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Pedro Ribeiro, treinador do Gil Vicente: “Temos a nossa honra e dignidade e vamos mantê-las”

Maio 5, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Na passada quinta-feira, em conferência de imprensa, o treinador do Gil Vicente FC, Pedro Ribeiro, abordou a atual momento gilista e o próximo jogo da equipa, já amanhã, pelas 16h00, no Estádio Cidade de Barcelos, frente ao SC Covilhã.



Com um ar mais abatido, como seria de esperar, Pedro Ribeiro salientou que a semana iniciou com mais tristeza pela situação em que a equipa está neste momento. No entanto, fez questão de esclarecer que em termos de trabalho estava a correr bem, diariamente, e que se tinham aplicado na preparação do jogo de amanhã. “Independentemente de tudo, somos profissionais, temos a nossa honra e dignidade e vamos mantê-las até ao último segundo da época”, reforçou.

Instado a fazer uma análise aos cerca de dois meses e meio à frente do grupo de trabalho, o treinador gilista referiu que, quando cá chegou, encontrou “um grupo desacreditado, descrente daquilo que estava a fazer, desanimado com a situação atual”, entendendo que, globalmente, esta época não tenha sido a melhor para os jogadores. Ressalvou que situações externas também podem ter influído no rendimento da equipa.

Mais uma vez, Pedro Ribeiro fez questão de salientar que o trabalho deste grupo está e ficará inacabado no que diz respeito a esta época. Houvesse mais jornadas para disputar, estivesse a Liga a meio ou a começar e o Gil Vicente iria “consolidar o jogo conforme o temos feito” e aquelas infelicidades e, por vezes, “também falta de competência por não conseguir fazer um golo” iriam ser ultrapassadas. O treinador gilista fez questão de incidir a atenção nos últimos 11 jogos da equipa gilista, em que defrontaram seis candidatos à subida, sendo que dois, na sua ótica, provavelmente até o irão conseguir, e contra dois que não estavam na zona de despromoção. Por tal, foram sempre jogos muito difíceis contra adversários fortes e muito competentes. “O percurso não foi fácil”, ressalvou, sendo que, “tirando um ou outro momento, fomos sempre uma equipa que discutiu o jogo com toda a gente”, que passou a ser uma equipa “que acredita, que luta até ao último segundo. Conseguimos virar resultados a jogar com menos um, conseguimos voltar a ganhar, conseguimos voltar a marcar”, mas, infelizmente, “não tem sido possível traduzir em resultados, mais vezes, aquilo que acontece em campo, porque a equipa tem estado sempre consistente, cada vez mais madura e a criar oportunidades de golo. Mas depois, factualmente, não temos atingido os pontos que acho que seriam justos para o que temos feitos nestes dois meses e meio”. Terminou, salientando que irão “encarar estes dois últimos jogos com o máximo de profissionalismo e competência”.

Quanto ao futuro, Pedro Ribeiro deixou no ar a sua continuidade à frente dos desígnios da equipa de futebol, sendo que o futuro no Gil Vicente, e do Gil Vicente, é “um futuro incerto”. No entanto, terão que “ir preparando o futuro da melhor maneira”, sendo que já estão a “preparar a próxima época, mesmo com os condicionalismos que temos”, referiu.

O treinador gilista quis, também, defender o seu grupo de trabalho. “Incomoda-me a suspeição que foi criada à volta do grupo de trabalho, que não era constituído por gente séria, que tanto fazia ganhar oi perder. É manifestamente mentira. Não tenho uma vírgula a apontar sobre o profissionalismo, dedicação, honra e humildade do grupo de trabalho. É triste que isso aconteça”, concluiu.

Por fim, sobre o próximo adversário, o SC Covilhã, trata-se de “uma equipa que ainda não tem a ‘vida resolvida’. Está a lutar pela manutenção. Está bem orientada, com bom treinador, com jogadores experientes e que vem cá com o intuito de procurar pontuar e de nos complicar a vida. Independentemente de tudo, nós vamos encarar o jogo para ganhar os 3 pontos, não tenho dúvidas nenhumas. Obviamente, com mais tristeza mas a aplicação é a mesma e a minha satisfação por ser o líder deste grupo desde o dia zero até ao dia de hoje é a mesma. O orgulho de ser treinador do Gil Vicente cresceu. Sinto-me motivado e que o meu percurso no Gil Vicente está a começar. Conseguiremos, juntos, ganhar muitas vezes e atingir os objetivos que o clube pretende”, terminou.

 

Pedro Ribeiro sobre jogo com o Académico: “Vamos com tudo a Viseu para tentar ganhar o jogo”

Abril 28, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Pedro Ribeiro, treinador do Gil Vicente FC, lançou o jogo de amanhã, pelas 16h00, em Viseu, frente ao Académico local, a conta para a 36ª jornada da Ledman LigaPro.



Salientando que encaram o jogo com a máxima responsabilidade, não escondeu que sentem a pressão do jogo, de tentar conquistar os três pontos. Confidenciou que a equipa sente que o campeonato deveria estar a começar agora, “porque estamos bem, consistentes. Estamos, cada dia que passa, com melhor qualidade de jogo”, sendo que, “apesar da situação atual não ser a melhor, a equipa tem trabalhado muito bem, de forma alegre, porque quando damos tudo em termos de treino, em termos de jogo, é assim que temos que estar. De cabeça levantada porque só isso é que nos vai permitir chegar a Viseu e tentar discutir os três pontos”, ressalvou.

