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LEDMAN LigaPro

Gil Vicente derrota FC Porto B e conquista Taça Crédito Agrícola

Agosto 9, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

O Estádio Cidade de Barcelos foi ontem palco do jogo de apresentação do Gil Vicente Futebol Clube, que mostrou aos presentes o seu novo plantel sénior e a sua nova equipa feminina. O adversário dos seniores foi a equipa do FC Porto B, que disputará a Ledman LigaPro.



O plantel gilista, que irá disputar o Campeonato de Portugal, sendo que os seus jogos não valerão pontos, é constituído por um rol de jogadores bem jovens, sendo o mais “velho” Rui Faria, barcelense de 26 anos e capitão de equipa. Depois, tem quatro jogadores com 18 anos.

Plantel do Gil Vicente FC:

Guarda-Redes

30 – Wellington (BRA), 23 anos, ex-Marítimo;

13 – Rafa Pires, 20 anos;

1 – Vítor Brasil (BRA), 25 anos, ex-Barra da Tijuca;

77 – Marco Espindola (COL), 20 anos, ex-Orsomarso.

Defesas

2 – Bruno Morais, 20 anos, ex-Montalegre;

4 – Pedro Araújo, 18 anos, ex-júnior;

15 – Rui Faria, 26 anos;

21 – Henrique Brito, 21 anos;

66 – Junior (NIG), 20 anos, ex-Vila Real;

5 – Kiko, 19 anos, ex-júnior;

23 – Edwin Vente (COL), 21 anos, ex-Salgueiros.

Médios

20 – Ramalho, 19 anos, ex-júnior;

6 – James Arthur (GAN), 20 anos;

31 – Tiger, 19 anos;

16 – Juan Ruiz (COL), 18 anos, ex-júnior;

99 – Ahmed Isaiah (NIG), 22 anos, ex-Vilaverdense;

8 – Tiago Gomes, 24 anos, ex-Gondomar.

Avançados

11 – Joãozinho, 18 anos, ex-júnior;

88 – Tanko (NIG), 20 anos, ex-Vila Real;

22 – Bruno Lopes, 20 anos, ex-Forjães;

90 – Silas (NIG), 22 anos, ex-Marinhense;

10 – Rui Gomes, 20 anos, ex-Guimarães B;

7 – Dimba (BRA), 25 anos;

9 – Gabriel (COL), 18 anos, ex-Boca de Bello.

A equipa técnica é liderada por Nandinho, tendo como treinadores-adjuntos Eurico Pinhal e Sá Pereira; treinador de guarda-redes, Rui Costa; observador/analista, José Barbosa; preparador físico/recuperador, Jorge Castro; e diretor desportivo, Tiago Lenho.

À exceção de dois guarda-redes (Rafa Pires e Marco Espindola), todos os jogadores do plantel atuaram no relvado, sendo que alguns entraram no início da 2ª parte e, ainda no decorrer desta, foram substituídos.

Já o FC Porto B alinhou de início com Mbaye, Diogo Bessa, Diego Landis, Pedro Justiniano, Inácio, Lameira, Romário Baró, Moreto Cassamá, Tony Djim, Madi Queta e Emerson. Durante o encontro, entraram Rui Pires, Matos, Irala, Rui Moreira, João Mário, Rui Costa, Luizão e Rúben Macedo. Esta equipa é treinada por Rui Barros.

A equipa de arbitragem foi dirigida por André Duarte, sendo assistido por Antonino Faria e Hernâni Barbosa.

O Gil Vicente entrou a “todo o gás”, marcando logo aos 5 minutos por intermédio de Joãozinho, num golo de belo efeito. Surgiu na cara de Mbaye e, sem tremer, fez um “chapéu” ao gigante senegalês do FC Porto B. Dois minutos depois, na sequência de um canto, os gilistas quase marcam de novo. O jogo foi decorrendo, com jogadas de ambas as equipas a não resultarem em golo. O Gil Vicente parecia mais ligado ao jogo, defendendo-se muito bem, enquanto a equipa B portista trocava bem a bola no miolo, mas era inconsequente na frente, não criando muitas situações de grande aperto para a baliza de Vítor Brasil. Foi assim que se chegou ao intervalo, com sinal mais para os gilistas e vantagem merecida ao intervalo: 1-0.

No decorrer deste intervalo, o Gil Vicente aproveitou para apresentar a sua nova equipa feminina (algumas jogadoras não conseguiram marcar presença), que irá disputar o campeonato nacional da 2ª divisão, num projeto em parceria com a Casa do Povo de Martim.

Como seria de esperar, o intervalo “trouxe” muitas substituições para ambas as equipas. O FC Porto B entrou melhor, mais pressionante e acutilante. Aos 8 minutos, num desentendimento de Wellington (agora “dono” da baliza gilista) e um seu colega de equipa, deixou Lameira com a baliza pela frente, apenas com o guardião brasileiro como obstáculo. Tentei imitar Joãozinho, no lance do primeiro golo, mas “deu-se mal” e atirou ao lado. Foi uma ocasião flagrante, daquelas de deixar um treinador com os “cabelos em pé”.

