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Desemprego

OPEN B descentraliza o atendimento

Maio 9, 2021 em Atualidade, Concelho, Emprego Por barcelosnahorabarcelosnahora

O projeto CLDS 4G OPEN B, cria 4 pólos de atendimento à população já a partir do mês de maio, onde disponibilizada ajuda técnica e informação no âmbito da inserção no mundo do trabalho, no apoio na procura ativa de emprego/formação bem como auxílio na elaboração de currículos, cartas de apresentação, preenchimento de formulários.

Com estes pólos de atendimento descentralizados pretende-se chegar com mais facilidade os desempregados, jovens à procura do primeiro emprego, ativos à procura de novas oportunidades de trabalho, candidatos a formação profissional. A atuação baseia-se nas parcerias desenvolvidas entre a Entidade Coordenadora Local da Parceria, a  ATAHCA e a Câmara Municipal de Barcelos e o Centro Social da Paróquia de Arcozelo.

“Estamos convictos que este é o caminho para desenvolvermos um apoio mais próximo e mais individualizado junto daqueles que demonstram dificuldades no acesso à informação, às várias ofertas de emprego e formação bem como às técnicas de procura de emprego,” refere a nota enviada ao Barcelos na Hora.

  Os novos pólos de atendimento:

Junta de Freguesia de Aborim (quinzenalmente às quintas-feiras das 09.00 às 12.00h)

Junta de Freguesia de Cristelo (quinzenalmente às terças-feiras das 09.00 às 12.00h)

Sede da União de Freguesias de Vila Cova e Feitos (quinzenalmente às quintas-feiras das 09.00 às 12.00h)

Sede da União de Freguesias de Areias de Vila e Encourados (quinzenalmente às terças-feiras das 09.00 às 12.00h)  

Fonte: OPEN B

Sonix integra 74 funcionários de unidade que fechou em Celorico de Basto

Abril 19, 2021 em Atualidade, Concelho, Economia, Emprego, Minho Por barcelosnahorabarcelosnahora

A empresa têxtil Sonix vai integrar 74 funcionários de uma unidade industrial de confeção que encerrou recentemente em Celorico de Basto, informou hoje fonte autárquica.

Segundo o município de Celorico de Basto, no distrito de Braga, a integração dos recursos humanos vai realizar-se de forma faseada e ocorrerá nas instalações da unidade que encerrou, situada em Gandarela de Basto.

A articulação entre o grupo empresarial Sonix, e os demais intervenientes no processo foi realizado pela junta de freguesia e pela câmara municipal.

Após vários contactos, assinala hoje a autarquia, foi possível chegar a um acordo com os proprietários das atuais instalações e com o administrador da massa insolvente, que deixará as máquinas da empresa falida à guarda do presidente da junta.

O acordo prevê, ainda, que os funcionários passem a auferir de uma remuneração superior à que tinham na empresa anterior.

“No final da reunião, os administradores do grupo Sonix, Conceição Dias e Samuel Costa, transmitiram o seu agrado pela forma rápida e eficiente como o município e junta de freguesia agilizaram a resolução do processo, realçando que encontraram um grupo motivado, com vontade de regressar ao trabalho, esperando que possa iniciar a produção já no início de maio”, lê-se num comunicado enviado à agência.

Joaquim Mota e Silva, presidente de Celorico, também citado no comunicado, congratulou-se com a “rápida resolução de um problema dramático, que deixou no desemprego mais de 70 pessoas do concelho”.

“A postura proativa do município e da junta de freguesia permitiu encontrar uma solução com um grupo credível e de competência comprovada, que se apresentou de forma determinada”, concluiu o presidente da câmara.

Fonte: Lusa

Foto: Facebook Sonix

Têxtil Coelima pede insolvência após quebra de 60% nas vendas devido à pandemia

Abril 15, 2021 em Atualidade, Economia, Emprego, Minho Por barcelosnahorabarcelosnahora

A Coelima apresentou-se ontem à insolvência, na sequência da quebra de vendas “superior a 60%” provocada pela pandemia e da não aprovação das candidaturas que apresentou às linhas de crédito covid-19, disse explicou a mesma fonte.

Com cerca de 250 trabalhadores, a têxtil de Guimarães integra o grupo MoreTextile, que em 2011 resultou da fusão com a JMA e a António Almeida & Filhos e cujo acionista principal é o Fundo de Recuperação gerido pela ECS Capital.

De acordo com a fonte oficial da têxtil, após “todos os esforços realizados, a empresa decidiu apresentar-se à insolvência de forma a minimizar os impactos nos vários ‘stakeholders’, nomeadamente dos colaboradores, que apesar da situação têm todos os salários em dia”.

