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José Manuel Fernandes - page 5

José Manuel Fernandes recandidata-se a presidente da Comissão Política Distrital do PSD de Braga

Junho 20, 2018 em Atualidade, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

Na próxima quinta-feira, o Eurodeputado e atual Presidente da Comissão Política Distrital do Partido Social Democrata (PSD) de Braga, José Manuel Fernandes, apresenta publicamente a recandidatura ao cargo que ocupa atualmente.



A apresentação realiza-se nas instalações da Distrital do PSD, na Rua Santa Margarida, em Braga, com início marcado para as 15h00.

Esta candidatura tem como mandatário Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, e com José Manuel Fernandes recandidatam-se todos os atuais líderes dos órgãos distritais do PSD de Braga, nomeadamente, Paulo Cunha – Mesa da Assembleia Distrital –, Cláudio Domingues de Carvalho – Conselho de Jurisdição – e António Gomes da Silva – Auditoria Financeira –.

Foto: DR.

Por proposta de José Manuel Fernandes, Portugal recebe 50,6 milhões de euros para as zonas afetadas pelos incêndios de 2017

Maio 31, 2018 em Atualidade, Concelho, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

O Parlamento Europeu aprovou, ontem, dia 30 de maio, a proposta do eurodeputado José Manuel Fernandes para a mobilização de 50,6 milhões de euros do Fundo de Solidariedade da União Europeia (FSUE) com vista ao restabelecimento das infraestruturas danificadas pelos incêndios de 2017 em Portugal.



O relatório foi aprovado no plenário, que decorreu em Estrasburgo, com 629 votos a favor, 21 votos contra e 9 abstenções.

Por proposta do eurodeputado do PSD, o relatório final deixa uma recomendação à Comissão Europeia para que aprove propostas de reprogramação dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI) que os Estados-Membros venham a apresentar, com o objetivo de financiar ações para a prevenção de incêndios florestais.

José Manuel Fernandes sublinha que fica lançado o desafio ao governo português e ao primeiro-ministro António Costa, que têm a responsabilidade de aproveitar a oportunidade para reforçar os recursos de apoio às vítimas e zona afetadas.

“O governo português tem a porta aberta para propor, na reprogramação do Portugal 2020, o reforço de fundos para fazer face aos prejuízos nas áreas atingidas pelos incêndios do ano passado e para reforçar a prevenção, de forma a que não haja a repetição da tragédia do ano passado. É uma questão de vontade política atendendo a que ainda faltam executar cerca de 20 mil milhões de euros. A prevenção é a melhor solução. Temos de fazer tudo para evitar a perda de vidas humanas”, sustenta o eurodeputado.

A resolução aprovada – em que se lamenta o número de vidas perdidas – exige que os montantes sejam utilizados de forma transparente, assegurando uma distribuição equitativa por todas as regiões afetadas.

“O governo deve revelar os critérios que utiliza e em que concelhos vai investir os 50,6 milhões de euros”, afirma José Manuel Fernandes, coordenador do Partido Popular Europeu (PPE) na Comissão dos Orçamentos e relator para o Fundo de Solidariedade da UE.

A proposta de mobilização do FSUE foi aprovada em tempo recorde pelo Parlamento, tendo sido apresentada pela Comissão Europeia em 15 de fevereiro, no seguimento do pedido de assistência financeira enviado pelas autoridades portuguesas em 17 de julho de 2017, atualizado em 13 de outubro e 14 de dezembro, devido a outros incêndios que deflagraram no país. Um adiantamento de 1,5 milhões de euros do FSUE foi entregue a Portugal em novembro.

A mobilização ontem aprovada prevê, igualmente, a concessão de assistência financeira à Espanha (3,2 milhões de euros), relacionada com os incêndios na Galiza, à França (49 milhões), devido aos furacões em São Martinho e Guadalupe, e à Grécia (1,3 milhões), na sequência dos sismos na ilha de Lesbos. Os montantes ficam disponíveis desde já, uma vez que também já foram aprovados pelo Conselho.

Foto: DR.

