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Pedro Ribeiro sobre jogo frente ao Nacional: “O Gil Vicente vai defrontar a melhor equipa do campeonato”

Abril 21, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Em conferência de imprensa, na última quinta-feira, o treinador do Gil Vicente lançou o jogo de amanhã, frente ao líder Nacional, no Estádio Cidade de Barcelos, pelas 11h15, com transmissão em direto na Sport TV.



Sobre o adversário de amanhã, Pedro Ribeiro considera que os gilistas vão defrontar a melhor equipa do campeonato. Pelo menos, a classificação assim o diz. Para ele, “quem está em primeiro é sempre a equipa mais forte. Temos que respeitar aquilo que a classificação nos diz semanalmente. Mas de facto, e analisando a equipa do Nacional, é uma equipa que está muito bem. É inquestionável. Está há 12 jogos sem perder. Nos últimos 21 perderam um jogo. É uma equipa que está num ótimo momento, num momento muito bom. Tem mais-valias individuais e será um jogo muito competitivo, muito bem disputado”.

Sobre o que falta jogar nesta Ledman LigaPro, Pedro Ribeiro referiu que “faltam 4 jogos, 12 pontos em disputa. Queremos disputá-los com toda a determinação, empenho e profissionalismo. No final, vamos fazer as contas para perceber em que posição é que ficamos”, sendo que os últimos resultados não abalaram a equipa. “O trabalho está a ser feito como sempre. A preparação do jogo está a ser bem realizada. Conhecemos bem o adversário. Conhecemos aquilo que queremos fazer em jogo. O facto de estarem 12 pontos em disputa só nos motiva em tentar conquistá-los. É essa a minha ambição e é essa a ambição do grupo de trabalho”.

Instado a falar sobre os momentos que se seguiram ao empate a 1 em Aveiro, frente à Oliveirense, em que a equipa gilista sofreu o golo do empate aos 92 minutos, o treinador do Gil Vicente confessou que “é natural que exista desânimo no final do jogo. Sentimos que durante os noventa e qualquer coisa minutos fomos superiores à equipa da Oliveirense. Mas o facto é que só trouxemos um ponto de Aveiro e isso deixou-nos tristes porque fizemos tudo para trazer os três pontos. A equipa jogou bem, foi madura, soube gerir os tempos de jogo e teve personalidade. Foi pena aquela situação ao minuto 92. É demasiado penalizadora para aquilo que aconteceu em campo. Em termos de motivação, é natural que se tivéssemos conquistado os três pontos, estaríamos mais satisfeitos. Não há como fugir disso. Mas não altera a nossa motivação em relação àquilo que falta jogar do campeonato, os 4 jogos em questão, os 12 pontos que queremos conquistar, o máximo de pontos possíveis. Sempre foi assim e sempre assim será até ao final da temporada”.

A situação do clube ainda não é clara no que concerne à próxima temporada. Isso também pesa na mente do grupo de trabalho. “Nenhum treinador pensa apenas no presente. Pensa no presente e perspetiva sempre aquilo que será o futuro, fundamentalmente, o futuro próximo. A próxima época está a ser trabalhada dentro dos condicionalismos que é possível, atendendo ao contexto em que estamos inseridos. É evidente que se essa situação fosse clara, poderia trabalhar de outra forma. Não é. Neste momento é uma situação que não é totalmente clara e isso traz algumas consequências em termos imediatos. Mas a nossa concentração e o nosso foco não está aí. É evidente que existe essa preocupação. Mas o foco principal, total é aquilo que falta jogar este ano”.

Finalmente, Pedro Ribeiro deixou algumas palavras para os adeptos, para os barcelenses, principalmente, sobre aquilo que podem esperar da equipa para o que resta da Liga. “Nós sentimo-nos muito mais confortáveis tendo o apoio dos barcelenses. As pessoas que venham cá ao estádio e que nos apoiem em casa e fora. Aquilo que lhes posso dizer, e prometer, é a máxima dedicação da minha parte, da minha equipa técnica, do clube, dos jogadores, de toda a gente, no sentido de honrar o emblema que representamos. É isso que o grupo de trabalho tem feito, independentemente das injustiças que têm acontecido, de um ou outro resultado que não tem sido aquele resultado que nós queremos. A época está a ser uma época desgastante. Uma época com muitas situações que não são as que nós queríamos. Mas nós continuamos a trabalhar diariamente com afinco, com profissionalismo. Damos o máximo de nós pelo clube. Aquilo que lhes posso dizer, que posso solicitar, é que nos apoiem e continuem a apoiar, conforme nos apoiaram quando saímos do estádio para o jogo em Aveiro, em que estiveram cá um conjunto de famílias, um conjunto de barcelenses, elementos da claque, apoiantes, que nos transmitiram o carinho que sentem por nós, pelo clube. Isso só nos ajuda, só nos motiva ainda mais a lutarmos pelo clube com toda a determinação que temos feito”.



Central brasileiro Luiz Eduardo sente que a equipa tem qualidade para dar a volta

Também em conferência de imprensa, o central Luiz Eduardo também abordou o jogo de amanhã e os que restam jogar.

“Ainda temos 12 pontos em disputa. Temos que encarar os jogos da mesma forma, procurando os três pontos. Temos feito bons jogos. Temos tido dificuldades nalguns momentos mas o trabalho tem sido bem feito. Durante a semana, nós fazemos tudo para que dê tudo certo no fim de semana. São 4 jogos importantes. Temos que aliviar um pouco a pressão. Sabemos que a nossa situação é difícil mas sabemos a nossa qualidade e que podemos dar a volta”, salientou.

Sobre a sua experiência em Barcelos e em Portugal, o defesa referiu que se sente “bem em Barcelos. Nestes dois anos que estou cá não tive nenhum problema. A minha família gosta muito da cidade e do país. Para mim, foi muito boa a transição do Brasil para a Europa”.

Sobre o empate do último jogo, Luiz Eduardo fez questão de salientar que se fosse noutras circunstâncias, esse empate até poderia não ter sido mau. “Noutras ocasiões, o empate não seria tão mau. Foi fora de casa mas da forma que foi, foi um pouco difícil. Estávamos a menos de 2 minutos. Mas não abanou a confiança. A confiança está a mesma. Sabemos a qualidade de cada um e confiamos em cada jogador para ultrapassar a situação em que estamos hoje”.

Finalmente, sobre o Nacional, considera uma equipa difícil, que vem fazendo bons jogos e está há muitos jogos sem perder. “Mas estamos a trabalhar a semana toda para conhecer a equipa deles. Sabemos o que temos que fazer para realizar um bom jogo e alcançar a vitória e os três pontos, que é o mais importante para o Gil Vicente neste momento”, terminou.

