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Futebol Clube do Porto

O caminho marítimo para o mercado de transferências

Outubro 8, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
João Dias

À terceira jornada, o Porto já conhece o sabor da derrota. Não é nenhum indicador alarmante, no ano passado perdemos em Barcelos na 1ª jornada e o final do campeonato foi glorioso. Contudo, a equipa parecia estar a atravessar um bom momento e não era, de todo, expectável que o Porto perdesse este jogo frente ao Marítimo.



Não tenho muito interesse em abordar o jogo, é daqueles jogos onde a minha opinião esbarra na de alguns adeptos. Não considero que perder seja sinónimo de jogar mal, devemos avaliar as nuances de cada jogo e, assim, tentar explicar melhor o que lá ocorre. Foi, claramente, aquele típico jogo em que o Porto poderia ter ganho a partida, fez o suficiente, o problema é que do outro lado esteve uma equipa que também o fez (dentro do seu estilo de jogo defensivo, ao qual já estamos habituados). Foi o melhor jogo do Porto? Não! Mas uma bola (duvidosa) em cima da linha de golo e um penálti falhado são mais do que fatores suficientes para afirmar que o jogo poderia ter contornos diferentes. E por falar em penálti, cabe-me também admitir, em rigorosa análise, que o Porto foi mais beneficiado do que prejudicado pela equipa de arbitragem, que não esteve ao nível da 1ª Liga (ainda que grande parte dos casos do jogo sejam de difícil análise).

Houve empurrões na área, não houve empurrões; a bola entrou toda, a bola não entrou; era penálti, não era penálti…pouco importa, o Porto perdeu e perdeu bem, contra uma equipa que veio muito bem organizada para fazer o seu jogo. Parabéns ao Marítimo.

Assino por baixo o discurso do final do jogo, do Sérgio Conceição, baixar a cabeça, perceber o que esteve mal, trabalhar e voltar já (!) às vitórias.

E a primeira vitória veio de fora das quatro linhas. Creio que o Porto fez um excelente mercado de transferências dentro da realidade do clube. Não dou muito crédito a quem criticou a saída de Brahimi e Herrera a custo zero e agora também criticou a saída de Alex Telles por achar o valor demasiado baixo. Temos que perceber que o futebol mudou, como ouvi algures: “hoje em dia, os jogadores mandam nos clubes, os clubes são nada mais que montras para os atletas”. Portanto, escolham: ou temos os atletas e o seu rendimento desportivo até que finde o contrato; ou temos nos nossos cofres o valor de mercado que eles representam (que é definido também em função do tempo de contrato que lhes resta). E é esta a realidade, em dois meses, o Alex assinaria livremente por qualquer outro clube. Assim, beneficiamos de bons anos com o atleta nos quadros e ainda nos rendeu uns bons 20M.

Danilo foi explicado taxativamente pelo presidente, não poderei encontrar palavras que definam melhor o negócio. Diogo Queirós no Famalicão é um caso à parte…peço que aguardem pela próxima época e perceberão esta “jogada do Diogo”, poderá chegar alguém interessante daquele clube, para além do Porto garantir uma boa parte do passe do jogador.

Entradas. Para percebermos melhor o que de bom e mau pode fazer um empréstimo, pergunto-vos o seguinte: gostavam que o Zé Luís tivesse sido emprestado ao Porto ao invés de vendido? Olhem os milhões que teríamos poupado! Pois esta é a realidade do Porto, não se pode dar ao luxo de contratar “Imbulás”. Empréstimos de Felipe Anderson, Grujic e Sarr, caso corram mal, no final do ano voltam ao clube mãe; se correr bem, é bom sinal, quer dizer que os críticos de bancada estarão nos Aliados a “criticofestejar”.

Esperem para ver! Sejam exigentes e atentos como sempre fomos, mas confiem em quem lá está. Confiem no Sérgio…as contas fazem-se no final. E alerto para uma última coisa, quando eu tenho um problema familiar trato-o dentro de minha casa, não vou para a rua (Facebook) gritar alertando tudo e todos. O Porto é a nossa grande família, apareçam nas assembleias, sejam construtivamente críticos, mas no local certo. Só assim evitaremos títulos de CMTV´s a dizer que há tensão/insatisfação no clube.