Misericórdia de Barcelos comemora 518 anos reconhecendo mérito de quem serviu e serve a Instituição

Maio 23, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

“A Santa Casa da Misericórdia de Barcelos orgulha-se da sua história e reconhece o mérito de todas as mulheres e de todos os homens que serviram a Misericórdia de Barcelos, enquanto membros dos Órgãos Sociais, Irmãos e Colaboradores da Instituição”, frisou o Provedor Firmino Silva, na sessão solene que marcou o início das comemorações dos 518 anos da Instituição.



Esse mérito foi reconhecido igualmente no presente, nomeadamente com a homenagem aos colaboradores que completaram 15, 20, 25, 30 e 40 anos de relevantes serviços prestados à instituição, assim como ao membro dos órgãos sociais, Rodrigo Amaral, a quem foi entregue a medalha e o diploma de Irmão Honorário pelos 39 anos de trabalho voluntário em prol da Santa Casa.

“O nosso passado e o nosso presente obriga-nos a que tenhamos que projetar o futuro. Uma das preocupações sempre presente será a da sustentabilidade económica da instituição, sendo a valência da infância a que mais nos inquieta”, explicou o Provedor, que ainda apontou como prioridade a necessidade de intervenções de fundo, de remodelação e requalificação, que alguns equipamentos reclamam. Nesse sentido, “estamos a preparar uma candidatura ao Norte 2020, para a requalificação do Lar da Misericórdia, aumentando a sua capacidade de 38 para 43 camas”.

Em representação do Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, esteve o vereador José Beleza, que realçou o “sentimento de gratidão que a comunidade tem de ter para com a Santa Casa”. Mais, declarou que “o futuro será de confiança porque a história de Barcelos confunde-se com a da Santa Casa” pois o peso da instituição é tal que “Barcelos e a Santa Casa estão sempre de braços dados”. Por isso, a Câmara mantém a sua disponibilidade de parceria.

Deputado ao Parlamento Europeu interveio sobre “Economia Social e Fundos Europeus”

Outro momento da cerimónia foi a intervenção do Eurodeputado José Manuel Fernandes, que interveio com uma palestra sobre “Economia Social e Fundos Europeus”, onde deu conta de que existem outras oportunidades para além das subvenções, de realizar candidaturas ou apresentar projetos a instrumentos financeiros, ou seja, a possibilidade de realizar empréstimos a taxas de juro reduzidos.

Reconheceu, ainda, o papel fundamental das Misericórdias, que são um “excelente parceiro e uma mais-valia. Fazem um trabalho verdadeiramente notável. Na economia social, a inovação, a investigação, os instrumentos financeiros e novos serviços vão ser uma necessidade e aí, as Misericórdias deverão estar na linha da frente”.

Garantiu, ainda, que seria “essencial que existisse uma estrutura que aconselhasse o investimento e que desse apoio técnico” às instituições que se candidatassem a fundos comunitários.

Concluiu, afirmando que “temos de nos preparar, organizar, estar juntos e unidos para vencermos os desafios, aproveitarmos as oportunidades e caminharmos com um objetivo onde se pretende alcançar um crescimento inteligente, um crescimento com inovação e sustentável. A sustentabilidade económica, ambiental e social é uma questão de solidariedade para com as gerações futuras”.

De realçar que a cerimónia solene foi antecedida de uma missa, presidida pelo Arcipreste de Barcelos, P.e. José Araújo, concelebrada pelo Prior de Barcelos e Capelão da Misericórdia e animada pelo Coro de Barcelos.

Próximos eventos dos 518 anos

O programa comemorativo prossegue no próximo dia 29 de maio, pelas 21h30, no auditório da Misericórdia de Barcelos, com uma palestra subordinada ao tema “A linguagem religiosa num mundo secular”, proferida pelo Frei Hermano Filipe Rodrigues.



No dia 31 de maio, pelas 10h00, haverá uma missa comemorativa do Dia Nacional das Misericórdias e , pelas 21h30, um sarau musical pela Orquestra da Banda de Oliveira, na igreja da Misericórdia.

