições laborais como a principal causa.



Porém, e de modo totalmente imprevisível, em meados de março tudo se alterou e a principal causa das dificuldades das famílias torna-se a perda de rendimentos (situações de layoff, perda de rendimentos informais, não pagamento de salários), que correspondem a 27,3%, seguindo-se o desemprego – 23,5%, a precariedade – 15,5% e os negócios mal sucedidos – 2,6%.

Todas estas causas somadas totalizam cerca de 70% das causas das situações de grandes dificuldades financeiras ou endividamento, sendo responsáveis pela diminuição dos rendimentos das 3.600 famílias que nos pediram ajuda, entre 18 de março e 11 de maio de 2020.

A estas famílias foi prestado aconselhamento e orientação financeira sobre algumas das medidas de proteção decretadas para atenuar os efeitos da pandemia do COVID-19 (42%), reestruturação de responsabilidade de crédito (25,1%), regime excecional da penhora das pensões e salários (6,3%), a cobrança e recuperação de crédito (2,6%), apoios sociais (1,2%).

Durante este período, deram entrada 234 processos de intervenção de famílias confrontadas com a perda de rendimentos (57,1%), mas que que ainda estão no mercado de trabalho (82%). São famílias que apresentam uma taxa de esfoço de 71,4%.

O Gabinete de Proteção Financeira está disponível para efetuar a análise e diagnóstico da situação financeira do agregado familiar e ajudar na construção de um plano de pagamentos, sempre que tal seja viável e prestar apoio na renegociação das dívidas, estabelecendo contactos com os credores.

Conte connosco.

Para mais informações ou dúvidas, não hesite em contactar-nos, através de Videochamada (Skype),  telefonicamente, para os nºs  213 710 238 /  22 339 19 61 ou por email: gas@deco.pt ou gas.norte@deco.pt.*

Imagens: DR.

(* A redação do artigo é única e exclusivamente da responsabilidade da DECO)

Eurodeputado José Manuel Fernandes propõe Plano de Recuperação europeia com mais subvenções e menos empréstimos

Maio 13, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

Parlamento Europeu exige uma resposta forte e urgente face ao impacto da crise provocada pela COVID-19

O Eurodeputado português José Manuel Fernandes é um dos redatores da resolução que vai sexta-feira a votação no plenário e que tem o apoio dos principais grupos políticos do Parlamento Europeu (PE).



“Precisamos de um Plano de Recuperação massivo, que entre em vigor rapidamente e que contribua para a convergência, a criação e manutenção do emprego e para a coesão económica, social e territorial”, defende José Manuel Fernandes.

O Eurodeputado do PSD assume-se crítico de um Plano assente sobretudo em empréstimos, o que poderá contribuir para aumentar dívida pública e agravar as dificuldades de países como Portugal, assim como Itália.

José Manuel Fernandes reclama uma maior opção por subvenções, em detrimento da aposta em garantias para empréstimos, num modelo que se estima poder gerar 2 biliões de euros em investimentos. Acrescenta que “as subvenções têm de ajudar os países em maiores dificuldades. Portugal não pode receber migalhas”.

Alerta que este Plano de Recuperação e Relançamento tem de ser adicional e complementar em relação ao Quadro Financeiro Plurianual (QFP) da União Europeia (EU), não o podendo reduzir. O Plano de Recuperação terá uma duração de apenas 2 anos e deve começar já. O QFP durará 7 anos e deverá entrar em vigor em 01 de janeiro de 2021.

Membro do grupo de negociação do QFP 2021-2027, o Eurodeputado avisa que “só haverá aprovação do orçamento da União Europeia para a próxima década se forem criados novos recursos próprios”.

“Há um princípio a seguir: quem não paga, deve pagar. A Google, a Amazon, o Facebook e os gigantes tecnológicos, cujos lucros até aumentaram durante a crise, devem contribuir com a sua parte para a recuperação da economia europeia”, afirma.

José Manuel Fernandes é o único português no grupo de proponentes da resolução sobre o próximo QFP e o Plano de Recuperação, que integra eurodeputados dos grupos PPE, S&D, Renew, Greens e ECR.

