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Gestão de Resíduos: KIGREEN plataforma certificada pela Agência Portuguesa do Ambiente

Junho 29, 2021 em Ambiente, CONTEÚDO PATROCINADO Por barcelosnahorabarcelosnahora

As políticas de Ambiente nas últimas décadas têm vindo a ganhar relevância a nível Global, assim como, a gestão de resíduos e a escassez de recursos. No contexto destas políticas, a gestão sustentável dos resíduos é uma prioridade para a União Europeia. Em Portugal, com a transposição de diretivas Europeias, essa Gestão e controlo tornou-se também essencial, fazendo com que as organizações e entidades licenciadas possuam Sistemas de Informação adequados para o cumprimento das obrigações legais.

O futuro sustentável passa sobretudo pelas políticas de ambiente, que, apesar de serem um tema relativamente recente, representam uma prioridade a nível Mundial. No caso de Portugal a sua evolução é promovida principalmente por pressões externas, nomeadamente por diretivas comunitárias

A Agência Portuguesa do Ambiente, I.P (APA) têm um papel muito importante na aplicação das políticas públicas de ambiente em Portugal, é também da sua competência divulgar informação relevante de âmbito comunitário no que concerne a temas e questões de ambiente e desenvolvimento sustentável.

O registo na página da APA, I.P., dos Operadores de Gestão de Resíduos é obrigatória, assim como a atribuição de um perfil de utilizador, que permitirá a realização das operações necessárias assim como a emissão das Guias Eletrónicas de Acompanhamento de Resíduos.

É indiscutível a importância dos sistemas de informação nas organizações, tanto pelo apoio á tomada de decisão como pela forma rápida e segura que temos acesso a toda a informação relevante da organização.

O caso da KIGREEN, foi criada pela necessidade de possibilitar aos Operadores de Gestão Resíduos (OGR´s), o acesso à informação, numa plataforma online, disponível 24 horas por dia, em qualquer local do mundo, que substituísse a tradicional base de dados instalada localmente num único computador.

Imagem: Kigreen software

A Plataforma KIGREEN é composta por um software inovador de gestão de resíduos e uma APP móvel, compatível com o SILIAMB e certificado pela APA, I. P.

A KIGREEN tem como principais clientes Operadores de Gestão de Resíduos (OGR), entidades licenciadas que operam recolha de óleos alimentares usados (OAU), certificados pela International Sustainability & Carbon Certification (ISCC).

A plataforma KIGREEN realiza o planeamento de rotas otimizadas e sustentáveis, através da georreferenciação dos clientes. A base de dados possibilita a emissão de vários relatórios, produtividade, índice de produtividade por cliente, entre outros que auxiliam e apoiam a gestão na tomada de decisão. A emissão das e-GAR´s, constituindo-se uma das principais funções.

Esta plataforma pode ser usada na operação de recolha/transporte de qualquer resíduo, atualmente é utilizada na sua grande maioria por OGR´s que operam na recolha de OAU.

A Kigreen fornece uma aplicação nativa em Android que comunica e faz consultas de pontos de recolha e desta forma podem ser feitos pedidos de emissão de guia através do Webservice privado da OGR.


Para saber mais clique aqui.

Foto: Pixels

Projeto mineiro em Barcelos e Viana do Castelo reduzido em 46 hectares

Junho 16, 2021 em Ambiente, Atualidade, Concelho Por barcelosnahorabarcelosnahora

O diretor geral de Energia e Geologia (DGEG) anunciou hoje, no Parlamento, a redução em 46 hectares do projeto de fusão e ampliação de concessões mineiras em Viana do Castelo e Barcelos, que classificou de “boa notícia”.

“Posso avançar aqui uma boa notícia. Já depois de já estar aprovada a Avaliação de Impacto Ambiental (AIA), a empresa solicitou uma alteração da área de concessão, mas abdicou de 46 hectares da sua área de concessão inicial, sobretudo a que estava mais próximo das populações de Alvarães, em Viana do Castelo. A empresa vai afastar-se da população para não haver problemas”, afirmou João Bernardo.

O responsável falava hoje em audição, através de videoconferência na comissão de ambiente, energia e ordenamento do território, a requerimento do grupo parlamentar do Bloco de Esquerda (BE).

Em causa está o projeto de fusão e ampliação das concessões mineiras de Bouça da Galheta, na freguesia de Fragoso, concelho de Barcelos, distrito de Braga, e Alvarães, União de Freguesias de Barroselas e Carvoeiro, Vila de Punhe, no concelho de Viana do Castelo.

Na intervenção inicial naquela audição, a última de três hoje realizadas sobre o assunto, disse que a aprovação da AIA, em março pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), veio dar “um enquadramento muito favorável até agora inexistente”.

