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Escolas

Semana da Ciência e da Tecnologia mobiliza escolas e bibliotecas de Barcelos

Novembro 18, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura, Educação Por barcelosnahorabarcelosnahora

O Município de Barcelos e a Rede de Bibliotecas Escolares promovem, entre 19 e 26 de novembro, nas escolas, bibliotecas escolares e Biblioteca Municipal, a Semana Concelhia da Ciência e da Tecnologia, uma iniciativa que tem como objetivo despertar o interesse dos alunos para a ciência através de dezenas de atividades destinadas aos alunos do 1.º ciclo ao ensino secundário.



O programa contempla, durante toda a semana, nas diversas escolas do concelho, oficinas, experiências científicas, leituras, exposições, palestras, jogos e filmes de divulgação científica, proporcionando aos alunos uma maior aproximação com especialistas de diversas áreas científicas.

Irão ainda decorrer diversas palestras científicas, entre as quais, “Arqueologia e preservação do património cultural: a contribuição das ciências e tecnologias”, pela Prof.ª Mafalda Alves, da Universidade do Minho, no dia 22 de novembro, de manhã, no Agrupamento de Escolas de Vila Cova; “Luz e Cor” pela Prof.ª Susana Costa, da Universidade do Minho, no dia 19 de novembro, de manhã, no Agrupamento de Escolas Gonçalo Nunes;  e “Formigas que se alinham, rebanhos que entopem e bactérias que nadam”, pelo Prof. Dr. Nuno Araújo, da Universidade do Minho, no dia 19 de novembro, de manhã, no Agrupamento de Escolas de Fragoso.

O Dia Nacional da Cultura Científica assinala-se a 24 de novembro, em homenagem a Rómulo de Carvalho, professor, metodólogo, investigador e autor de manuais escolares, de livros de divulgação científica e de poesia, estes últimos sob o pseudónimo de António Gedeão.

A Semana da Ciência encerra, no dia 26, às 10h00, com a apresentação do livro “Entre Estrelas e Estrelinhas”, dos autores José Fanha, Daniel Completo e Carlos Fiolhais, na Biblioteca Municipal de Barcelos.

A Semana da Ciência do Município de Barcelos é uma iniciativa do Pelouro da Educação, através da Biblioteca Municipal e da Rede de Bibliotecas Escolares.

Fonte: CMB.

ACR Roriz vence Encontro Inter-Regional de Escolas em Viana do Castelo

Junho 3, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Decorreu, no passado domingo, em Viana do Castelo, o Encontro Inter-Regional de Escolas de Ciclismo – Zona A, que consagrou a formação da ACR RORIZ SEISSA | KTM-BIKESEVEN | MATIAS&ARAÚJO | FRULACT como a grande vencedora da classificação coletiva.



Individualmente, em Pupilos/Benjamins, Afonso Pereira foi 6º, Rodrigo Quinta 10º, Tomás Santos 15º e Martim Fernandes 18º. Matilde Ferraz foi 3ª em femininos.

Nos Iniciados, Leandro Martins foi 3º, Dinis Carreiras 8º, Gustavo Fernandes 11º, Rodrigo Fernandes 14º e o Daniel Macedo 18º. Em femininos, Adelaide Palmeira foi 3ª classificada.

Em Infantis, Paulo Fernandes e Dinis Saleiro foram 2º e 3º, respetivamente, Rodrigo Rodrigues foi 9º, Diogo Miranda 11º e Gonçalo Rodrigues 16º.

Por último, nos Juvenis, João Martins foi 4º, Diogo Carreiras 6º, Guilherme Vilas Boas 16º, Gabriel Baptista 21º, Henrique Lopes 32º e Guilherme Rodrigues 37º.

Fonte e foto: ACRR.

Educação “Love on Top” ou o paradigma educacional do séc. XXI

Janeiro 20, 2018 em Atualidade, Concelho, Educação, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Hugo Pinto

Conhece a escola que o seu filho frequenta? … Não. Não pergunto se sabe onde ela fica ou qual o aspeto físico dela. O que eu pergunto é se sabe como ela funciona, quem lá trabalha, o que compete a cada um e se tudo isso funciona bem enquanto modo de operacionalização curricular.



E, sobretudo, sabe porquê?

Digo eu muitas vezes que ter sido aluno e frequentado a escola não faz de si professor. Não, nem por sombras. Sabe porquê? Porque por ter estado doente e ter frequentado o hospital ou centro de saúde, também não fez de si médico.

