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Futebol

União Desportiva de S. Veríssimo vence 1ª S. Veríssimo Cup de Benjamins

Junho 17, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto port barcelosnahorabarcelosnahora

Realizou-se, no passado sábado, a 1ª S. Veríssimo Cup – Benjamins. O torneio contou com 6 equipas participantes, onde a supremacia da União Desportiva de S. Veríssimo (UDSV) foi bem visível. Com duas equipas de Benjamins a competir, equipa A (atletas nascidos em 2008) e a equipa B (atletas nascidos em 2009), a final foi disputada, precisamente, entre as duas equipas da União Desportiva de S. Veríssimo, com a vitória a sorrir para a equipa dos mais velhos. No final, a festa foi realizada pelas duas equipas ao receberem o Troféu de campeões em conjunto.



O pódio foi fechado pela equipa do Granja FC, seguindo-se as equipas do ND Andorinhas, AFC Martim e do CF “Os Ceramistas” na classificação final.

Para os responsáveis da formação da União Desportiva de S. Veríssimo, o excelente resultado obtido pelos Benjamins do clube em mais um torneio “deriva de um trabalho de qualidade que tem sido realizado por departamento de formação, não só ao nível do escalão de Benjamins, mas também nos restantes escalões. O número de atletas que procuram a União Desportiva de S. Veríssimo para competir subiu significativamente na última época, dispondo assim o clube de mais atletas e atletas de mais qualidade. Deste modo, trabalhando bem com esses atletas, os bons resultados, como o obtido neste torneio, aparecem com naturalidade”, salienta a UDSV em nota.

Para o próximo sábado, 22 de junho, está agendada a 1ª S. Veríssimo Cup para o escalão de Infantis.

Foto: UDSV.

Associação de Futebol Popular de Barcelos realiza Gala 25 anos

Junho 7, 2019 em Atualidade, Concelho, Cultura, Desporto port barcelosnahorabarcelosnahora

No próximo dia 8 de junho, pelas 21h00, a Associação de Futebol Popular de Barcelos organiza a sua Gala 25 anos, que terá lugar no Auditório S. Bento Menni.



Este Gala, para além de servir para comemorar o 25º aniversário da Associação, servirá para homenagear fundadores, dirigentes, clubes, árbitros, entre outros. Haverá, igualmente, a entrega do Prémio de Mérito.

Pelo meio, os presentes usufruirão das atuações da Azeituna – Universidade do Minho e da violinista barcelense Bárbara Carvalho.

Imagem: DR.

União Desportiva de S. Veríssimo volta aos Distritais de Seniores

Junho 6, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Na próxima época futebolística – 2019/2020 –, a União Desportiva de São Veríssimo (UDSV) irá disputar, de novo, as competições da Associação de Futebol de Braga, popularmente conhecidas como as Distritais.



A juntar à aposta nos escalões de formação, onde a União Desportiva de S. Veríssimo dispõe de 7 escalões e tem vindo a registar um número crescente de atletas, “a aposta numa equipa de Seniores para a época de 2019/2020 surge com naturalidade para que os atletas que passam pela formação possam prosseguir o seu percurso dentro do Clube”, refere o clube em nota.

O treinador que comandará a equipa de Seniores na época de 2019/2020 será Bruno Vilas Boas, um jovem treinador que, nos últimos 2 anos, ganhou todos os títulos no Futebol Popular de Barcelos. A última edição da Taça Cidade de Barcelos (2018/2019), a Supertaça (2018/2019) e o Campeonato da 1ª Divisão (2017/2018) foram os títulos em questão.

Este é “um treinador conceituado, com diversos títulos alcançados e com objetivos perfeitamente alinhados com o projeto que a Direção da União Desportiva de S. Veríssimo, recentemente eleita, tem para o desenvolvimento futuro do Clube. A Direção, em conjunto com o novo treinador, está a constituir o plantel de Seniores para a próxima época, prometendo a revelação de grandes novidades nos próximos dias”, conclui a nota da UDSV.