 

Gil Vicente: treinador Pedro Ribeiro e médio Reko falam sobre jogo de amanhã

Abril 14, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

O Gil Vicente desloca-se amanhã a terras aveirenses para defrontar a UD Oliveirense, em jogo a contar para a 34ª jornada da Ledman LigaPro.



Em conferência de imprensa, o treinador do Gil Vicente, Pedro Ribeiro, afirmou que a equipa vai abordar o jogo com a mesma determinação, crença e profissionalismo com que tem abordado os últimos jogos, sendo que nem sempre os resultados são os desejados, nomeadamente, nestes dois últimos que resultaram em duas derrotas. “Antes de tudo, representar o Gil Vicente. O grupo quer reagir o mais rapidamente possível. Preparámos o jogo da mesma forma, com o máximo afinco, a máxima determinação, na procura do resultado”, afirmou, convictamente, o treinador.

Os jogos já efetuados na “era Pedro Ribeiro” não estão isentos de erros dos jogadores, aquilo a que o treinador gilista gosta de apelidar como “o que nós controlamos”. Assim, é pretensão da equipa corrigir esses erros para poderem estar “na disputa dos três pontos em Oliveira de Azeméis”.

Sobre o próximo adversário, Pedro Ribeiro salientou que é uma boa equipa, que não começou bem a época mas que tem estabilizado, progressivamente, quer na tabela classificativa, quer em termos exibicionais. “É um adversário extremamente difícil e competitivo”, avisou.

A equipa tem tido momentos de maior tensão, que levaram, por vezes, a erros “capitais”. O treinador compreende isso mas alerta que os jogadores não podem estar tão ansiosos e sentirem-se tão pressionados. “O jogo de Oliveira é muito importante mas não o podemos encarar como algo definitivo porque isso vai virar-se contra nós”, disse.

Para os próximos jogos, a equipa tem ambição de não sofrer golos e marcar mais. No entanto, Pedro Ribeiro deixou uma certeza, “a equipa vai continuar a revelar a vontade e atitude para tentar ganhar os jogos. Tem carácter, com jogadores motivados para lutar pelos três pontos em todos os jogos. Nós vamos continuar a disputar os três pontos em todos os jogos”, concluiu.



Reko: “Queremos reagir e queremos mostrar que somos capazes”

Já o médio Reko, salientou que a motivação da equipa “já vem de há algum tempo. Queremos reagir e estamos com vontade de ajudar o clube a atingir os objetivos”.

O médio admitiu que este “ano as coisas começaram por correr bem mas a dada altura começaram a piorar. É uma época com várias fases e várias etapas e nós estamos a tentar mudar esta nossa etapa”, sendo que “já fizemos coisas boas esta época, já mostrámos que somos capazes”.

Também ele instado a abordar o próximo adversário, salientou que a “Oliveirense é uma boa equipa, que subiu no ano passado. Tem feito um bom campeonato. Nos últimos cinco jogos ganhou três, dois dos quais em casa. Tem feito muitos golos. Sabemos que é uma equipa que tem jogadores muito rápidos na frente”. No entanto, o enfoque dos jogadores gilistas está em si mesmos. “Nós temos é que olhar para nós, para os nossos argumentos, que nos preocupar em fazer as coisas bem-feitas e vamos para lutar pelos três pontos. É um jogo que é mais uma oportunidade para podermos reagir àquilo que tem sido estes dois últimos jogos, que foram menos bons. Mas não é pelo resultado ter sido menos bom que nós não fizemos coisas bem-feitas, porque fizemos”, disse.

Por fim, abordando a posição do Gil Vicente na tabela classificativa, Reko afirmou que os jogadores não gostam de estar naquela posição. “Já por isso é que vamos reagir. A tabela classificativa não reflete aquilo que é o nosso grupo. Temos um grupo muito bom. Os resultados não têm sido positivos. Mas o grupo é muito bom. Temos jogadores com muita qualidade e nós vamos encarar estes cinco jogos como uma oportunidade para mostrarmos isso, para mostrarmos que somos capazes e que este grupo não merece estar na posição em que está”, terminou.

Gil Vicente: Pedro Ribeiro e Rui Faria anteveem jogo desta quarta-feira frente ao Braga B

Abril 10, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Em duas conferências de imprensa, o treinador do Gil Vicente, Pedro Ribeiro, e um dos centrais, Rui Faria, fizeram a antevisão do jogo de amanhã, no Estádio Cidade de Barcelos, pelas 16h00, frente ao SC Braga B, adversário que está imediatamente acima dos gilistas na classificação mas com o mesmo número de pontos: 33.



Começando por analisar a derrota do último jogo, em casa do Famalicão, o técnico gilista salientou que não se desculpariam pelas ausências, nomeadamente de Jonathan Rubio e Fall, sendo que é sempre melhor quando se tem todos os jogadores disponíveis, não só no Gil Vicente, como em todas as equipas.

Sobre o próximo adversário, Pedro Ribeiro referiu tratar-se de uma boa equipa e que vem de dois resultados positivos, sendo uma equipa que conhece bem e que tem um estilo de jogo que ele aprecia. Propriamente sobre o jogo, o técnico considera que será extremamente competitivo, contra um adversário direto mas o Gil Vicente irá encarar o jogo da mesma forma que os anteriores, com a “intensão clara de conquistar os três pontos”, sempre respeitando o adversário. Mostrou-se confiante pois os jogadores gilistas são ambiciosos, na sua ótica. O Gil Vicente irá apostar na sua postura habitual, ofensiva, com dois homens na frente.

Constatando que, realmente, o clube não está numa posição agradável e tranquila. Mas está a reagir e já está num posição que permite à equipa ter outro tipo de postura. Continua numa zona perigosa mas há seis ou sete jogos estava pior. A equipa está “crente, confiante” mas “num ou noutro momento as coisas não estão a surgir, principalmente em termos de finalização”, salientou.

A frequência de jogos também foi abordada, com um no último sábado, outro já amanhã e um novo jogo no próximo domingo. O treinador gilista salientou que a equipa quer competir, quer conquistar pontos e encarar os jogos que faltam com a mesma ambição. Sobre a gestão dos jogadores e do seu cansaço, Pedro Ribeiro ressalvou que “existindo 48 horas entre os jogos, em termos fisiológicos, controla-se a questão da fadiga”, sendo evidente que jogando apenas de fim de semana em fim de semana é diferente de jogar também a meio da semana. Por tal, a gestão é realizada em termos de treino, onde os jogadores que jogaram mais tempo têm que recuperar até ao dia do jogo. “Não há grande oportunidade para treino aquisitivo dentro de campo. O treino é muito mais ao nível mental e, até, da imagem, para corrigir algumas coisas que aconteceram de forma positiva. Porque fisiologicamente não é possível treinar com eles porque eles precisam de descansar e recuperar. Os jogadores que não jogaram ou jogaram menos tempo estão a treinar como temos feito sempre, com a máxima intensidade, e a gestão vou ter que a fazer em função de tudo isso. Questões motivacionais, técnicas, táticas e físicas, também, se for necessário”, disse. No jogo frente ao Braga B irão entrar os 11 jogadores que estarão melhor preparados para encarar este adversário.



