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António Costa

Covid-19: Portugal avança no desconfinamento, exceto em 11 concelhos

Abril 16, 2021 em Atualidade, Economia, Educação, Portugal Por barcelosnahorabarcelosnahora

Portugal avança na segunda-feira para a terceira etapa do desconfinamento com o regresso às aulas presenciais no secundário e no ensino superior e com a reabertura de lojas, restaurantes e cafés, mas onze concelhos não acompanham esta nova fase.

A decisão da generalidade do país avançar para a próxima fase do processo de desconfinamento foi anunciada pelo primeiro-ministro, António Costa, após o Conselho de Ministros de ontem que analisou a evolução da pandemia da covid-19 nas últimas duas semanas.

O plano de desconfinamento do Governo prevê quatro fases, duas já implementadas a 15 de março e a 05 de abril, estando a próxima prevista para 19 de abril e a última para 03 de maio.

Na segunda-feira, Portugal entra no seu o 15.º estado de emergência no contexto de pandemia de covid-19.

Na generalidade do território nacional vai ser possível, a partir da próxima segunda-feira, entrar na próxima fase do desconfinamento, incluindo oito concelhos que conseguiram baixar a taxa de incidência de 120 novos casos de covid-19 por 100 mil habitantes: Borba, Cinfães, Figueiró dos Vinhos, Lagoa, Ribeira de Pena, Soure, Vila do Bispo e Vimioso.

Outros 13 concelhos também seguem para esta nova fase, apesar de terem atingido a barreira dos 120 casos por 100 mil habitantes, o que implica que fiquem em situação de alerta e com uma particular atenção no controlo da pandemia nos próximos 15 dias.

Estes concelhos são Aljezur, Almeirim, Barrancos, Mêda, Miranda do Corvo, Miranda do Douro, Olhão, Paredes, Penalva do Castelo, Resende, Valongo, Vila Franca de Xira e Vila Nova de Famalicão.

Sete concelhos – Alandroal, Albufeira, Beja, Carregal do Sal, Figueira da Foz, Marinha Grande e Penela – continuam com uma taxa de incidência acima do limite dos 120 casos e, por essa razão, mantêm as regras e restrições em vigor na segunda fase do desconfinamento.

Neste mapa de risco há quatro concelhos – Moura, Odemira, Portimão e Rio Maior – que continuaram a apresentar mais de 240 casos de covid-19 por 100 mil habitantes, o que obriga a implementar as regras anteriores do desconfinamento, entre as quais o encerramento das esplanadas, das lojas até 200 m2 com porta para a rua, dos ginásios e dos museus, monumentos, palácios, galerias de arte e similares.

A retoma do ensino presencial para os alunos do ensino secundário e do ensino superior avança em todo o território continental, independentemente do nível de risco de cada concelho.

Reabertura do secundário e do ensino superior 

Nesta terceira fase do deconfinamento, os cerca de 300 mil estudantes do ensino secundário e os quase 400 mil do ensino superior podem regressar às aulas presenciais a partir de segunda-feira.

A medida significa que todos os alunos e professores do secundário deixam o ensino à distância, mas o mesmo pode não acontecer no superior, uma vez que as universidades e os institutos politécnicos têm autonomia para decidir como será o regresso ao ensino presencial.

Reabertura de restaurantes e cafés

Também na segunda-feira, os restaurantes, cafés e pastelarias poderão abrir o serviço de mesa no interior, limitado a grupos de quatro pessoas, para além do serviço de esplanada que já estava autorizado, mas que passa agora a ter um limite de seis pessoas.

Esta abertura aplica-se à generalidade do país, exceto em sete concelhos, que se vão manter com as regras atualmente em vigor e outros quatro que vão recuar para as regras mais apertadas da primeira fase de desconfinamento.

Centros comerciais e lojas reabrem com regras de lotação

Os centros comerciais e todas as lojas, independentemente da sua dimensão, podem reabrir na segunda-feira, cumprindo a lotação fixada pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Esta abertura aplica-se à generalidade do país, exceto em sete concelhos (Alandroal, Albufeira, Beja, Carregal do Sal, Figueira da Foz, Marinha Grande e Penela), que se vão manter com as regras atualmente em vigor, e quatro (Moura, Odemira, Portimão e Rio Maior), que vão recuar para as regras mais ‘apertadas’ da primeira fase de desconfinamento.

