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Partido Social Democrata

José Manuel Fernandes nomeado relator do “Novo Plano Juncker – InvestEU”

Julho 9, 2018 em Atualidade, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

O Eurodeputado do Partido Social Democrata (PSD), José Manuel Fernandes, foi nomeado, pela Comissão dos Orçamentos do Parlamento Europeu, relator para o “InvestEU”, programa que pretende mobilizar 650 mil milhões de euros de investimentos públicos e privados, no período de 2021 a 2027.



O “InvestEU” dá continuidade ao Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos – conhecido como “Plano Juncker” – e substitui todos os instrumentos financeiros da União Europeia (UE).

A aprovação deste potente instrumento financeiro deverá concretizar-se nesta legislatura, num processo de codecisão entre o Parlamento Europeu, a Comissão Europeia e os Estados-Membros.

José Manuel Fernandes, coordenador do Partido Popular Europeu (PPE) na Comissão dos Orçamentos e negociador do Parlamento Europeu para o novo quadro financeiro plurianual 2021/2017, aponta o “InvestEU” como “uma oportunidade que não podemos desperdiçar”.

“Portugal, para além de se poder candidatar aos 650 mil milhões de euros, poderá ainda garantir diretamente mais de 50 mil milhões de euros”, avança o eurodeputado social-democrata

Para isso, de acordo com José Manuel Fernandes, Portugal deverá aproveitar a oportunidade de poder colocar no fundo de garantia do “InvestEU” até 5% dos fundos da Política de Coesão, da Política Agrícola Comum e do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas (FEAMP), o que permitiria assumir uma garantia de 4.125 milhões de euros – os quais, face ao fator multiplicativo de 13,7 previsto para o “InvestEU”, representaria um total estimado de 56.512 milhões de euros em investimento mobilizado.

“O ‘InvestEU’ será de utilização mais simples e constitui um reforço fortíssimo nos recursos financeiros da UE para a criação de emprego, apoio às empresas, promoção do empreendedorismo e da competitividade”, defende José Manuel Fernandes.

O Eurodeputado sublinha, ainda, como vantagens adicionais da utilização do “InvestEU”, o acesso à classificação de ‘Triple A’ para os investimentos aprovados, o que representa taxas de juro mais baixas nos empréstimos. Por outro lado, resolve eventuais problemas ao nível dos auxílios de Estado, uma vez que o “InvestEU” é gerido pela Comissão e está alicerçado no orçamento da UE.

O “InvestEU”

O InvestEU terá quatro domínios de intervenção: Infraestruturas sustentáveis; Investigação, inovação e digitalização; PME e pequenas empresas de média capitalização; Investimento social e competências.

Entre os critérios de elegibilidade dos projetos encontram-se a necessidade de serem economicamente viáveis e de colmatarem deficiências de mercado, não se conseguirem financiar nos mercados sem o apoio da UE e ajudarem a cumprir os objetivos estratégicos da UE, garantindo sempre um equilíbrio geográfico.

O “InvestEU” estará suportado num sistema de garantia do orçamento da UE, com 38 mil milhões de euros, aos quais se juntam os recursos em cada operação dos parceiros financeiros de cerca de 9,5 mil milhões de euros. O efeito multiplicador previsto pela Comissão para este programa, pelo tipo de projeto que deve englobar, é de 13,7 (menos do que os 15 previstos para o Plano Juncker). Desta forma, os 47,5 mil milhões de euros multiplicados pelos 13,7 darão origem aos 650 mil milhões de euros em investimento mobilizado estimado.

Com um modelo baseado no sucesso do Plano Jucker, o facto do “InvestEU” englobar todos os instrumentos financeiros da UE tem várias vantagens. Entre elas, a simplificação de processos, economias de escala, governação mais integrada e, consequentemente, maior impacto. Este programa pretende também facilitar e simplificar a utilização conjunta com outros programas da UE.

Para além do fundo “InvestEU”, este programa inclui, igualmente, a plataforma de aconselhamento “InvestEU” e o portal “InvestEU”. A plataforma de aconselhamento, que tem por base o Advisory Hub previsto no Plano Juncker, pretende prestar apoio técnico e assistência na estruturação, preparação e implementação dos projetos. Por sua vez, o portal pretende reunir os promotores dos projetos e os investidores, facilitando o contacto e oferecendo uma base de dados de fácil acesso e fácil utilização.