“Neste momento, o projeto está escrutinado, validado por entidades competentes nos vários domínios da sustentabilidade, da avaliação dos recursos hídricos, da avaliação dos recursos florestais, agrícolas. Não vou dizer que não tem impacto, mas toda a atividade humana tem impacto, a própria atividade agrícola que está a ser um bocadinho em contraponto tem um impacto brutal, aliás é a atividade que tem maior impacto do ponto de vista do ambiente. Todas elas têm de ser compaginadas porque todas são importante”, disse, respondendo às questões levantadas pelos deputados José Maria Cardoso do BE, José Manuel Carpinteira, do PS, Jorge Mendes e Eduardo Teixeira do PSD e Alma Rivera do PCP.

João Bernardo explicou ainda que o “historial de irregularidades” que os deputados dizem que foram detetadas pela DGEG, numa inspeção em 2017 “não representaram a violação da área do plano de lavra”.

“Foi ultrapassada a área de exploração e, foi isso que nos fez intervir e obrigar a empresa a elaboração a AIA. Não aplicamos coimas, mas obrigamos à correção e à elaboração da avaliação fazer um AIA nos permite ter, hoje em dia, todas as condições e garantias que as questões com que os senhores deputados estão preocupados e nós também, o impacto nas populações, a segurança, nos caminhos, no ambiente possam estar asseguradas e ter enquadramento e uma monitorização que não tinham sem a avaliação, em boa hora realizada”, sustentou.

Já na declaração final, da audição, que durou cerca de 53 minutos, o diretor da DEGE, rejeitou que as acusações lançadas por todos os partidos sobre a insuficiência ou inexistência de ações inspetivas”.

“Não são inexistentes. São as possíveis face aos recursos humanos. Temos muito poucas pessoas para fiscalizar todo o território. Na região Norte, também temos poucas pessoas, contam-se pelos dedos de uma mão. Ainda não conseguimos ser autorizados a recrutar externamente. Não há engenheiros de minas e geólogos na administração pública e, portanto, não vale a pena abrir concursos internamente. Temos de ir buscá-los fora e enquanto não formos autorizados estas entidades com funções mais técnicas não se conseguem apetrechar para fazer este trabalho de uma forma conveniente”, explicou.

Segundo o responsável, em 2020 foram realizadas ações inspetivas aquela concessão.

“Ela tem sido acompanhada. É a céu aberto e, portanto, permite um acompanhamento correto”, disse.

Adiantou que “os prazos da concessão vão manter-se até 2034/2035 e que está prevista a possibilidade de renovação por mais 20 anos se forem cumpridas, estritamente, todas condições estabelecidas”.

A AIA “já prevê a calendarização da recuperação ambiental da exploração existente e as áreas que vão deixando de ser exploradas iniciem igualmente a recuperação”.

Em resposta aos deputados daquela comissão, disse ainda que “os pareceres municipais não são vinculativos”.

Em fevereiro, durante a fase de consulta pública do projeto a Câmara de Viana do Castelo emitiu parecer “favorável com recomendações” e, após um requerimento apresentado em Assembleia Municipal pelo presidente da União de Freguesias de Barroselas e Carvoeiro, Rui Sousa, pediu ao Ministro do Ambiente a criação de uma comissão de acompanhamento do projeto.

Já o município de Barcelos, no distrito de Braga, deu parecer negativo ao mesmo projeto.

Hoje o diretor da DEGE disse que o caulino existente naqueles dois concelhos “é um bem do domínio público, de todos os portugueses, não é um bem de Viana do Castelo ou de Barcelos”.

“Não se aplica a vontade e o interesse municipal. Os municípios foram ouvidos, foi tida em conta a decisão final pronunciaram-se, mas essa situação não tem outro alcance para além desse. Nós não podemos estar a privar toda a população portuguesa de um bem que é delas. Estes bens, tal como outros, aparecem em determinados sítios. Nós não escolhemos porque é que aparece mármore em Estremoz e caulinos em Viana do Castelo e peixe no mar”.

“As coisas estão onde têm de estar e nós vamos buscá-las para benefício de todos os portugueses. Senão isto não era um país era uma república de concelhos”.

Em resposta ao deputado do BE João Bernardo disse que o novo projeto vai criar 36 postos de trabalho, diretos, fora os indiretos”.

“Acho que é um número significativo para a região, essencial para estas populações que não estão junto a grandes aglomerados urbanos”, adiantou.

Estima-se uma vida útil do projeto de 41 anos, durante os quais se prevê a extração média anual de 489.657 toneladas de materiais e a comercialização dos produtos extraídos, nomeadamente caulino, areias e argilas.

A escavação para a retirada dos materiais que se pretende explorar atinge profundidades máximas de 35 metros.

Prevê-se um movimento da ordem dos 47 camiões por dia.

No concelho de Barcelos, as povoações mais próximas da área do projeto são Alvas, que fica a 358 metros, e Ponte, a 625 metros.

No concelho de Viana do Castelo, as povoações mais próximas da área do projeto são Regos, a 676 metros, e Alvarães a 1.131 metros.