Regras para voos e encerramento de fronteiras

As regras para a circulação aérea mantêm-se iguais na próxima fase do plano de desconfinamento e a fronteira terrestre com Espanha permanece fechada nos próximos 15 dias.

Em relação aos voos do exterior, na generalidade das origens que tenham menos de 500 casos por 100.000 habitantes implica um teste negativo à covid-19.

No caso do Reino Unido, os passageiros continuam a poder entrar em território nacional só com o comprovativo de um teste negativo para SARS-COV-2, enquanto nos voos do Brasil, além do teste, será necessário o cumprimento de quarentena.

 Retoma das modalidades desportivas de médio risco

Também a partir de segunda-feira será possível retomar a prática das modalidades desportivas de médio risco, assim como a atividade física ao ar livre de até seis pessoas.

No lote de médio risco estão incluídas as principais modalidades coletivas, casos do andebol, basquetebol, futebol, futsal, hóquei em patins e voleibol, cujas divisões profissionais prosseguiram durante o segundo confinamento geral, em vigor desde 15 de janeiro.

Corfebol, futebol de praia, hóquei e hóquei em linha, polo aquático, aquatlon, hóquei subaquático e râguebi subaquático também regressarão ao ativo, assim como o râguebi em cadeira de rodas, que completará o leque de desportos para pessoas com deficiência.

Casamentos, batizados e eventos exteriores com limitações

Os casamentos e batizados voltam a ser permitidos no território continental, ainda que limitados a 25% da capacidade de ocupação dos espaços onde esses eventos decorram.

Já os eventos exteriores nos concelhos que avançam para a próxima fase ficam sujeitos a uma diminuição de lotação de cinco pessoas por 100 metros quadrados.

Lojas do cidadão com marcação

 As lojas do cidadão é outro dos serviços que reabrem com atendimento presencial por marcação na generalidade do país, à exceção dos concelhos que não avançam para esta nova fase do descofinamento.

Dever geral de recolhimento mantém-se

Nesta nova fase de desconfinamento, o dever geral de recolhimento mantém-se, uma vez que o Governo considera necessária a contenção de circulação para o controlo da pandemia.

Fonte: Lusa

Foto:@pevangelista_ny|unsplash

Associação Florestal do Cávado reforça equipamento para trabalhos de prevenção contra incêndios

Março 22, 2021 em Ambiente, Atualidade, Concelho, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A Associação Florestal do Cávado (AFC) reforçou o seu parque de maquinaria para trabalhos de prevenção contra incêndios, com um trator recebido durante uma cerimónia presidida pelo primeiro-ministro de Portugal, António Costa, este sábado dia 20 de março. A cerimónia decorreu na Lousã, também com a participação do ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes.

Ao receber as chaves do novo equipamento, o presidente da associação florestal minhota, Carlos Cação, destacou o reconhecimento do trabalho dos sapadores florestais e do “impacto da sua intervenção ao longo do ano para a prevenção de fogos e para a valorização do território”.

“Por força dos resultados que estão a ser obtidos, o trabalho que temos vindo a desenvolver em prol da floresta, na prevenção dos fogos e na promoção ambiental é cada vez mais reconhecido de uma forma unânime, o que nos deixa bastante satisfeitos e reforça a motivação de quem diariamente se dedica a este esforço, do qual o país e todos nós saímos beneficiados”, salientou Carlos Cação.

Ao integrar o programa de valorização ambiental liderado pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), a Associação Florestal do Cávado amplia as condições de trabalho para intensificar as ações limpeza e melhoria de acessibilidades e zonas de segurança nas vastas áreas de mata e floresta sob a sua alçada.

A AFC – que é a associação do país com mais equipas de sapadores em Portugal – serve os ainda concelhos de Braga, Barcelos, Esposende e Amares.

Fonte|Foto: AFC

PSD de Braga exige intervenção de António Costa no processo de vacinação

Fevereiro 5, 2021 em Atualidade, Concelho, Política, Saúde Por barcelosnahorabarcelosnahora

Presidente da Distrital de Braga do PSD, Dr. Paulo Cunha exige a intervenção de António Costa no processo de vacinação. Em nota enviada às redações Dr. Paulo Cunha afirma que, “Se o Presidente da Câmara Municipal de Esposende exigiu hoje, e bem, a exoneração do atual Diretor do ACES Cávado III, Fernando Ferreira, devido a um aproveitamento político inadmissível no processo de Vacinação da população de Esposende”, o presidente da Distrital de Braga do PSD, Paulo Cunha exige “ao Primeiro-Ministro o acompanhamento, e a intervenção em todo o processo de vacinação para que este decorra de forma séria, visando apenas o bem comum e não o favorecimento político”.