Fonte e foto: JMF.

 

José Manuel Fernandes apresenta recandidatura à distrital do PSD em lista única

Junho 29, 2018 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

O Eurodeputado José Manuel Fernandes encabeça a lista única que se apresenta às eleições para os órgãos distritais de Braga do Partido Social Democrata (PSD), que se realizam no próximo sábado.



Sob o lema “Manter a União, Reforçar o PSD”, José Manuel Fernandes assume como prioridade estratégica “o trabalho contínuo e articulado para o PSD vencer no distrito as próximas eleições europeias e legislativas”.

A futura Comissão Política Distrital do PSD de Braga pretende prosseguir, simultaneamente, as ações de preparação das eleições autárquicas de 2021, para reforçar o domínio social-democrata ao nível das presidências de Câmara, num distrito que apresenta os dois presidentes de Câmara do PSD eleitos com maior número de votos absolutos no país. Recorde-se, ainda, que o PSD aumentou o número de Presidências de Câmara de 7 para 9, e o número de mandatos nas assembleias municipais e de freguesia, nas últimas eleições autárquicas, sendo que Barcelos “destoou” destes resultados.

“Determinados no serviço à causa pública, assumimos objetivos ambiciosos para os próximos atos eleitorais. Serão atingidos num esforço conjunto, coeso, solidário e articulado dos nossos dirigentes e eleitos”, aponta José Manuel Fernandes.

O candidato, e atual presidente da distrital do PSD, sublinha os resultados positivos obtidos nas últimas eleições legislativas e autárquicas no distrito, onde o PSD obteve os melhores resultados a nível nacional.

“Com uma equipa com experiência, provas dadas e renovada ambição”, José Manuel Fernandes aponta como meta superar os resultados anteriores, enquanto “reconhecimento do trabalho realizado a favor dos interesses da população e do distrito”.

Reiterando “lealdade e solidariedade” com a liderança nacional do PSD e Rui Rio, o eurodeputado promete no distrito “um partido mais forte, aberto e inclusivo”, que “insiste no debate e aposta na formação política”.

Mantendo a “união”, José Manuel Fernandes acredita que são reforçados “o PSD e o distrito de Braga”.

A candidatura de José Manuel Fernandes conta com Ricardo Rio, presidente da Câmara de Braga, como mandatário. O presidente do município de Vila Nova de Famalicão encabeça a lista para a Mesa da Assembleia Distrital.

O vilaverdense Cláudio Carvalho lidera a lista para o Conselho de Jurisdição e o barcelense António Gomes da Silva preside à Comissão Distrital de Auditoria Financeira.

Na Comissão Política Distrital, continuam como vice-presidentes João Granja (Braga) e André Coelho Lima (Guimarães), enquanto Vítor Moreira (Famalicão) é o secretário e Jorge Costa (Fafe) o tesoureiro.

Como vogais, estão Benjamim Pereira (Esposende), José Novais (Barcelos) Sofia Fernandes (Famalicão), José Manuel Silva (Póvoa de Lanhoso), José Sousa (Celorico de Basto), Celeste Cardoso (Vieira do Minho), Luís Carvalho (Amares), Laura Magalhães (Cabeceiras) e António Cunha (Terras de Bouro).

Foto: JMF.

José Manuel Fernandes recandidata-se a presidente da Comissão Política Distrital do PSD de Braga

Junho 20, 2018 em Atualidade, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

Na próxima quinta-feira, o Eurodeputado e atual Presidente da Comissão Política Distrital do Partido Social Democrata (PSD) de Braga, José Manuel Fernandes, apresenta publicamente a recandidatura ao cargo que ocupa atualmente.



A apresentação realiza-se nas instalações da Distrital do PSD, na Rua Santa Margarida, em Braga, com início marcado para as 15h00.

Esta candidatura tem como mandatário Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, e com José Manuel Fernandes recandidatam-se todos os atuais líderes dos órgãos distritais do PSD de Braga, nomeadamente, Paulo Cunha – Mesa da Assembleia Distrital –, Cláudio Domingues de Carvalho – Conselho de Jurisdição – e António Gomes da Silva – Auditoria Financeira –.

Foto: DR.

