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Futebol

Rei morto. Rei posto.

Julho 9, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião port barcelosnahorabarcelosnahora
Hugo Pinto

Esta semana, debruçar-me-ei sobre o fenómeno de balneário que leva os jogadores de um clube a mudarem o seu estado anímico e a sua forma de estar em campo, aquando da troca de treinador.



Para uma opinião mais abalizada, nada como abordar alguém que tenha estado por dentro do dito fenómeno. Mais propriamente, dentro do balneário. Eis, então, a opinião de Telmo Sousa, ex-jogador e atual preparador físico (ex-preparador físico do Gil Vicente Sub-19, integrante da equipa técnica de Nuno Santos). Segundo aquele, há, desde, logo um fenómeno de renovação anímica associado à ideia de que, se vem um treinador novo, vem também uma nova e melhor oportunidade. Começando pelos elementos que não têm jogado tanto, que se esforçam mais em busca do seu “lugar ao Sol”, e acabam por “morder os calcanhares” àqueles que davam o lugar como certo e, portanto, estariam mais acomodados. Mas esta será só a ponta do iceberg. Ainda segundo este profissional, há todo um conjunto de meandros paradesportivos que envolvem a vida dos jogadores, dos treinadores, empresários de futebol e, até, presidentes dos clubes. Todo um conjunto de políticas e estratégias de negócio (sim, que o futebol é, cada vez mais e infelizmente, um negócio) que envolvem agentes, jogadores e direções de TODOS os clubes, desde o mais pequenino aos maiores colossos europeus. E, como se já fossem poucos fatores, ainda há a “imagem” do jogador, que não quer ficar associado aos maus momentos de um clube, que deseja o sucesso e obter melhores condições contratuais em eventuais transferências. Até, imagine-se, (e aqui Bruno Lage também deu um toque) outros treinadores que vão ver jogos de colegas e exercem algum tipo de pressão externa sobre as direções e empresários.

Enfim, todos nós temos opiniões disto e daquilo, mas andamos muito longe de imaginar a “gincana” que será gerir todos estes fatores, tendo como juiz implacável os resultados que se vão obtendo. Quando os fatores enunciados supra se conjugam favoravelmente, tudo corre bem. Mas quando cada um puxa para seu lado, a catástrofe é iminente. Provavelmente, Bruno Lage foi um pouco vítima de alguns destes problemas. Não obstante lhe podermos reconhecer alguns erros técnicos ou táticos.

O “senhor que se segue” é Nelson Veríssimo. E a avaliar em função do que vimos expondo, será então natural que os resultados mais positivos comecem a aparecer. Mas até quando? Quanto tempo durará o estado de graça de treinador que “dá” 10-0 e que, sem que muito se altere, perde com um dos últimos classificados? Estaremos perante um fenómeno de treinadores de reciclagem, que é bom enquanto ganha, mas que depois fica sozinho quando as coisas correm menos bem. E se é assim, de quem será a culpa. Do treinador? Do presidente? Das “estruturas”? Vale a pena pensar nisto. Sobretudo, se dirigimos um clube de futebol profissional.

Viva o Benfica.

E pluribus unum

Por: Hugo Pinto.*

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Futebol dos pequeninos

Julho 9, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião port barcelosnahorabarcelosnahora
Ricardo Moreira

Bem-haja, caros leitores do BnH!

Eis que, 4 jogos depois, voltamos a perder pontos. Moreirense 0 – 0 Sporting Clube de Portugal. Não foi só um jogo fraco, pela ausência de golos. Foi fraco, pela quase inexistência de verdadeiras oportunidades de golo.



Foi fraco, pelo “futebol dos pequeninos” (como é possível uma equipa com a manutenção garantida, só porque um jogador é expulso, vê-se claramente na transmissão o treinador a dar ordens ao guarda-redes para fingir uma lesão, para dar tempo de aquecer, ao jogador que ia entrar?!!! Incrível tais mentalidades vistas no futebol Português, onde, depois, a média de tempo útil de jogo é uma miséria)!