“A conferência de imprensa realizada, hoje, pela autarquia de Esposende deixou bem claro, para todos, o que realmente se passou com o processo de vacinação, o qual iria obrigar os idosos esposendenses a deslocações para Barcelos para a vacinação”, considera Paulo Cunha que afirma ser lamentável “ter de ser o Secretário de Estado, Dr. Eduardo Pinheiro a desmentir o Diretor do ACES Cávado III,  que afirmou que a vacinação dos esposendenses teria de ser em Barcelos quando, afinal, poderia ser feita em Esposende”.

Da mesma forma “temos de demonstrar o repúdio pelas constantes fugas de informação que fundamentam os correspondentes comunicados do PS local, num claro aproveitamento político duma situação de saúde dos cidadãos de Esposende”, assevera Paulo Cunha.

“Estamos a assistir a uma partidarização do processo de vacinação, com inimagináveis cedências a pressões políticas”. Assim sendo, “exige-se ao Primeiro-Ministro a sua intervenção e acompanhamento de todo o processo de vacinação, pois como Governante do país não poderá pactuar com casos como este de Esposende”, conclui, Paulo Cunha

Fonte: PSD Braga

JSD Barcelos reivindica residência universitária para os alunos do IPCA

Outubro 15, 2020 em Atualidade, Concelho, Educação, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

Iniciativa resulta da visita do Primeiro-Ministro ao estabelecimento de ensino superior barcelense

A JSD Barcelos colocou, na manhã de dia 13 de outubro, aquando da visita do Primeiro-Ministro ao Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) para a abertura oficial do ano letivo, algumas faixas nas entradas da cidade de Barcelos, por forma a demonstrar o seu descontentamento face às políticas seguidas pelo governo de António Costa, ao mesmo tempo que se associa a uma reivindicação antiga dos estudantes do IPCA.



No passado dia 6 de outubro, a JSD Barcelos e a JSD Distrital de Braga reuniram com a Associação Académica do IPCA, onde foram abordados diversos temas, entre os quais, a falta de camas com condições dignas e a preços justos de mercado, que demonstraram ser algumas das lacunas apontadas face às condições oferecidas aos estudantes, especialmente ao mais carenciados.

Por outro lado, “foram reportados casos de subfaturação da renda dos quartos, o que causa problemas aos bolseiros pois não conseguem fazer prova do valor real da renda pago ao senhorio, ou então, de casas que são reconvertidas de forma a criar mais quartos, originando assim maior fonte de rendimento devido ao aluguer ser cobrado por quarto, proporcionando menos condições aos estudantes”, refere a estrutura jovem do PSD em nota enviada às redações.

“Nesse sentido, esta iniciativa visou alertar para esses mesmos problemas. O IPCA é o único instituto politécnico do país sem residência universitária e sabemos que é preciso corrigir o problema; esperamos que as autoridades competentes agilizem o processo de modo a diminuir, a curto prazo, as assimetrias existentes entre os estudantes”, salienta.

“Além do problema evidenciado pela AAIPCA, o nosso governo anunciou 2500 novas camas prometidas para o ano letivo 2020/2021, sendo que apenas foram disponibilizadas 64. Os estudantes não querem, não precisam, nem aguentam mais mentiras, a JSD Barcelos exige a concretização das promessas e dos anúncios de novas camas”, afirma a estrutura.

Foto: JSD-B.

Portugal entra em Estado de Calamidade e país caminha para o uso obrigatório de máscara na via pública

Outubro 14, 2020 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política, Saúde Por barcelosnahorabarcelosnahora

Governo anuncia novas medidas para combater crescimento da pandemia COVID-19

Após o Conselho de Ministros de hoje, dia 14 de outubro, que se realizou um dia mais cedo para que António Costa possa levar o Plano de Recuperação para entregar no Conselho Europeu de dia 15, o Primeiro-Ministro anunciou mais 8 medidas que serão implementadas e levadas a cabo pelo Governo para combater o crescimento da pandemia COVID-19 em Portugal.