A Resolução deixa um aviso à Comissão Europeia, “contra o uso de títulos enganosos” relativamente ao Plano de Recuperação, considerando que “a credibilidade da União está em risco”. Reclama a necessidade de aumento forte da capacidade orçamental da UE para responder ao impacto negativo da pandemia na economia europeia, cujo PIB deverá contrair 7,4%, de acordo com as previsões económicas desta Primavera.

Fonte e foto: JMF.

Santander informa que investiu 7,2 milhões de euros no apoio à Sociedade em 2019

Maio 13, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Em nota enviada às redações, o Santander em Portugal informou que investiu um total de 7,2 milhões de euros no apoio à Sociedade ao longo de 2019, “um sinal do elevado compromisso com a Comunidade”, refere. Com o fecho do ano, o valor total investido desde 2013, aproxima-se dos 50 milhões de euros.



“Os números de 2019 reforçam o compromisso do Santander com a implementação de um modelo de Banca Responsável transversal e, tendo em conta esta estratégia, desde o início da crise associada à pandemia COVID-19, triplicámos o valor do nosso orçamento de responsabilidade social, na parte dos donativos a instituições que apoiam quem mais precisa”, continua.

Neste momento, o Santander Portugal já disponibilizou 3,2 milhões de euros para ajudar no combate ao COVID-19, valor que inclui o apoio às Universidades e Politécnicos portugueses.

O Relatório de Banca Responsável, agora apresentado, foi verificado externamente pela PwC, e segue a metodologia GRI Standards – Global Reporting Initiative.

“O Santander atua em áreas onde a sua atividade pode ter um maior impacto e contribuir para o desenvolvimento das pessoas e das empresas. Em 2019, apoiou 336 associações, em causas ligadas à educação, proteção de menores, saúde, incapacidade, inclusão social e cuidado a idosos, com um impacto direto em 28.649 pessoas, um crescimento de 20% face ao ano anterior”, salienta.

No Ensino Superior, o Santander desenvolveu em Portugal importantes iniciativas, através dos 50 acordos de colaboração que têm com as Instituições de Ensino Superior, tendo apoiado 3.733 estudantes através de bolsas, estágios e programas de empreendedorismo. O Prémio de Voluntariado Universitário e a European Innovation Academy foram alguns dos eventos em destaque. De forma inovadora, foram lançadas as Bolsas Mais Perto para acesso dos estudantes a residências universitárias com preços acessíveis.

Pedro Castro e Almeida, Presidente Executivo do Santander em Portugal afirma no documento: “queremos continuar a cumprir a nossa missão de contribuir para o desenvolvimento das pessoas e das empresas e, ao fazermo-lo, não só crescemos como negócio, mas também ajudamos a sociedade a encarar os seus principais desafios globais. O desenvolvimento económico e social anda lado a lado. O valor que criamos deve traduzir-se em benefício de todos”.

Em 2019, o Grupo Santander foi reconhecido como o Banco mais sustentável do mundo no Dow Jones Sustainability Index e lidera o índice de igualdade de género Bloomberg 2020, composto por 325 empresas de todo o mundo. Esse índice inclui parâmetros de igualdade salarial e paridade de género, integração e talento e liderança feminina. “Estas distinções refletem o compromisso do Banco de contribuir para vários Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, nomeadamente os 10 em que as atividades comerciais e investimento na comunidade do Santander têm maiores implicações: Erradicação da pobreza; Educação de qualidade; Igualdade de género; Financiamento de energias renováveis e acessíveis; Trabalho digno e crescimento económico; Redução das desigualdades; Financiamento de cidades e comunidades sustentáveis; Produção e consumo sustentáveis; Ação climática e Parcerias para a implementação dos Objetivos. Em linha com o nosso compromisso com o meio ambiente e a luta contra as alterações climáticas, em 2019, verificou-se a diminuição mais acentuada das emissões globais (Âmbitos 1, 2 e 3) do Banco, em cerca de 63% face a 2018, resultante maioritariamente da aquisição de certificados de energia verde para cerca de 99,2% dos consumos energéticos realizados no ano passado”, refere o Banco.