Um bem-haja a todos os amantes do desporto, aos Barcelenses e outros possíveis leitores por este mundo fora.

Viva o F.C.Porto! Viva o F.C.Porto!

Por: João Dias*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

“La Manita”

Outubro 1, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
João Dias

Gostaria de começar esta crónica e esta nova etapa, cumprimentando, cordialmente, todos os leitores do Barcelos na Hora. É com enorme prazer que escrevo o meu primeiro artigo de opinião neste jornal e não queria começar de outra forma, que não fosse, enaltecendo o brilhante trajeto do meu antecessor, Vítor Sá Pereira, ao qual deixo um abraço bem apertado. É, e sempre será, um enorme prazer opinar em tons de azul e branco, espero estar ao nível e ter sempre algo de atrativo para vos transmitir.



Por ser a primeira crónica, talvez faça sentido uma pequena apresentação de quem vos escreve deste lado. Sou o João Dias, de Barcelos, sócio número 116764 do F.C.Porto e, deixando aqui o meu agradecimento pelo convite do Barcelos na Hora, terei o enorme prazer de comentar, semanalmente,  o panorama do Dragão.

Dizem que “o futebol não nos dá de comer”, mas eu já tive a sorte de poder misturar a minha profissão com o meu amor ao clube. Por ser profissional na área da música, já pude tocar dentro do Estádio do Dragão e até, mais “improvável” ainda, dentro do balneário do F.C.Porto após umas das nossas vitórias categóricas sobre o rival encarnado. Já percorri grande parte das casas do Porto, de norte a sul do país, com a minha guitarra, conheci inúmeros adeptos, fiz amizades, vivi momentos de êxtase e senti o que é o verdadeiro “MAR AZUL” que o Sérgio tanto fala. Estes e outros detalhes fazem-me olhar, avaliar e comentar o que é o Porto de uma forma mais próxima e apaixonada, alertando, ainda assim, que não tenho qualquer tipo de informações privilegiadas do quotidiano do clube. Abordarei sempre o que de bom e mau se passe no clube, não tendo nunca necessidade de fugir a nenhum tema. Era adepto assíduo no Estádio do Dragão e praticamente em todas as deslocações, mas a pandemia veio impedir esta minha paixão. Havemos de voltar!

E que bela semana para assumir as rédeas desta crónica, começando por comentar o tão aguardado derby da Invicta. Ainda que a primeira parte assustasse os inseguros, a verdade é que o jogo acabou por ser um autêntico passeio para o F.C.Porto. Cinco golos na segunda parte mostraram que, para além da componente técnico-tática, os atletas do Porto estão em excelente condição física! E assumo isto, não como um demérito do Boavista, mas sim, como um mérito do Porto. A grande parte das equipas do campeonato estão fisicamente exaustas por volta do minuto 70 – o que é normal para esta fase de fim de pré-época/início de época (de salientar que, junto com o Porto, o Benfica também parece estar com boa frescura física).

Para quem não viu o jogo: Corona abriu a contagem do marcador com um golo pouco ortodoxo (“remate de bica”) à passagem do minuto 47’. Recebeu a bola já bem perto da pequena área e quando Rami esperava que ele procurasse o seu melhor pé para chutar (o direito), adiantou a bola para o seu pé esquerdo, que “fuzilou” autenticamente a baliza axadrezada.
O segundo golo nasce da conversão de um livre à entrada da área mesmo ao jeito de Sérgio Oliveira que, com alguma sorte à mistura, conseguiu introduzir a bola na baliza adversária depois da mesma desviar num toque infortuno de Javi García.
Com naturalidade, surgiu o terceiro golo: fantástico passe em profundidade de Sérgio Oliveira (“jogas tanto Oliveira”) a desmarcar Marega, que, na cara do golo, rematou de primeira para o fundo das redes – fantástica execução de Marega que tantas vezes nos deixa com o coração nas mãos.
O quarto golo nasce de uma jogada estudada. Lance bonito, de laboratório, merece ser visto e revisto. Acaba por ser Marega a marcar novamente, mas a jogada passa por Sérgio Oliveira, Otávio, Corona e Marega.

O quinto golo é feito por Luis Díaz, que começou o jogo na condição de suplente, com um remate pouco eficiente, embrulhado, mas como se encontrava sozinho numa zona privilegiada de finalização, acabou por conseguir marcar e fechar, assim, o resultado. Bom jogo e boa vitória num estádio complicado!

