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Bloco de Esquerda

Bloco defende criação de uma empresa pública de dragagens para desassorear barra de Esposende

Janeiro 9, 2021 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda questionou o Governo sobre a necessidade urgente de desassoreamento da barra de Esposende, atendendo a que o assoreamento da barra de Esposende já provocou vários acidentes com embarcações que a tentavam atravessar. O partido defende que a resposta para este problema passa pela criação de uma empresa pública de dragagens.

No documento entregue na Assembleia da República, os deputados do Bloco de Esquerda eleitos pelo distrito de Braga, José Maria Cardoso e Alexandra Vieira, afirmam que “esta situação causa prejuízos avultados para os profissionais da pesca e as suas famílias, já que estes ficam impedidos de sair para o mar, vendo reduzidas suas possibilidades de pesca mesmo em dias em que existem condições climatéricas adequadas para a faina”.

Os deputados lembram que a Assembleia da República aprovou a Resolução n.º 143/2019, de 22 de agosto, que recomenda ao Governo, no seu n.º 2, que «mobilize os recursos financeiros necessários para proceder à execução das medidas necessárias para garantir a melhoria das condições da Barra de Esposende». “Passado mais de um ano da publicação deste diploma, não é conhecida qualquer intenção de o Governo disponibilizar verbas para resolver os problemas de navegabilidade da barra de Esposende”, lamentam

Os bloquistas referem que “é uma situação que persiste há décadas e decorre não só da inação dos sucessivos governos, incluindo o atual, mas também da intensa dinâmica sedimentar da costa portuguesa”.

Para os deputados, “é natural que sejam necessárias dragagens recorrentes e que salvaguardem os valores ambientais ali presentes, pelo que não se compreende, por isso, a concessão sistemática dos serviços de dragagens a privados que lucram milhões de euros com a necessidade frequente de dragagens no país e que poderão não ter as mesmas preocupações ambientais que o Estado deve ter”.

Assim, o Bloco quer o Ministério do Mar, liderado por Ricardo Serrão Santos, esclareça se vai garantir o cumprir o disposto no n.º 2 da Resolução da Assembleia da República n.º 143/2019; se já calendarizou uma data para o início dos trabalhos de desassoreamento da barra de Esposende; e se está disponível para criar uma empresa pública de dragagens para suprir de modo satisfatório e adequado estas necessidades.

Leia o documento entregue na Assembleia da República

Fonte|Foto: BE Braga

Bloco questiona Governo sobre paragem da VMER do Hospital de Braga

Dezembro 18, 2020 em Atualidade, Concelho, Política, Saúde Por barcelosnahorabarcelosnahora

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda questionou o Governo sobre a viatura de emergência médica e reanimação (VMER) do Hospital de Braga, devido à sétima paragem da viatura no mês de Dezembro por ausência de médicos que trabalham no serviço de socorro.

No documento entregue na Assembleia da República, os deputados afirmam que há dificuldades em assegurar a totalidade das escalas de serviço, porque “há vários meses que os médicos que integram este serviço estão em negociações com o Conselho de Administração do Hospital de Braga, exigindo melhores condições de trabalho e aumento de salário”.

Veja aqui o documento entregue na Assembleia da República


“Estas paragens obrigaram a que, por exemplo, uma emergência em Carreiras Santiago, em Vila Verde, tivesse sido socorrida pelo Suporte Imediato de Vida (SIV) de Ponte de Lima, que não necessita da presença de um médico, obrigando a que esta tenha percorrido 25 quilómetros entre Ponte de Lima e Vila Verde. Numa situação normal, a VMER saindo do Hospital de Braga, faria cerca de 15 quilómetros para chegar ao local e contaria com a presença de um médico e um enfermeiro”, referem os deputados.

Segundo os bloquistas, “os clínicos pretendem manter a paralisação até que o Conselho de Administração do Hospital de Braga aceite negociar o pagamento das horas de trabalho feitas ao serviço da viatura de emergência medica”.

Por isso, os deputados querem saber se o Ministério da Saúde está disposto a instar o CA do Hospital de Braga para que aceite negociar com estes profissionais de forma a desbloquear esta situação e se reconhece a justiça das reivindicações destes profissionais.

