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Futebol

Gil Vicente arranca Campeonato de Portugal com receção ao Vizela

Julho 17, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

No próximo dia 12 de agosto, o Gil Vicente FC inicia a sua caminhada no Campeonato de Portugal, integrando a Série A e recebendo, no Estádio Cidade de Barcelos, a forte equipa do Vizela. A equipa gilista termina o campeonato em casa, frente ao Limianos.



Aliás, por esta Série jogam equipas que já passaram, à imagem dos gilistas, pela 1ª Divisão/1ª Liga, como é o caso deste Vizela mas, igualmente, do Fafe, Felgueiras ou Trofense. Claro está, com um “currículo” de presenças no escalão maior do nosso futebol bem inferior ao do Gil Vicente FC.

Jogos do Gil Vicente:

1ª jornada: Gil Vicente – Vizela;

2ª jornada: AD Oliveirense – Gil Vicente;

3ª jornada: Gil Vicente – Caçadores Taipas;

4ª jornada: Merelinense – Gil Vicente;

5ª jornada: Gil Vicente – Montalegre;

6ª jornada: Mirandela – Gil Vicente;

7ª jornada: Gil Vicente – Felgueiras 1932;

8ª jornada: Maria da Fonte – Gil Vicente;

9ª jornada: Gil Vicente – Fafe;

10ª jornada: Mirandês – Gil Vicente;

11ª jornada: Gil Vicente – Trofense;

12ª jornada: Torcatense – Gil Vicente;

13ª jornada: Gil Vicente – Vilaverdense;

14ª jornada: São Martinho – Gil Vicente;

15ª jornada: Gil Vicente – Chaves B;

16ª jornada: Gil Vicente – Pedras Salgadas;

17ª jornada: Limianos – Gil Vicente.

De salientar que na segunda volta a ordem das equipas inverte-se.

Rafa, Bruno Morais e Tiger assinam por três anos

Entretanto, e no âmbito da preparação do plantel para a próxima época, o Gil Vicente FC anunciou a assinatura de contrato com três jogadores, com vista à aposta da direção gilista em jogadores da formação.

Assim, Rafa (guarda-redes), Bruno Morais (defesa) e Nuno Lopes “Tiger” (médio) rubricaram contrato por mais três anos com o clube por forma a fazerem parte do plantel sénior.

Pré-época: dois jogos, duas vitórias

Igualmente na sequência da preparação da nova época, o Gil Vicente já efetuou dois jogos de preparação, derrotando o Paços de Ferreira por 1-0 e o Pedras Rubras por 0-3.

Entretanto, esta quarta-feira, pelas 17h30, os gilistas defrontam a Sanjoanense, em São João da Madeira, em no próximo sábado, pelas 10h30, recebem o Sporting de Espinho.

Imagens: GVFC

Relvado sintético no Parque Desportivo de Tamel São Veríssimo avança em julho

Julho 14, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto port barcelosnahorabarcelosnahora

No passado dia 11 de julho foi celebrado o contrato de empreitada de obras públicas relativo à obra de «Requalificação do Parque Desportivo da Freguesia de Tamel (São Veríssimo) – Construção de Relvado Sintético», tendo como partes outorgantes a Freguesia de Tamel (São Veríssimo) e a empresa Ponte da Cunha & Comp.ª, Lda.



Está previsto que o respetivo auto de consignação seja assinado no próximo dia 23 de julho de 2018, data que coincidirá com o início dos trabalhos de execução da referida obra.

Foi, assim, dado mais um passo importante para a concretização de uma obra há muito ambicionada pela Freguesia de Tamel S. Veríssimo, permitindo que na época desportiva de 2018/ 2019 a União Desportiva de S. Veríssimo já disponha de um campo relvado, visto que a inauguração do Relvado Sintético do Parque Desportivo de Tamel S. Veríssimo está prevista para o início do mês de outubro de 2018.

Esta obra permitirá à União Desportiva de S. Veríssimo melhorar, significativamente, as condições oferecidas aos mais de 100 atletas de todos os escalões de formação que o clube disporá a competir na época de 2018/ 2019. São atletas que apresentam idades compreendidas entre os 5 e os 18 anos de idade.