O jogo mudou de toada e o Gil Vicente estabilizou, tomando conta dos acontecimentos. Numa jogada de ataque rápido, Tanko surge a grande velocidade na cara de Mbaye que acabou por derrubar o nigeriano. O árbitro, talvez por ser um jogo amigável, “perdoou”, pelo menos, o 2º amarelo ao guarda-redes portista. Na marcação do penalti, o novo número 9 gilista, Gabriel, não tremeu e concretizou o 2-0 para os da casa.

No entanto, cerca de 7 minutos volvidos, também num ataque rápido, Rui Costa, que tinha entrado na 2ª parte e está num bom momento de forma nesta pré-época, reduziu para os forasteiros, sendo que o resultado não mais se alterou. Assim, o jogo terminou com a vitória do Gil Vicente, por 2-1, que levou à conquista da Taça Crédito Agrícola deste ano.

Uma palavra para a claque gilista Nação Barcelense, que foi inexcedível no apoio à equipa, demonstrando que não será porque o Gil Vicente FC irá disputar um campeonato “menos apelativo” e sem pontos em disputa que deixará de ter apoio incondicional.

Fotos: BnH e GVFC.

Gil Vicente termina Ledman LigaPro com empate em Massamá

Maio 13, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

O terreno do Real Sport Clube foi o palco para o jogo da última jornada da Ledman LigaPro, com o Real local a defrontar o Gil Vicente FC, num jogo que terminou empatado a 1 golo.



Fábio Piló (AF Leiria) foi o árbitro, coadjuvado por José Mira e José Luzia, com Tiago Pinto como 4º árbitro.

O Real Massamá alinhou com Patrick Costinha, Diogo Coelho (Carlitos, 83’), Basso, Eduardo, Paulinho, Cazonatti (Gildo, 72’), Tiago Morgado, Cele (Kikas, INT), Jefferson Nem, Marcos Barbeiro e Vinícius. No banco ficaram Luís Ribeiro, Sabry, Abdoulaye e Abou Touré.

Já o Gil Vicente alinhou com João Costa, Ricardinho, Sandro, Vítor Tormena, Henrique Brito, Alphonse (Marco Abreu, 87’), Jonathan Rubio, Tiger (Reko, 63’), Camara (João Vasco, 79’), James Igbekeme e Dimba. No banco ficaram Rafa Pires, Rui Faria, André Fontes e Frédéric Maciel.

O resultado ficou “fechado” logo no início do jogo, num espaço de 2 minutos e por intermédio de dois brasileiros. Primeiro, foi Dimba a abrir o marcador para os gilistas, aos 10 minutos. No minuto seguinte, Vinícius restabeleceu a igualdade e o resultado final.

As estatísticas mostram que o Gil Vicente teve mais posse de bola (51%-40%), mais cantos a favor (8-6) e mais cartões amarelos: Sandro (59’) e Reko (74’) – pelos gilistas –; Basso (16’), pelos de Massamá, que tiveram mais remates (7-6).

Com este resultado, ambas as equipas, já despromovidas, ficaram a fechar a classificação geral final. Em último, Real, em penúltimo, Gil Vicente. O Sporting B e o União da Madeira acompanham estas duas equipas na despromoção.

Imagem: GVFC (alterada).

Gil Vicente, já despromovido, perde em casa com o Covilhã

Maio 6, 2018 em Atualidade, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Disputou-se, hoje à tarde, no Estádio Cidade de Barcelos, o jogo a contar para a 37ª jornada da Ledman LigaPro, que opôs o Gil Vicente FC ao Sporting da Covilhã, com o resultado final a marcar a vitória para os forasteiros por 0-1.



O jogo foi arbitrado por António Nobre (AF Leiria), coadjuvado por Miguel Aguilar e Pedro Martins, com Pedro Ribeiro (AF Aveiro) como 4º árbitro.

A equipa do Gil Vicente alinhou com João Costa, Ricardinho, Sandro, Vítor Tormena, Henrique Brito, Reko, James Igbekeme, Jonathan Rubio (Tiger, 86’), Frédéric Maciel (Camara, 65’), Aldair (João Vasco, 65’) e Dimba. No banco ficaram Rafa Pires, Rui Faria, Alphonse e André Fontes.

Já o Sporting da Covilhã alinhou com Vítor São Bento, João Dias, Joel, Zarabi, Reinildo (Índio, 88’), Makouta, Gilberto Silva, Fatai (Abalo, 94’), Paulo Henrique, Renato e Adul Seidi (Onyeka, 74’). No banco ficaram Igor Araújo, Phiri, Vitó e Gerson Silva.

A equipa de José Augusto, o Covilhã, começou com o “pé no acelerador” e logo no primeiro minuto obrigou João Costa a uma grande intervenção para parar o remate de Makouta. O Gil Vicente respondeu com um cruzamento de Ricardinho para James Igbekeme mas este demorou muito tempo e permitiu o corte de Joel.

