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DECO: Poupar é ganhar

Maio 6, 2021 em Atualidade, Economia, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

Numa estratégia de proximidade, a DECO Forma, projeto formativo da DECO, realiza as sessões informativas em formato digital, “DECO Consigo em Casa”, dirigidas aos consumidores em geral, a grupos específicos e a consumidores vulneráveis, sempre com o objetivo sensibilizar e informar os consumidores orientando os seus comportamentos de consumo para escolhas mais acertadas e sustentáveis de produtos e serviços e alertando-os para os problemas de consumo emergentes.

Neste sentido a DECO, em colaboração com a ADENE, pretende realizar iniciativas DECO Consigo em Casa – sessões informativas – com o objetivo de melhorar os conhecimentos dos consumidores sobre a importância da eficiência energética, sugerindo soluções de baixo custo e possíveis medidas de apoio, incentivando assim, à mudança de comportamentos.

Os objetivos dessas sessões são: Sensibilizar para a importância da eficiência energética; Informar sobre os direitos do consumidor no mercado de energia; Dar dicas e boas práticas para poupar energia no dia-a-dia; Ajudar a compreender a fatura de energia; Dar a conhecer os principais recursos e apoios disponíveis para apoiar consumidores; Resolver os conflitos de consumo decorrentes das relações de consumo de energia; Identificar as entidades a quem podem reclamar e/ou solicitar informação adicionais. Cada sessão terá a duração aproximada de 60 minutos

(* A redação do artigo é única e exclusivamente da responsabilidade da DECO)

Cartão de saúde ou Seguro de saúde?

Abril 28, 2021 em Atualidade, Opinião, Saúde Por barcelosnahorabarcelosnahora

Em tempos de pandemia a maioria dos consumidores está preocupada com os cuidados de saúde consequentemente com os custos associados. A dúvida entre contratar um seguro ou um cartão de saúde coloca-se frequentemente ao consumidor que pretende estar preparado para qualquer problema imprevisto na área da saúde. 

Os cartões de saúde são quase sempre mais acessíveis e por isso mais atraentes, mas, na verdade, não substituem os seguros. São muitos os consumidores que, ponderando o seu custo mais baixo, se decidem pela contratação do cartão de saúde, acabando por concluir que o seu uso é muito reduzido, pois na sua área de residência não há serviços de assistência médica. 

Por seu lado, o seguro de saúde, mais caro, não também sinónimo de satisfação do consumidor para todas as situações de tratamento, acompanhamento e cuidados médicos. O exemplo mais comum refere-se aos tratamentos dentários que, muitas vezes, empurram o consumidor à contratação do seguro verificando-se a posteriori que esse tratamento não está coberto. 

Como escolher o seguro de saúde?

O preço, como vimos, pode ser um factor de decisão, porém o consumidor ou a família terá de analisar as despesas cobertas e o valor máximo suportado pela seguradora em cada área da saúde.

A avaliação das várias propostas de seguros do mercado deve ainda passar pela verificação das exclusões e períodos de carência (período entre a contratação e a altura em que pode começar a usar o seguro). Há que incluir nessa avaliação as despesas relativas ao internamento em hospital ou clínica, bem como de tratamentos durante a hospitalização, incluindo enfermagem geral, medicamentos e materiais usados.

De acordo com os interesses de todos os membros do agregado familiar, compare as apólices de seguros e avalie o interesse de se incluir situações como parto, tratamentos dentários, cuidados médicos em viagem, etc. 

Por: DECO *

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Dicas para poupar na fatura energética

Abril 22, 2021 em Atualidade, Economia, Portugal Por barcelosnahorabarcelosnahora

Com a família toda em casa, em consequência do confinamento que o mundo está a enfrentar, os consumos de eletricidade, água e gás estão naturalmente mais elevados. Saiba que existem algumas medidas que pode adotar em sua casa de forma a diminuir esses mesmos consumos.

No que refere a eletricidade, os consumidores devem ter presente uma gestão cuidadosa da mesma. Sendo um recurso caro, o aumento nestes dias de quarentena será visível na fatura se não forem praticadas, em família, ações eficientes.

