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Liga NOS

Gil Vicente FC perde no “Dragão” pela margem mínima

Outubro 25, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A noite chuvosa de ontem trouxe mais um jogo da Liga NOS, desta feita, com o Gil Vicente FC a visitar o Estádio do Dragão para defrontar o campeão FC Porto, trazendo de lá uma derrota pela margem mínima.

Com arbitragem de Hélder Malheiro (AF Lisboa), coadjuvado por Rui Cidade e José Luzia, sendo Flávio Lima (AF Algarve) o 4º árbitro, o jogo contou com os seguintes alinhamentos:

FC Porto – Marchesín, Manafá, Pepe, Mbemba, Zaidu, Uribe, Fábio Vieira (Sérgio Oliveira, 83’), Corona (Marega, 92’), Nakajima (Sarr, 78’), Toni Martínez (Romário Baró, INT) e Evanilson (Taremi, 78’). No banco ficaram Diogo Costa, Grujic, João Mário e Felipe Anderson.

Aquecimento das equipas (Foto: BnH)

Gil Vicente FC – Denis, Joel Pereira (Fujimoto, 85’), Rodrigo, João Afonso, Talocha, Ygor Nogueira, Lourency (Baraye, 62’), Claude Gonçalves (Renan Oliveira, 69’), Rúben Fernandes, Léautey (Lucas Mineiro, 69’) e Samuel Lino. No banco ficaram Daniel Fuzato, Aw, Vítor Carvalho, Leandrinho e Ahmed Isaiah.

Aquecimento do Gil Vicente FC (Foto: BnH)

O FC Porto, tal como era de esperar, assumiu as despesas do jogo desde início, mas o Gil Vicente FC não se deixou intimidar e, sempre que possível, saía em velocidade e colocava a equipa do Porto de cautela. Os gilistas começaram com uma defesa a 5 homens e com o bloco bastante compacto, criando problemas à construção de jogo portista.

Grande oportunidade para os gilistas, aos 25 minutos. Num contra-ataque rápido, em superioridade numérica, Lino exagerou nas fintas em frente a Pepe, perdeu a oportunidade de rematar, uma e outra vez, até que acabou por rematar contra o experiente defesa portista, a bola ainda sobrou para Léautey, mas o guardião portista acabou por defender.

O Porto respondeu dois minutos volvidos, por Corona, sobre esquerda onde cruzou para o cabeceamento de Toni Martínez, que proporcionou a Denis uma poderosa defesa. Os portistas voltaram à carga e, numa jogada de insistência, carregada de ressaltos, Manafá rematou para uma boa defesa de Denis para canto. Na sequência do canto, Corona cruzou para a área onde Evanilson cabeceou à barra da baliza gilista.

Aos 39 minutos, ataque rápido do Gil pela esquerda, Léautey cruzou, mas Lino chegou atrasado para a emenda. Na resposta, o FC Porto chega ao golo, por Evanilson, aos 41 minutos. Numa jogada rápida, com combinações entre Corona, Zaidu e Nakajima, a terminar com o jogador japonês do Porto a assistir Evanilson que, à boca da baliza, apenas teve de encostar.

O segundo tempo iniciou com o FC Porto à procura do segundo golo e, numa jogada trabalhada pela direita, Romário Baró rematou contra o braço de Nogueira, o árbitro Hélder Malheiro, após consulta do VAR e visionamento das imagens, assinalou penálti. Na cobrança, Denis correspondeu ao remate de Uribe com uma enorme defesa, mantendo o marcador a 1-0.

Aos 66 minutos, um enorme calafrio na área gilista. Numa primeira fase, foi Nakajima a rematar, perigosamente, para defesa de Denis e, na recarga, Fábio Vieira rematou duas vezes contra Rodrigo, que conseguiu salvar em cima da linha de golo.

Aos 73 minutos, o Porto viu-se em inferioridade numérica por expulsão de Zaidu numa entrada violenta sobre Lino.

Após a expulsão, o Gil Vicente FC subiu no terreno e foi à procura do golo do empate. Mas até aos 90’, as equipas foram-se anulando, não existindo grandes oportunidades de golo. Aos 90+6, num lance de bola parada, Taremi, isolado por Romário Baró, emenda para a baliza, mas Denis fez a última defesa da partida.

O Gil Vicente FC sofre, assim, a primeira derrota na Liga diante do campeão nacional, por 1-0. Os gilistas encontram-se, provisoriamente, na 11ª posição, com 5 pontos. Segue-se a visita a outro dos “três grandes”, o Sporting CP, em jogo a contar para a 1ª jornada e que foi adiado devido a casos de COVID-19. O jogo disputa-se quarta-feira, dia 28 de outubro, pelas 21h45. Para a 6ª jornada, o Gil Vicente FC recebe o Vitória de Guimarães, no dia 01 de novembro, pelas 17h30.