Por falar em Viseu, sobre o próximo adversário, o Académico, Pedro Ribeiro referiu que esta é uma equipa que está na luta pela subida desde o início da época, “bem orientada, recheada de bons jogadores, que tem um estilo de jogo bem definido e que está totalmente identificado por nós, pela equipa técnica”. Por outro lado, “os jogadores conhecem bem o adversário” e esperam “um jogo muito competitivo, que será, com certeza absoluta, discutido a cada segundo”, ressalvando que “a equipa que estiver mais concentrada durante os 90 minutos, de certeza absoluta, terá mais condições para ganhar no fim”. A expectativa da equipa gilista é que consiga manter aquilo que tem feito muito bem nos últimos jogos e consiga “acrescentar uma ou outra coisa que não está a surgir. A questão da finalização, do último passe, que naturalmente tem a ver com questões de confiança que não se verificam em situação de treino mas em situação de jogo é normal que o jogador sinta, num ou noutro momento, essa falta de confiança”, retorquiu. Entretanto, o treinador acredita que “estes nove pontos que estão em disputa são nove pontos possíveis de ser alcançados por nós. É essa a minha convicção e do grupo. Vamos com tudo a Viseu para tentar ganhar o jogo”, afirmou.

A equipa é constituída por “um grupo de homens que se motiva autonomamente”, sendo óbvio que a equipa técnica também procura fazer um trabalho a esse nível. “Não é só fazer um trabalho dentro de campo, é também intervindo em termos mentais, de motivação. Sinto que a equipa está focada, motivada naquilo que é o nosso objetivo. Continuamos a acreditar e não vamos, de todo, baixar os braços. Vamos discutir o jogo, não tenho dúvidas nenhumas. Confiamos que domingo, ao final da tarde, estamos numa posição melhor do que a que estamos neste momento, pelo menos em termos pontuais, que nos permita, nos dois jogos que ficarão a faltar, discuti-los e procurar a manutenção, que é esse o nosso objetivo”, afiançou.

Sempre salientando que não pretende falar do passado, Pedro Ribeiro não deixou de expressar que, “vendo a  evolução da equipa, a forma como os jogadores treinam, como jogam, como tentam por em prática, no terreno de jogo, aquilo em que nós acreditamos, eu, como treinador, gostava que o campeonato continuasse porque sinto que a equipa está a evoluir e que esta evolução vai estagnar com o término do campeonato. É apenas e só essa a minha reflexão. Aquilo que eu e o próprio grupo sentimos é que se o campeonato tivesse mais jornadas, se estivesse a começar, provavelmente iríamos fazer outro tipo de classificação. É natural que eu me sinta assim. É evidente que o passado já não interessa porque está lá atrás. A única coisa que eu disse, e acho que é factual, é que se esta média pontual que estamos a alcançar tivesse sido alcançada desde o início da época, a situação do clube não seria a atual. Mas é uma questão factual, não estou a voltar ao passado. Estou apenas a refletir aquilo que é uma época na sua globalidade e é assim que tem que ser avaliada, agora que estamos a caminhar para o final dela”, disse.



Para o jogo de domingo não poderá faltar à equipa a capacidade de finalização, que faltou frente ao Nacional, na última jornada. “A minha expectativa, enquanto treinador, é que consigamos manter a qualidade exibicional, a concentração. Neste momento somos uma equipa muito mais madura, durante os noventa e cinco, noventa e seis minutos que um jogo de futebol tem. A minha expectativa é que consigamos colocar em prática aquilo que fazemos no treino em termos de finalização e consigamos fazer golos, porque tenho a certeza de que se fizéssemos um golo ao Nacional, e bastava um, com certeza que o resultado teria sido justo. Porque não foi justo, atendendo àquilo que se passou em campo e à qualidade de ambas as exibições. O Nacional é primeiro, com todo o mérito. É uma equipa muito forte. O Viseu é uma equipa que se preparou, claramente, para a subida de divisão. Vamos defrontar um adversário que é, também, muito forte. Mas nós também somos fortes e temos mostrado isso jogando contra equipas que estão a lutar pela subida de divisão, recheadas de bons jogadores. Leixões, Nacional, Arouca, Penafiel, equipas muito fortes, mas o Gil Vicente tem mostrado que não é inferior a essas equipas. Mas sabemos o contexto em que estamos e queremos reagir, queremos ganhar pontos, queremos ganhar os nove pontos que faltam e, no final, tentar alcançar aquilo que é o nosso objetivo, deste final de época, que é o único possível, que é a manutenção”, referiu Pedro Ribeiro.

Por fim, e por cumprirem castigo por acumulação de amarelos, os defesas Ricardinho e Luiz Eduardo são os únicos indisponíveis para o jogo de amanhã, no Estádio do Fontelo.

Pedro Ribeiro sobre jogo frente ao Nacional: “O Gil Vicente vai defrontar a melhor equipa do campeonato”

Abril 21, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Em conferência de imprensa, na última quinta-feira, o treinador do Gil Vicente lançou o jogo de amanhã, frente ao líder Nacional, no Estádio Cidade de Barcelos, pelas 11h15, com transmissão em direto na Sport TV.



Sobre o adversário de amanhã, Pedro Ribeiro considera que os gilistas vão defrontar a melhor equipa do campeonato. Pelo menos, a classificação assim o diz. Para ele, “quem está em primeiro é sempre a equipa mais forte. Temos que respeitar aquilo que a classificação nos diz semanalmente. Mas de facto, e analisando a equipa do Nacional, é uma equipa que está muito bem. É inquestionável. Está há 12 jogos sem perder. Nos últimos 21 perderam um jogo. É uma equipa que está num ótimo momento, num momento muito bom. Tem mais-valias individuais e será um jogo muito competitivo, muito bem disputado”.

Sobre o que falta jogar nesta Ledman LigaPro, Pedro Ribeiro referiu que “faltam 4 jogos, 12 pontos em disputa. Queremos disputá-los com toda a determinação, empenho e profissionalismo. No final, vamos fazer as contas para perceber em que posição é que ficamos”, sendo que os últimos resultados não abalaram a equipa. “O trabalho está a ser feito como sempre. A preparação do jogo está a ser bem realizada. Conhecemos bem o adversário. Conhecemos aquilo que queremos fazer em jogo. O facto de estarem 12 pontos em disputa só nos motiva em tentar conquistá-los. É essa a minha ambição e é essa a ambição do grupo de trabalho”.