Os funcionários da Coelima, estão “preocupados mas serenos” e vão continuar “empenhados e a produzir”, disse à Lusa um representante sindical, adiantando que na segunda-feira vão começar os plenários de trabalhadores.

O presidente do Sindicato Têxtil do Minho e Trás-os-Montes, Francisco Vieira, afirmou que os trabalhadores não têm prevista qualquer ação de protesto contra o pedido de insolvência que foi hoje apresentado pela administração, mas “não descartam nenhuma possibilidade”.

Para já, frisou Francisco Vieira, os trabalhadores da Coelima estão “preocupados mas serenos” e vão continuar “empenhados e a produzir” para não serem acusados de serem os “responsáveis se alguma coisa correr mal”.

“Na segunda-feira vamos partir para a realização de plenários para informar e envolver todos os trabalhadores. Se for necessário sair à rua, temos uma enorme experiência nessa frente e não está descartada nenhuma possibilidade. Mas espero que não seja necessário”, frisou o presidente do sindicato.

Francisco Vieira, que é também trabalhador da empresa, confirmou ainda que “neste momento não há dívidas” aos trabalhadores, pelo que mantêm a esperança de que seja encontrada uma solução para a empresa têxtil que opera em Pevidém, na freguesia de São Jorge de Selho (concelho de Guimarães), “há quase 100 anos”.

O pedido de insolvência “deu entrada” no tribunal, que tem agora “três dias úteis, a partir de amanhã”, para proferir uma decisão, que o dirigente sindical acredita que será a de nomear um administrador de insolvência.

“Espero que termine tudo em bem. Tal como no passado, hoje e sempre estaremos na linha da frente da continuidade da empresa e dos postos de trabalho. Desde que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados, nomeadamente o emprego, os direitos, o tempo de permanência na empresa, não haverá nenhum ruído”, disse Francisco Vieira.

O sindicalista referiu ainda que a notícia do pedido de insolvência da Coelima “caiu que nem uma bomba”, apesar de os funcionários estarem “atentos” e verem “com muito maus olhos” a evolução da empresa desde que o Conselho de Administração foi substituído, em 09 de março.

Segundo Francisco Vieira, as outras empresas do setor na região estavam já “cheias de trabalho”, enquanto a Coelima “ainda estava a recorrer às medidas de apoio à retoma”.

O dirigente sindical disse ter aproveitado a reunião de ontem para questionar o Conselho de Administração da Coelima sobre os motivos da falta de trabalho, ao que lhe terá sido dito que “a empresa está com falta de liquidez e não tem tesouraria” para cumprir os contratos.

Fonte oficial da têxtil disse hoje à Lusa que procurou diferentes alternativas para prosseguir a atividade, salientando, entre as várias ações promovidas, as candidaturas apresentadas às várias linhas de crédito covid-19, mas que até à data não foram aprovadas.

Depois da restruturação realizada ao longo dos últimos anos, a Coelima esteve perto de ser alienada em março do ano passado, mas a operação acabou por não avançar, num contexto de incerteza gerada com a pandemia.

Fonte: LUSA

Barcelos e o desemprego: pandemia origina destruição laboral

Novembro 22, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Opinião, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora
Alexandrino Ribeiro

A pandemia do COVID-19 fez disparar a taxa de desemprego em Barcelos, à semelhança do verificado no Quadrilátero Urbano e a nível nacional. Jovens são os mais afetados por este flagelo. Urge a implementação de políticas públicas mais eficazes de apoio à sobrevivência das empresas e à manutenção do emprego.



O desemprego é um dos maiores problemas sociais, essencialmente para o desempregado e sua família, mas também do ponto de vista político. Para além dos inúmeros problemas de ordem social e económica que o desemprego origina, a vertente psicológica também é afetada pelo mesmo, derivado da diminuição da qualidade de vida e do bem-estar. Inúmeros estudos evidenciam que o desemprego aumenta os problemas relacionados com a saúde física e mental do trabalho, nomeadamente, ao nível da sua autoestima, insatisfação e frustração.

Apesar de nos últimos anos, a taxa de desemprego em Portugal ter vindo a baixar paulatinamente, a pandemia do COVID-19 veio provocar a inversão drástica dessa tendência, não só a nível nacional, como ao nível dos Concelhos do Quadrilátero Urbano (Barcelos, Braga, Famalicão e Guimarães). O Concelho de Barcelos não foi, assim, exceção, registando-se uma subida no número de desempregados na ordem dos 26,8% entre o mês de setembro de 2019 e o mês de setembro de 2020, segundo os dados do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) recentemente divulgados. Os jovens com idade até 25 anos continuam a ser a faixa etária mais fustigada pelo desemprego, com essa tendência a acentuar-se, ainda mais, com a crise económica e financeira derivada do COVID-19. Os dados revelam que esta faixa etária regista, atualmente, um nível de desemprego nuns preocupantes cerca de 27%.

