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Ambiente

APACI e Câmara Municipal Esposende inauguram trilho ambiental na praia Suave Mar

Junho 25, 2021 em Ambiente, Atualidade, Concelho Por barcelosnahorabarcelosnahora

A APACI no âmbito do projeto “Fazer a Diferença”, em parceria com o Município de Esposende, inaugurou um trilho ambiental na praia Suave Mar, com mensagens de sensibilização para a manutenção e limpeza das praias.

Foto: DR

Esta cerimónia contou também com a presença da Autoridade Marítima para o hastear da Bandeira Azul na praia de Suave Mar, cerimónia simbólica que assinala a atribuição do galardão que reconhece a excelência de quatro praias do concelho de Esposende.

Foto: DR

Maria Eduarda Rego, presidente da APACI, sublinhou a “importância de fazer parte da defesa do Planeta Azul” e lembrou a “fidelidade” que os meninos da APACI empregam a esta causa.

Foto: DR

Ao longo do percurso estão colocadas mensagens de sensibilização para a preservação ambiental, incentivando a prática de ações positivas com o mote “Juntos Fazemos a Diferença”.

Os clientes da APACI estiveram envolvidos em todo o processo de elaboração das placas, desde a escolha das mensagens e imagens, ao tratamento das madeiras e inscrição das frases e fizeram questão de ver o efeito da sua colocação neste trilho, sempre muito bem acompanhados pela mascote da instituição, Flor.

O mundo rural, no Olhar de um novo Horizonte…

Maio 16, 2021 em Ambiente, Atualidade, Concelho, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
César Barros

Um dos grandes desafios do futuro do Planeta Terra significam hoje oportunidades para o Mundo Rural. As alterações climáticas são uma preocupação presente, implica que minimizemos as suas consequências, reduzindo emissões de carbono e que nos adaptemos a uma nova realidade quotidiana. As áreas rurais, reservas e espaços naturais apresentam-se como os pulmões de um Mundo doente a necessitar de oxigénio vital para sobreviver. É, assim, urgente que se preservem estas áreas, desenvolvendo novas políticas assentes em novas economias sustentáveis, que contribuam para o seu desenvolvimento.

“É mais do que nunca a oportunidade para que o Mundo Rural, embora nunca tendo estado ausente, por ser um dos componentes singulares da sociedade contemporânea, ressurgir como o foco de novas atenções dos mais diversos olhares adquirindo um novo brilho no horizonte…”

No momento actual da sociedade, em que o efeito da pandemia ao longo destes últimos dois anos obrigara as famílias a se reajustarem nos hábitos, a cumprir isolamento social em casa o modelo urbano foi várias vezes questionado e o mundo rural adquiriu uma nova importância como maneira de pensar, de reflectir e nos momentos de lazer de forma individual ou em família.

A permanência em casa e a limitação de actividades, obrigou as pessoas a procurarem novas interacções como os chamados passeios higiénicos longe de grandes aglomerados populacionais e privilegiando os espaços rurais – ONDE O CONCEITO OLHAR O MUNDO RURAL,se tornou cada vez mais comum com o bom tempo ver pessoas, em caminhadas, a andar de bicicleta ou a correr por entre ruas e caminhos, ciclovias ou trilhos pelo interior das aldeias.

Este poderá ser o mundo rural – com a sua agricultura, a sua pecuária, a sua floresta, a sua particularidade em termos de “sustentabilidade”, um sector primário muitas vezes desconsiderado que a terra é a mãe das nossas vidas e que somos os mais interessados em preservar os seus recursos!

Certamente conseguiram perceber ou ter uma ideia que sensivelmente dois terços da população portuguesa a residir em áreas urbanas, as cidades tornaram-se os grandes centros de criação de riqueza, de emprego e poder económico. Porém, nunca como hoje o campo, quando visitamos ninguém fica indiferente às searas verdes, aos ouvir dos pássaros, à mistura de cores e ao despontar das plantas na Primavera.