O restante da primeira parte foi dividido, com muita bola a meio-campo, com um ligeiro ascendente da equipa gilista, que quis sempre assumir as despesas do jogo, com a turma da Covilhã a optar, preferencialmente, pelo jogo direto.

Ao intervalo, foram homenageados os iniciados do Gil Vicente, que se sagraram, esta jornada, Campeões Regionais. O Presidente do Gil Vicente, Francisco Dias da Silva, entregou uma medalha de campeão a cada um dos atletas.

O início da segunda parte foi apático por parte de ambas as equipas. O Covilhã chegou ao golo, aos 58 minutos, na sequência de um pontapé de canto, cobrado por Fatai, com o cabeceamento do argelino Zarabi, em que João Costa toca, ainda, no esférico com a ponta dos dedos, mas esta acabou mesmo por entrar (veja o lance).

Após o golo forasteiro, o Gil Vicente procurou, insistentemente, o seu golo, mas sempre de forma lenta e previsível, tentando chegar perto da baliza do Covilhã, com o guarda-redes Vítor São Bento a não ter qualquer intervenção assinalável.

O jogo terminou com os jogadores, e os cerca de 300 adeptos do Sporting da Covilhã, em clima de festa pela conquista da vitória, que fez com que a equipa serrana desse um importante passo rumo à manutenção, “bastando-lhe” pontuar no último jogo, em casa, frente ao Penafiel. Já o Nacional foi confirmado, hoje de manhã, como campeão da Ledman LigaPro.

As estatísticas do jogam mostram um Gil Vicente com mais posse de bola (61%-39%), mais faltas cometidas (21-17) e mais remates (9-5), com o Covilhã a ter mais cantos (11-4) e mais jogadores admoestados com cartão amarelo (1-0), no caso João Dias, o único “amarelado” da partida.

Duas curiosidades que este jogo juntou: ambos os guarda-redes titulares das duas equipas eram barcelenses e o 4º árbitro era homónimo do treinador do Gil Vicente, Pedro Ribeiro.



Na última jornada, o Gil Vicente desloca-se a Massamá para defrontar o Real local, domingo, dia 13 de maio, pelas 16h00.

Fotos: Gonçalo Santos.

Pedro Ribeiro, treinador do Gil Vicente: “Temos a nossa honra e dignidade e vamos mantê-las”

Maio 5, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Na passada quinta-feira, em conferência de imprensa, o treinador do Gil Vicente FC, Pedro Ribeiro, abordou a atual momento gilista e o próximo jogo da equipa, já amanhã, pelas 16h00, no Estádio Cidade de Barcelos, frente ao SC Covilhã.



Com um ar mais abatido, como seria de esperar, Pedro Ribeiro salientou que a semana iniciou com mais tristeza pela situação em que a equipa está neste momento. No entanto, fez questão de esclarecer que em termos de trabalho estava a correr bem, diariamente, e que se tinham aplicado na preparação do jogo de amanhã. “Independentemente de tudo, somos profissionais, temos a nossa honra e dignidade e vamos mantê-las até ao último segundo da época”, reforçou.

Instado a fazer uma análise aos cerca de dois meses e meio à frente do grupo de trabalho, o treinador gilista referiu que, quando cá chegou, encontrou “um grupo desacreditado, descrente daquilo que estava a fazer, desanimado com a situação atual”, entendendo que, globalmente, esta época não tenha sido a melhor para os jogadores. Ressalvou que situações externas também podem ter influído no rendimento da equipa.

Mais uma vez, Pedro Ribeiro fez questão de salientar que o trabalho deste grupo está e ficará inacabado no que diz respeito a esta época. Houvesse mais jornadas para disputar, estivesse a Liga a meio ou a começar e o Gil Vicente iria “consolidar o jogo conforme o temos feito” e aquelas infelicidades e, por vezes, “também falta de competência por não conseguir fazer um golo” iriam ser ultrapassadas. O treinador gilista fez questão de incidir a atenção nos últimos 11 jogos da equipa gilista, em que defrontaram seis candidatos à subida, sendo que dois, na sua ótica, provavelmente até o irão conseguir, e contra dois que não estavam na zona de despromoção. Por tal, foram sempre jogos muito difíceis contra adversários fortes e muito competentes. “O percurso não foi fácil”, ressalvou, sendo que, “tirando um ou outro momento, fomos sempre uma equipa que discutiu o jogo com toda a gente”, que passou a ser uma equipa “que acredita, que luta até ao último segundo. Conseguimos virar resultados a jogar com menos um, conseguimos voltar a ganhar, conseguimos voltar a marcar”, mas, infelizmente, “não tem sido possível traduzir em resultados, mais vezes, aquilo que acontece em campo, porque a equipa tem estado sempre consistente, cada vez mais madura e a criar oportunidades de golo. Mas depois, factualmente, não temos atingido os pontos que acho que seriam justos para o que temos feitos nestes dois meses e meio”. Terminou, salientando que irão “encarar estes dois últimos jogos com o máximo de profissionalismo e competência”.