Foi fraco, por péssima arbitragem (sem desculpar o empate, pois devíamos e podíamos ter feito muito mais, principalmente com um jogador a mais desde os 51m). Para mim, um dos piores árbitros (Tiago Martins) da Liga, porque acho que é daqueles que nem confia no VAR, pois só ele é que sabe, com tanta presunção).

No que toca ao jogo em si, foi, no cômputo geral, precisamente isso: Fraco!

Pouco mais há a contar que dois remates dignos desse nome: aos 69m, quando Sporar, num remate cruzado da direita, atirou com força, mas à figura do guarda-redes; aos 84m, quando Wendel também foi incapaz de ludibriar o guardião do Moreirense. Muito pouco, mesmo sendo, desta feita, prejudicados. Há jogos assim e não vem mal nenhum ao mundo por isso.

Continuamos a aposta na formação. Crescer rápido e bem, “há pouco quem”! Tudo leva o seu tempo. Outros jogos menos conseguidos certamente acontecerão. Faz parte do processo de crescimento.

O que é facto, é que terminámos o jogo com 5 jovens oriundos da Academia em campo: Luís Maximiano, Matheus Nunes, Jovane, Nuno Mendes e Joelson. Só assim, dando-lhes oportunidades, estes jovens conseguirão evoluir e mostrar aquilo que realmente valem.

Agora, não esperemos tudo para ontem!

Rúben Amorim soma, agora, 16 jogos sem perder no campeonato! Nove desses jogos ao serviço do Braga. No Sporting Clube de Portugal regista 5 vitórias e 2 empates!!! Além do mais, tem feito uma enorme e contínua aposta na formação, que tanto me agrada!!! Que continue esta…bela obra!

Desporto é Vida! Viva o Desporto com Respeito e Fair-Play!

Por: Ricardo Moreira*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Próximo jogo em Tondela é importante e difícil

Julho 6, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião port barcelosnahorabarcelosnahora
Vítor Sá Pereira

Olá, caríssimos leitores do BnH!

Espero que se encontrem bem e com saúde. Não facilitem e protejam-se.



É isso que o FCP tem feito, não tem facilitado.

O jogo frente ao Paços de Ferreira foi “sofridinho”, mas o que interessava era mesmo a vitória. Gosto quando o Porto marca cedo pois a equipa solta-se e o discernimento é outro.

O Paços teve momentos em que encostou o Porto, mas depois da derrota do SLB na Madeira, era imperioso vencer, nem que fosse com os 18 em cima da linha de golo!

No regresso ao Dragão, frente ao Belenenses SAD, a equipa entrou confiante e com moral. Nem sempre a jogar bem, mas a ter bola, a jogar no último terço, a marcar, a falhar, a ter golos anulados, situações de possível penalty, etc.

Soares, com um golo à ponta de lança, mandava o Porto mais tranquilo para o descanso.

A segunda parte foi “à FCP dos antigos”. Dominador, esclarecido, criterioso e com “golo”. Trabalhar sobre vitórias é bem mais fácil e melhor.

Sente-se a harmonia e a felicidade no jogo e na relação entre todos.

Fiquei orgulhoso de ver que no banco do FCP mora muito do futuro desta equipa, jovens como Diogo Costa, Tomás Esteves, Vitinha, Fábio Vieira e Fábio Silva são frutos de uma grande escola que é a do Seixal…ups…do Olival! Para quem dizia que o FCP não apostava na formação, aí está a prova!

Na última crónica salientei que Luis Díaz não apresentava consistência. Parece que me ouviu e ficou enfurecido e nos brindou com um golo, não de levantar o estádio, porque não há adeptos, mas com um golo de levantar-me do sofá!

Queria, também, destacar a solidez defensiva da equipa.

O próximo jogo em Tondela é importante e difícil, já que os tondelenses estão aflitos.

O título está perto, mas continuo a ser muito realista, Porto e Benfica já foram capazes do melhor e do pior.