Instado a falar sobre os momentos que se seguiram ao empate a 1 em Aveiro, frente à Oliveirense, em que a equipa gilista sofreu o golo do empate aos 92 minutos, o treinador do Gil Vicente confessou que “é natural que exista desânimo no final do jogo. Sentimos que durante os noventa e qualquer coisa minutos fomos superiores à equipa da Oliveirense. Mas o facto é que só trouxemos um ponto de Aveiro e isso deixou-nos tristes porque fizemos tudo para trazer os três pontos. A equipa jogou bem, foi madura, soube gerir os tempos de jogo e teve personalidade. Foi pena aquela situação ao minuto 92. É demasiado penalizadora para aquilo que aconteceu em campo. Em termos de motivação, é natural que se tivéssemos conquistado os três pontos, estaríamos mais satisfeitos. Não há como fugir disso. Mas não altera a nossa motivação em relação àquilo que falta jogar do campeonato, os 4 jogos em questão, os 12 pontos que queremos conquistar, o máximo de pontos possíveis. Sempre foi assim e sempre assim será até ao final da temporada”.

A situação do clube ainda não é clara no que concerne à próxima temporada. Isso também pesa na mente do grupo de trabalho. “Nenhum treinador pensa apenas no presente. Pensa no presente e perspetiva sempre aquilo que será o futuro, fundamentalmente, o futuro próximo. A próxima época está a ser trabalhada dentro dos condicionalismos que é possível, atendendo ao contexto em que estamos inseridos. É evidente que se essa situação fosse clara, poderia trabalhar de outra forma. Não é. Neste momento é uma situação que não é totalmente clara e isso traz algumas consequências em termos imediatos. Mas a nossa concentração e o nosso foco não está aí. É evidente que existe essa preocupação. Mas o foco principal, total é aquilo que falta jogar este ano”.

Finalmente, Pedro Ribeiro deixou algumas palavras para os adeptos, para os barcelenses, principalmente, sobre aquilo que podem esperar da equipa para o que resta da Liga. “Nós sentimo-nos muito mais confortáveis tendo o apoio dos barcelenses. As pessoas que venham cá ao estádio e que nos apoiem em casa e fora. Aquilo que lhes posso dizer, e prometer, é a máxima dedicação da minha parte, da minha equipa técnica, do clube, dos jogadores, de toda a gente, no sentido de honrar o emblema que representamos. É isso que o grupo de trabalho tem feito, independentemente das injustiças que têm acontecido, de um ou outro resultado que não tem sido aquele resultado que nós queremos. A época está a ser uma época desgastante. Uma época com muitas situações que não são as que nós queríamos. Mas nós continuamos a trabalhar diariamente com afinco, com profissionalismo. Damos o máximo de nós pelo clube. Aquilo que lhes posso dizer, que posso solicitar, é que nos apoiem e continuem a apoiar, conforme nos apoiaram quando saímos do estádio para o jogo em Aveiro, em que estiveram cá um conjunto de famílias, um conjunto de barcelenses, elementos da claque, apoiantes, que nos transmitiram o carinho que sentem por nós, pelo clube. Isso só nos ajuda, só nos motiva ainda mais a lutarmos pelo clube com toda a determinação que temos feito”.



Central brasileiro Luiz Eduardo sente que a equipa tem qualidade para dar a volta

Também em conferência de imprensa, o central Luiz Eduardo também abordou o jogo de amanhã e os que restam jogar.

“Ainda temos 12 pontos em disputa. Temos que encarar os jogos da mesma forma, procurando os três pontos. Temos feito bons jogos. Temos tido dificuldades nalguns momentos mas o trabalho tem sido bem feito. Durante a semana, nós fazemos tudo para que dê tudo certo no fim de semana. São 4 jogos importantes. Temos que aliviar um pouco a pressão. Sabemos que a nossa situação é difícil mas sabemos a nossa qualidade e que podemos dar a volta”, salientou.

Sobre a sua experiência em Barcelos e em Portugal, o defesa referiu que se sente “bem em Barcelos. Nestes dois anos que estou cá não tive nenhum problema. A minha família gosta muito da cidade e do país. Para mim, foi muito boa a transição do Brasil para a Europa”.

Sobre o empate do último jogo, Luiz Eduardo fez questão de salientar que se fosse noutras circunstâncias, esse empate até poderia não ter sido mau. “Noutras ocasiões, o empate não seria tão mau. Foi fora de casa mas da forma que foi, foi um pouco difícil. Estávamos a menos de 2 minutos. Mas não abanou a confiança. A confiança está a mesma. Sabemos a qualidade de cada um e confiamos em cada jogador para ultrapassar a situação em que estamos hoje”.

Finalmente, sobre o Nacional, considera uma equipa difícil, que vem fazendo bons jogos e está há muitos jogos sem perder. “Mas estamos a trabalhar a semana toda para conhecer a equipa deles. Sabemos o que temos que fazer para realizar um bom jogo e alcançar a vitória e os três pontos, que é o mais importante para o Gil Vicente neste momento”, terminou.

 

Gil Vicente: treinador Pedro Ribeiro e médio Reko falam sobre jogo de amanhã

Abril 14, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

O Gil Vicente desloca-se amanhã a terras aveirenses para defrontar a UD Oliveirense, em jogo a contar para a 34ª jornada da Ledman LigaPro.



Em conferência de imprensa, o treinador do Gil Vicente, Pedro Ribeiro, afirmou que a equipa vai abordar o jogo com a mesma determinação, crença e profissionalismo com que tem abordado os últimos jogos, sendo que nem sempre os resultados são os desejados, nomeadamente, nestes dois últimos que resultaram em duas derrotas. “Antes de tudo, representar o Gil Vicente. O grupo quer reagir o mais rapidamente possível. Preparámos o jogo da mesma forma, com o máximo afinco, a máxima determinação, na procura do resultado”, afirmou, convictamente, o treinador.