Mas é pai, mãe e/ou encarregado de educação. E como tal, o responsável máximo pela educação do(s) seu(s) rebento(s).

Acontece que hoje em dia toda a gente opina sobre tudo sem ter conhecimento de quase nada. Veja quantos grupos de Facebook se ingerem neste tema, sem que lá estejam verdadeiros especialistas em educação. Depois baralha-se tudo e confunde-se educação com formação. A escola deve dar ambas. Mas os pais e encarregados de educação devem assegurar-se que a primeira não está em falta. E está. De que maneira!

Assim, frequentemente, os pais e encarregados de educação do sec. XXI (salvas as devidas e justas exceções) entram pela escola adentro, de mão na cinta, a aferir de competência e dos “deveres” de tudo e todos, sem que primeiro tenham essa conversa, com a maior franqueza, em frente ao espelho. Quantas vezes já ouvimos “o meu filho/filha não mente!”. Sim, mente, como todas as crianças quando fazem disparates e tentam “safar-se”. “A culpa não é do meu filho/filha. É dos colegas”. Esta é um clássico! Não é por acaso que existe o ditado que diz que “a culpa morreu solteira”. É muito frequente ver os pais e encarregados de educação da época da informação digital, irromperem escola dentro, com ameaças veladas, a esgrimirem os direitos dos filhos. E muito bem! Desde que na outra mão levem também uma folha com os deveres dos mesmos.

E infelizmente, hoje, é muito este o estado da Educação que temos. Professores esmagados por um sistema em que o aprender é relativo, de um lado, e encarregados de educação minados pela desinformação social, do outro. E o que é importante, continua a passar pelo meio dos pingos da chuva.

Deveriam os pais então ir à escola fazer o que?

Bem, para começar, averiguar das condições em que todos trabalham. Professores e alunos. Condições de logística, condições políticas e de administração e gestão escolar, critérios curriculares, etc. Depois, perceber o porquê de os seus filhos e educandos estarem cada vez menos bem formados e sobretudo porque é que a escola se está a tornar cada vez mais inócua na formação das crianças e jovens. O paradigma de “escola para todos” foi transformado no novíssimo “todos para a escola”. E o que lá se faz, interessa cada vez menos.

Se isto já é muito mau, pior é a forma como o Ministério da Educação atua. Nunca, nunca, em quase vinte anos de docência, percebi que alguém do Mistério saísse do seu confortável gabinete e entrasse, sem aviso, numa sala de aula. Ficaria aturdido com tal discrepância que existe entre as leis do “eduquês” e a sala de aula real. Muitos dos problemas com que nos deparamos hoje, nas escolas, são fáceis de resolver de uma forma prática e não acarretam nenhum custo. No entanto, quais avestruzes, ignoram o “teatro de operações” e pululam de teoria educacional em teoria educacional, a ver se acertam com alguma, ou, pior ainda, em prol do culto pessoal, na concretização das suas teses de mestrado ou de doutoramento.

O “parto” mais recente é o da flexibilização curricular. Que eu entendo ser pertinente. Mas uma vez mais, pelo profundo desconhecimento do mundo real, é uma mudança que, apesar de recém-nascida, já tem morte anunciada. E, dramaticamente, pelas mesmas razões de sempre. Os principais agentes destas mudanças, os professores e os alunos, não foram (nunca foram e nunca são) ouvidos. Importa é jactar a mais recente moda do “eduquês”. O resultado, logo se vê. Até porque os filhos dos senhores ministros não andam em escolas públicas. Frequentam colégios respeitadíssimos de escolas internacionais, muito conservadores e zelosos dos currículos tradicionais. O resto é paisagem. “Bora lá” experimentar!…



Termino, a este propósito, com uma reflexão muito pertinente de uma colega professora, Alexandra Simões Silva, docente numa escola de Cascais, a respeito desta mesma “novíssima” flexibilização curricular:

«Só para interessados. E para saber o que os espera.

Vamos falar sobre a flexibilização. Esse “monstro” modernista, que entra pelas nossas escolas adentro, sem apelo nem agravo, sem estudos prévios, sem informações detalhadas dadas a pais, alunos ou professores. Achamos que somos a Finlândia da educação, mesmo depois da falência educativa da dita, e implementamos novas metodologias, como adolescentes aventureiros no consumo de drogas desconhecidas. Vamos ver no que dá. O que temos não funciona. É evidente, concordaremos todos nessa matéria. Então, experimentemos.