Era ótimo que o FCP fosse campeão, não só pelo “caneco”, mas para uma limpeza profunda no plantel, etc.

Por falar em Benfica, querem ver que o Nélson Veríssimo é o novo Mourinho e que vai ser brindado com renovação e cláusula de rescisão de 50 milhões?? Pensei que ia ser este o título do “A Bola” no domingo!…LOL

Para terminar, queria dar os parabéns ao Gil pela vitória frente ao Rio Ave e pelos 89% do objetivo atingido.

Abraços e cuidem-se.

Por: Vítor Sá Pereira*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

114 Anos, 1500 Triunfos!

Julho 6, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião port barcelosnahorabarcelosnahora
Ricardo Moreira

Bem-haja, caros leitores do BnH!

Mais uma vitória, desta feita, em Alvalade, contra um clube que também tenho no coração: Gil Vicente FC. Sporting Clube de Portugal 2 – 1 Gil Vicente FC. Na primeira volta, em Barcelos, perdemos, justamente, por 3-1. Desta vez, com domínio total do jogo, vencemos, justamente por 2-1.



Segundo as estatísticas, foi oficialmente o nosso triunfo n° 1500, no primeiro escalão do campeonato nacional de futebol.

O resultado – que, por este motivo, será sempre lembrado no futuro – começou a ser construído aos 21m, com golo de Wendel. Plata ampliou a vantagem para 2-0, aos 49m.

A equipa da nossa cidade, o Gil Vicente FC, reduziu aos 90m, marcando de penálti, por Rúben Ribeiro, estabelecendo o resultado final.

Para além de mais uma vitória, dos aspetos positivos do jogo foram, também, mais duas estreias na equipa principal!

Aos 81m, Rúben Amorim lançou Tiago Tomás, que na época passada marcou 28 golos pela equipa sub-17!!! Este ano, apontou 3 na Liga Revelação. Tem apenas 18 anos e promete ser mais um a tornar-se um avançado de referência no Sporting Clube de Portugal.

Aos 90’+1m entrou Joelson: com apenas 17 anos, é um dos nossos mais brilhantes jogadores do escalão júnior!!! Nem um, nem outro, esquecerão este dia de estreia.

Que foi, também, o dia do 114º aniversário, do nosso Sporting Clube de Portugal!

Rúben Amorim continua, para meu total agrado, a aposta na formação.

Fez alinhar 4 jogadores oriundos da nossa Academia, no 11 inicial (Luís Maximiano, Eduardo Quaresma, Nuno Mendes e Rafael Camacho), mais 3 sub-23 que têm completado a formação em Alvalade (Matheus Nunes, Wendel e Plata). Com Tomás e Joelson, já são 5 os jogadores que o nosso atual treinador estreou nos últimos desafios. Sem receios, sem inibições, nem complexos de qualquer espécie. Que o caminho continue a ser este!

Já agora, e como, sinceramente, gosto do nosso Gil Vicente FC, tenho a convicção, o desejo e a certeza absoluta que a manutenção, para minha felicidade, será uma realidade! Bem o merecem pela época que estão a realizar! Espero, e desejo mesmo, que o Gil Vicente se torne, a cada ano, melhor e maior!

Desporto é Vida! Viva o Desporto, com Respeito e Fair-Play!

Por: Ricardo Moreira*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Gil Vicente FC vence Rio Ave FC e garante tranquilidade

Julho 5, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Resultado final: 1-0

Numa tarde solarenga e bem quente, o Gil Vicente FC recebeu, pelas 17h00, o Rio Ave FC, em jogo a contar para a 30ª jornada.



A arbitragem ficou a cargo de Iancu Vasilica (AF Vila Real), coadjuvado por Tiago Mota e Tiago Leandro, com Cláudio Pereira (AF Aveiro) como 4º árbitro.

