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Livro

Projeto do Mestrado de Ilustração e Animação, do IPCA, integra campanha de prevenção da violência contra crianças da APAV

Outubro 21, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura, Educação, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

A Escola Superior de Design (ESD) e o Mestrado de Ilustração e Animação (MIA) do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) participaram na mais recente campanha da APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima. A campanha pretende, através do livro “A Estrela de Klahan”, sensibilizar para a prevenção da violência contra crianças.



Coube a Pedro Emanuel Santos, no âmbito do projeto desenvolvido no 2.º ano do MIA, desenvolver as ilustrações e o design do livro. O convite endereçado a Pedro Emanuel surgiu por parte da autora Ana Paula Figueira. “A Ana Paula é uma autora com quem eu já trabalhava em alguns projetos quer a nível de design, quer a nível de ilustração. Temos, também, algumas parcerias em que ela escreve a crónica e eu faço a ilustração”, referiu Pedro Emanuel, que aceitou o convite de imediato.

Como o tema a ser desenvolvido no livro “A Estrela de Klahan” era, do ponto de vista teórico, do interesse do mestrando para a sua pesquisa, propôs-se que o mesmo fosse desenvolvido no âmbito do projeto final do Mestrado em Ilustração e Animação do IPCA, tendo como tema “O contributo da Ilustração na comunicação de questões sociais – sensibilização do público infantil, através do álbum ilustrado”, sob orientação do professor Jorge Pereira.

Sendo o principal objetivo do livro sensibilizar o público infantil em relação à violência, Pedro Emanuel adianta que optou por testar as ilustrações bem como o livro através da metodologia de focus group: “O trabalho teve uma componente metodológica para desenvolver. Não interessava apenas um livro lúdico, mas sim um livro que sensibilizasse e esse era o meu grande objetivo”. Para isso contactou a ASAS (Associação de Solidariedade e Ação Social de Santo Tirso), onde o Pedro Emanuel Santos já tinha desenvolvido vários trabalhos como voluntário. Pedro salienta que com a ajuda de auxiliares e psicólogos da associação, foi possível testar o livro junto das crianças, e assim chegar à conclusão que de facto a mensagem estava a ser transmitida não apenas através do conto, mas sobretudo através da ilustração: “O trabalho de campo foi muito importante para perceber se as ilustrações funcionavam, e ser esta associação teve ainda mais peso porque as crianças da ASAS também se encontram em risco”.

A APAV optou por desenvolver um projeto de sensibilização pensado para ser implementado localmente, neste caso concreto, em Vila Real. Para isso, através de uma parceria com a Fundação Jumbo para a Juventude, iniciaram o projeto Junt@s na Prevenção da Violência. Foi no seguimento destas acções que a APAV decidiu produzir este livro infantil.

O livro “A Estrela de Klahan” foi apresentado no Jumbo de Vila Real, contando com a presença dos autores Ana Paula Figueira, Pedro Emanuel Santos e Gil do Carmo (autor da versão áudio do conto), bem como responsáveis da Fundação Jumbo para a Juventude e da APAV e ainda com 120 crianças do 1º ciclo.

Fonte e fotos: IPCA.

Livro “Territórios Vinhateiros de Portugal” é apresentado amanhã em Barcelos

Setembro 6, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora




Amanhã, dia 7 de setembro, pelas 15h30, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Barcelos, realiza-se a apresentação do livro “Territórios Vinhateiros de Portugal”, que contará com a presença, entre outros, do Presidente da Câmara, Miguel Costa Gomes, e do secretário-geral da Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV), José Arruda, que apresentará a obra. Miguel Costa Gomes, que fará uma intervenção sobre a importância da presença do território nesta publicação. A apresentação terminará com uma prova de vinhos.

A Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV) está a assinalar os seus 10 anos de atividade com o lançamento do livro “Territórios Vinhateiros de Portugal”. A obra tem sido apresentada um pouco por todo o país.

Em 360 páginas ilustradas, esta obra identifica os atuais 77 municípios vinhateiros associados, caracteriza os seus produtos enológicos e dá a conhecer as potencialidades turísticas de cada território.

Barcelos não poderia deixar de integrar esta obra que percorre as diversas regiões vitícolas portuguesas – Bairrada, Verdes, Douro, Dão, Beira Interior, Tejo, Lisboa, Península de Setúbal, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira.

No livro, o território é apresentado por Miguel Costa Gomes, como “um concelho marcado pela cor, vida e cultura, onde a vinha, o vinho e o mundo rural são parte da sua identidade e convivem numa harmonia perfeita entre a tecnologia e a tradição”. Acrescenta, ainda, que “desta união, surgem deliciosos vinhos verdes, espumantes e aguardentes tranquilas, repletos de originalidade resultantes das características do solo, do clima e da peculiaridade das castas e da arte do cultivo da vinha”.

No artigo, com quatro páginas dedicadas a Barcelos e ilustrado por imagens que convidam a uma visita, são destacados os grandes produtores da região e os eventos relacionados com o vinho.

