Tag archive

DECO

Regulamento Geral de Proteção de Dados

Dezembro 3, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

O Regulamento Geral de Proteção de Dados é uma legislação que visa a proteção das pessoas singulares, relativamente no que diz respeito ao tratamento dos seus dados pessoais na União Europeia, desde 2018. É aplicável a todos os Estados-membros e a qualquer empresa ou organização do setor privado ou público que efetue tratamento de dados pessoais de cidadãos europeus, quer tenham sede na União Europeia ou sede no exterior. Na sua essência, visa garantir aos cidadãos o controlo dos seus dados pessoais.



O Regulamento considera que os dados pessoais são aqueles que, individualmente ou em conjunto com outros, possam ser utilizados para identificar uma pessoa. Desta forma, define, de igual modo, o significado de dados sensíveis, com condições específicas para o seu tratamento.

São dados pessoais as informações relativas a uma pessoa singular identificada ou identificável, direta ou indiretamente, por referência a um ou mais fatores específicos e relacionados com a identidade física, fisiológica, genética, mental, económica, cultural ou social de uma pessoa.

As pessoas singulares podem consentir em fornecer os seus dados através dos seus dispositivos ou aplicações. Exemplos de dados pessoais são o nome, o número de telefone, o endereço eletrónico e os dados financeiros, sem esquecer os dados quanto a certos comportamentos em páginas da Internet, como quais as marcas que a pessoa mais visita, bem como, o que a pessoa normalmente adquire, por exemplo.

Sempre que alguma entidade solicitar os seus dados pessoais, deve garantir que recebe uma informação sobre quem será a identidade responsável pelo tratamento dos seus dados, a finalidade desse tratamento, o destino dos dados e a duração do respetivo tratamento.

Se os seus direitos forem violados ou se existir alguma desconfiança nesse sentido, deve comunicar a suspeita ao titular encarregue de tratar e de proteger os seus dados, bem como deve contatar Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) para apresentar uma reclamação.

Não se esqueça: tem de autorizar, de modo informado, o tratamento dos seus dados, além de que tem o direito a: “ser esquecido”; aceder aos seus dados; saber quanto à utilização indevida dos mesmos e; opor-se a uma utilização indevida. Se a lei não for cumprida, estão legalmente previstas consequências sérias para os infratores.

Para mais informações a DECO – Delegação Regional do Minho encontra-se disponível podendo contactar-nos através do 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt.

Por: DECO – Delegação Regional do Minho.*

Imagem: DR.

(* A redação do artigo é única e exclusivamente da responsabilidade da DECO – Delegação Regional do Minho)

A venda de bens de consumo e as garantias a ela relativas

Novembro 26, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

A qualidade dos bens e serviços é um dos direitos fundamentais dos consumidores. O Decreto-Lei nº 67/2003, de 8 de abril, posteriormente alterado pelo Decreto-lei nº 84/2008, de 21 de maio, conhecido como a Lei das Garantias, regula a venda de bens de consumo e das garantias a ela relativas, com vista a assegurar a proteção dos interesses dos consumidores. Sempre que um consumidor celebra um contrato de compra e venda de um produto, este não deve apresentar quaisquer defeitos ou desconformidades. É equiparada à falta de conformidade, a má instalação da coisa realizada pelo vendedor ou sob sua responsabilidade, ou resultante de incorreção das respetivas instruções. Para a determinação da falta de conformidade com o contrato, releva o momento da entrega da coisa ao consumidor, prevendo-se, porém, que as faltas de conformidade que se manifestem num prazo de dois ou cinco anos a contar da data de entrega de coisa móvel ou de coisa imóvel, respetivamente, se consideram já existentes nessa data.



A que contratos se aplica a Lei das Garantias? A Lei das Garantias é aplicável aos contratos de compra e venda celebrados entre profissionais e consumidores e com as necessárias adaptações, aos bens de consumo fornecidos no âmbito de um contrato de empreitada ou de outra prestação de serviços, bem como à locação de bens de consumo.

Tenho um negócio e pretendo adquirir bens através da minha empresa e para uso desta. A Lei das Garantias também se aplica? Não.