Terá esta pandemia questionado do que seriam as cidades e as empresas urbanas sem o mundo rural e as suas actividades ?

Um primeiro exemplo desta visão tem a ver com a sustentabilidade circular. Poderemos aceitar, em nome da liberdade de opinião, uma visão ecológico-museológica do mundo rural e das suas actividades produtivas primárias. O que já não podemos aceitar é que nos tentem impingir essa visão como sendo o paradigma do FUTURO.

Por: César Barros ( Sócio da Associação Viver Macieira )

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Foto: DR

Poluições, Soluções: ou, Ação Individual, Bem Comum

Maio 1, 2021 em Ambiente, Atualidade, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Susana Martins

No mês de maio, é convidada a escrever no nosso espaço, Susana Martins, Doutorada em Economia pela Universidade do Minho, Susana investiga e ensina desde 2019 na Universidade de Oxford e está inserida no projeto de investigação internacional Climate Econometrics que desenvolve estudos sobre o impacto da atividade humana no clima e vice-versa. 

No ano da Providência, vivia um rapaz que adorava ciência. Chamava-se Timóteo e vivia com os seus pais lá para os lados de Consciência. Mas havia um problema naquela cidade, demasiado combustível fóssil era usado para aquecimento e eletricidade.

O Timóteo brincava e o sol mesmo lá bem alto aquecia de tanto que brilhava. E o vento, esse bem que soprava, mas os seus olhos estavam muito abertos ao ver o que se passava. Do meio de uma colmeia e em espiral, acabara de surgir um portal. Uma abelha um pouco destrambelhada rebolara lá de dentro e estava muito atrapalhada. Vinha do futuro para resolver uma encruzilhada!


Eu sou a Doutora Carabelha e venho numa emergência: o mundo está prestes a destruir-se no ano da Iminência! Eu sou a cientista a cargo da polinização, mas devido aos gases com efeito de estufa e à desflorestação, as abelhas estão a morrer e as plantações a desaparecer por toda a nação. Por favor, Timóteo, precisamos que entres em ação!


Doutora Carabelha, não estou a perceber, como estão estas coisas terríveis a acontecer?

São as alterações climáticas, a mais urgente das problemáticas! O carvão e o petróleo em abundância e a criação de gado em massa permitem uma produção mais barata. Mas não a mais sensata! Por serem mais baratos são usados como desculpa, mas são eles que têm grande parte da culpa. Os seus gases poluentes sobem pelo ar, tão alto e dispersos que não mais vemos céu azul nem luar com tanto acumular! Como o calor fica entranhado nas suas teias sem ter como sair, a temperatura global e as águas do mar não param de subir. As crianças perderão o seu futuro com esta trágica trajetória, a menos que mudes o rumo da história!

Isso é terrível, Doutora Carabelha, mas será corrigível? Para um futuro sustentável construir, por favor, diz-me o que devo fazer? Onde devo ir?

Vai e faz chegar a multidões estas simples, mas eficazes soluções. As energias renováveis podem salvar o Planeta. O sol, o vento e água podem ajudar-nos a atingir essa meta. Para isso, cientistas como eu precisam de mais financiamento para pôr estas tecnologias verdes em andamento!

Ao adotares bons hábitos para ti e o ambiente ainda motivas outros a agir também de forma mais consciente. Recicla, reusa e reduz porque menos é mais, mantém-te informado e favorece o consumo de produtos locais. Usa a voz até que sejamos ouvidos sobre como salvar a Terra e todos os seres vivos!


E assim foi Timóteo apregoar pelas ruas de Consciência a correr e a saltar.

A Doutora Carabelha lembra-nos a importância de comunicar de forma pedagógica e com base na ciência as causas, consequências e soluções para mitigar os efeitos das alterações climáticas.

