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MEO, APAV, GNR E PSP lançam ação de sensibilização “Dê a cara por quem não pode”

Maio 11, 2020 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Numa altura em que os Portugueses passam por um período sem igual, o dever cívico de recolhimento domiciliário foi decretado em Portugal como medida de contenção da pandemia COVID-19. Se, por um lado, a quarentena tem sido uma das ações mais eficazes no combate ao vírus, por outro, torna-se uma ameaça para as vítimas de violência doméstica.



Não ficando indiferente a este contexto, a Altice Portugal e o MEO, em parceria com a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Policia de Segurança Pública (PSP), associam-se à luta contra este flagelo através de uma campanha de sensibilização, incentivando a uma maior atuação cívica.

Com o isolamento social, as situações de tensão e o número de casos de violência doméstica têm vindo a agravar-se. Urge assim, apelar a todos os Portugueses para um problema ainda mais grave durante estes tempos de isolamento.

Sob o mote “Dê a cara por quem não pode”, o MEO e três das principais entidades em Portugal no combate a este problema, apelam aos familiares, amigos ou vizinhos, bem como a outros membros do círculo próximo das vítimas, que não permaneçam em silêncio nesta altura de crise e que deem voz a quem não pode fazer por si próprio.

“Humaniza-te” volta a surgir, assim, como mote orientador desta nossa campanha, que pretende apelar a uma maior proximidade e a valores que devem ser assumidos pela sociedade. Para Alexandre Fonseca, Presidente Executivo da Altice Portugal, “este é um tema que a todos diz respeito e ao qual ninguém pode ficar indiferente. A Altice Portugal, através do MEO, tem desafiado os Portugueses a quebrarem todas as barreiras do silêncio, apelando para que se unam a favor de uma causa que é de todos. É por isso que, em conjunto com a APAV, GNR e PSP, queremos dar a voz por quem não o consegue fazer sozinho. Hoje, uma vez mais, todos juntos lutamos por um País melhor”.

“Atravessamos, atualmente, um contexto de confinamento que nos desafia diariamente a fazer mais e melhor. À semelhança do que acontece em todo o mundo, adaptámo-nos a uma nova realidade e unimos esforços para dar continuidade à nossa missão de apoiar vítimas de crime, seus familiares e amigos/as. Com esta iniciativa, voltamos a juntar-nos à Altice Portugal, à GNR e à PSP para cumprir objetivos comuns: incentivar a participação cívica de todos/as e alertar para a urgência de uma sociedade sem violência”, refere João Lázaro, presidente da APAV.

Para o Comandante-Geral da GNR, tenente-general Botelho Miguel, “a violência doméstica constitui uma preocupação prioritária da GNR, enquadrando-se esta campanha numa estratégia de consciencialização, que visa contribuir para a mudança de comportamentos da sociedade e para a progressiva intolerância social face a este flagelo”.

Para a Polícia de Segurança Pública, pela experiência acumulada de décadas de resposta emergente aos momentos mais críticos nas ocorrências de violência doméstica, reconhece o profundo impacto que este crime tem na vida das suas vítimas. Por ser praticado pelos que nos são mais próximos, pais, filhos ou cônjuges, o seu efeito é ainda mais traumático. As sensações de profunda vulnerabilidade e abandono fazem a vítima crer-se sem solução, transformando o medo comum, em pânico. No Policiamento de Proximidade diariamente efetuado, as equipas da PSP especializadas em atender e proteger vítimas de violência doméstica, trabalham incessantemente para encontrar as melhores soluções de proteção para cada caso. E mesmo durante a situação epidemiológica da COVID-19, a PSP reinventou a sua atuação, reforçando os contactos diretos com as vítimas e criando o endereço violenciadomestica@psp.pt, para que o isolamento não dificultasse a proteção que queremos dar a todos.

Sob o mote “Dê a cara por quem não pode”, o MEO lança uma campanha de comunicação multimeios, no ar entre 11 e 24 de maio. A campanha será veiculada nos meios habituais – TV, imprensa, rádio e digital – com o intuito de criar um movimento de alerta e de sensibilização em torno desta causa, incentivando a uma maior atuação cívica. O filme conta com a presença dos Embaixadores MEO – Miguel Oliveira, Frederico Morais, Carolina Deslandes, Jéssica Silva, João Sousa, Armindo Araújo, Bárbara Tinoco e Ercília Machado – que dão a cara e voz pelas vítimas.