Quanto ao futuro, Pedro Ribeiro deixou no ar a sua continuidade à frente dos desígnios da equipa de futebol, sendo que o futuro no Gil Vicente, e do Gil Vicente, é “um futuro incerto”. No entanto, terão que “ir preparando o futuro da melhor maneira”, sendo que já estão a “preparar a próxima época, mesmo com os condicionalismos que temos”, referiu.

O treinador gilista quis, também, defender o seu grupo de trabalho. “Incomoda-me a suspeição que foi criada à volta do grupo de trabalho, que não era constituído por gente séria, que tanto fazia ganhar oi perder. É manifestamente mentira. Não tenho uma vírgula a apontar sobre o profissionalismo, dedicação, honra e humildade do grupo de trabalho. É triste que isso aconteça”, concluiu.

Por fim, sobre o próximo adversário, o SC Covilhã, trata-se de “uma equipa que ainda não tem a ‘vida resolvida’. Está a lutar pela manutenção. Está bem orientada, com bom treinador, com jogadores experientes e que vem cá com o intuito de procurar pontuar e de nos complicar a vida. Independentemente de tudo, nós vamos encarar o jogo para ganhar os 3 pontos, não tenho dúvidas nenhumas. Obviamente, com mais tristeza mas a aplicação é a mesma e a minha satisfação por ser o líder deste grupo desde o dia zero até ao dia de hoje é a mesma. O orgulho de ser treinador do Gil Vicente cresceu. Sinto-me motivado e que o meu percurso no Gil Vicente está a começar. Conseguiremos, juntos, ganhar muitas vezes e atingir os objetivos que o clube pretende”, terminou.

 

Gil Vicente derrotado por 1-0, em Viseu, acaba despromovido

Abril 29, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

O Estádio do Fontelo recebeu o jogo a contar para a 36ª jornada da Ledman LigaPro, que opôs o Académico de Viseu e o Gil Vicente FC.



Arbitrado por Bruno Rebocho (AF Lisboa), coadjuvado por António Franco e Nuno Ferreira, com Nuno Miguel Roque (AF Coimbra) a 4º árbitro.

Manuel Cajuda fez alinhar Jonas Mendes, Kiko, Bura, Fábio Santos, Joel (Rui Miguel, 80´), Capela, Zé Paulo (Barry, 69’), Avto, Sandro Lima, João Mário (Tarcísio, 74’) e N’Sor. No banco ficaram Peçanha, Bruno Sousa, Filipe Ferreira e Lucas.

Já Pedro Ribeiro fez alinhar João Costa, Alphonse, Sandro, Vítor Tormena, Henrique Brito, Jonathan Rubio, Reko, James Igbekeme, Camara (André Fontes, 69’), Aldair (Frédéric Maciel, 88’) e João Vasco (Dimba, 78’). No banco ficaram Rafa Pires, Miguel Abreu, Rui Faria e James Arthur.

Apenas dois jogadores foram admoestados com amarelo, um para cada equipa. Avto (75’), pelos viseenses, Sandro (55’), pelos gilistas.

Apesar de mais posse de bola (51%-49%), os gilistas ficaram atrás dos viseenses nos remates (9-7) e cantos (5-4), com empate nas faltas (17).

O jogo ficou decidido aos 85 minutos, com o ganês N’Sor a marcar o único golo do jogo, que ditou a derrota dos gilistas e “afundou” o Gil Vicente FC na classificação, deixando os gilistas a 8 pontos da linha de água, e confirmando a sua descida de divisão.

Imagem: GVFC (alterada).

Pedro Ribeiro sobre jogo com o Académico: “Vamos com tudo a Viseu para tentar ganhar o jogo”

Abril 28, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Pedro Ribeiro, treinador do Gil Vicente FC, lançou o jogo de amanhã, pelas 16h00, em Viseu, frente ao Académico local, a conta para a 36ª jornada da Ledman LigaPro.



Salientando que encaram o jogo com a máxima responsabilidade, não escondeu que sentem a pressão do jogo, de tentar conquistar os três pontos. Confidenciou que a equipa sente que o campeonato deveria estar a começar agora, “porque estamos bem, consistentes. Estamos, cada dia que passa, com melhor qualidade de jogo”, sendo que, “apesar da situação atual não ser a melhor, a equipa tem trabalhado muito bem, de forma alegre, porque quando damos tudo em termos de treino, em termos de jogo, é assim que temos que estar. De cabeça levantada porque só isso é que nos vai permitir chegar a Viseu e tentar discutir os três pontos”, ressalvou.

Por falar em Viseu, sobre o próximo adversário, o Académico, Pedro Ribeiro referiu que esta é uma equipa que está na luta pela subida desde o início da época, “bem orientada, recheada de bons jogadores, que tem um estilo de jogo bem definido e que está totalmente identificado por nós, pela equipa técnica”. Por outro lado, “os jogadores conhecem bem o adversário” e esperam “um jogo muito competitivo, que será, com certeza absoluta, discutido a cada segundo”, ressalvando que “a equipa que estiver mais concentrada durante os 90 minutos, de certeza absoluta, terá mais condições para ganhar no fim”. A expectativa da equipa gilista é que consiga manter aquilo que tem feito muito bem nos últimos jogos e consiga “acrescentar uma ou outra coisa que não está a surgir. A questão da finalização, do último passe, que naturalmente tem a ver com questões de confiança que não se verificam em situação de treino mas em situação de jogo é normal que o jogador sinta, num ou noutro momento, essa falta de confiança”, retorquiu. Entretanto, o treinador acredita que “estes nove pontos que estão em disputa são nove pontos possíveis de ser alcançados por nós. É essa a minha convicção e do grupo. Vamos com tudo a Viseu para tentar ganhar o jogo”, afirmou.