Outro assunto que não poderia deixar de comentar, até pelos ânimos de ambas as partes que têm vindo a exaltar: a inesperada contratação de Otamendi pelo SL Benfica. Devo admitir que fiquei um pouco desiludido com a notícia, especialmente porque se falava da possibilidade de ele ingressar no F.C.Porto. Não sei em que estado físico se encontra o jogador, mas se estiver a 70% do que era no passado, serve perfeitamente para o campeonato português. Parabéns ao Benfica pela sua contratação.
Fico, no entanto, um pouco confuso, tendo em conta as recentes publicações do atleta nas suas redes sociais pessoais, onde parecia demonstrar um “Portismo” atroz, enaltecendo e relembrando antigas glórias sobre o rival que agora representa. Mas, como já não é novidade, vivemos na era do Fut€bol Mod€rno e essa é, aparentemente, mais do que justificação para tais incongruências.

Concluo esta crónica, desejando os Parabéns ao F.C.Porto e a todos os seus aficionados por termos celebrado 127 anos de história no passado dia 28 de setembro. Para além dos habituais rituais desta festividade, foram ainda entregues os Dragões de Ouro referentes à época transata (já que a gala destinada aos mesmos foi cancelada pelos motivos que todos sabemos). A grande surpresa acabou por ser o Dragão de Ouro de “parceiro do ano”, entregue à claque dos Super Dragões pelo incansável contributo que deram ao longo da época, “empurrando” a equipa em todos os momentos.
Um bem-haja a todos os amantes do desporto, aos Barcelenses e outros possíveis leitores por este mundo fora.
Viva o F.C.Porto! Viva o F.C.Porto!

Por: João Dias*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Há vitórias que custam caro, outras que saem com descontos!

Setembro 23, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Vítor Sá Pereira

Olá, Leitores do BnH!

Antes de começar com a crónica, queria dizer que esta será a minha última.

Por motivos de ordem profissional, não poderei continuar com este espaço em que, nos últimos cerca de 4 anos, dei a minha opinião, sem qualquer tipo de receio, até porque a honestidade e frontalidade são valores que estimo e não consigo ser de outra forma.



Se fui agradável?…Talvez não! Se fui verdadeiro?…Totalmente.

Dois golos, uma assistência, 3-1 no arranque da defesa do título diante de um dos adversários mais cotados da Liga. Se Telles vai embora, só haveria melhor forma de despedir-se do Dragão se houvesse público nas bancadas a prestar-lhe a homenagem que merece.

Mesmo sem arrasar, o FCP mostrou segurança, consistência e maturidade para virar um resultado adverso, segurar o ímpeto adversário e sentenciar o jogo nos minutos finais.

Antes da bonança azul e branca, o temporal vindo do Minho!

Chuva, vento, frio…Tudo isto a juntar a uma pandemia que deixa o mundo em alerta e os estádios vazios. Seria difícil encontrar um cenário mais deprimente para aquilo que devia ser uma noite de festa, como são quase todos os arranques do campeonato.

A vibração deu lugar ao eco, mas nem por isso, a emoção deixa de se sentir, mesmo que remotamente.

Esta noite, os raios e coriscos começaram cedo para o campeão nacional, que, aos 20 minutos, começou a perder com uma «traição» de Castro, que nem festejou o seu regresso ao futebol português, sete anos depois, devido ao seu amor pelo FCP.

O que aconteceu antes disso, foi domínio portista. O que aconteceu depois, até ao intervalo, também. Com um pequeno interregno para o quase 2-0 bracarense, com um golo anulado a Ruiz, mal a bola foi ao centro, momentos depois de inaugurado o marcador.

Até que o campeão acordou antes do intervalo, dedicado a suprir a falta de eficácia antes de ouvir Conceição no balneário.

Aí, apareceu Telles, decidido a deixar saudades. Primeiro, num cruzamento a colocar a bola, «com a mão», na cabeça de Sérgio Oliveira; depois, a cobrar um penálti «à bomba», depois de Marega ter cumprido o seu papel de «cântaro que vai à fonte».