O aumento sem precedentes dos gases com efeito de estufa na atmosfera, os quais retêm o calor, está diretamente associado a atividades humanas. As emissões de carbono continuam a aumentar e o seu impacto no clima e (aumento da) temperatura da Terra é cada vez maior. As suas consequências ambientais à escala global como a fusão do gelo e subida das águas do mar, e a ocorrência de fenómenos meteorológicos extremos têm custos muito elevados para a saúde humana, a sociedade e a economia. Em alguns casos, os efeitos das alterações climáticas são até considerados irreversíveis se não conseguirmos atingir o objetivo proposto pela comunidade internacional de limitar o aumento da temperatura global.

Promessas para atingir a neutralidade nas emissões do carbono, mesma proporção de carbono absorvido e emitido, abrangem cerca de 2/3 da economia global. Mas palavras não chegam para atingir a meta. É necessário definir e implementar uma estratégia de transição para energias renováveis e tecnologia com menor impacto ambiental. É igualmente importante perceber que não só as consequências das alterações climáticas são globais, mas também os nossos hábitos e ações individuais. Não somos só mais uma gota no oceano. Somos o oceano.

A fábula é uma adaptação do texto escrito pela equipa Barreda da qual fiz parte em conjunto com James Raymond para o Online Sciathon 2020 organizado por The Lindau Nobel Laureate Meetings.

Por: Susana Martins *

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade da autora)

Nove toneladas de pilhas recolhidas na fase final das campanhas Electrão

Dezembro 20, 2020 em Ambiente, Atualidade, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Nove toneladas de pilhas, baterias e lâmpadas usadas já foram recolhidas pelo Electrão – Associação de Gestão de Resíduos, até final de outubro, na fase final de duas campanhas especificamente dedicadas a estes fluxos de resíduos, os “Escuteiros Electrão” e a “Pilhas e Lâmpadas por alimentos”.

No âmbito da terceira edição da campanha “Pilhas e lâmpadas por Alimentos”, que teve início em dezembro de 2019 e que termina no final deste mês de novembro, foram reunidas quatro toneladas de pilhas, baterias e lâmpadas usadas. 

Estes equipamentos fora de uso vão ser convertidos em géneros que serão distribuídos a quem mais precisa pelos bancos alimentares.

Os três bancos alimentares que mais recolherem vão receber um valor monetário de acordo com o resultado global da campanha, que partilharão com as instituições parceiras que mais tiverem contribuído para esse resultado.

Esse valor poderá ser de 750 euros, se a recolha global for inferior a cinco toneladas, de 1250 euros se a recolha ultrapassar as cinco toneladas ou poderá atingir os 2.500 euros se a retoma global superar as dez toneladas, à data da conclusão da campanha.

Os bancos alimentares aderentes, com um mínimo de 100 quilos recolhidos, recebem também um prémio monetário, de acordo com os resultados globais, que pode variar entre os 75 euros e os 200, segundo os mesmos critérios. A Entrajuda também será premiada de acordo com esse resultado global, com um valor entre os 1500 e os cinco mil euros.

Os vencedores da campanha serão divulgados em Janeiro de 2021, depois de apurados os resultados das últimas recolhas, que ainda estão em curso.

Nesta terceira edição da campanha, dirigida aos bancos alimentares de todo o país e às Instituições Particulares de Solidariedade Social por estes apoiadas, estiveram envolvidos 15 bancos alimentares.

Nas duas edições anteriores foram distribuídos 15000 euros em prémios.

ESCUTEIROS JÁ ACUMULARAM PILHAS DE BOAS ACÇÕES

Naquela que é a primeira edição da campanha “Escuteiros Electrão” foram recolhidas, até ao final do mês de outubro, cinco toneladas de pilhas e baterias usadas por parte dos agrupamentos de escuteiros aderentes. A campanha teve início em dezembro de 2019 e termina também no final de Novembro deste ano.

Os agrupamentos de escuteiros do Corpo Nacional de Escutas (CNE) podem receber 75 euros por cada tonelada de pilhas e baterias usadas que recolherem. 

