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APROTURM felicita Posto de Turismo de Braga pelo Prémio Travellers’ Choice da TripAdvisor

Setembro 10, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A APROTURM – Associação de Profissionais de Turismo do Minho, com sede em Barcelos, emitiu um comunicado onde congratula o Posto de Turismo de Braga por receber o Prémio Travellers’ Choice, atribuído pela TripAdvisor, congratulando-se “pelo reconhecimento internacional dos profissionais de turismo” desse Posto.



Segue, na íntegra, o referido comunicado

«A APROTURM, vem por este meio manifestar a sua congratulação pelo reconhecimento internacional dos profissionais de turismo do Posto de Turismo de Braga, que receberam o Prémio Travellers´ Choice atribuído pela TripAdvisor.

É de salientar que são os profissionais de turismo os primeiros contactos de milhares de visitantes e turistas que se deslocam à cidade de Braga. São aqueles profissionais que recebem, atendem, informam, orientam, aconselham em diferentes línguas os visitantes e turistas que contactam Braga em férias, visitas, lazer e que contribuem com uma excelente qualidade profissional para a fantástica imagem que levam da cidade de Braga.

Os profissionais de turismo do Posto de Turismo de Braga continuam a estar entre os melhores profissionais de turismo do mundo. Efetivamente, é a partir do seu trabalho que potenciam o conceito de Hospitalidade Turística que um destino turístico mais deseja.

O objetivo de construir a Cidade Turística requer uma opção política determinada e muito clara, sem tibiezas nem distrações. Passada a euforia do boom turístico e, num período de limitações impostas pela COVID-19, é urgente começar a trabalhar por uma ambição de recuperação de níveis de atratividade à cidade de Braga que a relancem turisticamente. Importa, por isso, desenvolver dinâmicas de turistificação da cidade e da cultura. Só apoiando ativamente os profissionais de turismo e os agentes privados e públicos de turismo, com uma opção política assumida e determinada se conseguirá recuperar os fluxos e o ritmo de crescimento turístico tão desejado.

A cidade de Braga tem condições para assumir um estatuto de Cidade Turística, mas para tal tem de ser encarada como um espaço cultural, de turismo e de lazer. Importa reforçar a interconexão concetual entre Turismo, Cidade e Cultura que tem de estar plasmado no Planeamento Turístico Urbano.

A AROTURM, aproveita a oportunidade para salientar o excelente trabalho também efetuado, por todos os profissionais de turismo do Minho que, em todos os 24 Postos de Turismo dos Concelhos do Minho continuam a tudo fazer para bem tratar os turistas e visitantes da região e que têm contribuído para afirmar a região como Destino Turístico de Excelência.

A Direção da APROTURM».

Foto: CM Braga.

APROTURM revela contributos para o Plano de Sustentabilidade do Turismo 2020-2023

Setembro 7, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A APROTURM – Associação dos Profissionais de Turismo do Minho foi solicitada a dar o seu contributo para o Plano de Sustentabilidade do Turismo 2020-2023, no passado dia 26 de agosto, tendo entendido criar três grupos de trabalho que se focaram nos Eixos II, III e IV, por considerar que poderá, enquanto Associação de Profissionais de Turismo, contribuir para que o turismo em Portugal continue a ser um fator de desenvolvimento sustentável e capaz de cumprir o objetivo de alavancar o país para cumprir o desígnio de ser o “Melhor e Mais Qualificado Destino Turístico do Mundo”.



Assim, nas áreas do Empreendedorismo, Inovação e Sustentabilidade, a Associação apresentou a proposta “Eco-inclusive tourism incubationDriving towards green and inclusive entrepreneurship in tourism” (Incubação empresarial de qualificação para um turismo inclusivo e sustentável).

A APROTURM, no âmbito do EIXO I – Estruturar uma oferta cada vez mais sustentável, propõe-se desenvolver no âmbito da Medida – Empreendedorismo, Inovação e Sustentabilidade o Eco-inclusive tourism incubation – Driving towards green and inclusive entrepreneurship in tourism – Incubação empresarial de qualificação para um turismo inclusivo e sustentável, para desenvolver “dinâmicas de âmbito regional que promovam e captem investimentos, empresas e empreendedores para a região do Minho, assentes em boas práticas ambientais e em projetos turísticos inclusivos que valorizem a comunidade e os produtos locais de territórios de baixa densidade e economicamente desfavorecidos. O desenvolvimento de um viveiro empresarial que pretende dinamizar o espírito de empreendedorismo na comunidade e nos territórios, de forma enraizada e prolongada no tempo, criando mentalidades criativas e inovadoras que permitam uma melhor adaptação às mudanças que vamos experienciando enquanto sociedade e aos desafios do setor do turismo e que permita, também, uma maior capacidade e estímulo à criação de emprego sustentável tanto nos jovens, adultos ou pessoas em situação de desemprego”.

Este projeto tem como principais objetivos (citando):

  • Incrementar o emprego e facilitar a dinamização de uma rede estrutural de apoio empresarial e empreendedor, particularmente junto dos jovens, desempregados e desfavorecidos;
  • Facilitar o acesso a instrumentos de apoio e informação à criação de empresas, estimulando a identificação e a criação de novas iniciativas empresariais para o território;
  • Acompanhamento e incubação das novas ideias e empresas em todas as fases de negócio;
  • Fornecimento de ferramentas a empresas e empreendedores para apoio à gestão, inovação, digitalização ou internacionalização dos seus negócios;
  • Reforço das competências de gestão e inovação empresarial dos jovens e dos empreendedores, estimulando o surgimento de novas ideias que encarem o território que os envolve como um conjunto de oportunidades inexploradas;
  • Facilitar o processo de entrada dos recursos humanos qualificados no setor do turismo que se viram em situação de desemprego derivado da conjuntura económica e pandémica atual;
  • Criação de “alvéolos” locais de empreendedorismo situados em escolas e/ou centros interpretativos não utilizados, permitindo a recuperação e o (re)aproveitamento de património cultural e histórico existente para a dinamização de emprego e empresas locais;
  • Fomento de projetos de dinamização empresarial assentes em boas práticas ambientais que permitam uma maior eficiência ambiental e sustentabilidade da atividade turística bem como em impactos positivos nas comunidades em que se inserem.

