Brincar e nadar em segurança: Procedimentos que salvam vidas!

Agosto 17, 2020 Atualidade, Concelho, Mundo, Opinião

A chegada do verão e das temperaturas altas convidam à brincadeira na água. Esta atividade, para além de proporcionar momentos de convívio e descontração, ajuda à promoção da atividade física, fator relevante na saúde e bem-estar.



A Direção-Geral do Consumidor (DGC), enquanto entidade pública que tem por missão a defesa dos direitos dos consumidores, alerta PAIS e EDUCADORES para a necessidade de adoção de procedimentos e comportamentos que ajudam a reduzir o risco de afogamento.

Para uma segurança eficaz, as piscinas devem ter uma barreira física de acordo com as normas em vigor, que separe a piscina da casa e/ou do jardim, como por exemplo, uma vedação. A vedação deve: ser suficientemente alta e não possuir aberturas ou elementos que permitam que a criança trepe, passe por cima, por baixo ou através dela; possuir cancela com abertura para o exterior e fecho que tranque automaticamente sempre que alguém a utilize. O fecho deve estar colocado fora do alcance das crianças.

Auxiliares de flutuação

Os auxiliares de flutuação, como por exemplo, braçadeiras e coletes salva-vidas, não substituem a vigilância permanente, mas podem, se adequados e bem colocados, salvar vidas!

Existindo no mercado uma grande variedade de auxiliares de flutuação, é essencial conhecer as suas características para uma boa escolha e utilização correta.

Os coletes salva-vidas são auxiliares de flutuação que devem ser utilizados em especial em águas profundas, agitadas ou turvas e em atividades náuticas, como andar de barco. Os coletes salva-vidas não podem ser insufláveis. Devem ser adequados ao tamanho e peso da criança, cumprir os requisitos de segurança e serem colocados e retirados apenas em terra.

A DGC alerta:

– A utilização de boias, colchões e outros produtos insufláveis pode ser muito perigosa porque são suscetíveis de se virarem ou serem arrastados facilmente com consequências graves ou mesmo fatais. Se optar pela sua utilização, mantenha a criança sob vigilância atenta e permanente de um adulto. Estes brinquedos não substituem os auxiliares de flutuação.

Sempre que frequentar uma piscina pública, verifique: 

– Se dispõe de nadador-salvador;

– Se existem equipamentos de salvamento;

– Se consegue ver bem as crianças quando se encontram dentro ou perto de água;

– Se existe informação devidamente afixada e visível sobre as regras de segurança e utilização da piscina.

Para mais informações e esclarecimento de dúvidas, a DECO – Delegação Regional do Minho encontra-se na Avenida Batalhão Caçadores 9, Viana do Castelo, mediante agendamento obrigatório, através do 258 821 083 ou por email deco.minho@deco.pt.

Por: DECO Minho.*

(* A redação do artigo é única e exclusivamente da responsabilidade da DECO Minho)

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