Por proposta de José Manuel Fernandes, Portugal recebe 50,6 milhões de euros para as zonas afetadas pelos incêndios de 2017

Maio 31, 2018 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

O Parlamento Europeu aprovou, ontem, dia 30 de maio, a proposta do eurodeputado José Manuel Fernandes para a mobilização de 50,6 milhões de euros do Fundo de Solidariedade da União Europeia (FSUE) com vista ao restabelecimento das infraestruturas danificadas pelos incêndios de 2017 em Portugal.



O relatório foi aprovado no plenário, que decorreu em Estrasburgo, com 629 votos a favor, 21 votos contra e 9 abstenções.

Por proposta do eurodeputado do PSD, o relatório final deixa uma recomendação à Comissão Europeia para que aprove propostas de reprogramação dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI) que os Estados-Membros venham a apresentar, com o objetivo de financiar ações para a prevenção de incêndios florestais.

José Manuel Fernandes sublinha que fica lançado o desafio ao governo português e ao primeiro-ministro António Costa, que têm a responsabilidade de aproveitar a oportunidade para reforçar os recursos de apoio às vítimas e zona afetadas.

“O governo português tem a porta aberta para propor, na reprogramação do Portugal 2020, o reforço de fundos para fazer face aos prejuízos nas áreas atingidas pelos incêndios do ano passado e para reforçar a prevenção, de forma a que não haja a repetição da tragédia do ano passado. É uma questão de vontade política atendendo a que ainda faltam executar cerca de 20 mil milhões de euros. A prevenção é a melhor solução. Temos de fazer tudo para evitar a perda de vidas humanas”, sustenta o eurodeputado.

A resolução aprovada – em que se lamenta o número de vidas perdidas – exige que os montantes sejam utilizados de forma transparente, assegurando uma distribuição equitativa por todas as regiões afetadas.

“O governo deve revelar os critérios que utiliza e em que concelhos vai investir os 50,6 milhões de euros”, afirma José Manuel Fernandes, coordenador do Partido Popular Europeu (PPE) na Comissão dos Orçamentos e relator para o Fundo de Solidariedade da UE.

A proposta de mobilização do FSUE foi aprovada em tempo recorde pelo Parlamento, tendo sido apresentada pela Comissão Europeia em 15 de fevereiro, no seguimento do pedido de assistência financeira enviado pelas autoridades portuguesas em 17 de julho de 2017, atualizado em 13 de outubro e 14 de dezembro, devido a outros incêndios que deflagraram no país. Um adiantamento de 1,5 milhões de euros do FSUE foi entregue a Portugal em novembro.

A mobilização ontem aprovada prevê, igualmente, a concessão de assistência financeira à Espanha (3,2 milhões de euros), relacionada com os incêndios na Galiza, à França (49 milhões), devido aos furacões em São Martinho e Guadalupe, e à Grécia (1,3 milhões), na sequência dos sismos na ilha de Lesbos. Os montantes ficam disponíveis desde já, uma vez que também já foram aprovados pelo Conselho.

Foto: DR.

Eurodeputado José Manuel Fernandes coloca Misericórdias na linha da frente para vencer o desafio do envelhecimento da população

Maio 22, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

O Eurodeputado José Manuel Fernandes, eleito para o Parlamento Europeu pelo Partido Social Democrata, onde se encontra desde 2009, integrando o grupo parlamentar do Partido Popular Europeu, marcou presença nas comemorações dos 518 anos da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, que se realizaram no passado fim de semana.



José Manuel Fernandes acredita que as instituições particulares de solidariedade social, e de modo especial as Misericórdias, estão na linha da frente para ajudar a vencer um dos grandes desafios que a União Europeia tem pela frente: fazer face ao cada vez maior envelhecimento da população da população europeia.

Na sessão solene de abertura das comemorações, o Eurodeputado sublinhou o empreendedorismo das IPSS, num “trabalho essencial para o bem estar e o progresso social”, valorizando “a matriz cristã da identidade europeia e dos nossos valores, onde é fundamental a dignidade humana”.

“Na caminhada da vida, não podemos deixar ninguém para trás”, defendeu, numa cerimónia onde a Misericórdia liderada pelo provedor Firmino Silva homenageou o Irmão Rodrigo Amaral e os funcionários com 15, 20, 30 e 40 anos de casa.

Enaltecendo o esforço na procura de “novas soluções e superando dificuldades e limitações para poderem ajudar os outros”, José Manuel Fernandes anotou que “as IPSS, e de modo particular as Misericórdias, vão muito além do crescimento inteligente e sustentável, ao assumirem um papel insubstituível no crescimento inclusivo”.