Os 10 agrupamentos de escuteiros que recolherem a maior quantidade de pilhas e baterias usadas também receberão prémios extra que variam de acordo com a quantidade total de resíduos recolhida a nível nacional à data de conclusão da acção, no fim de dezembro de 2020. 

Haverá ainda um prémio CNE que segue os mesmos critérios. O valor dos prémios pode oscilar entre os 50 e os dois mil euros consoante a quantidade global recolhida.

À semelhança da campanha “Pilhas e Lâmpadas por Alimentos”, os resultados finais da recolha dos escuteiros estão ainda a ser apurados e os vencedores serão anunciados em Janeiro de 2021.

Este projecto do Electrão, em parceria com o Corpo Nacional de Escutas, teve como objectivo sensibilizar e envolver os escuteiros, os voluntários, os pais e a comunidade em geral, no esforço global da preservação do ambiente através do encaminhamento adequado de pilhas e baterias usadas para reciclagem.

Fonte|Imagem: Electrão

5ª edição do “Quartel Electrão” já com mais de 1600 toneladas de pilhas e equipamentos elétricos usados recolhidos

Dezembro 2, 2020 em Atualidade, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Um total de 1600 toneladas de pilhas, baterias e equipamentos elétricos usados já foram entregues nos quartéis de bombeiros portugueses de janeiro a outubro, no âmbito da campanha “Quartel Electrão”, que terminou no final do mês de novembro.



Este ano, a iniciativa, promovida pelo Electrão – Associação de Gestão de Resíduos, decorreu em plena pandemia, mas, ainda assim, os resultados alcançados até ao momento já superaram as expectativas. Falta, ainda, contabilizar as recolhas efetuadas durante o mês de novembro, mas já se pode afirmar que este é um dos melhores resultados de sempre da campanha.

“Trata-se de uma quantidade considerável de resíduos recolhidos num ano atípico em que a pandemia que assolou o mundo nos confinou a quatro paredes. Apesar disso, os bombeiros mantiveram-se sempre em alerta. A cumprir o serviço público, em defesa das populações e em proveito do ambiente”, sublinha o diretor-geral do Electrão – Recolha e Reutilização, Ricardo Furtado.

Este ano, o prémio a atribuir à corporação que mais resíduos recolheu é um veículo ligeiro de combate a incêndios tipo florestal. Os resultados finais e os quartéis vencedores serão anunciados em janeiro de 2021, em cerimónia com formato ainda a definir.

Esta iniciativa tem como objetivo envolver as associações humanitárias de bombeiros voluntários na sensibilização da população para a necessidade de encaminhar os equipamentos elétricos usados de forma a assegurar a sua descontaminação e reciclagem.

No site www.ondereciclar.pt é possível saber qual é o quartel aderente mais próximo onde pode depositar pilhas, baterias e equipamentos elétricos usados.

Corrente “Electrão”

A campanha “Quartel Electrão” suscitou o apoio de instituições, como juntas de freguesias e câmaras, que apelaram à entrega de eletrodomésticos e outros equipamentos elétricos em fim de vida como forma de ajudar os soldados da paz da freguesia ou concelho.

Em muitos casos, as autarquias colocaram à disposição os estaleiros municipais, para armazenamento dos resíduos, e chegaram mesmo a disponibilizar-se para recolher os velhos equipamentos a pedido, indicando um número para o efeito, como aconteceu este ano em várias localidades do país.

Imagem alusiva à campanha (Imagem: Electrão)

Também as empresas privadas se mobilizaram, um pouco por todo o país, para a entrega de resíduos de equipamentos elétricos usados a favor dos soldados da paz. As empresas contactaram o Electrão diretamente para a recolha desses resíduos, mas solicitaram que essa contabilização fosse associada à corporação da sua área.

75 euros por tonelada

Como recompensa pelo serviço prestado – que em nenhuma dimensão chega a ser verdadeiramente recompensado – as corporações irão receber 75 euros por cada tonelada de resíduos reunida.