As equipas alinharam da seguinte forma:

Gil Vicente FC – Denis, Alex Pinto, Rodrigo, Rúben Fernandes, Edwin Vente, Soares, Claude Gonçalves (Vítor Carvalho, 70’), Rúben Ribeiro (Ahmed Isaiah, 80’), Lourency (Samuel Lino, 70’), Baraye (João Afonso, 56’) e Sandro Lima (Kraev, 80’). No banco ficaram Bruno e Hugo Vieira.

Rio Ave FC – Kieszek, Carlos Mané, Borevkovic, Nélson Monte (Bruno Moreira, INT), Matheus Reis, Tarantini (Leandro Silva, 90’), Al Musrati (Filipe Augusto, 22’), Gelson Dala, Diego Lopes (Nuno Santos, INT), Pedro Amaral (Messias, INT) e Taremi. No banco ficaram Paulo Vítor, Costinha, Nadjack e Rúben Gonçalves.

O Gil Vicente começou de forma prática, com Denis a tomar a iniciativa de lançar ataques rápidos nas costas da defesa vila-condense.  Aos 8 minutos, livre batido por Alex Pinto, mas o capitão do Rio Ave, Tarantini, a tirar o “pão da boca” a Sandro Lima. O Rio Ave respondeu no minuto seguinte por Gelson Dala que, na linha de fundo, tirou um cruzamento venenoso ao primeiro poste, onde apareceu Taremi a cabecear ao poste.

Aos 16 minutos, grande oportunidade para os gilistas. Baraye sai em velocidade pelo interior do terreno, desmarca Sandro Lima na esquerda, que toca de calcanhar para Rúben Ribeiro que, na cara do guarda-redes e com vários colegas no interior da área, decide-se pelo remate já com pouco ângulo, permitindo a defesa de Kieszek.

Aos 35 minutos, jogada de insistência do Gil Vicente, com vários cruzamentos a provocarem calafrios à defesa do Rio Ave. Três minutos mais tarde, golo do Gil Vicente. Livre na direita, grande cruzamento de Rúben Ribeiro para a grande área e Rodrigo a cabecear de cima para baixo sem qualquer hipótese para Kieszek.

Aos 45 minutos, outro grande cruzamento de Lourency da direita, Sandro Lima cabeceou para a baliza e Matheus Reis cortou em cima da linha.

A segunda parte iniciou com nova oportunidade para os gilistas, aos 48 minutos, com Lourency a isolar-se na cara de Kieszek, mas, com a pressão de Messias, rematou enrolado para as mãos do guardião.

Aos 54 minutos Rúben Fernandes é expulso por falta sobre Taremi, deixando o Gil Vicente reduzido a 10 unidades. Cinco minutos depois, o árbitro assinala grande-penalidade para o Rio Ave, mas após consulta do VAR, reverte a decisão e assinala reposição de bola para o Gil Vicente. Aos 65 minutos Rúben Ribeiro lança em profundidade para Lourency que, num contra-ataque rápido de 3 para 2, desperdiça a oportunidade, rematando para fora, deixando Alex Pinto e Sandro Lima em boa posição, a pedir a bola.

Após a expulsão, o Gil Vicente baixou as linhas e apostou apenas no contra-ataque rápido através de lançamentos longos, tentando aproveitar a subida do Rio Ave para arriscar um pouco mais no jogo.

Aos 86 minutos, contra-ataque perigoso de Ahmed Isaiah pela direita, cruzamento para o segundo poste, onde apareceu Lino com um remate cruzado ao lado da baliza do Rio Ave. Foram atribuídos 10 minutos de compensação, mas o resultado não se alterou e o Gil Vicente venceu sem contestação o Rio Ave por 1-0.

Com esta vitória, o Gil Vicente alcança os 36 pontos, ficando 9 acima do primeiro abaixo da linha de água. Na próxima jornada, dia 10 de julho, pelas 17h00, os gilistas visitam o Vitória de Guimarães.

Sinto-me orgulhosa desta equipa!

Julho 4, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião port barcelosnahorabarcelosnahora
Lucy Santos

Olá a todos os leitores do Barcelos na Hora!

