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Chega Barcelos

Barcelos, Chega quer eleger “pelo menos” um vereador

Abril 13, 2021 em Atualidade, Concelho, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

O candidato do Chega à Câmara de Barcelos, Agostinho Mota, afirmou hoje que o seu objetivo número um é retirar o PS do poder no concelho e estabeleceu como “fasquia mínima” a eleição de um vereador.

Em declarações à Lusa, Agostinho Mota disse que a eleição de um vereador é a “fasquia mínima” da sua candidatura e que o Chega poderá “fazer parte da equação” para viabilizar um executivo à direita.

“Se tivermos em conta que nas [eleições] presidenciais o nosso líder [André Ventura] teve mais de 6.000 votos em Barcelos, parece-nos que é de todo legítimo apontarmos para a eleição de, no mínimo, um vereador”, referiu.

Lembrou que, nas últimas autárquicas, um movimento independente conseguiu, com 12 mil votos, eleger dois elementos para a Câmara de Barcelos, no distrito de Braga.

Agostinho Mota sublinhou que 12 anos de governação socialista provocaram “sérios danos” na imagem da cidade e do concelho de Barcelos, nomeadamente pelo envolvimento do presidente da Câmara, Miguel Costa Gomes, na chamada Operação Teia.

No processo, estão em causa alegados favorecimentos às empresas de Manuela Couto, mulher do ex-presidente da Câmara de Santo Tirso Joaquim Couto, a troco de favores políticos.

Indiciado dos crimes de corrupção e prevaricação, Costa Gomes esteve cerca de três meses em prisão domiciliária, com pulseira eletrónica.

“Não teve sequer a dignidade de suspender funções, continuando a governar a câmara como se nada se estivesse a passar, provocando sérios danos na imagem da cidade e do concelho, que andaram nas bocas do mundo pelas piores razões”, referiu o candidato do Chega.

Após as eleições, o Chega admite “fazer parte da equação” para viabilizar uma maioria à direita.

“Terá de haver negociações e o Chega lá estará”, disse ainda o candidato, que tem 50 anos e é professor de Físico-Química.

A Câmara de Barcelos conta atualmente com cinco eleitos do PS, quatro da coligação PSD/CDS e dois do movimento independente Barcelos, Terra de Futuro.

O PSD já anunciou a candidatura de Mário Constantino, atual vereador.

Do lado do PS, e perante a impossibilidade de Costa Gomes se recandidatar face à lei de limitação de mandatos, o Secretariado local indicou o nome de Horácio Barra, atual presidente da Assembleia Municipal, mas o partido ainda não anunciou oficialmente o seu candidato.

Segundo a lei, as eleições autárquicas decorrem entre setembro e outubro, mas ainda não têm data marcada.

Fonte: LUSA

Chega Barcelos preocupado com os lares de idosos

Abril 15, 2020 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

O responsável do núcleo concelhio de Barcelos do partido Chega, Henrique Arantes, visitou as instalações do Lar de Idosos do Centro Social e Paroquial Imaculado Coração de Maria, em Vila Cova, porque “o exercício de trabalho voluntário e de solidariedade para com o próximo, mais necessitados e fragilizados, é uma das exceções às medidas de confinamento”.



Na instituição de Solidariedade Social de Vila Cova, entregou um conjunto de bens de consumo essenciais e higienização.

“Da visita ressaltam sérias preocupações, sendo a mais premente a falta de testes para os idosos. Mais de um mês decorrido desde o anúncio da pandemia, é inaceitável a inoperância da autarquia e governo, ambos socialistas, perante o facto constatado – ausência de testes e monotorização dos potenciais alvos infeciosos”, salienta o Chega Barcelos.

“Barcelenses idosos abandonados por aqueles que deveriam, esses sim, estar na frente de proteção a quem tanto ofereceu ao país, não é aceitável. O governo e autarcas, há muito sabiam dos perigos que uma pandemia desta natureza representava para os nossos idosos. Também não podemos aceitar que o Norte do país seja abandonado por um governo que insiste em viver da propaganda e de promessas. Os nossos idosos exigem receber os cuidados que necessitam do Estado Português”, reivindica, concluindo que “tomar medidas para que ninguém se infete ou infetem outros, é um dever maior do Estado (Governo, Autarquias e Juntas de Freguesia). Exige-se mais, muito mais”.

Foto: Chega Barcelos.

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