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Consumo

2020: Cerca de 400 mil consumidores procuraram os serviços da DECO

Fevereiro 3, 2021 em Atualidade, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Desde o turismo ao comércio eletrónico, passando pelos espetáculos e lazer, os portugueses enfrentaram conflitos que, até 2020, eram ocasionais. O impacto social e económico da pandemia na vida dos consumidores foi tal que muitas das medidas excecionais, publicadas desde Março de 2020, não foram suficientes para proteger os seus direitos e legítimos interesses. Em 2020, a DECO registou 396.767 reclamações, mais 16% face ao ano transato. Só sobre turismo, a DECO recebeu na sua linha de apoio ao consumidor turista 6.838 pedidos de ajuda. Por outro lado, problemas com compras em linha, dificuldades com o reembolso de bilhetes de espetáculos, concertos e festivais, pagamento de mensalidades e outros serviços em creches e jardins-de-infância, taxas cobradas nos serviços de saúde pelo uso de equipamentos de proteção individual constituíram os casos mais emblemáticos das 23.745 mediações efetuadas pela DECO.

A pandemia marcou indubitavelmente o cenário das reclamações no nosso país. Para além dos conflitos motivados pela pandemia, os setores mais reclamados, à exceção do turismo, pouco divergem dos anos anteriores:

Telecomunicações 37.723

Bens de Consumo 32.866

Turismo 26.432

Serviços Financeiros 24.618

Energia e Água 13.985

Transportes (maioria aéreo) 11.507

Há 13 anos que as telecomunicações são o setor mais problemático para os consumidores. Conflitos relacionados com o período de fidelização, refidelização, práticas comerciais desleais e dificuldades no cancelamento do contrato têm sido uma constante, mas a crise pandémica acrescentou problemas, como os comprovativos para efeitos de cancelamento ou suspensão dos contratos. Num ano marcado pelo confinamento as compras em linha foram o problema principal do setor compra e venda. O setor alimentar mereceu, em 2020, um destaque, juntando-se a encomendas não entregues ou tardias, reembolso de valores pagos, problemas nos pagamentos e dificuldade de contactos com o apoio ao cliente.

Na Banca, o ano de 2020 ficou assinalado por questões relacionadas com o crédito ao consumo, crédito à habitação e cartões de crédito: pagamentos, juros, informações sobre contratos, comissões. Quanto aos seguros, realçamos as denúncias sobre os seguros de saúde (comparticipações, coberturas e exclusões), seguros de proteção ao crédito (situações de desemprego e incapacidade) e seguro automóvel (atualizações de prémios). Apesar da publicação de medidas excecionais para o regime de SPE, recebemos pedidos de apoio sobre acordos de pagamento das faturas, tarifa social e interrupção de fornecimento.

Destaca-se, também, o setor da habitação, no qual se assistiu a um aumento dos contactos relativamente ao arrendamento – 8.138 e ao condomínio – 5.711. Sem prejuízo das medidas que foram criadas face à pandemia, o certo é que, em muitos setores, foram os consumidores que pagaram a última fatura dos prejuízos. Foi por isso que a DECO reivindicou um quadro mais protetor para os consumidores, em áreas como os Serviços Públicos Essenciais, os Serviços Financeiros e a Habitação. Com o acentuar da crise económica é urgente adotar medidas que protejam os consumidores, sobretudo nesta fase que o país atravessa.

Por: DECO*

(* A redação do artigo é única e exclusivamente da responsabilidade da DECO)

Mercado energético: Endesa apoia com 300 mil euros clientes afetados pela crise do coronavírus

Junho 22, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

De forma a combater as dificuldades económicas com que muitos clientes se estão a deparar, e não esquecendo que a fatura da eletricidade é dos gastos mais elevados das famílias portuguesas, muitas companhias de eletricidade lançaram medidas de proteção que passam tanto pelo adiamento do pagamento das faturas, planos de pagamento e também de fundos monetários para os mais afetados pela crise.



Tendo em conta o cenário atual, a Endesa lançou um fundo monetário de 300 mil euros para apoiar os seus clientes

A medida que permitirá reduzir a conta da luz,  arrancou no dia 27 de abril e encontra-se a decorrer até dia 30 de junho, caso ainda exista plafond disponível.

São elegíveis a beneficiar desta medida: 

  • Pessoal ligado aos serviços hospitalares (Serviço Nacional de Saúde);
  • Desempregados e em regime de lay-off devido à COVID-19;
  • Trabalhadores por conta própria ou outrem que estejam impossibilitados de desempenhar as respetivas funções ou que tenham sofrido contágio.

Solicitar o apoio:

O apoio pode ser solicitado diretamente no site da Endesa, através do formulário de contacto online e ainda na área de cliente do My Endesa.

Para mais informações sobres sobre o mercado elétrico contacte com o 211 451 219

https://lojaluz.com/fornecedores/endesa/contactos

https://selectra.pt/energia/empresas/endesa

Por: Selectra Portugal.*

Foto: DR.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

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