Para assistir ao filme, aceda a: https://youtu.be/UU52REmFBCM.

Imagens: ALTICE.

COVID-19: Operadores de comunicações lançam plano para minimizar impactos

Março 21, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

“No âmbito do atual Estado de Emergência decretado pelo Presidente da República, onde os cidadãos são chamados a permanecer em casa, as empresas de comunicações eletrónicas têm uma especial responsabilidade em garantir, na medida do possível, as condições de bom funcionamento dos serviços de comunicações, em particular a clientes e entidades críticas, bem como a proteção das operações em infraestruturas cruciais”, refere nota envia às redações.



Nesse sentido, a MEO, a NOS e a Vodafone, neste momento crítico sem precedentes, decidiram unir esforços e apresentaram ao Governo um plano para minimizar os impactos da pandemia em Portugal, composto por seis eixos de atuação:

1. Manter a qualidade de serviço das redes de comunicações

2. Assegurar a capacidade de rede necessária para funções críticas do Estado

3. Promover a contenção da expansão do vírus

4. Alertar para procedimentos antifraude

5. Contribuir para o incentivo ao teletrabalho nas empresas

6. Apoiar a comunidade

Estas medidas, apresentadas pelos três operadores, estarão em vigor por tempo indeterminado e serão revistas e/ou ajustadas em função da evolução da situação.

1. Manter a qualidade de serviço das redes de comunicações

Assegurar a integridade e continuidade das suas redes e serviços para garantir o bom funcionamento das comunicações eletrónicas em Portugal é o principal foco dos operadores. Esta condição é fundamental para que os portugueses possam estar em casa permanentemente e, a partir de casa, possam trabalhar, aprender, manter contactos sociais e entreter-se, por um período cuja duração é ainda incerta.

Os operadores têm vindo a reforçar a capacidade das suas redes, de modo a orientar essa capacidade para a geografia onde os utilizadores passaram a estar, mais nas suas residências, e menos nos centros de escritórios e empresariais.

“As redes já estão dimensionadas para suportar as horas de pico e também estão preparadas para responder a um acréscimo de tráfego, nomeadamente residencial, mas é essencial realizar uma utilização responsável da Internet e de acordo com as melhores práticas, de modo a prevenir eventuais congestionamentos das redes e a perturbação dos serviços de comunicações eletrónicas essenciais para as comunicações interpessoais (voz e SMS), para o ensino e trabalho à distância” refere a nota.

As operadoras têm ainda tomado várias medidas no sentido de garantir que as suas equipas estão disponíveis, remotamente sempre que possível, e fisicamente quando estritamente essencial e viável, para assegurar a continuidade das operações e toda a assistência técnica que seja necessária.

2. Assegurar capacidade de rede necessária para funções críticas do Estado

Os operadores irão assegurar que as funções críticas do Estado mantêm total conetividade, promovendo um reforço de rede onde ele seja mais necessário, e mantendo um diálogo próximo com o Governo, no sentido de, em tempo real, manter e reforçar essa conetividade dentro dos condicionalismos existentes.

3. Promover a contenção da expansão do vírus

Os operadores têm vindo a adotar medidas que visam conter a expansão do vírus, com especial destaque para a promoção do teletrabalho constante no ponto 5, mas igualmente, no que se refere às atividades de relação com clientes. Nesse contexto, e sem prejuízo das normas legais e em particular as vigentes no período de Declaração do Estado de Emergência, os operadores recomendam fortemente a adoção das seguintes medidas enquanto se mantiver ativo o risco de contágio:

• Suspensão de toda a atividade comercial presencial;

• Restrições aos horários dos pontos de atendimento ao público (aplicável apenas no caso de imposição legal dessa obrigatoriedade);

• Promoção de uma maior racionalização da rede de lojas sujeitas à obrigatoriedade de abertura, mediante permanente avaliação perante níveis de procura, disponibilidade de recursos e cobertura geográfica;

• Rotação dos recursos de atendimento nos espaços comerciais em funcionamento, dentro das condicionantes existentes;

• Promoção e comunicação de informações e recomendações, junto dos seus colaboradores e clientes, em alinhamento com os conteúdos programáticos da Direção Geral de Saúde e outras autoridades competentes, relativamente a boas práticas de prevenção do contágio, com especial atenção à garantia de manutenção de distâncias de segurança;

• Divulgação junto dos seus colaboradores e clientes de regras de boa utilização dos serviços prestados de modo a assegurar a continuidade dos mesmos na atual situação de emergência (por exemplo, privilegiar canais digitais em detrimento dos presenciais).