Rui Faria: “Estamos confiantes”

Para o central barcelense do Gil Vicente, Rui Faria, o jogo frente ao Famalicão já faz parte do passado, tendo já sido visualizado e analisado para evitar erros futuros. Agora é “focar no próximo jogo, onde estão três pontos em disputa. Vamos fazer o que temos vindo a fazer até hoje. Estamos confiantes no trabalho diário. Sabemos o que temos a fazer e é mais um jogo em vamos dar tudo como sempre e por em prática aquilo que treinámos para levar de vencida a equipa do Braga B”, disse. A última derrota, na opinião do central, não abanou a equipa, nem a sua confiança.

Pedro Ribeiro (Gil Vicente) lança jogo frente ao Famalicão: “Estamos a caminhar com passos seguros”

Abril 6, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

O treinador do Gil Vicente FC, Pedro Ribeiro, abordou em conferência de imprensa o momento atual da equipa gilista mas lançou, igualmente, o jogo do próximo sábado, a contar para a 32ª jornada da Ledman LigaPro, em casa do Famalicão, com o início marcado para as 16h00.



O treinador gilista começou por abordar a semana de trabalho e o próximo jogo, referindo que correu de forma positiva e a equipa está a trabalhar muito bem. “Os resultados dão-nos essa alegria e essa positividade mas estamos a encarar este jogo como os seis anteriores, com espírito positivo e a querer ir disputar os três pontos”, salientou. Na sua ótica, este será um “dérbi” da zona, bem disputado, onde se acrescentará a questão da rivalidade, da proximidade geográfica e a história entre os dois clubes. “Estamos otimistas para aquilo que vamos fazer no sábado, respeitando o nosso adversário”, disse o técnico gilista.

Sobre esse mesmo adversário, o FC Famalicão, Pedro Ribeiro referiu tratar-se de uma equipa competente e que mudou de treinador há dez jornadas atrás, “desde que mudou de treinador, em casa, em quatro jogos não perdeu. Mesmo com o anterior treinador têm apenas três derrotas em casa desde o início da época”, avisou. Por isso, será sempre um adversário difícil, que na parte inicial da época andou em zona de luta pela subida, tem mais dez pontos do que o Gil Vicente, está estável na tabela classificativa. É uma equipa “bem orientada, com bom treinador, bons jogadores. Respeitamos muito os nossos adversários, respeitamos muito o Famalicão mas estamos é preocupados connosco, com a identidade da nossa equipa, com o crescimento que a equipa está a ter, com a nossa ideia de jogo, que de jogo para jogo está a progredir, com a confiança que, de jogo para jogo, vamos ganhando e estamos cada vez mais fortes e queremos continuar a disputar jogos, queremos continuar a lutar pelos três pontos, queremos conquistá-los em Famalicão, nos outros seis jogos que irão faltar a seguir a este. A nossa equipa é ambiciosa mas é, também, humilde ao ponto de saber que do outro lado está uma equipa competente, com as ambições deles. Vamos respeitá-los mas vamos querer impor o nosso jogo”, salientou Pedro Ribeiro, que sente que a equipa está no caminho certo. E por falar em ambição, a equipa ambiciona fazer algo que ainda não conseguiu, vencer dois jogos consecutivamente, sendo esta mais uma das etapas que pretende completar, para subir na classificação. “Ainda não estamos satisfeitos com o lugar onde estamos. Saímos da zona de despromoção, não queremos lá voltar, queremos caminhar para cima”, ressalvou Pedro Ribeiro. “A confiança e crescimento da equipa são notórios e reflete-se na qualidade de jogo. A confiança surge com os resultados positivos”, afiançou.

O trabalho semanal, quer de uma equipa técnica, quer dos jogadores, não passa apenas pelas questões técnicas, táticas e físicas mas, também, pelas psicológicas. “Somos homens e a questão mental, a motivação intrínseca é determinante para o sucesso da equipa. Ser treinador não é apenas escolher jogadores mas prepará-los a todos os níveis, técnico, tático, mental, de motivação, de confiança. Tudo isso é uma preocupação diária”, salientou.

Pedro Ribeiro abordou, igualmente, uma outra ambição da equipa: vencer fora um jogo sem ser contra equipas B. Questionado sobre as palavras de Jonathan Rubio, que na semana passada, antes do jogo ante o Penafiel, falava em surpresa para os adeptos, o treinador gilista afirmou que, para ele, a surpresa é “estarmos em condições porque se nos sentirmos confiantes para isso, nós estamos em condições de disputarmos os três pontos em todos os jogos. No final, vamos somar os pontos e vamos ver em que posição estamos. Não vou estar a determinar uma posição onde queremos chegar. Estamos fora da zona de despromoção, não queremos voltar a entrar. E respeitando a nossa ambição, queremos caminhar para cima. Até onde é possível? Veremos no final da época. A surpresa poderá ser por aí”, afirmou.

Pedro Ribeiro deixou, igualmente, um apelo aos adeptos, para que acompanhem a equipa até Famalicão, por ser um dérbi, por ser a uma curta distância de Barcelos. “Queremos tê-los em Famalicão. A equipa precisa do apoio dos adeptos. Sentimo-nos muito mais confortáveis olhando para a bancada e sentindo que temos gente a apoiar-nos, tal como têm feito em casa. Sinceramente, acho que o grupo merece esse apoio, por tudo o que têm dado em campo”, salientou.

Por fim, o técnico gilista foi questionado sobre o porquê de ter aceite treinar o Gil Vicente, principalmente, tendo em conta que seria a sua primeira experiência enquanto treinador principal e, igualmente, tendo em conta a posição menos boa da equipa na tabela. “Todos nos movemos por motivações e eu entendi que o percurso de treinador-adjunto tinha chegado ao fim. Foi um percurso de que eu gostei muito, onde aprendi muito, do qual guardo amizades verdadeiras. Mas foi um percurso que terminou e estava na altura de eu próprio me desafiar a outro tipo de projectos, outro tipo de lutas. Naturalmente, depois de trabalhar como treinador-adjunto com treinadores de referência, em clubes referência, queria desafiar-me a mim próprio como treinador principal e, para isso, decidi aceitar este desafio e, felizmente, que o fiz porque o clube onde estou dá-me todas as condições para iniciar a minha carreira de treinador, para procurar o sucesso, como é óbvio, que a minha motivação o exige. Estou super satisfeito com toda a gente do clube, com a forma como tenho sido tratado e penso que não poderia ter escolhido melhor para iniciar a minha carreira de treinador”, terminou.