Fotos: BnH.

Foi bom enquanto durou, Darwin!

Outubro 23, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Ricardo Esteves

Sim, porque esta relação (Darwin – Benfica), infelizmente, não vai ser muito duradoura. Cinco jogos, 5 assistências, 3 golos! Qual Cavani, qual quê! Isto, sim, é o futuro! Provavelmente, não o nosso, mas sim o futuro de outra equipa…Como diz o mister: Darwin não vai ser um grande jogador, vai ser um jogador BIG! E, t€ndo em conta a m€ntalidad€ que p€rdura nos corr€dores da Luz e do S€ixal, jogadores como o uruguaio, Waldshmidt e Everton podem não vestir de vermelho e branco dourado por muito mais tempo. Espero que, depois do dia 30 (dia em que, supostamente, decorrem as eleições), essa mentalidade sofra uma grande e merecida alteração. Mas isso será conversa para outra altura.



Vamos ao que interessa, à análise dos últimos 2 jogos.

Em Vila do Conde, deslocação tradicionalmente difícil, tivemos um pequeno passeio à beira mar, tal como o Vieira gosta, com uma vitória por 2 bolas a 0. Resultado, esse, que não foi mais avultado devido ao VAR. Alguém que diga aos responsáveis do Rio Ave que têm as linhas do relvado um pouco tortas…ou, então, ensinem um pouco de geometria ao VAR. Tirando esse pormenor, a equipa fez um jogo muito bem conseguido, tendo sufocado o adversário inúmeras vezes, causando, por consequência, inúmeros erros. Não percebo esta teimosia das equipas tentarem sair sempre a jogar…Às vezes, um chute de força para a frente não faria mal a ninguém.

Já o jogo em território polaco foi um pouco diferente. Como diz a expressão, foi uma faca de dois gumes. O “chip” europeu dos últimos anos prevaleceu no eixo defensivo, sendo este colmatado pela enormíssima qualidade ofensiva e, principalmente, pela grandíssima exibição de Darwin. Sem este poderio ofensivo, que irá resolver muitos jogos, a história desta 1ª jornada da Liga Europa teria sido muito diferente. Já que a transição defensiva deixou muito a desejar. Quer seja devido ao facto dos laterais atacarem como Deuses e “defenderem” como jogadores da distrital; quer seja por causa da lentidão dos centrais; ou quer seja pelo buraco no meio campo, Jorge Jesus tem muito trabalho pela frente. O facto de Jardel ter entrado para segurar a defesa, diz muito acerca desta.

Domingo há mais.

AH, já agora. Sou o Ricardo, novo representante do Benfica no Barcelos na Hora. Sou licenciado em Ciências da Comunicação desde 2017 e licenciado em benfiquismo desde 1994. Nunca joguei futebol profissional, mas tenho muitas horas no Football Manager e problemas de tensão por causa do meu clube. Por isso, acho que tenho os requisitos suficientes.

Obrigado e até para a semana.

Por: Ricardo Esteves* (Licenciado em Ciências da Comunicação)

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Azar como “grandes”, roubados como “pequenos”

Outubro 23, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
João Dias

A deslocação a Alvalade começou da pior maneira. Um golo madrugador da equipa da casa fez-me temer o pior, não porque desconfiasse da capacidade do F.C.P. em dar a volta a qualquer resultado, mas sim, porque a estratégia de jogo do adversário foi surpreendente! A falta de um ponta de lança (Sporar, no banco) no 11 inicial do Sporting, explicava, desde logo, a estratégia de Rúben Amorim para o jogo: aguentar o expectável caudal ofensivo do Porto e tentar surpreender em contra-ataques rápidos, confiando especialmente na velocidade e capacidade de desequilíbrio de Jovane Cabral. Posto isto, foi um início de jogo de sonho para os verdes e brancos, já que o tal golo madrugador dava, ainda mais, confiança à equipa e retirava a pressão sobre os jogadores da frente.



O primeiro golo do encontro veio de Nuno Santos, um potente remate de pé esquerdo, bem ao seu estilo. Bonito golo! Pelo minuto 25, Uribe correspondeu da melhor maneira a um cruzamento milimétrico de Zaidu, restabelecendo a igualdade no marcador. O Porto adianta-se no marcador pelo minuto 45, com um grande golo de classe de Corona. É, claramente, um jogador diferenciado neste campeonato. O Porto conseguiu manter esta vantagem até ao minuto 87, onde Vietto, no lugar e hora certa, consegue atirar para o 2-2 final.