A teoria está repleta de clichés adoráveis: os alunos que buscam a sua própria aprendizagem, o “overmentioned” “aprender a aprender”, a descoberta dos alunos ávidos de conhecimento, a orientação do professor, mero espectador cuidadoso, ao serviço da curiosidade alheia. Há, de facto, escolas primárias e escolas até do segundo ciclo, nas quais esta realidade poderá ser implementada. Fará, até, como diria uma amiga minha, versada em escolas que já levaram a cabo a flexibilização, todo o sentido: alunos preparados para um futuro de imprevistos, situações inesperadas, ambientes hostis. Os Centenos e Guterres do novo mundo, o quinto império pessoano por cumprir.

Todavia, a teoria em muito destoa da prática real. As escolas públicas portuguesas não são ambientes plenos de alunos curiosos, predispostos para a descoberta individual, ciosos do seu processo de aprendizagem. Aliás, estamos nos antípodas deste paradigma. A apatia, os alunos hiperativos, os alunos com necessidades educativas especiais, os alunos que ingressaram no ensino secundário porque as escolas os cobiçam de forma a manter a sua autonomia, independentemente do encaminhamento errado. Misturamos alunos de origens várias, interesses semelhantes na sua apatia e letargia, desinteresse sobre e qualquer realidade exterior ao seu universo de amigos virtuais ou bloggers patéticos. Aconchegadinhos, às três dezenas, em salas frias, mal equipadas, sem livros, computadores, ou especialistas que permitam ao professor garantir o devido acompanhamento para uma investigação que quer ser autónoma por parte de alunos que há muito não o são.

Acresce a isto, os muitos alunos cujo futuro será hipotecado porque se imagina o sucesso imediato do novo currículo. Fórmulas químicas, células, equações matemáticas ao nível do secundário adquiridas de forma autónoma, com erros continuados até à obtenção da excelência. O aluno estruturado, com as aprendizagens essenciais que farão dele um autodidata, completamente independente da teoria monótona da aula expositiva do professor entediante.

Nunca fui e nunca serei contra a mudança. Sou a maior apologista da mesma. Os professores não são, na sua maioria, contra a mudança, quando esta se prova benéfica para os alunos. Pelo contrário, os professores reconhecem a complexidade do que têm entre mãos – do Tomás, que não pára quieto, cujas consultas de pedopsiquiatria continuam pendentes, do Diogo, que é incapaz de escrever o sumário antes de tirar todas as canetas do estojo, bem como a comida da mochila, e a roupa de educação física, ou dos alunos prestes a atingir a maioridade que, apesar de estarem presentes numa aula de teoria sobre conteúdos que irão exercer profissionalmente e de que gostam, optam por realizar uma competição de flatulência dentro da própria aula. E isto apenas no dia de hoje.

Numa tentativa de deixar que os alunos fizessem a sua própria pesquisa, com recurso ao novo deus da internet, um deles, que viveu em Londres durante um ano, afirmou que a cidade se localizava no norte de Inglaterra; outra, que Barcelona era a capital de Espanha. Admitamos: para chegar à perfeição, serão necessários muitos erros. O que me preocupa, como à maioria dos professores, prende-se com a ignorância de quem emana esta flexibilização como se de os Dez Mandamentos se tratasse, negligenciando as famílias desestruturadas, os alunos especiais, as escolas marginais e o panorama real desta nova geração cuja curiosidade nula invalida qualquer flexibilização idealizada nos contornos perfeitos de um ministério e diretores obedientes afastados da sala de aula há várias décadas.

(…)»

Por: Hugo Pinto* (Professor)

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

O Regresso às Aulas

Setembro 20, 2017 em Atualidade, Concelho, Educação, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Sandra Martins

O regresso às aulas é um dos acontecimentos do ano. Desperta uma mistura de emoções: alegria, euforia, melancolia, ansiedade e entusiasmo. E também um sentimento de esperança: “Este ano é que vai ser!”, “Vou estudar desde o início.”, “Vou ser mais organizado.”, “Vou ter mais paciência para o meu filho.”, “Vou acompanhar mais o meu filho.” Trata-se de um recomeço e gostamos desse sentimento. Significa mais uma hipótese para concretizarmos os nossos objetivos e sonhos!



Vamos, então, encarar o regresso às aulas com otimismo e conduzir as (boas) energias para os objetivos a que nos propomos!

Um dos objetivos (principais) é obter sucesso escolar. O que representa para cada um de nós, o sucesso escolar?