Fotos: AFPB.

União Desportiva de S. Veríssimo grande vencedor da 1ª S. Veríssimo Cup – Petizes

Junho 3, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto port barcelosnahorabarcelosnahora

Realizou-se, no passado sábado, Dia da Criança, a primeira edição da “S. Veríssimo Cup – Petizes”, disputada no Complexo Desportivo de São Veríssimo, em Tamel São Veríssimo.



Este torneio contou com a participação de seis equipas, em que da parte da manhã se jogou a fase de grupos e, da parte da tarde, os jogos de apuramento de 5º e 6º lugar, 3º e 4º lugar e a grande Final.

Na final do torneio, a equipa da casa venceu o Águias de Alvelos, por 4-1, e alcançou o desejado 1º lugar. Na segunda posição ficou, assim, o Águias de Alvelos e a equipa do FC Roriz fechou os lugares do pódio. Seguiram-se, na classificação, o CF “Os Ceramistas”, o CDC Viatodos e o Gil Vicente FC.

Com os pequeninos a mostrar apurado talento dentro de campo, nas bancadas, sempre muito bem compostas, as “claques” das equipas completavam o ambiente de festa e convívio que se viveu no renovado Complexo Desportivo de S. Veríssimo durante todo o dia. Parabéns à organização, que esteve exemplar.

Para o próximo sábado, 8 de junho, está agendada a 1ª S. Veríssimo Cup para o escalão de Traquinas.

Fonte e foto: UDSV.

Vítor Oliveira, novo treinador gilista: “Temos pela frente um desafio muito grande”

Junho 1, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Em entrevista à Gil Vicente TV, levada a cabo por Miguel Sá Pereira, o novo treinador do Gil Vicente FC, Vítor Oliveira, abordou o que pretende para o novo plantel gilista, para a nova realidade do clube barcelense, falou do seu passado e deixou um apelo aos sócios, simpatizantes e barcelenses em geral.



Vítor Oliveira já representou, noutros momentos da sua longa carreira, o Gil Vicente FC e isso pesou na sua decisão de aceitar treinar os gilistas. Essas duas passagens por Barcelos foram determinantes, por poder trabalhar onde gosta, algo que é muito importante quando se está a analisar as propostas que vão surgindo, na opinião do treinador. Outro motivo que o levou a aceitar este desafio foi poder treinar num “clube que há muito pouco tempo fazia parte do núcleo de clubes de 1ª divisão, daqueles clubes estáveis de 1ª divisão, para além de já o ter representado por duas vezes e que me marcou muito positivamente. É um regresso, não diria, às origens, mas é um regresso ao passado, que desejo, possa ser de sucesso porque temos pela frente um desafio muito grande, importantíssimo, não só para mim, para os jogadores, mas, fundamentalmente, para o clube”.

O histórico treinador vem para ajudar a recriar a identidade de 1ª Liga que o clube precisa. “O clube teve, durante anos, identidade de 1ª Liga. Era um clube perfeitamente sustentável em termos de 1ª Liga, já com muitas referências, que de um momento para o outro, e do nada, acabou por perder tudo isso. Fez uma ‘travessia longa do deserto’ e, agora, voltou à ‘luz da ribalta’. É evidente que essa passagem pelo deserto e esta volta rápida à luz da ribalta tem sempre os seus custos. Estamos aqui para tentar minimizar esses custos, para tentar, o mais rapidamente possível, ajustar e criar padrões de 1ª Liga para que possamos ser uma equipa que se possa manter por muitos e bons anos na 1ª Liga. Tarefa extremamente difícil, mas possível, com as pessoas que estão envolvidas em todo este projeto”.

