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DECO LANÇA GUIA DO CONSUMIDOR ESTUDANTE

Setembro 28, 2022 em Atualidade, Concelho, Educação Por barcelosnahorabarcelosnahora

Com o arranque do ano letivo, a DECO lança um Guia para ajudar os Estudantes do Ensino Superior a fazerem melhores escolhas!

A entrada no Ensino Superior é uma etapa que pode trazer enormes desafios para os jovens que abraçam um mundo novo, cheio de novas experiências.

A Associação quer acompanhar os jovens neste momento determinante, que acarreta mais responsabilidades, maior independência e autonomia. Nesse sentido, lançamos o Guia do Consumidor Estudante.

Esta ferramenta digital pretende ser um guia orientador para os jovens estudantes recém-chegados ao ensino superior, acerca das principais áreas do consumo, tais como: o Alojamento; os Serviços Públicos Essenciais; a Gestão das Finanças Pessoais; as Compras Online.

A DECO acredita que este guia ajudará os estudantes na tomada de decisões mais conscientes e informadas, disponibilizando também um canal de comunicação rápido e eficaz com a equipa de especialistas da associação, a quem os estudantes podem recorrer em qualquer etapa do seu percurso académico. 

A Associação tem desenvolvido atividades que respondem às necessidades das novas gerações e que as envolvem na construção de uma política de consumidores. Contamos com uma equipa de jovens consumidores, de diferentes regiões do país, que se reúne para refletir sobre temas relacionados com o futuro da defesa do consumidor – aDECOChangers.

O Guia está disponível aqui!

A DECO – Delegação Regional do Minho, sita na Avenida Batalhão Caçadores 9, Viana do Castelo encontra-se disponível podendo contactar-nos através do 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt. Visite o nosso site www.deco.pt

Nova lei das telecomunicações pretende proteger os consumidores que querem cancelar o seu contrato

Setembro 28, 2022 em Atualidade, Concelho, Economia Por barcelosnahorabarcelosnahora

A rescisão de um contrato de fidelização com as telecomunicações é extremamente complicada para o consumidor, pois este para fazê-lo vê-se, muitas vezes, obrigado a ter que pagar o valor em falta até ao final do contrato e ainda uma penalização por não respeitar o período acordado.

De acordo com a nova lei, publicada dia 16 deste mês, esta situação será modificada. A nova lei prevê que nos casos em que o motivo se trata de desemprego, doença prolongada ou emigração, os consumidores poderão rescindir o contrato sem ter que efetuar qualquer pagamento.

Portanto, os operadores não poderão, após a publicação da lei, exigir ao consumidor titular do contrato o pagamento de quaisquer encargos, se em causa estiver uma situação de desemprego por iniciativa do empregador e que implique uma perda de rendimento mensal ao consumidor.

Também estará prevista na lei a incapacidade para o trabalho, seja ela permanente ou temporária, de duração superior a 60 dias em caso de doença e que implique novamente uma perda do rendimento mensal. Em qualquer uma destas situações a perda de rendimentos tem de ser igual ou superior a 20%.

Outra situação prevista nesta nova lei refere-se à mudança de habitação permanente, permitindo-se igualmente a rescisão do contrato sem ter que efetuar nenhum pagamento. Especialmente em casos de emigração, mas também em algumas circunstâncias em que o operador não consegue garantir o serviço, com as mesmas condições ou equivalentes, em termos de preço e de características, na nova morada. No entanto, nos casos mencionados, o consumidor terá de avisar o operador, por escrito, com 30 dias de antecedência no mínimo.

Qualquer dúvida, a DECO está disponível para ajudá-lo. Informe-se connosco.

A DECO – Delegação Regional do Minho, sita na Avenida Batalhão Caçadores 9, Viana do Castelo encontra-se disponível podendo contactar-nos através do 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt. Visite o nosso site www.deco.pt

DECO ALERTA… Como sobreviver à grande subida do custo de vida?

Setembro 12, 2022 em Atualidade, Concelho, Economia Por barcelosnahorabarcelosnahora

Chegamos a setembro com a crise instalada na maioria das famílias portuguesas:  aumento do custo de vida, sobretudo de bens essenciais, combustíveis e energia, e a subida da EURIBOR. Os consumidores procuram fazer novas contas à vida, pois o aumento dos preços não é acompanhado pelo aumento dos rendimentos dos consumidores. Estamos perante uma perda do poder de compra.