A direção da UD S. Veríssimo salienta “a elevada aposta nos escalões da formação que a União Desportiva de S. Veríssimo tem efetuado nos últimos anos, colocando em funcionamento 7 escalões de formação, como os Petizes, Traquinas, Benjamins, Infantis, Iniciados, Juvenis e Juniores, quer competindo nos campeonatos da Associação de Futebol de Braga, quer competindo em diversos torneios”.

Fotos: UDSV.

MARCA perde com “poderoso” Salgueiros em futebol de praia

Julho 10, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

No passado domingo, a equipa de futebol de praia do MARCA deslocou-se, novamente, à Figueira da Foz, mais concretamente ao areal de Buarcos, para disputar mais uma jornada (4ª) do Campeonato Nacional de Futebol de Praia – Zona Norte.



O adversário foi o Salgueiros, uma das equipas mais fortes e que tem um dos maiores orçamentos de entre as equipas que disputam este campeonato, sendo um “crónico” candidato ao título.

A equipa de Vila Cova lutou com as armas que tinha, num confronto desigual, sendo que o resultado final peca por exagerado. No entanto, o que fica são os números finais, que ditaram uma derrota para os barcelenses por 3-11, com os três golos a serem marcados por Xeme, Hugo Venda e Marco Matos.

Na próxima jornada, já no próximo domingo e, de novo, em Buarcos, o MARCA defrontará, pelas 15h45, a equipa do São Jacinto.

Sub-17 do MARCA sobem de divisão

Entretanto, em futebol, a equipa de sub-17 do MARCA conseguiu subir de divisão, tendo ficado em 2º lugar no Campeonato da 2ª divisão, série A.

Em 26 jogos, conseguiu 22 vitórias, 3 empates e apenas 1 derrota, tendo marcado 109 golos e sofrido apenas 10. No final, conquistou 69 pontos, ficando a 1 do 1º classificado.

Em nota, o MARCA deixou os “parabéns aos atletas e equipa técnica por este magnífico resultado”.

Fotos: MARCA.

 

Nandinho, novo treinador do Gil Vicente, lança nova época

Julho 9, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Em entrevista à Gil Vicente TV, Nandinho lançou a nova época, salientando aquilo que pretende para a equipa do Gil Vicente FC e deixando um apelo aos adeptos.



Fernando Manuel de Jesus Santos, conhecido no futebol por Nandinho, nasceu no Porto a 17-03-1973 (45 anos). Como jogador, atuou no Candal, Ataense, Castêlo da Maia, Salgueiros, Benfica, Alverca, Guimarães, Gil Vicente, tendo terminado a carreira ao serviço do Leixões. Participou no Campeonato da Europa de sub-21, em 1996, pela seleção nacional. Já como treinador, treinou os juniores do Gil Vicente, seguindo para os seniores, alcançando as meias finais da Taça de Portugal nesse ano, Famalicão e, agora, está de volta ao Gil Vicente.

Esta é uma casa onde “morou” durante oito anos e meio, enquanto futebolista e treinador. Para Nandinho, é bom “voltar a uma casa que conheço, onde fui feliz e, acima de tudo, é um clube que me diz muito. Foram oito anos e meio de ligação a este clube. Quatro e meio enquanto jogador, quatro enquanto treinador. É sempre bom voltar onde somos acarinhados. Isso não significa que as coisas são mais fáceis ou que temos a vida mais facilitada. A exigência é sempre a mesma, o rigor, a ambição, essa vai estar sempre presente. E não pode ser de outra forma. Apesar de ser um ano atípico, é um ano difícil para o clube mas também sabíamos, quando abraçámos este projeto, que as coisas são assim. Por isso mesmo, se calhar, a motivação também é grande para tentar dar a volta e tentar fazer com que esta equipa e este plantel cresça para outra dimensão, para acompanhar aquilo que vai ser o crescimento do clube, certamente, nos próximos anos.