Uma segunda proposta apresentada é sobre Green skills for tourism – Qualifying human resources to the challenges and trends of the tourism sector (Qualificação de recursos humanos direcionados para os desafios do setor do turismo).

Ainda no EIXO I – Estruturar uma oferta cada vez mais sustentável, esta associação propõe-se desenvolver, no âmbito da Medida – Empreendedorismo, Inovação e Sustentabilidade, o Green skills for tourism – Qualifying human resources to the challenges and trends of the tourism sectorQualificação de recursos humanos direcionados para os desafios do setor do turismo, para desenvolver “ações de âmbito regional que facultem a possibilidade aos estudantes, trabalhadores e futuros trabalhadores da área do turismo, do desenvolvimento de competências específicas que lhes permitam um maior sucesso no processo transitório para o mercado de trabalho e uma maior preocupação ambiental no desenvolvimento das suas atividades laborais. Consiste no desenvolvimento de ações de formação de curta duração que respondam especificamente à resolução de problemas identificados pelas empresas, através da partilha de situações práticas e problemas reais do seu dia a dia, garantindo soluções eficientes baseadas na inovação e criatividade que permitam a (re) qualificação e o desenvolvimento de competências assentes na sustentabilidade ambiental dos profissionais ou futuros trabalhadores do setor do turismo e, ao mesmo tempo, uma melhor resposta aos desafios que se colocam às empresas”.

Este projeto tem como principais objetivos (citando):

  • Qualificar o emprego no setor do turismo;
  • Responder aos desafios ambientais e sustentáveis que se colocam ao setor;
  • Promover boas práticas ambientais;
  • Aproximar o tecido empresarial ao mercado de trabalho;
  • Resolver problemas práticos com base na inovação e criatividade;
  • Fomentar projetos empresariais assentes em boas práticas ambientais que permitam uma maior eficiência ambiental e sustentabilidade da atividade turística.

Como terceira proposta, a APROTURM apresentou Portuguese Festivals R 4 all – Plataforma inclusiva, com o objetivo de “proporcionar uma experiência inclusiva e integrada com o programa ‘All for All’, criado pelo Governo, o Portuguese Festivals R 4 All integra a capacitação da oferta, a promoção de Portugal como destino para todos, ações de formação e sensibilização e o reconhecimento internacional, nomeadamente, através de parcerias e a captação de operadores.

Estimava-se que os turistas com necessidades específicas representassem 862 milhões de viagens na Europa em 2020. (Fonte: Turismo de Portugal)

A APROTURM, no âmbito do EIXO I – Estruturar uma oferta cada vez mais sustentável, propõe-se desenvolver, no âmbito da Medida – Acessibilidade para Todos a plataforma inclusiva, Portuguese Festivals R 4 all, que de forma inclusiva permita a qualquer pessoa, independentemente das suas necessidades especiais, colher informação sobre festivais, as condições que cada um proporciona e comprar ou reservar bilhetes e estadias.

O Portuguese Festivals R 4 All tem por missão proporcionar o acesso inclusivo à informação, bem como a divulgação, em colaboração com o Turismo de Portugal, das condições acessíveis dos festivais portugueses; colaborará com o Turismo de Portugal-IP e com os organizadores de festivais, na promoção e a coordenação de atividades que visem contribuir para a melhoria da experiência em festivais, tornando-os cada vez mais inclusivos. “Sabemos que a satisfação com uma experiência lúdica como um festival começa no momento da pesquisa, escolha, planeamento, que leva à decisão de compra e ao desfrute da experiência em si”, refere a associação.

Ao Portuguese Festivals R 4 All competirá (citando):    

  • promover a criação de uma plataforma digital totalmente inclusiva, onde se poderão integrar todos os festivais realizados em Portugal;
  • Desenvolver a plataforma em colaboração com os stakeholders do setor e o Turismo de Portugal, auscultadas as várias associações representativas do público-alvo da plataforma: ex: ACAPO, APD, Associação Portuguesa de Surdos, AAJUDE entre outras;
  • Divulgar interna e externamente a plataforma e as suas vantagens;
  • Efetuar Follow up periódicos para avaliar a real efetividade das melhorias efetuadas.

A quarta proposta intitula-se Minho green brand – plataforma digital e marca promocional da região do Minho.

Ainda no EIXO I, propõe-se desenvolver, no âmbito da Medida – Empreendedorismo, Inovação e Sustentabilidade, a Minho green brand – plataforma digital e marca promocional da região do Minho, uma plataforma digital regional que promova e comercialize uma oferta turística da região do Minho baseada nos seus atributos naturais, paisagísticos, culturais e históricos, assentes em operadores turísticos que promovam as boas práticas ambientais e baseiem os seus produtos na produção local.

O projeto consiste no desenvolvimento de uma plataforma digital promocional regional, acessível a todos, em especial a pessoas com deficiências, que agregue informações georreferenciadas sobre os principais atrativos turísticos da região (Exemplos: Parque Nacional da Peneda-Gerês, Centro Histórico de Guimarães, Reserva da Biosfera Transfronteiriça Gerês-Xurés, entre outros).

Disponibilizará, ainda, espaço e oportunidades de negócio para os principais atores turísticos regionais (alojamento, restauração, animação turística) que, através da divulgação das boas práticas de sustentabilidade ambiental implementadas, possam ser classificadas pela sua pegada carbónica (numa espécie de selo “Clean & Safe” da sustentabilidade), onde parte das receitas turísticas geradas são canalizadas para projetos direcionados para a preservação ambiental e sustentável do território (Exemplo: Contratação pessoal local, defesa de espécies em vias de extinção, aposta em produtos biológicos locais, replantação de árvores, melhoria das infraestruturas, entre outros), criando atividades turísticas que clarifiquem a sua pegada ecológica mas que permitam ao turista contribuir para a sua diminuição.

Por último, serão criadas e promovidas rotas turísticas transversais a toda a região, abertas e fechadas, baseadas na oferta gastronómica, nos vinhos, na natureza, nas tradições e costumes, na paisagem e natureza envolvente, devendo ser reforçada toda a sinalética e informação dos principais pontos de interesse que as integram, utilizando a tecnologia para fornecer informação a surdos (exemplo: disponibilização de QR codes) ou a pessoas invisuais (Exemplo: informação em braile), bem como uma melhor acessibilidade dos locais, tornando-os acessíveis a todos.

