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Balugães

Teatro de Balugas apresenta a peça “O Auto dos Bons Diabos” na Mostra de Artesanato

Agosto 11, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora




No próximo dia 13 de agosto, pelas 17h00, no Parque da Cidade de Barcelos, o Teatro de Balugas leva a cena a sua peça “O Auto dos Bons Diabos”, numa produção do grupo de teatro de Balugães que integra a programação da Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos, tendo a participação especial da Ronda da Ponte das Tábuas.

Sobre a peça, o grupo de teatro refere que “’- Estou a ficar velho, mas hei-de morrer a cavar a terra, ou nas tábuas do palco,

Ela já mo disse, ó homem cava já o buraco que com as tábuas do teatro faz-se o caixote e assim não se gasta dinheiro com o funeral’.

Este é o relato de um artista de teatro popular que se desdobra em histórias e personagens dessa mesma história, do desaparecimento do mundo rural, da festa feita nas terras pelas gentes que contavam apaixonadamente as suas crenças, tradições e costumes, de uma certa ideia de progresso que não serve homens nem comunidades.

Baltazar Diabo e a sua companhia são últimos resistentes do que resta de um vale outrora rural, esvaziado em grande parte pela fuga para as cidades, vilas e estrangeiro. Aqui habitam histórias de resiliência e sobrevivência, onde a cultura popular de gerações resiste nas mãos de um punhado de artistas anónimos”.

A peça é de autoria e direção artística de Cândido Sobreiro, interpretada pelos “Diabos” André Sobreiro, Aurélio Magalhães, Cristiano Esteves e Davide Teixeira, pela “Isabel” Juliana Pereira, a “Rosa” Gilda Silva e pelo “Baltazar Diabo” Cândido Sobreiro.

Tem produção de Diana Gonçalves, responsável, igualmente, com Manuela Rosas, pelos figurinos. A sonoplastia e luminotécnica estão a cargo de Matilde Esteves; a cenografia e carpintaria são responsabilidade de Cristina Faria e David Pereira; a fotografia a Cristina Faria e o design cabe a André Sobreiro / ID3.

“O Auto dos Bons Diabos” conta com o apoio da Junta de Freguesia de Balugães, do Município de Barcelos, da Barcelos Cidade Educadora/ Rede Territorial Portuguesa das Cidades Educadoras e da Fundação Inatel, tendo como parceiros a ID3 – Design & Publicidade.

Já sobre o Teatro de Balugas, este foi fundado em 2007, e inspira-se na cultura popular do Minho. “É teatro feito na aldeia, acreditando que este trabalho comunitário manterá viva a identidade desta, enquanto espaço de criação, numa luta contra o desaparecimento do mundo rural, da festa feita nas terras pelas gentes que contavam apaixonadamente as suas crenças, tradições e costumes, de uma certa ideia de progresso que não serve homens nem comunidades.

É uma história de resiliência e continuidade, onde a cultura popular de gerações resiste nas mãos de um punhado de artistas anónimos que pisam o palco de balugas ou borzeguins, botas altas com atacadores, de onde deriva o topónimo da aldeia de Balugães”. (Teatro de Balugas)

Fonte e imagens: TB.

Apresentação do livro “Bons Diabos” adiada

Agosto 5, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora

O Teatro de Balugas, em nota enviada a este jornal, informa que a apresentação do livro de fotografias “Bons Diabos”, da autoria de Paulo Alegria, foi adiada. A nova data será divulgada oportunamente.

Leia, na íntegra, a nota do Teatro de Balugas, assinada por Cândido Sobreiro:

«Por motivo de força maior, a apresentação do livro “Bons Diabos” que teria lugar no dia 6 de agosto, pelas 21h30 horas, no adro da Igreja Românica de São Martinho de Balugães (Barcelos), foi cancelada. Oportunamente será comunicada uma nova data.»



XI Jornadas Culturais de Balugães começam na próxima sexta-feira

Agosto 2, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura, Desporto port barcelosnahorabarcelosnahora

A partir de sexta-feira, dia 4 de agosto, e até domingo, a Freguesia de Balugães, e visitantes forasteiros, vão poder desfrutar das várias atividades que integram o programa das XI Jornadas Culturais da Freguesia.