Questionado sobre se seria este o maior desafio da sua carreira, Vítor Oliveira respondeu que pensa que “será o principal desafio da minha carreira. É um desafio tremendo. Muitos me disseram que não deveria assumir este risco. Mas alguém teria que assumir este risco, era precisa uma pessoa com muita experiência para assumir o risco que é constituir, praticamente, uma equipa nova. Transformar um clube que vem de uma época perfeitamente anormal, como a época passada. (…) É preciso mudar toda essa situação, rapidamente preparar uma equipa para jogar na 1ª Liga, um campeonato extremamente difícil. (…) Toda a estrutura tem que ser repensada, montada de novo, potencializada. Tudo isso tem os seus custos, demora o seu tempo e constitui um desafio extremamente difícil. O grau de dificuldade é tão elevado quanto aliciante e, provavelmente, foi essa situação que me seduziu a estar aqui, a dizer presente, a um pedido do Presidente do Gil Vicente, pessoa que muito prezo e que foi muito importante na minha carreira em tempos idos e não poderia responder de outra forma que não com a aceitação”.

O “objetivo é fazer uma equipa sólida”

Dizem os analistas e conhecedores que é nesta fase que se conquistam os grandes objetivos. Sobre o perfil do plantel que está a preparar, Vítor Oliveira salienta que estão “a definir um plantel, no plano teórico, que possa dar uma boa resposta em termos de 1ª Liga. Sabemos que não é fácil. Há equipas que têm tido uma continuidade grande na 1ª Liga e que vão formulando os plantéis com três, quatro, cinco jogadores, todos os anos, mas mantêm uma espinha dorsal que é extremamente importante. Isso não acontece com o Gil Vicente. Penso que o Gil Vicente será, até, caso inédito na nossa Liga. Penso que nunca aconteceu uma situação destas, de completa reformulação do plantel. Estamos a tentar conseguir e não é fácil, como é evidente. São muitos jogadores. Situações pontuais são fáceis de identificar e são fáceis de ir ao mercado e encontrá-las, até. Um plantel completamente novo é muito difícil de o fazer. Estamos atentos ao mercado, temos trabalhado muito. Os responsáveis por todo este trabalho não têm tido descanso. Já conseguimos alguns jogadores, vamos conseguir outros. Estamos a tentar misturar um plantel com jogadores experientes com alguns ainda em fase de formação, com outros que são novos, mas já com alguma experiência. Estamos a tentar misturar isto tudo por forma a conseguirmos o nosso objetivo que é fazer uma equipa sólida. O futebol é um desporto coletivo, onde a soma das individualidades é muito importante. Estamos a procurar as individualidades, que remem todos para o mesmo lado”.

Já tinha trabalhado com o Presidente do Gil Vicente FC, Francisco Dias da Silva, e esse facto contribuiu para aceitar este projeto. Para Vítor Oliveira, Francisco Dias da Silva “já deu provas mais do que suficientes, nos anos que esteve no futebol e fora dele, no Óquei. É uma pessoa competente, um dirigente de grande qualidade e consegue derrubar obstáculos com relativa facilidade. Para um treinador, ser suportado por uma estrutura comandada por Dias da Silva é sempre motivo de algum alento, de esperança e de confiança”.

“Todos os barcelenses vão corresponder”

A celebrar o seu 95º aniversário, sendo Barcelos o maior concelho de Portugal e o Gil Vicente FC o seu maior clube e este na 1ª Liga, será este o momento certo para os barcelenses dizerem presente? Para o treinador gilista, este é “momento certo, momento único e penso que todos os barcelenses vão corresponder. Todos eles sabem da injustiça que foi feita ao clube há uns anos atrás. Todos eles sabem da importância deste ano para o clube, da importância do clube para o desenvolvimento da cidade, a todos os níveis, e para o reconhecimento fora da cidade, do nome da cidade, dos símbolos da cidade, do seu crescimento. Por isso, penso que os barcelenses irão responder na plenitude e irão apoiar o seu clube, vão dizer presente, irão, de uma forma marcadamente bairrista, apoiar o seu clube nesta missão tremendamente difícil que vamos ter pela frente”, sendo que estão “sempre motivados para começar. As mudanças, normalmente, dão essa motivação e este desafio, que eu sei que vai ser um desafio absolutamente tremendo, vai ser um desafio para homens de ‘barba rija’, acaba por motivar mais, para que possamos enfrentar esta difícil tarefa com muita coragem, com muita determinação, com muita sabedoria e, fundamentalmente, com muito profissionalismo”.