Conceição, sem o castigado Díaz e mais uma série de não inscritos, apostou nos rotinados e não apresentou reforços de início. O técnico portista escolheu um 4-3-3 para encaixar no 3-5-2 bracarense e manteve-o do início ao fim.

O Sp. Braga entrou na segunda parte afoito e só não empatou porque Ricardo Horta ficou deslumbrado na cara de Marchesín.

Conceição atrasava as substituições, mantendo, até ao limite, o 4-3-3 que lhe garantia um controlo maior do jogo. Até aos 5 minutos finais, fez apenas entrar Zaidu para o lugar de Sérgio Oliveira, já amarelado, puxando Otávio da ala para o meio. E quando Loum entrou com Taremi, aos 85m, o FC Porto não mexeu na estrutura – por exemplo, Corona saiu, mas Marega foi puxado para a direita.

Lá na frente, ficou Taremi ao meio, que, pela primeira vez que tocou na bola, sofreu o penálti com que Telles haveria de bisar e acabar com as dúvidas no resultado.

Uma bola nos pés do iraniano bastou para lhe perceber o critério e inteligência com que se move, obrigando o seu marcador direto a errar. Dos reforços, também Zaidu mostrou, sobre a esquerda, a sua «velocidade furiosa».

Tudo sob controlo, mesmo perante um Sp. Braga que, a espaços, mostrou qualidade e profundidade nas opções do plantel para manter os nossos Dragões em sentido quase até final.

Arrasar, não arrasou. Mas este FC Porto fez algo que o seu treinador gosta ainda mais: mostrou maturidade para vencer um dos jogos teoricamente mais difíceis deste arranque de Liga.

Há vitórias que custam caro, outras que saem com descontos!

Boa sorte para o FCP no Campeonato e Liga dos Campeões e que LFV esteja inocente…para bem de todos!

Desculpem qualquer coisinha!

Protejam-se e sejam felizes…sempre!

Por: Vítor Sá Pereira*.

[Nota do Diretor: Caro Vítor, é com emoção que escrevo estas poucas linhas para te dizer que és um dos que “fundou” este Jornal, que também é teu. Estás connosco desde o início, desde que iniciámos os espaços de opinião clubística! Farás sempre parte desta “família”. Já dizia Luís Vaz de Camões: “Que outro valor mais alto se alevanta». Mas ficarás sempre no nosso pensamento e julgo que o FC Porto e os portistas te agradecem pela defesa das suas cores ao longo destes últimos anos! Estamos-te – Barcelos na Hora –  muito gratos, grande Vítor Sá Pereira!!]

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Conquista saborosa

Agosto 11, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Vítor Sá Pereira

Olá, caríssimos leitores do BnH!

Espero que se encontrem bem, protegidos e, se for o vosso caso, “Boas férias” com máxima segurança e responsabilidade.

Depois do título de Campeão Nacional, agora vencemos a mítica “Taça de Portugal”, nove anos depois da última conquista.



Esta tem um sabor bastante especial porque ganhar ao clube dos “milhões” é sempre saboroso, nem que fosse no Torneio do Guadiana.

Cedo se percebeu que iríamos ter um FCP focadíssimo e agressivo, mas num preciosismo total do Sr. Soares Dias, ficámos a jogar contra 10 muito cedo. Sinceramente, pensei que com a expulsão de Díaz o jogo estivesse inclinado para a vitória das Águias e o zero a zero ao intervalo foi fundamental para a equipa relaxar e discernir.

SC, ao seu estilo, foi também expulso, e bem. Apesar de ter razão, perdeu-a na forma como protestou! A questão da expulsão certamente uniu o grupo no descanso e a atitude e foco foram ainda mais fortes.

Em dois lances de bola parada “matámos” os “milhafres”. Na bola parada, o FCP é implacável, com Mbemba a fazer, duas vezes, de Zé Luís, Soares, Marega, Aboubakar e Fábio Silva!

Estes golos, além de darem o título ao FCP, foram um prémio justo para o MBemba, sempre humilde, paciente e trabalhador. Aquele sorriso disse tudo.

Soares Dias queria ser um dos destaques da partida e decidiu inventar um penalty para animar o jogo. Mas só com esses “esquemas” o Porto sofria golos. A defesa estava intransponível e até podiam ser dois “Benficas” a atacar, ou até as suas novas aquisições e o seu novo treinador a tentar, que não levavam nada.