Gil Vicente FC visita projeto social GALO@RTIS

Abril 4, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Educação port barcelosnahorabarcelosnahora

O projeto de escolhas 6ª geração GALO@RTIS, promovido pela Câmara Municipal de Barcelos e gerido pelo Centro Social, Cultural e Recreativo Abel Varzim, recebeu a visita de uma delegação do Gil Vicente Futebol Clube, que ajudou a animar a tarde das crianças e jovens que integram o referido projeto.



O objetivo deste projeto é o de promover a inclusão social de crianças, jovens e famílias oriundas de contextos socioeconómicos mais vulneráveis, fomentando a igualdade de oportunidades, o reforço da coesão social e o diálogo intercultural.

Marcaram presença nesta visita os jogadores Ricardinho, Jonathan Rubio, Reko, Frédéric Maciel e João Costa, o treinador Pedro Ribeiro e o Diretor Desportivo Mário Faria.

Fotos: GVFC.

Gil Vicente derrota um dos líderes e sai da zona de despromoção

Março 31, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Este foi um jogo a contar para a 31ª jornada da LEDMAN LigaPro, que opôs o Gil Vicente FC ao FC Penafiel, um dos líderes da classificação, terminando na vitória gilista, por 2-1.



Foi arbitrado por Bruno Paixão (AF Setúbal), coadjuvado por Venâncio Tomé e Rodrigo Pereira, tendo Luciano Maia (AF Braga) como 4º árbitro.

Pedro Ribeiro, técnico gilista, fez alinhar João Costa, Luís Tinoco, Vítor Tormena, Sandro, Ricardinho, Alphonse, James Igbekeme (Fall, 64’), Reko (Camara, 78’), Jonathan Rubio, Frédéric Maciel (Jumisse, 74’) e João Vasco. No banco ficaram Rui Sacramento, Rui Faria, Gabriel e Dimba.

Já Armando Evangelista, técnico penafidelense, fez alinhar Ivo Gonçalves, Kalindi, João Paulo, Luís Pedro, Daniel Martins (Ludovic, 66’), Romeu Rocha (Hélio Cruz, 77’), Vasco Braga, Fábio Fortes, Gustavo, Gleison (Márcio Machado, 86’) e Fábio Abreu. No banco ficaram Tiago Rocha, Luís Dias, César Gomes e Diouf.

O Gil Vicente entrou a “todo o gás” e marcou dois golos na primeira meia hora de jogo. Aliás, foi de 15 em 15 minutos que os gilistas marcaram. Primeiro, aos 15’, por Jonathan Rubio. Depois, aos 30’, por Reko. No minuto seguinte, Fábio Fortes, do Penafiel, é expulso com cartão vermelho. Mas 10 minutos depois, o central Luís Pedro reduziu o marcador para 2-1, resultado com que se chegou ao intervalo.

Com menos um jogador, o técnico penafidelense apostou mais no ataque, trocando o defesa Daniel Martins por um homem de pendor mais atacante, Ludovic. Pedro Ribeiro, técnico gilista, fez as três trocas num espaço de 15 minutos, entre os 64’ e os 78’, fazendo duas trocas com jogadores de características parecidas e uma (troca de Frédéric Maciel por Jumisse) em que o jogador que entrou tinha características de maior posse e controlo da bola.

Até ao final, o resultado não se alterou e o Gil Vicente alcançou a terceira vitória da era Pedro Ribeiro, desta feita, contra um dos líderes da Ledman LigaPro. Com esta vitória e com a conjugação de outros resultados, o Gil Vicente sai, finalmente, da zona de despromoção, sendo a primeira equipa acima da linha de água, com 33 pontos, mais 1 que União da Madeira e Sporting B, mais diretos perseguidores. No entanto, ainda está a 4 pontos do Cova da Piedade, que se encontra imediatamente acima na tabela.

Na disciplina, os jogadores gilistas foram admoestados com o cartão amarelo por quatro vezes (Jonathan Rubio, 47’, Reko, 68’, Fall, 81’, e Camara, 96’). Já os de Penafiel receberam dois amarelos (Luís Pedro, 41’, e João Paulo, 95’). Fábio Fortes (Penafiel) recebeu vermelho direto e Fall (Gil Vicente) recebeu vermelho por acumulação de amarelos.

Na próxima jornada, a 7 de abril, pelas 16h00, o Gil Vicente desloca-se aos vizinhos do Famalicão, num jogo que se adivinha muito difícil.

 

Gil Vicente: Pedro Ribeiro lança jogo frente ao Penafiel

Março 30, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Ontem, em conferência de imprensa, o treinador do Gil Vicente FC analisou o momento da equipa gilista, o último jogo frente ao Arouca e lançou o próximo, no Estádio Cidade de Barcelos, amanhã, pelas 16h00.



Primeiramente, e sobre o último jogo frente ao candidato à subida Arouca, Pedro Ribeiro salientou que, na sua opinião, a equipa está numa fase em que está a jogar contra equipas muito competitivas, ressalvando que todas da 2ª Liga o são. “O Arouca é uma boa equipa, que nos causou dificuldades. Contudo, este jogo tem diversas fases. Entrámos no jogo muito bem, tivemos sensivelmente 30 minutos de jogo com o domínio total do mesmo. A jogar no meio campo ofensivo, agressivos quando não tínhamos a bola, com personalidade com bola, tudo aquilo que eu lhes peço e eles têm tentado cumprir”. No entanto, na ótica do treinador gilista, o resultado fica marcado por um erro da arbitragem, em prejuízo dos gilistas. “O jogo fica claramente marcado por uma decisão infeliz da equipa de arbitragem, que condiciona tudo o resto que se seguiu. Se isso não tivesse acontecido, se iríamos ganhar o jogo, se iríamos empatar, de perderíamos na mesma, estamos a entrar nas suposições, como é óbvio. O que eu sei é que até aos trinta e poucos minutos, até essa decisão, que condicionou claramente o resultado, a equipa estava muito bem, estava a disputar o jogo. É verdade que não estavam a existir grandes oportunidades de golo de parte a parte, sinal de que existiam em campo duas equipas competentes, que estavam a fazer bem o seu trabalho. Eu admito que existam erros, nós também os cometemos, mas uma situação clara de jogo perigoso de um jogador do Arouca é transformada em lançamento lateral a favor e a minha equipa, porque é uma situação tão clara, reagiu tardiamente à situação e fomos penalizados por isso. A seguir, é verdade que a estratégia do Arouca funcionou muito bem, conseguiram intranquilizar a nossa equipa em determinados momentos. Penso que o resultado é claramente desajustado ao que aconteceu em jogo, fundamentalmente até este momento que eu estou a referir, que, na minha opinião, tem muita importância no desfecho do jogo”.