“No âmbito da nossa estratégia climática, temos previsto alargar a oferta de produtos com critérios Ambientais, Sociais e de Governance para particulares e empresas. É de salientar que analisamos os riscos ambientais e sociais de todas as nossas operações de financiamento de projetos. No Santander é dada grande importância aos riscos ambientais e sociais que poderiam ser derivados da atividade dos nossos clientes em setores sensíveis. Além disso, seguimos as melhores práticas internacionais em matéria de bem-estar social e ambiental, em particular os Princípios do Equador”, conclui.

Durante a última conferência das Nações Unidas sobre as alterações climáticas, conhecida como Cop25, o Grupo Santander anunciou outro dos seus objetivos de Banca Responsável, comprometendo-se a ser uma empresa neutra em carbono em 2020, compensado todas as suas emissões de carbono.

O Relatório de Banca Responsável 2019 está disponível no site do Banco: https://www.santander.pt/institucional/banca-responsavel/relatorios-sustentabilidade.

Foto: DR.

Festival Internacional de Folclore Rio cancelado devido à COVID-19

Maio 13, 2020 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Em nota enviada às redações, o Grupo Folclórico de Barcelinhos anunciou que o Festival Internacional de Folclore Rio foi cancelado devido à situação epidemiológica em Portugal provocada pela COVID-19 e que acarreta alterações na realização de atividades culturais, onde se inserem eventos como este festival de folclore.



O Grupo Folclórico de Barcelinhos, inserido nas suas atividades, organiza, todos os anos, o Festival Internacional de Folclore Rio, um dos festivais efetivos da Associação CIOFF Portugal. Por ordem governamental, foram cancelados todos os festivais de música até ao dia 30 de setembro, sendo que a direção do Grupo Folclórico de Barcelinhos informa o cancelamento do Festival Rio 2020.

“É com pesar que esta decisão é tomada, uma vez que seria celebrada a 40ª edição do festival, que tem decorrido anualmente, ininterruptamente, mas uma vez que a saúde pública está em primeiro lugar e não pode ser descorada, esta celebração adiar-se-á por um ano, se as condições voltarem a estar reunidas em 2021”, refere o Grupo.

Posto isto, o Grupo Folclórico de Barcelinhos oficializa, dessa forma, o cancelamento do 40º Festival Internacional de Folclore Rio, que se viria a realizar em 2020, “com a esperança de poder voltar ao ativo em breve”, conclui.

Associação Família Conservadora homenageia Famílias a 15 de maio

Maio 12, 2020 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

Por entender que a “Família é aquela que garante a continuidade da espécie e a vitalidade da própria sociedade”, a Associação Família Conservadora (AFC) vai homenagear todas as famílias no Dia Internacional da Família, a 15 de maio.



“A AFC tem sido uma defensora dos valores e tradições familiares, e percebe que a noção de que os pais, marido e mulher cujo amor produz filhos, devem viver juntos no casamento e trabalhar em conjunto para prover o lar e a estabilidade dos seus filhos, tem vindo a desaparecer como ideal cultural. No entanto, estranha também o facto de que os mesmos que apontam o casamento como uma instituição falida queiram contrair um ‘casamento’ que viola claramente o conceito milenar e a essência do significado do matrimónio”, refere a Associação.

Para a Associação, “a vida familiar é o ambiente mais propício para praticar o amor sacrificial pelo outro, é o melhor lugar para aprender a negar-se a si mesmo em prol daqueles que se ama. Mas o que a AFC percebe na prática dos dias atuais, é que a maior parte das famílias tem criado os seus filhos – de acordo com o pós-modernismo e os filmes de Hollywood – para serem independentes, bem-sucedidos e ricos — narcisistas — e, talvez por falta de tempo, esquece-se de os ensinar a amar o próximo como a si mesmos, a serem bons maridos e pais e boas esposas e mães, independentemente de virem a casar ou não”, afirma.

Neste dia comemorativo, a Presidente da Associação, Maria Helena Costa, salienta que sabe “que não há famílias perfeitas e que há famílias muito, muito complicadas; que há mulheres a serem vítimas de violência doméstica por parte daqueles que as deviam amar como a si mesmos e cuidar delas, e vice-versa; que há pais violentos e abusadores e filhos a sofrer por causa disso; falta de respeito e de amor, falta de compromisso e outros males. Mas, apesar disso, a família continua a ser o pilar de uma sociedade próspera e saudável. Longe de serem males terríveis, os conflitos familiares, quando são bem geridos e devidamente tratados, são parte vital de aprender a amar e a viver em família”.