A obra tem uma componente solidária. Por cada livro vendido a AMPV vai entregar 2,5 euros ao Fundo Financeiro de Solidariedade pelas vítimas dos grandes incêndios que devastaram Pedrógão Grande.



A AMPV foi criada em 2007 e apresenta-se como porta-voz de todos os municípios com vincada tradição vitivinícola. Desenvolve ações e atividades de interesse comum a todos os seus municípios associados a nível local, nacional e europeu e tem como missão a afirmação da identidade histórico-cultural, patrimonial, económica e social dos municípios portugueses e dos territórios ligados à produção de vinhos de qualidade.

Fonte e imagem: CMB.

Foto: DR.

Apresentação do livro “Bons Diabos” adiada

Agosto 5, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora

O Teatro de Balugas, em nota enviada a este jornal, informa que a apresentação do livro de fotografias “Bons Diabos”, da autoria de Paulo Alegria, foi adiada. A nova data será divulgada oportunamente.

Leia, na íntegra, a nota do Teatro de Balugas, assinada por Cândido Sobreiro:

«Por motivo de força maior, a apresentação do livro “Bons Diabos” que teria lugar no dia 6 de agosto, pelas 21h30 horas, no adro da Igreja Românica de São Martinho de Balugães (Barcelos), foi cancelada. Oportunamente será comunicada uma nova data.»



Teatro de Balugas apresenta livro de fotografia “Bons Diabos”, de Paulo Alegria

Julho 31, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora

No próximo dia 6 de agosto, domingo, pelas 21h30, o Teatro de Balugas apresenta, no adro da Igreja Românica de São Martinho de Balugães, o livro de fotografia “Bons Diabos”, de Paulo Alegria.

Este livro é o resultado do encontro, de apenas um dia, do fotógrafo Paulo Alegria com o grupo Teatro de Balugas. Um conjunto de fotografias que mostram a dedicação e o envolvimento do coletivo de teatro na preparação do evento num palco improvisado pelo próprio elenco, no adro da velha igreja de São Martinho de Balugães.

Nas palavras de Raul Pereira, “observando o elenco, enquanto este deitava mãos à obra e tornava palco o adro da igreja românica de São Martinho de Balugães, as imagens extraídas trazem-nos o Vale do Neiva, essa terra antiga de onde o teatro popular nunca desapareceu e onde permanecem intactos os espaços onde ele acontecia.

A peça apresentada, que é uma adaptação para teatro de rua do Auto dos Bons Diabos, obra de Cândido Sobreiro, é um forte testemunho de que os “Balugas” constroem muito mais do que singelas encenações: é que, nas suas peças, o Alto Minho emerge inteiro, como região em que a permanente dicotomia entre aceitação e recusa foi sempre o gérmen criador da nossa identidade.

O entusiasmo instala-se peça e livro adentro, quando nos apercebemos que as novas gerações retiveram um dos mais sábios ensinamentos: que um futuro interessante e suportável só surgirá da enxertia da planta do presente no sólido fuste do passado”.

O Teatro de Balugas foi fundado em 2007, o Teatro de Balugas inspira-se na cultura popular do Minho. É teatro feito na aldeia, acreditando que este trabalho comunitário manterá viva a identidade desta, enquanto espaço de criação, numa luta contra o desaparecimento do mundo rural, da festa feita nas terras pelas gentes que contavam apaixonadamente as suas crenças, tradições e costumes, de uma certa ideia de progresso que não serve homens nem comunidades. É uma história escrita por artistas anónimos que pisam o palco de balugas ou borzeguins, botas altas com atacadores, de onde deriva o topónimo da aldeia de Balugães.




Já o autor, Paulo Alegria, nasceu em 1970, em Oliveira de Azeméis, mas vive e trabalha em Viana do Castelo. Autor do livro Romeiros, um retrato contemporâneo das pessoas que se deslocam às romarias alto-minhotas e responsável pela cinematografia do filme Alto do Minho, um trabalho documental sobre a identidade do povo da mesma região. Foi-lhe atribuída uma bolsa pela Estação Imagem, em Mora, onde desenvolveu um intenso trabalho fotográfico próximo da população do concelho alentejano, documentando o seu associativismo, que resultou no livro Cultura Magra. Recentemente, integrou uma exposição coletiva itinerante no norte de Portugal e na Galiza, promovida pela DRCN, no âmbito do programa Rota das Catedrais, com um trabalho desenvolvido na Sé Catedral de Lamego. Formou-se em Design Gráfico e passou por outras áreas do conhecimento, como a Arquitetura, a Educação Visual, a Gravura, a Serigrafia e a Fotografia.

 

Fonte e fotos: TB.

Livro “Pela poesia é que vamos” apresentado na Biblioteca Municipal

Junho 14, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora

No dia 16 de junho, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal de Barcelos, a professora e historiadora Inês Martins de Faria apresenta o seu livro, intitulado “Pela poesia é que vamos”. A apresentação estará a cargo de Teresa Duarte.