Vitória justa de uma equipa que, sempre que eleva os valores Porto, não perde!

Quem diria que uma época que começou com a eliminação da Champions numa fase precoce, a perda de milhões, o controlo do fair-play financeiro, a derrota na primeira jornada, a “casa a arder” em janeiro com a derrota na final da Taça a da Liga, a desvantagem de 7 pontos a certa altura no campeonato, iria ter este desfecho?!

Os especialistas dizem que foi demérito de alguém. Eu talvez ache, até, mais incompetência.

Dei o campeonato por perdido na derrota em Famalicão e no empate nas Aves, mas a partir daí, o Porto parecia uma locomotiva. Mérito de SC? Sim, mas só. Acredito no “Midas touch” de Pinto da Costa e na união do plantel. Parabéns a todos, sem exceção. Foi magnífico e uma tremenda alegria em tempo de pandemia. Os adeptos mereciam um festejo “à séria”, mas a saúde pública está em primeiro lugar.

Agora é tempo de arrumar a casa e espero que o façam com a porta fechada. Terá de haver um grande equilíbrio entre manter a equipa competitiva e as contas do clube.

Deixem os canais e jornais arranjarem 500 jogadores para o rival e falarem do JJ 24 horas por dia, que eu acredito na gestão da estrutura.

Já agora, essa jogada de falarem do SLB 24 horas é ótima para desviar atenções e o fim dos programas com comentadores na SIC e TVI é uma tática feliz para as eleições do Benfica…LOL!

Se SC ficar, fico contente, se sair, fico feliz. É a minha opinião e estou grato pela sua raça e portismo.

Agora é tempo de descansar e disfrutar porque o sucesso é efémero.

Obrigado por me lerem e desculpem qualquer coisinha. Nunca quis ter razão, apenas falei com o coração.

Até à próxima!

Cuidem-se…

Por: Vítor Sá Pereira*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Campeões, Campeões, nós somos Campeões!!

Julho 28, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Vítor Sá Pereira

Olá, caríssimos leitores do BnH!

Espero que se encontrem bem e a aproveitar o verão, e o desconfinamento com total responsabilidade. 



Quanto a nós, portistas, andamos todos vaidosos e “lampeiros” a desfilar as nossas faixas de campeão, contrastando com a azia que vai na grande parte da comunicação social.

É que, para essa gente, convém falar 23 horas por dia no JJ e, na outra hora, tentarem “salvar” LFV.

Nos últimos dois jogos do campo, vencemos um e perdemos outro.

A goleada ao Moreirense, por 6-1, fez lembrar tempos antigos e a grande parte dos golos foram autênticas “obras de arte”. Até o Marega fez golo de livre direto! LOL…

A entrega do troféu foi um momento especial e que merecia a presença da família portista, mas infelizmente, os tempos não dão para isso e o Bruno Nogueira também não estava lá. 

Não percebo porque as esplanadas e praias estão cheias de pessoas e sem distanciamento e proteção, e porque não deixam pessoas assistir aos jogos, devidamente distantes e protegidas?! Os sócios deveriam ter prioridade nas entradas dos estádios.  Mas é o que é e quem pode manda.

O jogo em Braga foi para cumprir calendário, mas eu gostava de ter ganho esse jogo, pois o Braga não entra nas minhas simpatias e porque já nos tinham ganho duas vezes este ano.

Entrámos bem, mas acabámos mal. Derrota justa pela horrível segunda parte.

O subconsciente já estaria, certamente, na final da Taça, coisa que eu não gosto que os jogadores façam. Espero que as lesões de Luis Díaz a Uribe não sejam graves.

O jogo de sábado é mais do que uma final da Taça, é um jogo frente à “Juventus de Portugal” e que domina a comunicação social e parte do nosso Portugal!…Até rima…LOL…

Querem apostar em como a comunicação social centralista, durante esta semana, vai dar importância à Taça de Portugal como se da Champions League se tratasse??!

Cuidem-se.

“Campeões, Campeões, nós somos Campeões”!!

Por: Vítor Sá Pereira*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

E o FCP é Campeão Nacional!!

Julho 16, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Vítor Sá Pereira

Olá, caríssimos leitores do BnH!