“Se a sua família está em crise, se precisa de aconselhamento e de ajuda, poderá procurar a Associação Família Conservadora, pois este tem sido o propósito da sua existência – apoiar as famílias em suas mais diversas necessidades, e aproveita ainda esta ocasião para desejar um Feliz Dia da Família”, conclui a Associação.

No próximo dia 15 de maio, a AFC irá estrear um vídeo, no YouTube, com depoimentos de Famílias. Nesse dia, pode assistir ao vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=ehTa2skQ12I.

Fonte: AFC.

Foto: DR.

Comissário Europeu do Ambiente desmentido por produtores pecuários da União Europeia

Maio 12, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

Em causa, declarações que associam a COVID-19 à criação intensiva de animais

Onze organizações do setor agropecuário da União Europeia (UE), lideradas pela COPA / COGECA e FEFAC, instaram a Comissão Europeia a desmentir as declarações falsas proferidas pelo comissário europeu do Ambiente, Virginijus Sinkevičius, que associam a propagação da COVID-19 à produção intensiva de animais.



Os parceiros da cadeia de produção pecuária da UE destacaram a contribuição essencial dos criadores de gado e agentes da cadeia de valor para garantir a segurança alimentar aos cidadãos da UE neste difícil período de gestão da crise provocada pela COVID-19 e o papel do setor pecuário para fornecer nutrição equilibrada a milhões de consumidores.

A plataforma de criação de animais da União Europeia solicitou à Comissão (DG SANTE) que reforçasse os esforços para fornecer informações com base em evidências científicas, disponíveis sobre o alto nível de biossegurança nas fazendas de criação de animais da UE, exigindo investigações e medidas adicionais.

Numa reunião conjunta com a AFCC, a 30 de abril de 2020, e após a recente comunicação pública do comissário europeu do Ambiente, Virginijus Sinkevičius, que estabelecia uma relação entre a COVID-19 e a produção intensiva de animais, a DG SANTE explicou que está a dialogar com os gabinetes do comissário europeu do Ambiente e a comissária europeia da Saúde e Segurança dos Alimentos, Stella Kyriakides, de modo a evitar futuras falhas de comunicação.

O Secretário-geral da COPA / COGECA, Pëkka Pesonen, sublinhou que a declaração do comissário europeu para o Ambiente foram um “golpe”, que pode destruir o que a DG SANTE e o setor pecuário construíram ao longo dos últimos 20 anos para garantir a segurança alimentar no setor pecuário, após a BSE e outras crises na segurança alimentar como as dioxinas, incluindo o conceito One-Heath.

De acordo com as onze organizações do setor agropecuário, a DG SANTE deve proteger e defender o seu trabalho anterior em prol da segurança alimentar e o setor pecuário deve fornecer evidências e informações claras sobre os altos níveis de padrões de alimentação e segurança alimentar, incluindo medidas de biossegurança implementadas na atividade de criação de animais e de toda a cadeia de valor.

A DG SANTE comprometeu-se a abordar a questão nas perguntas e respostas revistas dedicadas aos animais e ao COVID-19.

Os factos atualmente conhecidos sobre a produção de animais, seus produtos alimentícios e COVID-19 referem que, de acordo com o estado atual do conhecimento, os animais usados para a produção de carne não podem ser infetados com SARS-CoV-2 e, portanto, são incapazes de transmitir o vírus aos seres humanos pela via do consumo (fonte: BfR). Até ao momento, os resultados preliminares de estudos sugerem que aves e suínos não são suscetíveis à infeção por SARS-CoV-2 (fonte: OIE). Atualmente, não há evidências de que os alimentos sejam uma fonte ou via provável de transmissão do vírus (fonte: AESA) e que sugiram que animais infetados por seres humanos desempenhem um papel na disseminação da COVID-19. Os surtos humanos são causados pelo contato de pessoa para pessoa (fonte: OIE). Embora haja investigações em curso sobre uma possível origem animal do Coronavírus (SARS-CoV-2), a disseminação e o desenvolvimento da atual pandemia humana devem-se à transmissão de humano para humano. Não há evidências atuais de que os animais desempenham um papel na disseminação do COVID-19 (fonte: FAO).

Foto: DR.

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