Elevar o nível de alerta para Estado de Calamidade; deixa de poder haver ajuntamentos na via pública de mais de cinco pessoas, outros espaços de uso público, de natureza comercial ou na restauração; limitar eventos de natureza familiar, como casamentos, batizados e outros, que sejam marcados a partir de hoje, a um máximo de 50 participantes; proibir atividades nos estabelecimentos de ensino que sejam de carácter não letivo ou não científico; reforçar as ações de fiscalização; agravar até 10 mil euros as coimas a aplicar às pessoas coletivas pelo não cumprimento das regras em vigor; recomendar o uso de máscara comunitária na via pública e utilização da aplicação STAYAWAY COVID; e o governo compromete-se a apresentar à Assembleia da República a aprovação de lei que obrigará a utilização de máscara na via pública, são, muito sucintamente, as decisões emanadas do Conselho de Ministros.

Segue-se transcrição, noticiada pelo SAPO, das 8 decisões:

  1. «Elevar o nível de alerta da situação de contingência para o estado de calamidade em todo o território nacional, habilitando assim o governo a poder adotar, sempre que necessário as medidas que se justifiquem para conter a pandemia, desde as restrições de circulação a outras medidas que, em concreto, localmente, se venham a tornar justificadas»;
  2. «Já ao abrigo do estado de calamidade, a partir das 24 horas de hoje deixarão de poder haver ajuntamentos na via pública de mais de cinco pessoas, entendendo-se também que esta é a limitação que se aplica quer a outros espaços de uso público, de natureza comercial ou na restauração»;
  3. «Limitar os eventos de natureza familiar, como casamentos, batizados e outros, que sejam marcados a partir de hoje, a um máximo de 50 participantes, sendo que todos terão de cumprir as normas de afastamento físico e de proteção individual como seja o uso de máscara»;
  4. «Proibir nos estabelecimentos de ensino, designadamente nas universidades e nos politécnicos, todos os festejos académicos e atividades de caráter não letivo ou cientifico, designadamente as cerimónias de receção de caloiros e outro tipo de festejos que implicam ajuntamentos. Temos que evitar a todo o custo para não repetir circunstâncias que já se verificaram de contaminação em eventos desta natureza»;
  5. «Determinar às forças de segurança e à ASAE um reforço das ações de fiscalização do cumprimento destas regras quer na via pública, quer nos estabelecimentos comerciais e de restauração»;
  6. «Agravar até 10 mil euros as coimas aplicáveis às pessoas coletivas, em especial estabelecimentos comerciais e de restauração que não assegurem o escrupuloso cumprimento das regras em vigor quanto à lotação e ao afastamento que é necessário assegurar dentro desses estabelecimentos»;
  7. «Recomendar vivamente a todos os cidadãos o uso de máscara comunitária na via pública, naturalmente, e sempre que haja outras pessoas na via pública e também a utilização da aplicação STAYAWAY COVID e a comunicação através desta aplicação sempre que haja um teste positivo»;
  8. «Apresentar à Assembleia da República uma proposta de lei a que solicitaremos uma tramitação de urgência para que seja imposta a obrigatoriedade do uso da máscara na via pública, repito, com o óbvio bom senso de só nos momentos em que há mais pessoas na via pública e também da utilização da aplicação STAYAWAY COVID em contexto laboral, escolar e académico, nas forças armadas e nas forças de segurança e no conjunto da administração pública».

Assista à conferência de imprensa através da página oficial do Governo na rede social Twitter:

https://twitter.com/i/broadcasts/1BRKjYnvjyRxw?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1316350207244861442%7Ctwgr%5Eshare_3&ref_url=https%3A%2F%2F24.sapo.pt%2Fassets%2Fstatic%2Ftwitter_embed.html%3Furl%3Dhttps%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fgovpt%2Fstatus%2F1316350207244861442%3Fs%3D20

Primeiro-Ministro visita IPCA amanhã

Outubro 12, 2020 em Atualidade, Concelho, Educação, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

António Costa marca presença na sessão de abertura do ano letivo e inaugura edifício M-Factory Lab

O Primeiro-Ministro, António Costa, marca presença na sessão de abertura do ano letivo 2020-2021 do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), amanhã, dia 13 de outubro, no campus do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), em Barcelos.



Num ano marcado pelo regresso às aulas com segurança, mediante o rigoroso cumprimento do Plano de Contingência Interno do IPCA, bem como das medidas de segurança definidas pelas autoridades de saúde competentes, António Costa fez questão de estar presente na abertura oficial do ano letivo 20/21 do IPCA.