A equipa é constituída por “um grupo de homens que se motiva autonomamente”, sendo óbvio que a equipa técnica também procura fazer um trabalho a esse nível. “Não é só fazer um trabalho dentro de campo, é também intervindo em termos mentais, de motivação. Sinto que a equipa está focada, motivada naquilo que é o nosso objetivo. Continuamos a acreditar e não vamos, de todo, baixar os braços. Vamos discutir o jogo, não tenho dúvidas nenhumas. Confiamos que domingo, ao final da tarde, estamos numa posição melhor do que a que estamos neste momento, pelo menos em termos pontuais, que nos permita, nos dois jogos que ficarão a faltar, discuti-los e procurar a manutenção, que é esse o nosso objetivo”, afiançou.

Sempre salientando que não pretende falar do passado, Pedro Ribeiro não deixou de expressar que, “vendo a  evolução da equipa, a forma como os jogadores treinam, como jogam, como tentam por em prática, no terreno de jogo, aquilo em que nós acreditamos, eu, como treinador, gostava que o campeonato continuasse porque sinto que a equipa está a evoluir e que esta evolução vai estagnar com o término do campeonato. É apenas e só essa a minha reflexão. Aquilo que eu e o próprio grupo sentimos é que se o campeonato tivesse mais jornadas, se estivesse a começar, provavelmente iríamos fazer outro tipo de classificação. É natural que eu me sinta assim. É evidente que o passado já não interessa porque está lá atrás. A única coisa que eu disse, e acho que é factual, é que se esta média pontual que estamos a alcançar tivesse sido alcançada desde o início da época, a situação do clube não seria a atual. Mas é uma questão factual, não estou a voltar ao passado. Estou apenas a refletir aquilo que é uma época na sua globalidade e é assim que tem que ser avaliada, agora que estamos a caminhar para o final dela”, disse.



Para o jogo de domingo não poderá faltar à equipa a capacidade de finalização, que faltou frente ao Nacional, na última jornada. “A minha expectativa, enquanto treinador, é que consigamos manter a qualidade exibicional, a concentração. Neste momento somos uma equipa muito mais madura, durante os noventa e cinco, noventa e seis minutos que um jogo de futebol tem. A minha expectativa é que consigamos colocar em prática aquilo que fazemos no treino em termos de finalização e consigamos fazer golos, porque tenho a certeza de que se fizéssemos um golo ao Nacional, e bastava um, com certeza que o resultado teria sido justo. Porque não foi justo, atendendo àquilo que se passou em campo e à qualidade de ambas as exibições. O Nacional é primeiro, com todo o mérito. É uma equipa muito forte. O Viseu é uma equipa que se preparou, claramente, para a subida de divisão. Vamos defrontar um adversário que é, também, muito forte. Mas nós também somos fortes e temos mostrado isso jogando contra equipas que estão a lutar pela subida de divisão, recheadas de bons jogadores. Leixões, Nacional, Arouca, Penafiel, equipas muito fortes, mas o Gil Vicente tem mostrado que não é inferior a essas equipas. Mas sabemos o contexto em que estamos e queremos reagir, queremos ganhar pontos, queremos ganhar os nove pontos que faltam e, no final, tentar alcançar aquilo que é o nosso objetivo, deste final de época, que é o único possível, que é a manutenção”, referiu Pedro Ribeiro.

Por fim, e por cumprirem castigo por acumulação de amarelos, os defesas Ricardinho e Luiz Eduardo são os únicos indisponíveis para o jogo de amanhã, no Estádio do Fontelo.

Gil Vicente empata a 0 com líder Nacional da Madeira

Abril 22, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

O relvado do Estádio Cidade de Barcelos recebeu mais um jogo do Gil Vicente FC, desta feita, a contar para a 35ª jornada da Ledman LigaPro, com a equipa barcelense a receber o líder da Liga, Nacional da Madeira, tendo o jogo terminado empatado a 0.



Pedro Ribeiro fez alinhar João Costa, Ricardinho, Vítor Tormena, Luiz Eduardo, Gabriel (Luís Tinoco, 87’), Reko, Camara, James Igbekeme, Jonathan Rubio (Alphonse, 80´), Aldair (Dimba, 76’) e João Vasco. No banco ficaram Rafa Pires, Sandro, André Fontes e Frédéric Maciel.

Já Costinha fez alinhar Daniel, Plange, Felipe Lopes, Júlio César, Mauro Cerqueira, João Camacho (Medeiros, 66’), Mateus Silva (Diego Barcellos, 66’), Christian, Murilo, Ricardo Gomes e Vítor Gonçalves (Kaká, 89’). No banco ficaram Framelin, Diego Silva, Witi e Róchez.