“São jovens que têm um sonho” (Nandinho)

O plantel é constituído, maioritariamente, por jovens. O clube estará inserido num quadro competitivo totalmente diferente e “fora de normal”, com os jogos sem pontos em disputa. Como será o grau de exigência para com esses jovens?

Nandinho salienta que será “o máximo”. “A exigência, a motivação vai estar sempre presente. Tem que ser máxima. Não pode ser de outra forma. São jovens, é verdade, mas que têm um sonho e para alcançarem esse sonho só trabalhando nos limites, só dando o máximo, querer evoluir a cada treino, a cada jogo para chegarem a patamares que eles também ambicionam. Por isso mesmo, nós estamos aqui para ajudar, para lhes dar ferramentas para que possam crescer, para que possam evoluir, para atingirem aquilo que é a 1ª divisão, a 1ª liga, com este clube ou sem ser no clube. Mas essa é a exigência. Apesar de ser um quadro competitivo diferente para nós, como sabemos, essa exigência, ambição, até porque temos que honrar aquilo que é a história de um clube com quase 100 anos de existência, que tem um historial que fala por si e, por isso e por si só, já é exigência que nos obriga a ter, a cada dia, aqui no clube”.

Apesar dos oito anos e meio de Gil Vicente, Nandinho tem vontade de escrever uma nova página na história do clube gilista.

“Não sei trabalhar sem ambição, sem objetivos grandes e que sejam exequíveis, porque não estamos aqui para alimentar sonhos que não são alcançáveis, como é óbvio. Somos muito realistas e queremos continuar, acima de tudo, a pautar o nosso trabalho com muito profissionalismo, humildade e dedicação porque, independentemente de termos feito aquilo que fizemos aqui no clube, isso faz parte do passado, está feito. Queremos reescrever outra história, noutros contextos, e este ano é um contexto diferente. Por isso, por si só, temos tido, e foi o que disse ao grupo no balneário, que este é um ano bom, também, para escrevermos uma história porque é um ano difícil para o clube. É um ano em que o clube se está a reerguer e eles, porque vai haver um dia em que se vai falar que o Gil Vicente esteve um ano no CNS, que não valia pontos. Mas eu quero que se fale dessa equipa como uma equipa que ia para os jogos, mesmo não tendo pontos em disputa, mas que queria ganhar, que tinha ambição, que proporcionava bons jogos, que os jogadores mostravam, realmente, capacidade e valor. É isso que nós queremos. Por isso mesmo, voltar a reescrever a história é, a cada jogo, mostrarmos, realmente, a qualidade da equipa e que o clube está vivo e que vai voltar ao lugar que merece”, salientou Nandinho.



“É nestes momentos que se veem os verdadeiros adeptos do clube” (Nandinho)

Por fim, o novo técnico gilista deixou um apelo aos adeptos, no sentido de continuarem a apoiar a equipa, principalmente porque o clube está a passar por uma fase menos boa e conturbada da sua história.

Nandinho afirmou que o plantel conta com a presença dos adeptos nos jogos e nos treinos. “Que continuem a apoiar apesar de este ano ser um ano difícil. Acho que é nestes momentos que se veem os verdadeiros adeptos do clube. Aqueles que gostam mesmo do clube. Sei, também, que a direção fez um esforço para ir de encontro àquilo que são as exigências desta época, de forma a que os nossos sócios, os nossos adeptos, venham dar apoio. E também para criar uma dinâmica para aquilo que vai ser o ano zero. Eu acho que se conseguirmos este ano, juntamente com os nossos adeptos, criar realmente esta força, é muito mais fácil, depois, para aquilo que vem, que é o futuro do clube”, concluiu.

Jogos do Mundial são transmitidos no Campo 5 de Outubro, em Barcelos

Junho 28, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

A Câmara Municipal de Barcelos disponibiliza um ecrã gigante, no Campo 5 de Outubro, onde a população pode assistir a todos os jogos do Campeonato Mundial de 2018, que está a decorrer na Rússia.



Esta iniciativa do Município tem-se revelado um êxito, registando muito boas assistências, sobretudo nos jogos da Seleção Nacional, em que o público chegou às centenas.

