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António Godinho

Barcelenses Inspiradores: António Godinho

Março 7, 2020 em Atualidade, Concelho, Cultura, Entrevistas, Opinião port barcelosnahorabarcelosnahora

António Godinho, pianista e artista barcelense, é o convidado desta semana.

Se tiver interesse em participar ou em sugerir alguém inspirador para esta rubrica, escreva para o e-mail: barcelensesinspiradores@outlook.pt.



António Godinho nasceu em Oliveira de Azeméis, em 1955, numa família conservadora de classe média.

Fez o ensino primário e secundário nesta cidade e, posteriormente, na Universidade de Coimbra e Porto, onde frequentou o curso de Engenharia Mecânica, que não concluiu. Está radicado em Barcelos, desde agosto de 2013.

Iniciou os estudos de piano aos 5 anos de idade em S. João da Madeira, com a Profª Marília Rocha, docente do Conservatório de Música do Porto.

Fez o Curso Geral de Solfejo e 3º Ano de Piano e, aos 19 anos, formou a primeira banda. Foi nessa altura que conheceu o órgão Hammond, para si, o instrumento de teclas mais fantástico e exigente que conhece.

Experimentou a música eletrónica com o MiniMoog D e, por último, o piano elétrico Rhodes 73 Mk1, instrumento que manteve durante mais de 30 anos.

Entretanto, a vida familiar e profissional afastou-o da música durante várias décadas.

A partir da mudança para Barcelos, no verão de 2013, a música passou, de novo, para primeiro plano.

Participou em vários projetos musicais, tendo tocado na Feira do Livro de Barcelos, no Teatro Gil Vicente, na Casa das Artes de Arcos de Valdevez, entre outros locais. Como solista, tem tocado no auditório da Biblioteca Municipal de Barcelos e no Salão Nobre da Câmara Municipal, a convite da autarquia.

Mas, não é só a música que o move, tem também uma profunda ligação com a aviação.

Os aviões sempre despertaram em si um fascínio, o sonho enquanto jovem era ingressar na Academia da Força Aérea Portuguesa e tornar-se piloto de caça, o que acabou por não acontecer, devido à enorme pressão familiar. O desejo de pilotar concretizou-se em 2009, quando foi aprovado no exame de piloto de planador, após curso de pilotagem que decorreu em vários aeródromos do país.

Por fim, há algo transversal a tudo isso, outra paixão que tem na sua vida, a fotografia.

Aprendeu os rudimentos e os conceitos básicos da fotografia quando residiu no Rio de Janeiro (1975/76), com um fotógrafo profissional amigo dos tios. 45 anos volvidos e muitos cliques depois, essa informação continua presente e fundamental na forma como fotografa. Embora não considere um objetivo, um dia gostaria de fazer uma exposição.

Foi casado e tem duas filhas de 24 e 22 anos.



Quem és tu? Conta-nos quem és apenas como tu te conheces.

Basicamente, defino-me como um sonhador, alguém que encontrou sentido para a vida ajudando outros. Uma pessoa que encontrou em Deus e na Bíblia Sagrada uma esperança renovada. Vejo-me como um seguidor de Jesus Cristo. Há também algo muito importante que marca a minha vida: a música.

O que fazes é uma extensão de quem és e do teu propósito de vida?

Absolutamente, cada vez mais.

Se pudesses ter a atenção do mundo durante 5 minutos, o que dirias ou farias?

Não saberia o que dizer e muito menos o que fazer.

Qual foi o acontecimento que mais te marcou até hoje?

Indiscutivelmente, a Guerra dos Seis Dias, em 1967. Fui acompanhando os relatos deste conflito e a subsequente vitória dos israelitas sobre os seus vizinhos árabes.

O meu interesse por Israel começou nessa altura e nunca mais parou de crescer, sou amigo e defensor incondicional deste país/povo eleito por Deus.

Curiosidades do Convidado

Qual é o teu livro preferido? E o teu filme?

Livro preferido: Bíblia Sagrada. Leitura diária e único livro na mesa de cabeceira.

Filme preferido: Top Gun.

Qual foi a viagem que mais te marcou?

Participação nas Tall Ship Races, em 1980.

Que viagem de sonho ainda pretendes realizar?

Tenho duas:

Visitar Israel, conhecer os lugares santos e, eventualmente, fazer algum trabalho voluntário.

Viajar de carro pela Escócia, acompanhado por alguém muito especial.