A associação que ficar em segundo lugar terá direito a cinco mil euros convertíveis em equipamentos de proteção florestal. As associações que recolheram mais pilhas terão acesso a 1500 euros em equipamento de proteção florestal. O mesmo para as que recolheram mais lâmpadas.

O Electrão criou, ainda, um prémio para chamar novos aderentes e incentivar a adesão à campanha por parte de novas associações humanitárias de bombeiros voluntários. A corporação estreante que reuniu a maior quantidade destes resíduos nesta última edição receberá 750 euros em cartões pré-pagos de combustível.

Este ano, serão, ainda, distribuídos prémios por regiões (Norte; Centro, Interior; Lisboa e Vale do Tejo, Sul e Ilhas), que correspondem às áreas de recolha dos equipamentos. Nessas categorias as associações irão receber 750 euros em cartões pré-pagos de combustíveis.

O “Quartel Electrão” conta já com quatro edições de sucesso. Tradicionalmente, os vencedores têm sido premiados com uma ambulância. Na primeira edição, 2011, foram recolhidas 1802 toneladas de equipamentos elétricos e saiu vencedora a corporação de Mangualde. A associação de Vila Nova de Famalicão sagrou-se campeã em 2015/2016, numa campanha que resultou na recolha de 1087 toneladas de equipamentos usados. Amarante venceu em 2016/ 2017. Nessa edição, foram recolhidas 1088 toneladas de equipamentos usados. Amarante voltou a repetir o feito em 2018/2019, edição em que a recolha rendeu 947 toneladas. Globalmente, esta campanha já permitiu a recolha de 4892 toneladas de pilhas e equipamentos elétricos usados.

Fonte e imagem: ELECTRÃO.

Foto: DR.

PNPG: Bloco de Esquerda quer medidas de acalmia de tráfego na Mata de Albergaria

Outubro 9, 2020 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda questionou o Governo sobre a circulação automóvel na Mata de Albergaria, no Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), e quer conhecer as medidas do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas para a acalmia do trânsito naquele local.



No documento entregue na Assembleia da República, os deputados do Bloco de Esquerda eleitos pelo círculo de Braga, José Maria Cardoso (Barcelos) e Alexandra Vieira (Braga), referem que “no âmbito do Projeto 4 – Ordenamento e sustentabilidade da Zona de Proteção Total da Mata de Albergaria – do Plano-Piloto de prevenção de incêndios florestais e de valorização e recuperação de habitats naturais no Parque Nacional da Peneda-Gerês, o ICNF entendeu necessário proceder à pavimentação da totalidade da estrada florestal entre Leonte e a Portela do Homem”.

Segundo os deputados, “apesar dos objetivos desse projeto serem a gestão e ordenamento da visitação massiva sazonal, a promoção de transportes alternativos e fruição do espaço natural e a promoção da adoção de uma conduta responsável de visitação, a obra visou essencialmente a repavimentação da via”.

“Não se conhece o desenvolvimento de qualquer alternativa de transporte público coletivo, pelo que aquele troço é massivamente utilizado por veículos privados. Atendendo às condições da via, alargada e com alcatrão novo, a velocidade máxima permitida para o local, já por si muito elevada (40km/h), é muitas vezes ultrapassada. Também não há qualquer sinalização especial para alertar os visitantes para as características e sensibilidade do local”, afirmam.

Árvore danificada pelos trabalhos de pavimentação (Foto: BE)

Os bloquistas alegam que “este ano, atendendo ao aumento do turismo na região, o número de veículos a percorrer aquele troço cresceu significativamente”, pelo que “o excesso de circulação automóvel e o não cumprimento dos limites de velocidade, tem provocado a morte de animais por atropelamento”.