Evite utilizar os diversos eletrodomésticos em simultâneo, bem como, dar primazia a recursos mais naturais em vez da utilização de aparelhos que consumem mais energia elétrica. Um bom exemplo desta situação é optar por colocar a roupa no estendal em vez da utilização da máquina de secar.

Quando colocar a roupa ou a loiça a lavar ponha a dose recomendada de detergente e use cargas completas para diminuir a quantidade de vezes a utilizar estes equipamentos.

Desligue, sempre que possível, os equipamentos da corrente para que acabar com o consumo em stand-by ou consumo fantasma. Deixe apenas ligadas as luzes necessárias e, sempre que possível, tenha preferência pela luz natural.

Aproveite para explorar mais dicas aqui na plataforma FATURA AMIGA. Registe as suas faturas e acompanhe os seus consumos mensalmente.

Para estas e mais informações a DECO- Delegação Regional do Minho, através do 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt.

Por: DECO*

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Faturação de energia aumenta em tempo de pandemia

Abril 15, 2021 em Atualidade, Concelho, Economia Por barcelosnahorabarcelosnahora

No primeiro trimestre de 2021 os pedidos de ajuda recebidos na DECO sobre a faturação de energia aumentaram 61%, face ao mesmo período de 2020.

Este ano o Inverno foi muito frio e as necessidades de consumo de energia foram superiores devido às medidas de confinamento. Só em janeiro, o consumo doméstico de eletricidade aumentou 31% face ao mesmo mês de 2020 (dados da DGEG).

Na DECO recebemos denúncias de famílias que receberam faturas de eletricidade de 200€ para um mês de consumo, quando o valor médio que costumavam pagar seria de 80€, o que se deve sobretudo à utilização de soluções de aquecimento que, não sendo os mais eficientes, gastam muita energia.

Lembramos também que o Governo lançou um apoio extraordinário sobre a fatura de eletricidade, que teve por base uma redução de 10% da tarifa, o que, apesar de ser meritório, é um apoio diminuto face ao aumento de consumo verificado.

A DECO quer apoiar os consumidores a gerir os seus consumos de energia, tendo criado para tal o Gabinete de Aconselhamento de Energia (GAE) que está ao dispor de todos os consumidores. O GAE tem uma equipa com 35 técnicos preparados para informar e ajudar os portugueses a melhorar a eficiência energética da sua casa, a gerir os seus consumos, a compreender o funcionamento do mercado de energia, bem como a recorrer a mecanismos de apoio em situação de pobreza energética.

Fonte: DECO

Novas medidas para festivais e espetáculos

Abril 14, 2021 em Atualidade, Concelho, Cultura, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

Consumidores com bilhetes para espetáculos ou festivais inicialmente agendados para 2020 e que apenas se realizem em 2022, podem solicitar a devolução do preço do bilhete no prazo de 14 dias úteis a contar da data prevista para a sua realização em 2021, sob pena de se considerar que aceitam o reagendamento, sem direito a reembolso.

As novas medidas aprovadas que contemplam os casos especiais de reagendamento de espetáculos inicialmente marcados para 2020 e, que, face à evolução da pandemia apenas ocorram em 2022, preveem que também os portadores de um vale emitido com data de validade até 31 de dezembro de 2021 têm direito a solicitar o reembolso no prazo de 14 dias úteis, neste caso, após terminar o período de validade do vale.

Nos termos das medidas agora aprovadas, na falta de pedido do reembolso nos prazos indicados, considera-se aceite o reagendamento, sem direito ao reembolso, pelo que a DECO alerta os consumidores para a possibilidade de exercerem o seu direito ao reembolso, verificando a sua situação em concreto.

Para os festivais de 2021, encontra-se limitado o direito ao reembolso dos consumidores em caso de reagendamento ou cancelamento, prevendo-se nesses casos novamente a emissão de vales, que serão válidos até 31 de dezembro de 2022.

Para estas e mais informações a DECO- Delegação Regional do Minho, sita na Avenida Batalhão Caçadores 9 Viana do Castelo, encontra-se disponível para o auxiliar, mediante marcação prévia, podendo contactar-nos para o efeito através do 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt. Visite o nosso site: www.deco.pt

Por: DECO *

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Valores em dívida relativos ao fornecimento de água, eletricidade, gás e comunicações eletrónicas

Abril 8, 2021 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

Tem faturas de consumos domésticos em atraso?