O ecrã gigante no Campo 5 de Outubro permite a visualização dos jogos do Mundial num ambiente festivo, de salutar convívio e de muita emoção.

No sábado, às 19h00, Portugal defronta o Uruguai, em jogo dos oitavos de final da competição, prevendo-se uma grande adesão e, em caso de vitória da Seleção Nacional, um agradável ambiente de festa.

Até 15 de julho, dia em que termina o Campeonato do Mundo de Futebol, todos os jogos da competição serão transmitidos em direto.

Fonte e fotos: CMB.

FC Oliveira vence Taça Cidade de Barcelos no desempate por penalidades

Junho 3, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto port barcelosnahorabarcelosnahora

Foram precisos 120 minutos e penaltis para se conseguir encontrar o vencedor deste ano da Taça Cidade de Barcelos, no futebol popular. Num Estádio da Devesa, em Galegos Santa Maria, com cerca de 3 mil pessoas, o Remelhe e o Oliveira proporcionaram um grande jogo de futebol a quem assistiu. No fim, venceu o Oliveira, no desempate por grandes penalidades.



Em jogo arbitrado por José Manuel Carreira, o Remelhe, treinado por Miguel Campos, alinhou com Igor Dantas, Tone Gomes, Barrega, Rafa, Gonçalo, Queirós, Lucas, Hugo, Vilas, Neves e Jorge Gomes. No banco estavam Nuno, Ricardo Rocha, Fábio, Dennis Campos, Marcelo Bessa, Pedro Santos, Hugo Vilaça, Dany e Armindo. Ricardo Rocha, Fábio, Dennis Campos e Hugo Vilaça ainda foram a jogo.

Já o Oliveira, treinado por Ricardo Escudeiro, alinhou com Flávio, Gui, Marco, Mosca, Toya, Capela, Sono, Brás, Russo, Telmo e Bruno. No banco estiveram Caixinhas, Luís, Cistas, Esteves, Seven, Ricardo, Paulinho e Rosendo. Luís, Seven, Ricardo e Rosendo ainda entraram na partida.

O jogo foi repartido, com o Remelhe a entrar melhor, obtendo o golo após marcação de um canto. A bola é metida na área e Lucas, num cabeceamento que fez com que a bola realizasse uma trajetória em arco, batendo Flávio e abrindo o marcador para os homens de Remelhe, aos 25 minutos. A equipa que terminou em 3º lugar no campeonato da 1ª divisão e que foi a menos batida, ganhando mesmo o epíteto de “defesa de betão”, adiantava-se no marcador e terminava a primeira parte por cima do jogo e do adversário.

Na segunda parte, o Oliveira, que terminou o campeonato na 14ª posição, veio diferente, mais combativo e a tentar dar a volta à situação. Na marcação de um livre direto, à entrada da área, Sono rematou forte e certeiro, batendo Igor Dantas e restabelecendo a igualdade. O jogo ficou repartido, com ambas as equipas a lutarem pela vitória. O Remelhe ainda acertou duas bolas nos ferros da baliza do Oliveira mas o tempo regulamentar chegou ao fim com um empate a 1 bola.

Durante o prolongamento, com várias paragens por lesão, principalmente, por cãibras, as equipas equipararam-se na procura, não só do golo da vitória, mas também, e a partir de determinada altura, de não o sofrerem, levando ao desfecho que começava a pairar na Devesa: o desempate por grandes penalidades. E assim foi.

No penaltis, o Oliveira foi mais feliz e aproveitou o único penalti falhado pelo Remelhe, por Barrega, para vencer o desempate e a Taça, com Brás a marcar a penalidade da confirmação da vitória dos homens do Oliveira. Foi um final “dramático” de um jogo em que ambas as equipas não mereciam perder. No entanto, teria que haver um vencedor.

De referir que a “Festa da Taça” não se limitou a este grande jogo. Antes do início do mesmo, a Associação de Futebol Popular de Barcelos entregou os prémios individuais e as taças de campeões e de participação do futebol popular sénior e camadas jovens. Ao intervalo, reconheceu algumas entidades que têm colaborado e contribuído para a difusão e crescimento do futebol popular barcelense, onde se incluía este jornal, que aproveita o ensejo para agradecer à Associação por essa lembrança.