Na passada quarta-feira, o Gil Vicente deslocou-se a Alvalade para defrontar o Sporting CP, para mais uma final rumo ao objetivo final. Já sabíamos que ia ser um jogo difícil, até porque o Sporting está a passar uma fase boa, com o excelente trabalho de Rúben Amorim, mas também o Sporting não teria um trabalho muito fácil com esta equipa liderada, e muito bem, pelo mister Vítor Oliveira.



Aos 20 minutos, o marcador avançava para o 1-0 para a equipa da casa. Plata levou a bola até à linha de fundo, Wendel recolheu e rematou para a baliza de Denis. O Sporting insistia sempre pelo lado direito, o flanco onde estavam Ristovski e Plata.

O Gil Vicente respondeu, quase imediatamente, com um golo de Sandro Lima que viria a ser anulado como fora de jogo. A nossa equipa de Barcelos tentou o empate com um belo remate à baliza de Lourency, sendo defendido por Maximiano.

Ao início da segunda parte, Wendel apareceu isolado, próximo de Denis, mas este conseguiu desviar, evitando assim o golo. Logo a seguir, Plata fez o 2-0 num lance infeliz de Claude, que viria a ser fatal.

A partir daí, notava-se a tranquilidade da equipa da casa, ao vencer por 2-0, com um Gil Vicente sempre a pressionar, mas sem sucesso. Aos 89 minutos, Hugo Vieira foi derrubado por Doumbia na área, fazendo grande penalidade. Rúben Ribeiro, que já esteve ao serviço da equipa de Alvalade, aproveitou e marcou, reduzindo a vantagem para o 2-1.

Foi um bom jogo! Apesar do resultado, estivemos bem em campo, pressionámos, tivemos atitude, mas o resultado não ditou a nosso favor. Sinto-me orgulhosa desta equipa!

No próximo domingo (amanhã), temos mais uma final a ser disputada, em casa, com o Rio Ave, às 17h00.

Continuem a apoiar este grande clube, que tem feito uma excelente época e merece todo o apoio da nossa cidade.

Até domingo!

Por: Lucy Santos*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade da autora)

Gil Vicente FC derrotado pelo Sporting em Alvalade

Julho 1, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Gilistas ainda reduziram, mas jogo terminou com 2-1 para os da casa

O Estádio José Alvalade recebeu o jogo Sporting CP – Gil Vicente FC, a contar para a 29ª jornada da Liga NOS, com o resultado final a ditar uma vitória dos da casa por 2-1.



Com arbitragem de Rui Oliveira (AF Porto), coadjuvado por Carlos Campos e Nelson Cunha, com Miguel Nogueira (AF Lisboa) como 4º árbitro, o jogo contou com os seguintes alinhamentos.

Sporting CP – Luís Maximiano, Borja, Coates, Eduardo Quaresma, Ristovski, Nuno Mendes, Matheus Nunes (Tiago Tomás, 81’), Wendel (Battaglia, 81’), Rafael Camacho (Doumbia, 69’), Plata e Sporar (Joelson, 91’). No banco ficaram Renan Ribeiro, Tiago Ilori, Luís Neto, Miguel Luís e Pedro Mendes.

Gil Vicente FC – Denis, Claude Gonçalves, Ygor Nogueira, Rodrigo, Rúben Fernandes, Soares, João Afonso (Kraev, 79’), Rúben Ribeiro, Lourency (Naidji, 87’), Baraye (Samuel Lino, 63’) e Sandro Lima (Hugo Vieira, 87’). No banco ficaram Bruno, Alex Pinto, Vítor Carvalho, Edwin Vente e Ahmed Isaiah.

Os sportinguistas abriram o marcador aos 21 minutos, por intermédio do brasileiro Wendel. Contra-ataque do Sporting, com uma situação de 6 gilistas contra 4 adversários. Há a penetração na área, pela direita e cruzamento para dentro da área. A bola é mal afastada, cai nos pés de Wendel e este faz um remate enrolado, com a bola ainda a embater num defesa gilista e a dirigir-se para o fundo das redes dos de Barcelos.