Atualmente, devido ao circunstancialismo que vivemos designadamente situações de desemprego e lay-off verificam-se inúmeras dificuldades no pagamento das faturas.

 Se estiver com dificuldades em pagar o serviço, recomendamos que contacte o fornecedor do respetivo serviço e procure uma solução, por exemplo propondo renegociar o seu contrato para um valor mensal mais acessível. Note, contudo, que a alteração do contrato pode implicar um novo período de fidelização, sempre que o operador lhe conceda benefícios ou vantagens contratuais que o justifiquem.

Mais, se tem valores em dívida relativos ao fornecimento de água, eletricidade, gás e comunicações eletrónicas, os respetivos fornecedores, devem elaborar, em tempo razoável, um plano de pagamento adequado aos seus rendimentos atuais.

O plano de pagamento em causa deve ser acordado consigo.

Por outro lado, se tem faturas em atraso e ainda não lhe foi proposto um plano de pagamento, contacte o respetivo fornecedor, podendo celebrar um acordo de pagamento, devendo o mesmo ser sempre efetuado por escrito.

Para mais informações a DECO – Delegação Regional do Minho encontra-se disponível para o atender, seja nosso associado ou não, podendo contactar-nos através do 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt.

Por: DECO*

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade da autora)

Regras Parques Infantis nos Condomínios

Março 31, 2021 em Atualidade, Concelho, Lazer, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

As normas para a implementação e gestão dos parques infantis são as estabelecidas no regulamento que estabelece as condições de segurança a observar na localização, implantação, conceção e organização funcional dos espaços de jogo e recreio, respetivo equipamento e superfícies de impacto – Decreto de lei n.º 203/2015, de 17 de setembro.

De referir que a entidade responsável pelo espaço de jogo e recreio tem de assegurar o seu regular funcionamento, competindo-lhe, designadamente, organizar, manter e assegurar o funcionamento do espaço e respetivos equipamentos, em conformidade com as normas aplicáveis.

A entidade responsável pelo espaço de jogo e recreio, no caso o condomínio, deve assegurar a existência de procedimentos de emergência, assim como deve dar preferência a zonas calmas e afastadas de zonas de circulação e estacionamento de veículos.

Ora, a entidade responsável pelo parque infantil pode ser o próprio condomínio, e como tal compete-lhe, designadamente, organizar, manter e assegurar todas as condições de segurança, devendo constar entre toda a referida informação, designadamente o nome, a morada e número de telefone do administrador do condomínio.

Relativamente ao seguro a lei determina que a entidade responsável pelo espaço de jogo e recreio está obrigada a celebrar um seguro de responsabilidade civil por danos corporais causados aos utilizadores em virtude de deficiente instalação, manutenção, assistência ou vigilância nos espaços de jogo e recreio, respetivo equipamento, superfícies de impacto e mobiliário urbano.

De salientar ainda que, os equipamentos e superfícies de impacto instalados nos espaços de jogo e recreio devem ser objeto, pelo responsável pelo espaço de jogo e recreio (no caso o condomínio), de inspeção visual de rotina, efetuada diariamente, e de inspeção operacional, efetuada mensalmente, sendo que, tais inspeções são efetuadas de acordo com as instruções fornecidas pelo fabricante dos equipamentos. Quanto à inspeção operacional, importa ainda referir que a mesma tem de ser objeto de relatório elaborado pelo condomínio, enquanto entidade responsável pelo espaço de jogo e recreio, do qual deve constar, designadamente: a apreciação global do espaço; a apreciação particular de cada um dos equipamentos instalados e a identificação das reparações, substituições ou outros procedimentos necessários, bem como o prazo para sua realização. Devendo ainda, manter o livro de inspeção e manutenção.

As regras a cumprir e respetivos avisos a respeitar pela entidade responsável, dependem dos equipamentos em causa, assim como os riscos inerentes à utilização dos mesmos variam. Aconselhamos assim que, recorram a empresas certificadas não só para a sua construção como manutenção e inspeção. 