Uma palavra aos adeptos de ambas as equipas, que proporcionaram um espetáculo digno de se ver.

Penta xau, Penta Ciau

Junho 1, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião port barcelosnahorabarcelosnahora
Hugo Pinto

E é isto, meus amigos. Em jeito de “balanço & contas”, resta-nos dizer adeus ao penta e…olá a um novo. Esta época não ganhámos nada. Zero. “Bola”. Pelas mais variadíssimas razões, que passo a enunciar:



Termino como comecei. O campeão determina-se na pré-epoca. Esta é, cada vez mais, uma fortíssima convicção de que ninguém me demove. Desde as contratações cirúrgicas à clareza tática que a equipa denota, cedo se adivinha como a época vai decorrer. Percebe-se pela forma como o conjunto se coloca, pela forma como procuram os colegas para fazer o passe, pelo pressentir do desenrolar de cada jogada, se uma equipa já joga futebol ou ainda anda a jogar ao “meiinho”. E nos últimos anos, infelizmente, o Benfica tem feito pré-épocas muito fraquinhas. Se na primeira a “culpa” foi do Jesus, já a mesma desculpa não cola para as segundas e terceiras temporadas do Rui Vitória. E se em 2016/2017 entrámos mal e conseguimos correr atrás do prejuízo, o mesmo não se pode dizer de 2017/2018. Não só o plantel foi muito mal compensado pelas perdas de jogadores essenciais (bem vendidos, diga-se) como, insisto, o treinador não tem mãos para o Ferrari. Pah, não tem!

Além disso, esta época também foi pródiga em azares. Pizzi, em baixo de forma, deixou a equipa sem maestro. Entretanto, aparece um “primeiro violino” a pegar na batuta, Krovinovic, e lesiona-se também, ao fim de uns poucos jogos. Como se não bastasse, nos jogos essenciais que não podíamos perder, ficámos sem o Jonas, também por lesão. É muito azar!

Será só azar? Então e a estrutura? Como é que um jogador se lesiona e vai eternamente para o departamento médico? Demorando eternidades a recuperar e a reganhar ritmo de jogo? E o trabalho preventivo das lesões? Enfim. Muito culpei Rui Vitória. Mas a direção do clube tem muito para rever. (Rui Costa, onde estás?)

Para a próxima época…tudo na mesma. Mesmo treinador. Mesma direção (com a mesma orientação estratégica). Nada de contratações “de peso”. Guarda-redes é uma incógnita. Nem o Rui Faria foram buscar. Não. Preferem aquele yes man que diz sim a tudo. Mesmo que o deixem com um plantel formado pelo Emplastro, o Barbas, o Paulinho e o Quim da Esquina.

É triste. Mas não antevejo nada de bom (que angústia).

Um forte abraço a quem foi seguindo esta coluna.

Um obrigado pela oportunidade ao Barcelos na Hora. Que nunca pare de crescer.

Muita força ao nosso Gil Vicente.

Até Sempre!

Por: Hugo Pinto*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Foi na Luz que ganhámos o campeonato

Junho 1, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião port barcelosnahorabarcelosnahora
Vítor Sá Pereira

Olá, caros leitores!

Antes de começar a minha última crónica, quero muito agradecer ao BnH a oportunidade que me dá de todas as semanas exprimir a minha paixão pelo FCP.



Esta última crónica é em jeito de balanço da época que terminou. Confesso que fiquei contente com a escolha de PC para o treinador do Porto. Mais do que um treinador, nós precisávamos de alguém que injetasse mística, agressividade, querer, ambição e que voltássemos a ser Porto o mais rapidamente possível. Não tínhamos mais margens de erro para experimentar “flopategos, peseiros, espíritos santos”, etc. SC foi a escolha certa, no lugar certo e na altura certa. Mas depois também pensei: que jogadores lhe podemos dar já que o momento económico do FCP era péssimo, fruto do fair-play financeiro da UEFA, etc. Eis que a genialidade de SC faz recuperar, animicamente, jogadores que estavam emprestados e que, muitos deles, em tempos, se recusavam em voltar ao Porto. Isso, acrescentado à base que já tínhamos, podia ser uma fórmula boa para fazer um campeonato em que pudéssemos ser campeões.

