Do Minho ao Algarve

Maio 3, 2019 Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião
Hugo Pinto

Na última jornada, o nosso Glorioso visitou o SC Braga, de onde saiu vitorioso. Mais uma exibição Jeckyll & Hide, como eu já referi em crónica anterior, com uma primeira parte bastante fraquinha e uma segunda parte brilhante. Prova disso, é que fomos para o intervalo a perder. Foi preciso esperar pelo último terço do tempo regulamentar do jogo para ter direito a quatro golos como resposta. O jogo, propriamente dito, teve no marcador da pedreira o seu melhor espelho. Na primeira parte houve mais Braga, logo estavam em vantagem. Na segunda parte, quase toda, houve mais Benfica, o bastante para a remontada e sequente goleada.



Num jogo em que se falou em vários casos, parece-me que a maioria é fruto da imaginação de quem não foi capaz de ganhar ao Rio Ave. Até no primeiro contacto, marcado sobre João Félix, a minha opinião vai de encontro à do árbitro. Certo que o contacto é entre a perna do jogador do Braga e o pé de João Félix. Mas é este último quem está no controle do lance e é o defesa bracarense que interfere no mesmo, provocando o desequilíbrio de Félix. Para mim, esteve bem o árbitro e esteve bem o VAR. O resto é azia. Deve ser da tripalhada…

Na próxima semana, somos visitados pela equipa treinada por Folha, vinda do Algarve e que conta com Jackson – “o coxo” – Martínez no ataque e que terá a arbitragem de Artur Soares Dias. Só faltava mesmo as riscas do Portimonense serem azuis e estaria tudo dentro dos mesmos tons. Oxalá falte a fruta.

Ainda assim, estou confiante num bom resultado. Importa, sobretudo, que haja alguma humildade para que não se ache que o jogo está ganho. Fora isso, parece um adversário acessível. Vamos à #Reconquista.

Uma nota final para o veterano guarda-redes do nosso rival mais próximo, Iker Casillas, que esta semana viu a sua saúde seriamente afetada, sofrendo um enfarte do miocárdio. “Futebóis” à parte, trata-se de um guarda-redes que a maioria de nós viu crescer desde muito jovem na baliza do Blanca, campeão do mundo pela sua seleção e que já ganhou quase todos os troféus que o mundo do futebol tem para oferecer. Para ele, rápidas melhoras, sem sequelas de maior e um abraço solidário.

Viva o Benfica. E pluribus unum.

Por: Hugo Pinto*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

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