Os adeptos podem ter um papel fundamental para o crescimento que a equipa e o clube têm que ter nos próximos anos? Vítor Oliveira afirma que “não podem…vão ter que ter. Este clube só pode crescer com o apoio dos seus adeptos. O campo do Gil Vicente foi sempre tradicionalmente difícil. Na 1ª Liga era um campo onde ninguém gostava de jogar e o apoio dos adeptos era sempre um fator que contribuía, enormemente, para a capacidade da equipa fazer uma oposição tão forte aos seus adversários. Nós contamos, esperamos, temos desejo que as pessoas apareçam em grande número, mas tenho quase a certeza que as pessoas irão corresponder, como corresponderam noutros anos. Penso que só, e apenas, a injustiça que foi feita ao clube, o sentimento de injustiça é que os afastou do apoio ao seu clube.

Entrando um pouco na intimidade no treinador, que não o queria ser na década de 80, olhando para o seu percurso e vê nele um orgulho enorme. “A minha ideia nunca foi ser treinador. Quando estava a acabar o futebol, faltava um ano para acabar engenharia eletrotécnica. A minha ideia era acabar o futebol, voltar à engenharia e seguir a via profissional ligada à engenharia. Surgiu um convite do Portimonense, na altura. Recusei na primeira fase, depois acabei por aceitar e em boa hora o fiz porque acabei por ter um percurso tremendamente positivo, que me marcou bastante, que me deu uma situação estável na vida, exatamente como me poderia dar a engenharia. E, fundamentalmente, estou naquilo que gosto. A minha grande paixão foi sempre o futebol e penso que foi uma boa opção, embora, na altura, não pensasse, minimamente, que pudesse enveredar por esta profissão”.

“O 12º jogador vai ser fundamental”

Quando foi divulgado como novo treinador do Gil Vicente, sentiu-se em Barcelos um carinho enorme dos adeptos, dos sócios, por si. Miguel Sá Pereira questionou-o sobre “que mensagem gostaria de deixar ficar para este momento de agregação?” Vítor Oliveira respondeu que “é muito importante. O 12º jogador vai ser fundamental. Nesta fase, com os obstáculos e desafios que o Gil Vicente vai ter pela frente, vamos precisar do 12º jogador, que nos irá acompanhar em casa e fora, por esses caminhos todos, pelos campos do nosso país. Vamos trabalhar com todo o profissionalismo que pudermos, com todo o conhecimento e sabedoria que pudermos transmitir ao plantel. Vamos exigir o máximo empenhamento e dignificação das camisolas do Gil. Vamos tentar tudo para lhes proporcionar grandes vitórias, grandes alegrias, para que eles possam sentir-se felizes a acompanhar o clube da sua terra”, ressalvando que será um “desafio tremendo, desafio terrível. Tenho consciência disso. Às vezes, as situações incómodas são as que nos fazem transcender, fazem-nos ir para além daquilo que nós pensamos que são os nossos limites, dão-nos alento, dão-nos coragem, dão-nos motivação e, se calhar, também foi à procura disso que vim até Barcelos”.

FC Roriz falha final da Taça da Associação de Futebol de Braga

Maio 26, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Disputou-se hoje a segunda mão da meia-final da Taça da Associação de Futebol de Braga, que opôs o FC Roriz ao Pevidém, em Roriz.