Assim, já no dia 4, o programa inicia pelas 20h30, e contará com a abertura da Feira do Livro, seguida da abertura oficial das Jornadas. Pelas 21h00, inicia a peça de teatro, levada a cena pelo Grupo de Vozes Outonais. Segue-se a cerimónia de homenagem, a apresentação da revista e, pelas 22h00, o concerto do Coral Magistrói.

No dia seguinte, pelas 9h30, é a vez do desporto entrar na programação, com a caminhada para conhecer Balugães. Da parte da tarde, por volta das 15h00, começa o Torneio de Sueca. Durante a tarde ainda se realiza o percurso de orientação, com um peddy-paper. Já pela tardinha, dá-se um momento musical, com a Ronda da Ponte das Tábuas. Após a entrega dos troféus do Torneio de Sueca, haverá uma mostra gastronómica e, pelas 22h00, inicia a peça de teatro “A Boda dos Rabudos”, levada a cena pelo Teatro de Balugas.




O último dia das jornadas, dia 6 de agosto, inicia, tal como o anterior, com desporto, desta feita, com BTT, no Trilho de Balugães. Durante a tarde realizam-se jogos de futebol juvenil e de veteranos. Novamente pela tardinha, por volta das 19h00, a Ronda da Ponte das Tábuas abrilhanta o programa. Após esse momento, é a vez da sardinha assada e do caldo verde “entrarem no menu” destas Jornadas Culturais, que terminam com a apresentação do livro de fotografia “Bons Diabos”, de Paulo Alegria, levada a cabo pelo Teatro de Balugas, no Adro da Igreja Românica de São Martinho de Balugães. Aliás, esta apresentação já foi noticiada por este jornal.

Imagem: JFB.

Teatro de Balugas estreia peça “A Boda dos Rabudos”

Agosto 2, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora

No próximo dia 5 de agosto, o Teatro de Balugas estreia, pelas 21h30, no auditório da Junta de Freguesia de Balugães, a peça “A Boda dos Rabudos”. A nova produção teatral integra a programação das XI Jornadas Culturais de Balugães – Barcelos.

A “Boda dos Rabudos” é um resgate financeiro familiar forjado pelo astuto do Romão Rabudo. A filha, a estudar em Lisboa, engravidou; o namoro com um político da capital parecia abafar a vergonha na aldeia, se não tivesse sido o marialva da terra, o Tone Rola, a bulir na moça! Diz o ditado “Quem parte e reparte e não fica com a maior parte, ou é tolo ou não tem arte” e o Rabudo velho engendra um plano: casar a rapariga, descasar, voltar a casar e alguém pagar o padre, o sacristão e a boda! O resgate funciona às “mil maravilhas”, o cheque ao portador é passado, mas o pior é mesmo o número de credores para dividir a quantia.

Esta é uma peça com texto original e direção artística de Cândido Sobreiro, com interpretações de Ana Magalhães, André Sobreiro, Aurélio Magalhães, Cândido Sobreiro, Cristina Faria, Cristiano Esteves, Diana Gonçalves, David Pereira, Davide Faria, Gilda Silva, Juliana Pereira, Matilde Esteves e Rui Pereira. A produção está a cargo de Diana Gonçalves, que, com Manuela Rosas, está, também, responsável pelos figurinos; na sonoplastia e luminotécnica estará Matilde Esteves; cenografia e carpintaria, David Pereira e Cristina Faria; esta última também está responsável pela fotografia; finalmente, no design está André Sobreiro | ID3.




Obviamente, uma peça destas necessita de apoios, tanto mais que a entrada é livre. Assim, o Teatro de Balugas conta com o apoio da Junta de Freguesia de Balugães, Município de Barcelos, Barcelos Cidade Educadora/Rede Territorial Portuguesa das Cidades Educadoras e Fundação INATEL. Como parceiros, tem a colaboração da ID3 – Design e Publicidade.

O Teatro de Balugas foi fundado em 2007, inspirando-se na cultura popular do Minho. “É teatro feito na aldeia, acreditando que o trabalho comunitário manterá viva a identidade desta, enquanto espaço de criação, numa luta contra o desaparecimento do mundo rural, da festa feita nas terras pelas gentes que contavam apaixonadamente as suas crenças, tradições e costumes, de uma certa ideia de progresso que não serve homens nem comunidades. É uma história de resiliência e continuidade, onde a cultura popular de gerações resiste nas mãos de um punhado de artistas anónimos que pisam o palco de balugas ou borzeguins, botas altas com atacadores, de onde deriva o topónimo da aldeia de Balugães”. (Teatro de Balugas)

Como referido antes, a entrada é livre mas limitada à lotação da sala.