Entende-se por “consumidor” aquele a quem sejam fornecidos bens, prestados serviços ou transmitidos quaisquer direitos, destinados a uso não profissional, por pessoa que exerça com carácter profissional uma atividade económica que vise a obtenção de benefícios.

E se o contrato que o consumidor celebrar contiver cláusulas que lhe retirem alguns dos seus direitos no que respeita a garantias? Essas cláusulas são nulas e devem ser consideradas como não escritas. Sem prejuízo do regime das cláusulas contratuais gerais, é nulo o acordo ou cláusula contratual pelo qual antes da denúncia da falta de conformidade ao vendedor se excluam ou limitem os direitos do consumidor previstos na Lei das Garantias.

Em caso de avaria, o recibo é suficiente para acionar a garantia? Sim. Quando a avaria ocorre no período de garantia imposto legalmente, não é necessário entregar ao vendedor qualquer documento complementar comprovativo da garantia. Só será exigido documento complementar, no caso de existir uma garantia voluntária, quando o vendedor ofereceu um prazo de garantia superior ao legalmente estabelecido. Neste caso, o fabricante ou o seu representante podem oferecer garantia suplementar à estipulada pela lei, com carácter gratuito ou oneroso (mediante pagamento), ficando vinculado às condições que estabelece.

Para mais informações a DECO – Delegação Regional do Minho encontra-se disponível podendo contactar-nos para o efeito telefonicamente através do contacto 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt .

Por: DECO – Delegação Regional do Minho*.

(* A redação do artigo é única e exclusivamente da responsabilidade da DECO – Delegação Regional do Minho)

Imagem: Depositphotos.

Saiba como participar um acidente automóvel

Novembro 19, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

Há documentos que devem ser preenchidos para que o seguro seja acionado e, caso hajam vítimas do sinistro, deve chamar o apoio médico e contactar as autoridades policiais para que seja elaborado um auto de ocorrência.



Em qualquer caso, se tiver possibilidade, recolha provas, como fotos do local e dos danos causados à viatura e fique com o contacto e identificação das testemunhas presentes.

Poderá, também, participar o acidente através do preenchimento de uma declaração amigável de acidente automóvel, no entanto, não significa que, se optar por esta via, estará a assumir a culpa, trata-se apenas de um documento que reúne a informação sobre a ocorrência.

Essa declaração pode ser preenchida em formato papel ou diretamente na aplicação e-Segurnet, cujo descarregamento é gratuito. O documento físico pode ser solicitado junto de qualquer mediador ou seguradora e também é gratuito.

Em relação ao tempo útil para reportar o acidente, existem prazos a cumprir. O lesado tem oito dias, a contar desde a data do sinistro, ou da data que teve conhecimento do mesmo, para reportar a situação à seguradora. Imagine que vai de férias e, quando chega, o seu veículo apresenta danos. É a partir desse momento que contabiliza os oito dias para reportar a situação.

Após reportada a situação e a chegada à seguradora, essa também tem prazo de resposta – dois dias úteis para contactar o segurado e agendar a peritagem à viatura, que terá de se realizar num prazo de quatro dias. Caso haja a necessidade de desmontar a viatura, esse prazo pode estender-se para mais dois dias. Quanto ao relatório de peritagem, deve estar disponível dentro das 48 horas após a realização da mesma.

Se não optar pela declaração amigável, ou se a mesma apresentar versões contraditórias, a seguradora dispõe de oito dias úteis para concluir a peritagem, podendo ser alargado até aos 12 dias úteis em caso de desmontagem. Nesta situação, o relatório tem de ser apresentado obrigatoriamente no prazo dos quatro dias úteis, sendo que a seguradora tem até ao 30º dia, após o primeiro contacto, para comunicar a sua decisão.

Caso o segurado não esteja de acordo com a decisão apresentada e queira reclamar, deve comunicar essa observação dentro do prazo dos cinco dias úteis e a partir daí a seguradora tem, novamente, um prazo de dois dias para analisar os seus argumentos e emitir uma decisão final.