Convidado a falar sobre “Economia Social e Fundos Comunitários”, o Eurodeputado salientou os recursos de apoio à “investigação para a inovação social e a criação de novos serviços, de forma a assegurar mais igualdade, qualidade de vida e valorização das diferentes gerações no seio das comunidades”.

Para além dos programas com verbas comunitárias geridos, nacionalmente, no âmbito do Portugal 2020 – através do qual o país recebe mais de 11,5 milhões de euros por dia no período 2014 a 2020 –, José Manuel Fernandes chamou a atenção para programas geridos, centralmente, pela Comissão Europeia, nomeadamente o Horizonte 2020 para a investigação (ao abrigo dos Desafios Societais) e o ‘EaSi’ (para o emprego e a inovação social).

Deixou, ainda, o desafio para candidaturas a instrumentos financeiros que funcionam através de empréstimos a juros mais baixos e que constituem recursos de alavancagem ao investimento, como acontece com o Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos – mais conhecido como Plano Juncker.

José Manuel reconheceu os recursos humanos de excelência que estão ao dispor da Misericórdia de Barcelos, assim como a disponibilidade de “dirigentes que dão o máximo para servir os outros”. Mas advertiu que nem sempre as IPSS têm condições técnicas para aceder a fundos importantes para cumprir, muitas vezes, requisitos impostos pela Administração Central para o cumprimento de normas, em serviços da responsabilidade do próprio Estado.

Por isso, defendeu a necessidade de serem criadas estruturas para apoio e aconselhamento técnico, uma função que deveria ser assumida também pela CCDR-N.

“São ferramentas essenciais para pôr em prática a solidariedade e a caridade, na luta contra a pobreza, a exclusão e as desigualdades sociais”, sustentou José Manuel Fernandes, lembrando que, dos 26 mil milhões de euros de fundos europeus atribuídos a Portugal para o período 2014 a 2020, no final do ano passado estavam autorizados 14 mil milhões, mas apenas estavam executados menos de 6 mil milhões para projetos de investimento.

Fotos: DR.

JSD Barcelos ajuda jovens a adquirir competências em técnicas de comunicação

Março 21, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura, Educação, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

No passado sábado, a Juventude Social Democrata (JSD) de Barcelos levou a cabo uma ação de formação, integrada no seu ciclo de formações “TransFORMA-TE”.



A sede do Partido Social Democrata (PSD) de Barcelos recebeu militantes e simpatizantes, que assistiram a duas palestras. Uma esteve a cargo de João Villalobos, especialista em comunicação institucional, issue management e gestão de crise, tendo colaborado e trabalhado na comunicação social, sendo as suas principais competências a Assessoria de Imprensa, Media Training e Gestão de Crise. Alexandre Barata, jornalista, consultor de comunicação e formador certificado foi o responsável pela segunda. Este é, também, especialista em comunicação institucional e política, com vasta experiência em gestão mediática e de crise, sendo, igualmente, adviser em comunicação para várias empresas e municípios, tendo também sido responsável pela comunicação e estratégia de comunicação de campanhas eleitorais, apresentações aos órgãos de comunicação social e conferências de imprensa.

Foram abordadas técnicas de comunicação a nível pessoa, empresarial e política. Os formadores alertaram para as novas formas de comunicação ao nível das redes sociais e quais os seus perigos. Para além disso, elucidaram a plateia sobre como funciona a comunicação a nível político em Portugal, desde a origem das fontes de informação, passando pelo tratamento dessa informação por parte dos jornalistas, até chegar à população, aos recetores da mensagem.

Em nota de imprensa, a JSD Barcelos agradece a presença de todos os militantes e simpatizantes nesta ação de formação, assim como aos formadores, que “foram exímios na exposição que fizeram”.

Lista de Delegados ao XXV Congresso Nacional da JSD eleita por unanimidade

Igualmente na tarde de sábado realizou-se a eleição de delegados ao Congresso Nacional da JSD. A lista única a votos foi eleita por unanimidade.

O XXV Congresso Nacional da JSD realiza-se na Póvoa de Varzim, entre 13 e 15 de abril de 2018, e contará com a presença de 10 delegados representantes do Concelho de Barcelos.

Fotos: JSD-B.