No que diz respeito à fiscalização quando se trata de parques infantis pertencentes a um condomínio e explorados pelos respetivos condóminos, a mesma compete às câmaras municipais. Ao invés, caso os parques infantis pertençam a Autarquias a entidade competente para proceder à fiscalização é a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

Para mais informações a DECO – Delegação Regional do Minho, sita na Avenida Batalhão Caçadores, 9, Viana do Castelo encontra-se disponível podendo contactar-nos através do 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt.

Por: Dr.ª Maria Antunes

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade da autora)

Projeto HARP: 5 mitos sobre sistemas de aquecimento

Março 25, 2021 em Atualidade, Concelho, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

Escolher um sistema de aquecimento de classe energética a ou superior vou poupar?

Sim. Um sistema de aquecimento eficiente ajuda a poupar na fatura de energia. E o investimento inicial acaba por ser recuperado. Mas, quanto mais tempo passa sem substituir um equipamento antigo, mais energia e dinheiro desperdiça.

Passe já à ação!  Verifique a sua eficiência do seu sistema de aquecimento e quais as melhores opções no mercado. Tem dúvidas?  Esclarecemos 5 mitos para o ajudar!

  • A MINHA CASA NÃO TEM GRANDE EXPOSIÇÃO SOLAR.

O sistema solar térmico funciona sem radiação solar direta e em regiões com baixa exposição solar, pelo que vale a pena saber mais sobre esta tecnologia, se tem telhado ou terreno.

  • AS BOMBAS DE CALOR SÃO ADEQUADAS APENAS PARA MORADIAS.

As bombas de calor são: versáteis, adaptam-se a diferentes   necessidades   de   aquecimento, água quente     e     arrefecimento, em     moradias     ou apartamentos, e fáceis   de   instalar, em   novas construções ou reabilitações.

  • AQUECEDORES ELÉTRICOS SÃO MAIS ECONÓMICOS

O custo de aquisição é relativamente baixo e são fáceis   de   utilizar, mas   são pouco   eficientes   e consomem   muita   eletricidade, resultando   em elevadas faturas de energia.

  • A PRODUÇÃO DE LENHA ESTÁ A DESTRUIR A FLORESTA

A União Europeia tem uma política de gestão sustentável da floresta, sendo que 40% da madeira utilizada para aquecimento é sustentável. Outra   fonte   de   biomassa   são   os   resíduos   da transformação industrial da madeira.

  • AS CALDEIRAS A BIOMASSA SÃO POUCO EFICIENTES

As caldeiras de biomassa são a tecnologia mais recente e mais eficiente para produzir calor a partir de madeira. Estes   sistemas   de   aquecimento   central   podem fornecer calor para toda a casa e podem ainda, ser combinados   com   outros   sistemas   renováveis, como o solar térmico. O projeto HARP visa motivar os consumidores a planear a substituição dos seus equipamentos de aquecimento antigos e ineficientes por alternativas mais eficientes, se possível, com recurso a energias renováveis. Para isso, o projeto desenvolveu uma ferramenta online, onde os consumidores poderão facilmente descobrir a classe de eficiência energética do seu equipamento atual e quais as soluções mais eficientes disponíveis no mercado para a sua substituição.

Em Portugal, os parceiros são a ADENE e a DECO. https://aquecimentoeficiente.adene.pt

Para mais informações a DECO – Delegação Regional do Minho, sita na Avenida Batalhão Caçadores, 9, Viana do Castelo encontra-se disponível podendo contactar-nos através do 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt.

Por: DECO*

(* A redação do artigo é única e exclusivamente da responsabilidade da DECO)

”Cuidados a ter com o débito direto”

Março 19, 2021 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

Os portugueses recorrem cada vez mais aos débitos diretos para fazer pagamentos regulares, como as contas da água, da luz, do gás, despesas de telecomunicações, seguros, quotas, prestações e rendas. Recordamos, por isso, informações que os consumidores devem ter presentes acerca dos débitos diretos.


 

Tem de autorizar expressa ao credor (a entidade a quem está a pagar o bem ou o serviço) para que uma cobrança seja feita por débito direto. A chamada “autorização de débito em conta” é dada, geralmente através do preenchimento de um formulário próprio que lhe é fornecido pelo credor. Mas lembre-se: não é obrigado a fazer pagamentos por débito

Pode limitar ou bloquear os débitos diretos.