Os deputados salientam que “a proteção deste tão importante património natural exige a adoção de medidas urgentes de desencorajamento do tráfego automóvel e de limitação da velocidade de circulação” e, por isso, pretendem que o Ministério do Ambiente e da Ação Climática esclareça se foi realizado algum estudo sobre a capacidade de carga da Mata de Albergaria (pessoas e automóveis) e que medidas de acalmia de tráfego estão previstas para o local.

A Mata de Albergaria, no concelho de Terras de Bouro, é um dos mais importantes bosques do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), constituída, principalmente, por um carvalhal secular. Inclui, também, um troço da via romana – Geira – com ruínas das suas pontes e um significativo conjunto de miliários, um dos mais importantes da Península Ibérica.

Fonte e fotos: BE.

Junta de Freguesia de Aborim organiza campanha de recolha de “monstros”

Setembro 9, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

Entre 12 e 20 de setembro, a Junta de Freguesia de Aborim leva a cabo uma campanha de recolha de “monstros”, com o objetivo de ser “uma iniciativa amiga do ambiente”, conforme salienta a Junta de Freguesia.



Assim, entre esses dias, poderá deixar colchões, sofás, eletrodomésticos, camas, pilhas, lâmpadas, entre outros, no terreno junto à sede da Junta.

Para mais informações, contacte a Junta de Freguesia de Aborim.

Cartaz da campanha

Imagem: JFA.

PAN acusa Governo de promover uma “farsa ambiental”

Junho 24, 2020 em Atualidade, Economia, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

No seguimento do anúncio de que o Estado avançou com a assinatura de 16 contratos de prospeção e pesquisa e de exploração de recursos minerais com promotores privados, antes da aprovação de um novo enquadramento legal, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza acusa o Governo de estar a promover uma “verdadeira farsa ambiental” ao pôr, mais uma vez, os valores económicos à frente dos valores naturais e já solicitou a presença de João Pedro Matos Fernandes para prestar esclarecimentos no Parlamento.



“É extremamente grave que seja o próprio Ministério do Ambiente e da Ação Climática a dar luz verde para que não só avancem, não um, não dois, mas 16 contratos que visam explorar os nossos recursos geológicos, não renováveis, à luz de uma legislação que a própria tutela reconhece como obsoleta. Ora, estamos diante de um absoluto contrassenso com o Governo a impor-nos uma verdadeira farsa ambiental, quando na verdade apenas está preocupado com a retoma económica à moda antiga”, acusa o porta-voz do PAN, André Silva.

De acordo com os dados que vieram a público pela comunicação social, terá sido a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), sob tutela do Secretário de Estado Adjunto e da Energia, João Galamba, que integra a equipa do ministro do Ambiente, a avançar sem aguardar pela publicação da nova regulamentação da lei das minas. Informação esta que ainda não se encontra publicamente publicitada.

Mais grave, remata André Silva, “segundo temos conhecimento, o Ministério do Ambiente e da Ação Climática já terá terminado uma revisão da atual legislação relativa à exploração de recursos geológicos que estará, alegadamente, a aguardar aprovação em Reunião Conselho de Ministros. Um novo diploma que, segundo consta, se prevê mais exigente”. Ora, questiona em tom de crítica, “não seria de esperar que o Governo optasse ou por dar seguimento à aprovação do novo quadro legal ou por avançar com os contratos apenas quando este estivesse definido?”.

Sobre esta matéria, o PAN já questionou o Ministério do Ambiente e da Ação Climática e espera que o ministro João Pedro Matos Fernandes opte pelo bom-senso e tenha efetivamente os valores ambientais aquando das apreciações de planos e/ou projetos que, como é o caso das explorações de recursos mineiros e geológicos, podem comprometer de forma irremediável a sustentabilidade das gerações presentes e futuras.

Fonte: PAN.

Foto: DR.

Altice Portugal assinala Dia Mundial do Ambiente com criação de Comité de Sustentabilidade

Junho 5, 2020 em Atualidade, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

No dia em que se celebra o Dia Mundial do Ambiente, a Altice Portugal anuncia a criação do Comité de Sustentabilidade da Empresa, um novo órgão criado com o intuito de promover ações e iniciativas que contribuam para um desenvolvimento sustentável.