Com a chegada de Pedro Ribeiro e sua equipa técnica, o Gil Vicente voltou a marcar, voltou às vitórias e fez crescer as expectativas dos adeptos em relação à equipa. Questionado sobre esse facto, o treinador gilista fez questão de referir que já abordou esse assunto com os jogadores mas alertou os adeptos para o facto de que o Gil Vicente não joga sozinho em campo e do outro lado há sempre outra equipa competente. “Quando chegámos cá, o clube estava numa situação ainda pior do que a que está neste momento. Já não ganhava há quatro meses em casa, há seis meses fora e já não marcava golos há nove jogos. Relembro isto porquê? É muito importante que os adeptos entendam isto e apoiem a equipa, que está a reagir a uma grande parte da época que não correu bem. Acho que isso se nota em campo, nos jogos”, compreendendo que as expectativas sejam mais altas “e ainda bem porque significa que a equipa está a reagir. Temos que entender que não jogamos sozinhos e que do outro lado existe uma equipa, existe uma estratégia competente contra nós”, concluiu.



Se tivesse vencido o Arouca, a equipa gilista talvez tivesse conseguido sair da zona de despromoção, um objetivo deste grupo de trabalho. No entanto, segundo Pedro Ribeiro, os objetivos continuam intactos. “O objetivo, neste momento, é o mesmo que era antes do jogo com o Arouca: é ganhar o próximo jogo. É disputar os três pontos nos jogos todos. É, evidentemente, tentar sair da zona de despromoção o mais rápido possível. É o objectivo onde podemos chegar no imediato, o mais rapidamente possível. Mas não se esgotam aí os nossos objetivos. Nós queremos isso e, a seguir, com certeza que vamos querer algo mais porque, felizmente, tenho um grupo de trabalho que me dá essas garantias, um clube que dá todas as condições aos jogadores para disputarmos os três pontos nos jogos todos. E tendo isso, como líder da equipa, tenho que me sentir bem com isso”, terminou.

O próximo adversário, o Penafiel, está muito bem no campeonato e com os mesmos objetivos e argumentos do Arouca, subir de divisão. Sobre este adversário de sábado, Pedro Ribeiro salientou ser uma boa equipa, organizada, com uma ideia de jogo clara e que está numa fase muito positiva da época. “É um adversário difícil, não tenho a mínima dúvida. Para nós e para toda a gente que jogar com o Penafiel, será um adversário extremamente difícil. Aquilo que acredito, e que o grupo acredita, é que, se fizermos o nosso trabalho, não temos que reagir a ninguém. Temos que tentar impor o nosso jogo, jogar bem, ser fiéis à nossa identidade, que temos criado enquanto equipa e temos que respeitar o adversário, como sempre o fazemos, considerando aquilo em que eles são mais fortes e aquilo que podemos explorar. Conhecemos bem o adversário. Temos trabalhado bem durante a semana para preparar o jogo e passa por acreditarmos na nossa identidade enquanto equipa, sermos mais competentes que o adversário, respeitando-o. Essa é a ideia que eu quero e que sei que o grupo de trabalho está no mesmo ‘comprimento de onda’ desta ideia”, considerou Pedro Ribeiro.

A equipa gilista tem sofrido mais golos do que marcado. Ou seja, quer o setor defensivo não está a conseguir impedir os adversários de marcar, quer o ofensivo não está a conseguir concretizar as oportunidades alcançadas. Pedro Ribeiro está ciente disso. “O objetivo de todos os clubes é marcar golos e não os sofrer. Se me preocupa os golos sofridos? Preocupa. Como me preocupa as oportunidades de os fazermos e não fazemos, que não conseguimos concretizar. Enquanto treinador, o que tenho que diagnosticar é o que está a acontecer de forma menos positiva e tentar corrigir. E potenciar aquilo que quero que a equipa faça em termos positivos e que aconteçam ainda mais vezes. É evidente que a ambição é não sofrer golos e marcar o máximo de golos possível. Ainda não tem sido possível equilibrarmos isso mas estamos a caminhar” nesse sentido, referiu o treinador gilista, sendo que a “confiança é importante numa equipa e em termos individuais”, para que as situação de golo comecem a serem concretizadas.

Gil Vicente derrotado em casa pelo candidato à subida Arouca

Março 25, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

O Estádio Cidade de Barcelos foi hoje palco de mais uma partida da Ledman LigaPro, no caso, do Gil Vicente-Arouca, a contar para a 29ª jornada.



Antes de mais, de salientar que o jogo da 30ª jornada já se realizou e que o da 31ª também será em Barcelos e, igualmente, frente a outro candidato à subida, o Penafiel.

O jogo foi arbitrado por Fábio Piló (AF Leiria), auxiliado por José Mira e Rui Freire, com Tiago Pinto como 4º árbitro.

Pedro Ribeiro fez alinhar de início João Costa, Ricardinho, Sandro, Vítor Tormena, Gabriel, Reko (James Igbekeme, 57’), Jonathan Rubio, Alphonse, André Fontes (Frédéric Maciel, 70’), Camara e João Vasco (Fall, 73’). No banco ficaram Rui Sacramento, Dimba, Rui Faria e Luís Tinoco.

Já Miguel Leal optou por Bracali, João Amorim, Benny, Victor Massaia, Vítor Costa, Bruno Alves, Ericson (Moses, 86’), Palocevic (Nuno Valente, 60’), Bukia, Erick Salles (Barnes, 70’) e Roberto. No banco ficaram Gasparotto, Vargas, Ohemeng e Areias.

O Gil Vicente, a jogar no seu estádio e perante o seu público, tentou “pegar” no jogo logo após o apito inicial da partida. Mas o ritmo de jogo estava com muito pouca intensidade. Tudo muito devagar e o perigo não acontecia, nem numa baliza, nem noutra.

Aos 4’, Jonathan Rubio num livre descaído para a esquerda, obriga o guarda-redes do Arouca, Bracali, a uma boa defesa, desviando a bola para canto.

Nos primeiros 10’, o Arouca não foi à baliza do Gil Vicente. Aos 12’, surge o primeiro remate, muito perigoso, por parte do Arouca à baliza do Gil, por intermédio de Bruno Alves. Depois deste primeiro “sinal” de perigo, o Arouca, a jogar fora, assume o jogo e começa a ser a melhor equipa em campo.