Este projeto tem como principais objetivos (citando):

  • Qualificar a oferta turística de acordo com boas práticas ambientais;
  • Tornar o destino mais inclusivo e acessível;
  • Promover as boas práticas ambientais;
  • Envolver o turista na melhoria ambiental do território e comunidades;
  • Promover turisticamente a região do Minho;
  • Aumentar a procura turística da região.
  • Responder aos desafios ambientais e sustentáveis que se colocam ao setor.



Dentro do EIXO II – Qualificar os agentes do setor e os turistas, a APROTURM apresentou Capacitar Associações de Turismo – Reforçar as Competências Técnicas do Associativismo dos Profissionais de Turismo, que constituir-se-á como um programa estruturante no reforço das estruturas associativas dos Profissionais  de Turismo e do Associativismo Empresarial do Turismo, que, pela sua ação de representação e de mobilização dos profissionais e da comunidade empresarial, contribuirão para o estabelecimento de um padrão elevado de serviços, necessário para que os agentes económicos e sociais se apresentem como uma malha de garantia de um turismo sustentável, capaz de respeitar “o uso adequado dos recursos ambientais” e de “respeitas a autenticidade sociocultural e assegurar que as atividades económicas sejam viáveis no longo prazo.”, propósitos defendidos no conceito de turismo sustentável OMT (2005).

Capacitar Associações de Turismo deve constituir-se como um programa do reforço da capacitação das Associações de Profissionais de Turismo e Associações Empresariais de Turismo. Efetivamente, aquelas estruturas possuem uma importância indispensável na defesa dos interesses dos profissionais de turismo e do tecido empresarial que desejam estabilidade do desenvolvimento económico e social e o respeito absoluto dos princípios do Turismo Sustentável.

As Associações de Profissionais de Turismo e as Associações Empresariais têm, por vocação, o desenvolvimento das profissões e do tecido empresarial e como tal estarão motivadas, uma vez apoiadas para a sua capacitação, em contribuir para os objetivos do Eixo II – Qualificar os agentes do setor e os turistas.

O projeto Capacitar Associações de Turismo – Reforçar as Competências Técnicas do Associativismo dos Profissionais de Turismo terá como objetivos (citando):

  • Disponibilizar meios financeiros orientados exclusivamente à contratação de recursos humanos com formação superior em Turismo para se integrarem nos quadros das Estruturas Associativas de Profissionais e Estruturas Associativas Empresariais do setor, aumentando o seu potencial para “…um desenvolvimento sustentável do Turismo requer, também, a participação informada de todos os stakeholders relevantes…” (Turismo Sustentável da OMT, 2005);
  • Apoiar a criação de condições técnicas e organizacionais das Associações de Profissionais de Turismo e Associações Empresariais Locais e Regionais de Turismo, capazes de atuarem como observatórios e dinamizadores das políticas e medidas que favoreçam o desenvolvimento sustentável do Turismo Local e Regional e a “…a monitorização constante dos seus impactes e deve, ainda, manter um elevado nível de satisfação dos turistas.” (Turismo Sustentável da OMT, 2005);
  • Cooperar com as entidades públicas e privadas que operam no e para o setor tendo como objetivo cumprir a sustentabilidade do turismo local e regional. Como fazendo parte de um todo nacional;
  • Realizar eventos em complementaridade com as entidades públicas e privadas locais e regionais, tendo como objetivo qualificar turisticamente os eventos, festas e festividades locais e regionais, com a preocupação de contribuir para a satisfação dos turistas;
  • Caracterizar os Eventos, as Festas, Festivais, Festividades locais e organizar recomendações da sua qualificação turísticas considerando a satisfação dos turistas e o envolvimento das estruturas organizativas locais (Associações Recreativas e Culturais, Grupos de Folclore, entre outros.);
  • Efetuar a avaliação dos eventos do ponto de vista técnico-turístico e produzir orientações de qualificação e melhoria contínua.

No EIXO III – Monitorizar a sustentabilidade no setor, Inovação e Sustentabilidade, a APROTURM apresentou Quality Destination – Develop Quality with Experimentation – Laboratório de Experimentação e Certificação da Qualidade da Oferta Turística)

A associação propõe-se desenvolver, no âmbito da Medida- Inovação e Sustentabilidade, o Quality Destination – Develop Quality with Experimentation – Laboratório de Experimentação e Certificação da Qualidade da Oferta Turística, laboratório de turismoregional que, envolvendo os operadores turísticos locais, se constituirá como uma estrutura capaz de verificar e certificar a qualidade dos empreendimentos turísticos, apoiado na experimentação e verificação de parâmetros estabelecidos para garantir um elevado nível de qualidade de serviços.

O Quality Destination tem como objetivo assegurar a procura da qualidade da oferta do Destino Turístico (DT) e dos seus produtos e serviços para o aumento da satisfação da experiência turística no DT, o aumento da competitividade das atividades económicas diretamente ligadas ao DT; colaborará com o Turismo de Portugal-IP, e com o IPQ, que tem por missão a coordenação do sistema português da qualidade, a promoção e a coordenação de atividades que visem contribuir para demonstrar a credibilidade da ação dos agentes económicos, bem como o desenvolvimento das atividades necessárias às suas funções de Instituição Nacional de Metrologia e de Organismo Nacional de Normalização.

Ao Quality Destination competirá (citando):     

  • Promover a elaboração de normas portuguesas em compatibilização com normativo europeu sobre Quatility Destination no turismo;
  • Desenvolver regras e especificações para que os Destinos Turísticos e sobretudo o Turismo Rural, possam aplicar e cumprir um padrão elevado de excelência, enquanto oferta turística e contribuir assim para os objetivos da Estratégia do Turismo 20-27;
  • Garantir o rigor e a exatidão das medições realizadas, assegurando a sua comparabilidade e rastreabilidade, a nível nacional e internacional, e a realização, manutenção e desenvolvimento dos padrões das unidades de medida;
  • Estudar e trabalhar com os operadores turísticos locais e regionais no cumprimento dos procedimentos das diretivas comunitárias da União Europeia e da Organização Mundial do Turismo;
  • Prosseguir as suas atribuições assentes nos princípios da Credibilidade e Transparência, da Horizontalidade, da Universalidade, da Coexistência, da Descentralização e da Adesão livre e voluntária, promovendo o uso generalizado de procedimentos, de técnicas, metodologias e especificações reconhecidos a nível europeu e/ou internacional para o turismo;
  • Organizar, disseminar informação e dar aconselhamento técnico especializado sobre boas práticas, regras, normas para a implementação de serviços de qualidade superior no turismo rural e nos destinos Turísticos;
  • Promover o mérito empresarial e distinguir anualmente a melhor oferta turística em Turismo Rural bem como o Destino Turístico;
  • Efetuar Follow up da oferta do turismo Rural existente e dos Destinos Turísticos das regiões de baixa densidade, sobretudo no Minho.