Os objetivos deste Comité passam pela promoção de uma cultura interna que assegure a otimização de recursos e sinergias, a sensibilização para a necessidade de adoção de comportamentos mais conscientes e o contributo para desenvolvimento da coesão económica e social do País.

Este órgão será coordenado pelo Chief Corporate Officer da Altice Portugal (CCO), João Zúquete da Silva, e constituído por inúmeras figuras das áreas de gestão da Empresa, bem como por diversas entidades e personalidades externas da sociedade civil.

João Zúquete da Silva, CCO da Altice Portugal, considera que “uma empresa com a dimensão e expressão da Altice Portugal não pode ficar à margem de um tema tão relevante para a sociedade como é o da Sustentabilidade, seja ela económica, social ou ambiental. A criação deste Comité é mais um passo concreto dado nesse sentido e que contribuirá para que a Altice Portugal possa transpor para esta temática a sua capacidade de inovação, num claro contributo para um futuro mais sustentável e inclusivo”.

A Sustentabilidade sempre foi uma prioridade para a Altice Portugal, tendo em 2019 passado a integrar os pilares estratégicos da Empresa, a par com o Investimento, a Inovação, a Qualidade de Serviço, Responsabilidade Social e Proximidade. Nesse âmbito, foram já inúmeras as iniciativas que materializaram esta aposta, entre as quais se destacam as seguintes:

 – A campanha “The Unwanted Shapes” do MEO, que no âmbito da sua ligação ao Surf levou a cabo um conjunto de iniciativas de consciencialização para o uso excessivo de plástico e para o seu impacto nos oceanos;

– A iniciativa “Casa da Coruja”, levada a cabo na edição de 2019 do MEO Sudoeste em prol da conservação e preservação ambiental;

– A criação, pelas mãos da Altice Labs, de um router de cortiça, numa lógica de redução do consumo de plástico na sua produção, diminuindo assim a pegada ecológica;

– As limpezas de praia levadas a cabo pela Fundação Altice na Liga MEO Surf.

“A criação deste novo Comité de Sustentabilidade vem reforçar o posicionamento da Altice Portugal perante um tema atual e de relevo para a sociedade, procurando ainda ajudar contribuir, através da sua cadeia de valor e em linha com os princípios da sustentabilidade, para o progresso social e económico do nosso País”.

Imagem: DR.

Município de Barcelos promove concurso “Património Ambiental de Barcelos”

Junho 3, 2020 em Atualidade, Concelho, Cultura, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

O Município de Barcelos, através do Gabinete de Ambiente, promove, entre os dias 5 e 30 de junho, o concurso de fotografia “Património Ambiental de Barcelos”, de acordo com o plano Anual de Atividades de Educação Ambiental.



O concurso tem como objetivo sensibilizar e consciencializar a população para a observação, defesa e preservação do ambiente, através de imagens do património natural de Barcelos.

As imagens serão exibidas numa exposição no Jardim dos Assentos e virtualmente no site do Município de Barcelos, entre os dias 5 e 30 de junho, para dar a conhecer o património natural do concelho e terá a participação de nove concorrentes com um total de dezoito trabalhos. Inseridos no tema do ambiente serão explorados diversos subtemas como fauna, flora, paisagens, lugares desconhecidos e energias renováveis, com o intuito de realçar a biodiversidade e beleza do concelho de Barcelos.

Depois de avaliados, serão atribuídos três prémios nos valores de 400€, 300€ e 200€ aos trabalhos mais originais e adequados ao tema, com qualidade da mensagem transmitida e estética das imagens.

Os visitantes poderão descobrir lugares desconhecidos, ter um reflexo da biodiversidade bem como conhecimento da fauna e da flora do concelho através da visão de 8 participantes do concurso e dos seus 18 trabalhos expostos.

Fonte e imagem: CMB.

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