O Gil Vicente FC reagiu e teve duas jogadas de perigo seguidas, por Lourency e Baraye, em minutos seguidos. Ao intervalo, o marcador apontava 1-0 para os da casa.

No reatamento, os lisboetas entraram forte, com Wendel a ter jogada de perigo e, aos 49’, o equatoriano Plata apontou o segundo para o Sporting CP. O avançado aproveitou um erro grave de Claude Gonçalves, que atrasou a bola para trás, para dentro da área, colocando-a nos pés de Plata, que bateu Denis. O Gil Vicente FC ainda reagiu e cresceu no jogo, mas o máximo que conseguiu foi reduzir a desvantagem, por Rúben Ribeiro, aos 90’, na marcação de uma grande penalidade a penalizar falta cometida sobre Hugo Vieira.

Com esta derrota, os gilistas continuam à procura da pontuação que lhes dê a tranquilidade e lhes garanta a manutenção, numa semana marcada pelas polémicas declarações de Vítor Oliveira, como que a anunciar a sua saída no final da época. Já no próximo domingo, dia 05 de julho, o Cidade de Barcelos recebe o Gil Vicente FC – Rio Ave FC.

Nunca caminharão sozinhos!

Junho 29, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião port barcelosnahorabarcelosnahora
Lucy Santos

Olá a todos os leitores do BnH!

No passado domingo jogámos em casa, com o Desportivo das Aves. Não estávamos a passar por um bom momento, mas era uma situação pontual porque a equipa, até agora, tinha dado provas que vinha para a primeira Liga para ficar. Esta situação pós-COVID, não é uma situação fácil para nenhuma equipa devido a toda esta situação e ao tempo que estiveram “parados”. Mas era inevitável: os resultados tinham de começar a aparecer.



Vítor Oliveira apostou no mesmo onze do último jogo, mas viu o seu Gil Vicente nas bancadas do Cidade de Barcelos, devido ao castigo.

Henrique Gomes abriu o marcador aos 10 minutos, na sequência de um canto batido por Kraev. O búlgaro ia fazer o segundo golo da partida, aos 12 minutos, mas foi anulado por fora de jogo.

Aos 21 minutos, Rúben Ribeiro obrigou o guarda-redes do Aves a uma grande defesa, com um cabeceamento ao segundo poste. Aos 36 minutos, o mesmo jogador volta à carga e aumenta a vantagem para o Gil Vicente. Íamos para o intervalo com uma boa vantagem, por 2-0.

Na segunda parte, e após 2 substituições, o Desportivo das Aves quis começar a dominar o jogo e aumentou a posse de bola e várias aproximações à baliza de Denis. Aos 84 minutos, foi a vez do Aves ver, também, um golo anulado por fora de jogo. Nos últimos minutos da partida, Samuel Lino fez o terceiro e último golo do jogo.

O Gil Vicente segue para a próxima jornada com uns, quase tranquilos, 33 pontos.

No final do jogo, o momento foi mágico!

Os jogadores foram ter com os “adeptos” que estavam presentes na bancada, da claque “Nação Barcelense”. Naidji avançou o gradeamento, tirou a baqueta do “adepto” que “tocava” bombo e entoou a batida que é costume os adeptos fazerem no final do jogo. Realmente, este momento foi mágico! Posso colocar este vídeo já a seguir, que merece ser visto. Isto mostra, assim, a união do clube e os adeptos. Porque em momento algum deixamos a equipa só. Nunca caminharão sozinhos.

Na próxima quarta-feira temos mais uma deslocação ao Sporting, às 21h15.

Obrigada pelo apoio que se tem visto à equipa nas redes sociais.