“Esta é uma situação lamentável e que pode colocar em risco a vida dos utentes que deste serviço precisam. O Conselho de Administração deve negociar com estes profissionais garantindo que as suas revindicações são atendidas. Só assim é possível garantir uma resposta eficaz e célere à população e defender os interesses destes profissionais que estão, também, na linha da frente no combate à pandemia”, concluem.

Fonte: BE Braga

Foto : DR

Hospital de Braga: Bloco de Esquerda quer contratação definitiva dos enfermeiros em risco de despedimento

Novembro 10, 2020 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política, Saúde Por barcelosnahorabarcelosnahora

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda (BE) questionou o Governo sobre a carta enviada pelo Conselho de Administração do Hospital de Braga a 86 enfermeiros, a comunicar a esses profissionais que os seus contratos irão caducar caso não obtenham autorização expressa para alteração do vínculo para sem termo. O BE defende a contratação destes profissionais de forma definitiva e permanente.



No documento entregue na Assembleia da República, os deputados Moisés Ferreira, Alexandra Vieira e o barcelense José Maria Cardoso, afirmam que “numa altura em que o país vive um agudizar da pandemia, estes são profissionais ainda mais imprescindíveis. Estes enfermeiros estiveram na primeira fase da pandemia, tendo adquirido experiência e reforçado a resposta do Serviço Nacional de Saúde e, por isso, e por outras questões óbvias, não merecem ser descartados”.

Os deputados salientam que “a resposta deve ser a integração destes profissionais nos quadros do Hospital de Braga para que este possa ser capaz de responder à população e garantir a motivação destes profissionais no SNS”, uma vez que “o SNS precisa de recursos para continuar a responder à epidemia e para responder a tudo o que não pode ficar por responder: as situações não-COVID, a atividade programada que deve continuar e a atividade suspensa que deve ser retomada”.

Os deputados exortam o Governo “a contratar, de forma definitiva e permanente, os 86 enfermeiros do Hospital de Braga que correm o risco de serem descartados”; “a contratar também de forma definitiva e permanente todos os profissionais colocados no SNS com contratos precários de 4 meses e a continuar o recrutamento de outros profissionais”.

“Não é com precariedade nem com falta de recursos que se conseguirá uma resposta na área da saúde que satisfaça as necessidades da população”, concluem.

Fonte: BE.

Foto: DR.

José Maria Cardoso insta Ministro do Mar a disponibilizar verba orçamental para desassorear a barra de Esposende

Novembro 4, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

Deputado barcelense do Bloco de Esquerda interpelou Ministro na Assembleia da República

A barra de Esposende é considerada como uma das mais perigosas do país. Está frequentemente assoreada, tendo já provocado vários acidentes com embarcações que a tentam atravessar. O assoreamento da barra de Esposende leva a que esta esteja encerrada durante muitos dias do ano. Muitos destes dias apresentam condições climatéricas adequadas para a pesca, mas os pescadores não conseguem sair para o mar, ficando impedidos de trabalhar e de ter acesso às capturas de pescado a que têm direito.



Em julho de 2019, foi publicada a Resolução da Assembleia da República que recomenda ao Governo que “mobilize os recursos financeiros necessários para proceder à execução das medidas necessárias para garantir a melhoria das condições da Barra de Esposende.”

Neste sentido, o deputado do Bloco de Esquerda eleito pelo distrito de Braga, José Maria Cardoso, questionou o ministro do Mar se, passado mais de um ano da aprovação da Resolução da Assembleia da República, o Governo vai finalmente disponibilizar verba orçamental para resolver os problemas de navegabilidade da barra de Esposende para que os pescadores possam sair em segurança para o mar.

“O assoreamento da barra de Esposende é um problema que persiste há décadas. Decorre, não, só da inação dos sucessivos governos, incluindo o atual, mas também da intensa dinâmica sedimentar da costa portuguesa. É por isso natural que sejam necessárias dragagens recorrentes e que salvaguardem os valores ambientais. Não se compreende, por isso, a concessão sistemática dos serviços de dragagens a privados que lucram milhões de euros com a necessidade frequente de dragagens no país e que poderão não ter as mesmas preocupações ambientais que o Estado deve ter. O Bloco de Esquerda entende que a resposta para esta problema é óbvia: é necessária a criação de uma empresa pública de dragagens”, refere o partido em nota.

