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Teatro

Ciclo de Teatro “Palco da Terra” leva a peça “República de Mulheres” a Balugães

Outubro 10, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

No próximo dia 14 de outubro, pelas 21h30, o TPC – Teatro Popular de Carapeços leva a cena a sua peça de teatro “República de Mulheres, uma adaptação do TPC a partir do texto original do escritor Ney Ferreira. A peça decorrerá no auditório da Junta de Freguesia de Balugães.



O Palco de Terra é um ciclo de teatro organizado pelo Teatro de Balugas e pela Junta de Freguesia de Balugães, estando dividido em quatro partes, em que cada uma tem lugar numa estação do ano. A comédia do Teatro Popular de Carapeços (Barcelos) sobe ao palco para a edição de outono deste ano. A iniciativa resulta do intercâmbio entre o grupo de teatro de Balugães e as companhias convidadas, visando a promoção e a dinamização dos projetos teatrais na aldeia.

A entrada é livre e o ciclo encerra em dezembro com o grupo de teatro mais antigo da Galiza, o Teatro de Airiños.

Fonte e imagem: TdB.

Teatro, dança e música num mês de outubro repleto de atividades no Teatro Gil Vicente

Setembro 30, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Neste mês de outubro, que se aproxima, o teatro é o rei do Gil Vicente, com a 30ª edição do Festival de Teatro de Barcelos, mas ainda há lugar para a música, dança e as habituais sessões de cinema.



A Associação ZOOM apresenta duas sessões de cinema no dia 5, com “Fire walk with me – David Lynch”, e no dia 12 “Paterson– – Jim Jarmusch . As sessões de cinema têm início às 21h30 e têm entrada paga.

No dia 18, às 21h00, o Teatro Gil Vicente recebe o espetáculo “Folk Sessions Barcelos”, da Coreto – Associação para a Promoção de Artes e Culturas Tradicionais, que tem como objetivo a promoção e divulgação de artes e culturas tradicionais originárias de todo o Mundo.

A música marca presença, no dia 26 e 27, com “Dear Telephone”, na apresentação do álbum “Cut”.

A programação do Teatro do mês de outubro inclui, ainda, os espetáculos do Festival de Teatro de Barcelos, no dia 7, “3 Yoricks”, pela Loucomotiva – Grupo de Teatro de Taveiro; no dia 8, “As Guerras de Alecrim e Manjerona”, pela Nova Comédia Bracarense; no dia 14, “Opus”, pela Ajidanha; no dia 15, “Lagartito Poeta e Maria Lagarto”, pela Associação Amigos do Pato; no dia 19, “Dona Conceição”, pela Associação Juvenil de Rabo de Peixe; no dia 20, “A Casa de Bernarda Alba”, pela Associação D’Improviso – Artes do Espetáculo; no dia 21, “A ver as Estrelas”, pelos Gambuzinos com 1 pé de fora; no dia 22, “ A Revolta dos Micróbios”, pela Oficina de Teatro AVAI; e, no dia 28, “A Rainha da Beleza de Leenane”, pela Taller Teatro de Pinto (Madrid-Espanha).

Os espetáculos de teatro decorrem às sextas-feiras e sábados, às 21h30, e aos domingos, às 16h00, e têm entrada gratuita, limitada à lotação da sala.



Os bilhetes para assistir aos espetáculos no Teatro podem ser adquiridos no local, ou através de reserva por e-mail (tgv@cm-barcelos.pt) ou telefone (253 809 694).

Fonte e imagem: CMB.

30º Festival de Teatro de Barcelos leva 14 peças ao palco do Teatro Gil Vicente

Setembro 30, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Entre 7 de outubro a 26 de novembro, 14 espetáculos teatrais passarão pelo palco do Teatro Gil Vicente. Numa organização de A CAPOEIRA – Companhia de Teatro de Barcelos, com o apoio do Município de Barcelos e do Teatro Gil Vicente, o Festival contará com um grupo Italiano de Pádua, um grupo Espanhol de Madrid, 8 grupos do concelho de Barcelos e 4 grupos de Braga, Alcobaça, Idanha-a-Nova e Coimbra.



De acordo com a organização, “a programação do 30º Festival de Teatro de Barcelos foi pensada de forma a trazer a Barcelos diferentes linguagens artísticas e culturais”.