Os rorizenses alinharam com Flávio, Rodrigues, Edinha, Mário Faria, Quaresma (Azevedo, 80’), Edu, Zé Pedro (Marques, 80’), André Silva, Mota (Nakata, 60’), Santos e Jeff.

O marcador do golo do FC Roriz foi Santos. No entanto, para além de não conseguirem reverter a derrota de 1-0 que traziam da primeira mão, os homens de Roriz voltaram a perder, desta feita, por 1-2, frente a um oponente que disputou a divisão acima da sua.

Em nota, o FC Roriz deixou os parabéns a todos pela grande prova que fizeram e, num gesto de fair-play, desejou boa sorte ao Pevidém.

Fotos: FCR.

Tudo ao Jamor e regressar com o caneco!

Maio 23, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião port barcelosnahorabarcelosnahora
Vítor Sá Pereira

Olá, caríssimos leitores do BnH!



Graças a Deus terminou a palhaçada! Sim, estou triste pelo segundo lugar do FCP…não com azia porque sei perder. Fica a questão se foi mérito de um ou demérito de outro?!…Talvez um pouco dos dois aspetos e, também, a incompetência, o condicionamento e o controlo sobre determinadas instâncias. Mas deixo isso para o balanço da época. 

Em relação a esta última jornada, o Porto sofreu, mas massacrou o Sporting, fazendo do nosso adversário da final da Taça uma “cabaça”. É certo que a expulsão de Borja ajudou, mas todos sabemos que, por vezes, jogar contra 10, que estão encostados à sua baliza, é complicado porque o espaço escasseia. Mesmo depois de estar a perder, o FCP deu a volta com dois grandes golos e muita vontade em vencer o último jogo do campeonato perante a presença de milhares de portistas, que não se cansaram de apoiar.

Espero que a nossa equipa vença a Taça pois bem merece e os nossos adeptos estão muito esperançosos. Se o Porto perder, espero que não aconteça um mini “Alcochete”! LOL…

Este título foi ganho, essencialmente, por LFV e o seu cartel!…Em momentos-chave, o Sr. LFV disse presente, como foi “pedir a reforma de Fábio Veríssimo”, pedir uma reta final sem casos, conseguir que a Juíza Ana Perez ilibasse a Benfica SAD do caso “e-toupeira” e, mesmo devendo milhões ao nosso estado, paga a dobrar o prémio a todo o staff do Benfica. Conclusão: o crime compensa e ele é, sem dúvida, o “dono disto tudo”!

Sim, Bruno Lage também mostrou competência. 

Foi pena, porque bastava uma escorregadela do nosso rival em Braga, Vila do Conde ou Santa Maria da Feira, o que esteve perto de acontecer. 

Espero que Sérgio Conceição esfrie as ideias e que as decisões da final da Taça sejam melhores do que alguns jogos-chave deste campeonato. 

Tudo ao Jamor e regressar com o caneco!

Já começo a ficar ansioso para o início da próxima temporada por causa do Gil! Já tenho a minha cadeira e espero que o Gil e o concelho se unam de uma vez por todas.

Parabéns ao OCB pelo 5º lugar! Os 4 primeiros têm orçamentos brutais e este é o melhor lugar atendendo à realidade do nosso OCB.  Mas sinto que na próxima época vamos conseguir melhor.

Viva Barcelos e o FCP…ah…e à verdade desportiva!

Por: Vítor Sá Pereira*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Venha a Festa do Jamor

Maio 23, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião port barcelosnahorabarcelosnahora
Ricardo Moreira

Bem-haja, caros leitores do BnH!

Jogou-se a 34ª jornada e terminámos o campeonato com uma derrota, no Clássico. FC Porto 2 – 1 Sporting Clube de Portugal.