Qual é a tua atividade de tempo livre preferida?

Ouvir música.

Qual é a tua maior habilidade?

Tocar piano.

Tocar Piano, Um Desafio Permanente

O que seria para ti um dia perfeito?

Não há dias perfeitos.

Diz-nos um barcelense e um não barcelense que te inspirem e porquê.

Um barcelense inspirador? Infelizmente, estou cá há pouco tempo, por isso, não sei se conseguiria apontar um nome que fosse, como dizes, inspirador para mim.

Não Barcelense: Vários! Mas há um que se destaca absolutamente de todos os outros, o Senhor Jesus Cristo.

Pergunta mistério do convidado da semana anterior, Armindo Cerqueira.

Imagine que lhe chega a notícia de que um grande meteorito vai chocar, irreversivelmente, com a Terra dentro de 5 minutos. Qual a primeira coisa que fará?

Continuaria a fazer o que estava até esse momento.

Uma mensagem* inspiradora…

Nunca desistas dos teus sonhos.

* Nota: Mensagem em latim significa mens agitat molem, ou seja, “o espírito agita a matéria”.

Por: Sandra Santos (Poeta e Tradutora) e Iara Brito (Criminóloga)*.

(* A redação do artigo é única e exclusivamente da responsabilidade das autoras)

Escritor barcelense António Magalhães apresenta livro na Biblioteca Municipal

Setembro 14, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

A Biblioteca Municipal de Barcelos recebe hoje, pelas 21h30, a apresentação do livro de narrativas “Então foi assim”, do barcelense António Magalhães.

História e ficção, lenda e realidade, cruzam-se neste pequeno livro, baseado em acontecimentos ou personagens das terras da freguesia de Negreiros, “tradições e costumes que percorreram gerações”.



O livro e o autor vão ser apresentados pelo professor Mário Patrão, da Escola Secundária Alcaides de Faria, e conta com a participação de Armindo Cerqueira e do pianista António Godinho.

António Martins Magalhães nasceu na freguesia de Negreiros, concelho de Barcelos, em 23 de junho de 1935. Frequentou os seminários franciscanos, onde estudou Humanidades, Filosofia e Teologia. Iniciou a atividade docente em 1976.

Frequentou, de 1978 a 1980, o curso de Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. De 1980 a 1982, profissionalizou-se nas disciplinas de Português, Latim e Grego na Escola Secundária Oliveira Martins, no Porto. Interrompido o curso de Letras, frequentou e concluiu o curso de Humanidades na Faculdade de Filosofia de Braga, em 1987. Foi professor de Português na Escola Secundária Alcaides de Faria até julho de 2000, onde orientou o estágio pedagógico ligado à Universidade do Minho, durante cinco anos.

Em 1972, ganhou o “Prémio Capitão Simões Vaz”, de reportagem, instituído pelo “Notícias”, de Lourenço Marques.

Tem colaboração dispersa por diversas publicações, nomeadamente nas revistas “Amanhecer”, “Avenida do Minho” e jornal “A Voz do Minho”. “O Galo da Lenda”, um dos contos vencedores do concurso literário promovido, no ano de 1994, pela Câmara Municipal de Barcelos, integra a coletânea “Pedras no Rio do Tempo”.

Imagem: CMB.

Conferência sobre arte evoca José de Beça Sousa e Menezes

Março 3, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Hoje, pelas 16h00, na Biblioteca Municipal de Barcelos, realiza-se uma conferência intitulada “Cinco Artistas em Barcelos. Sousa Pinto, Ernesto Condeixa, Veloso Salgado, Teixeira Lopes e Cândido da Cunha”.



Terá a preleção de Hugo Barreira, Professor da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e serve para assinalar o centenário da morte de José de Beça e Menezes (1828-1918). A sessão, cuja entrada é livre, terá ainda a participação do pianista António Godinho.

A conferência vai abordar a vida e a obra de artistas plásticos cuja obras foram adquiridas por José de Beça Sousa e Menezes e que se encontram na Casa do Jardim, situada no Campo Cinco de Outubro, antigo Jardim Velho, um dos primeiros, se não mesmo o primeiro, jardim público de Barcelos.

José de Beça Sousa e Menezes, mecenas e cultor das artes, é um exemplo de dedicação ao trabalho, designadamente à agricultura e ao desenvolvimento da instrução e da educação, tendo, ainda, praticado diversos atos de mecenatismo e filantrópicos.

Fonte e imagem: AB.

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