4. Alertar para procedimentos antifraude

Perante a atuação de terceiros que indevidamente se intitulam como representantes dos três operadores, a MEO, a NOS e a Vodafone esclarecem sobre os procedimentos operacionais que já vigoravam, alertando para:

• Nenhum destes operadores realizará visitas presenciais, de sua iniciativa, sem um pedido prévio de assistência por parte do cliente;

• As deslocações ao domicílio dos clientes apenas se realizam por motivos de falhas técnicas e avarias, sempre a pedido próprio do cliente;

• Qualquer visita ao domicílio só acontece com agendamento prévio com o cliente, por via telefónica, através das linhas habituais;

• Todos os técnicos e equipas operacionais dos operadores estão munidos do respetivo cartão de identificação, sendo que a sua exibição deverá ser exigida pelo cliente antes de dar entrada na habitação.

5. Contribuir para o incentivo ao teletrabalho nas empresas

Com o objetivo de promover o teletrabalho, os operadores adotaram, desde a primeira hora, as seguintes práticas (que recomendam às restantes instituições públicas e privadas):

• Adoção de sistemas de VPN (redes privadas virtuais) para garantir o acesso remoto dos colaboradores aos sistemas das empresas;

• Dotação, sempre que possível, dos colaboradores com equipamentos portáteis e de serviços de acesso à Internet;

• Utilização de sistemas de segurança de acesso remoto (ex.: firewalls);

• Adoção de ferramentas colaborativas e de videoconferência.

Adicionalmente aconselham:

• Identificação das equipas/funções essenciais à continuidade do negócio;

• Implementação do teletrabalho total às equipas não essenciais;

• Implementação de teletrabalho em regime de rotatividade para equipas internas essenciais à continuidade do negócio;

• Adoção de procedimento de medição de temperatura à entrada dos escritórios;

• Definição de regras de distanciamento mínimo de 2 metros procedendo, se necessário, à redefinição dos postos de trabalho;

• Medidas reforçadas de higienização das instalações que se mantenham abertas ao público ou dos espaços de escritórios onde os colaboradores responsáveis por funções essenciais à continuidade do negócio tenham de permanecer, onde se incluem:

(i) aplicação de regras de clean desk;

(ii) disponibilização de dispensadores com desinfetantes para mãos em pontos estratégicos de circulação das pessoas (Ex.: entrada dos edifícios, elevadores, etc.), garantindo a gestão eficiente dos produtos em causa, atendendo à escassez dos mesmos e à canalização prioritária de desinfetantes para organismos de saúde;

(iii) rotinas de limpeza reforçadas aos puxadores / trincos das portas, corrimãos, botões de chamada e interiores de elevadores, máquinas de vending e outras superfícies onde o contacto físico ocorre de modo recorrente;

(iv) Portas de acesso (interiores) devem manter-se abertas para redução do contacto físico.

Além do incentivo ao teletrabalho dentro das suas organizações, e de forma a minimizar os impactos que a COVID-19 está a ter na vida dos Portugueses, os operadores MEO, NOS e Vodafone oferecem, por um período de 30 dias, 10GB de dados aos seus clientes particulares e empresariais de serviço telefónico móvel.

6. Apoiar a comunidade

Assegurar a manutenção de níveis de conetividade à comunidade é o objetivo primordial dos operadores.

Porém, conscientes do impacto radical da mudança do modo de vida, de trabalho e de ensino, resultantes do tempo de crise excecional que vivemos, os operadores, com o objetivo de minorar as consequências do isolamento, tomaram a decisão, juntamente com a Sport TV, BTV e Eleven Sports, de não cobrar a mensalidade aos clientes.

Adicionalmente, como acima identificado, os operadores anunciaram a oferta de 10GB de dados aos seus clientes de serviço telefónico móvel.

Nos esforços de apoio à comunidade escolar os operadores têm dedicado igualmente especial atenção à utilização da Internet que viabilize soluções de ensino online e à distância.

Os operadores têm, também, através dos canais digitais de contacto, como o SMS e o e-mail, informado e sensibilizado os clientes para que privilegiem a utilização dos canais digitais em detrimento dos canais presenciais.

Dependendo da evolução, os operadores estão, ainda, a articular medidas de reforço que possam contribuir para que o isolamento social permita, numa fase posterior, o mais rápido regresso à normalidade.

Imagens: DR (alteradas).

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