Foi um Clássico sem emoção! A nossa classificação final estava definida. A réstia de esperança do FC Porto em ser campeão, com o passar dos primeiros minutos, e os golos que iam acontecendo do novo Campeão SL Benfica (os meus sinceros parabéns aos vencedores), tirou qualquer tipo de emoção ao Clássico. Foi um Clássico fraco, mal jogado. Para cumprir calendário.

Ainda por cima, desde muito cedo, com a expulsão de Borja, limitámo-nos, praticamente, a defender e tentar o golo num contra-ataque. Assim foi. Até podíamos ter saído do Dragão com os 3 pontos. Esteve quase a acontecer. Infelizmente, deixámos a equipa adversária dar a volta ao resultado, com dois golos, quase ao cair do pano.

Do mal o menos, a nossa classificação final estava decidida antes deste Clássico, com o terceiro lugar, na despedida do campeonato 2018/2019.

Precisamente pela nossa classificação final estar decidida, pareceu-me que as poupanças foram em dose mínima. Keizer só deixou no banco Raphinha e Wendel.

Na minha opinião, podia ter evitado que outros jogadores se desgastassem (nomeadamente Acuña e Bruno Fernandes).

Pois falta o mais importante: a final da Taça, este sábado. Que seja uma verdadeira festa no Jamor.

Desporto é Vida! Viva o Desporto com Respeito e Fair-Play!

Por: Ricardo Ribeiro*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

O campeão real

Maio 23, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião port barcelosnahorabarcelosnahora
Hugo Pinto

O Benfica é campeão. E dizer isto não é dizer pouco, atendendo a que há cerca de quatro meses mudámos de treinador (em boa hora) e tudo indicava que o FCP se ia sagrar tranquilamente bicampeão. Só que não.

O Benfica recuperou de sete pontos de atraso face ao primeiro lugar e acabou com mais dois do que o primeiro dos últimos (nove, no total). E tudo isto teve um autor: Bruno Lage. Diz-se hoje que é o novo Mou. É inevitável a comparação, uma vez que ambos são de Setúbal, Bruno é jovem, como era Mourinho na altura da sua estreia, e deram nas vistas como treinador principal no Benfica.



Porém, e escrevi isto mesmo numa crónica algures no final de janeiro ou início de fevereiro, para mim, estamos perante um fenómeno tipo Guardiola. Por isso mesmo, ainda levei uma leve alfinetada, mas o tempo veio a dar-me razão. Bruno Lage, tal como Guardiola, sabe de treino até dizer chega, trabalha com os jogadores como ninguém e teve o inegável mérito de pegar num grupo em frangalhos e fazer dele uma equipa como deve ser, a jogar um futebol vistoso e com golos. Muitos golos. Como se quer.

Outros falaram em colinho. E eu nem digo que não houve (alegadamente) nenhum. No Feirense, no Rio Ave, fui dos primeiros a dizer ou admitir que aconteceram episódios…sui generis. Agora, a questão é que episódios desses aconteceram com todas as equipas, ou, pelo menos, com todos os candidatos ao título. E como o futebol é um tango dançado a dois, não nos resta mais do que admitir que ao mérito do Benfica se juntou o demérito do FCP. Senão, veja-se o seguinte: o Benfica ganhou em casa e fora a todos os seus rivais diretos, exceto uma ocasião em que empata, salvo erro, com o Sporting. E o jogo no Dragão foi a prova provada de que o Benfica é campeão por mérito próprio e com inteira justiça. Temos pena, para o ano há mais.

Uma nota final, corroborando de certa forma o que escrevo supra, vai para o discurso de vitória de Bruno Lage. De uma sobriedade forma do normal, Lage lembra que há que respeitar os adversários, valorizando o esforço de todos, reconhecendo com fair-play que, se nuns anos uns estão melhores, noutro ano são outros. E há que o admitir com seriedade, justamente para que, quando se vence, se seja reconhecido como justo vencedor. E isto, meus senhores, devia ser o futebol. Afinal, é só futebol. E continua, deixando um alerta deveras interessante: como seria a nossa sociedade, se tivéssemos para com quem nos governa, a mesma exigência que temos para com o futebol. Já agora, vale a pena refletir sobre isto.

