Me deu frio

Novembro 16, 2017 Atualidade, Concelho, Cultura, Opinião
Joana Martins

No sopro de um suspiro

Corre em mim, um arrepio

Toco nas teclas do piano

As notas que quero soltar.

 

Faz-se música no ar

E danço, a liberdade em mim

Suspiro, no sopro que me arrepiou

Me deu frio, me congelou.

 

E me aqueço, me protejo

Do arrepio, que me persegue

Sigo devagarinho

Quase que a gatinhar.

 

Digo baixinho:

Acredito em mim e sempre vou acreditar!

E deixo o sopro soprar

A música que continua no ar.

 

E livre continuo a dançar

A dança num arrepio

Me deu frio, me deu frio

Mas me aqueci, dançando.

 

Por: Joana Martins*.



(* A redação do poema é única e exclusivamente da responsabilidade do/a autor/a)

Deixe uma resposta

Your email address will not be published.

*