Os jogos já efetuados na “era Pedro Ribeiro” não estão isentos de erros dos jogadores, aquilo a que o treinador gilista gosta de apelidar como “o que nós controlamos”. Assim, é pretensão da equipa corrigir esses erros para poderem estar “na disputa dos três pontos em Oliveira de Azeméis”.

Sobre o próximo adversário, Pedro Ribeiro salientou que é uma boa equipa, que não começou bem a época mas que tem estabilizado, progressivamente, quer na tabela classificativa, quer em termos exibicionais. “É um adversário extremamente difícil e competitivo”, avisou.

A equipa tem tido momentos de maior tensão, que levaram, por vezes, a erros “capitais”. O treinador compreende isso mas alerta que os jogadores não podem estar tão ansiosos e sentirem-se tão pressionados. “O jogo de Oliveira é muito importante mas não o podemos encarar como algo definitivo porque isso vai virar-se contra nós”, disse.

Para os próximos jogos, a equipa tem ambição de não sofrer golos e marcar mais. No entanto, Pedro Ribeiro deixou uma certeza, “a equipa vai continuar a revelar a vontade e atitude para tentar ganhar os jogos. Tem carácter, com jogadores motivados para lutar pelos três pontos em todos os jogos. Nós vamos continuar a disputar os três pontos em todos os jogos”, concluiu.



Reko: “Queremos reagir e queremos mostrar que somos capazes”

Já o médio Reko, salientou que a motivação da equipa “já vem de há algum tempo. Queremos reagir e estamos com vontade de ajudar o clube a atingir os objetivos”.

O médio admitiu que este “ano as coisas começaram por correr bem mas a dada altura começaram a piorar. É uma época com várias fases e várias etapas e nós estamos a tentar mudar esta nossa etapa”, sendo que “já fizemos coisas boas esta época, já mostrámos que somos capazes”.

Também ele instado a abordar o próximo adversário, salientou que a “Oliveirense é uma boa equipa, que subiu no ano passado. Tem feito um bom campeonato. Nos últimos cinco jogos ganhou três, dois dos quais em casa. Tem feito muitos golos. Sabemos que é uma equipa que tem jogadores muito rápidos na frente”. No entanto, o enfoque dos jogadores gilistas está em si mesmos. “Nós temos é que olhar para nós, para os nossos argumentos, que nos preocupar em fazer as coisas bem-feitas e vamos para lutar pelos três pontos. É um jogo que é mais uma oportunidade para podermos reagir àquilo que tem sido estes dois últimos jogos, que foram menos bons. Mas não é pelo resultado ter sido menos bom que nós não fizemos coisas bem-feitas, porque fizemos”, disse.

Por fim, abordando a posição do Gil Vicente na tabela classificativa, Reko afirmou que os jogadores não gostam de estar naquela posição. “Já por isso é que vamos reagir. A tabela classificativa não reflete aquilo que é o nosso grupo. Temos um grupo muito bom. Os resultados não têm sido positivos. Mas o grupo é muito bom. Temos jogadores com muita qualidade e nós vamos encarar estes cinco jogos como uma oportunidade para mostrarmos isso, para mostrarmos que somos capazes e que este grupo não merece estar na posição em que está”, terminou.

Gil Vicente: Pedro Ribeiro e Rui Faria anteveem jogo desta quarta-feira frente ao Braga B

Abril 10, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Em duas conferências de imprensa, o treinador do Gil Vicente, Pedro Ribeiro, e um dos centrais, Rui Faria, fizeram a antevisão do jogo de amanhã, no Estádio Cidade de Barcelos, pelas 16h00, frente ao SC Braga B, adversário que está imediatamente acima dos gilistas na classificação mas com o mesmo número de pontos: 33.



Começando por analisar a derrota do último jogo, em casa do Famalicão, o técnico gilista salientou que não se desculpariam pelas ausências, nomeadamente de Jonathan Rubio e Fall, sendo que é sempre melhor quando se tem todos os jogadores disponíveis, não só no Gil Vicente, como em todas as equipas.

Sobre o próximo adversário, Pedro Ribeiro referiu tratar-se de uma boa equipa e que vem de dois resultados positivos, sendo uma equipa que conhece bem e que tem um estilo de jogo que ele aprecia. Propriamente sobre o jogo, o técnico considera que será extremamente competitivo, contra um adversário direto mas o Gil Vicente irá encarar o jogo da mesma forma que os anteriores, com a “intensão clara de conquistar os três pontos”, sempre respeitando o adversário. Mostrou-se confiante pois os jogadores gilistas são ambiciosos, na sua ótica. O Gil Vicente irá apostar na sua postura habitual, ofensiva, com dois homens na frente.

Constatando que, realmente, o clube não está numa posição agradável e tranquila. Mas está a reagir e já está num posição que permite à equipa ter outro tipo de postura. Continua numa zona perigosa mas há seis ou sete jogos estava pior. A equipa está “crente, confiante” mas “num ou noutro momento as coisas não estão a surgir, principalmente em termos de finalização”, salientou.

A frequência de jogos também foi abordada, com um no último sábado, outro já amanhã e um novo jogo no próximo domingo. O treinador gilista salientou que a equipa quer competir, quer conquistar pontos e encarar os jogos que faltam com a mesma ambição. Sobre a gestão dos jogadores e do seu cansaço, Pedro Ribeiro ressalvou que “existindo 48 horas entre os jogos, em termos fisiológicos, controla-se a questão da fadiga”, sendo evidente que jogando apenas de fim de semana em fim de semana é diferente de jogar também a meio da semana. Por tal, a gestão é realizada em termos de treino, onde os jogadores que jogaram mais tempo têm que recuperar até ao dia do jogo. “Não há grande oportunidade para treino aquisitivo dentro de campo. O treino é muito mais ao nível mental e, até, da imagem, para corrigir algumas coisas que aconteceram de forma positiva. Porque fisiologicamente não é possível treinar com eles porque eles precisam de descansar e recuperar. Os jogadores que não jogaram ou jogaram menos tempo estão a treinar como temos feito sempre, com a máxima intensidade, e a gestão vou ter que a fazer em função de tudo isso. Questões motivacionais, técnicas, táticas e físicas, também, se for necessário”, disse. No jogo frente ao Braga B irão entrar os 11 jogadores que estarão melhor preparados para encarar este adversário.