Em comunicado Câmara responde a críticas da Oposição sobre Opções do Plano e Orçamento para 2018

Fevereiro 3, 2018 em Atualidade, Concelho, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

Através de um comunicado, datado de ontem e enviado às redações, a Câmara Municipal de Barcelos responde às críticas levantadas pela Oposição camarária e apresenta a sua versão dos factos.



De relembrar que PSD, CDS e BTF foram muito críticos em relação à proposta das Opções do Plano e Orçamento para 2018, com, por exemplo, José Novais, segundo eleito do PSD, em conferência de imprensa, a acusar o Presidente da Câmara socialista de alterar o documento, publicando um diferente do que tinha sido aprovado. Também Domingos Pereira, primeiro eleito pelo Barcelos, Terra de Futuro, fez a mesma acusação. Entretanto, toda a vereação reuniu com os Serviços e o assunto parece ter ficado resolvido.

No entanto, quer em conferência de imprensa, quer num longo texto plasmado na sua página no Facebook, o PSD Barcelos acusou a Câmara de falta de ambição e de apresentar um documento “medíocre”, com “opções insuficientes”, “repetitivo, com erros, com projetos que transitam desde 2009 (saneamento em várias freguesias), sem ideias novas, cheio de lugares comuns…”. Também Domingos Pereira alegou que, apesar de viabilizarem o documento, este chegou tardiamente.

Outro assunto “quente” que a Oposição levantou foi relativo à interpretação de um ponto do documento, que, na ótica de José Novais, autorizaria, de forma automática, a delegação de competências no Presidente, sendo que Mário Constantino, primeiro eleito pelo PSD, discordou dessa leitura, divergindo, por tal, de Novais. Todas as forças políticas representadas na vereação camarária acusaram o PS e o Presidente de não mostrarem abertura às suas propostas, com o PSD, na referida publicação, a elencar um extenso rol de propostas e projetos que deveriam, na perspetiva dos sociais-democratas, constar no documento.



Segue-se, na íntegra, o comunicado da Câmara Municipal de Barcelos enviado às redações:

«Esclarecimento

Face às afirmações públicas dos senhores vereadores do PSD e do BTF acerca do documento das Opções do Plano e Orçamento para 2018, incluído na proposta de submissão à Assembleia Municipal, deliberada na reunião ordinária do executivo municipal no passado dia 26 de janeiro, cumpre esclarecer o seguinte:

  1. A Câmara Municipal apresentou, dentro dos prazos legais, a sua proposta das Opções do Plano e Orçamento para o ano de 2018, a fim de ser submetida à apreciação e votação da Assembleia Municipal;
  2. Os senhores vereadores dispuseram do tempo legalmente previsto para a análise da referida proposta, estando, por isso, na posse de todas as informações necessárias conducentes à votação da submissão das Opções do Plano e Orçamento à Assembleia Municipal;
  3. Durante a apresentação da proposta, os senhores vereadores tiveram oportunidade de legitimamente se pronunciarem sobre a mesma, tendo referido a existência de lapsos no documento, detetados no texto das propostas do PSD e nas Normas de Execução Orçamental;
  4. Confirmados os lapsos de paginação, concordaram os senhores vereadores proceder à votação da proposta e deixar para dia posterior a assinatura e a rubrica da proposta das Opções do Plano e Orçamento para 2018, em documento revisto e depurado de qualquer lapso;
  5. No dia 29 de janeiro, ao fim da manhã, a versão final, revista, foi colocada na plataforma eletrónica acessível aos senhores vereadores, estando, também, disponível para assinatura e rubrica;
  6. A revisão do documento implicou, naturalmente, a sua repaginação, que incluía a alteração dos textos acima mencionados: o texto das propostas do PSD, agora na íntegra (antes estavam apenas parte das propostas); o texto das Normas de Execução Orçamental, agora na íntegra (antes continha alguns artigos repetidos da proposta de Orçamento para 2016);
  7. Perante as dúvidas quanto à versão final, corrigida, o Presidente de Câmara Municipal reuniu com os senhores vereadores, tendo estes apenas manifestado questões de interpretação acerca do ponto 2. do artigo 17.º (Atualização de Taxas e Isenções). O referido ponto 2. pretendia seguir o sentido da deliberação da Assembleia Municipal, tomada em abril de 2017, de conceder autorização de isenção de taxas ao órgão executivo e este, se assim o entendesse, delegar essa competência no Presidente da Câmara. A redação proposta era a seguinte: “A Câmara Municipal pode conceder isenções de taxas previstas nos regulamentos até ao valor de 800.000 euros, podendo esta competência ser delegada no Presidente da Câmara”.
  8. Entenderam alguns senhores vereadores do PSD e do BTF que, com aquela redação, o artigo permitiria ao Presidente da Câmara isentar taxas municipais. Ora tal leitura é incorreta, já que a competência para o Presidente da Câmara isentar só poderia ser atribuída por delegação de competências do órgão executivo;
  9. Para afastar qualquer dúvida quanto à interpretação do artigo, o Presidente da Câmara propôs e foi aceite pelos vereadores retirar a parte final do mesmo artigo, ficando este com a seguinte redação: “A Câmara Municipal pode conceder isenções de taxas previstas nos regulamentos até ao valor de 800.000 euros.”
  10. Com este esclarecimento cabal, na altura apresentado aos senhores vereadores, é inaceitável estes virem agora afirmar publicamente que houve “alteração de fundo” ao documento e “adulteração, abuso de confiança e de boa-fé”. São acusações graves que se justificam apenas pela inconsciência e má preparação política de quem as profere;
  11. Os senhores vereadores têm todo o direito de se pronunciarem sobre os documentos apresentados em reunião de Câmara e, sobre eles, fazer as declarações políticas que entendam. Mas não podem fazer acusações que põem em causa o trabalho dos colaboradores do Município, a legalidade das propostas e a lisura e a transparência dos documentos apresentados para apreciação e votação em reunião de Câmara, como as que foram proferidas publicamente pelos vereadores senhores José Novais e Domingos Pereira;
  12. Ao optar por este tipo de atitude, aqueles senhores vereadores mostraram claramente o que pretendem: manter, a qualquer custo, a pressão política sobre os serviços municipais e sobre o executivo, sobrevalorizando as suas ações e valendo-se da sua posição no executivo municipal para a própria sobrevivência política.

