“O Visconde das Camélias Carmesins”, segundo romance de Beatriz Meireles

Julho 1, 2020 Atualidade, Cultura, Mundo, Política

O romance acaba de chegar às principais livrarias portuguesas

Beatriz Meireles, advogada e vereadora da Câmara Municipal de Paredes, lançou o romance “O Visconde das Camélias Carmesins”, editado pela IDIOTEQUE e já se encontra nas principais livrarias portuguesas.



Esta é a segunda incursão romanesca da autora, que nos devolve à força sensível da sua narrativa, desta feita pelos tons, cheiros e envolvimentos amorosos do século XIX, na abordagem quase impressionista à realidade dos brasileiros de Torna-Viagem.

Neste novo romance de Beatriz Meireles coexistem os amores e os desamores, a riqueza e a pobreza, a legitimidade e a ilegitimidade prazenteira das relações físicas e emocionais entre homem e mulher daquela época, a efémera alegria como a mais profunda e lassa tristeza que, de forma intemporal e não geográfica, sempre habitou afinal o “mais que humano em nós”.

Beatriz Meireles nasceu em Paredes, a 30 de junho de 1985. É licenciada e mestre em Direito, tendo exercido a advocacia na terra que é mais a sua, Paredes. Desde 2017, é Vereadora dos Pelouros da Ação Social, Cultura e Turismo na Câmara Municipal de Paredes, funções que lhe permitem coordenar, com muito prazer, a Revista Cultural do Município de Paredes – Orpheu Paredes e o Café Literário, entre outros projetos culturais interessantes. Escreveu algumas crónicas e contos para jornais locais. Em 2019, publicou o primeiro livro “Depois da Morte (um amendoal em flor)”, o que diz ser o início, um ensaio, de um percurso cujo fim desconhece. E é prosseguindo um caminho, errante ou não, que agora resolve publicar o romance, inspirado em factos históricos e relatos populares, “O Visconde das camélias carmesins”. É uma história que investigou e talvez idealizou entre 2017 e 2018, tendo-a escrito, de uma assentada, no ano de 2019.

Excerto da obra

“Éramos tão felizes, eu e os meus irmãos. Depois, veio a expressão mais triste do meu pai que alguma vez pressentimos. Abriu a porta, entrou o céu nublado, e nós, nas escadas com um corrimão de madeira e uma janela onde esperávamos o Pai Natal. Morrera a minha avó! Será por tudo isto que vos ofereço esta história, tal como me fez, a mim, a mulher que trazia o poema no bolso?”

Imagens: DR.

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