Por: Lucy Santos*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade da autora)

Finis temporis

Junho 27, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião port barcelosnahorabarcelosnahora
Hugo Pinto

Esta semana o título tem mesmo de ser em latim. Não sendo novidade, desta vez aplica-se pela solenidade do momento. Quase como se fosse requiem. Finis temporis soa muito a… “final da temporada”. Mas uma tradução mais à letra mostra-nos que, na verdade, quer dizer fim dos tempos. Num caso e noutro, parece aplicar-se à situação de Bruno Lage. Se não for embora antes, irá no final da temporada. E este parece ser o único facto inquestionável no atual Benfica.



Confesso alguma estranheza perante esta situação que se vive na Luz. Faz-me confusão que praticamente com a mesma equipa, obviamente que sem o valeroso talento de João Félix, passemos de um tipo de jogo entusiasmante e assertivo para uma espécie de pastosidade zombiana, muito mais assente num futebol de fezada, esperança e sonho, do que de um futebol de equipa, à Benfica. Mas à Benfica, MESMO.

E tenho pena que se tenha chegado a esta situação. Bruno Lage prometia mais. Muito mais. Mas a verdade é que jogou os trunfos todos e parece mesmo não ter mais nada na manga. E se isto é só o que ele tem, é pouco, deveras. Lamento…

Resta-me ter muita esperança que LFV queira tanto contratar JJ quanto este quer regressar a Portugal. Tantas saudades que tenho desses tempos…

Viva o Benfica.

E pluribus unum

Por: Hugo Pinto*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Qualquer jogo, agora, é tremendamente difícil e nivelado!

Junho 26, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião port barcelosnahorabarcelosnahora
Vítor Sá Pereira

Olá, caríssimos leitores do BnH!

Espero que se encontrem bem de saúde.



Infelizmente, não houve São João, mas houve Santa Clara!…LOL

Não só a vida dá voltas, o futebol também dá.

Não me lembro de ver um jogo do Porto tão tranquilo, isto devido à derrota das Águias, minutos antes.

Era pedido ao FCP pelo menos um empate para ficar isolado na liderança.

Sérgio Conceição começou o jogo insistindo no 4x4x2, que é um sistema que, para dar frutos, tem que ter “ferramentas”.

A primeira parte foi horrível, aquele mais do mesmo a que o nosso clube nos habituou.

Qualquer equipa que retire profundidade e espaço aos Dragões, no último terço, fica um deserto de ideias e uma total incapacidade de penetração.

Sérgio Conceição foi feliz nas substituições ao intervalo. Manafá, que é um jogador que eu, particularmente, não aprecio, mexeu com o jogo, deu velocidade e profundidade no corredor, coisas que o Tomás “verdinho” Esteves tentou, mas não conseguiu dar.

Luís Diaz, que é um jogador em quem eu depositei muita esperança, teima em não ser consistente.

O primeiro golo, do Marega, foi a chave para desbloquear o jogo. Um golo conseguido através de uma boa jogada de entendimento, com direito a festejos de Liga dos Campeões, já que todos tínhamos consciência de que a vitória significava mais de 3 pts.

O 2º e o 3º golo vieram através de grandes penalidades bem convertidas e achei que a marcação da primeira penalidade foi exagerada. O 4º golo vem na fase em que o jogo já estava decidido, onde o Porto já fazia uma posse segura e onde Fábio Vieira revelou ter visão e último passe de qualidade!

Não é só no Seixal que há prodígios, os nossos são é mais baratos e não têm máquinas de marketing.

Marega, sem dúvida o melhor em campo, onde, nos últimos jogos, tinha sido dos piores.

Depender do maliano é complicado e nem sempre as coisas saem bem…LOL

Vitória justa e essencial. Mesmo assim, continuo desconfiado deste Porto.

Qualquer jogo, agora, é tremendamente difícil e nivelado. Que o FCP aproveite o embalo deste último jogo.

O que é isso da “Operação sem rosto??! O que fizeram os Super Dragões desta vez?!!…

E o Lage não era o novo Mourinho e o “rei da humildade”??…

Abraço a todos e não facilitem!

Por: Vítor Sá Pereira.*

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

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