Barcelos, 2 de Fevereiro de 2018.»

Foto: DR.

Socialista Horácio Barra eleito Presidente da Assembleia Municipal de Barcelos

Outubro 27, 2017 em Atualidade, Concelho, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

Foi com “casa cheia” que o Auditório dos Paços do Concelho de Barcelos recebeu a sessão da Assembleia Municipal com o intuito de tomada de posse do executivo municipal e dos membros da referida Assembleia.



Tendo decorrido dentro da normalidade a parte concernente à tomada de posse do reeleito Presidente da Câmara, Miguel Costa Gomes, e dos restantes vereadores, assim como dos novos deputados municipais, foi no ponto relativo à eleição da Mesa da Assembleia que surgiram mais “atritos”, polémica e um “incidente regimental”.

Após esse “incidente”, concretizou-se o processo de eleição da Mesa, à qual concorriam duas listas, uma encabeçada por Horácio Barra, saída do Partido Socialista, e outra, encabeçada por Adélio Miranda, saída de um acordo entre a coligação de direita (PSD e CDS) e o movimento independente Barcelos, Terra de Futuro, liderado por Domingos Pereira.

A contagem dos votos acabou por ser, para surpresa de muitos que assistiam, surpreendentemente favorável à lista socialista, vencendo esta com 74 votos. A lista oponente recolheu apenas 47 votos, sendo que não houve votos nulos e em branco, num total de 121 votos contados. O tal “incidente” levou a que da parte dos eleitos pela coligação de direita houvesse menos dois votantes.

Nos discursos, o teor dos mesmos andou à volta da perda da maioria absoluta por parte do Partido Socialista, tendo o recém-empossado Presidente da Câmara Municipal, Miguel Costa Gomes, feito um discurso duro e muito crítico, deixando “nas entrelinhas” a ideia de estar a “visar” mais o seu antigo vice-presidente, Domingos Pereira.

Câmara e Assembleia Municipal tomam posse na próxima quinta-feira

Outubro 23, 2017 em Atualidade, Concelho, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

No próximo dia 16 de outubro, pelas 21h30, no Auditório dos Paços do Concelho, realiza-se a cerimónia de tomada de posse do novo elenco da Câmara Municipal de Barcelos, assim como da Assembleia Municipal.



Assim, Miguel Costa Gomes tomará posse como Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, assim como os restantes quatro Vereadores eleitos pelo Partido Socialista, os quatro eleitos pela coligação “Mais Barcelos” (PSD+CDS) e os dois eleitos pelo movimento “Barcelos, Terra de Futuro”.