O Primeiro-Ministro iria ser acompanhado pelo Ministro do Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, que tem defendido o regresso às aulas presenciais com segurança e responsabilidade de forma a permitir uma maior equidade e inclusão no acesso ao ensino superior. No entanto, esta segunda-feira, o país “acordou” com a notícia de o Manuel Heitor está infetado com o coronavírus, tendo que ficar em isolamento. Já António Costa testou negativo.

A visita do Primeiro-Ministro incluirá a passagem pelas Escolas, onde terá oportunidade de assistir a uma aula presencial e uma aula em regime híbrido (com estudantes em sala de aula e estudantes a participar à distância através do uso de smart board, sistema de som e câmara e outras ferramentas adequadas ao modelo de ensino híbrido), visita aos laboratórios de investigação e ainda falar aos novos estudantes que estarão representados na “Tenda Académica do IPCA”.

À margem desta sessão, será inaugurado o M-Factory Lab – um laboratório industrial que proporciona as melhores condições para a formação em contexto prático, nas áreas da mecatrónica, mecânica, robótica, maquinação e gestão industrial.

Após percorrer as instalações e realizar as visitas previstas, iniciar-se-á a sessão de abertura do ano letivo 2020/2021 no auditório Eng. António Tavares com um momento de espetáculo multimédia e os habituais discursos.

O ano letivo 2020/21 iniciou a 23 de setembro com o 2º e 3º ano dos cursos de licenciatura, tendo neste momento recebido já os novos estudantes de licenciatura e cursos técnicos superiores profissionais cujas aulas iniciaram a 06 de outubro. Até meados de 24 de outubro os cursos de mestrado estarão também todos em funcionamento.

Programa oficial da visita (Imagem: IPCA)

Esta sessão insere-se no âmbito do Welcome IPCA – um programa de receção e integração dos novos estudantes no seio académico e na cidade que os recebe, incluindo diversas atividades e iniciativas de índole académica, cultural e recreativa.

Fonte: IPCA.

Foto: DR.

[Ndr: notícia atualizada a 12.10.2020, pelas 15h50]

Iniciativa Liberal Porto está contra a injeção de dinheiro dos contribuintes na TAP

Maio 28, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

Em nota enviada às redações, a estrutura do Porto da Iniciativa Liberal (IL) manifesta-se contra a injeção de dinheiros públicos, dos contribuintes, na TAP, por considerarem-na uma “companhia aérea cheia de dívida e regionalista”, afirmando que a mesma retirou “aproveitamento da pandemia para um aprofundamento do seu caráter regionalista e clientelista”, alertando para o facto de que “Portugal assiste, novamente, a mais um triste episódio de desgoverno” por parte do Executivo de António Costa.



A Iniciativa Liberal Porto critica aquilo a que considera ser uma descriminação da região Norte por parte da TAP e do serviço público que deveria realizar, discriminação essa que não terá em relação ao “esforço fiscal à qual será submetida”.

Por tal , a IL Porto rejeita “absolutamente a injeção de capital que se avizinha, no valor de “mais de mil milhões de euros”, de acordo com a IL. “Uma companhia de cariz regional não pode ter nunca o apoio de um país inteiro no seu resgate financeiro”.

“Com o anúncio do plano de retoma da TAP ficámos a saber que o Porto e Norte representam uns meros 11% do mercado e apenas 2.2% se contabilizarmos apenas a atividade internacional neste aeroporto. Esta região, uma força que contribuiu para uma potencial rentabilização da TAP dado o seu crescimento da produtividade, exportações e turismo, vê-se discriminada no serviço público à qual é destinada. Não será certamente discriminada, no entanto, no esforço fiscal à qual será submetida. Será esta a pedra de toque que leva a Iniciativa Liberal do Porto a rejeitar absolutamente a injeção de capital que se avizinha. Uma companhia de cariz regional não pode ter nunca o apoio de um país inteiro no seu resgate financeiro”, salienta.

“A TAP revela-se, assim, um fator de concentração de riqueza, pois retira a todos aquilo que só dá a alguns. E por alguns entenda-se a classe média e alta da capital. Consiste numa força de regressividade fiscal, de assimetrização e de descoesão, promove uma má rentabilização das infraestruturas públicas. E, por isso, todas as forças políticas, da esquerda à direita, liberais e conservadores, devem rejeitar subsidiar uma empresa que já estava falida e desinteressada em servir os interesses nacionais muito antes da crise pandémica”, continua.