Rui Faria: “Estamos confiantes”

Para o central barcelense do Gil Vicente, Rui Faria, o jogo frente ao Famalicão já faz parte do passado, tendo já sido visualizado e analisado para evitar erros futuros. Agora é “focar no próximo jogo, onde estão três pontos em disputa. Vamos fazer o que temos vindo a fazer até hoje. Estamos confiantes no trabalho diário. Sabemos o que temos a fazer e é mais um jogo em vamos dar tudo como sempre e por em prática aquilo que treinámos para levar de vencida a equipa do Braga B”, disse. A última derrota, na opinião do central, não abanou a equipa, nem a sua confiança.

Pedro Ribeiro (Gil Vicente) lança jogo frente ao Famalicão: “Estamos a caminhar com passos seguros”

Abril 6, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

O treinador do Gil Vicente FC, Pedro Ribeiro, abordou em conferência de imprensa o momento atual da equipa gilista mas lançou, igualmente, o jogo do próximo sábado, a contar para a 32ª jornada da Ledman LigaPro, em casa do Famalicão, com o início marcado para as 16h00.



O treinador gilista começou por abordar a semana de trabalho e o próximo jogo, referindo que correu de forma positiva e a equipa está a trabalhar muito bem. “Os resultados dão-nos essa alegria e essa positividade mas estamos a encarar este jogo como os seis anteriores, com espírito positivo e a querer ir disputar os três pontos”, salientou. Na sua ótica, este será um “dérbi” da zona, bem disputado, onde se acrescentará a questão da rivalidade, da proximidade geográfica e a história entre os dois clubes. “Estamos otimistas para aquilo que vamos fazer no sábado, respeitando o nosso adversário”, disse o técnico gilista.

Sobre esse mesmo adversário, o FC Famalicão, Pedro Ribeiro referiu tratar-se de uma equipa competente e que mudou de treinador há dez jornadas atrás, “desde que mudou de treinador, em casa, em quatro jogos não perdeu. Mesmo com o anterior treinador têm apenas três derrotas em casa desde o início da época”, avisou. Por isso, será sempre um adversário difícil, que na parte inicial da época andou em zona de luta pela subida, tem mais dez pontos do que o Gil Vicente, está estável na tabela classificativa. É uma equipa “bem orientada, com bom treinador, bons jogadores. Respeitamos muito os nossos adversários, respeitamos muito o Famalicão mas estamos é preocupados connosco, com a identidade da nossa equipa, com o crescimento que a equipa está a ter, com a nossa ideia de jogo, que de jogo para jogo está a progredir, com a confiança que, de jogo para jogo, vamos ganhando e estamos cada vez mais fortes e queremos continuar a disputar jogos, queremos continuar a lutar pelos três pontos, queremos conquistá-los em Famalicão, nos outros seis jogos que irão faltar a seguir a este. A nossa equipa é ambiciosa mas é, também, humilde ao ponto de saber que do outro lado está uma equipa competente, com as ambições deles. Vamos respeitá-los mas vamos querer impor o nosso jogo”, salientou Pedro Ribeiro, que sente que a equipa está no caminho certo. E por falar em ambição, a equipa ambiciona fazer algo que ainda não conseguiu, vencer dois jogos consecutivamente, sendo esta mais uma das etapas que pretende completar, para subir na classificação. “Ainda não estamos satisfeitos com o lugar onde estamos. Saímos da zona de despromoção, não queremos lá voltar, queremos caminhar para cima”, ressalvou Pedro Ribeiro. “A confiança e crescimento da equipa são notórios e reflete-se na qualidade de jogo. A confiança surge com os resultados positivos”, afiançou.

O trabalho semanal, quer de uma equipa técnica, quer dos jogadores, não passa apenas pelas questões técnicas, táticas e físicas mas, também, pelas psicológicas. “Somos homens e a questão mental, a motivação intrínseca é determinante para o sucesso da equipa. Ser treinador não é apenas escolher jogadores mas prepará-los a todos os níveis, técnico, tático, mental, de motivação, de confiança. Tudo isso é uma preocupação diária”, salientou.

Pedro Ribeiro abordou, igualmente, uma outra ambição da equipa: vencer fora um jogo sem ser contra equipas B. Questionado sobre as palavras de Jonathan Rubio, que na semana passada, antes do jogo ante o Penafiel, falava em surpresa para os adeptos, o treinador gilista afirmou que, para ele, a surpresa é “estarmos em condições porque se nos sentirmos confiantes para isso, nós estamos em condições de disputarmos os três pontos em todos os jogos. No final, vamos somar os pontos e vamos ver em que posição estamos. Não vou estar a determinar uma posição onde queremos chegar. Estamos fora da zona de despromoção, não queremos voltar a entrar. E respeitando a nossa ambição, queremos caminhar para cima. Até onde é possível? Veremos no final da época. A surpresa poderá ser por aí”, afirmou.

Pedro Ribeiro deixou, igualmente, um apelo aos adeptos, para que acompanhem a equipa até Famalicão, por ser um dérbi, por ser a uma curta distância de Barcelos. “Queremos tê-los em Famalicão. A equipa precisa do apoio dos adeptos. Sentimo-nos muito mais confortáveis olhando para a bancada e sentindo que temos gente a apoiar-nos, tal como têm feito em casa. Sinceramente, acho que o grupo merece esse apoio, por tudo o que têm dado em campo”, salientou.

