Tag archive

Economia

O Santander vai isentar as transferências MB Way

Dezembro 18, 2020 em Atualidade, Compras, Economia Por barcelosnahorabarcelosnahora

O Santander vai isentar as transferências MB Way a partir de janeiro de 2021, sem limite de montante e de número de operações realizadas.

Utilizando um cartão Santander, os clientes passam assim a efetuar estas transferências de forma gratuita, seja na app do Banco ou do MB Way.

=

Com esta medida, o Santander pretende continuar a ajudar as famílias portuguesas e promover a utilização dos canais digitais para as operações do dia-a-dia, com toda a conveniência e sem custos.

O Santander tem vindo a consolidar-se como uma referência no mercado na área de pagamentos, com a disponibilização de produtos e serviços que melhorem a experiência dos clientes. Este ano lançou novas soluções de pagamento digitais, através de parcerias com a Apple, a Garmin e a Fitbit, para permitir aos clientes pagar as suas compras com qualquer dispositivo móvel em todo o mundo, de uma forma simples, rápida e segura. O Banco lançou ainda o Cartão Digital, que permite ao cliente efetuar operações de imediato após a contratação, enquanto aguarda pelo cartão físico.

Fonte: Santander | Imagem: Santander

Projeto “ACT4ECO”

Dezembro 14, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

O projeto ACT4ECO da DECO quer ajudá-lo a ser um consumidor consciente e que saiba gerir os seus consumos de energia, assim é importante começar a adotar novos comportamentos.

Ficar em casa, quente e confortável sem nos preocuparmos com a conta da eletricidade parece algo impossível. Para colmatar isso apresentamos alguns conselhos que poderá seguir:

  • Comece por descobrir algumas pistas que indiquem se há infiltrações de ar, por exemplo:  correntes de ar; divisões da casa especialmente quentes ou frias; sinais visíveis de bolor ou condensação ou até mesmo deterioração do material do edifício; 
  • Se verificar que as janelas ou portas têm correntes de ar, pode substituir as fitas de vedação gastas e/ou aplicar novos materiais, como por exemplo, fita de calafetagem, nos lados interiores da janela ou no caixilho da porta;
  • Se descobrir pequenos espaços entre os materiais de construção, entre as paredes exteriores e os caixilhos das janelas ou portas, as tábuas de base e afins, pode aplicar dois tipos de vedantes nessas fendas: vedante de silicone ou uma espuma de pulverização;
  • Se encontrar correntes de ar provenientes de tomadas elétricas, deve retirar a chapa de cobertura e verificar o que está por detrás dela. Caso existam aberturas, experimente aplicar uma junta de espuma para vedar a fuga.
=

ACT4ECO é uma plataforma aprendizagem online sobre eficiência energética onde vai encontrar informação que o pode ajudar a fazer as mudanças certas lá de casa, para melhorar o seu conforto.

Projeto ACT4ECO da DECO ajuda-o a gerir os seus consumos de energia.. Junta-se a nós em https://act4eco.eu.

Para mais informações a DECO – Delegação Regional do Minho encontra-se disponível podendo contactar-nos através do 258 821 083 ou por e-mail para deco.minho@deco.pt.

(* A redação do artigo é única e exclusivamente da responsabilidade da DECO – Delegação Regional do Minho)

Fonte: DECO – Delegação Regional do Minho

O Turismo do Minho exige apoios urgentes e específicos a um setor que atravessa uma dura realidade de sobrevivência

Dezembro 13, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A APROTURM – Associação dos Profissionais de Turismo do Minho, realizou em novembro um inquérito ao impacto da COVID-19 nas empresas turísticas Minhotas pós verão.

Este inquérito demonstra uma realidade setorial dura, destaca a capacidade de resiliência e persistência dos empresários turísticos Minhotos na luta pela manutenção das suas empresas e postos de trabalho, expressando a confiança de que a retoma da “normalidade” turística possa acontecer nos próximos 12 meses.

=

▪ Entre junho e setembro de 2020, 9 em cada 10 empresas mantiveram o normal funcionamento e indicaram quebras de faturação superiores a 80% relativamente ao período homólogo;

▪ 6 em cada 10 empresas não demonstram liquidez financeira de curto prazo e 1/3 destas pondera a extinção definitiva da empresa até final de 2020, colocando em risco, no mínimo, 127 postos de trabalho;

▪ 6 em cada 10 empresas recorreram a apoios financeiros no âmbito da COVID-19, contudo 4 em cada 5 empresários consideram os apoios financeiros existentes inadequados;

Os empresários reclamam apoios como:

  • empréstimos a fundo perdido;
  • isenções fiscais;
  • redução ou isenção temporária da TSU;
  • apoio às rendas;
  • alojamento temporário de idosos residentes em lares;
  • apoio à digitalização das empresas;
  • apoio a sócios gerentes;
  • isenção dos pagamentos por conta.
=

Para mais informações, visite www.aproturm.com.