Se surgirem suspeitas de fraude ou se estiver a decorrer algum tipo de investigação policial, estes prazos ficam sem efeito.

É importante referir que caso o acidente ocorre com outra viatura sem seguro, seja uma viatura particular ou empresarial, poderá reclamar junto do Fundo de Garantia Automóvel. Este fundo assegura o pagamento das despesas e tratamento das vítimas, bem como a reparação dos danos causados por veículos sem seguros. Depois, agirá judicialmente contra os infratores.

A DECO – Delegação Regional do Minho encontra-se disponível para mais informações e outras questões através do contacto telefónico 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt .

Por: DECO – Delegação Regional do Minho*.

Campanha “Natal 2020: compre cuidando de todos”

Novembro 12, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

A 4 de novembro, foi lançada a campanha “Natal 2020: compre cuidando de todos”, uma iniciativa do Governo com o envolvimento da Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO), da Associação Portuguesa de Centros Comerciais (APCC), da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED) e da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP).



Pretende-se, com esta campanha, antecipar as compras de Natal e alargar o prazo para trocas até 31 de janeiro, procurando, assim, evitar possíveis ajuntamentos de consumidores nos espaços comerciais.

A DECO, que desde o período de confinamento procurou responder aos problemas dos consumidores, defendendo os seus direitos e interesses e atuando, também, perante as empresas e o poder político, aderiu a esta iniciativa, que procura contribuir para a resposta aos desafios e necessidades que todos atravessamos.

A campanha “NATAL 2020: COMPRE CUIDANDO DE TODOS” permitirá sensibilizar os consumidores para a necessidade de antecipar as suas compras de Natal nas lojas físicas, mas também garantir-lhes um período mais alargado de trocas.

Assim, a DECO informa os consumidores sobre esta iniciativa e os seus benefícios, que estejam atentos e verifiquem se as suas lojas favoritas fazem parte da lista dos aderentes.

A DECO – Delegação Regional do Minho encontra-se disponível para mais informações e outras questões através do contacto telefónico 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt.

Por: DECO – Delegação Regional do Minho*.

DECO inaugura Gabinete de Aconselhamento de Energia – GAE

Novembro 6, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Passar frio não é normal: conheça os desafios da pobreza energética

Com este Gabinete, a DECO pretende prestar aconselhamento personalizado e detalhado aos consumidores sobre energia. O GAE é uma atividade do projeto STEP (Soluções para Combater a Pobreza Energética – financiado pelo programa H2020 da UE) que tem como objetivo desenvolver um conjunto de soluções para ajudar os consumidores a combater a pobreza energética.



Com a chegada do tempo frio, e com a atual crise pandémica, os consumidores procuram resguardar-se e ficar mais tempo em casa. Mas estar em casa não é sinónimo de estar quente e confortável, aliás a realidade de muitos portugueses é passar frio. Portugal é o quinto país europeu onde os cidadãos têm mais dificuldades em aquecer as suas casas: 19% da população tem dificuldades financeiras em manter a habitação a temperaturas adequadas ao inverno. Falamos de pobreza energética. A pobreza energética, que não tem uma definição legal em Portugal ou na UE, pode ser definida como o conjunto de situações em que um agregado familiar não tem capacidade de assegurar os níveis mais básicos de energia para conseguir iluminar, cozinhar e aquecer a habitação.

Atuando especificamente nesta área, o GAE tem uma equipa preparada para informar e ajudar os portugueses a melhorar a eficiência energética da sua casa, a gerir os seus consumos, a compreender o funcionamento do mercado de energia, bem como a recorrer a mecanismos de apoio em situação de pobreza energética.

São objetivos principais do GAE:

• Apoiar os consumidores em situação de pobreza energética a gerir o seu consumo de energia e a melhorar o seu padrão de vida, ajudando-os a encontrar as soluções mais adequadas, nomeadamente, no que respeita a mecanismos de apoio existentes.

• Aconselhar os consumidores para um consumo mais eficiente de energia, esclarecendo como essa preocupação os pode ajudar a economizar, a melhorar a sua saúde e bem-estar e a contribuir para a transição energética.