No encerramento, dia 8 de junho, pelas 21h30, no auditório da Misericórdia de Barcelos, será lançado o III volume da obra “Apontamentos para a História de Barcelos”, de António Miguel da Costa Almeida Ferraz, proferida pelo Prof. Doutor P.e António Júlio Trigueiros. Também haverá lugar a um momento musical pelo Quinteto da Banda Musical de Oliveira.

Fonte e fotos: SCMB.

Eurodeputado José Manuel Fernandes coloca Misericórdias na linha da frente para vencer o desafio do envelhecimento da população

Maio 22, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

O Eurodeputado José Manuel Fernandes, eleito para o Parlamento Europeu pelo Partido Social Democrata, onde se encontra desde 2009, integrando o grupo parlamentar do Partido Popular Europeu, marcou presença nas comemorações dos 518 anos da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, que se realizaram no passado fim de semana.



José Manuel Fernandes acredita que as instituições particulares de solidariedade social, e de modo especial as Misericórdias, estão na linha da frente para ajudar a vencer um dos grandes desafios que a União Europeia tem pela frente: fazer face ao cada vez maior envelhecimento da população da população europeia.

Na sessão solene de abertura das comemorações, o Eurodeputado sublinhou o empreendedorismo das IPSS, num “trabalho essencial para o bem estar e o progresso social”, valorizando “a matriz cristã da identidade europeia e dos nossos valores, onde é fundamental a dignidade humana”.

“Na caminhada da vida, não podemos deixar ninguém para trás”, defendeu, numa cerimónia onde a Misericórdia liderada pelo provedor Firmino Silva homenageou o Irmão Rodrigo Amaral e os funcionários com 15, 20, 30 e 40 anos de casa.

Enaltecendo o esforço na procura de “novas soluções e superando dificuldades e limitações para poderem ajudar os outros”, José Manuel Fernandes anotou que “as IPSS, e de modo particular as Misericórdias, vão muito além do crescimento inteligente e sustentável, ao assumirem um papel insubstituível no crescimento inclusivo”.

Convidado a falar sobre “Economia Social e Fundos Comunitários”, o Eurodeputado salientou os recursos de apoio à “investigação para a inovação social e a criação de novos serviços, de forma a assegurar mais igualdade, qualidade de vida e valorização das diferentes gerações no seio das comunidades”.

Para além dos programas com verbas comunitárias geridos, nacionalmente, no âmbito do Portugal 2020 – através do qual o país recebe mais de 11,5 milhões de euros por dia no período 2014 a 2020 –, José Manuel Fernandes chamou a atenção para programas geridos, centralmente, pela Comissão Europeia, nomeadamente o Horizonte 2020 para a investigação (ao abrigo dos Desafios Societais) e o ‘EaSi’ (para o emprego e a inovação social).

Deixou, ainda, o desafio para candidaturas a instrumentos financeiros que funcionam através de empréstimos a juros mais baixos e que constituem recursos de alavancagem ao investimento, como acontece com o Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos – mais conhecido como Plano Juncker.

José Manuel reconheceu os recursos humanos de excelência que estão ao dispor da Misericórdia de Barcelos, assim como a disponibilidade de “dirigentes que dão o máximo para servir os outros”. Mas advertiu que nem sempre as IPSS têm condições técnicas para aceder a fundos importantes para cumprir, muitas vezes, requisitos impostos pela Administração Central para o cumprimento de normas, em serviços da responsabilidade do próprio Estado.

Por isso, defendeu a necessidade de serem criadas estruturas para apoio e aconselhamento técnico, uma função que deveria ser assumida também pela CCDR-N.

“São ferramentas essenciais para pôr em prática a solidariedade e a caridade, na luta contra a pobreza, a exclusão e as desigualdades sociais”, sustentou José Manuel Fernandes, lembrando que, dos 26 mil milhões de euros de fundos europeus atribuídos a Portugal para o período 2014 a 2020, no final do ano passado estavam autorizados 14 mil milhões, mas apenas estavam executados menos de 6 mil milhões para projetos de investimento.