O jogo foi arbitrado por Cláudio Pereira (AF Aveiro), coadjuvado por Marco Vieira e Carlos Campos, com Márcio Torres como 4º árbitro.

Este foi um jogo em que ambas as equipas se equipararam e equilibraram, com o Nacional a parecer ter sido surpreendido, na 1ª parte, pela postura do Gil Vicente, que demonstrou em campo, ao longo do jogo, que a sua posição na tabela não corresponde mesmo com o futebol que apresenta.

Ricardinho (57’), Gabriel (69’), Luiz Eduardo (82’) e Reko (86’) foram os “amarelados” do Gil Vicente; Plange (45’), Ricardo Gomes (69’) e Felipe Lopes (72’) foram os do Nacional.

O jogo terminou com os gilistas a terem mais posse de bola (57%-43%), mais faltas cometidas (23-19) e mais cantos a favor (6-5). Já os madeirenses fizeram mais remates (10-7).

Na próxima jornada, dia 29 de abril, pelas 16h00, os gilistas deslocam-se a terras de Viriato para defrontar o Académico de Viseu.

Pedro Ribeiro sobre jogo frente ao Nacional: “O Gil Vicente vai defrontar a melhor equipa do campeonato”

Abril 21, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Em conferência de imprensa, na última quinta-feira, o treinador do Gil Vicente lançou o jogo de amanhã, frente ao líder Nacional, no Estádio Cidade de Barcelos, pelas 11h15, com transmissão em direto na Sport TV.



Sobre o adversário de amanhã, Pedro Ribeiro considera que os gilistas vão defrontar a melhor equipa do campeonato. Pelo menos, a classificação assim o diz. Para ele, “quem está em primeiro é sempre a equipa mais forte. Temos que respeitar aquilo que a classificação nos diz semanalmente. Mas de facto, e analisando a equipa do Nacional, é uma equipa que está muito bem. É inquestionável. Está há 12 jogos sem perder. Nos últimos 21 perderam um jogo. É uma equipa que está num ótimo momento, num momento muito bom. Tem mais-valias individuais e será um jogo muito competitivo, muito bem disputado”.

Sobre o que falta jogar nesta Ledman LigaPro, Pedro Ribeiro referiu que “faltam 4 jogos, 12 pontos em disputa. Queremos disputá-los com toda a determinação, empenho e profissionalismo. No final, vamos fazer as contas para perceber em que posição é que ficamos”, sendo que os últimos resultados não abalaram a equipa. “O trabalho está a ser feito como sempre. A preparação do jogo está a ser bem realizada. Conhecemos bem o adversário. Conhecemos aquilo que queremos fazer em jogo. O facto de estarem 12 pontos em disputa só nos motiva em tentar conquistá-los. É essa a minha ambição e é essa a ambição do grupo de trabalho”.

Instado a falar sobre os momentos que se seguiram ao empate a 1 em Aveiro, frente à Oliveirense, em que a equipa gilista sofreu o golo do empate aos 92 minutos, o treinador do Gil Vicente confessou que “é natural que exista desânimo no final do jogo. Sentimos que durante os noventa e qualquer coisa minutos fomos superiores à equipa da Oliveirense. Mas o facto é que só trouxemos um ponto de Aveiro e isso deixou-nos tristes porque fizemos tudo para trazer os três pontos. A equipa jogou bem, foi madura, soube gerir os tempos de jogo e teve personalidade. Foi pena aquela situação ao minuto 92. É demasiado penalizadora para aquilo que aconteceu em campo. Em termos de motivação, é natural que se tivéssemos conquistado os três pontos, estaríamos mais satisfeitos. Não há como fugir disso. Mas não altera a nossa motivação em relação àquilo que falta jogar do campeonato, os 4 jogos em questão, os 12 pontos que queremos conquistar, o máximo de pontos possíveis. Sempre foi assim e sempre assim será até ao final da temporada”.

A situação do clube ainda não é clara no que concerne à próxima temporada. Isso também pesa na mente do grupo de trabalho. “Nenhum treinador pensa apenas no presente. Pensa no presente e perspetiva sempre aquilo que será o futuro, fundamentalmente, o futuro próximo. A próxima época está a ser trabalhada dentro dos condicionalismos que é possível, atendendo ao contexto em que estamos inseridos. É evidente que se essa situação fosse clara, poderia trabalhar de outra forma. Não é. Neste momento é uma situação que não é totalmente clara e isso traz algumas consequências em termos imediatos. Mas a nossa concentração e o nosso foco não está aí. É evidente que existe essa preocupação. Mas o foco principal, total é aquilo que falta jogar este ano”.