A pobreza energética é um problema comum, embora pouco conhecido dos consumidores, que vivem num risco crescente de a enfrentar.

Pode esclarecer as suas dúvidas e preocupações com o GAE. Agende já o seu atendimento através de 213710200 ou energia@deco.pt.

Fonte: DECO.

Foto: DR.

Aluguer de cofres junto de instituições bancárias

Novembro 4, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

Tem joias, coleções valiosas ou objetos de valor? Não os guarde em casa e alugue um cofre!

A maioria dos bancos em Portugal já apresenta soluções aos seus clientes para guardarem os seus bens mais valiosos, inclusivamente dinheiro, no cofre disponibilizado. Estes serviços são muito mais utilizados do que aquilo que os consumidores deduzem.



No entanto, têm custos associados. Os valores dependem de banco para banco. Quase todos apresentam diferentes medidas de cofres, sendo a mais requisitada pelos consumidores cofres com 30 centímetros de largura, 35 centímetros de altura e 47,5 de profundidade.

O consumidor terá de averiguar se o seu banco disponibiliza este serviço, pois para alugar um cofre, mostra-se necessário ter uma conta com depósito à ordem na mesma instituição bancária e proceder ao pagamento de uma caução. A instituição bancária cobra, ainda, ao consumidor uma comissão anual pelo aluguer do cofre.

Para além destes gastos, há bancos que ainda exigem o pagamento por cada acesso ao cofre. E, em caso de perda da chave do cofre, poderão ainda ser aplicados outros custos extras.

Não sabe se vale a pena os gastos associados? Se pretende guardar o dinheiro sem o aplicar, esta é a resposta mais segura, ao contrário de manter o dinheiro em sua casa ou até mesmo num cofre doméstico.

Para estas e mais informações, a DECO – Delegação Regional do Minho encontra-se disponível na Avenida Batalhão Caçadores 9, Viana do Castelo, mediante agendamento obrigatório, podendo contactar-nos para o efeito através do contacto 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt.

Por: DECO – Delegação Regional do Minho*.

(* A redação do artigo é única e exclusivamente da responsabilidade da DECO – Delegação Regional do Minho)

Complemento Solidário para Idosos

Outubro 28, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

Portugal tem a quarta maior percentagem de idosos na União Europeia. O número de cidadãos com mais de 65 anos ultrapassa os 2 milhões. A larga maioria dos pensionistas de velhice da Segurança Social tem reformas inferiores ao salário mínimo nacional, ou seja, estão em causa consumidores economicamente desprotegidos.



O Complemento Solidário para Idosos é um apoio social, pago mensalmente aos idosos com baixos recursos financeiros e que lhes permite aumentar a quantia que recebem mensalmente para fazer face às despesas essenciais. Mas muitos portugueses seniores desconhecem a existência deste apoio e, assim, não o solicitam junto da Segurança Social.

Para ter acesso ao complemento, o idoso tem que estar numa das seguintes situações:

– Seja beneficiário de uma pensão de velhice ou de sobrevivência;

– Seja beneficiário de um subsídio mensal vitalício.

Para além destes requisitos, o cidadão, para ter acesso ao complemento solidário para idosos, terá de ser um SÉNIOR. Ou seja, tem de ter a idade normal de acesso a uma pensão de velhice, que atualmente está nos 66 anos e dois meses.

Existem, ainda, outros critérios de acesso:

– Os  rendimentos anuais do idoso têm de ser iguais ou inferiores a 5.059 euros (se não for casado, nem viver em união de facto) ou iguais ou inferiores a 8.853,25 euros (casal).

Há que salientar que, para esta avaliação, são tidos em conta, entre outros, rendimentos como a pensão de velhice, rendimentos de capitais, rendimentos prediais, rendimentos do trabalho por conta própria ou por conta de outrem.

Podem, ainda, entrar para o apuramento do valor dos recursos do sénior, os rendimentos dos seus filhos. Tudo depende do escalão de rendimentos em que os filhos estão inseridos. *

Para solicitar este complemento, o cidadão sénior deve dirigir-se a um balcão da Segurança Social ou a uma das Lojas do Cidadão espalhadas pelo país, munido do cartão de cidadão, número de contribuinte e número da Segurança Social e dos requerimentos necessários preenchidos.