Fotos: DR.

“Financiamento e gestão da causa pública” debatidos no IPCA

Abril 27, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura, Educação, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

O eurodeputado José Manuel Fernandes, o presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes, e o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, participaram, na passada sexta-feira, numa mesa-redonda organizada pelos estudantes da licenciatura em Gestão Pública da Escola Superior de Gestão (ESG) do IPCA.



Nessa conferência, sobre “Financiamento e gestão da causa pública”, o eurodeputado José Manuel Fernandes adiantou que o programa europeu Erasmus deverá ver o financiamento «aumentado para o dobro», no próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP), que vai começar a ser negociado pelas instituições da União Europeia. Referiu a importância de manter o financiamento da Política Agrícola Comum (PAC), sobretudo para ajudar a aumentar a coesão territorial, social e económica e, dessa forma, combater as disparidades regionais.

“Portugal tem que se preparar para o novo quadro financeiro 2021-2027 e cada região deve indicar ao governo o que precisa, para que o acordo de parceria corresponda efetivamente às reais necessidades”, afirmou o eurodeputado, que defende que Portugal tem de encontrar novas formas de receitas, em alternativa aos impostos que penalizam os cidadãos. O eurodeputado criticou, ainda, o facto de mais de 75 por cento do investimento público em Portugal ter origem no Orçamento da União Europeia e não no Orçamento do Estado (OE).

O presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes, fez referência às “dificuldades” financeiras que as câmaras têm enfrentado ao longo dos anos e que “o Estado está a querer transferir para as câmaras várias pastas, como a Educação, Cultura e Património, mas a questão é o pacote financeiro que terá que acompanhar esta descentralização”. Isto decorre pelo facto de os sucessivos governos não terem vindo a cumprir a Lei das Finanças Locais. O presidente referiu mesmo que a descentralização é o único mecanismo que permitirá melhorar a coesão territorial e o desenvolvimento das regiões sendo necessário encarar este desafio a curto prazo.

Já o autarca de Braga, Ricardo Rio, defendeu que, em matéria de gestão da ‘coisa pública’, há duas regras essenciais: “em primeiro lugar, que não se gaste aquilo que não se tem” e que “essa gestão seja feita de forma racionalizada e rigorosa”, priorizando o uso dos recursos e maximizando a sua aplicação às necessidades. Ricardo Rio saudou a evolução recente de reforço da capacidade tributária dos municípios, dando-lhes a possibilidade de fixarem os impostos e, dessa forma, dando-lhes também a oportunidade de fazer política de outra forma. O autarca reforçou, também, para o facto de o Estado não cumprir a Lei das Finanças Locais, referindo que o financiamento central às autarquias locais em Portugal (13%), está muito aquém da média europeia (24%). “Este é um valor irrisório face às responsabilidades das autarquias locais” tendo em conta que as autarquias locais têm sido pioneiras e inovadoras em muitas políticas, que depois são copiadas pelo governo.

A sessão teve, igualmente, espaço para as questões da plateia, constituída quer por estudantes, quer por docentes e investigadores do IPCA. No final da sessão, o eurodeputado José Manuel Fernandes e os dois autarcas minhotos, Miguel Costa Gomes e Ricardo Rio, acreditam que os estudantes do IPCA estão conscientes dos desafios sociais que se colocam hoje.

Fonte e foto: IPCA.

 

José Manuel Fernandes, Miguel Costa Gomes e Ricardo Rio juntos em mesa redonda no IPCA

Abril 19, 2018 em Atualidade, Concelho, Educação, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

O Eurodeputado José Manuel Fernandes, o Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes, e o Presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, participam numa mesa redonda que decorre na Escola Superior de Gestão (ESG), do IPCA – Instituto Politécnico da Cávado e do Ave, no próximo dia 20 de abril, pelas 17h30.