A IL Porto denuncia que “há largos anos que é conhecida a estratégia de criação de um hub desta companhia no aeroporto da Portela. Enquanto se anunciava que este aeroporto estaria a chegar ao limite da sua capacidade, a TAP decide, ao invés de distribuir o seu fluxo pelas infraestruturas do país, concentrar a sua atividade em Lisboa, fechando rotas a operar quase na plenitude da sua capacidade entre o Porto e capitais europeias. Ficam, assim, órfãos da sua companhia de bandeira perto de 5 milhões de potenciais clientes, espalhados pela região Norte, Centro e Galiza. Comprovando a existência desse mercado, outras companhias estrangeiras vieram ocupar de forma competitiva as slots abandonadas, como a British Airways, a Emirates, a Turkish, a KLM, a Lufthansa, a Royal Air Maroc e a United Airlines, e ainda as low-costs Ryanair, Easyjet, Transavia e WizzAir. Se todas estas empresas conseguirem rentabilizar estas ligações, não se compreende como é que a TAP não o fez, tendo tripulações, serviços de manutenção e de apoio ao cliente residentes”.

“A TAP tem sido incapaz, salvo em raros momentos, de se colocar acima da água, dando quase sempre como desculpa para os seus prejuízos os investimentos avultados que tem realizado sem, no entanto, ser capaz de resolver os seus problemas estruturais. Nem o tão criticado boom turístico, que foi uma força revitalizadora do país e dos centros históricos em particular, após a crise do euro, foi capaz de permitir resultados positivos.  A tentativa de criação de um hub é mais um prego no caixão da falência da TAP, já que Lisboa não é um centro económico, financeiro ou populacional da Europa, como são os hubs de Londres, Paris ou Frankfurt (tanto não o é que os países escandinavos têm o seu hub localizado neste último)”, acusa a IL Porto.

“Apoiar a TAP é tratar de forma injusta todas as empresas viáveis que vão, inevitavelmente, falir por causa da pandemia. Subsidiar a TAP é também retirar recursos às regiões e autarquias para que possam, por si próprias, prosseguir os interesses dos seus cidadãos e suprir as suas necessidades de mobilidade. À TAP deve ser dado o destino que seria dado a outra empresa privada qualquer, ou seja, manter-se em atividade sob acordo de credores ou vender os seus ativos a quem os use e substitua a TAP na sua atividade. Só aí poderão os portugueses ter acesso a serviços de qualidade, porque votam com os seus euros dos quais mais nenhum deve ir para a TAP”, conclui.

Foto: DR.

Em comunicado, Distrital de Braga do PSD critica Governo na “crise dos combustíveis”

Abril 19, 2019 em Atualidade, Concelho, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

A Distrital de Braga do Partido Social Democrata (PSD) enviou, ontem, às redações um comunicado onde critica o desempenho do Governo na resolução do problema levantado pela greve dos motoristas de transportes de matérias perigosas, mas, igualmente, o “centralismo” da decisão governamental sobre os serviços mínimos.



Leia, na íntegra, o referido comunicado, assinado pelo Presidente da referida distrital, o eurodeputado José Manuel Fernandes:

«COMUNICADO

2019/0418

Face à grave crise energética que tem assolado o País, e o anúncio do fim da greve dos motoristas de transportes de matérias perigosas, a Comissão Política Distrital de Braga do PSD entende que se impõe assumir publicamente o seguinte:

1- Confirma-se o esgotamento do governo de António Costa e das esquerdas radicais. É um governo incapaz. O governo já sabia do pré-aviso de greve há mais de duas semanas e nada fez para prevenir ou minimizar os efeitos negativos desta situação.

2- Confirma-se a atitude centralista e uma governação sem solidariedade que discrimina os portugueses. O Governo de António Costa distingue entre portugueses de primeira e portugueses de segunda!

Temos de repudiar a decisão do Governo de Portugal de ter decretado “serviços mínimos” no abastecimento de combustível apenas para Lisboa e Porto. É manifestamente incompreensível o que possa justificar que essas duas importantes cidades portuguesas possam beneficiar de um regime de exceção face a todo o restante País. Em Lisboa e no Porto vive efetivamente um maior número de pessoas, mas tal não torna, por si só, de maior valor as necessidades em caso de emergência médica, as urgências do tecido produtivo, entre outras. O distrito de Braga, designadamente, alberga uma das zonas mais industrializadas e mais produtivas do País.

Acresce que os serviços mínimos foram decretados para onde já existem passes subvencionados e, sobretudo, alternativas de transporte. O resto do País, não tem alternativas viáveis ao automóvel, não tem passes sociais subvencionados e também não tem também direito a aceder aos serviços mínimos de combustível.