A sessão, de entrada livre, contará ainda com um recital de poesias cantadas, cantigas populares e declamação de poesia. “Pela poesia é que vamos” é um livro de poesia dividido por cinco temas, “Um entre todos, homens e Deus”, “Entre terra, céu e mar”, “Ânsias”, “Esperando, mas caminhando” e “Enfim…amor e saudade”, constituído por estrofes livres, sem versos, nem rimas definidos, e por sonetos.

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Inês Martins de Faria nasceu, e cresceu, entre cestos de ervas e espigas de milho a debulhar, saídas dos campos de Curvos, freguesia de Esposende. E cresceu um pouco mais, chamando os “bois pela soga”, em tardes sem escola, ouvindo atentamente os pais e os oito irmãos mais velhos e sentindo-se mestra dos quatro mais novos.

E chorou contra as injustiças dos crescidos sobre os menores; e nisto tanto fez que fossem da família, como da sua sociedade ou doutras bem distantes. Mas também cantou a plenos pulmões, tanto nas lidas domésticas como nos trabalhos do campo, só ou acompanhada.

E foi escrevendo as suas alegrias e tristezas, mais estas do que aquelas, ao longo da vida, entre a aldeia e as cidades por onde foi passando, ou seja, da escola salazarista à mestria que a universidade lhe proporcionou. Desde há mais de 20 anos que é professora de História na Escola Rosa Ramalho e que reside neste concelho de Barcelos.

Desde muito jovem, foi-se perdendo em horas de escrita, leitura, investigação e mais escrita e nelas ficou até ser adulta, continuando pequena. Pessoas e locais entusiasmam-na. Depois de quatro obras de História Local, demográfica e de outros adjetivos, e de participações em iniciativas de outros, lançou-se agora a publicar a poesia dos seus últimos tempos, mas ainda com a mesma força dos tempos idos. Afinal, “pela poesia é que vamos”!




Já publicou os seguintes livros: “Santo André de Barcelinhos: o difícil equilíbrio de uma população, 1606-1910”, “A Igreja a Terra e os Homens. As visitas pastorais e outros achados…”, “Perto do fim. História e romance com base em testamentos (1720-1936)”, “Gente da Minha Terra. Curvos: análise demográfica e social (1596-1998)”. Concluído e a aguardar publicação, “Moure: cem anos de História (…)”.

Fonte e cartaz: Agenda Cultural da CMB.

Foto: Facebook da autora.

Apresentação do livro “Entre a Lagoa e o Canal – Caminhos Proibidos” na Biblioteca Municipal

Maio 18, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

É já no próximo dia 20 de maio, pelas 16h00, na Biblioteca Municipal de Barcelos, que se realiza a apresentação do livro “Entre a Lagoa e o Canal – Caminhos Proibidos”, de António Poças.

O livro, editado pela Chiado Editora, é um romance que trata de histórias e dramas vivos de pessoas concretas. Umas venceram; outras obtiveram o reconhecimento da sua diferença.

António Carvalho Teixeira Poças nasceu em Moreira do Castelo, Celorico de Basto, em 27 de outubro de 1945. Casou com Laura de Fátima Rocha Poças. Viveu 18 anos em Moçambique. Exerceu a profissão de empregado bancário. Estudou Teologia e Humanidades no Centro de Cultura Católica, no Porto. É diácono permanente e foi ordenado na Sé do Porto, em 26 de abril de 1992.




Em “Nota Prévia”, o autor escreve que:

“O internado de Malhangalene [Moçambique] é o ponto de partida e a charneira existencial de um grupo de amigos que empreendem direções diferentes pelos caminhos do mundo.” (…)

“O realismo das narrativas, por vezes chocante, tem a ver com o profundo sentimento humanista que preenche as cavidades mais recônditas do corpo e da alma do narrador. Se a vida é cheia de contrastes, o realismo chocante empresta-lhe essas figurações. Em vez de juízos morais, move-o muito mais a misericórdia…

Os homens e as mulheres são como são: com qualidades e defeitos e é assim que os quero aceitar, por muito que isso choque com os meus critérios e arquétipos sociais, morais, religiosos, políticos…”(…)

“Não será por acaso que hoje se fala tanto de relações incestuosas, homossexualidade, pedofilia…, cujos efeitos e mazelas graves rebentam no seio das famílias e das instituições mais insuspeitas e honoráveis…”(…)

“Casos como o Bruno, o Sidónio Martins (de alcunha ‘Lambreta’), o Calheiros (‘Labecas’, para os amigos), configuram os chamados “comportamentos desviantes” de alguns rapazes que arrastaram consigo conflitos de personalidade, que não foram resolvidos no tempo oportuno. Aqueles tempos eram outros e as ciências sociais, a pedagogia, a sociologia e a psicologia tinham ainda muito caminho a percorrer até penetrar nas obscuras zonas do subconsciente e do inconsciente humano”.

Fonte e imagem: Agenda Cultural da CMB.

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