Por fim, o técnico gilista foi questionado sobre o porquê de ter aceite treinar o Gil Vicente, principalmente, tendo em conta que seria a sua primeira experiência enquanto treinador principal e, igualmente, tendo em conta a posição menos boa da equipa na tabela. “Todos nos movemos por motivações e eu entendi que o percurso de treinador-adjunto tinha chegado ao fim. Foi um percurso de que eu gostei muito, onde aprendi muito, do qual guardo amizades verdadeiras. Mas foi um percurso que terminou e estava na altura de eu próprio me desafiar a outro tipo de projectos, outro tipo de lutas. Naturalmente, depois de trabalhar como treinador-adjunto com treinadores de referência, em clubes referência, queria desafiar-me a mim próprio como treinador principal e, para isso, decidi aceitar este desafio e, felizmente, que o fiz porque o clube onde estou dá-me todas as condições para iniciar a minha carreira de treinador, para procurar o sucesso, como é óbvio, que a minha motivação o exige. Estou super satisfeito com toda a gente do clube, com a forma como tenho sido tratado e penso que não poderia ter escolhido melhor para iniciar a minha carreira de treinador”, terminou.

Gil Vicente FC visita projeto social GALO@RTIS

Abril 4, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Educação port barcelosnahorabarcelosnahora

O projeto de escolhas 6ª geração GALO@RTIS, promovido pela Câmara Municipal de Barcelos e gerido pelo Centro Social, Cultural e Recreativo Abel Varzim, recebeu a visita de uma delegação do Gil Vicente Futebol Clube, que ajudou a animar a tarde das crianças e jovens que integram o referido projeto.



O objetivo deste projeto é o de promover a inclusão social de crianças, jovens e famílias oriundas de contextos socioeconómicos mais vulneráveis, fomentando a igualdade de oportunidades, o reforço da coesão social e o diálogo intercultural.

Marcaram presença nesta visita os jogadores Ricardinho, Jonathan Rubio, Reko, Frédéric Maciel e João Costa, o treinador Pedro Ribeiro e o Diretor Desportivo Mário Faria.

Fotos: GVFC.

Gil Vicente derrota um dos líderes e sai da zona de despromoção

Março 31, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Este foi um jogo a contar para a 31ª jornada da LEDMAN LigaPro, que opôs o Gil Vicente FC ao FC Penafiel, um dos líderes da classificação, terminando na vitória gilista, por 2-1.



Foi arbitrado por Bruno Paixão (AF Setúbal), coadjuvado por Venâncio Tomé e Rodrigo Pereira, tendo Luciano Maia (AF Braga) como 4º árbitro.

Pedro Ribeiro, técnico gilista, fez alinhar João Costa, Luís Tinoco, Vítor Tormena, Sandro, Ricardinho, Alphonse, James Igbekeme (Fall, 64’), Reko (Camara, 78’), Jonathan Rubio, Frédéric Maciel (Jumisse, 74’) e João Vasco. No banco ficaram Rui Sacramento, Rui Faria, Gabriel e Dimba.

Já Armando Evangelista, técnico penafidelense, fez alinhar Ivo Gonçalves, Kalindi, João Paulo, Luís Pedro, Daniel Martins (Ludovic, 66’), Romeu Rocha (Hélio Cruz, 77’), Vasco Braga, Fábio Fortes, Gustavo, Gleison (Márcio Machado, 86’) e Fábio Abreu. No banco ficaram Tiago Rocha, Luís Dias, César Gomes e Diouf.

O Gil Vicente entrou a “todo o gás” e marcou dois golos na primeira meia hora de jogo. Aliás, foi de 15 em 15 minutos que os gilistas marcaram. Primeiro, aos 15’, por Jonathan Rubio. Depois, aos 30’, por Reko. No minuto seguinte, Fábio Fortes, do Penafiel, é expulso com cartão vermelho. Mas 10 minutos depois, o central Luís Pedro reduziu o marcador para 2-1, resultado com que se chegou ao intervalo.

Com menos um jogador, o técnico penafidelense apostou mais no ataque, trocando o defesa Daniel Martins por um homem de pendor mais atacante, Ludovic. Pedro Ribeiro, técnico gilista, fez as três trocas num espaço de 15 minutos, entre os 64’ e os 78’, fazendo duas trocas com jogadores de características parecidas e uma (troca de Frédéric Maciel por Jumisse) em que o jogador que entrou tinha características de maior posse e controlo da bola.

Até ao final, o resultado não se alterou e o Gil Vicente alcançou a terceira vitória da era Pedro Ribeiro, desta feita, contra um dos líderes da Ledman LigaPro. Com esta vitória e com a conjugação de outros resultados, o Gil Vicente sai, finalmente, da zona de despromoção, sendo a primeira equipa acima da linha de água, com 33 pontos, mais 1 que União da Madeira e Sporting B, mais diretos perseguidores. No entanto, ainda está a 4 pontos do Cova da Piedade, que se encontra imediatamente acima na tabela.

Na disciplina, os jogadores gilistas foram admoestados com o cartão amarelo por quatro vezes (Jonathan Rubio, 47’, Reko, 68’, Fall, 81’, e Camara, 96’). Já os de Penafiel receberam dois amarelos (Luís Pedro, 41’, e João Paulo, 95’). Fábio Fortes (Penafiel) recebeu vermelho direto e Fall (Gil Vicente) recebeu vermelho por acumulação de amarelos.

Na próxima jornada, a 7 de abril, pelas 16h00, o Gil Vicente desloca-se aos vizinhos do Famalicão, num jogo que se adivinha muito difícil.

 

Gil Vicente: Pedro Ribeiro lança jogo frente ao Penafiel

Março 30, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Ontem, em conferência de imprensa, o treinador do Gil Vicente FC analisou o momento da equipa gilista, o último jogo frente ao Arouca e lançou o próximo, no Estádio Cidade de Barcelos, amanhã, pelas 16h00.