Imagem: MB

Fonte: APROTURM

Economia Barcelense apresenta pequenos sinais de crescimento após choque fortíssimo

Outubro 11, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

Breve análise ao relatório trimestral “Norte Conjuntura”

Alexandrino Ribeiro

Os números não enganam! O COVID-19 deixou a sua marca devastadora na economia. Será necessário recuar vários anos para se encontrar uma contração económica tão violenta e acelerada como esta. Já se sente o início da recuperação económica, mas os próximos meses serão críticos. A economia barcelense também evidencia sinais de recuperação económica, mas continua a ser o parente pobre do Quadrilátero Urbano em termos económicos e financeiros.

A atividade económica do concelho de Barcelos registou uma contração assustadora no 2º trimestre de 2020, muito na linha do que se previa e do que aconteceu a nível regional, nacional e internacional. O relatório trimestral, recentemente divulgado pela CCDRN, “Norte Conjuntura”, relativo ao 2º trimestre de 2020, evidencia que abril foi o mês mais problemático ao nível dos efeitos da pandemia nas variáveis macroeconómicas: taxa de desemprego, exportações, importações e crescimento económico.



A contração da atividade económica teve forte impacto no crescimento do desemprego. No caso particular de Barcelos, no passado mês de abril, acentuou-se o crescimento desse flagelo que afeta já muitas famílias barcelenses. O concelho de Barcelos apresentou, mesmo, em abril, o pior desempenho mensal neste indicador económico entre todos os Concelhos que compõem o Quadrilátero Urbano (Barcelos, Braga, Famalicão e Guimarães). Apesar da elevada subida na taxa de desemprego, o mesmo só não se tornou ainda mais problemático fruto do recurso acentuado ao lay-off por parte de muitas empresas. No final do 2º trimestre de 2020 existiam cerca de 823 mil trabalhadores em regime de lay-off a nível nacional, dos quais uma larga percentagem localizados na região Norte do País. O término do regime de lay-off tenderá a colocar várias empresas em dificuldades para se manterem no mercado, fazendo-me prever mais uma subida do flagelo do desemprego num futuro próximo, com potenciais agravamentos de problemas sociais nas famílias e que se tornará importante dar resposta com um reforço das políticas e apoios sociais a diversos níveis.

Em termos setoriais, a pandemia apresentou diferentes impactos nos setores de atividade na região Norte. A generalidade dos setores sofreu uma forte contração nas horas efetivamente trabalhadas, com especial destaque para os do turismo, do alojamento e restauração que praticamente pararam durante o período da quarentena. Contudo, merece destaque a subida verificada em setores relacionados com a informática e comunicações, assim como as atividades administrativas e serviços de apoio, setores de atividade que foram fundamentais nos tempos de quarentena que atravessámos. Salienta-se, ainda, que o setor turístico, fortemente penalizado pela pandemia, apresenta já uma lenta retoma no final do 1º semestre, assente, fundamentalmente, nos turistas nacionais, mas ainda muito longe dos níveis de atividade registados antes da pandemia, como explicita o relatório “Norte Conjuntura”.

A quarentena e o confinamento deixaram, ainda, marcas significativas nas exportações, sendo esta a variável económica analisada a evidenciar a queda mais acentuada no 2º trimestre de 2020. Os resultados do relatório “Norte Conjuntura” evidenciam que o concelho de Barcelos continua a apresentar um volume de exportações muito abaixo dos restantes Concelhos do Quadrilátero Urbano. Qualquer um dos restantes Concelhos apresenta um volume de exportações que se situa acima do barcelense em cerca de mais do dobro. Esta é uma tendência que nos deve preocupar e que urge inverter, sendo importante, para tal, a implementação de políticas Municipais que visem atrair mais empresas, apoiem o empreendedorismo e permitam atrair mais projetos de investimento (nacionais e internacionais) para o Concelho de Barcelos. A criação e dinamização, à semelhança do que já acontece nos restantes Municípios do Quadrilítero, de uma Agência Municipal de Investimento e de um Regulamento Municipal de apoio ao investimento é uma urgência para que Barcelos não continue a ficar cada vez mais para trás em relação aos outros Municípios do Quadrilátero em variáveis económicas e financeiras como o volume de empregos, volume de exportações, orçamento Municipal por habitante, etc…Está mais do que na hora de se implementar políticas Municipais que ajudem o concelho de Barcelos a deixar de ser o parente pobre do Quadrilátero Urbano em termos económicos e financeiros.

Por: Alexandrino Ribeiro* (Professor no IPCA).

Foto: DR.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Ir Para Cima