Espero que se encontrem bem.

E o FCP é Campeão Nacional!!…Estou super feliz como devem calcular, mas não arrisco em festejar na rua e com aglomerados.



Queria apenas tocar num assunto delicado do jogo em Tondela até porque não fujo das feridas.

A reação de Marega em Tondela é de uma imbecilidade total! O maliano, que não tem o melhor feitio do mundo, depois de lhe ter sido negado bater o penalty, chuta a bola para a bancada, não festeja, nem entra na roda coletiva. Criou um caso desnecessário numa altura especial para o clube. Depois, vem para as redes sociais pedir desculpa…Dessas desculpas estou eu cheio! Sou grato ao Marega por muitos golos decisivos, mas depois das férias, que embarque noutro projeto que não o da Invicta.

Quanto a esse jogo, vitória justa e que nos deixava a 1 ponto do título.

Eis que chega o jogo contra o Sporting, um embate tremendamente difícil até porque tem um treinador que custou 10 milhões.

Sabia que o Porto não perdia pontos neste jogo. A equipa, nos últimos jogos, mostrou-se unida e focada. Dois golaços, de Danilo e Marega, fecharam as contas do título!

Podia ter sido um “saco azul”, mas foram golos suficientes.

De salientar que, além de campeões, somos, para já, a melhor defesa e ataque.

Quem diria que isto ia acontecer depois da derrota em Famalicão e do empate nas Aves?!

Este título foi possível porque todos acreditaram e porque, apesar de muitas vezes o FCP não jogar “porra nenhuma”, o nosso rival ainda era pior. Essa é que é a grande verdade!

Valeu pela raça, querer e atitude nesta reta final. Basicamente, isto são valores “Porto”!

Vou tentar ser coerente com os meus últimos discursos. Apesar de Sérgio Conceição ter sido campeão 2 vezes nos últimos 3 anos, por mim, ficava por aqui a ligação ao clube e saía em grande.  Sou grato pelo muito que fez com pouco, mas precisamos de ideias novas para o comando técnico. Portismo não chega! 

O misto da experiência e a aposta dos jovens foi, também, algo que gostei de ver neste final de campeonato. O banco do FCP, nestes últimos jogos, parecia uma equipa de juniores…hehehe

Se tivéssemos o marketing dos “cartilheiros”, os nossos meninos custavam mais de 127 milhões…cada um!

Sinceramente, nunca pensei que este título fosse acontecer depois da desvantagem que já tivemos e depois da paragem forçada.

Espero que nestes jogos, a equipa mostre o seu profissionalismo, seriedade e que comece a preparar o jogo frente ao Benfica, para a Taça de Portugal.

Parabéns a todos e, por favor, “num bindes para a festa”, festejem em casa ou isolados, o vírus anda por aí.

Viva o FCP, o novo Campeão Nacional, que foi mais forte e competente que a “Juventus” de Portugal”

Por: Vítor Sá Pereira*

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Próximo jogo em Tondela é importante e difícil

Julho 6, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Vítor Sá Pereira

Olá, caríssimos leitores do BnH!

Espero que se encontrem bem e com saúde. Não facilitem e protejam-se.



É isso que o FCP tem feito, não tem facilitado.

O jogo frente ao Paços de Ferreira foi “sofridinho”, mas o que interessava era mesmo a vitória. Gosto quando o Porto marca cedo pois a equipa solta-se e o discernimento é outro.

O Paços teve momentos em que encostou o Porto, mas depois da derrota do SLB na Madeira, era imperioso vencer, nem que fosse com os 18 em cima da linha de golo!

No regresso ao Dragão, frente ao Belenenses SAD, a equipa entrou confiante e com moral. Nem sempre a jogar bem, mas a ter bola, a jogar no último terço, a marcar, a falhar, a ter golos anulados, situações de possível penalty, etc.

Soares, com um golo à ponta de lança, mandava o Porto mais tranquilo para o descanso.

A segunda parte foi “à FCP dos antigos”. Dominador, esclarecido, criterioso e com “golo”. Trabalhar sobre vitórias é bem mais fácil e melhor.

Sente-se a harmonia e a felicidade no jogo e na relação entre todos.