3- Portugal já havia sido dividido na recente medida dos passes de transportes públicos, tendo o País assistido a uma discriminação gritante das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto para com o resto do País. O governo do PS decidiu investir na redução desses passes em apenas duas áreas do território nacional, com dinheiro que provém dos impostos de todo o País;

4- O governo de António Costa não cria riqueza, não antecipa, não prevê. O fim da greve hoje [Ndr: ontem, 18.04.2019] anunciado não atenua estes reparos. Pelo contrário, são a prova de que existia uma solução que não exclui medidas de contenção que deveriam ter sido previstas.

O Presidente da Distrital do PSD de Braga,

José Manuel Fernandes»

Foto: DR.

Amigos da Montanha apresentam Escola de Canoagem

Julho 17, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Decorreu ontem, ao final da tarde, no areal de Barcelinhos, a cerimónia de apresentação do novo projeto desportivo e de formação dos Amigos da Montanha (AM), a Escola de Canoagem, que terá como responsável Carlos Magalhães.



A cerimónia contou com a presença do Presidente da Direção dos AM, Américo Alves, de Francisco Rocha, Vereador do Desporto da Câmara Municipal de Barcelos, de José Rui Peixoto, Presidente da Junta de Freguesia de Barcelinhos, de António Carvalho, Diretor da Escola Secundária de Barcelinhos, de Ernesto Morais, Vice-Presidente da Federação Portuguesa de Canoagem, de David Ferreira, Presidente-Adjunto dos AM, e de António Costa “Lim”, Vice-Presidente para o Desporto e Formação dos AM. Entre o público presente, destaque para José Beleza e Anabela Real, vereadores da Câmara Municipal de Barcelos.

Américo Alves iniciou a cerimónia historiando a ligação dos AM à canoagem, que chegaram a ter dois atletas federados, sendo um deles Belmiro Penetra, que chegou a ser atleta olímpico, tendo representado os AM por dois anos. Aliás, a vinda deste atleta para os AM pressupunha a criação de uma escola de canoagem. Apesar de o projeto ter sido elaborado, por vários motivos, “ficou na gaveta”, lamentou Américo Alves.

No entanto, o “bichinho ficou sempre”. A criação desta escola foi mais um objetivo dos AM, no sentido de “trazer para o rio a formação e o desporto para o areal. Infelizmente, as coisas, na altura, não avançaram. Nos anos a seguir e há três ou quatro anos, apostámos na formação, de outras modalidades, nomeadamente, no atletismo, na natação, na orientação, mas na questão da canoagem ficou sempre aquele ‘bichinho’ e aquele sonho de conseguirmos implementar aqui uma escola de canoagem. Felizmente, nas últimas eleições, um dos programas era este, era que nestes três anos tentaríamos criar a Escola de Canoagem”, que surge com a ajuda da Escola Secundária de Barcelinhos, através do desporto escolar e do professor Carlos Magalhães, que são parceiros dos AM neste novo projeto. Quem apoiou, igualmente, foi a Câmara Municipal de Barcelos e a Junta de Freguesia de Barcelinhos, que deram condições a esta associação para “pensar de forma séria neste projeto”, referiu o seu presidente, que aproveitou para agradecer a estas entidades, referindo que esta é “mais uma responsabilidade que nos recai sobre os ombros, mas estamos preparados para ela. Sabemos que é uma modalidade que não é fácil. No verão é tudo mais fácil. No inverno – os invernos são duros – é preciso ter condições. Mas vamos ver se somos capazes de levar isto em frente. Estou convencido que sim, juntamente aqui com os meus colegas de direção e com a ajuda da direção, tudo faremos para que isto seja um projeto de futuro e que, quem sabe, daqui a meia dúzia de anos, possamos ter aqui campeões em Barcelos”, concluiu.

Francisco Rocha enalteceu o trabalho dos AM ao nível do desporto e da formação, dando os parabéns pelo projeto e prometendo a continuidade do apoio e ajuda da Câmara Municipal de Barcelos aos AM.