Fonte: APROTURM.

Foto: DR.

APROTURM envia propostas a António Costa e Silva para ajudar Turismo

Agosto 21, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

Envio realizado no âmbito do Plano de Recuperação Económica de Portugal

A APROTURM – Associação dos Profissionais de Turismo do Minho enviou, ontem, a António Costa e Silva, coordenador do Plano de Recuperação Económica de Portugal, nomeado pelo Governo, um conjunto de propostas que, na sua ótica, poderão contribuir para uma melhor recuperação do setor do Turismo.



Em nota, a Associação refere que “vê com especial preocupação o futuro do turismo no Minho. A análise dos resultados do inquérito que promoveu entre 3 e 13 de maio inclusive, e as conclusões do Fórum que promoveu entre 23 de março e 7 de maio (que contou com a presença de especialistas e investigadores no mercado do trabalho, no investimento, nas agências de viagens, empresários da hotelaria e alojamento, restauração e animação turística e políticos locais ligados ao setor), vêm demonstrar a evidência de um setor frágil, constituído por micro e pequenas empresas dominantemente com menos de cinco trabalhadores”.

“Na fase que antecedeu a Pandemia do COVID-19, havíamos já apelado para a necessidade de se reforçar a capacidade das empresas ligadas ao turismo no Minho. Efetivamente, registávamos uma significativa ausência de profissionais licenciados nas empresas de turismo da região. Constatavam-se então, excelentes resultados para o turismo em Portugal e na Região Norte, mas não existiam políticas de reforço estratégico das empresas, quer pelo aumento da sua capacitação técnica e tecnológica, nem pelo reforço da capacitação do seu potencial humano. Os programas de apoio à empregabilidade de quadros superiores era praticamente ou quase inexistentes (limitando-se a medidas gerais sem qualquer visão estratégica para o reforço da capacitação em novas competências ao nível dos recursos humanos para o setor do turismo)”, continua.

A APROTURM lamenta que “a Entidade de Turismo do Porto e Norte havia entrado numa grave crise interna e, como tal, não tem tido a capacidade de atuar de forma estratégica na construção e apoio ao desenvolvimento de um tecido empresarial mais forte. O seu papel tem sido residual para garantir uma maior resiliência na ultrapassagem das dificuldades que as empresas do turismo, sentem no coração da sua atividade, arrastando toda a economia regional. A ausência de capacidade organizativa ao nível das estruturas associativas empresariais para apoiar o tecido empresarial do turismo da região minhota, surge como uma fragilidade relevante, impedindo os empresários de se sentir representados e defendidos ao mesmo nível que se encontram em outras regiões do país (exemplo do Algarve, onde o setor hoteleiro tem exigido medidas concretas de apoio ao setor). A brutal redução de negócio e a ausência de expectativas sobre o próximo futuro, apresentam cenários de forte preocupação, no aumento do desemprego no setor, na paragem dos projetos privados de turismo, no encerramento de empresas de turismo e na completa desorientação sobre o futuro do setor. O turismo internacional sofrerá os efeitos do despedimento em massa nas companhias aéreas, da crise económica que afetará os países emissores para Portugal, do aumento do desemprego e da queda do PIB nos diferentes países, a que acresce a incerteza relativa a uma segunda vaga da pandemia do COVID-19”.

A Associação lamenta, igualmente, “que, até à data, não tenham sidos realizadas reuniões de emergência por parte dos Conselhos Consultivos Municipais de Turismo para analisar a situação do setor ao nível de cada Concelho da região do Minho. A manter-se o estado atual de ausência efetiva de foco no relançamento da atividade do turismo e do redesenhar de novas abordagens ao relançamento do setor, completamente parado, receia-se uma crise prolongada e dolorosa na região. Dada a ausência de informação e dados reais sobre o estado do tecido empresarial do turismo na região, a APROTURM, receia que, no momento do redespertar para o relançamento da atividade, os profissionais do turismo se tenham desviado do setor, perdendo-se capacidade regional. Atualmente, muitos dos profissionais estão a confrontar-se com o encerramento de unidades de alojamento, de restauração, de animação turística e agências de viagens, gerando uma mais frágil oferta de serviço e produto turístico na região. A escassez de informação e de medidas não favorece uma atitude positiva por parte dos profissionais que receiam pelo futuro do turismo na região”, relevando, no entanto, “o esforço que Sua Excelência, o Presidente da República, e o Governo têm realizado para manter Portugal e o Minho numa caminhada prudente de desconfinamento e de reconquista da confiança”.

Assim, e no quadro de análise dos resultados do estudo que efetuou e das conclusões que produziu o Fórum sobre o PÓS-COVID-19 no Minho, a APROTURM apela “à necessidade de se implementar uma política focada no relançamento do setor que passará por:

1 – Criar uma Operação Integrada de Desenvolvimento para o Turismo da região do Minho, com meios para apoiar o efetivo reerguer do tecido empresarial, da empregabilidade e capaz de apoiar o desenvolvimento de uma estratégia de relançamento do turismo da região;

2 – Promover uma caracterização urgente do tecido empresarial, identificando o potencial instalado e conhecer o estado atual e futuro de capacidade de relançamento da atividade;

3 – Criar viveiros de microempresas para o setor do turismo, como forma de renovar e substituir as empresas que encerrarão a sua atividade;

4 – Reclamar a realização de reuniões, com carácter de urgência, dos Conselhos Consultivos de Turismo Municipais, para se analisar o impacto e situação efetiva do setor empresarial do turismo. Para se poder tomar consciência sobre o verdadeiro estado e capacidade do tecido empresarial do turismo para se recompor e se relançar em termos concelhios e regionais;

5 – Desenvolver um verdadeiro e estratégico programa de fomento da empregabilidade no setor do turismo regional, apoiando com financiamentos orientados à contratação de técnicos licenciados. (à semelhança ao programa implementado na oportunidade pelo saudoso Prof. Veiga Simão, designado ‘Jovens Técnicos para Indústria’ e que foi o melhor programa nacional de integração de quadros nas PME´s em Portugal);

6 – Apoiar a capacitação das estruturas associativas empresariais e profissionais para que possam contribuir para o relançamento do setor no acompanhamento das empresas ainda em funcionamento.”