Fonte: Lusa

Foto: DR

Nove toneladas de pilhas recolhidas na fase final das campanhas Electrão

Dezembro 20, 2020 em Ambiente, Atualidade, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Nove toneladas de pilhas, baterias e lâmpadas usadas já foram recolhidas pelo Electrão – Associação de Gestão de Resíduos, até final de outubro, na fase final de duas campanhas especificamente dedicadas a estes fluxos de resíduos, os “Escuteiros Electrão” e a “Pilhas e Lâmpadas por alimentos”.

No âmbito da terceira edição da campanha “Pilhas e lâmpadas por Alimentos”, que teve início em dezembro de 2019 e que termina no final deste mês de novembro, foram reunidas quatro toneladas de pilhas, baterias e lâmpadas usadas. 

Estes equipamentos fora de uso vão ser convertidos em géneros que serão distribuídos a quem mais precisa pelos bancos alimentares.

Os três bancos alimentares que mais recolherem vão receber um valor monetário de acordo com o resultado global da campanha, que partilharão com as instituições parceiras que mais tiverem contribuído para esse resultado.

Esse valor poderá ser de 750 euros, se a recolha global for inferior a cinco toneladas, de 1250 euros se a recolha ultrapassar as cinco toneladas ou poderá atingir os 2.500 euros se a retoma global superar as dez toneladas, à data da conclusão da campanha.

Os bancos alimentares aderentes, com um mínimo de 100 quilos recolhidos, recebem também um prémio monetário, de acordo com os resultados globais, que pode variar entre os 75 euros e os 200, segundo os mesmos critérios. A Entrajuda também será premiada de acordo com esse resultado global, com um valor entre os 1500 e os cinco mil euros.

Os vencedores da campanha serão divulgados em Janeiro de 2021, depois de apurados os resultados das últimas recolhas, que ainda estão em curso.

Nesta terceira edição da campanha, dirigida aos bancos alimentares de todo o país e às Instituições Particulares de Solidariedade Social por estes apoiadas, estiveram envolvidos 15 bancos alimentares.

Nas duas edições anteriores foram distribuídos 15000 euros em prémios.

ESCUTEIROS JÁ ACUMULARAM PILHAS DE BOAS ACÇÕES

Naquela que é a primeira edição da campanha “Escuteiros Electrão” foram recolhidas, até ao final do mês de outubro, cinco toneladas de pilhas e baterias usadas por parte dos agrupamentos de escuteiros aderentes. A campanha teve início em dezembro de 2019 e termina também no final de Novembro deste ano.

Os agrupamentos de escuteiros do Corpo Nacional de Escutas (CNE) podem receber 75 euros por cada tonelada de pilhas e baterias usadas que recolherem. 

Os 10 agrupamentos de escuteiros que recolherem a maior quantidade de pilhas e baterias usadas também receberão prémios extra que variam de acordo com a quantidade total de resíduos recolhida a nível nacional à data de conclusão da acção, no fim de dezembro de 2020. 

Haverá ainda um prémio CNE que segue os mesmos critérios. O valor dos prémios pode oscilar entre os 50 e os dois mil euros consoante a quantidade global recolhida.

À semelhança da campanha “Pilhas e Lâmpadas por Alimentos”, os resultados finais da recolha dos escuteiros estão ainda a ser apurados e os vencedores serão anunciados em Janeiro de 2021.

Este projecto do Electrão, em parceria com o Corpo Nacional de Escutas, teve como objectivo sensibilizar e envolver os escuteiros, os voluntários, os pais e a comunidade em geral, no esforço global da preservação do ambiente através do encaminhamento adequado de pilhas e baterias usadas para reciclagem.

Fonte|Imagem: Electrão

AVISO À POPULAÇÃO | Condições Meteorológicas Adversas

Dezembro 15, 2020 em Atualidade, Concelho Por barcelosnahorabarcelosnahora

PRECIPITAÇÃO, VENTO E AGITAÇÃO MARÍTIMA – MEDIDAS PREVENTIVAS

De acordo com a informação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê-se um agravamento das condições meteorológicas a partir do final da tarde de hoje até ao início da tarde de amanhã (quarta-feira), começando no litoral da região norte, estendendo-se ao resto do território nacional, com chuva persistente (por vezes forte), vento forte e agitação marítima forte na costa ocidental.

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Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt.

Informação hidrográfica:

De acordo com a informação disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e atenta à previsão da precipitação acumulada para as próximas 24 horas, salientam-se as maiores preocupações nos contributos das linhas de água não controladas – Rio Vez (bacia do Lima) e no Rio Águeda (bacia do Vouga) e nas zonas historicamente vulneráveis a inundações, sendo agravadas pelo escoamento ser acelerado em zonas que coincidam com áreas ardidas.

MEDIDAS PREVENTIVAS A ANEPC recomenda à população a tomada das necessárias medidas de prevenção, nomeadamente:

 Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;

 Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água e a existência de zonas de fraca visibilidade;

 Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;

 Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;

 Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas;

 Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos na orla marítima;

 Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

Fonte: AUTORIDADE NACIONAL DE EMERGÊNCIA E PROTEÇÃO CIVIL

COMANDO DISTRITAL DE OPERAÇÕES DE SOCORRO DE BRAGA

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