Fonte: BE.

Foto: imagem frame.

PNPG: Bloco de Esquerda quer medidas de acalmia de tráfego na Mata de Albergaria

Outubro 9, 2020 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda questionou o Governo sobre a circulação automóvel na Mata de Albergaria, no Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), e quer conhecer as medidas do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas para a acalmia do trânsito naquele local.



No documento entregue na Assembleia da República, os deputados do Bloco de Esquerda eleitos pelo círculo de Braga, José Maria Cardoso (Barcelos) e Alexandra Vieira (Braga), referem que “no âmbito do Projeto 4 – Ordenamento e sustentabilidade da Zona de Proteção Total da Mata de Albergaria – do Plano-Piloto de prevenção de incêndios florestais e de valorização e recuperação de habitats naturais no Parque Nacional da Peneda-Gerês, o ICNF entendeu necessário proceder à pavimentação da totalidade da estrada florestal entre Leonte e a Portela do Homem”.

Segundo os deputados, “apesar dos objetivos desse projeto serem a gestão e ordenamento da visitação massiva sazonal, a promoção de transportes alternativos e fruição do espaço natural e a promoção da adoção de uma conduta responsável de visitação, a obra visou essencialmente a repavimentação da via”.

“Não se conhece o desenvolvimento de qualquer alternativa de transporte público coletivo, pelo que aquele troço é massivamente utilizado por veículos privados. Atendendo às condições da via, alargada e com alcatrão novo, a velocidade máxima permitida para o local, já por si muito elevada (40km/h), é muitas vezes ultrapassada. Também não há qualquer sinalização especial para alertar os visitantes para as características e sensibilidade do local”, afirmam.

Árvore danificada pelos trabalhos de pavimentação (Foto: BE)

Os bloquistas alegam que “este ano, atendendo ao aumento do turismo na região, o número de veículos a percorrer aquele troço cresceu significativamente”, pelo que “o excesso de circulação automóvel e o não cumprimento dos limites de velocidade, tem provocado a morte de animais por atropelamento”.

Os deputados salientam que “a proteção deste tão importante património natural exige a adoção de medidas urgentes de desencorajamento do tráfego automóvel e de limitação da velocidade de circulação” e, por isso, pretendem que o Ministério do Ambiente e da Ação Climática esclareça se foi realizado algum estudo sobre a capacidade de carga da Mata de Albergaria (pessoas e automóveis) e que medidas de acalmia de tráfego estão previstas para o local.

A Mata de Albergaria, no concelho de Terras de Bouro, é um dos mais importantes bosques do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), constituída, principalmente, por um carvalhal secular. Inclui, também, um troço da via romana – Geira – com ruínas das suas pontes e um significativo conjunto de miliários, um dos mais importantes da Península Ibérica.

Fonte e fotos: BE.

COVID-19: Bloco de esquerda questiona Governo sobre possibilidade de realização de testes no Laboratório de Saúde Pública de Braga

Outubro 7, 2020 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política, Saúde Por barcelosnahorabarcelosnahora

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda questionou o Governo sobre a realização de testes à COVID-19 no Laboratório de Saúde Pública de Braga. Os deputados querem que o Ministério da Saúde esclareça quais os motivos para a Administração Regional de Saúde do Norte não responder à possibilidade demonstrada pelo laboratório para a realização destes testes.



No documento entregue na Assembleia da República, os deputados afirmam “que o Laboratório de Saúde Pública de Braga terá demonstrada disponibilidade, através do envio de três ofícios à ARS Norte, para a realização de testes à COVID-19”.

Os bloquistas referem que “não existiu qualquer resposta por parte da ARS Norte, estando, neste momento, o laboratório à espera de uma resposta para poder disponibilizar os seus serviços”, salientando que “no Alentejo e no Algarve, os mesmos laboratórios estão a realizar testes”.

“Perante isto é importante lembrar que a capacidade de testagem deve ser um desígnio do nosso país como forma de assinalar casos e identificar cadeias de transmissão. É necessário, por isso, garantir o reforço de testes através dos Laboratórios de Saúde Pública”, concluem os deputados.

Fonte: BE.

Foto: DR.