Primeiramente, e sobre o último jogo frente ao candidato à subida Arouca, Pedro Ribeiro salientou que, na sua opinião, a equipa está numa fase em que está a jogar contra equipas muito competitivas, ressalvando que todas da 2ª Liga o são. “O Arouca é uma boa equipa, que nos causou dificuldades. Contudo, este jogo tem diversas fases. Entrámos no jogo muito bem, tivemos sensivelmente 30 minutos de jogo com o domínio total do mesmo. A jogar no meio campo ofensivo, agressivos quando não tínhamos a bola, com personalidade com bola, tudo aquilo que eu lhes peço e eles têm tentado cumprir”. No entanto, na ótica do treinador gilista, o resultado fica marcado por um erro da arbitragem, em prejuízo dos gilistas. “O jogo fica claramente marcado por uma decisão infeliz da equipa de arbitragem, que condiciona tudo o resto que se seguiu. Se isso não tivesse acontecido, se iríamos ganhar o jogo, se iríamos empatar, de perderíamos na mesma, estamos a entrar nas suposições, como é óbvio. O que eu sei é que até aos trinta e poucos minutos, até essa decisão, que condicionou claramente o resultado, a equipa estava muito bem, estava a disputar o jogo. É verdade que não estavam a existir grandes oportunidades de golo de parte a parte, sinal de que existiam em campo duas equipas competentes, que estavam a fazer bem o seu trabalho. Eu admito que existam erros, nós também os cometemos, mas uma situação clara de jogo perigoso de um jogador do Arouca é transformada em lançamento lateral a favor e a minha equipa, porque é uma situação tão clara, reagiu tardiamente à situação e fomos penalizados por isso. A seguir, é verdade que a estratégia do Arouca funcionou muito bem, conseguiram intranquilizar a nossa equipa em determinados momentos. Penso que o resultado é claramente desajustado ao que aconteceu em jogo, fundamentalmente até este momento que eu estou a referir, que, na minha opinião, tem muita importância no desfecho do jogo”.

Com a chegada de Pedro Ribeiro e sua equipa técnica, o Gil Vicente voltou a marcar, voltou às vitórias e fez crescer as expectativas dos adeptos em relação à equipa. Questionado sobre esse facto, o treinador gilista fez questão de referir que já abordou esse assunto com os jogadores mas alertou os adeptos para o facto de que o Gil Vicente não joga sozinho em campo e do outro lado há sempre outra equipa competente. “Quando chegámos cá, o clube estava numa situação ainda pior do que a que está neste momento. Já não ganhava há quatro meses em casa, há seis meses fora e já não marcava golos há nove jogos. Relembro isto porquê? É muito importante que os adeptos entendam isto e apoiem a equipa, que está a reagir a uma grande parte da época que não correu bem. Acho que isso se nota em campo, nos jogos”, compreendendo que as expectativas sejam mais altas “e ainda bem porque significa que a equipa está a reagir. Temos que entender que não jogamos sozinhos e que do outro lado existe uma equipa, existe uma estratégia competente contra nós”, concluiu.



Se tivesse vencido o Arouca, a equipa gilista talvez tivesse conseguido sair da zona de despromoção, um objetivo deste grupo de trabalho. No entanto, segundo Pedro Ribeiro, os objetivos continuam intactos. “O objetivo, neste momento, é o mesmo que era antes do jogo com o Arouca: é ganhar o próximo jogo. É disputar os três pontos nos jogos todos. É, evidentemente, tentar sair da zona de despromoção o mais rápido possível. É o objectivo onde podemos chegar no imediato, o mais rapidamente possível. Mas não se esgotam aí os nossos objetivos. Nós queremos isso e, a seguir, com certeza que vamos querer algo mais porque, felizmente, tenho um grupo de trabalho que me dá essas garantias, um clube que dá todas as condições aos jogadores para disputarmos os três pontos nos jogos todos. E tendo isso, como líder da equipa, tenho que me sentir bem com isso”, terminou.

O próximo adversário, o Penafiel, está muito bem no campeonato e com os mesmos objetivos e argumentos do Arouca, subir de divisão. Sobre este adversário de sábado, Pedro Ribeiro salientou ser uma boa equipa, organizada, com uma ideia de jogo clara e que está numa fase muito positiva da época. “É um adversário difícil, não tenho a mínima dúvida. Para nós e para toda a gente que jogar com o Penafiel, será um adversário extremamente difícil. Aquilo que acredito, e que o grupo acredita, é que, se fizermos o nosso trabalho, não temos que reagir a ninguém. Temos que tentar impor o nosso jogo, jogar bem, ser fiéis à nossa identidade, que temos criado enquanto equipa e temos que respeitar o adversário, como sempre o fazemos, considerando aquilo em que eles são mais fortes e aquilo que podemos explorar. Conhecemos bem o adversário. Temos trabalhado bem durante a semana para preparar o jogo e passa por acreditarmos na nossa identidade enquanto equipa, sermos mais competentes que o adversário, respeitando-o. Essa é a ideia que eu quero e que sei que o grupo de trabalho está no mesmo ‘comprimento de onda’ desta ideia”, considerou Pedro Ribeiro.

A equipa gilista tem sofrido mais golos do que marcado. Ou seja, quer o setor defensivo não está a conseguir impedir os adversários de marcar, quer o ofensivo não está a conseguir concretizar as oportunidades alcançadas. Pedro Ribeiro está ciente disso. “O objetivo de todos os clubes é marcar golos e não os sofrer. Se me preocupa os golos sofridos? Preocupa. Como me preocupa as oportunidades de os fazermos e não fazemos, que não conseguimos concretizar. Enquanto treinador, o que tenho que diagnosticar é o que está a acontecer de forma menos positiva e tentar corrigir. E potenciar aquilo que quero que a equipa faça em termos positivos e que aconteçam ainda mais vezes. É evidente que a ambição é não sofrer golos e marcar o máximo de golos possível. Ainda não tem sido possível equilibrarmos isso mas estamos a caminhar” nesse sentido, referiu o treinador gilista, sendo que a “confiança é importante numa equipa e em termos individuais”, para que as situação de golo comecem a serem concretizadas.