É tempo de repensar as finanças pessoais. Sabe para onde vai o seu dinheiro?

A maioria dos consumidores é capaz de identificar as despesas de maior peso, mas não sabe quanto gasta em pequenas coisas. A DECO aconselha o consumidor a que reorganize a sua carteira, fazendo um orçamento familiar, em que identifique, mensalmente, todas as suas fontes de rendimento, todas despesas fixas e as variáveis. É essencial que controle todas as despesas da sua família, sem exceção.

Euribor a subir

A subida da Euribor vai implicar um aumento significativo na prestação da casa dos consumidores cujo contrato se rege por taxa variável. É com esta preocupação que a DECO alerta os consumidores para em família olharem para o orçamento e em conjunto reajustar hábitos de consumos, promovendo uma vida financeira mais robusta, preparada para fazer face a imprevistos.

Adotar novos hábitos de consumo

Saber quanto paga pelo seu serviço de telecomunicações ou eletricidade, verificar se esses serviços são adequados às suas necessidades, renegociar contratos para reduzir valores são um bom começo. No entanto, é necessário que adote novos comportamentos que lhe permitam ser mais eficientes a economizar.

Fazer uma gestão mais eficiente

Uma grande fatia do orçamento das famílias é dedicada à compra de bens essenciais. Para uma gestão mais eficiente dos recursos, é crucial que faça uma lista de compras, evitando gastar mais do que necessário. Analisar as promoções e utilizar os cupões de desconto, fazendo sempre uma comparação dos preços face ao valor unitário do produto, é também

uma estratégia interessante para poupar. Não se esqueça que as marcas “brancas” podem também ser uma escolha acertada. Dê preferência aos produtos da época e sempre que possível compre a granel. Compare os preços.

Conhecer a taxa de esforço

Saber calcular a sua taxa de esforço, que significa o peso das prestações face ao rendimento, é o primeiro passo para conhecer como vão as suas finanças (Taxa de esforço = Prestação / Rendimento x 100).

Para uma vida financeira equilibrada a taxa de esforço da família não deve ultrapassar os 35%, se for superior é tempo de repensar as suas despesas, necessidades e prioridades, definindo assim uma estratégia envolvendo todo o agregado familiar, para a redução das despesas, renegociando contratos e promovendo a adoção de comportamentos para gastar menos.

Renegociar os créditos

Já está a enfrentar dificuldades financeiras?  Contacte as entidades com quem celebrou os créditos e exponha a situação para que lhe possam ser apresentadas soluções a fim de ultrapassar as dificuldades.

Atente-se que a instituição de crédito não está obrigada a renegociar o crédito. Todavia, conforme a avaliação da situação por parte da instituição de crédito, e se o consumidor apresentar alguma capacidade financeira, deverá ser apresentada uma ou mais propostas adequadas ao orçamento, objetivos e necessidades do consumidor.

As propostas apresentadas pela instituição podem incluir a alteração de uma ou mais das seguintes condições do contrato de crédito:

– Alargamento do prazo de amortização;

– Fixação de um período de carência de reembolso do capital ou de reembolso do capital e de pagamento de juros;

– Diferimento de parte do capital para uma prestação em data futura;

– Redução da taxa de juro aplicável ao contrato durante um determinado período temporal.

Mesmo em tempos tão duros, as famílias poderão vencer todas as dificuldades com informação e aconselhamento. Para tal, a DECO, através do seu Gabinete de Proteção Financeira, presta apoio a todos os consumidores. Há sempre uma solução à sua espera. Conte connosco.

A DECO – Delegação Regional do Minho, sita na Avenida Batalhão Caçadores 9, Viana do Castelo encontra-se disponível podendo contactar-nos através do 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt. Visite o nosso site www.deco.pt

Dicas para lidar com o aumento da fatura da eletricidade

Agosto 16, 2022 em Ambiente, Atualidade, Economia Por barcelosnahorabarcelosnahora

Normalmente, os consumidores quando recebem a sua fatura de eletricidade só reparam no valor de pagar e nem sabem o que está a ser-lhe cobrado. Todavia é essencial que o consumidor perceba e consiga interpretar todos os conteúdos da sua fatura.