Em relação à Assembleia Municipal, tomarão posse os eleitos para a mesma, assim como os Presidentes de Junta, por inerência. Será, igualmente, eleito o Presidente da Assembleia Municipal.

José Maria Fonte: “Que o concelho não pare de crescer e olhem mais para a juventude”

Setembro 23, 2017 em Atualidade, Concelho, Entrevistas, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

Na senda de entrevistas a Presidentes de Junta que, por imposição da lei, não se podem recandidatar após três mandatos consecutivos, o Barcelos na Hora contactou José Maria Fonte, um histórico militante PSD, autarca desde o 25 de abril de 1974, que acedeu responder a algumas perguntas, por escrito, sobre o seu trajeto e futuro, deixando, pelo meio, alguns conselhos.



José Maria Fonte, empresário do ramo têxtil, de 74 anos, tem, como referido anteriormente, uma longa experiência enquanto autarca na Freguesia de Carvalhas. Após o 25 de abril de 1974, ocupou o cargo de Secretário da Junta, então presidida por Bernardino de Oliveira Pereira, entretanto falecido. Ocupou esse cargo até 2005, ano em que José Maria Fonte encabeça a candidatura à Junta de Freguesia, substituindo aquele que foi até aí o único Presidente de Junta que Carvalhas conheceu. Venceu as eleições e tem vindo a manter-se no cargo, sendo reeleito nas eleições autárquicas que se sucederam. Por limitação de mandatos, nas deste ano já não pode encabeçar uma candidatura à Junta mas, mesmo assim, integra uma lista.

1 – Fazendo um exercício de memória, consegue dizer-nos o que o levou a candidatar-se pela primeira vez? E o que sentiu ao saber que tinha conquistado a Junta?

O que me levou a candidatar à Junta de Freguesia de Carvalhas foi o facto de o anterior Presidente de Junta, Bernardino de Oliveira Pereira, ter atingido o limite de mandatos. Como eu era, nessa altura, o Secretário, assumi ser candidato. Quando soube que tínhamos ganho as eleições, foi, para mim, uma grande satisfação, pelo facto de poder dar continuidade ao projeto do meu antecessor.

2 – Ao longo dos seus mandatos teve, certamente, momentos altos e momentos baixos. Consegue nomear qual o mais alto e qual o mais baixo?

Para mim, os momentos mais altos dos meus mandatos foram conseguir fazer o alargamento da estrada municipal 306-1 e a ampliação e vedação do campo de futebol. Já o momento mais baixo, por outro lado, foi o de não ter conseguido implantar bancadas nesse mesmo campo de futebol.

“Tudo o que consegui fazer é, para mim, um grande orgulho” (José Maria Fonte)

3 – Se pudesse voltar atrás, mudaria alguma coisa do que fez?

Se pudesse voltar atrás não mudaria nada. Acho que tudo o que consegui fazer é, para mim, um grande orgulho.

4 – Dada a sua enorme experiência, quer de vida, quer política, que conselhos pode deixar para aqueles que estão a começar agora o seu trajeto político?

Os conselhos que posso deixar àqueles que agora vão começar a sua vida política e pública é que façam mais do que aquilo que eu consegui fazer, no que a Carvalhas diz respeito. Já em relação ao concelho de Barcelos, aquilo que lhes peço é que façam com que o concelho não pare de crescer e olhem mais para a juventude.

“Que a freguesia consiga desenvolver-se ainda mais” (José Maria Fonte)

5 – Agora que sai, o que espera para o futuro de Carvalhas?

Espero que a freguesia consiga desenvolver-se ainda mais do que no tempo em que eu estive à frente da Junta de Freguesia.

6 – Por fim, e pedimos desculpa pelo teor mais pessoal desta última pergunta, mas … e agora? Vai continuar na “vida política”? Ou vai deixá-la?

Sim, vou continuar na vida política. Aliás, até porque faço parte de uma lista candidata à Junta de Freguesia de Carvalhas nas próximas eleições autárquicas.

Termina, assim, a entrevista a José Maria Fonte, histórico autarca de Carvalhas, que após 1 de outubro próximo deixará o seu cargo de Presidente da Junta de Freguesia, por limitação de mandatos. A ele, o Barcelos na Hora deixa um enorme agradecimento pela simpatia e por ter aceite responder, por escrito, a todas as nossas questões.

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