Este complemento pode ser acumulável com outros subsídios. O Complemento Solidário para Idosos é frequentemente acumulável com a pensão de velhice do regime geral, a pensão de invalidez do regime geral, a pensão de sobrevivência, a pensão social de velhice, pensão social de invalidez, o subsídio mensal vitalício, o complemento por dependência e com os benefícios adicionais de saúde.

Para estas e mais informações, a DECO – Delegação Regional do Minho encontra-se disponível, na Avenida Batalhão Caçadores 9, Viana do Castelo, mediante agendamento obrigatório através do contacto telefónico 258 821 083 ou para o e-mail deco.minho@deco.pt .

Por: DECO – Delegação Regional do Minho*.

Foto: DR.

(* A redação do artigo é única e exclusivamente da responsabilidade da DECO – Delegação Regional do Minho)

Rendas – Medidas extraordinárias de proteção

Outubro 22, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

Neste contexto difícil de pandemia e crise financeira, o pagamento da renda de casa é uma das principais preocupações das famílias



Muitos são os consumidores e famílias que perderam os seus rendimentos ou viram estes rendimentos reduzir de forma substancial, sentindo os efeitos económicos e sociais da pandemia provocada pela COVID-19. Assim, muitos são, também, os consumidores que se veem em dificuldades ou até impossibilitados de pagar a renda referente à sua habitação. Atendendo a estas dificuldades, foram legisladas um conjunto de medidas extraordinárias de proteção ao arrendatário.

A Lei nº 58-A/2020, de 30 de setembro, veio prolongar estas medidas de proteção aos arrendatários até 31 de dezembro de 2020.

Portanto, encontram-se suspensos, até à mencionada data, os efeitos de alguns dos mecanismos legalmente definidos para fazer cessar contratos de arrendamento, nomeadamente, caducidade, denúncias, oposições à renovação dos contratos.

Contudo, alertamos que, para beneficiar da prorrogação dos efeitos anteriormente identificados, o arrendatário terá de ter as rendas regularmente pagas que se forem vencendo nos meses de outubro a dezembro.

Encontram-se, ainda, suspensos os despejos, as execuções de hipoteca sobre imóvel que constitua habitação própria e permanente do executado.

O identificado diploma define, ainda, um novo prazo para apresentação de candidatura à concessão de empréstimo do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, I. P. até 31 de dezembro de 2020, para os arrendatários que tenham sentidos os efeitos económicos provocados pela pandemia da COVID-19.

Para mais informações a DECO – Delegação Regional do Minho encontra-se disponível na Avenida Batalhão Caçadores 9, Viana do Castelo, mediante agendamento obrigatório, podendo contactar-nos para o efeito telefonicamente através do contacto 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt .

Por: DECO – Delegação Regional do Minho*

(* A redação do artigo é única e exclusivamente da responsabilidade da DECO – Delegação Regional do Minho)

Cuidados a ter no recurso ao crédito para comprar um automóvel

Outubro 15, 2020 em Atualidade, Economia, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

A decisão de adquirir um carro só deve ser tomada depois de ponderar o seu custo no orçamento familiar. Deve ter em conta que, para além do preço de compra, existem encargos com a sua manutenção que pesam nas despesas familiares.



O carro pode ser pago a pronto pagamento ou com recurso ao crédito. Se decidir contratar um crédito para comprar um carro, faça bem as suas contas primeiro: o total das dívidas não deve ultrapassar 35% do rendimento mensal líquido. Se possível, junte uma boa parte do dinheiro antes de avançar com o empréstimo. Além de reduzir o seu nível de endividamento, poderá obter condições de financiamento mais vantajosas.

Existem várias modalidades de crédito automóvel

O financiamento automóvel tem 3 modalidades: o crédito, o aluguer de longa duração e a leasing/locação financeira. Ainda antes de optar por uma delas, tem todo o interesse em negociar uma taxa de juro atrativa com o maior número de bancos possível, a começar por aquele em que tiver maior envolvimento.