[Quanto à Validade] Pode decidir até quando autoriza a cobrança por débito direto

[Quanto à Periodicidade] Pode determinar que uma cobrança seja feita, por exemplo, apenas uma vez por dia/semana/mês/trimestre/semana/ano;

[Quanto ao Valor] Pode fixar o montante máximo cobrado por cada débito direto.

Pode pedir a rejeição de um débito direto antes de este lhe ser cobrado.
Se constatar, através da notificação prévia do credor, que o valor que lhe vai ser cobrado está incorreto, pode solicitar ao seu prestador de serviços de pagamento a rejeição (isto é, o não pagamento) daquele débito direto. O pedido de rejeição tem de ser feito até ao final do dia útil anterior à data que lhe foi indicada pelo credor como data de cobrança.
 

Pode pedir o reembolso de um débito direto já pago e autorizado até oito semanas após ter sido efetuado. Terá de assim proceder se pretender alegar a prescrição de consumos que, entretanto, tenha pago por débito direto.

Pode cancelar ou inativar autorizações de débito em conta a qualquer momento.
Se é consumidor e pretende cancelar uma autorização de débito em conta, tem de o fazer junto do credor. Também pode inativar, a qualquer momento, a autorização de débito em conta junto do seu prestador de serviços de pagamento ou na rede Multibanco, contudo a inativação não cancela a autorização: por essa razão, deve comunicar esse facto ao credor, sob pena de incumprir o contrato estabelecido entre ambos.

Para mais informações a DECO – Delegação Regional do Minho, sita na Avenida Batalhão Caçadores, 9, Viana do Castelo encontra-se disponível podendo contactar-nos através do 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt.

Por: DECO*

(* A redação do artigo é única e exclusivamente da responsabilidade da DECO)

Projeto HARP: Canais e ferramentas disponíveis para os consumidores

Março 11, 2021 em Ambiente, Atualidade, Concelho, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

O projeto HARP sensibiliza os consumidores para as oportunidades subjacentes à substituição planeada dos seus antigos e ineficientes equipamentos de aquecimento, através de múltiplos canais e ferramentas: 

● O HARP apoia profissionais do setor do aquecimento e os consumidores em geral, tornando a informação sobre aquecimento eficiente acessível a todos;  

● O HARP apoia os consumidores na identificação da eficiência energética dos seus atuais equipamentos de aquecimento e das oportunidades de poupança que resultam da sua substituição por uma solução mais eficiente em termos energéticos;

● O HARP realizou um estudo prático sobre o comportamento das famílias para compreender como os consumidores lidam com as necessidades de aquecimento;

● O HARP destaca os co-benefícios associados às soluções de aquecimento energeticamente eficientes, porque os benefícios da substituição vão além da poupança de energia e da redução de custos, abrangendo também a qualidade do ar, a redução do ruído, a redução da pegada ambiental;

● O HARP disponibiliza várias ferramentas aos consumidores para facilitar o acesso à informação sobre aquecimento eficiente: brochuras, fichas técnicas, infografias, vídeos e jogos;

Finalmente, o HARP desenvolveu uma ferramenta online que permite aos consumidores identificar a classe de eficiência energética de equipamento de aquecimento instalados e encontrar a solução disponível no mercado mais adequada à sua casa. A ferramenta é gratuita, poupando tempo ou recursos aos consumidores no seu processo de análise e decisão! 

Para ter mais informação sobre o Projeto HARP e ter acesso aos materiais informativos dirigidos aos consumidores, convidamo-lo a visitar https://aquecimentoeficiente.adene.pt.

A ADENE – Agência para a Energia e a DECO Associação integram o consórcio europeu do projeto HARP: http://bit.ly/HARP_pt.  Com o apoio do Horizonte2020!

Para mais informações a DECO – Delegação Regional do Minho, sita na Avenida Batalhão Caçadores, 9, Viana do Castelo encontra-se disponível podendo contactar-nos através do 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt.

Por: DECO*

Imagem: DR

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

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