Europeias: Aliança defende modernização da linha do Minho

Maio 19, 2019 Atualidade, Mundo, Política

A campanha da Aliança para as Europeias partiu, na manhã de dia 17 de maio, da Estação de São Bento, em comboio, para Valença. Maria João Moreira, número dois da lista liderou a comitiva de militantes e simpatizantes, que apela à modernização da linha do Minho. “Por uma linha com Norte” foi o mote da ação.



“A Aliança defende o cumprimento da Agenda Ambiental 20/30 e que a próxima década deve ser encarada como decisiva pela União Europeia e por Portugal, para o cumprimento das metas de redução do CO2 e da descarbonização da economia, pela utilização de energias alternativas e renováveis em substituição das energias fósseis. É neste sentido, o apoio claro à melhoria operacional da Ferrovia e neste caso à modernização da Linha do Minho. Modernização que permitirá a utilização em toda a linha do Porto a Vigo, do comboio elétrico em alternativa ao diesel, feito hoje entre Nine e Valença”, refere o Aliança em nota.

“Esta modernização potenciará, também, o investimento e as trocas comerciais entre o Norte de Portugal e a Galiza, que contribuam para o aumento da competitividade da economia, designadamente, reduzindo custos de contexto das exportações nacionais e, consequentemente, fomentado o crescimento da atividade económica. Numa região em que o tecido industrial é composto por PMEs que são quem cria emprego, e fortemente exportadoras, este investimento é crucial para a competitividade da economia regional”, continua.

“A Aliança lamenta o atraso da conclusão deste investimento, que é apoiado pela União Europeia, no âmbito do Portugal 2020 – Ferrovia 2020, atraso este incompreensível, face ao que o mesmo representa estrategicamente para a Região do ponto de vista económico e ambiental. A responsabilidade é, claramente, do governo socialista e do cabeça de lista ao parlamento europeu pelo PS”.

A Aliança defende que o próximo quadro comunitário deverá apoiar, no seguimento desta intervenção, a construção de um ramal ferroviário que ligue a linha do Minho ao aeroporto Francisco Sá Carneiro, o maior aeroporto do noroeste peninsular (12 milhões de passageiros em 2018) e que pode e deve ser a porta de chegada, para a potenciação do turismo, para o Norte de Portugal e da Galiza. Essa é a nossa vontade política. Entende que o “próximo quadro comunitário deverá tem atenção a aposta crucial nos investimentos que contribuam para a descarbonização da economia, sendo relevantes os que contribuam para a redução dos fluxos de trânsito automóvel nas cidades, pelo que entendemos que deverão ser apoiadas a construção de novas linhas do metro do Porto, nomeadamente, pela sua importância a nova linha que ligue através de uma nova ponte no Douro, Gaia ao Porto (área ocidental)”.

Fonte e fotos: ALIANÇA.

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