Fonte e imagem: TB.

Teatro de Balugas apresenta livro de fotografia “Bons Diabos”, de Paulo Alegria

Julho 31, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora

No próximo dia 6 de agosto, domingo, pelas 21h30, o Teatro de Balugas apresenta, no adro da Igreja Românica de São Martinho de Balugães, o livro de fotografia “Bons Diabos”, de Paulo Alegria.

Este livro é o resultado do encontro, de apenas um dia, do fotógrafo Paulo Alegria com o grupo Teatro de Balugas. Um conjunto de fotografias que mostram a dedicação e o envolvimento do coletivo de teatro na preparação do evento num palco improvisado pelo próprio elenco, no adro da velha igreja de São Martinho de Balugães.

Nas palavras de Raul Pereira, “observando o elenco, enquanto este deitava mãos à obra e tornava palco o adro da igreja românica de São Martinho de Balugães, as imagens extraídas trazem-nos o Vale do Neiva, essa terra antiga de onde o teatro popular nunca desapareceu e onde permanecem intactos os espaços onde ele acontecia.

A peça apresentada, que é uma adaptação para teatro de rua do Auto dos Bons Diabos, obra de Cândido Sobreiro, é um forte testemunho de que os “Balugas” constroem muito mais do que singelas encenações: é que, nas suas peças, o Alto Minho emerge inteiro, como região em que a permanente dicotomia entre aceitação e recusa foi sempre o gérmen criador da nossa identidade.

O entusiasmo instala-se peça e livro adentro, quando nos apercebemos que as novas gerações retiveram um dos mais sábios ensinamentos: que um futuro interessante e suportável só surgirá da enxertia da planta do presente no sólido fuste do passado”.

O Teatro de Balugas foi fundado em 2007, o Teatro de Balugas inspira-se na cultura popular do Minho. É teatro feito na aldeia, acreditando que este trabalho comunitário manterá viva a identidade desta, enquanto espaço de criação, numa luta contra o desaparecimento do mundo rural, da festa feita nas terras pelas gentes que contavam apaixonadamente as suas crenças, tradições e costumes, de uma certa ideia de progresso que não serve homens nem comunidades. É uma história escrita por artistas anónimos que pisam o palco de balugas ou borzeguins, botas altas com atacadores, de onde deriva o topónimo da aldeia de Balugães.




Já o autor, Paulo Alegria, nasceu em 1970, em Oliveira de Azeméis, mas vive e trabalha em Viana do Castelo. Autor do livro Romeiros, um retrato contemporâneo das pessoas que se deslocam às romarias alto-minhotas e responsável pela cinematografia do filme Alto do Minho, um trabalho documental sobre a identidade do povo da mesma região. Foi-lhe atribuída uma bolsa pela Estação Imagem, em Mora, onde desenvolveu um intenso trabalho fotográfico próximo da população do concelho alentejano, documentando o seu associativismo, que resultou no livro Cultura Magra. Recentemente, integrou uma exposição coletiva itinerante no norte de Portugal e na Galiza, promovida pela DRCN, no âmbito do programa Rota das Catedrais, com um trabalho desenvolvido na Sé Catedral de Lamego. Formou-se em Design Gráfico e passou por outras áreas do conhecimento, como a Arquitetura, a Educação Visual, a Gravura, a Serigrafia e a Fotografia.

 

Fonte e fotos: TB.

Peça “Consultório Médico” amanhã no Teatro Gil Vicente

Julho 4, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora

O Espaço Convívio de Balugães leva a cena, amanhã, pelas 14h30, no Teatro Gil Vicente, a peça de teatro “Consultório Médico”.

Incluída no Programa Sénior, esta é uma comédia em que a comicidade está sublinhada nos falares de cada doente, causada pelos nomes dos seus males.

A entrada é gratuita.




Fonte e imagem: AB.