Por fim, a APROTURM informa que se encontra “disponível para cooperar com as instituições públicas e privadas que pretendam contribuir de forma ativa para o relançamento e desenvolvimento do Turismo do Minho”.

Foto: DR.

APROTURM lança newsletter

Julho 1, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A APROTURM – Associação dos Profissionais de Turismo do Minho, lançou ontem, 30 de junho, a sua primeira newsletter, disponível no site www.aproturm.com, e que tem como diretores Cristiana Molho e Ivone Cruz.



“A newsletter tem como missão assumir-se como órgão de comunicação oficial da APROTURM, despertando o interesse dos profissionais do turismo para as temáticas da atualidade e relativas ao turismo do Minho. Vai assumir-se como um vetor de afirmação de expectativas e do desenvolvimento que profissionais do turismo terão na região. Pretende constituir-se como um espaço aberto, livre e independente podendo publicar opiniões, ideias e projetos de interesse para o desenvolvimento turístico do Minho”, refere a associação.

Abre-se como um espaço de cooperação com todas as entidades públicas e privadas que têm “O coração no Minho e o Minho no coração”.

Para aceder à newsletter, clique no link: https://ebc38dde-c0e5-4341-8aca-5275443f5094.filesusr.com/ugd/a1d0c1_0d0835dd24c14f149d57b0b7abaa5fbf.pdf

COVID-19: APROTURM propõe e defende medidas de apoio ao setor do Turismo

Maio 18, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

Em comunicado emitido a 17 de maio, a APROTURM – Associação dos Profissionais de Turismo do Minho lamenta a falta de ação da Turismo e Norte de Portugal, a ausência de “capacidade organizativa ao nível de estruturas associativas empresariais para apoiar o tecido empresarial do turismo da região minhota” e que se tenham realizado, até ao momento, “reuniões de emergência por parte dos Conselhos Consultivos Municipais de Turismo para analisar a situação do setor ao nível de cada Concelho da região do Minho”, deixando propostas de medidas a levar a cabo para ajuda do setor.



Segue, na íntegra, o referido comunicado:

«ESTADO DE CALAMIDADE NO TURISMO DO MINHO

A manter-se o estado atual de ausência efetiva de foco, por parte das entidades oficiais nacionais, regionais e municipais de turismo no relançamento da atividade do turismo e do redesenhar de novas abordagens ao relançamento do setor, completamente parado, receia-se uma crise prolongada e dolorosa na região.

A Associação de Profissionais de Turismo do Minho (APROTURM), vê com especial preocupação o futuro do turismo no Minho. A análise dos resultados do inquérito que promoveu entre 3 e 13 de maio inclusive, e as conclusões do Fórum que promoveu entre 23 de março e 7 de maio (que contou com a presença de especialistas e investigadores no mercado do trabalho, no investimento, nas agências de viagens, empresários da hotelaria e alojamento, restauração e animação turística e políticos locais ligados ao setor), vêm demonstrar a evidência de um setor frágil, constituído por micro e pequenas empresas dominantemente com menos de 5 trabalhadores.

Na fase que antecedeu a Pandemia do COVID 19, havíamos já apelado para a necessidade de se reforçar a capacidade das empresas ligadas ao turismo no Minho. Efetivamente registávamos uma significativa ausência de profissionais licenciados nas empresas de turismo da região. Constatavam-se então, excelentes resultados para o turismo em Portugal e na Região Norte, mas não existiam políticas de reforço estratégico das empresas, quer pelo aumento da sua capacitação técnica e tecnológica, nem pelo reforço da capacitação do seu potencial humano. Os programas de apoio à empregabilidade de quadros superiores era praticamente ou quase inexistentes (limitando-se a medidas gerais sem qualquer visão estratégica para o reforço da capacitação em novas competências ao nível dos recursos humanos para o setor do turismo).

A Entidade de Turismo do Porto e Norte, havia entrado numa grave crise interna e, como tal, não tem tido a capacidade de atuar de forma estratégica na construção e apoio ao desenvolvimento de um tecido empresarial mais forte. O seu papel tem sido residual para garantir uma maior resiliência na ultrapassagem das dificuldades que as empresas do turismo, sentem no coração da sua atividade, arrastando toda a economia regional.

A ausência de capacidade organizativa ao nível das estruturas associativas empresariais para apoiar o tecido empresarial do turismo da região minhota, surge como uma fragilidade relevante, impedindo os empresários de se sentir representados e defendidos ao mesmo nível que se encontram em outras regiões do país. (exemplo do Algarve onde o setor hoteleiro tem exigido medidas concretas de apoio ao setor)

A brutal redução de negócio e a ausência de expectativas sobre o próximo futuro, apresentam cenários de forte preocupação, no aumento do desemprego no setor, na paragem dos projetos privados de turismo, no encerramento de empresas de turismo e na completa desorientação sobre o futuro do setor. O turismo internacional sofrerá os efeitos do despedimento em massa nas companhias aéreas, da crise económica que afetará os países emissores para Portugal, do aumento do desemprego e da queda do PIB nos diferentes países, a que acresce a incerteza relativa a uma segunda vaga da pandemia do COVID 19.

A APROTURM, lamenta que até à data não tenham sidos realizadas reuniões de emergência por parte dos Conselhos Consultivos Municipais de Turismo para analisar a situação do setor ao nível de cada Concelho da região do Minho. A manter-se o estado atual de ausência efetiva de foco no relançamento da atividade do turismo e do redesenhar de novas abordagens ao relançamento do setor, completamente parado, receia-se uma crise prolongada e dolorosa na região.