Fiquei orgulhoso de ver que no banco do FCP mora muito do futuro desta equipa, jovens como Diogo Costa, Tomás Esteves, Vitinha, Fábio Vieira e Fábio Silva são frutos de uma grande escola que é a do Seixal…ups…do Olival! Para quem dizia que o FCP não apostava na formação, aí está a prova!

Na última crónica salientei que Luis Díaz não apresentava consistência. Parece que me ouviu e ficou enfurecido e nos brindou com um golo, não de levantar o estádio, porque não há adeptos, mas com um golo de levantar-me do sofá!

Queria, também, destacar a solidez defensiva da equipa.

O próximo jogo em Tondela é importante e difícil, já que os tondelenses estão aflitos.

O título está perto, mas continuo a ser muito realista, Porto e Benfica já foram capazes do melhor e do pior.

Era ótimo que o FCP fosse campeão, não só pelo “caneco”, mas para uma limpeza profunda no plantel, etc.

Por falar em Benfica, querem ver que o Nélson Veríssimo é o novo Mourinho e que vai ser brindado com renovação e cláusula de rescisão de 50 milhões?? Pensei que ia ser este o título do “A Bola” no domingo!…LOL

Para terminar, queria dar os parabéns ao Gil pela vitória frente ao Rio Ave e pelos 89% do objetivo atingido.

Abraços e cuidem-se.

Por: Vítor Sá Pereira*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Qualquer jogo, agora, é tremendamente difícil e nivelado!

Junho 26, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Vítor Sá Pereira

Olá, caríssimos leitores do BnH!

Espero que se encontrem bem de saúde.



Infelizmente, não houve São João, mas houve Santa Clara!…LOL

Não só a vida dá voltas, o futebol também dá.

Não me lembro de ver um jogo do Porto tão tranquilo, isto devido à derrota das Águias, minutos antes.

Era pedido ao FCP pelo menos um empate para ficar isolado na liderança.

Sérgio Conceição começou o jogo insistindo no 4x4x2, que é um sistema que, para dar frutos, tem que ter “ferramentas”.

A primeira parte foi horrível, aquele mais do mesmo a que o nosso clube nos habituou.

Qualquer equipa que retire profundidade e espaço aos Dragões, no último terço, fica um deserto de ideias e uma total incapacidade de penetração.

Sérgio Conceição foi feliz nas substituições ao intervalo. Manafá, que é um jogador que eu, particularmente, não aprecio, mexeu com o jogo, deu velocidade e profundidade no corredor, coisas que o Tomás “verdinho” Esteves tentou, mas não conseguiu dar.

Luís Diaz, que é um jogador em quem eu depositei muita esperança, teima em não ser consistente.

O primeiro golo, do Marega, foi a chave para desbloquear o jogo. Um golo conseguido através de uma boa jogada de entendimento, com direito a festejos de Liga dos Campeões, já que todos tínhamos consciência de que a vitória significava mais de 3 pts.

O 2º e o 3º golo vieram através de grandes penalidades bem convertidas e achei que a marcação da primeira penalidade foi exagerada. O 4º golo vem na fase em que o jogo já estava decidido, onde o Porto já fazia uma posse segura e onde Fábio Vieira revelou ter visão e último passe de qualidade!

Não é só no Seixal que há prodígios, os nossos são é mais baratos e não têm máquinas de marketing.

Marega, sem dúvida o melhor em campo, onde, nos últimos jogos, tinha sido dos piores.

Depender do maliano é complicado e nem sempre as coisas saem bem…LOL

Vitória justa e essencial. Mesmo assim, continuo desconfiado deste Porto.

Qualquer jogo, agora, é tremendamente difícil e nivelado. Que o FCP aproveite o embalo deste último jogo.

O que é isso da “Operação sem rosto??! O que fizeram os Super Dragões desta vez?!!…

E o Lage não era o novo Mourinho e o “rei da humildade”??…

Abraço a todos e não facilitem!

Por: Vítor Sá Pereira.*

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Este futebol não me encanta e este Porto desilude

Junho 20, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Vítor Sá Pereira

Olá caríssimos leitores do BnH! 

Apetecia-me abrir esta crónica com um palavrão, daqueles que digo quando vejo o Porto a jogar, ou melhor, “a não jogar”, mas seria pouco elegante e educado da minha parte. Mas certamente me aliviaria deste desgosto que foi o empate contra o último classificado.