 

A DECO deixa-lhe alguns conselhos para que fique esclarecido.

O valor final a pagar corresponde à (eletricidade consumida em kWh x o preço unitário) com a soma dos (custos da potência contratada x o preço p/dia) mais as taxas e impostos.

A potência que tem contratada influencia e muito o preço a pagar ao fim do mês, isto é, quanto mais alto for o índice da potência do contador, maior o valor a pagar.

Uma das medidas a adotar para que o seu consumo de energia seja regulado e controlado é dar a leitura do contador de eletricidade todos os meses à empresa que cede o serviço. Desta forma, evitará estimativas e acertos. O processo é fácil e não tem qualquer custo, poderá optar por três vias: dirigir-se ao balcão da empresa, ligar diretamente para a empresa ou comunicar por via online no site da empresa.

Uma tarifa adequada ao seu agregado familiar é também uma forma de poder poupar na eletricidade. Consulte no site da empresa que cede o serviço energético os benefícios e condições das tarifas existentes (simples, bi-horária e tri-horária) e verifique qual é a mais adequada para o consumo da sua família.

Para além destas situações mencionadas poderá ainda adotar certos comportamentos e atitudes lá em casa que farão toda a diferença.

Opte por comprar equipamentos com a etiqueta energética mais eficientes e que compensarão o investimento no consumo de eletricidade. Se vai adquiri equipamentos de aquecimento para a sua casa, analise e simule primeiro através do nosso site HARP.

E os chamados consumos stand-by e off-mode, já ouviu falar? Para que os seus equipamentos não estejam a consumir mesmo desligados, utilize tomadas múltiplas para eliminar os consumos fantasmas.

Nas lâmpadas a utilizar em casa, procure instalar lâmpadas LED, pois possibilita poupar até 90% que em comparação com as lâmpadas incandescentes.

Consulte outras dicas de poupança de energia aqui! Se pretende controlar melhor os seus consumos de eletricidade, utilize a plataforma Fatura Amiga.

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Deco lança campanha de sensibilização para a poupança de água

Agosto 7, 2022 em Ambiente, Atualidade, Concelho, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

Vivemos a pior seca desde que há registo no nosso País. Se, por um lado, temos o problema das alterações climáticas, por outro, assistimos ao desperdício deste recurso essencial à vida, em grande parte causado por sua má gestão.

Preocupados com as consequências que esta seca possa ter no quotidiano de todos os consumidores, lançámos a campanha informativa #ÁGUACOMCONTAEMEDIDA, com foco no desperdício e uso eficiente da água. É urgente combater a seca severa em Portugal.

Para que a água não falte já amanhã, todos os consumidores precisam mudar rotinas, ajustar consumos e adotar comportamentos que permitam, sem perder o bem-estar dos cidadãos, reduzir os efeitos do período de escassez grave que atravessamos.

ÁGUA COM CONTA E MEDIDA destaca ideias para reduzir e poupar de forma fácil e simples.

Na casa de banho, na cozinha e no exterior das nossas casas, muitos são os litros de água que desperdiçamos diariamente! É tempo de agir e com gestos simples e fáceis podemos ver o nosso consumo diminuir.

Recentemente a Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD) divulgou dados assustadores sobre o futuro deste bem essencial à vida. Entre 1900 e 2019, a seca afetou mais de 2,5 mil milhões de cidadãos em todo o planeta e causou mais de 11,5 milhões de mortes.  A UNCCD afirmou que a situação de seca pode afetar mais de três quartos da população mundial até 2050.

Visite o nosso site e siga as nossas redes sociais para saber mais sobre esta campanha!

O seu crédito foi vendido? A DECO Informa o que deve fazer

Julho 4, 2022 em Atualidade, Concelho, Economia Por barcelosnahorabarcelosnahora

O seu crédito foi vendido? A DECO Informa o que deve fazer

Nos últimos anos, muitas famílias têm atravessado dificuldades financeiras e com elas surgem as situações de incumprimento dos contratos de crédito.

Desemprego, perda de rendimentos laborais ou o acréscimo de “contas para pagar” são alguns dos motivos que levaram a que os consumidores deixassem de cumprir os seus pagamentos.