Dada a ausência de informação e dados reais sobre o estado do tecido empresarial do turismo na região, a APROTURM, receia que, no momento do redespertar para o relançamento da atividade, os profissionais do turismo se tenham desviado do setor, perdendo-se capacidade regional. Atualmente muitos dos profissionais estão a confrontar-se com o encerramento de unidades de alojamento, de restauração, de animação turística e agências de viagens, gerando uma mais frágil oferta de serviço e produto turístico na região. A escassez de informação e de medidas não favorece uma atitude positiva por parte dos profissionais que receiam pelo futuro do turismo na região.

A APROTURM releva, no entanto, o esforço que, Sua Excelência o Presidente da República e o Governo têm realizado para manter Portugal e o Minho numa caminhada prudente de desconfinamento e de reconquista da confiança.

A APROTURM, no quadro de análise dos resultados do estudo que efetuou e das conclusões que produziu o FÓRUM sobre o PÓS-COVID 19 no Minho, apela à necessidade de se implementar uma política focada no relançamento do setor que passará por:

– Criar uma Operação Integrada de Desenvolvimento para o turismo da região do Minho, com meios para apoiar o efetivo reerguer do tecido empresarial, da empregabilidade e capaz de apoiar o desenvolvimento de uma estratégia de relançamento do turismo da região;

– Promover uma caracterização urgente do tecido empresarial, identificando o potencial instalado e conhecer o estado atual e futuro de capacidade de relançamento da atividade;

– Reclamar a realização de reuniões, com carácter de urgência, dos Conselhos Consultivos de Turismo Municipais, para se analisar o impacto e situação efetiva do setor empresarial do turismo.

Para se poder tomar consciência sobre o verdadeiro estado e capacidade do tecido empresarial do turismo para se recompor e se relançar em termos concelhios e regionais;

– Desenvolver um verdadeiro e estratégico programa de fomento da empregabilidade no setor do turismo regional, apoiando com financiamentos orientados à contratação de técnicos licenciados. (à semelhança ao programa implementado na oportunidade pelo saudoso Prof. Veiga Simão designado Jovens Técnicos para Indústria e que foi o melhor programa nacional de integração de quadros nas PME´s em Portugal)

– Apoiar a capacitação das estruturas associativas empresariais e profissionais para que possam contribuir para o relançamento do setor no acompanhamento das empresas ainda em funcionamento;

– Criar viveiros de microempresas para o setor do turismo, como forma de renovar e substituir as empresas que encerrarão a sua atividade.

A APROTURM, encontra-se disponível para cooperar com as instituições públicas e privadas que pretendam contribuir de forma ativa para o relançamento e desenvolvimento do Turismo do Minho.»

Foto: DR.

[Ndr.: notícia atualizada a 19.05.2020, pelas 11h50]

Relançamento do Turismo no “pós-COVID” debatido em sessão organizada pela APROTURM

Maio 6, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Sessão online e gratuita realiza-se já amanhã

A APROTURM – Associação de Profissionais de Turismo do Minho, tem vindo a realizar, desde final de março, às quintas-feiras, o Fórum “O Turismo no Minho no Pós Corona Vírus”, tratando-se de uma reflexão aberta que a APROTURM promoveu enquanto durou o período de contenção causado pela COVID-19.



A próxima sessão, de amanhã, dia 07 de maio, pelas 15h00, será a última e encerra este ciclo de sessões promovidas pela associação. A temática a abordar será “Qual o papel expectável do setor privado e do setor público no relançamento do Turismo no Minho? Que desafios e oportunidades?“

O painel vai ser composto por Manuel Caldeira Cabral, docente na Universidade do Minho, Deputado da Assembleia da República e ex-Ministro da Economia; José Pedro Ferreira, Presidente da Direção da APROTURM; Pedro Magalhães, Diretor de Negócio da Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD); António Marto, Presidente do Fórum Turismo; Manuel de Sousa, Vice-Presidente da ADERE Minho; e Antas Teles, Docente do Ensino Superior. A moderação ficará a cargo, como habitual, de António Cerdeiras, Docente de Turismo do IPCA.

A sessão será em tempo real, partilhada via plataforma Zoom-Colibri. Para aceder, basta aceder a https://videoconf-colibri.zoom.us/j/9514023076 .

Imagens: APROTURM.

Impacto no emprego e profissões do Turismo debatido em sessão organizada pela APROTURM

Abril 28, 2020 em Atualidade, Concelho, Cultura, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A APROTURM- Associação de Profissionais de Turismo do Minho, realiza, na próxima quinta-feira, dia 30 de abril, pelas 15h00, e a dar continuidade ao Fórum “O Turismo no Minho no Pós Corona Vírus”, dedicado, nesta sessão, ao Impacto no Emprego e nas Profissões do Turismo.



Trata-se de uma reflexão aberta que a APROTURM pretende manter às quintas-feiras à tarde, enquanto durar o período de contenção causado pelo Coronavírus. A sessão será partilhada em tempo real, via plataforma Zoom-Colibri.

Esta sessão terá como oradores, Manuel Carvalho da Silva (Investigador, Coordenador do Laboratório de Ciências Sociais da Universidade de Coimbra), António Pego (Diretor da Formação da Associação Empresarial de Portugal), Guilherme Pereira (Vice-Reitor da Universidade do Minho – a aguardar confirmação), Cláudia Serapicos (Diretora do IEFP de Braga – a aguardar confirmação) e Maria José Pinto (Vice-Presidente da APROTURM). A moderação será realizada por António Cerdeiras (Docente de Turismo no IPCA).

A sessão será em tempo real, partilhada via plataforma Zoom-Colibri. Para aceder, siga o linkhttps://videoconf-colibri.zoom.us/j/9514023076

A próxima sessão online realiza-se no próximo dia 07 de maio e tratará de “Qual o papel expectável do setor privado e do setor público no relançamento do Turismo no Minho? Que desafios e oportunidades?”.

Imagens: APROTURM.

