Estudo avalia impacto do IPCA na região

Março 9, 2019 Atualidade, Concelho, Cultura, Educação, Mundo, Política

Institutos Superiores Politécnicos Portugueses avaliados no estudo

Decorreu, ontem, uma reunião para avaliar os impactos das atividades dos Institutos Politécnicos, nomeadamente do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), nas regiões.

O estudo está a ser efetuado através de uma colaboração com o Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) e o Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa (IGOT-UL).



O objetivo central do estudo “consiste na avaliação integrada dos impactos económicos, sociais e culturais da atividade destas Instituições de Ensino Superior (IES) nas regiões, incluindo o estudo do alinhamento dos Institutos Superiores Politécnicos Portugueses (ISP) com as estratégias de especialização inteligente (EREI) das respetivas regiões”.

“Importa ter presente que o propósito deste estudo não é o de estabelecer uma comparação competitiva entre os vários ISP, mas sim, antes do mais, o de fazer um diagnóstico geral, com vista a identificar os pontos fortes e as oportunidades estratégicas de cada ISP em função das especificidades da região que serve e onde se insere”, salienta o IPCA em nota.

Na reunião marcaram presença Maria José Fernandes, Presidente do IPCA; José Teixeira, CEO da DST; Benjamin Pereira, Presidente Câmara de Esposende; Miguel Bandeira, Vereador da Câmara de Braga; Adelina Pinto, Vice-Presidente da Câmara de Guimarães; Sérgio Agrelos, Administrador e COO da F3m; Rui Alberto Martins Teixeira, Presidente do IPVC; Carlos Manuel da Silva Rodrigues, Vice-Presidente do IPVC; Florbela Maria Cruz Domingues Correia, Coordenadora do estudo do IGOT pelo IPVC; Jorge Salgueiro Mendes, Presidente da Câmara de Valença; José Luís da Rocha Ceia, Presidente da Associação Empresarial de Viana do Castelo; Francisco Rodrigues de Araújo, Diretor da In.Cubo – Incubadora de Iniciativas Empresariais Inovadoras; Carla Maria Palmeira Soares Barbosa, Comendadora da Ordem de Mérito e Diretora da Academia de Música de Viana do Castelo e da Escola Profissional Artística do Alto Minho; Mário Vale e Luís Carvalho, do IGOT; Laurentina Vareiro, Coordenadora do estudo do IGOT pelo IPCA, assim como outros elementos internos do IPCA.

Este estudo está a ser realizado noutras instituições e regiões do país, nomeadamente em 13 ISP localizados em quatro regiões NUTS III distintas:

Região Norte:        Bragança; Cávado e Ave; Viana do Castelo.

Região Centro:      Castelo Branco; Coimbra; Guarda; Leiria; Tomar; Viseu.

Região Alentejo:   Beja; Portalegre; Santarém.

Região AML:          Setúbal.

Dos resultados preliminares apresentados, bem como da discussão com os stakeholders convidados que se seguiu, realça-se o papel dos Institutos Politécnicos:

– Na democratização do acesso ao ensino superior, dado o efeito de proximidade às populações de territórios mais afastados dos grandes centros (cerca de 1/3 dos estudantes dos Politécnicos tem origem na região onde estão implantados e 55% ficam na região logo após a conclusão dos seus cursos);

– Na qualificação da população e valorização profissional ao longo da vida, onde o IPCA tem uma posição de destaque com a oferta formativa em regime pós-laboral;

– Na transferência de tecnologia (com a ligação às empresas), na colaboração com a Administração Pública e com o 3º setor, bem como na dinamização de atividades culturais (que dificilmente ocorreriam sem a intervenção dos agentes do Ensino Superior).

Na mesma nota, o IPCA agradeceu “a colaboração de todos os intervenientes, cujos contributos irão enriquecer este estudo, cuja análise e exposição mais detalhada dos resultados ficará acessível com a sua conclusão, que se prevê para breve”.

Fonte e fotos: IPCA.

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