O SABER NÃO TEM IDADE: informe-se sobre a banca digital com a DECO

Julho 24, 2020 Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Opinião

CELEBRA-SE A 26 DE JULHO O “DIA DOS AVÓS”. Este dia visa criar consciência para a importância destes familiares, assim como, alertar para os desafios que os idosos, muitas vezes, enfrentam.



A tecnologia está, hoje, presente na vida de todos os consumidores, inclusivamente na dos avós, embora encontremos neste grupo de consumidores, idades e competências digitais diferenciadas.

É a tecnologia que tem permitido, especialmente durante a pandemia, uma aproximação geracional, sendo inegável a sua importância na vida dos cidadãos.

O digital veio para ficar, mas haverá, contudo, ainda um longo caminho a percorrer neste “novo normal” a que todos teremos de nos adaptar.

A BANCA DIGITAL E OS AVÓS

A banca encontra-se num processo de transição para o digital, que foi potenciado pela situação de confinamento provocado pela Pandemia do COVID-19.

A revolução tecnológica dos serviços financeiros está em curso, mas obviamente a banca tradicional terá de atender ao facto de muitos consumidores ainda não serem digitalmente competentes, nomeadamente os mais velhos.

Basta recordar que a caderneta bancária utilizada por alguns bancos para levantamentos, por força da aplicação de diretivas europeias e por questões de segurança, foi substituída por cartões de débito, mas muitos consumidores ainda não se adaptaram à nova realidade.

Todos os dias nos deparamos com testemunhos das dificuldades que os consumidores têm em acompanhar a evolução digital. Relembramos, por exemplo, o caso de um consumidor que pretendia fazer um levantamento num terminal TPA, como a caixa automática teria essa função desativada, inadvertidamente ao carregar em várias teclas, acabou por fazer um donativo.

A desumanização da banca por força do digital será algo que deve ser ponderado, pois a tradicional, graças à proximidade, granjeou muita confiança junto do cliente, e mesmo quando abalada por sucessivas crises tem de ser considerada.

Exige-se da banca uma atitude de responsabilidade e solidariedade social para com os mais vulneráveis, não obstante todos concordem que a tecnologia contribuirá de forma incontornável para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.

Pretendemos sensibilizar o consumidor para a necessidade de estar devidamente informado sobre este novo relacionamento e esclarecer os mais velhos (mas também toda a família) sobre a nova oferta de produtos e serviços bancários. 

Desde a abertura de conta bancária aos serviços mínimos bancários, à aplicação das poupanças, ao uso do cartão de débito ou à contratação de um crédito ao consumo, é importante que a mensagem e a informação seja percecionada pelo consumidor mais idoso de forma clara, transparente, em segurança e numa linguagem percetível por todos. Só assim se tomarão decisões responsáveis e fundamentadas.

O consumidor deve estar no centro da decisão, mas devidamente informado, devendo o digital ser a solução para as suas necessidades e não constituir uma fonte de problemas.

Contribuir para o acesso à informação de forma clara e desmistificada e para a literacia financeira, evitando a exclusão financeira e digital dos consumidores, são objetivos do GPF – Gabinete de Proteção Financeira da DECO.

SEMANA DOS AVÓS: INFORMAMOS E ALERTAMOS PARA O APOIAR! 

Por: DECO*.

Foto: DR.

(* A redação do artigo é única e exclusivamente da responsabilidade da DECO)

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