[Ndr: notícia atualizada a 28.04.2020, pelas 19h10]

APROTURM realiza sessão online sobre desafios para o Turismo após a COVID-19

Abril 21, 2020 em Atualidade, Concelho, Cultura, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A APROTURM- Associação de Profissionais de Turismo do Minho, realiza, na próxima quinta-feira, dia 23 de abril, pelas 15h00, e a dar continuidade ao Fórum “O Turismo no Minho no Pós Corona Vírus”, dedicado, nesta sessão, aos “Os Desafios para o relançamento das Agências de Viagens, Operadores Turísticos e Museus”.



A sessão online contará com a participação de Cristiana Molho (Vice-Presidente da APROTURM), Aurora Marques (Administradora da agência de viagens TURIERMAL, Lda), Hugo Sá (Diretor da Escola Profissional Profitecla RHUMOS), Gabriela Costa (Administradora da agência de viagens TRAVEL PLANET, Lda), Miguel Barbosa (Coordenador da Região Norte da agência de viagens ABREU, SA) e João Alpuim Botelho (Diretor do Museu Bordalo Pinheiro). A sessão terá a moderação de António Cerdeiras, docente de Turismo do IPCA.

Esta sessão trata-se de uma reflexão aberta que a APROTURM pretende manter às quintas-feiras à tarde, enquanto durar o período de contenção causado pelo Coronavírus.

As próximas sessões serão as seguintes:

·         30/04 – “Impacto no emprego e nas Profissões do Turismo”;

·         07/05- “Qual o papel expectável do setor privado e do setor público no relançamento do Turismo no Minho? Que desafios e oportunidades?”

A sessão será em tempo real, partilhada via plataforma Zoom-Colibri. Para aceder, siga o link https://videoconf-colibri.zoom.us/j/9514023076.

Imagem: APROTURM.

APROTURM realiza fórum online sobre impacto da COVID-19 no alojamento turístico

Abril 8, 2020 em Atualidade, Concelho, Cultura, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A APROTURM- Associação de Profissionais de Turismo do Minho, realiza, amanhã, dia 9 de abril, pelas 15h00, o Fórum online “O Turismo no Minho no Pós-Coronavírus”, dedicado, nesta sessão, ao Impacto no Alojamento (Hotelaria, Alojamento Local e Alojamento no Turismo Rural, entre outros).



“Nunca imaginávamos que, num ano que se esperava que fosse muito bom, decorridos nem três meses, fossemos apanhados por esta pandemia. Todos nós vivemos momentos de incerteza sobre o futuro e, nesse sentido, a APROTURM, a tentar adaptar-se à nova realidade, continua a querer fazer a sua caminhada”, refere a associação.

Este Fórum, com sessões já realizadas e mais a caminho, trata-se de uma reflexão aberta que a APROTURM pretende manter às quintas-feiras à tarde, enquanto durar o período de contenção causado pelo Coronavírus. A sessão será em tempo real partilhada via plataforma Zoom-Colibri.

Nesta sessão intervirão António Cardoso, Presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho; Filipe Sousa, Administrador do Hotel do Terço (Barcelos); Cristiana Molho, Mestranda em Turismo; Maria José Pinto, Assessora da Quinta de Malta e Mónica Pinto, Diretora da Quinta da Terrincha. A moderação ficará a cargo de Abílio Vilaça, Docente de Turismo no IPCA.

No passado dia 2 de abril, a temática versou em termos gerais sobre a generalidade do Turismo na Região do Minho.

As próximas sessões serão:

16/04 – “Impacto na Restauração e Oferta Gastronómica”;

23/04 – “Impacto na Agências de Viagens e Empresas de Animação Turística, Museus, Teatros, Atividade turística”;

30/04 – “Impacto no emprego e nas Profissões do Turismo”;

07/05- “Qual o papel expectável do setor privado e do setor público no relançamento do Turismo no Minho? Que desafios e oportunidades?”

Imagem: APROTURM.

3ª Conferência da APROTURM: as conclusões

Março 4, 2020 em Atualidade, Concelho, Cultura, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

No passado dia 19 de fevereiro, o Auditório da Biblioteca Municipal de Barcelos recebeu a 3ª Conferência da APROTURM – Associação dos Profissionais de Turismo do Minho, que teve como tema “O financiamento das startups e investimento na área do Turismo”, que contou com a presença e preleção de figuras ligadas ao setor do turismo, economia, política, entre outros.



José Pedro Ferreira, Presidente da Associação dos Profissionais de Turismo do Minho, salientou que esta associação está interessada em abrir novas frentes de empreendedorismo no setor do turismo e, por isso, entende que as Startups possuem um potencial relevante para o desenvolvimento do setor, constituindo um poderoso meio de iniciar projetos empresariais. Referiu, ainda, que se está na temática da criação de empresas de turismo sem ignorar a perspetiva de desenvolvimento e sua sustentabilidade. “As mudanças tecnológicas e sociais e as alterações no mundo laboral e económico exigem que se promovam novas atitudes perante contextos de incerteza constante”. Destacou o estudo recente da Global Entrepreneurship Monitor, sobre Portugal que salienta que a faixa etária com maior incidência de empreendedores está entre os 25 e os 34 anos, razão que leva a investir e a ver nos jovens um futuro risonho para Portugal no Turismo. “Uma problemática muito presente nos novos projetos é a necessidade de financiamento, sobretudo financiamento capaz de apoiar em tempo útil, na dimensão e longevidade certa, os projetos de turismo. São frequentes os colegas e finalistas das licenciaturas em gestão de atividades turísticas que ambicionam avançar para projetos empresariais e que se debatem com a falta de financiamento e/ou o desconhecimento da sua disponibilidade. O acesso ao sistema financeiro encontra-se ainda muito estruturado numa abordagem clássica de que os jovens, por não terem experiência de vida, constituem um risco em si próprios e, por isso, raramente são levados a sério quando contactam os bancos tradicionais. Naturalmente que a situação tende a mudar, mas até lá, muitos projetos ficam pelo caminho”, concluindo que se sabe que “a sociedade atual está baseada no conhecimento e valoriza o papel da inovação na medida em que, pela via do empreendedorismo, contribui para uma sociedade mais geradora de mais crescimento económico, de mais emprego e mais competitiva. É, pois, neste contexto, de estimular o empreendedorismo e inovação para o turismo sustentado que as startups podem, e devem, fomentar uma cultura de mudança e de criação de riqueza, que a APROTURM promove esta Conferência”.