Finalmente, Pedro Ribeiro deixou algumas palavras para os adeptos, para os barcelenses, principalmente, sobre aquilo que podem esperar da equipa para o que resta da Liga. “Nós sentimo-nos muito mais confortáveis tendo o apoio dos barcelenses. As pessoas que venham cá ao estádio e que nos apoiem em casa e fora. Aquilo que lhes posso dizer, e prometer, é a máxima dedicação da minha parte, da minha equipa técnica, do clube, dos jogadores, de toda a gente, no sentido de honrar o emblema que representamos. É isso que o grupo de trabalho tem feito, independentemente das injustiças que têm acontecido, de um ou outro resultado que não tem sido aquele resultado que nós queremos. A época está a ser uma época desgastante. Uma época com muitas situações que não são as que nós queríamos. Mas nós continuamos a trabalhar diariamente com afinco, com profissionalismo. Damos o máximo de nós pelo clube. Aquilo que lhes posso dizer, que posso solicitar, é que nos apoiem e continuem a apoiar, conforme nos apoiaram quando saímos do estádio para o jogo em Aveiro, em que estiveram cá um conjunto de famílias, um conjunto de barcelenses, elementos da claque, apoiantes, que nos transmitiram o carinho que sentem por nós, pelo clube. Isso só nos ajuda, só nos motiva ainda mais a lutarmos pelo clube com toda a determinação que temos feito”.



Central brasileiro Luiz Eduardo sente que a equipa tem qualidade para dar a volta

Também em conferência de imprensa, o central Luiz Eduardo também abordou o jogo de amanhã e os que restam jogar.

“Ainda temos 12 pontos em disputa. Temos que encarar os jogos da mesma forma, procurando os três pontos. Temos feito bons jogos. Temos tido dificuldades nalguns momentos mas o trabalho tem sido bem feito. Durante a semana, nós fazemos tudo para que dê tudo certo no fim de semana. São 4 jogos importantes. Temos que aliviar um pouco a pressão. Sabemos que a nossa situação é difícil mas sabemos a nossa qualidade e que podemos dar a volta”, salientou.

Sobre a sua experiência em Barcelos e em Portugal, o defesa referiu que se sente “bem em Barcelos. Nestes dois anos que estou cá não tive nenhum problema. A minha família gosta muito da cidade e do país. Para mim, foi muito boa a transição do Brasil para a Europa”.

Sobre o empate do último jogo, Luiz Eduardo fez questão de salientar que se fosse noutras circunstâncias, esse empate até poderia não ter sido mau. “Noutras ocasiões, o empate não seria tão mau. Foi fora de casa mas da forma que foi, foi um pouco difícil. Estávamos a menos de 2 minutos. Mas não abanou a confiança. A confiança está a mesma. Sabemos a qualidade de cada um e confiamos em cada jogador para ultrapassar a situação em que estamos hoje”.

Finalmente, sobre o Nacional, considera uma equipa difícil, que vem fazendo bons jogos e está há muitos jogos sem perder. “Mas estamos a trabalhar a semana toda para conhecer a equipa deles. Sabemos o que temos que fazer para realizar um bom jogo e alcançar a vitória e os três pontos, que é o mais importante para o Gil Vicente neste momento”, terminou.

 

Gil Vicente sofre golo ao “cair do pano” e empata com Oliveirense

Abril 15, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Foi ao 92º minuto do jogo que o Gil Vicente FC sofreu o golo do empate, caindo por terra as esperanças gilistas de trazer de Aveiro uma vitória. O marcador assinalou 1-1 no final deste jogo que opôs a equipa de Barcelos e a UD Oliveirense, no Estádio Municipal de Aveiro, a contar para a 34ª jornada.



A Oliveirense alinhou com Júlio Coelho, Ricardo Tavares (Fati, 39’), Sérgio Silva, João Sousa, Alemão, João Amorim (António Oliveira, 63’), Filipe Gonçalves, João Mendes (Cuero, 77’), Serginho, Diogo Valente e Riascos. No banco ficaram Victor Jenné, Rafa, Clayton e Sérgio Ribeiro.

Já o Gil Vicente alinhou com João Costa, Ricardinho (Luís Tinoco, 85’), Vítor Tormena, Luiz Eduardo, Gabriel, James Igbekeme, Reko, Camara (Frédéric Maciel, 80’), Aldair (Jumisse, 91’), Jonathan Rubio e João Vasco. No banco ficaram Rafa Pires, Sandro, Dimba e André Fontes.

A equipa de arbitragem foi dirigida por Bruno Esteves (AF Setúbal), coadjuvado por Rui Teixeira e Rui Cidade, tendo como 4º árbitro, Rui Mendes (AF Santarém).

Jogando em casa, a Oliveirense ficou por cima nas estatísticas de jogo, com mais posse de bola, mais remates e mais cantos. No entanto, os gilistas marcaram primeiro, por intermédio do defesa-central brasileiro Vítor Tormena, aos 31 minutos. Como referido, apenas aos 92 minutos de jogo, a equipa da casa conseguiu empatar, pelo colombiano Cuero, entrado pouco menos de 20 minutos antes.

Na disciplina também houve empate. Mas neste caso, a dois. Amarelos para Filipe Gonçalves (69’) e Alemão (86’), pelos da casa; Luiz Eduardo (33’) e Jumisse (94’), pelos gilistas.