Assim, a 7 de outubro, pelas 21h30, teremos “3 Yoricks”, pelo Loucomotiva – Grupo de Teatro de Taveiro. No dia seguinte, pelas 16h00, “As Guerras de Alecrim e Manjerona”, pela Nova Comédia Bracarense. A 14 de outubro, pelas 21h30, “Opus”, pela AJIDANHA – Associação de Juventude de Idanha-a-Nova. No dia seguinte, pelas 16h00, “Lagartito Poeta e Maria Lagarto”, pelos Amigos do Pato. Depois, no dia 20 de outubro, pelas 21h30, “A Casa de Bernarda Alba”, pela Associação D’Improviso – Artes de Espetáculo. Dia 21, pelas 21h30, “A Ver as Estrelas”, pelos Gambuzinos com 1 Pé de Fora. No dia seguinte, pelas 16h00, “A Revolta dos Micróbios”, pela Oficina de Teatro AVAI. Outubro termina com “A Rainha da Beleza de Leenane”, dia 28, pelas 21h30, representada pelo Taller Teatro de Pinto, de Madrid (Espanha), numa peça falada em espanhol.

Na programação de novembro, no dia 4, pelas 21h30, “As Férias do Algarve”, pelos Pioneiros da Ucha. No dia seguinte, pelas 16h00, “A Influência de Tanato”, pela Só Podia Teatrices e Companhia. A 12 de novembro, pelas 16h00, “República das Mulheres”, pelo TPC – Teatro Popular de Carapeços. Sábado, 18 de novembro, pelas 21h30, vai a palco “Pequenos Crimes Conjugais”, pelo Teatro Fuori Rotta, de Pádua (Itália), numa peça falada em italiano. No dia seguinte, pelas 16h00, “O Genro do Doutor”, pelo Teatro Experimental de Feitos. Para terminar o Festival, no dia 26 de novembro, sobe a palco a companha organizadora – A CAPOEIRA –, com a sua peça “Menina Júlia”.

Todas as peças teatrais são de entrada gratuita e os bilhetes poderão ser reservados na bilheteira do Teatro Gil Vicente; ou através do e-mail tgv@cm-barcelos.pt; ou pelo telefone 253 809 694.

Fonte e imagem: AC-CTB.

Peça de teatro “Que vida Zé!” vai a cena em Alvelos

Setembro 15, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora

Numa organização da Junta de Freguesia de Alvelos, com o apoio do Município de Barcelos, vai a cena, amanhã, pelas 21h30, no Pavilhão Multiusos de Alvelos, a peça de teatro “Que vida Zé!”.



Esta é uma peça encenada pela Companhia de Teatro de Santo Tirso, que integra o ator barcelense Sérgio Macedo.

Peça de Teatro “O Gato” vai a palco em Balugães

Setembro 6, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora




No próximo dia 9 de setembro, pelas 21h30, o palco do auditório da Junta de Freguesia de Balugães recebe a peça de teatro “O Gato”, de Henrique Santana, levada a cena pelo grupo Forjães em Cena. Esta é uma iniciativa no âmbito do “Palco de Terra 2017”.

O “Palco de Terra” é um ciclo de teatro, organizado pelo Teatro de Balugas e pela Junta de Freguesia de Balugães, e está dividido em quatro partes, em que cada uma tem lugar numa estação do ano. A comédia do Forjães em Cena (Esposende) sobe ao palco para a edição de verão deste ano. A iniciativa resulta do intercâmbio entre o grupo de teatro de Balugães e as companhias convidadas, visando a promoção e a dinamização dos projetos teatrais na freguesia.

A entrada é livre e o ciclo continua durante o ano com mais grupos convidados, recebendo no outono o Teatro Popular de Carapeços, com a peça “República de Mulheres”, e encerrando em dezembro com o grupo de teatro mais antigo da Galiza, o Teatro de Airiños.

A entrada é livre mas limitada à lotação da sala.

Fonte e imagem: TB.

Teatro de Balugas apresenta a peça “O Auto dos Bons Diabos” na Mostra de Artesanato

Agosto 11, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora




No próximo dia 13 de agosto, pelas 17h00, no Parque da Cidade de Barcelos, o Teatro de Balugas leva a cena a sua peça “O Auto dos Bons Diabos”, numa produção do grupo de teatro de Balugães que integra a programação da Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos, tendo a participação especial da Ronda da Ponte das Tábuas.