José Beleza, Vereador do Pelouro do Turismo e Ambiente da Câmara Municipal de Barcelos, salientou que a dinâmica do turismo num território depende de muitos fatores, mas torna-se essencial a intervenção do poder público em articulação com uma dinâmica do setor privado da economia. O setor privado está interessado no seu desenvolvimento e pretende conhecer como vai ser exercido o poder público, na área do turismo, a nível local e quais as ligações regionais, nacionais e internacionais que se irão desenvolver. Pretende-se conhecer a política pública de turismo para o território de Barcelos no contexto mais emergente de ligação inter-regional e nacional. Num período em que Portugal desenvolve esforços para implementar um novo plano estratégico para o turismo, num horizonte temporal de sete anos, designado de “Turismo 2027”, importa compreender como se deverá colocar o município de Barcelos no que diz respeito à política pública para o turismo. Conhecendo-se já o historial de desenvolvimento de iniciativas com impacto no turismo local e conhecendo-se o papel do Posto de Turismo de Barcelos no apoio aos turistas, visitantes e operadores turísticos, torna-se também relevante o estudo dos dados produzidos com o registo dessa atividade para o debate de ideias que possam apoiar linhas força de negócios que se possam gerar com a criação de startups no turismo em Barcelos, sendo que o setor do turismo em Portugal está a contribuir, de forma sistemática, para a criação de infraestruturas importantes para a captação de novos segmentos de turistas, mas também a despertar a necessidade de os municípios se organizarem melhor para esse desígnio nacional já plasmado no programa do XXI Governo “Investir no planeamento participado da atividade turística através de um Plano Estratégico para o Turismo”, construindo-se, assim, um verdadeiro referencial estratégico para o desenvolvimento do turismo em Portugal, visto ser inegável o contributo que o turismo dá ao desenvolvimento local, quer pelo aumento da procura de serviços culturais e recreativos, quer pelo aumento de procura de bens e serviços locais que sustentam a experiência turística.

Miguel Mendes, Gestor de cliente no Turismo Portugal, na Direção de Gestão do Conhecimento – Apoio ao Empresário, referiu que Portugal é um dos destinos mais competitivos e sustentáveis do mundo e, como tal, constitui um espaço de empreendedorismo de excelência. O gestor apresentou a Estratégia do Turismo de Portugal até 2027, onde destacou os eixos estratégicos para impulsionar a economia, que passa pela criação das condições necessárias à incubação e aceleração de startups e ao desenvolvimento de novas ideias de negócio associadas ao turismo. Salientou que o programa FIT – Fostering Innovatiion in Tourism, constituído por quatro Eixos de ação. A saber: Fomento da Inovação no Turismo; Apoio à internacionalização das Empresas; Transferência do Conhecimento para as Empresas; e Colocação da Inovação e Digitalização na Agenda dos Organismos Internacionais. Apresentou, também, o NEST – Centro de Inovação do Turismo, que tem como missão promover a inovação e a tecnologia na cadeia de valor do turismo, apoiando o desenvolvimento de novas ideias de negócio, a experimentação de projetos e a capacitação das empresas na transição digital, assim como apresentou, a Rede de Incubadoras ligadas ao turismo como meio de contacto e de obtenção de boas práticas por parte dos empreendedores que se encontrem a consolidar os seus projetos. Miguel Mendes efetuou uma breve apresentação dos sistemas de incentivos atualmente em vigor e que podem ser melhor detalhados nas delegações do Turismo de Portugal (Sistema de Incentivos Portugal 2020 – Empreendedorismo Qualificado e Criativo nomeadamente a Linha de Apoio à Qualificação da Oferta).

Pedro Magalhães, Diretor de Negócio da IFD- Instituição Financeira de Desenvolvimento, que é uma instituição grossista com a missão de facilitar o acesso ao financiamento a PME e midcaps portuguesas, em especial de longo prazo, apresentou os serviços da IFD, nomeadamente as Linhas de Negócio / Instrumentos Financeiros, das quais salientou: Linha de crédito intermediado a bancos portugueses para financiamento de PME e midcaps, com prazo de até 15 anos e até 4 anos de carência; Capital que consta da seleção de 15 gestores de fundos de capital de risco e 64 business angels. “Financiámos o Fundo 200M, com os quais co-investimos em projetos de seed, early stage, startup e séries A e B. Fazemos parceria com a FEI através da Portugal TECH, um fundo de fundos de capital de risco para investimento em empresas de base tecnológica em Portugal” referiu. Mas ainda há a Oferta IFD e Resultados para capitalização de empresas. A IFD assume-se como uma entidade com capacidade para apoiar os financiadores diretos aos projetos de stratups e/ou empresas que, existentes no mercado, pretendam avançar para novos negócios e investimentos.

António Marto, Presidente do Fórum Turismo, que tem como missão promover o acesso a diferentes fontes de informação, bem como o desenvolvimento e aplicação de pesquisa profissional no campo das viagens e turismo, apoiar os esforços de investigação das diferentes temáticas do setor ao nível do planeamento e enquadramento técnico-jurídico, fomentando redes de conhecimento e publicações sobre temas da atualidade, referiu que o Fórum Turismo pretende criar oportunidades para a interação dos diferentes stakeholders através da realização de conferências, congressos e outros eventos de âmbito nacional einternacional, assim como, articular e promover estudos e parcerias de âmbito profissional com asuniversidades, sendo também um dos seus compromissos.“A visão do Fórum Turismo consiste em, através do debate conjunto, dar uma voz às opiniões dosprofissionais do setor do turismo no que diz respeito a temas atuais e relevantes para a indústria. OFórum Turismo, valoriza o poder do conhecimento e da voz conjunta como ferramenta de mudançae melhoria constantes”, salientou, tal como o fez sobre a importância da Bolsa de Empregabilidade no Turismo, que o Fórum Turismo promove.A Bolsa de Empregabilidade é um evento impulsionado pelo Fórum Turismo que promove aempregabilidade na área do Turismo e das Viagens. Destinando-se a jovens à procura da primeira oportunidade ou a profissionais em busca de um novo desafio. Em três edições, a Bolsa deEmpregabilidade contou com a presença de 120 empresas participantes e onde foram trocadascerca de 14.000 ofertas de trabalho.

Fotos: APROTURM.

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