Aos 19’, Roberto domina a bola, já dentro da área, e obriga João Costa a uma boa defesa. Na recarga, Vítor Costa atira por cima. Tenta responder de imediato o Gil Vicente, aos 20’, mas não sai bem a tentativa de “chapéu” de Jonathan Rubio. Já aos 25’, volta a criar perigo o Arouca.

Por esta altura, os forasteiros já dominavam o jogo e o golo do Arouca surgiu com naturalidade. Aos 31’, a defesa gilista, pressionada, tenta aliviar bola. Resulta em lançamento para o Arouca, que coloca a bola na área, onde surge Palocevic a dominar e rematar de pronto, com a bola a passar por baixo do corpo de João Costa. Estava aberto o marcador, no Cidade de Barcelos, e para o Arouca.

Os gilistas, aos 40’, ainda tentam a reação ao golo do Arouca, mas foi uma tentativa muito “tímida”, num cruzamento-remate “sem querer” de Ricardinho, que acaba num remate com algum perigo. O Gil Vicente fazia tudo a um ritmo baixo, tudo muito previsível.

O perigo, da parte do Gil Vicente, na primeira parte, foi muito pouco, ou mesmo quase nenhum. Foi uma primeira parte muito fraca, com futebol muito lento e previsível por parte dos da casa. Ao intervalo, vencia, justamente, o Arouca, por 0-1.



Ao intervalo, o treinador do Gil Vicente, Pedro Ribeiro, certamente que “pediu” mais ritmo, mais intensidade, mais querer aos seus jogadores para a segunda parte.

Voltou a tentar entrar melhor o Gil Vicente na segunda parte. Mas sem profundidade no seu jogo. A primeira oportunidade de golo da segunda parte volta a ser do Arouca. Bukia surge “isolado” mas João Costa, atento e perspicaz, sai rápido da baliza, faz bem a mancha, e evita o segundo do Arouca. O Gil tem a sua melhor oportunidade do jogo aos 57’, num remate forte de João Vasco e boa defesa de Bracali.

Aos 60’ é a vez de Frédéric Maciel, acabado de entrar na partida, chegar ligeiramente atrasado a um cruzamento tenso do lado direito do ataque gilista. Parecia melhor o Gil nesta fase e a querer aumentar o ritmo do seu jogo. O Arouca estava na expectativa.

Aos 76’, o Arouca, numa combinação do lado esquerdo do seu ataque, faz o 0-2. Roberto não desiste do lance, dá de calcanhar para Bukia, que entra na área com a bola controlada, coloca na pequena área, onde Barnes só teve de encostar. Estava feito o 0-2 para o Arouca. Ainda faltavam 15 minutos, mais descontos. Mas o Gil Vicente deu o jogo por entregue com este segundo golo do Arouca. Não criou mais perigo até final. Já o Arouca, depois do seu segundo golo, geriu o jogo a seu bel-prazer.

E aos 83’, com toda a naturalidade, Bukia surge, mais uma vez, na cara de João Costa, mas desta feita, faz o terceiro do Arouca.

Até ao apito final foi deixar correr o tempo. O jogo ficou completamente decidido após o segundo golo do Arouca. Foi uma vitória justa dos visitantes, por 0-3.

Por outro lado, foi um jogo fraco do Gil Vicente. Não foi conseguido, desta feita. Mas melhores dias virão certamente.

Na disciplina, Ricardinho (84’) – pelo Gil Vicente – e Palocevic (55’), Bruno Alves (61’) e Bukia (70’) – pelo Arouca – foram admoestados com a cartolina amarela.

Com esta derrota, o Gil Vicente mantém-se na 18ª posição, com 30 pontos, a 2 da primeira equipa acima da “linha de água”, o Sporting B. O próximo jogo realiza-se no próximo sábado, igualmente no Estádio Cidade de Barcelos, pelas 16h00, frente ao Penafiel.

Fotos e vídeos: Ricardo Moreira.

Gil Vicente: Pedro Ribeiro garante que “vamos lutar, com tudo, para ganhar os jogos”

Março 23, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

No próximo domingo, dia 25 de março, o Gil Vicente recebe o Arouca, pelas 16h00, em jogo a contar para a 29ª jornada. Em conferência de imprensa, o treinador gilista, Pedro Ribeiro, abordou, não só, esse jogo, como a atualidade do clube e da equipa.



Depois de uma importante vitória, no Seixal, frente ao Benfica B, a semana de trabalho decorreu de melhor forma. “Trabalhar em cima de vitórias é sempre melhor do que trabalhar em cima de qualquer outro tipo de resultados. Mas isso não quer dizer que a rotina semanal e a boa disposição não tenham acontecido na semana anterior, que começou com uma derrota em Guimarães. Não foi o resultado que queríamos mas foi na mesma uma semana alegre, que teve boa disposição, compromisso no trabalho. É evidente que nesta semana, depois de uma vitória, o grupo está bem-disposto, está alegre, está a sentir-se muito bem. É uma semana que está a decorrer de forma muito boa”, afirmou Pedro Ribeiro.

Depois de melhorar os resultados, a perceção sobre a equipa e os jogadores parece estar a mudar mas Pedro Ribeiro salientou que a qualidade da equipa é mesma. “O que faltava, na minha opinião, era os jogadores sentirem-se confortáveis, confiantes, acreditarem na ideia de jogo, onde se sentem mais cómodos a jogar. Eles estão a fazer tudo o que podem fazer para, rapidamente, mudarem a situação da classificação. A motivação intrínseca é determinante e eles sentem-se motivados para reagirem. Quando assim acontece, é normal que os resultados comecem a aparecer, que as boas exibições aconteçam e como têm acontecido”, ressalvou.

Nos próximos jogos, o Gil Vicente recebe dois candidatos ao título e à subida: Arouca e Penafiel. A equipa gilista vem de resultados mais positivos e, por tal, o treinador foi questionado sobre se este seria o melhor momento para defrontar essas equipas. “Nós temos que nos preocupar connosco. Não temos que nos preocupar com os adversários. Temos que os respeitar, perceber claramente que o Arouca e o Penafiel são, neste momento, equipas que ambicionam subir à Primeira Liga. São equipas que têm qualidade, que estão bem trabalhadas, que têm todo o mérito. Mas temos que nos preocupar connosco e em continuarmos com o mesmo tipo de comportamento enquanto equipa, união de grupo e humildade. Vamos continuar a acreditar que estamos a fazer bem o nosso trabalho e respeitar os nossos adversários. Vamos jogar contra boas equipas. Cabe-nos ser mais competentes. Independentemente de ser o Arouca, ou o Penafiel, ou o Famalicão, nós queremos, em casa ou fora, impor o nosso jogo, sermos uma equipa com personalidade, impor as nossas ideias. É nisso que acreditamos e o grupo está alegre porque se sente confortável com isto tudo. O grupo quer ser protagonista, quer honrar o clube histórico que estamos a representar. Queremos que os jogadores sejam protagonistas individualmente. Isso só resulta se, coletivamente, formos uma equipa forte. Estamos a caminhar para nos tornarmos uma equipa com estes traços de personalidade”, respondeu.