Com este empate, a saída da zona de despromoção fica mais difícil, porque para além de não ter ganho o jogo, o Gil Vicente ainda viu a primeira equipa acima da linha de água (SC Braga B) vencer, aumentando a diferença para 5 pontos. Na próxima jornada, dia 22 de abril, pelas 16h00, os gilistas têm mais um teste dificílimo, contra o líder destacado da classificação, o Nacional da Madeira, em jogo a disputar no Estádio Cidade de Barcelos.



Familiares e amigos despedem-se dos jogadores à partida para Aveiro

Entretanto, num ato de união, carinho e motivação em volta da equipa, dezenas de familiares e amigos dos jogadores organizaram uma surpresa, despedindo-se deles à partida para Aveiro, hoje de manhã.

Foram momentos de emoção e de união, com o treinador Pedro Ribeiro a dirigir algumas palavras a todos os presentes, mostrando-se orgulhoso por pertencer a este clube e prometendo força e vontade de vencer por parte da equipa.

Fotos: GS.

 

Gil Vicente: treinador Pedro Ribeiro e médio Reko falam sobre jogo de amanhã

Abril 14, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

O Gil Vicente desloca-se amanhã a terras aveirenses para defrontar a UD Oliveirense, em jogo a contar para a 34ª jornada da Ledman LigaPro.



Em conferência de imprensa, o treinador do Gil Vicente, Pedro Ribeiro, afirmou que a equipa vai abordar o jogo com a mesma determinação, crença e profissionalismo com que tem abordado os últimos jogos, sendo que nem sempre os resultados são os desejados, nomeadamente, nestes dois últimos que resultaram em duas derrotas. “Antes de tudo, representar o Gil Vicente. O grupo quer reagir o mais rapidamente possível. Preparámos o jogo da mesma forma, com o máximo afinco, a máxima determinação, na procura do resultado”, afirmou, convictamente, o treinador.

Os jogos já efetuados na “era Pedro Ribeiro” não estão isentos de erros dos jogadores, aquilo a que o treinador gilista gosta de apelidar como “o que nós controlamos”. Assim, é pretensão da equipa corrigir esses erros para poderem estar “na disputa dos três pontos em Oliveira de Azeméis”.

Sobre o próximo adversário, Pedro Ribeiro salientou que é uma boa equipa, que não começou bem a época mas que tem estabilizado, progressivamente, quer na tabela classificativa, quer em termos exibicionais. “É um adversário extremamente difícil e competitivo”, avisou.

A equipa tem tido momentos de maior tensão, que levaram, por vezes, a erros “capitais”. O treinador compreende isso mas alerta que os jogadores não podem estar tão ansiosos e sentirem-se tão pressionados. “O jogo de Oliveira é muito importante mas não o podemos encarar como algo definitivo porque isso vai virar-se contra nós”, disse.

Para os próximos jogos, a equipa tem ambição de não sofrer golos e marcar mais. No entanto, Pedro Ribeiro deixou uma certeza, “a equipa vai continuar a revelar a vontade e atitude para tentar ganhar os jogos. Tem carácter, com jogadores motivados para lutar pelos três pontos em todos os jogos. Nós vamos continuar a disputar os três pontos em todos os jogos”, concluiu.



Reko: “Queremos reagir e queremos mostrar que somos capazes”

Já o médio Reko, salientou que a motivação da equipa “já vem de há algum tempo. Queremos reagir e estamos com vontade de ajudar o clube a atingir os objetivos”.

O médio admitiu que este “ano as coisas começaram por correr bem mas a dada altura começaram a piorar. É uma época com várias fases e várias etapas e nós estamos a tentar mudar esta nossa etapa”, sendo que “já fizemos coisas boas esta época, já mostrámos que somos capazes”.

Também ele instado a abordar o próximo adversário, salientou que a “Oliveirense é uma boa equipa, que subiu no ano passado. Tem feito um bom campeonato. Nos últimos cinco jogos ganhou três, dois dos quais em casa. Tem feito muitos golos. Sabemos que é uma equipa que tem jogadores muito rápidos na frente”. No entanto, o enfoque dos jogadores gilistas está em si mesmos. “Nós temos é que olhar para nós, para os nossos argumentos, que nos preocupar em fazer as coisas bem-feitas e vamos para lutar pelos três pontos. É um jogo que é mais uma oportunidade para podermos reagir àquilo que tem sido estes dois últimos jogos, que foram menos bons. Mas não é pelo resultado ter sido menos bom que nós não fizemos coisas bem-feitas, porque fizemos”, disse.

Por fim, abordando a posição do Gil Vicente na tabela classificativa, Reko afirmou que os jogadores não gostam de estar naquela posição. “Já por isso é que vamos reagir. A tabela classificativa não reflete aquilo que é o nosso grupo. Temos um grupo muito bom. Os resultados não têm sido positivos. Mas o grupo é muito bom. Temos jogadores com muita qualidade e nós vamos encarar estes cinco jogos como uma oportunidade para mostrarmos isso, para mostrarmos que somos capazes e que este grupo não merece estar na posição em que está”, terminou.

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