Da euforia à frustração

Fevereiro 7, 2019 Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião
Ricardo Moreira

Estamos a atravessar a pior fase da “era” Keizer. Já não restam dúvidas, regredimos a nível de futebol jogado. Não sei se foi o efeito “surpresa” no início da “era” Keizer, que nos fazia ser bem melhor do que os adversários que defrontávamos. Jogávamos bem melhor do que aquilo que estamos a jogar atualmente. As últimas exibições já deixavam antever o descalabro.



No derby, para o campeonato, fomos nitidamente inferiores ao nosso rival. Exibição para esquecer mesmo. Paupérrima, senão mesmo, a nossa pior da época.

Temos, também, que agradecer a alguns energúmenos e a Bruno de Carvalho, por terem destruído um plantel, com a “brincadeira” do final da época passada. Tudo isso foi muito mau, e estamos, agora (e continuamos), a sofrer as verdadeiras consequências.

Mesmo sabendo o ponto de partida, o “trágico” final de época que vivemos, a atípica pré-época, faz com que o Sporting esteja, hoje, mais longe dos 3 primeiros classificados. Veremos se esta perda anímica dá, pelo menos, para manter o 4º lugar, o que não é, de forma alguma, garantido, caso se mantenha este paupérrimo nível exibicional, agravado com algumas opções, no mínimo duvidosas, que Keizer está a ter nestes últimos jogos.

Derrota em Guimarães (só pecou por escassa), derrota em Tondela (exibição tão fraca), empate em casa com o Porto (jogámos encolhidos para o empate). Depois, um empate com um Braga (vitória nas grandes penalidades). Mais um empate com o Porto (vitória novamente nas grandes penalidades). Dando o “bis” na (desprestigiada) Taça da Liga.

Da euforia desse bom momento (vitória na Taça da Liga), à frustração do momento atual (joga-se novamente tão pouco), foi um ápice. Keizer até já viu “lenços brancos” em Alvalade! Quem diria, em tão pouco tempo!

Por agora, resta-nos ter saído da Luz com um “balão de oxigénio” (nova derrota, mas desta feita pela margem mínima 2-1), para tentarmos a reviravolta, na segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal, em Alvalade.

Por: Ricardo Moreira*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

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