A boa notícia destes dados deriva de no mês de setembro de 2020 existir uma recuperação no número de desempregados no Concelho de Barcelos, passando dos 3113 desempregados no final de agosto de 2020 para os 2814 no final de setembro deste mesmo ano. Porém, a força da segunda vaga da pandemia que vivemos faz prever que essa tendência de recuperação seja invertida nos próximos meses. Por outro lado, com o aproximar do fim das moratórias e do lay-off, bem como a mais que previsível queda drástica nas vendas do comércio durante a época natalícia de 2020, é expectável que exista um aumento dramático do número de falências e no desemprego. O risco de atingirmos a maior destruição laboral alguma vez vista em um só ano é cada vez mais real.   

O Orçamento de Estado para 2021 deveria, assim, denotar uma maior preocupação com a sobrevivência das empresas, considerando-as como o motor do crescimento económico e da criação de emprego, apostando em estímulos às empresas para a criação de mais emprego e melhor emprego. O apoio ao emprego deveria ser a prioridade económica na atualidade, em substituição da tradicional estratégia de um apoio ao desemprego.

Torna-se premente adotar políticas, quer a nível nacional, como a nível local, de apoio à recuperação e manutenção do emprego. Políticas que visem o apoio à criação de empresas, à contratação, que incentivem o empreendedorismo e a criação de postos de trabalho. Programas de formação específicos para desempregados e para a reconversão de competências, programas de apoio a estágios de inserção no mercado de trabalho e medidas específicas destinadas aos jovens desempregados, devem ser a prioridade. Porém, estas intervenções não podem ser efetuadas de uma forma avulsa e descontrolada, mas sim, de forma eficaz e articulada entre os diversos players no terreno, como Governo, IEFP, Autarquias Locais, Associações Empresariais, Entidades Formadoras, entre outras.  

O tempo urge na implementação de políticas de apoio ao emprego. Estamos a viver uma crise económica, financeira e social muito forte e com características diferentes de qualquer uma das crises anteriores, tornando-se elementar uma alteração no paradigma sobre o modo como as políticas públicas de combate ao desemprego têm sido implementadas nas últimas décadas.  

Por: Alexandrino Ribeiro*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Foto: DR / Mário Proença.

Bloco de Esquerda questiona Governo sobre atrasos no envio de vales de subsídio de desemprego

Junho 3, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda questionou o Governo sobre os atrasos, por parte dos CTT, na entrega de vales do correio para pagamento do subsídio de desemprego. Em causa está um vale emitido pela Segurança Social, em 28 de abril, que ainda não foi entregue ao beneficiário.



No documento entregue na Assembleia da República, os deputados do Bloco de Esquerda eleitos pelo círculo de Braga, o barcelense José Maria Cardoso e Alexandra Vieira, referem que “os pagamentos que normalmente eram realizados através de cheque-carta, em junho de 2019, passaram a ser pagos por vale postal, a ser levantado numa estação dos CTT, uma vez que a Caixa Geral de Depósitos recusou dar continuidade ao contrato existente”.

Os deputados bloquistas referem que é o próprio Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social que no Plano Estratégico reconhece que “o fecho de estações de CTT resulta em dificuldades crescentes na operação de emissão e pagamento de vales-postais”.

Por isso, o Bloco de Esquerda quer que o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, esclareça quais os motivos para o término do contrato dos cheque-carta com a Caixa Geral de Depósitos e quer saber que medidas estão a ser tomadas para assegurar o pagamento atempado das prestações sociais.

“O Bloco de Esquerda entende que o Governo deverá assegurar as melhores condições para a expedição e pagamento das prestações pagas através de cheque/vale, intercedendo junto da Caixa Geral de Depósitos para a retoma do contrato de carta-cheque e obrigando os CTT a cumprir com os prazos de entrega dos vales postais”, referem os deputados no documento.

Fonte: BE.

Foto: GM.

Parlamento Europeu aprova mais de 4,5 milhões de euros para desempregados e jovens portugueses

Outubro 24, 2018 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

O relatório do eurodeputado José Manuel Fernandes para a atribuição de 4,655 milhões de euros de apoio para jovens inativos e para desempregados do setor têxtil em Portugal, ao abrigo do Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização (FEG), foi aprovado ontem pelos deputados ao Parlamento Europeu, reunidos em plenário em Estrasburgo, com 575 votos a favor, 77 contra e 8 abstenções. Este relatório já tinha sido aprovado, a 9 de outubro último, pela Comissão de Orçamentos.