José Maria Cardoso e Miguel Martins, respetivamente, lideram distrital e concelhia barcelense do Bloco de Esquerda

Outubro 6, 2020 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

O Bloco de Esquerda elegeu, no passado sábado, a Comissão Coordenadora Distrital de Braga e as coordenadoras concelhias de Barcelos, Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão.



Para o distrito, a moção mais votada pelos aderentes, “Um Bloco unido para responder às pessoas”, defende uma “sociedade democrática, contra a discriminação, o racismo, a intolerância e o totalitarismo” e pretende “ganhar mais espaço à esquerda, na defesa das pessoas, dos seus direitos, dos seus salários e pensões, lutando por uma economia justa, que respeite o ambiente e a biodiversidade”.

A lista A obteve 29 votos, elegendo 4 pessoas, e a lista B – do barcelense José Maria Cardoso – obteve 68 votos, elegendo 9 pessoas. O órgão de direção política distrital é, então, composto por José Maria Cardoso (Barcelos), Sónia Ribeiro (Guimarães), Leonel Castro (Fafe), Alexandra Vieira (Braga), Luís Santos (Barcelos), Gorete Pimentel (Vila Verde), Raquel Azevedo (Vila Nova de Famalicão), Miguel Martins (Barcelos), António Ramoa Lima (Braga), Marco Gomes (Cabeceiras de Basto), Isabel Gonçalves (Braga), Ana Filipa Costa (Braga) e Cristina Andrade (Braga).

Para as comissões coordenadoras concelhias concorreram listas únicas.

Em Barcelos, a lista “Unir para vencer” obteve 20 votos, tendo eleito todos os candidatos: Miguel Afonso Martins, Carlos Freitas, Sónia Fernandes, Luís Santos, Bruna Teixeira, José Maria Cardoso, José Figueiredo, Natália Fernandes, Ismael Rodrigues, Maria Manuela Santos, Domingos Monteiro, Maria Isabel Martins, Manuel Monteiro e Maria José Monteiro.

Em Braga, a lista “Um projeto de esquerda para vencer a crise” obteve 35 votos, tendo havido 5 votos brancos. As pessoas eleitas são: Alexandra Vieira, António Lima, José Alfredo Ribeiro, Manuela Airosa Gonçalves, Jorge Vilela, Norberta Grilo, José Dias, Cristina Andrade, João Rodrigues, Paula Nogueira, Renato Silva, Adriana Remelhe, António Cruz Mendes, Isabel Gonçalves e Ricardo Cerqueira.

Em Guimarães, a lista “Uma resposta de esquerda para proteger as pessoas e o emprego” teve 14 votos, sendo o órgão composto por Sónia Ribeiro, Rui Antunes, Andrea Lopes, João Ricardo Pinheiro, Joaquim Rodrigues, Afonso Silva, Manuel Freitas, Rita Pereira e Joaquim Teixeira.

Por fim, em Vila Nova de Famalicão, a lista “Juntas e Juntos” obteve 10 votos, pelo que elegeram Raquel Azevedo, Hugo Sampaio, Inês Granja Costa, Paulo Costa, Catarina Ferraz, Carla Araújo, Rúben Santos, Hélder Pereira e Gonçalo Costa.

Foto: DR.

Bloco de Esquerda quer ouvir administração do Hospital de Braga na Assembleia da República

Outubro 2, 2020 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política, Saúde Por barcelosnahorabarcelosnahora

Hospital que serve muita população de Barcelos

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda na Assembleia da República apresentou um requerimento à Comissão Parlamentar de Saúde para uma audição do Conselho de Administração do Hospital de Braga sobre a atualização de remuneração e do horário de trabalho dos trabalhadores, em conformidade com o que é praticado nos hospitais públicos.



No documento entregue na Assembleia da República, o deputado Moisés Ferreira afirma que “há vários profissionais (entre eles assistentes operacionais, assistentes técnicos, técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica, enfermeiros) do Hospital que não tiveram a atualização das suas remunerações e do seu horário de trabalho”.

O bloquista salienta que “a anterior gestão privada impôs aos trabalhadores salários mais baixos (alguns até abaixo do salário mínimo nacional para 35 horas de trabalho) e cargas horárias semanais mais elevadas; desvalorizou o valor do trabalho dos seus profissionais e pagava muito abaixo do praticado nos hospitais públicos”.