Desde a pré-época que sentia que este plantel e equipa técnica tinham algo de especial e que podíamos ser uma agradável surpresa. O plantel era curto, as soluções não eram muitas mas foi dando para o gasto. Fomos ganhando jogos atrás de jogos, a confiança ia aumentado, o Dragão enchendo e o sonho começava a ganhar forma. Há uma frase de SC, no final do Sporting 0 – FCP 0, em que ele diz, no meio da roda do staff e equipa: “Com esta atitude vamos ser campeões”. Aquilo marcou-me e fez-me sorrir porque tínhamos de volta o verdadeiro FCP. Gostava da forma como jogávamos, éramos objetivos e verticais, fortes defensivamente e extremamente focados e unidos. Prova disso, foi terminarmos a primeira volta em primeiro lugar, na Liga dos Campeões, nas Taças da Liga e de Portugal.

O mercado de inverno não foi nada útil. Fomos pedir jogadores emprestados ao Tondela, Portimonense, à segunda liga francesa (coisa que nunca vi no FCP) e nenhum deles acrescentou nada. Fiquei a pensar de quem seriam essas escolhas, se da SAD ou da equipa técnica. Mas esse era um sinal de que não havia dinheiro para compras. Eis que chega o momento crítico da época. Depois de estarmos 5 pontos à frente dos rivais, aparecem, inexplicavelmente, duas derrotas: uma com o Paços e outra com o Belenenses! Não quero escalpelizar essas derrotas, mas confesso que, na altura, “atirei a toalha ao chão” porque vi que tínhamos perdido o estofo e confiança de campeão e que as pernas já faltavam.

Tudo isto, poucas semanas antes de irmos à Luz, e sem Marega e Danilo. Já pairava em ambiente de crise até porque tínhamos saído da Liga dos Campeões de uma forma pesada mas que em nada tirou o brilho da nossa participação. Eis que chegamos à Luz em segundo lugar e, passados 90 minutos, saímos em primeiro. E foi o golo do nosso capitão que, com um forte remate, derrubou “toupeiras”, “vouchers”, “rumos aos pentas”, etc…Foi na Luz que ganhámos o campeonato, não matematicamente, mas praticamente. Até final, foi um passeio de classe, de tranquilidade, de confiança, onde ganhámos todos os jogos até final, sem facilitar um único só.

E assim, o FCP se sagrou campeão nacional, de uma forma categórica, brilhante e sem espinhas!

Os mais da equipa, na minha opinião, foram: Ricardo Pereira, Marcano, Felipe, Alex Telles, Herrera, Brahimi, Aboubakar, Tiquinho – a espaços – e, quem diria: “Marega”.

Os menos: José Sá (que teve uma oportunidade de ouro para se afirmar no clube e seleção e “borrou-se”), Osório, Paulinho, Waris, Corona – podia ser mais – e Óliver (que demora a justificar a compra de 20 milhões).

Revelação: Diogo Dalot.

Pilar: Sérgio Conceição.

Que o FCP volte forte em 2018-2019, porque todos nós “queremos o Porto novamente campeão.”

Obrigado a todos pela atenção.

Boas férias e Força Portugal!

Por: Vítor Sá Pereira*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

 

Rescaldo da época

Junho 1, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião port barcelosnahorabarcelosnahora
Ricardo Moreira

Bem-haja, caros leitores do BnH!

Esta foi a época desportiva mais “feia” de que tenho memória!

Problemas constantes, quer desportivos, quer culturais, sociais, estruturais e financeiros. Alguns, até, criados para alimentar a “máquina”. (negócio futebol)

É o futebol do “vale-tudo”! (infelizmente, esta época o meu Sporting Clube de Portugal também muito contribuiu para que assim fosse)



Uma época desportiva feita de “bate-boca”. Demasiada conversa, demasiados programas desportivos, onde se falou demais, de tudo, menos do jogo.

