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José Rui Peixoto

Amigos da Montanha apresentam Escola de Canoagem

Julho 17, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Decorreu ontem, ao final da tarde, no areal de Barcelinhos, a cerimónia de apresentação do novo projeto desportivo e de formação dos Amigos da Montanha (AM), a Escola de Canoagem, que terá como responsável Carlos Magalhães.



A cerimónia contou com a presença do Presidente da Direção dos AM, Américo Alves, de Francisco Rocha, Vereador do Desporto da Câmara Municipal de Barcelos, de José Rui Peixoto, Presidente da Junta de Freguesia de Barcelinhos, de António Carvalho, Diretor da Escola Secundária de Barcelinhos, de Ernesto Morais, Vice-Presidente da Federação Portuguesa de Canoagem, de David Ferreira, Presidente-Adjunto dos AM, e de António Costa “Lim”, Vice-Presidente para o Desporto e Formação dos AM. Entre o público presente, destaque para José Beleza e Anabela Real, vereadores da Câmara Municipal de Barcelos.

Américo Alves iniciou a cerimónia historiando a ligação dos AM à canoagem, que chegaram a ter dois atletas federados, sendo um deles Belmiro Penetra, que chegou a ser atleta olímpico, tendo representado os AM por dois anos. Aliás, a vinda deste atleta para os AM pressupunha a criação de uma escola de canoagem. Apesar de o projeto ter sido elaborado, por vários motivos, “ficou na gaveta”, lamentou Américo Alves.

No entanto, o “bichinho ficou sempre”. A criação desta escola foi mais um objetivo dos AM, no sentido de “trazer para o rio a formação e o desporto para o areal. Infelizmente, as coisas, na altura, não avançaram. Nos anos a seguir e há três ou quatro anos, apostámos na formação, de outras modalidades, nomeadamente, no atletismo, na natação, na orientação, mas na questão da canoagem ficou sempre aquele ‘bichinho’ e aquele sonho de conseguirmos implementar aqui uma escola de canoagem. Felizmente, nas últimas eleições, um dos programas era este, era que nestes três anos tentaríamos criar a Escola de Canoagem”, que surge com a ajuda da Escola Secundária de Barcelinhos, através do desporto escolar e do professor Carlos Magalhães, que são parceiros dos AM neste novo projeto. Quem apoiou, igualmente, foi a Câmara Municipal de Barcelos e a Junta de Freguesia de Barcelinhos, que deram condições a esta associação para “pensar de forma séria neste projeto”, referiu o seu presidente, que aproveitou para agradecer a estas entidades, referindo que esta é “mais uma responsabilidade que nos recai sobre os ombros, mas estamos preparados para ela. Sabemos que é uma modalidade que não é fácil. No verão é tudo mais fácil. No inverno – os invernos são duros – é preciso ter condições. Mas vamos ver se somos capazes de levar isto em frente. Estou convencido que sim, juntamente aqui com os meus colegas de direção e com a ajuda da direção, tudo faremos para que isto seja um projeto de futuro e que, quem sabe, daqui a meia dúzia de anos, possamos ter aqui campeões em Barcelos”, concluiu.

Francisco Rocha enalteceu o trabalho dos AM ao nível do desporto e da formação, dando os parabéns pelo projeto e prometendo a continuidade do apoio e ajuda da Câmara Municipal de Barcelos aos AM.

Já Ernesto Morais deu, de igual forma, os parabéns pela Escola de Canoagem. “A essência para o sucesso do futuro é ter alguém ligado à canoagem neste projeto e isso já têm”, referindo-se a Carlos Magalhães. Louvou o protocolo dos AM com a Secundária de Barcelinhos, visto que a maioria dos clubes a nível nacional não têm protocolos com escolas. Para este responsável federativo, o trabalho passa mesmo pela formação dos atletas. Se antes a canoagem era “o desporto dos pobres”, hoje em dia, também por causa dos resultados que Portugal tem tido, a realidade alterou-se. “Os municípios não olham para a modalidade com os mesmos olhos que deviam olhar, como olham para outras modalidades, mas penso que da forma como este projeto está a começar, com o protocolo com a escola, uma pessoa do seio da canoagem à frente do projeto, tem tudo para que o futuro seja risonho”, concluiu.

Por fim, José Rui Peixoto elogiou, igualmente, o trabalho dos AM, que “em Barcelinhos são sinónimo de dinamismo”, sendo as suas atividades a “mostra disso”. Salientou que a Junta de Freguesia não pode “ficar de fora” e não ajudar os AM neste e noutros projetos, prometendo continuar com essa colaboração.

António Carvalho, diretor da Escola Secundária (ES) de Barcelinhos, contou como a ideia do protocolo surgiu, com o professor nesta escola, Carlos Magalhães, a ser a ponte entre as partes. Salientou que a canoagem já fará, à imagem do BTT, parte dos programas de desporto da Escola e que este protocolo é algo em que acredita e que trará bons frutos e resultados não só para a ES de Barcelinhos, como para os AM.

Fotos: AM e BnH.

Festival do Rio 2018 apresentado ontem

Julho 14, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Com Barcelos e o Rio Cávado como pano de fundo, realizou-se, ontem à noite, a cerimónia de apresentação do Festival do Rio 2018, que decorre a 28 de julho, e não só.



No mesmo palco onde ser realizará o referido Festival de Folclore, com as bandeiras dos países dos grupos convidados, tendo em frente os guias, Paulo Lopes (Presidente do Grupo Folclórico de Barcelinhos) explicou, sucintamente, alguns pormenores do programa para 15 dias de muito folclore nacional e internacional. Na mesa, a fazer-lhe companhia, estiveram Armandina Saleiro (Vereadora da Câmara Municipal de Barcelos), José Rui Peixoto (Presidente da Junta de Freguesia de Barcelinhos), Rodrigo Amaral e Maria José Amaral (Presidentes Honorários do Grupo Folclórico de Barcelinhos).

Assim, no dia 24 de julho será feita uma primeira apresentação, com dois grupos, no Jardim das Barrocas. Aliás, neste mesmo Jardim, a 25, 27 e 29 de julho, atuarão dois grupos por dia. Na quinta-feira que precede o Festiva, realiza-se o “Porto de Honra”, que é um “ato simbólico”, quando “começa verdadeiramente o Festival”, salientou Paulo Lopes.

Na sexta-feira, à imagem de em edições anteriores, os grupos deslocam-se a Alheira, seguindo-se, no sábado, a grande gala, o Festival propriamente dito, no palco montado nas margens do rio, “empoleirado” por cima dele.

De seguida, na segunda-feira, os grupos começam a ir embora e chegam outros para atuarem na Feira de Artesanato. Logo no dia 3 de agosto, na abertura, atuam o grupo de Taiti, o da Rússia e o do Chile; no dia 6, o da Sérvia e o da República Checa; no dia 7, atuam os grupos da Argentina e da Guiné-Bissau; por fim, no dia 9, atuam os grupos da Polónia e da Colômbia.

Em suma, serão cerca de 600 pessoas, de 17 grupos, que, num espaço de 15 dias, passarão por Barcelos.

Imagem: retirada de vídeo da RB.

 

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