Os mais de 4,6 milhões de euros destinam-se a financiar ações que promovam a reintegração no mercado de trabalho de 730 pessoas despedidas de empresas de têxteis e 730 jovens que não trabalham, não estudam, nem integram qualquer formação (NEET), nas regiões do Norte, Centro e Lisboa.

O eurodeputado do PSD e coordenador do PPE na Comissão dos Orçamentos considera “que este montante deve ter como destino os jovens e os desempregados e que não deve ser “desviado para financiar despesas correntes que devem ser assumidas pelo Orçamento do Estado. A mobilização de 4,65 milhões de euros é uma prova concreta da solidariedade da UE.  Este valor vai servir para melhorar o nível de qualificação e o desenvolvimento de competências das centenas de desempregados e de jovens inativos, respondendo assim às exigências e desafios do mercado de trabalho”.

O relatório chama ainda a atenção para a importância do Fundo Social Europeu, que deve ser usado na melhoria das qualificações dos trabalhadores portugueses e na redução do desemprego jovem e de longa duração.

A mobilização do FEG para Portugal surge na sequência do despedimento de 1.161 trabalhadores das empresas têxteis RICON GROUP e Têxtil GRAMAX INTERNACIONAL (abrangendo 609 pessoas na região Norte, 17 no Centro e 535 em Lisboa). Mais de 20% dos trabalhadores visados têm mais de 55 anos e 88% são mulheres.

Fotos: DR.

Parlamento Europeu viabiliza 4,6 milhões de euros para desempregados e jovens inativos em Portugal

Outubro 9, 2018 em Atualidade, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

Relatório do eurodeputado José Manuel Fernandes aprovado por larga maioria

A Comissão dos Orçamentos do Parlamento Europeu aprovou hoje o relatório do eurodeputado José Manuel Fernandes para a atribuição de mais de 4,6 milhões de euros de apoio para jovens inativos e desempregados do setor têxtil em Portugal, ao abrigo do Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização (FEG).

Em causa está o financiamento a um programa para promover a reintegração no mercado de trabalho de 730 pessoas despedidas de empresas têxteis e 730 jovens que não trabalham, não estudam, nem integram qualquer formação (NEET), nas regiões do Norte, Centro e Lisboa.

O relator, José Manuel Fernandes, considera que “é importante que sejam asseguradas condições para garantir a eficácia e o melhor resultado do programa de intervenção junto dos cidadãos afetados, nomeadamente ao nível da qualificação e desenvolvimento de competências e conhecimentos que respondam às exigências e desafios do mercado de trabalho.”

O eurodeputado do PSD e coordenador do PPE na Comissão dos Orçamentos destaca que “o programa em causa se destina a apoiar “jovens e trabalhadores pouco qualificados”, pelo que se torna necessário um esforço suplementar para que ninguém fique para trás, neste processo de desenvolvimento que se pretende sustentado e inclusivo e não para utilizar o orçamento da União como um substituto do Orçamento do Estado”.

O relatório chama ainda a atenção para a importância dos Fundos Estruturais e de Investimento Europeus na melhoria das qualificações dos trabalhadores portugueses e na redução do desemprego jovem e de longa duração.

O programa é financiado pelo FEG em 4.655.883 euros, o que corresponde a 60% do orçamento global de 7.759.806 euros. Surge na sequência do despedimento de 1.161 trabalhadores das empresas têxteis Ricon Group e Têxtil Gramax Internacional (609 na região Norte, 17 no Centro e 535 em Lisboa). Mais de 20% dos trabalhadores visados têm mais de 55 anos e 88% são mulheres.

O eurodeputado espera que “o Governo esteja em condições de dar informações sobre a forma como este fundo será gerido” e que a gestão seja feita de forma “transparente””.

As medidas ativas do mercado de trabalho previstas no âmbito da candidatura ao FEG não podem substituir as medidas passivas de proteção social, nem as obrigações legais das empresas envolvidas, conforme garantia apresentada pelas autoridades portuguesas junto das instituições europeias.

Estão previstos serviços personalizados a prestar aos trabalhadores despedidos e aos jovens NEET ao nível da formação e também da promoção do empreendedorismo, estágios e formações profissionais, a par de planos de integração no mercado de trabalho, que visam “ajudar os participantes a desenvolver competências e ajustar as qualificações aos desafios e oportunidades de mercado”. Está igualmente prevista uma bolsa para promover o trabalho por conta própria, juntamente com formação em empreendedorismo e a possibilidade de integrar o ninho de empresas apoiado pelo IEFP. Os participantes no programa terão acesso a subsídios para cobrir despesas de formação, de deslocação e de refeição.

O relatório foi hoje aprovado com 29 votos a favor, 2 votos contra e 0 abstenções na Comissão dos Orçamentos, e será votado pelo plenário do Parlamento Europeu no próximo dia 24 de outubro.

Fotos: DR.

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