O tema em debate é o “Financiamento e gestão da causa pública”, numa iniciativa dos alunos da Licenciatura em Gestão Pública, que visa “debater e refletir temas ligados diretamente à administração pública, permitindo dotá-los de conhecimentos que permitam conferir-lhes uma visão crítica e global sobre os desafios da adesão de Portugal à União Europeia e oportunidades de financiamento”, refere a organização em nota.

A sessão é aberta à comunidade e realiza-se no Auditório Dr. António Martins, na ESG.

Fonte e imagem: IPCA.

Chefe da Representação da Comissão Europeia debate futuro da Europa no IPCA

Maio 18, 2017 em Atualidade, Concelho, Educação, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

A Chefe da Representação da Comissão Europeia, Sofia Colares Alves, estará hoje, 18 de maio, no Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), em Barcelos, para um debate com os cidadãos da região sobre o futuro da União Europeia e a importância da sua dimensão social. O debate, com entrada livre, terá início pelas 18h30 e decorrerá no Auditório Engº António Tavares (Campus do IPCA).

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Com Sofia Colares Alves estará o eurodeputado José Manuel Fernandes e a conversa será moderada por Paulo Monteiro, diretor do diário “Correio do Minho”.

O evento, organizado com o apoio do Centro de Informação Europeia (CIED) de Barcelos, será uma conversa interativa centrada nas questões e sugestões dos participantes sobre os possíveis cenários para o futuro e qual deve ser o papel da Comissão Europeia.

Antes do debate, pelas 17h00, Sofia Colares Alves visitará o Campus e conhecerá o Centro de Investigação e Desenvolvimento de Jogos Digitais, um projeto que é apoiado pelos fundos da União Europeia.




No âmbito dos 60 anos do Tratado de Roma que se celebram este ano, a Chefe da Representação da Comissão Europeia em Portugal vai participar em vários eventos para dialogar diretamente com os cidadãos de todo o país e ouvir, deles, as suas questões e sugestões com base no Livro Branco sobre o futuro da Europa, lançado pelo Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.

Fonte: IPCA.

Autárquicas 2017: PSD vai “de mal a pior”

Março 3, 2017 em Atualidade, Concelho, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

É com estas palavras que uma fonte social-democrata, contactada por este jornal, se refere aos últimos acontecimentos no interior do PSD Barcelos.

No passado domingo de manhã, a Comissão Política de Secção (CPS) do PSD Barcelos, presidida por José Novais, reuniu com o Presidente da Distrital do PSD, José Manuel Fernandes, e com um grupo de presidentes de junta que, ao que tudo indica, estarão desagradados com o nome do candidato.

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José Manuel Fernandes

O número de autarcas presentes suscitou dúvida, com fontes a darem informações díspares ao Jornal de Barcelos, sendo certo que, em qualquer uma das versões (13 e 9), o número corresponde à maioria dos autarcas eleitos pela coligação PSD-CDS. Isto porque, dos 17 eleitos, uma é do CDS e outros já referiram que não são militantes e que deverão concorrer por outro partido. De relembrar que o concelho tem 61 freguesias mas apenas 17 são presididas por autarcas eleitos pela coligação.

Nessa reunião, segundo avança o referido jornal, os presidentes de junta presentes terão demonstrado o seu desagrado, já expresso em momento anterior, ao Presidente da Distrital e ao da Concelhia. Primeiro, porque o candidato escolhido não lhes parece ser o melhor e, principalmente, porque não foram auscultados no processo de escolha de Sérgio Azevedo.

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José Novais

Entretanto, numa outra notícia, desta feita do Barcelos Popular, o Vereador Domingos Araújo surgiu a tecer duras críticas à atuação de José Novais neste processo todo. No cerne da crítica surge o facto de os três vereadores PSD também não terem sido auscultados no processo de escolha, numa atitude que Domingos Araújo apelida de “absolutamente inqualificável”. Aliás, de acordo com o citado jornal, nem mesmo António Ribeiro, vereador e líder concelhio do CDS, foi auscultado e considerado neste processo. De relembrar que ainda na semana passada, Sameiro Serra, presidente de junta de Carvalhal e reputada militante centrista barcelense, deixou no ar uma crítica sobre o facto de o CDS assinar um acordo sem antes saber quem seria o candidato.