Barcelense Rui Faria vence Liga Europa ao serviço do Manchester United

Maio 24, 2017 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Rui Faria, membro do corpo técnico do clube inglês Manchester United, acaba de conquistar a Liga Europa por esse “colosso” do futebol mundial. O jogo realizou-se hoje, em Estocolmo (Suécia), e o Ajax (Holanda) foi o adversário. O resultado final foi de 0-2 para os ingleses, com golos do francês Pogba e do arménio Mkhitaryan.

Rui Filipe da Cunha Faria nasceu em Balugães a 14-06-1975 e tem trabalhado com José Mourinho desde os tempos do União de Leiria, ou seja, desde 2001/2002. Depois passou pelo Futebol Clube do Porto, Chelsea (Inglaterra), Inter de Milão (Itália), Real Madrid (Espanha), Chelsea (de novo) e, atualmente, no já referido Manchester United.

Rui Faria é licenciado em Desporto e Educação Física pela Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física (FCDEF) da Universidade do Porto (actualmente, FADEUP – Faculdade de Desporto da Universidade do Porto).

De relembrar que esta é, tal como José Mourinho, a quarta conquista europeia de Rui Faria, depois de duas Liga dos Campeões e uma Taça UEFA (antes da Liga Europa).




Curiosamente, Rui Faria é tio de um jogador, também de origens barcelenses, seu homónimo. Falamos de Rui Faria, defesa que joga no Salgueiros.

Produção do Galo de Barcelos em ensaio que visa a excelência

Maio 22, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura, Educação port barcelosnahorabarcelosnahora

confraria-galo-barcelosA Confraria Gastronómica O Galo de Barcelos realizou, no passado dia 20 de maio, o acompanhamento de oito explorações e monitorização dos primeiros 300 pintos do Galo de Barcelos, que culminou na exploração da “Quinta do Ribeiro”, em Balugães (Barcelos), um momento importante do processo da produção do “Galo de Barcelos”.

Na exploração, foi possível contactar com os primeiros pintos da estirpe selecionada pela Confraria. Estes foram devidamente brincados e pesados de forma a garantir o controlo da qualidade do produto final destinado à restauração. Este procedimento decorrerá, periodicamente, em contexto de uma monitorização extensiva a outras explorações incluídas no projeto/ensaio.

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Para se perceber a dimensão deste projeto, realizou-se uma conferência de imprensa com o Presidente da Direção da Confraria, João Dantas; o Presidente da Mesa da Assembleia, representado pelo Presidente da Cooperativa Agrícola de Barcelos, Eng.º José Costa; o Juiz Vice-Presidente da Direção, Restaurante Galliano, representado por António Vilas; o Mordomo AMIBA (Associação de Criadores de Bovinos de Raça Barrosã), representada pela Eng.ª Virgínia Ribeiro; o Mordomo Mestre Elsa Machado (Médico Veterinário); e o mordomo ATAHCA (Associação de Desenvolvimento das Terras Altas do Homem, Cávado e Ave), representada pelo Prof. Mota Alves.

O Presidente da Direção referiu a importância desse dia, como sendo um marco histórico para a promoção da produção do galo vivo, em primeiro lugar, posteriormente, a promoção da gastronomia e, em terceiro, a promoção do galo artístico, referindo mesmo que “o Galo de Barcelos também se come”.

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A Mestre Elsa Machado, coordenadora do grupo da produção, realçou esse primeiro dia como um marco importante para aquilo que se pretende obter, que é um produto de excelência. Salientou a importância de todos, quer em casa, quer no restaurante, poderem saber a origem do produto que estão a consumir, através do processo de rastreabilidade. “O modo de produção do galo terá especificações bastante concretas que serão vertidas num Caderno de Especificações, elaborado por técnicos que são confrades e fazem parte do grupo da Produção”.

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O Presidente da Assembleia, Eng.º José Costa, da Cooperativa de Barcelos, referiu a importância do “Galo de Barcelos” ser também alimentado com uma ração o mais próxima, tanto quanto possível, do modo tradicional, com vista à obtenção de um produto de qualidade e que agrade ao consumidor. Salientou, também, a disponibilidade da equipa técnica da Cooperativa Agrícola de Barcelos no estudo para obter, e melhorar, uma ração equilibrada, cumprindo com o Caderno de Especificações.