Mais particularmente sobre o adversário de domingo, Pedro Ribeiro salientou que “o Arouca está recheado de bons jogadores. É um clube que nos últimos anos esteve na Primeira Liga e está bem estruturado. Tem um padrão de jogo bem definido. Temos estudado muito bem o Arouca e eles, possivelmente, também o fazem em relação a nós. Conhecemos claramente os pontos em que eles são mais fortes e os pontos que podemos tentar explorar. Mas nós temos é que acreditar na nossa ideia de jogo e impô-la no jogo. Temos que ser nós a controlar o presente e o futuro. Nós não temos que reagir a nenhuma equipa. Temos que as conhecer, que perceber como é que nos podemos ajustar estrategicamente a uma ou outra situação mas temos que impor o nosso jogo”.

O treinador tem alternado entre jogadores ofensivos e esquemas de jogo. Instado a analisar essa forma de atuar, Pedro Ribeiro foi claro: “não vou expor muito daquilo que é a nossa ideia de jogo porque estaria a dar trunfos a todas as equipas que poderão jogar contra nós. Sei que somos alvo de análise como nós analisamos as outras equipas. É pelas dinâmicas, associadas às estruturas de jogo, que as equipas jogam. Tem jogado o Camara na direita e o André [ndr: André Fontes] na esquerda mas isso é um ponto de partida. Depois, a dinâmica ofensiva da equipa resulta de muitas outras movimentações, muitas outras situações que acontecem no jogo. O André tem características diferentes do Camara. O Fred [ndr: Frédéric Maciel] tem características diferentes das do Aldair, do Gonçalo Abreu, dos jogadores que poderão jogar pelas alas. Neste momento, as opções têm sido essas. Não sei se domingo serão as mesmas”, sendo que em relação à estratégia de jogo, Pedro Ribeiro “já disse aos jogadores que eles não jogam o jogo do treinador, jogam o jogo do treinador e o deles”. De uma forma convicta, afirmou que “até ao final da época, queremos corrigir a imagem que ficou da primeira parte da temporada”.



Por falar nesse momento da temporada, o treinador gilista foi questionado sobre o que pensava do trabalho dos técnicos anteriores e o que poderão esperar os adeptos do futuro mais próximo. No entanto, Pedro Ribeiro salientou que tem muito respeito pelos seus colegas de profissão e pelos treinadores que estiveram no Gil Vicente anteriormente. “Nunca viria aqui criticar nada, nem ninguém. Não vou entrar nas suposições. Vou abordar aquilo que posso e devo, que é o meu percurso desde que cá estou. Aquilo que podemos fazer até ao final da época é disputar os três pontos em todos os jogos. Temos essa ambição, essa responsabilidade e sentimo-nos cómodos com essa responsabilidade. Queremos abordar o jogo do Arouca conforme abordámos o do Vitória ou o do Benfica. Com intenção clara de ganhar os três pontos. Onde vamos chegar? Não sei precisar a cem por cento mas tenho a certeza que, mantendo o comportamento, a atitude, a entreajuda, a humildade, vamos conseguir estar em condições de disputar os três pontos nos jogos todos e tentar ganhar, ser mais competentes que os adversários, respeitando-os sempre porque do outro lado está sempre uma equipa e a Segunda Liga é uma competição muito característica, em que jogar contra os primeiros e jogar contra os últimos, são sempre jogos muito difíceis, muito competitivos. É isso que eu sei que vai acontecer nos jogos que faltam”.

E que equipa tem o técnico agora? Pedro Ribeiro afirmou ter uma equipa “que confia em si, que se sente motivada” para que os jogos sejam o quanto antes. “Quem joga, quer competir. Eu sou competitivo. Os jogadores só reagem bem na competição. Nós queremos competir. Queremos jogar contra toda a gente. Não vou desrespeitar e dizer que vamos ganhar todos os jogos porque não sei, depende de muitas coisas. O que garanto é que vamos lutar, com tudo, para ganhar os jogos. Isso posso prometer, o grupo de trabalho pode prometer”, fazendo questão de salientar a importância dos adeptos e apelando à sua presença no jogo de domingo. “Contamos, porque é muito importante, com os nossos adeptos, que domingo venham ao estádio, que nos apoiem, que acreditem na equipa. A equipa está a lutar muito, diariamente, para lhes dar alegrias. Se puderem, venham ao estádio ajudar-nos a ter mais condições para disputar os três pontos”.

Outro assunto que tem estado na “ordem do dia” dos adeptos gilistas, e do futebol português em geral, é como se resolverá o imbróglio jurídico resultante do “Caso Mateus” e que competição irá o Gil Vicente disputar no próximo ano. Pedro Ribeiro ressalvou que pensa o menos possível ou quase não pensa nisso. “Habituei-me a preocupar-me com aquilo que controlo ou que posso controlar. O que não controlo, não me desgasto. Não é à equipa técnica, não é aos jogadores que cabe intervir nesse aspeto. Acredito que será tomada uma decisão justa para o Gil Vicente e para o futebol português. Mais do que isso, não interfiro, não me meto. Preocupo-me, porque já tenho muitas preocupações, é com aquilo que posso controlar e posso ajudar, que é ajudar os jogadores a serem, cada dia, mais fortes, a estarem cada dia mais preparados, treinarem bem, jogarem bem e é essa a minha preocupação. Em relação a questões burocráticas, administrativas, decisões do futebol português, tenho a minha opinião mas nem sequer me desgasto com isso”.