Nada fazia prever esta “catástrofe “, mesmo jogando um futebol enfadonho. Eu próprio imaginei de que, se juntasse 11 amigos meus, ganharíamos ao Aves!

Todos os portistas estavam com medo do Xistra e ele até foi simpático ao marcar aquele penalty. Para meu espanto, o marcador do penalty é Zé Luís! Sinceramente, nem sei qual é o melhor pé dele! Até acho que o melhor pé dele é a cabeça!

O penalty foi tão mal batido que dava tempo de o guarda-redes ir beber um café e defender!

O golo poderia soltar a equipa para a tranquilidade e até para a goleada. O guarda-redes ganhou confiança, as “aves” uniram-se e tornaram-se agressivas em busca do “prémio”, já que os pontos para nada serviam e a coisa ficou “preta”!…Calma, que não me refiro a racismo.

A ausência de Alex Telles foi bastante sentida porque Diogo Leite não dá apoio no ataque, nem tão pouco é lateral.

A estreia, tão esperada por muitos, de Tomás Esteves foi, também, cinzentinha!

Depois, temos Sérgio Conceição, numa fase iluminada, que mete Aboubakar aos 88’ em busca de milagres.

Sim, o Porto rematou muito, atacou muito, pressionou muito…mas muito não é bem.

E não sei se estarei a ser injusto, mas este Porto é dos piores que já vi em termos exibicionais e de qualidade individual.

Só Corona é que consegue meter a “xixa” lá dentro.

Próximo jogo é contra o Boavista? O favoritismo é dos axadrezados! Não me surpreenderia a vitória dos vizinhos, que estão num belo momento.

A liderança, agora, é partilhada porque o Benfica ganhou um jogo dificílimo, contra 9!

Quando foi anulado um golo ao Benfica na primeira parte, eu sabia que a segunda parte iria ser “especial”!

Como tudo muda no futebol! De uma semana para a outra, até o Weigl já sorriu…(Brincadeirinha).

Este futebol não me encanta e este Porto desilude.

Até à próxima e cuidem-se!

Por: Vítor Sá Pereira*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Vamos tendo Corona!

Junho 13, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Vítor Sá Pereira

Olá, caríssimos leitores do BnH!

Será que me podiam responder a uma dúvida que tenho? O jogo do Benfica em Portimão já terminou??…É que da última vez que espreitei estava com 100 minutos de jogo! Era para saber se iria comentar a liderança isolada ou partilhada do FCP.



E falando do meu clube, que continua a jogar mal e “porcamente “, mas que vai tendo “Corona”, tem nome de vírus, mas é um menino que não sabe jogar mal e que desencanta golos de uma forma espontânea que até parece fácil para quem vê.

Começámos bem, a marcar e a dar um pontapé na ansiedade, mas não demos os pontapés certos durante o jogo.

A troca de Zé Luís por Tiquinho trouxe mais qualidade no jogo aéreo, mas sem resultados, e Manafá, à direita, disfarça um pouco a sua mediocridade de jogador de nível alto. A dupla Pepe e Mbemba precisa de mais jogos para um melhor entrosamento.

Já agora, alguém viu o Marega?? É que eu também não!

O regresso de Alex Telles foi de salutar, mas percebeu-se que não estava bem fisicamente e acabou, até, por ser expulso, injustamente, na minha opinião, mas os “padres” é quem mandam.

Acabámos o jogo a “sofrer” com 5 defesas e 2 trincos e, já que não se joga bem, o importante é ganhar.

Será que as péssimas exibições do Porto têm a ver com a falta de ritmo?? Ou falta de mais qualidade??…Aplausos para mais uma estreia de um jogador da “cantera” portista. Fábio Vieira é craque! Que a gestão do miúdo seja bem-feita.

A liderança deve ser, também, agradecida ao Benfica que até faz do Porto um líder sem espinhas.

Ainda bem que as Águias puseram uma “pedra” sobre o assunto dos atentados ao autocarro e ainda bem que Vieira e Lage foram à praia ver o mar juntos!

Que o campeonato continue com esta classificação. Era o que faltava o Porto perder pontos com o Aves, que não ganha a ninguém!

Até à próxima!

Cuidem-se.

Por: Vítor Sá Pereira*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

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