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A Eng.ª Virgínia Ribeiro falou da importância do acompanhamento técnico destas explorações submetidas ao primeiro ensaio, no sentido de avaliar a estirpe selecionada, e outros fatores dos quais a alimentação é muito importante. Para isso “identificaram-se todos os animais na asa com a designação do Galo de Barcelos e uma numeração”. Referiu, igualmente, que irá estudar-se o índice de conversão dos animais para controlo da performance, através da pesagem realizada periodicamente, sendo as aves reavaliadas aos 120 dias.

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O Prof. Mota Alves falou da importância de criar dinâmicas territoriais, sendo que a ATAHCA, que promove ações para o desenvolvimento local, está disponível para apoiar, através do programa PDR 2020. Neste contexto, “Barcelos tem uma identidade própria”, fortalecida pelo Galo de Barcelos, que não se deve deixar perder, mantendo a relação “do campo para o prato”. Por outro lado, Barcelos, pela sua grande centralidade (está perto da autoestrada, perto de Braga, a menos de 60 km do Porto e muito próximo da Galiza), apresenta um potencial enorme para atrair turistas e, por isso, vale a pena investir neste projeto da Confraria.

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Por fim, usou da palavra o Sr. António Vilas, responsável pelo grupo da restauração, referindo que “só produzindo com qualidade é que podemos ter mais procura na restauração”, “queremos que o galo seja, gastronomicamente, uma referência a nível nacional”, “queremos ter um bom galo, não só um galo assado mas outros pratos com qualidade”, naturalmente preparados pelo chefes de cozinha.

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No final, os convidados participaram num “verde de honra”, aproveitando para confraternizar.




Fonte e imagens: Confraria G. O Galo de Barcelos.

Ciclo de Teatro “Palco de Terra’17” em Balugães

Março 24, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora

O auditório da Junta de Freguesia de Balugães (Barcelos) recebe, no dia 1 de abril, às 21h30, a peça de teatro “Um regresso Inesperado”, de Nurmi Rocha.

A comédia do Grupo de Teatro do Vez (Arcos de Valdevez) abre a edição deste ano do Palco de Terra, ciclo de teatro organizado pelo Teatro de Balugas e pela Junta de Freguesia de Balugães. A iniciativa resulta do intercâmbio entre o grupo de teatro de Balugães e as companhias convidadas, visando a promoção e dinamização dos projetos teatrais na freguesia.

A entrada é livre e o ciclo continua durante o ano com mais grupos convidados, encerrando em dezembro com o grupo de teatro mais antigo da Galiza, o Teatro de Airiños.

A entrada é livre e limitada à lotação da sala/ https://goo.gl/2FfFGp

Fonte e imagem: Teatro de Balugas.

Balugães homenageia Avelino Mesquita

Março 13, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora

Balugães vai homenagear o escritor baluganense Avelino Mesquita no próximo dia 18 de março, pelas 14h30, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Balugães.

A organização do evento está a cargo das várias associações da freguesia, bem como da Junta de Freguesia. Para além desta, ABCD – Associação Baluganense de Cultura e Desporto, Agrupamento de Escuteiros n.º 86 – Balugães, 1.ª Companhia de Guias de Balugães, Fraternidade de Nuno Álvares (FNA) Núcleo de Balugães, Grupo de Jovens de Balugães, Grupo Vozes Outonais, Ronda da Ponte das Tábuas e Teatro de Balugas são as entidades envolvidas na organização desta homenagem.

Avelino da Cunha Vilas Boas Mesquita nasceu em Balugães, no dia 18 de março de 1926. Estudou em Balugães, Braga e Coimbra, onde desenvolveu o gosto pelas letras e, sob os pseudónimos Avibomes e Abel Lino, assinou os primeiros textos.

Trabalhou em Vila Real, no Porto e em Balugães, emigrando em 1952 para a Venezuela, onde permaneceu nove anos. Regressou, então, a Portugal e radicou-se em Lisboa, voltando definitivamente à sua terra natal em 1994.

A sua presença foi assídua na imprensa de âmbito regional e nacional. Ainda com muita obra inédita, com destaque para a poesia e para o teatro, o autor publicou os seguintes livros: «O Dente de Ouro» (Edição de autor, Balugães, 2007), «Aquém do Neiva» (Edição da Junta de Freguesia de Balugães, Balugães, 2004), e, em coautoria, «Balugães, a sua história, as suas gentes» (Editorial Franciscana, Braga, 1997).

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