O princípio do fim

Abril 20, 2018 Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião
Hugo Pinto

O princípio do fim… como era no princípio. O princípio do fim foi a derrota caseira frente a um rival direto. Um clube que se pretende campeão nacional de futebol não se pode dar ao luxo de estar na frente do campeonato e perder pontos frente ao seu rival direto.



E o último jogo, por muito que me custe dizê-lo, só devolveu o seu a seu dono. Até porque estiveram frente a frente dois treinadores em que num caso, um queria ganhar e o outro não queria perder. O Sérgio Conceição (S.C.) quis claramente ganhar. Desde a primeira parte, em que o Porto esteve mais encolhido no jogo, era ver o S.C. mandar os seus homens subir no terreno e procurar o golo. Por outro lado, o Rui Vitória (R.V.), não tendo dito tudo, foi muito claro na sua mensagem, quando tira o Rafa (o que mais desequilibrou a favor do Benfica) e Pizzi (que é sempre determinante) para colocar jogadores de características mais defensivas, como é o caso do Samaris. Teve medo. Perdeu. S.C. ousou. Venceu. E o futebol é muito isto.

Daí, meus amigos, aquele jogo foi o princípio do fim, mas também colocou de novo na frente a equipa (e, sobretudo, o treinador) que teve mais “fome” de ser campeão.

E termino como comecei no início da época. Até acho o Rui Vitória uma jóia de um homem (sem sarcasmo algum) e de competência inquestionável. Mas falta-lhe um certo tempero…E assim acho que não vamos lá.

Por mim, Rui Vitória ficava a cargo de toda a formação no Benfica. E procurava-se o “senhor que se segue2…

Ainda assim,… quero muito ser penta!…

E viva o Glorioso.

Por: Hugo Pinto*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

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