Sobre a peça, o grupo de teatro refere que “’- Estou a ficar velho, mas hei-de morrer a cavar a terra, ou nas tábuas do palco,

Ela já mo disse, ó homem cava já o buraco que com as tábuas do teatro faz-se o caixote e assim não se gasta dinheiro com o funeral’.

Este é o relato de um artista de teatro popular que se desdobra em histórias e personagens dessa mesma história, do desaparecimento do mundo rural, da festa feita nas terras pelas gentes que contavam apaixonadamente as suas crenças, tradições e costumes, de uma certa ideia de progresso que não serve homens nem comunidades.

Baltazar Diabo e a sua companhia são últimos resistentes do que resta de um vale outrora rural, esvaziado em grande parte pela fuga para as cidades, vilas e estrangeiro. Aqui habitam histórias de resiliência e sobrevivência, onde a cultura popular de gerações resiste nas mãos de um punhado de artistas anónimos”.

A peça é de autoria e direção artística de Cândido Sobreiro, interpretada pelos “Diabos” André Sobreiro, Aurélio Magalhães, Cristiano Esteves e Davide Teixeira, pela “Isabel” Juliana Pereira, a “Rosa” Gilda Silva e pelo “Baltazar Diabo” Cândido Sobreiro.

Tem produção de Diana Gonçalves, responsável, igualmente, com Manuela Rosas, pelos figurinos. A sonoplastia e luminotécnica estão a cargo de Matilde Esteves; a cenografia e carpintaria são responsabilidade de Cristina Faria e David Pereira; a fotografia a Cristina Faria e o design cabe a André Sobreiro / ID3.

“O Auto dos Bons Diabos” conta com o apoio da Junta de Freguesia de Balugães, do Município de Barcelos, da Barcelos Cidade Educadora/ Rede Territorial Portuguesa das Cidades Educadoras e da Fundação Inatel, tendo como parceiros a ID3 – Design & Publicidade.

Já sobre o Teatro de Balugas, este foi fundado em 2007, e inspira-se na cultura popular do Minho. “É teatro feito na aldeia, acreditando que este trabalho comunitário manterá viva a identidade desta, enquanto espaço de criação, numa luta contra o desaparecimento do mundo rural, da festa feita nas terras pelas gentes que contavam apaixonadamente as suas crenças, tradições e costumes, de uma certa ideia de progresso que não serve homens nem comunidades.

É uma história de resiliência e continuidade, onde a cultura popular de gerações resiste nas mãos de um punhado de artistas anónimos que pisam o palco de balugas ou borzeguins, botas altas com atacadores, de onde deriva o topónimo da aldeia de Balugães”. (Teatro de Balugas)

Fonte e imagens: TB.

XI Jornadas Culturais de Balugães começam na próxima sexta-feira

Agosto 2, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura, Desporto port barcelosnahorabarcelosnahora

A partir de sexta-feira, dia 4 de agosto, e até domingo, a Freguesia de Balugães, e visitantes forasteiros, vão poder desfrutar das várias atividades que integram o programa das XI Jornadas Culturais da Freguesia.

Assim, já no dia 4, o programa inicia pelas 20h30, e contará com a abertura da Feira do Livro, seguida da abertura oficial das Jornadas. Pelas 21h00, inicia a peça de teatro, levada a cena pelo Grupo de Vozes Outonais. Segue-se a cerimónia de homenagem, a apresentação da revista e, pelas 22h00, o concerto do Coral Magistrói.

No dia seguinte, pelas 9h30, é a vez do desporto entrar na programação, com a caminhada para conhecer Balugães. Da parte da tarde, por volta das 15h00, começa o Torneio de Sueca. Durante a tarde ainda se realiza o percurso de orientação, com um peddy-paper. Já pela tardinha, dá-se um momento musical, com a Ronda da Ponte das Tábuas. Após a entrega dos troféus do Torneio de Sueca, haverá uma mostra gastronómica e, pelas 22h00, inicia a peça de teatro “A Boda dos Rabudos”, levada a cena pelo Teatro de Balugas.