É importante que as famílias reajam logo que perspetivem que vão ter dificuldades e que não deixem arrastar o incumprimento. E esta atitude é ainda mais importante perante a atual estratégia da maioria dos bancos portugueses em reduzir o stock de crédito em incumprimento, através da venda de carteiras.

A venda de carteiras é um processo que levanta muitas questões e dúvidas junto dos consumidores que veem os seus créditos ser cedidos a entidades terceiras, suas desconhecidas e, não raras vezes, sem serem de tal informados.

O incumprimento do pagamento da prestação

Quando o consumidor deixa de pagar as prestações, a instituição de crédito deve integrá-lo num procedimento extrajudicial de regularização de situações de incumprimento (PERSI) e contactá-lo para avaliar a sua capacidade financeira e negociar soluções de pagamento para a regularização extrajudicial de situações de incumprimento de contratos de crédito de acordo com a sua capacidade financeira.

São muitos os consumidores que não conseguem chegar a um acordo, nem efetuar o pagamento da totalidade da prestação e realizam entregas de valores inferiores.

Atenção: O consumidor continua em incumprimento, estando sujeito às penalizações previstas na lei e no contrato, nomeadamente comissões e juros de mora e o seu crédito pode fazer parte de uma carteira de crédito malparado, pois perante o banco continua a existir incumprimento, uma vez que não está a conseguir pagar a prestação por completo, apesar de depositar algum dinheiro.

Em que consiste a venda do crédito?

A venda, ou cessão de crédito, consiste na transmissão de um crédito pelo credor (cedente ou instituição que concedeu o crédito) a um terceiro (cessionário). Não havendo nada estipulado em contrário, são também transmitidas as garantias e outros direitos acessórios do crédito.

A DECO – Delegação Regional do Minho, sita na Avenida Batalhão Caçadores 9, Viana do Castelo encontra-se disponível podendo contactar-nos através do 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt. Visite o nosso site www.deco.pt

CONHECE AS NOVAS REGRAS DO CONDOMÍNIO? A DECO INFORMA

Junho 18, 2022 em Atualidade, Concelho, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

Já são várias as novidades sobre a administração de condomínio.

Com entrada em vigor a 10 de abril das novas regras, os administradores obtiveram novos poderes, as assembleias de condomínio têm outras normas e para se vender a casa passa a ser obrigatório apresentar uma declaração com os encargos e eventuais dívidas do condomínio (no passado apenas era necessário apresentar a declaração de encargos do condomínio).

Se desejar vender o seu apartamento deverá pedir uma declaração escrita do montante de todos os encargos do condomínio em vigor relativamente à sua fração ao administrador do condomínio, bem como de eventuais dívidas ao condomínio. Este documento deve ser emitido no prazo máximo de dez dias (sucessivos) a partir do momento em que é pedido pelo condómino.

Para além disso, foram introduzidas novidades sobre as despesas de conservação das partes comuns. Segundo a nova lei, são os próprios proprietários os responsáveis por pagar as despesas necessárias à conservação e fruição das partes comuns do condomínio, assim como as contas relativas ao pagamento de serviços de interesse comum (como, por exemplo, despesas com a manutenção de elevadores ou a reparação das fachadas do prédio).

A Associação esclarece que as despesas também deverão ser pagas em conformidade com o valor das frações de cada condómino. Por último, a nova lei permite que os gestores do condomínio possam enviar a convocatória de assembleias de condóminos por correio eletrónico – email. O condómino deverá manifestar a sua vontade para esse efeito em assembleia de condomínio indicando o seu email (que deverá ficar registado em ata).

Com a enorme adesão aos serviços de videoconferência, é agora também possível realizar reuniões de condomínio virtualmente. É essencial não descurar a garantia de acesso a todos os proprietários, devendo para isso ser acauteladas as situações de consumidores que não reúnam as condições necessárias para a assembleia online. Importa esclarecer que no momento de assinatura da ata da reunião, esta pode ser feita por assinatura eletrónica ou por assinatura manuscrita.

Com as recentes alterações, é obrigatória a redação de atas de todas as assembleias de condómino, que deverão indicar a data, local, condóminos presentes e ausentes, um resumo

com os pontos essenciais abordados na reunião e ainda as decisões e deliberações tomadas no decorrer da assembleia.

