O Turismo do Minho exige apoios urgentes e específicos a um setor que atravessa uma dura realidade de sobrevivência

Dezembro 13, 2020 Atualidade, Concelho, Economia, Mundo

A APROTURM – Associação dos Profissionais de Turismo do Minho, realizou em novembro um inquérito ao impacto da COVID-19 nas empresas turísticas Minhotas pós verão.

Este inquérito demonstra uma realidade setorial dura, destaca a capacidade de resiliência e persistência dos empresários turísticos Minhotos na luta pela manutenção das suas empresas e postos de trabalho, expressando a confiança de que a retoma da “normalidade” turística possa acontecer nos próximos 12 meses.

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▪ Entre junho e setembro de 2020, 9 em cada 10 empresas mantiveram o normal funcionamento e indicaram quebras de faturação superiores a 80% relativamente ao período homólogo;

▪ 6 em cada 10 empresas não demonstram liquidez financeira de curto prazo e 1/3 destas pondera a extinção definitiva da empresa até final de 2020, colocando em risco, no mínimo, 127 postos de trabalho;

▪ 6 em cada 10 empresas recorreram a apoios financeiros no âmbito da COVID-19, contudo 4 em cada 5 empresários consideram os apoios financeiros existentes inadequados;

Os empresários reclamam apoios como:

  • empréstimos a fundo perdido;
  • isenções fiscais;
  • redução ou isenção temporária da TSU;
  • apoio às rendas;
  • alojamento temporário de idosos residentes em lares;
  • apoio à digitalização das empresas;
  • apoio a sócios gerentes;
  • isenção dos pagamentos por conta.
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Para mais informações, visite www.aproturm.com.

Imagem: MB

Fonte: APROTURM

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