O último dia das jornadas, dia 6 de agosto, inicia, tal como o anterior, com desporto, desta feita, com BTT, no Trilho de Balugães. Durante a tarde realizam-se jogos de futebol juvenil e de veteranos. Novamente pela tardinha, por volta das 19h00, a Ronda da Ponte das Tábuas abrilhanta o programa. Após esse momento, é a vez da sardinha assada e do caldo verde “entrarem no menu” destas Jornadas Culturais, que terminam com a apresentação do livro de fotografia “Bons Diabos”, de Paulo Alegria, levada a cabo pelo Teatro de Balugas, no Adro da Igreja Românica de São Martinho de Balugães. Aliás, esta apresentação já foi noticiada por este jornal.

Imagem: JFB.

Teatro de Balugas estreia peça “A Boda dos Rabudos”

Agosto 2, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora

No próximo dia 5 de agosto, o Teatro de Balugas estreia, pelas 21h30, no auditório da Junta de Freguesia de Balugães, a peça “A Boda dos Rabudos”. A nova produção teatral integra a programação das XI Jornadas Culturais de Balugães – Barcelos.

A “Boda dos Rabudos” é um resgate financeiro familiar forjado pelo astuto do Romão Rabudo. A filha, a estudar em Lisboa, engravidou; o namoro com um político da capital parecia abafar a vergonha na aldeia, se não tivesse sido o marialva da terra, o Tone Rola, a bulir na moça! Diz o ditado “Quem parte e reparte e não fica com a maior parte, ou é tolo ou não tem arte” e o Rabudo velho engendra um plano: casar a rapariga, descasar, voltar a casar e alguém pagar o padre, o sacristão e a boda! O resgate funciona às “mil maravilhas”, o cheque ao portador é passado, mas o pior é mesmo o número de credores para dividir a quantia.

Esta é uma peça com texto original e direção artística de Cândido Sobreiro, com interpretações de Ana Magalhães, André Sobreiro, Aurélio Magalhães, Cândido Sobreiro, Cristina Faria, Cristiano Esteves, Diana Gonçalves, David Pereira, Davide Faria, Gilda Silva, Juliana Pereira, Matilde Esteves e Rui Pereira. A produção está a cargo de Diana Gonçalves, que, com Manuela Rosas, está, também, responsável pelos figurinos; na sonoplastia e luminotécnica estará Matilde Esteves; cenografia e carpintaria, David Pereira e Cristina Faria; esta última também está responsável pela fotografia; finalmente, no design está André Sobreiro | ID3.




Obviamente, uma peça destas necessita de apoios, tanto mais que a entrada é livre. Assim, o Teatro de Balugas conta com o apoio da Junta de Freguesia de Balugães, Município de Barcelos, Barcelos Cidade Educadora/Rede Territorial Portuguesa das Cidades Educadoras e Fundação INATEL. Como parceiros, tem a colaboração da ID3 – Design e Publicidade.

O Teatro de Balugas foi fundado em 2007, inspirando-se na cultura popular do Minho. “É teatro feito na aldeia, acreditando que o trabalho comunitário manterá viva a identidade desta, enquanto espaço de criação, numa luta contra o desaparecimento do mundo rural, da festa feita nas terras pelas gentes que contavam apaixonadamente as suas crenças, tradições e costumes, de uma certa ideia de progresso que não serve homens nem comunidades. É uma história de resiliência e continuidade, onde a cultura popular de gerações resiste nas mãos de um punhado de artistas anónimos que pisam o palco de balugas ou borzeguins, botas altas com atacadores, de onde deriva o topónimo da aldeia de Balugães”. (Teatro de Balugas)

Como referido antes, a entrada é livre mas limitada à lotação da sala.

Fonte e imagem: TB.

Teatro de Balugas apresenta livro de fotografia “Bons Diabos”, de Paulo Alegria

Julho 31, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora

No próximo dia 6 de agosto, domingo, pelas 21h30, o Teatro de Balugas apresenta, no adro da Igreja Românica de São Martinho de Balugães, o livro de fotografia “Bons Diabos”, de Paulo Alegria.

Este livro é o resultado do encontro, de apenas um dia, do fotógrafo Paulo Alegria com o grupo Teatro de Balugas. Um conjunto de fotografias que mostram a dedicação e o envolvimento do coletivo de teatro na preparação do evento num palco improvisado pelo próprio elenco, no adro da velha igreja de São Martinho de Balugães.