Acredito que o sucesso escolar traduz-se de uma forma muito simples: “O meu filho gosta de ir à escola e está a aprender.” É um equilíbrio entre essas duas condições, sendo sustentado pela relação que desenvolve com os professores, os colegas e a escola. O acompanhamento dos pais é fundamental. Os alunos, com melhor acompanhamento em casa, têm condições mais favoráveis para obter sucesso escolar.

O envolvimento emocional dos pais faz toda a diferença no percurso de vida de qualquer criança ou jovem e, consequentemente, no seu percurso escolar.

Cada criança, cada jovem representa um mundo a descobrir e interpretar. Para os pais, há orientações transversais a todos esses “mundos”.

– Fazer perguntas simples: “Como foi o teu dia?”, “O que gostaste mais?”, “O que aprendeste?”, “A matéria é mais difícil? Ou mais fácil?”, “Quais foram as brincadeiras no intervalo?” (conversar é uma boa maneira de sabermos aquilo que pensa).

– Ouvir com atenção (as expressões faciais e gestuais oferecem pistas para uma melhor compreensão).

– Responder às perguntas, mesmo que pareçam nunca acabar (estimular a curiosidade é estimular a procura do conhecimento).

– Valorizar o esforço e os progressos, mesmo que sejam pequenos (a motivação torna a aprendizagem mais eficaz).

– Passar tempo em conjunto, todos os dias, sem trabalhos de casa, nem obrigações (e sem telemóveis).

No fundo, com esses pequenos (grandes) gestos, mostramos interesse e que estamos juntos nessa nova etapa.

A rotina do dia-a-dia é avassaladora. Devemos ser nós, pais, a exigir esse tempo de qualidade, definir prioridades e criar novas rotinas. Não há vidas perfeitas, nem pais perfeitos. O grande desafio é aceitar isso com tranquilidade e gerir cada dia da melhor forma. Um dia de cada vez!

Um Novo Ano Letivo com muitos sonhos concretizados para todos!

Por: Sandra Martins* (Professora).

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do/a autor/a)

Águas de Barcelos leva “Água Segura” a todas as Escolas do Concelho

Agosto 23, 2017 em Atualidade, Concelho, Educação Por barcelosnahorabarcelosnahora




Com o objetivo de educar os mais pequenos sobre a vitalidade da água e sobre os ciclos natural e urbano desta, a ação letiva “Água Segura”, promovida pela Águas de Barcelos, chegará a todas as escolas de ensino básico do concelho, a partir do ano letivo 2017/2018. O projeto já leva, todos os anos, a educação ambiental aos alunos barcelenses do 1º ciclo.

No ano letivo de 2016/2017, o projeto educativo abrangeu 950 alunos, tendo estado em 61 escolas de 8 agrupamentos escolares. De acordo com a empresa, “o empenhamento e a satisfação manifestada pelos professores e alunos no ano letivo que agora terminou foi um estímulo importante para a continuidade do projeto educativo, que no próximo ano letivo contará também com o Agrupamento de Escolas Gonçalo Nunes, cobrindo assim 100% das escolas públicas do concelho”.

A mesma empresa “considera a educação ambiental fundamental, pois as crianças, ao crescerem consciencializadas sobre a importância deste recurso, e como a água é usada pelo ser humano, irão certamente adotar comportamentos mais ecológicos na sua vida futura”.

Além das ações letivas, de modo a consolidar alguns dos conhecimentos adquiridos, os alunos participam num concurso interescolar de desenho sobre os “Ciclos natural e urbano da Água”, onde os desenhos mais precisos, criativos e originais são premiados. Todos os alunos que recebem certificados de participação e garrafas de água reutilizáveis.

A Águas de Barcelos salienta que “o objetivo pedagógico desta ação é educar as crianças sobre a importância do ciclo natural da água na renovação dos nossos reservatórios naturais de água doce, e que o ciclo urbano da água, ao tratar a água para consumo humano e os esgotos resultantes das atividades domésticas e industriais, é muito importante como resposta ao problema da poluição, contribuindo significativamente para promover a saúde da população e proteger os nossos recursos hídricos”.

Fonto e foto: AdB.

Escolas da ACR Roriz em 2º Lugar no Encontro Inter-regional

Março 21, 2017 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

No passado domingo realizou-se o 1º Encontro Inter-regional de Escolas de Ciclismo de Estrada, na Fogueira – Sangalhos.

Os jovens atletas estiveram em grande destaque tendo obtido o 2º lugar da classificação geral.

Fonte e imagem: ACR Roriz.

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