Por fim, Pedro Ribeiro foi questionado sobre se vencendo o Arouca a equipa poderia criar condições para estar ao seu alcance sair da zona de despromoção. “Claramente. Queremos sair rapidamente da zona de despromoção. O primeiro objetivo foi voltar a marcar golos, que não conseguíamos. O segundo foi voltar a ganhar em casa, que já não conseguíamos há quatro meses. O terceiro foi voltar a ganhar fora, que já não ganhávamos há sensivelmente seis meses. O próximo objetivo é sair da zona de despromoção. É evidente que se estiver ao nosso alcance no próximo jogo, ótimo. É isso que nós queremos, rapidamente. É degrau a degrau, chegar aos objetivos mais altos que conseguirmos. É evidente que sabemos que o que resta para jogar desta época não nos permite lutar pela subida de divisão mas permite-nos sair da zona de despromoção e tentar alcançar a melhor posição possível na tabela classificativa”, sendo que “queremos sair da zona de despromoção e, saindo, não queremos voltar a entrar lá. Queremos é progredir na tabela”. Para terminar, reafirmou, “com o máximo de respeito pelo Arouca, por todas as equipas, e eu sei que eles também têm por nós, mas queremos atingir os nossos objetivos e vamos lutar por isso. O jogo de domingo é importante para os nossos objetivos e vamos encará-lo dessa forma”.

Pedro Ribeiro (treinador do Gil Vicente): “Também temos os nossos argumentos, a nossa qualidade”

Março 17, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Na passada quinta-feira, em conferência de imprensa difundida pela GVTV, o treinador do Gil Vicente, Pedro Ribeiro, lançou o jogo do próximo domingo, no Seixal, onde os gilistas defrontam a equipa B do SL Benfica, pelas 16h00.



Sobre a semana de trabalho, o treinador gilista salientou que está a corre bem e que o grupo está a trabalhar bem em todos os aspetos. “O grupo está motivo e sabe o que tem que fazer para conquistar os três pontos”, ressalvou.

Instado a comentar a atual situação da equipa e a derrota em Guimarães, frente à equipa B vitoriana, Pedro Ribeiro referiu que esta não é a melhor mas a derrota em Guimarães não significa que “tenhamos feito um mau jogo, pelo contrário. Nós fizemos um bom jogo. Progredimos bastante enquanto equipa e melhorámos muitos comportamentos. Claro que o resultado final não nos agradou. Depois de analisar o jogo, a sensação é que, apesar da derrota, aquilo que aconteceu em campo dá-nos esperança de que nos próximos jogos o resultado seja diferente”. A equipa tem vindo a adquirir uma série de comportamentos que agradam ao técnico gilista e em Guimarães não foi exceção. “É evidente que cometemos um ou outro erro e fomos muito penalizados nos nossos erros. Reagimos aos erros, fizemos um bom jogo com bola. Não conseguimos definir o último passe, o remate, termos clareza nessas ações. Mas em tudo o resto fizemos um muito bom jogo”, ressalvou. Para o técnico, a derrota em Guimarães não foi um percalço. “Faz parte do crescimento desta equipa, destes jogadores. Não queríamos esse resultado mas acreditamos que foi mais uma etapa para estarmos melhores para os próximos jogos e é isso que vai acontecer”, concluiu.

Abordando mais particularmente o próximo jogo, frente à equipa B benfiquista, Pedro Ribeiro salientou que se trata de uma equipa bem organizada, com bons jogadores e que procura jogar um bom futebol. “Tem vários jogadores que transitam entre a equipa A e a B. É sinal de que existe qualidade na equipa B senão isso não iria acontecer. Conhecemos bem e temos estudado o adversário. Temos preparado os treinos considerando isso. Estou à espera de um jogo competitivo, difícil. Ainda ontem [ndr: dia 14 de março] venceram o União da Madeira por 4-0. Estamos a falar de uma equipa que está estável na tabela classificativa, está estável em termos de jogo, tem qualidade individual mas nós também temos os nossos argumentos, a nossa qualidade”, salientou.

A posição do Gil Vicente na tabela classificativa, onde está no penúltimo lugar, está bem presente nos pensamentos da equipa. “Os jogadores têm noção que o real valor deles não é condicente com a posição que o clube tem na tabela classificativa. Sinto-os revoltados com isso” mas “para sair disto temos que ganhar jogos. A confiança vem com os resultados. A equipa venceu o Leixões depois de 4 meses sem ganhar e ‘respirou’ um bocadinho. Em Guimarães não fomos felizes”. A pressão não entre no balneário mas a responsabilidade sim. “Sentimos a responsabilidade de honrar o emblema que representamos e de ganhar os três pontos em todos os jogos. Esta é a nossa responsabilidade e o grupo sente essa responsabilidade”, afirmou Pedro Ribeiro.

No último jogo, o técnico gilista optou por Rui Faria para ocupar um lugar numa das alas defensivas, ele que é central de origem. Para Pedro Ribeiro, “ter opções e boas opções nunca é problema. Vou escolher aqueles que são os melhores para este jogo mas tenho noção que, até porque o plantel é extenso, terei que deixar de jogadores que, neste momento, mereciam estar, no mínimo, nos 18 convocados e mesmo alguns deles mereciam estar a jogar no 11 inicial”, retorquiu.

Sobre o tempo de trabalho e a assimilação, pelos jogadores, das suas ideias, Pedro Ribeiro salientou que, na opinião dele, os jogadores ainda não interiorizaram a 100% as suas ideias mas no tempo em que estão a trabalhar juntos, têm trabalhado bem. “Os jogadores têm tido a capacidade e a motivação para todos os dias quererem aprender e mostrar que estão dentro do caminho pretendido. Acho que é uma questão dos resultados também aparecerem para a confiança também aparecer cada vez mais notória e o grupo vai conseguir aquilo que conseguiu em Guimarães, mas com golos. Uma exibição positiva, forte, com personalidade. A única questão que é muito importante e que falhou foi a parte da definição e de conseguirmos fazer golos. Porque o resto, não tenho nada a dizer aos jogadores. Cumpriram a 100% aquilo que lhes foi pedido”, referiu.



Porque no próximo jogo, os gilistas enfrentam mais uma equipa B, depois da do Vitória de Guimarães, e porque está na ordem do dia o possível fim de algumas dessas equipas B, que passarão para a nova competição de sub-23, Pedro Ribeiro salientou que concorda com o atual quadro competitivo da segunda liga. “É natural que as equipas que têm equipas B, possam transitar jogadores. Estamos a falar de jogadores jovens, quem em nada interfere com questões regulamentares. Não vejo problema absolutamente nenhum nisso. Quando referi que eles vão intercalando entre equipa A e equipa B, são situações normais. Estava a reportar-me, até, a uma lógica de qualidade porque se um jogador da equipa B, neste caso do Benfica, é convocado e é opção na equipa A, é sinónimo, obrigatoriamente, de qualidade. Mas mesmo aqueles que não têm tido oportunidades na equipa A do Benfica são jogadores quem têm qualidade e que é uma equipa que joga um bom futebol. Mesmo estando a perder, tentam jogar. É uma equipa que é competitiva mas vamos tentar ser mais competitivos do que eles. A ideia passa por aí. Por respeitar mas sermos nós a sermos mais competentes”, finalizou.

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