Somos campeões. Dá-me o 38. De preferência, com Bruno Lage aos comandos.

Viva o Benfica! E pluribus unum.

Por: Hugo Pinto*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Contas fechadas no Popular de Barcelos

Maio 23, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto, Opinião port barcelosnahorabarcelosnahora

Milhazes última equipa a carimbar subida à 1ª

Luís Gonçalves

Olá, caros leitores…

E não é que na última jornada se decidiu a última das três equipas a subir de divisão. Seria o Cristelo ou o Milhazes.



O Cristelo venceu o “Os Estrelas”, em São Pedro, por 0-3. Já ao Milhazes, o empate bastava para conseguir a subida e assim foi. Empatou a 2, em Pedra Furada, e garantiu a subida ao escalão maior.

Fazendo um resumo breve do que se passou nesta 2ª divisão, o Feitos entrou com “todo o gás” e venceu os 8 primeiros jogos. Depois disso, teve uma quebra e, já na parte final, renasceu, mas não foi a tempo de conseguir a subida de divisão. O Lama também chegou a andar nos primeiros lugares, mas também cedeu nesta parte final. O Águas Santas também andou pelos lugares cimeiros, tendo terminado no 9º lugar.

Ou seja, eram várias as equipas que lutavam pela subida, mas apenas o Paradela, o Aborim e o Milhazes o conseguiram! Por tal, parabéns por este feito.

Já agora…marcaram-se 949 golos. Na arbitragem, mostram-se 1552 cartões amarelos e 142 vermelhos. Resumindo, uma época cheia de golos e cartões!

Na 1ª, tudo já havia sido decidido. O anterior campeão, o Carvalhal, ainda andou na luta pelo título, mas na “hora h” claudicou e não chegou lá.

Já quanto a “luta de titãs”, esta foi entre o Carapeços e o Remelhe. É certo que não foi até à última jornada, mas o Carapeços fez um campeonato soberbo, andou praticamente a época toda a liderar e daí não saiu!

Quando tinha uma vantagem de 7 pontos sobre o Remelhe, o Carapeços deslocou-se a Sequeade e perdeu. Pensou-se, então, que estaria relançado o campeonato, pois o Carapeços ainda ia receber o Remelhe e pensou-se, assim, que poderia ser o jogo do título, mas mesmo que perdesse, o Carapeços ainda ficaria em 1º, deixando para a última jornada a decisão do campeonato. Na receção seguinte, o Sequeade voltou a fazer das suas, vencendo o Remelhe, ficando estes novamente a 7 pontos, faltando apenas 3 jornadas para finalizar o campeonato. Aí, tudo se decidiu. Certamente que o Carapeços não iria desperdiçar 7 dos 9 pontos em disputa e, assim, foi o Carapeços que venceu os 3 jogos e finalizou o campeonato com uma vantagem de 13 pontos. Sendo, assim, um justo vencedor.

Já quanto a descidas, o Silva, o Baluganense e o Campo disputarão, na próxima época, a 2ª divisão do Popular barcelense.

Nesta 1ª divisão marcaram-se 916 golos. Na arbitragem, os árbitros exibiram 1536 cartões amarelos e 131 vermelhos.

Findo este resumo, quero dar os parabéns ao Carapeços, pelo título alcançado, e dar as boas-vindas ao Paradela, Aborim e Milhazes ao escalão maior do nosso futebol popular de Barcelos.

Com tudo isto me despeço e agradeço ao BnH por mais um ano de crónicas, semana após semana.

No dia 2 de junho teremos a final da Taça Cidade de Barcelos, com o jogo Carvalhal-Remelhe.

Uma semana feliz, vos deseja o amigo Luís!

Por: Luís Gonçalves*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

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