“As más práticas da gestão privada, nomeadamente as remuneratórias, devem fazer parte do passado, pelo que todos os profissionais do hospital de Braga em gestão pública deveriam ter já começado a ser remunerados em conformidade. A passagem para a gestão pública tinha (e tem) como obrigação corrigir estas situações e harmonizar remunerações e horários de trabalho com os que são praticados nos hospitais do SNS de gestão pública”, refere o deputado.

A proposta apresentada pelo Bloco de Esquerda foi aprovada pela Comissão, por unanimidade, sendo a audição agendada para breve.

Fonte: BE.

Foto: DR.

Barcelense José Maria Cardoso candidata-se a Coordenador Distrital do Bloco de Esquerda

Outubro 1, 2020 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

Miguel Martins é candidato único à Concelhia de Barcelos

Os aderentes do Bloco de Esquerda elegem, no próximo sábado, 3 de outubro, a Comissão Coordenadora Distrital de Braga e as comissões coordenadoras concelhias de Barcelos, Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão.



À eleição do órgão de direção política distrital apresentaram-se duas candidaturas: lista A “Por um Bloco de Esquerda mais democrático e combativo”, cujo mandatário é António Ramoa e o primeiro candidato é Leonel Castro; e a lista B “Um Bloco unido para responder às pessoas”, cujo mandatário é António Lima e o primeiro candidato é o barcelense José Maria Cardoso.

À eleição da Coordenadora Concelhia de Barcelos apresentou-se a lista “Unir para vencer”, representada pelo mandatário Pedro Sá em que o primeiro candidato é Miguel Martins.

Em Braga, candidatou-se a lista “Um projeto de esquerda para vencer a crise” encabeçada por Alexandra Vieira. Em Guimarães, Sónia Ribeiro é a primeira candidata da lista “Uma resposta de esquerda para proteger as pessoas e o emprego”. A lista “Juntas e Juntos”, cujo mandatário é Paulo Costa e a primeira candidata é Raquel Azevedo, candidata-se a Vila Nova de Famalicão.

A eleição decorre entre as 15h00 e as 17h00 horas nas sedes concelhias de Barcelos, Braga, Fafe, Guimarães e Vila Nova de Famalicão, sendo possível, também, o voto por correspondência. O caderno eleitoral é composto por 350 pessoas.

Fonte: BE.

Foto: DR.

Bloco de Esquerda quer investimento público na adaptação da agricultura às alterações climáticas

Setembro 30, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

Deputado barcelense José Maria Cardoso entre os proponentes

Os deputados do Bloco de Esquerda, Ricardo Vicente, José Maria Cardoso e Alexandra Vieira, visitaram o Banco Português de Germoplasma Vegetal, com sede no polo de Braga do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, com o objetivo de conhecer “um serviço essencial para construir a soberania alimentar do país”.



Após o encontro, o deputado Ricardo Vicente referiu que “nestes lugares, encontramos a base de parte da resiliência do nosso território e de um trabalho de política pública exigente e essencial às gerações futuras”.

O bloquista frisou que esta é a “primeira visita de um circuito de visitas e reuniões que o Bloco de Esquerda fará com entidades que têm a responsabilidade legal na preservação de espécies autóctones, de variedades locais, de sementes, de raças, e que representam uma esperança de futuro para agricultura e atividades rurais e para a adaptação do território às alterações climáticas”.

Ricardo Vicente (Foto: BE)

O deputado afirmou que “o Bloco apresentará uma iniciativa legislativa para garantir investimento público no melhoramento de plantas e de raças capazes de responder ao desafio das alterações climáticas, reduzir o consumo de adubos e pesticidas, de energia, para garantir uma melhor resposta à seca, e uma adaptação do território e das atividades humanas ao novo clima que se está a instalar e garantir a atividade de mitigação das alterações climáticas e que respeite as gerações futuras”.

No mesmo âmbito, Ricardo Vicente visitará, também, nos próximos dias, o Banco Português de Germoplasma Animal, em Santarém, e a Estação Experimental do Alto Alentejo, em Elvas. 

Fonte e fotos: BE.

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