Gil Vicente derrotado em casa pelo candidato à subida Arouca

Março 25, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

O Estádio Cidade de Barcelos foi hoje palco de mais uma partida da Ledman LigaPro, no caso, do Gil Vicente-Arouca, a contar para a 29ª jornada.



Antes de mais, de salientar que o jogo da 30ª jornada já se realizou e que o da 31ª também será em Barcelos e, igualmente, frente a outro candidato à subida, o Penafiel.

O jogo foi arbitrado por Fábio Piló (AF Leiria), auxiliado por José Mira e Rui Freire, com Tiago Pinto como 4º árbitro.

Pedro Ribeiro fez alinhar de início João Costa, Ricardinho, Sandro, Vítor Tormena, Gabriel, Reko (James Igbekeme, 57’), Jonathan Rubio, Alphonse, André Fontes (Frédéric Maciel, 70’), Camara e João Vasco (Fall, 73’). No banco ficaram Rui Sacramento, Dimba, Rui Faria e Luís Tinoco.

Já Miguel Leal optou por Bracali, João Amorim, Benny, Victor Massaia, Vítor Costa, Bruno Alves, Ericson (Moses, 86’), Palocevic (Nuno Valente, 60’), Bukia, Erick Salles (Barnes, 70’) e Roberto. No banco ficaram Gasparotto, Vargas, Ohemeng e Areias.

O Gil Vicente, a jogar no seu estádio e perante o seu público, tentou “pegar” no jogo logo após o apito inicial da partida. Mas o ritmo de jogo estava com muito pouca intensidade. Tudo muito devagar e o perigo não acontecia, nem numa baliza, nem noutra.

Aos 4’, Jonathan Rubio num livre descaído para a esquerda, obriga o guarda-redes do Arouca, Bracali, a uma boa defesa, desviando a bola para canto.

Nos primeiros 10’, o Arouca não foi à baliza do Gil Vicente. Aos 12’, surge o primeiro remate, muito perigoso, por parte do Arouca à baliza do Gil, por intermédio de Bruno Alves. Depois deste primeiro “sinal” de perigo, o Arouca, a jogar fora, assume o jogo e começa a ser a melhor equipa em campo.

Aos 19’, Roberto domina a bola, já dentro da área, e obriga João Costa a uma boa defesa. Na recarga, Vítor Costa atira por cima. Tenta responder de imediato o Gil Vicente, aos 20’, mas não sai bem a tentativa de “chapéu” de Jonathan Rubio. Já aos 25’, volta a criar perigo o Arouca.

Por esta altura, os forasteiros já dominavam o jogo e o golo do Arouca surgiu com naturalidade. Aos 31’, a defesa gilista, pressionada, tenta aliviar bola. Resulta em lançamento para o Arouca, que coloca a bola na área, onde surge Palocevic a dominar e rematar de pronto, com a bola a passar por baixo do corpo de João Costa. Estava aberto o marcador, no Cidade de Barcelos, e para o Arouca.

Os gilistas, aos 40’, ainda tentam a reação ao golo do Arouca, mas foi uma tentativa muito “tímida”, num cruzamento-remate “sem querer” de Ricardinho, que acaba num remate com algum perigo. O Gil Vicente fazia tudo a um ritmo baixo, tudo muito previsível.

O perigo, da parte do Gil Vicente, na primeira parte, foi muito pouco, ou mesmo quase nenhum. Foi uma primeira parte muito fraca, com futebol muito lento e previsível por parte dos da casa. Ao intervalo, vencia, justamente, o Arouca, por 0-1.



Ao intervalo, o treinador do Gil Vicente, Pedro Ribeiro, certamente que “pediu” mais ritmo, mais intensidade, mais querer aos seus jogadores para a segunda parte.

Voltou a tentar entrar melhor o Gil Vicente na segunda parte. Mas sem profundidade no seu jogo. A primeira oportunidade de golo da segunda parte volta a ser do Arouca. Bukia surge “isolado” mas João Costa, atento e perspicaz, sai rápido da baliza, faz bem a mancha, e evita o segundo do Arouca. O Gil tem a sua melhor oportunidade do jogo aos 57’, num remate forte de João Vasco e boa defesa de Bracali.

Aos 60’ é a vez de Frédéric Maciel, acabado de entrar na partida, chegar ligeiramente atrasado a um cruzamento tenso do lado direito do ataque gilista. Parecia melhor o Gil nesta fase e a querer aumentar o ritmo do seu jogo. O Arouca estava na expectativa.

Aos 76’, o Arouca, numa combinação do lado esquerdo do seu ataque, faz o 0-2. Roberto não desiste do lance, dá de calcanhar para Bukia, que entra na área com a bola controlada, coloca na pequena área, onde Barnes só teve de encostar. Estava feito o 0-2 para o Arouca. Ainda faltavam 15 minutos, mais descontos. Mas o Gil Vicente deu o jogo por entregue com este segundo golo do Arouca. Não criou mais perigo até final. Já o Arouca, depois do seu segundo golo, geriu o jogo a seu bel-prazer.

E aos 83’, com toda a naturalidade, Bukia surge, mais uma vez, na cara de João Costa, mas desta feita, faz o terceiro do Arouca.

Até ao apito final foi deixar correr o tempo. O jogo ficou completamente decidido após o segundo golo do Arouca. Foi uma vitória justa dos visitantes, por 0-3.

Por outro lado, foi um jogo fraco do Gil Vicente. Não foi conseguido, desta feita. Mas melhores dias virão certamente.

Na disciplina, Ricardinho (84’) – pelo Gil Vicente – e Palocevic (55’), Bruno Alves (61’) e Bukia (70’) – pelo Arouca – foram admoestados com a cartolina amarela.

Com esta derrota, o Gil Vicente mantém-se na 18ª posição, com 30 pontos, a 2 da primeira equipa acima da “linha de água”, o Sporting B. O próximo jogo realiza-se no próximo sábado, igualmente no Estádio Cidade de Barcelos, pelas 16h00, frente ao Penafiel.

Fotos e vídeos: Ricardo Moreira.

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