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Julho 28, 2017 Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião
António Matias

Primeiro que tudo quero pedir desculpa por ter demorado tanto a redigir estes comentários, mas mais vale tarde que nunca. Por isso, vamos já direitos aos assuntos que me trouxeram aqui.

As nossas estrelas não nos têm faltado com emoções fortes: primeiro foi a vitória na Bélgica do José Gonçalves. Vencer no pelotão internacional não é para todos e esta vitória é para nós uma enorme alegria e um bom presságio para o que poderá mostrar-nos na Volta a Espanha. Mas antes da Vuelta, onde veremos certamente o José brilhar, acontecerá a Volta a Portugal, onde esperamos, ansiosamente, ver o Domingos Gonçalves “partir a loiça toda”. Ele já nos provou nos campeonatos nacionais que o melhor Domingos está de regresso. Foi maravilhoso o espetáculo que nos proporcionaste no, também maravilhoso, circuito de Gondomar. ”Obrigado Domingos“. Também no campeonato nacional, e nas corridas mais recentes, o João Matias mostrou que está a ficar um ciclista mais consistente, audaz e trabalhador, tendo merecido a confiança dos seus diretores e tê-lo-emos, por isso, presente pela primeira vez na Volta a Portugal, para trabalhar para o seu chefe de fila e eventualmente discutir uma ou outra etapa. “Força João!“ Conta connosco. Nós contamos contigo.

A.C.R. Roriz nos Campeonatos Nacionais

A equipa de cadetes de Roriz, sob o comando do Martinho Machado, deu uma “machadada” na concorrência, pela mão de Pedro Silva, o “matador de serviço”, que venceu no sprint final, num percurso que parecia desenhado à sua medida, com toda a eficiência e grande capacidade que todos lhe conhecemos; aliás, toda a equipa tem demonstrado uma unidade e solidariedade inquebráveis que nos fazem acreditar, a nós dirigentes e também aos patrocinadores certamente, que vale a pena investirmos tudo o que pudermos neste grande grupo de trabalho, tendo a certeza que o retorno desse investimento será sempre satisfatório. Nos juniores, com a falta de um grande sprinter na equipa, e num percurso plano com uma subida curta no final, era complicado para os nossos trepadores conseguirem chegar ao pódio. Foi neste contexto que apareceu o nosso Hélder “Sagan” Gonçalves a discutir uma posição no pódio, no sprint final. Não ganhámos nenhuma medalha mas, certamente, ganhámos um grande ciclista, para estar aqui na próxima época e levar a camisola de campeão para casa. Estou contigo, Hélder.




Quanto à Volta a Portugal de Juniores, não pude estar lá por motivos de saúde mas tendo em linha de conta a importância desta prova e a maneira quase profissional como todas as equipas portuguesas a encaram, não posso deixar de estar feliz pois, com o sexto lugar do Pedro Lopes, na geral individual, melhorámos o record da nossa melhor classificação de sempre, que pertencia ao Francisco Moreira, com o seu sétimo lugar no ano passado. Já agora, destaco aqui o nosso primeiro ciclista júnior a atingir o top-ten na volta, Ricardo Oliveira de seu nome, “Vilela” entre os amigos.

Em destaque no campeonato Nacional de juniores, esteve, sem dúvida, o Fábio Costa. Destaco-o, não só porque é barcelense mas, também, porque gosto da sua maneira de correr. O ciclismo precisa de corredores de ataque como tu, pois vocês são o “sal” do espetáculo monótono que é o ciclismo sem fugas. Tu foste campeão em Castelo de Vide! (haja quem me desminta.)

Saudações desportivas. Boas férias. Todos à Volta (de coisas boas)!

Por: António Matias*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do/a autor/a)

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