A DECO – Delegação Regional do Minho, sita na Avenida Batalhão Caçadores 9, Viana do Castelo encontra-se disponível podendo contactar-nos através do 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt. Visite o nosso site www.deco.pt

MAIO: DECO E ADENE ASSINALAM O MÊS DA ENERGIA

Maio 17, 2022 em Atualidade, Economia, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

A crise energética está aí e os consumidores estão já a pagar a fatura de uma transição energética e verde ainda por fazer.

Estamos num momento decisivo no que toca à energia. As alterações climáticas já nos vinham mostrando isso. Com a guerra na Ucrânia, a crise energética tornou-se ainda mais evidente. Aos impactos ambientais do recurso a combustíveis fósseis, somam-se hoje os efeitos da dependência energética e a flutuação dos preços. O governo, reconhecendo este desafio, e na senda do que tem vindo a ser trabalhado a nível europeu, também já anunciou medidas para conter a subida dos preços, para apoiar as pessoas e as empresas e para acelerar a transição energética.

Cada vez mais os consumidores precisam de informação, ferramentas e apoios.

Durante o mês de maio, a DECO – Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores e a ADENE– Agência para a Energia vão fazer novamente de maio o mês da energia, com 4 eventos em direto nas redes sociais da DECO (Facebook e Youtube) e da ADENE (Facebook).

Vamos continuar ao lado dos consumidores levando as suas preocupações junto de governos e entidades reguladoras. Mas vamos também assegurar o acesso à informação de que estes precisam para, no seu dia a dia, fazerem um consumo de energia cada vez mais eficiente com os menores custos possíveis.

Esta é uma iniciativa no âmbito dos projetos europeus STEP e HARP, projetos europeus que contam com o financiamento do programa Horizonte 2020 da União Europeia.

O projeto STEP (www.stepenergy.eu) tem como objetivo combater a pobreza energética através da formação a técnicos, da capacitação de consumidores e da disponibilização do Gabinete de Aconselhamento de Energia, que dá apoio gratuito.

O projeto HARP (https://aquecimentoeficiente.adene.pt/) pretende motivar e apoiar os consumidores a planear a substituição dos seus equipamentos de aquecimento antigos e obsoletos por alternativas mais eficientes, com uma ferramenta online de simulação. Para saber mais sobre esta ferramenta, conheça a Família Inverno: https://www.facebook.com/AssociacaoDECO/videos/697925211370468.

MAIO: DECO E ADENE ASSINALAM O MÊS DA ENERGIA

Dia 29 de maio é o Dia Nacional da Energia.

A crise energética está aí e os consumidores já estão a pagar a fatura de uma transição energética e verde ainda por fazer. Cada vez mais os consumidores precisam de informação, ferramentas e apoios que o ajudem a reduzir o consumo e as faturas de energia.

Por isso, a DECO e a ADENE vão fazer novamente de maio o mês da energia, com 4 eventos em direto nas redes sociais.

Marque já na sua agenda e partilhe:

– 04 de maio, 17h30 – Mudar o dia a dia para poupar energia

– 11 de maio, 17h30 – Pequenas obras que poupam muita energia

– 18 de maio, 17h30 – Para que servem as etiquetas energéticas

– 25 de maio, 17h30 – Mudar a energia em casa: soluções e apoios

Os lives vão ser difundidos nas seguintes redes sociais: Facebook DECO | YouTube DECO | Facebook ADENE.

Juntos vamos poupar energia!

Salamandra na sala precisa de autorização do condomínio?

Maio 4, 2022 em Atualidade, Economia Por barcelosnahorabarcelosnahora

O consumidor Manuel pretende comprar uma salamandra e instalá-la na sala, sendo que reside no último andar de um prédio e por isso, facilmente poderia fazer a extração de fumos sem incomodar ninguém. Para tal, bastava abrir um furo na parede e instalar um tubo em inox até meio metro acima do telhado.

Mas será que pode fazer esta obra sem a autorização do condomínio e uma licença da câmara?

Cada condómino é proprietário exclusivo da sua fração e pode fazer nela o que bem entender, desde que tal não seja contrário à lei. Por exemplo, se quiser pintar uma parede de uma cor diferente ou mudar os azulejos da casa de banho poderá fazê-lo, sem que para isso necessite de autorização do condomínio. No entanto, já não poderá derrubar uma parede mestra que ponha em risco o edifício.

