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Dezembro 1, 2020 Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião
Ricardo Moreira

Bem-haja, caros leitores do Barcelos na Hora.

Desta feita, não facilitámos minimamente para a Taça de Portugal, contra um adversário muito inferior, do Campeonato de Portugal, cumprimos e goleámos por 7-1!



Regressámos ao campeonato e voltámos a vencer.  Sporting Clube de Portugal 2 – 1 Moreirense FC. Vitória difícil, mas inteiramente justa. Extremamente ofensivos desde o apito inicial, com a defesa bem subida e os três avançados em linha com os defesas adversários.

Mas, com a equipa balanceada ofensivamente, um passe perfeito da equipa adversária para as costas da nossa linha defensiva, uma incursão rapidíssima, pela ala (Nuno Mendes vinha de lesão e passou ao lado do jogo), um corte na queima, um autogolo (Neto continua o elo mais fraco da defesa a 3 centrais, embora Feddal também se mostrou muito intranquilo neste jogo)! Eis que, aos três minutos de jogo, já perdíamos. Com o objetivo de marcar primeiro (o que traz tranquilidade e, que muitas vezes, desbloqueia este tipo de jogos) falhado, originava a necessidade de corrermos atrás do prejuízo.

Ao contrário do que poderia ter acontecido, a equipa continuou tranquila, confiante no seu processo de jogo. As oportunidades foram-se sucedendo e Sporar (sou dos que defendi que deve ser titular, mas fez, de longe, o seu pior jogo) ia falhando (não é, de todo, um goleador).

Foi preciso Pedro Gonçalves fazer de ponta de lança, aproveitando uma defesa incompleta do guarda-redes adversário, para chegarmos ao intervalo empatados.

O que era escasso, muito escasso, pois realizámos uma bela primeira parte, de futebol bem jogado, em que merecíamos já estar a vencer ao intervalo.

A segunda parte foi diferente.

O nosso ritmo de jogo baixou, o adversário encolheu o campo, confinando-se à sua metade. Imperou a batalha de meio-campo, onde Palhinha (tem sido uma enorme mais-valia) foi fundamental. Houve menos intensidade, mais passes errados, mesmo assim, nunca perdemos a tranquilidade na procura do golo da vitória.

Foi preciso, mais uma vez, “Pote” aparecer e resolver o assunto. Não foi à primeira, num chapéu soberbo que bateu na trave. Foi de seguida, num remate à entrada da área, onde, diga-se, foi mal batido o guarda-redes adversário. Mas fazia-se justiça no jogo. Depois, Rúben Amorim pôs “trancas na porta” e o adversário não criou uma única oportunidade de golo para tentar empatar o jogo.

Continuamos fortes, líderes com tranquilidade.

Como Barcelense, quero deixar aqui as minhas sinceras condolências a toda a Família e Amigos do Mister Vítor Oliveira, um Senhor do Mundo do futebol, que elevou o nosso Gil Vicente e a nossa Cidade de Barcelos a um patamar altíssimo e de muito Orgulho, na época transata.

Descanse em Paz, Campeão!

Desporto é Vida! Viva o Desporto com Respeito e Fair-Play.

Por: Ricardo Moreira*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

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