Já Ernesto Morais deu, de igual forma, os parabéns pela Escola de Canoagem. “A essência para o sucesso do futuro é ter alguém ligado à canoagem neste projeto e isso já têm”, referindo-se a Carlos Magalhães. Louvou o protocolo dos AM com a Secundária de Barcelinhos, visto que a maioria dos clubes a nível nacional não têm protocolos com escolas. Para este responsável federativo, o trabalho passa mesmo pela formação dos atletas. Se antes a canoagem era “o desporto dos pobres”, hoje em dia, também por causa dos resultados que Portugal tem tido, a realidade alterou-se. “Os municípios não olham para a modalidade com os mesmos olhos que deviam olhar, como olham para outras modalidades, mas penso que da forma como este projeto está a começar, com o protocolo com a escola, uma pessoa do seio da canoagem à frente do projeto, tem tudo para que o futuro seja risonho”, concluiu.

Por fim, José Rui Peixoto elogiou, igualmente, o trabalho dos AM, que “em Barcelinhos são sinónimo de dinamismo”, sendo as suas atividades a “mostra disso”. Salientou que a Junta de Freguesia não pode “ficar de fora” e não ajudar os AM neste e noutros projetos, prometendo continuar com essa colaboração.

António Carvalho, diretor da Escola Secundária (ES) de Barcelinhos, contou como a ideia do protocolo surgiu, com o professor nesta escola, Carlos Magalhães, a ser a ponte entre as partes. Salientou que a canoagem já fará, à imagem do BTT, parte dos programas de desporto da Escola e que este protocolo é algo em que acredita e que trará bons frutos e resultados não só para a ES de Barcelinhos, como para os AM.

Fotos: AM e BnH.

Por proposta de José Manuel Fernandes, Portugal recebe 50,6 milhões de euros para as zonas afetadas pelos incêndios de 2017

Maio 31, 2018 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

O Parlamento Europeu aprovou, ontem, dia 30 de maio, a proposta do eurodeputado José Manuel Fernandes para a mobilização de 50,6 milhões de euros do Fundo de Solidariedade da União Europeia (FSUE) com vista ao restabelecimento das infraestruturas danificadas pelos incêndios de 2017 em Portugal.



O relatório foi aprovado no plenário, que decorreu em Estrasburgo, com 629 votos a favor, 21 votos contra e 9 abstenções.

Por proposta do eurodeputado do PSD, o relatório final deixa uma recomendação à Comissão Europeia para que aprove propostas de reprogramação dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI) que os Estados-Membros venham a apresentar, com o objetivo de financiar ações para a prevenção de incêndios florestais.

José Manuel Fernandes sublinha que fica lançado o desafio ao governo português e ao primeiro-ministro António Costa, que têm a responsabilidade de aproveitar a oportunidade para reforçar os recursos de apoio às vítimas e zona afetadas.

“O governo português tem a porta aberta para propor, na reprogramação do Portugal 2020, o reforço de fundos para fazer face aos prejuízos nas áreas atingidas pelos incêndios do ano passado e para reforçar a prevenção, de forma a que não haja a repetição da tragédia do ano passado. É uma questão de vontade política atendendo a que ainda faltam executar cerca de 20 mil milhões de euros. A prevenção é a melhor solução. Temos de fazer tudo para evitar a perda de vidas humanas”, sustenta o eurodeputado.

A resolução aprovada – em que se lamenta o número de vidas perdidas – exige que os montantes sejam utilizados de forma transparente, assegurando uma distribuição equitativa por todas as regiões afetadas.

“O governo deve revelar os critérios que utiliza e em que concelhos vai investir os 50,6 milhões de euros”, afirma José Manuel Fernandes, coordenador do Partido Popular Europeu (PPE) na Comissão dos Orçamentos e relator para o Fundo de Solidariedade da UE.

A proposta de mobilização do FSUE foi aprovada em tempo recorde pelo Parlamento, tendo sido apresentada pela Comissão Europeia em 15 de fevereiro, no seguimento do pedido de assistência financeira enviado pelas autoridades portuguesas em 17 de julho de 2017, atualizado em 13 de outubro e 14 de dezembro, devido a outros incêndios que deflagraram no país. Um adiantamento de 1,5 milhões de euros do FSUE foi entregue a Portugal em novembro.

A mobilização ontem aprovada prevê, igualmente, a concessão de assistência financeira à Espanha (3,2 milhões de euros), relacionada com os incêndios na Galiza, à França (49 milhões), devido aos furacões em São Martinho e Guadalupe, e à Grécia (1,3 milhões), na sequência dos sismos na ilha de Lesbos. Os montantes ficam disponíveis desde já, uma vez que também já foram aprovados pelo Conselho.

Foto: DR.

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