Se as obras envolverem, como no caso concreto, partes comuns do edifício, os procedimentos mudam. Neste tipo de obras, o proprietário necessita da autorização da assembleia de condóminos e, em alguns casos, da respetiva câmara municipal da área de residência.

Por isso, considerando o caso referido e prevendo que o mesmo não disponibiliza uma instalação de extração de fumos comum a todos os condóminos, alertamos para o facto de a obra de instalação de tubagem ter de ser realizada na parte comum do prédio, muito provavelmente através das paredes e telhado do edifício.

Nesse sentido, considerando que se trata de uma inovação (a tubagem poderá servir aos restantes condóminos) a obra pode ser realizada desde que seja aprovada em assembleia de condóminos por maioria de dois terços do valor total do prédio.

Além deste procedimento, deve ainda ser contactada a Câmara Municipal para se perceber se a instalação da tubagem carece de autorização prévia da mencionada entidade.

Para mais informações a DECO – Delegação Regional do Minho, sita na Avenida Batalhão Caçadores, 9, Viana do Castelo encontra-se disponível podendo contactar-nos através do 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt.

Famílias preocupadas com o aumento do custo de vida pedem ajuda

Abril 19, 2022 em Ambiente, Economia Por barcelosnahorabarcelosnahora

A DECO apoiou mais de 7.000 famílias sobreendividadas. O 1º trimestre deste ano reflete já o aumento de preços das despesas essenciais e a preocupação das famílias com a subida de taxas de juro, sobretudo no que respeita ao crédito à habitação.

Destaca-se neste período um crescimento do aconselhamento relativo sobre a reestruturação de crédito (56%).

A DECO alerta os consumidores para a importância de ser responsável na gestão das contas, apoiando-os de forma a prevenir incumprimentos dos créditos contratados.

30.000 famílias pediram aconselhamento financeiro à DECO

Em 2021 o Gabinete de Proteção Financeira (GPF) da DECO recebeu 30.000 pedidos de aconselhamento financeiro das famílias portuguesas. 52% dos pedidos rececionados em 2021 respeitavam à reestruturação financeira dos orçamentos familiares.

Os consumidores pretendiam saber como podiam renegociar as suas responsabilidades de crédito, com o objetivo de tentar reequilibrar o seu orçamento familiar.

29% das famílias que recorreram este Gabinete da DECO, em 2021, apontam o desemprego como principal causa das suas dificuldades financeiras. Porém, no 1º trimestre deste ano, 2022, a perda de rendimentos tornou-se o motivo principal dessas dificuldades.

DECO abriu 2.744 processos de intervenção em 2021

No desenvolvimento destes processos de intervenção, o GPF DECO contacta as entidades credoras para promover uma reestruturação dos contratos de crédito e/ou dívidas (por exemplos, dívidas de serviços públicos), trabalhando com as famílias a gestão e otimização do seu orçamento familiar para que consigam cumprir com as obrigações financeiras.

Em 2021, a perda de rendimentos surge como a principal causa das dificuldades financeiras das famílias, cujo agregado é composto por 3 elementos, registando-se o seu valor em 32%.

O desemprego surge como segunda causa responsável pelas dificuldades financeiras das famílias que têm processo a decorrer na DECO: 23%. Portanto, poder-se-á afirmar que estes dados refletem os efeitos socioeconómicos resultantes da pandemia da COVID-19.

No que respeita ao incumprimento dos créditos, salientando-se que as famílias em média têm 5 créditos, verificou-se uma acentuada diminuição do incumprimento no crédito à habitação, justificada maioritariamente pela aplicação da moratória.  Este decréscimo manteve durante o 1º trimestre de 2022.

Taxa de esforço passou para 78%

O rendimento médio das famílias que procuraram o apoio do GPF é de 1.100€ e um total de prestações com crédito de 860€. Estes dois valores permitem calcular a taxa de esforço.

Em 2021, a taxa de esforço das famílias, que não deve ser superior a 35%, continua a ser muito elevada: 78%.

Para estas e mais informações a DECO – Delegação Regional do Minho, sita na Avenida Batalhão Caçadores, 9, Viana do Castelo encontra-se disponível podendo contactar-nos através do 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt.

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