Por fim, em notícia avançada esta tarde pelo Jornal de Barcelos, o candidato anunciado por José Novais, Sérgio Azevedo, ter-se-á retirado da candidatura à Câmara Municipal por causa da contestação ao seu nome. No entanto, a notícia carece de confirmação.

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Sérgio Azevedo

 

Sobre todos estes assuntos, uma fonte do partido referiu que o PSD Barcelos “vai de mal a pior” e a confirmar-se a notícia da “queda” de Sérgio Azevedo, então “o mais lógico é o Eng.º José Novais ter que se demitir, porque o escolheu, apresentou, louvou, e defendeu até, numa grande entrevista a um outro jornal. Ele e quem esteve com ele nesta trapalhada toda, a começar pelos ‘vices’ dele, Adélio Miranda e Joel Sá”. Mas vai mais longe, “mesmo que estes dois não concordassem, tinham que ter tido coragem de se baterem contra esta escolha, no mínimo questionável, pois sabemos agora que Miguel Durães, JSD, os vereadores, presidentes de junta, consta até que o Mário Constantino também, mostraram-se contra este nome, esta escolha e todo o processo que levou a isto”. E o que é isto? “É uma vergonha para o PSD e para o PSD Barcelos. Novais tem que sair, tem que se demitir”.

Fotos: Facebook do PSD Barcelos.

PSD: nome do candidato pode estar em causa

Fevereiro 24, 2017 em Atualidade, Concelho, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

De acordo com uma notícia do jornal Barcelos Popular (BP), um grupo de Presidentes de Junta – cerca de dez – reuniu com o Presidente da distrital do Partido Social Democrata (PSD), José Manuel Fernandes, onde o tema terá sido o nome do candidato do partido – e da coligação – às autárquicas deste ano.

José Manuel Fernandes terá afirmado ao referido jornal que em caso de “chumbo” do nome de Sérgio Azevedo em “Plenário”, a sua legitimidade poderá ser colocada em causa, ficando, mesmo, “diminuída”.

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José Manuel Fernandes

Mais, dando o exemplo de Terras de Bouro – onde o candidato aprovado na concelhia, e que deverá ser proposto a plenário, não será o escolhido –, o Presidente da distrital referiu que cabe a esta estrutura aprovar, ou não, o candidato, naquilo que foi interpretado pelo BP como uma afirmação “em jeito de aviso”.

José Novais, presidente da Comissão Política de Secção (CPS) do PSD Barcelos, não quis comentar estas informações mas salientou, ao BP, que as decisões emanadas do Plenário sobre o nome do candidato não são vinculativas, algo que foi confirmado por José Manuel Fernandes que, no entanto, em forma de reparo, afirmou que não será “normal” um nome de candidato chumbado em Plenário ser aprovado pela Distrital.

O Barcelos Popular, ainda sobre esta temática, refere que haverá uma reunião entre a Distrital, a CPS e, ao que parece, um grupo de Presidentes de Junta, no próximo domingo, em Barcelos, desconhecendo-se a hora e o local.

Entretanto, numa outra “frente” de notícia, o jornal contactou todos os Presidentes de Junta eleitos pela coligação de direita. Salienta que a maioria deles desconhece Sérgio Azevedo, mostrando estes, mesmo, “estranheza” por não terem sido auscultados no processo de escolha do candidato, ficando a saber dessa decisão pela comunicação social.

Já o líder do CDS local, António Ribeiro, afirmou que o acordo de coligação ainda não estará assinado, por estar a ser ultimado, considerando Sérgio Azevedo um “bom candidato”. Já Sameiro Serra, Presidente da Junta de Carvalhal, e reputada militante “centrista”, referiu, à imagem de muitos dos seus homónimos de direita contactados pelo BP, que desconhecia Sérgio Azevedo, acrescentando que “nunca assinaria um acordo de coligação sem saber antes qual o nome do candidato à Câmara”.

Fotos: Facebook do PSD Barcelos.

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