PSD Barcelos “denuncia a imoralidade na ação” do executivo camarário em relação à mudança de Chefias

Junho 22, 2020 Atualidade, Concelho, Política

Em nota enviada às redações, datada de hoje, dia 22 de junho, o PSD Barcelos “manifesta uma profunda preocupação quanto ao rumo errático e persecutório do executivo PS na gestão dos recursos humanos e na escolha de chefias na Câmara de Barcelos”.



O maior partido da oposição denuncia, igualmente, “a imoralidade na ação do executivo PS”, visto não ter justificado a cessação de funções dos quatro chefes de divisão, que surge a pouco mais de um ano do término do mandato atual, num momento em que o Presidente da Câmara – que não se pode recandidatar – não pode contactar com os funcionários.

Leia, na íntegra, a referida nota:

«Câmara reprova proposta de Chefias do executivo PS!

O PSD Barcelos manifesta uma profunda preocupação quanto ao rumo errático e persecutório do executivo PS na gestão dos recursos humanos e na escolha de chefias na Câmara de Barcelos.

Na reunião do dia 17 de junho, a Câmara de Barcelos não aprovou as propostas do executivo PS para o recrutamento de quatro Chefes de Divisão, cujas comissões de serviço foram renovadas pelo Presidente da Câmara em dezembro de 2016.

A cessação de funções dos Chefes de Divisão de Administração e Licenciamento, Finanças, Contratação Pública e Parques e Jardins foi comunicada no dia 26 de dezembro de 2019, precisamente o último dia para o efeito e encontram-se agora vagos após a cessação da comissão de serviço por motivos de não renovação, nos termos da lei.

Não obstante a legalidade da não renovação, o PSD denuncia a imoralidade na ação do executivo PS, atendendo a que,

1 – A cessação de funções dos quatro chefes de divisão foi comunicada sem que houvesse qualquer justificação

2 – A cessação de funções dos quatro chefes de divisão acontece num momento em que o Presidente da Câmara, responsável pelos Recursos Humanos, por motivos judiciais, não pode contactar com os funcionários

3 – A cessação de funções dos quatro chefes de divisão, e o consequente recrutamento de novos chefes de divisão, surge a pouco mais de um ano do término do mandato do Presidente, que não poderá recandidatar-se.

Obviamente, todos reconhecemos que os lugares de chefia não são eternos nem estão garantidos a priori, mas a cessação de comissões de serviço deverá ocorrer num início de mandato, assente até numa lógica de “revitalizar” equipas ou “refrescar” procedimentos.

No entanto, toda esta conjuntura parece indiciar, mais uma vez, um enorme desrespeito pelos funcionários do município e a falta de cumprimento de requisitos legais indispensáveis ao recrutamento.»

Foto: DR.

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