Como escolher o crédito ao consumo?

Para escolher a melhor proposta, não se esqueça de utilizar a taxa anual de encargos efetiva global (TAEG), no crédito ao consumo, no caso da compra de automóvel, como principal indicador comparativo e a taxa anual efetiva (TAE), no crédito à habitação, e a taxa anual de encargos efetiva global (TAEG).

Sempre que o orçamento familiar permita, amortize (mesmo que parcialmente) o crédito. Assim, pagará menos juros. Mas tenha em conta eventuais penalizações bancárias.

Tente sempre baixar os custos

Nem sempre o ALD e o leasing ficam mais baratos do que o crédi­to. O seguro de danos próprios, que aconselhamos até aos 4 anos do carro, é obrigatório nas primeiras modalidades. Se não tiver interesse, o crédito pode ficar mais barato.

As taxas máximas que as instituições anunciam podem baixar com negociação. Comece por utilizar argumentos junto do seu banco. Anti­guidade, historial de bom cliente e produtos ou serviços contratados: use-os a seu favor. Se necessário, peça simulações noutras insti­tuições e apresente-as para melhor negociar.

Para mais informações a DECO – Delegação Regional do Minho encontra-se disponível na Avenida Batalhão Caçadores 9, Viana do Castelo, mediante agendamento obrigatório, podendo contactar-nos para o efeito telefonicamente através do contacto 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt.

Por: DECO – Delegação Regional do Minho*.

Imagem: DR.

Reduzir as despesas ajuda a poupar o planeta

Outubro 7, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

A informação, educação e formação financeiras do consumidor são fundamentais para que avalie a sua situação financeira, permitindo-lhe identificar a necessidade de ajustes, quer em termos orçamentais, quer em termos de objetivos.



A DECO sugere alguns gestos simples para reduzir as despesas correntes, como sejam as faturas dos serviços públicos essenciais.

Relativamente ao consumo de eletricidade, e embora a fatura de eletricidade tenha um peso significativo no orçamento familiar, é possível diminuir o seu valor, reduzindo os consumos domésticos e utilizando, de forma eficiente, os diversos eletrodomésticos.

Guarde estes gestos simples que poupam muita energia:

– Adesão à tarifa bi-horária, transferindo alguns consumos, por exemplo: máquinas de lavar loiça e roupa para as horas de vazio que em regra correspondem ao período noturno e fim de semana;

– Sendo a luz solar a mais eficaz de todas as formas de iluminação, deve aproveitá-la ao máximo, sempre que possível;

– Ao desligar as luzes nas divisões desocupadas, poupará alguns euros na iluminação;

– Substitua as lâmpadas incandescentes por modelos economizadores da classe A (por lâmpada, pode poupar até € 10 por ano);

– Não deixe os aparelhos em modo de espera. Segundo a Comissão Europeia, este consumo corresponde a 10% da fatura elétrica doméstica;

– Retire da tomada os carregadores de aparelhos quando a bateria estiver cheia;

– Prefira os equipamentos elétricos das classes A, A+ e A++;

– Utilize as máquinas de lavar roupa e loiça com a carga máxima e com programas económicos;

– Verifique se o frigorífico fecha bem e regule as temperaturas. Arrume os alimentos de modo a que o frio fique distribuído e elimine o gelo acumulado;

– Se possível, seque a roupa no exterior e passe-a enquanto estiver um pouco húmida, pois assim também poupa ao engomar;

– Desligue o ferro de engomar 5 minutos antes de terminar e aproveite o calor acumulado.

Visite o nosso site www.fatura-amiga.pt. Experimente os nossos simuladores, conheça o seu perfil de consumidor de energia e informe-se sobre a leitura da fatura.

A DECO – Delegação Regional do Minho encontra-se disponível na Avenida Batalhão Caçadores 9, Viana do Castelo, mediante agendamento obrigatório, através do 258 821 083 ou para o e-mail deco.minho@deco.pt.

Por: DECO – Delegação Regional do Minho*.

(* A redação do artigo é única e exclusivamente da responsabilidade da DECO – Delegação Regional do Minho)

Ir Para Cima