Nas palavras de Raul Pereira, “observando o elenco, enquanto este deitava mãos à obra e tornava palco o adro da igreja românica de São Martinho de Balugães, as imagens extraídas trazem-nos o Vale do Neiva, essa terra antiga de onde o teatro popular nunca desapareceu e onde permanecem intactos os espaços onde ele acontecia.

A peça apresentada, que é uma adaptação para teatro de rua do Auto dos Bons Diabos, obra de Cândido Sobreiro, é um forte testemunho de que os “Balugas” constroem muito mais do que singelas encenações: é que, nas suas peças, o Alto Minho emerge inteiro, como região em que a permanente dicotomia entre aceitação e recusa foi sempre o gérmen criador da nossa identidade.

O entusiasmo instala-se peça e livro adentro, quando nos apercebemos que as novas gerações retiveram um dos mais sábios ensinamentos: que um futuro interessante e suportável só surgirá da enxertia da planta do presente no sólido fuste do passado”.

O Teatro de Balugas foi fundado em 2007, o Teatro de Balugas inspira-se na cultura popular do Minho. É teatro feito na aldeia, acreditando que este trabalho comunitário manterá viva a identidade desta, enquanto espaço de criação, numa luta contra o desaparecimento do mundo rural, da festa feita nas terras pelas gentes que contavam apaixonadamente as suas crenças, tradições e costumes, de uma certa ideia de progresso que não serve homens nem comunidades. É uma história escrita por artistas anónimos que pisam o palco de balugas ou borzeguins, botas altas com atacadores, de onde deriva o topónimo da aldeia de Balugães.




Já o autor, Paulo Alegria, nasceu em 1970, em Oliveira de Azeméis, mas vive e trabalha em Viana do Castelo. Autor do livro Romeiros, um retrato contemporâneo das pessoas que se deslocam às romarias alto-minhotas e responsável pela cinematografia do filme Alto do Minho, um trabalho documental sobre a identidade do povo da mesma região. Foi-lhe atribuída uma bolsa pela Estação Imagem, em Mora, onde desenvolveu um intenso trabalho fotográfico próximo da população do concelho alentejano, documentando o seu associativismo, que resultou no livro Cultura Magra. Recentemente, integrou uma exposição coletiva itinerante no norte de Portugal e na Galiza, promovida pela DRCN, no âmbito do programa Rota das Catedrais, com um trabalho desenvolvido na Sé Catedral de Lamego. Formou-se em Design Gráfico e passou por outras áreas do conhecimento, como a Arquitetura, a Educação Visual, a Gravura, a Serigrafia e a Fotografia.

 

Fonte e fotos: TB.

Peça de teatro “Os 3 Porquinhos” amanhã no Teatro Gil Vicente

Julho 15, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora

A Capoeira – Companhia de Teatro de Barcelos leva a cena amanhã, dia 16 de julho, pelas 16h00, no Teatro Gil Vicente, a sua peça “Os 3 Porquinhos”.

A companhia deixa-nos um pequeno resumo desta peça que encantará “miúdos e graúdos”.

“Era uma vez, três Porquinhos que saíram da casa da sua mãe. Cada um construiria a sua própria casa. Seguiram caminhos diferentes.O primeiro Porquinho construiu a sua casa com palha. Ficou pronta num instante e assim ficou com mais tempo para ir brincar. O segundo Porquinho fez a sua casa com paus e também ele pode ir brincar mais cedo. O terceiro Porquinho construiu a sua casa com pedras e tijolos. Quando estes já tinham as suas casas prontas, aparece o Lobo com vontade de comer uma bela refeição e assim pretende apanhar os porquinhos. O Lobo, tentando ser mais esperto que os porquinhos, tenta usar várias artimanhas para conseguir o seu muito desejado jantar, mas os Porquinhos sempre se mostram muito mais perspicazes que o Lobo e, por fim, conseguem mesmo que o Lobo fuja da aldeia e não volte mais”.




Esta é uma peça com encenação, construção de marionetas, construção da cabeça do Lobo e cenografia de Tiago Ferreira; figurinos de A Capoeira; iluminação de NUSOM; e interpretação de Catarina Ferreira, Tiago Ferreira e Liliana Pereira.

Classificada para maiores de 3 anos e com entrada gratuita.

 

Fonte e imagens: AC-CTB.

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