E-mails, suspeições constantes, denúncias anónimas, agressões, violência, falta de civismo, falta de fair-play, mau perder, fanatismo puro, procura de favorecimentos, corrupção.

Problemas antigos, com capítulos novos, e que merece, no mínimo, reflexão profunda.

Até o nosso Gil Vicente, que por causa deste futebol “sem rei, nem roque”, deste futebol de “favores”, está constantemente a ser prejudicado, de forma tão injusta e ingrata, que inexplicavelmente tem agora pela frente um “ano zero”!?

O futebol português “bateu no fundo”!

Acordem “senhores do futebol”, antes que seja tarde demais!

Esta época, que agora terminou, infelizmente, apesar de pelas piores razões, foi uma época para nunca mais esquecer!

Sempre fomos um Clube de nível! Estes últimos tempos vivemos situações que nem ao “diabo” lembra! É hora de “lamber” as feridas!

E não sei não, se o pior no meu Sporting Clube de Portugal não está, ainda, para vir! Algo que seria inimaginável.

Que a próxima época desportiva seja completamente diferente, para melhor! (bem é preciso, para bem do Futebol Português e de quem, realmente, ama o desporto)

Parabéns a todos os vencedores, reconhecimento aos vencidos!

Obrigado a todos os que leram as minhas crónicas, de livre e espontânea vontade.

Foi um prazer escrever no BnH.

Bem-haja a todos e até qualquer dia.

Bom Mundial!

Desporto é Vida! Vive o Desporto com “Respect” e “Fair-Play“!

Por: Ricardo Moreira*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Final da Taça Cidade de Barcelos é já amanhã em Galegos Santa Maria

Junho 1, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto port barcelosnahorabarcelosnahora

Amanhã, pelas 17h00, o Estádio da Devesa, em Galegos Santa Maria, recebe mais uma grande final da Taça Cidade de Barcelos, que coloca frente a frente as equipas do Remelhe e do Oliveira.



Mas a festa da Taça e do futebol popular de Barcelos, organizada pela Associação de Futebol Popular (AFP) de Barcelos, com o patrocínio do Município de Barcelos, não terá apenas a vertente do futebol praticado dentro das quatro linhas.

Pelas 15h30, a AFP de Barcelos irá entregar os prémios e troféus relativos à última temporada, assim como, irá reconhecer algumas entidades.

Dinis Cruz (Carapeços /benjamins), Guilherme Martins (Macieira/infantis), Paulo Rosa (Carapeços/iniciados), ARC Sequeade (2ª divisão) e Igor Dantas (Remelhe/1ª divisão), irão receber o prémio de Melhor Guarda-Redes.

Rafael Alves (Carapeços/benjamins), Gonçalo Ferreira (Carapeços/infantis), David Pinto (Carapeços/iniciados), Rodrigo Oliveira (Paradela/iniciados), Davide Santos (Fonte Coberta/2ª divisão), Luís Sousa (Leões da Serra/1ª divisão) e Rui Santos (Leocadenses/1ª divisão), recebem o prémio de Melhor Marcador.

Cristelo (2ª divisão) e Pedra Furada (1ª divisão) recebem o Prémio Fair Play (equipa). Já Carlos Barros (UCR Aborim) recebe o de Dirigente Exemplo. O prémio Árbitros Melhores Classificados vai para José Carreira (1º), Rui Torres (2º), César Picas (3º), Carlos Machado (4º) e Sérgio Ferraz (5º).

As entidades que serão alvo de reconhecimento e agradecimento serão o Conselho de Arbitragem da AFP Barcelos, o Conselho de Disciplina da AFP Barcelos, Barcelos na Hora, Rádio Barcelos, Rádio Cávado, Jornal de Barcelos, Barcelos Popular, Programa “Pé na Bola”, da Rádio Barcelos, blogue “Domingo às 10”, Núcleo de Árbitros de Barcelos, Santa Maria FC e Bombeiros de Barcelos.

Imagem: AFPB.

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