Para mim, é mais importante ganhar do que jogar bem, ponto final! O futebol, para muitos, é entretenimento, para mim também o é, desde que não se trate do F.C.Porto. Sempre que este estiver em campo, eu não estou a desfrutar de um hobby, eu quero é ganhar! Neste sentido, tenho de aceitar que o meu treinador, por volta dos 80 minutos, queira defender um resultado com diferença de um golo, ao invés de o querer dilatar. Também é importante analisar que, neste caso, estávamos a jogar contra um eterno candidato ao título, onde 1-2 seria um resultado excelente. Muitas vezes, o Sérgio opta por colocar Loum, ou até outro central nesta altura crítica dos jogos, aquando de uma vantagem curta. Em 90% das vezes corre bem, este jogo representou os outros 10%. Uma perda de bola inocente do reforço Felipe Anderson, com Zaidu já embalado para se projetar na ala esquerda, levou a uma descompensação defensiva. O Sporting, friamente, aproveitou para empatar a partida. É o azar dos “grandes”.

O importante era agora focar no jogo de quarta-feia, Champions League!!!

Já sabíamos que era o jogo mais difícil, visitámos uma das equipas favoritas à vitória na competição e, sem margem para dúvidas, a favorita a ficar em primeiro lugar do grupo, o Manchester City. Acho importante começar a fase de grupos com uma vitória, mas tínhamos de ser realistas e admitir que, caso jogássemos “olhos nos olhos” com o Manchester City, poderíamos sair de lá com o “saco cheio”.

A estratégia de Sérgio Conceição passou por ser quase idêntica à que o Sporting apresentou contra nós: defender com todos e atacar quando fosse “inteligentemente” permitido, sem nunca descompensar a defesa. A genialidade de Luis Díaz permitiu-nos entrar na partida da melhor maneira, grande golo do colombiano! A partir de aqui, foi só aplicar o “trabalho de casa”…até o arbitro permitir! Não gosto de falar de arbitragens e, por isso, não o vou fazer, acho que ficou claro nas televisões de todos vós. Dá-me é uma pena tremenda ver que o Porto só “perdeu o norte” com dois lances de bola parada, um penálti e um livre direto. Ambos hiper duvidosos! A perder por 2-1, e na competição em questão, a estratégia teve que ser alterada, o que resultou em mais um golo para a equipa da casa, fixando o resultado no 3-1 final.

Saímos de cabeça erguida, batemo-nos bem com uma das maiores equipas do mundo e sabemos que temos plantel! Vamos batalhar até ao fim, como sempre! Zaidu promete, Mbemba está irrepreensível, Pepe faz amanhã 19 anos, Manafá e Nanú são dois super atletas, Uribe está com golo, Sérgio Oliveira está seguro, Luis Díaz confiante, Corona é Corona, e ainda temos muita qualidade no banco, que está esfomeada de bola: Taremi, Toni Martínez, Felipe Anderson, Grujic e (não se esqueçam!!!) NAKAJIMA!

Vamos receber agora o Gil Vicente, espero uma resposta imediata a estes recentes contratempos nos resultados. Desejo toda a sorte do mundo ao Gil (clube da nossa terra), que faça um bom jogo, com um bonito futebol, mas, no fim, os três pontos têm que ficar no Dragão! Acredito numa possível goleada do F.C.Porto. Acho, também, que pode haver alguma rodagem no 11 inicial, veremos.

Um bem-haja a todos os amantes do desporto, aos Barcelenses e outros possíveis leitores por este mundo fora.

Viva o F.C.Porto! Viva o F.C.Porto!

Por: João Dias*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Estou certa de que iremos “arrancar pontos”

Outubro 23, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Lucy Santos

Olá a todos os leitores do BnH!

No passado sábado, o Gil Vicente jogou com o Tondela. Um adversário difícil!



O Gil Vicente dominou, quase por completo, todo o jogo. Logo na primeira parte, nos primeiros 20 minutos, o Tondela ficou reduzido a 10 elementos, quando o guarda-redes travou Antoine. A partir daqui, só deu mesmo Gil Vicente. Conseguimos colocar todos “junto às cordas” e acabámos mesmo por marcar. Samuel Lino foi o autor do golo. Fomos para o intervalo com vantagem no marcador. Na segunda parte, continuámos a pressionar o Tondela, que tentava jogar em contra-ataque, mas sem sucesso. Samuel Lino fez o segundo, mas foi anulado pelo VAR e, imagine-se…por 3 centímetros!!

O Tondela acabou por chegar ao empate num golo de sorte, mas sem qualquer hipótese para Denis. O Gil Vicente respondeu de imediato e Antoine quase fazia o segundo. Tentámos, até ao final, conquistar os três merecidos pontos, mas já não conseguimos chegar ao golo!

Nem sempre quando se joga com mais um se dá o jogo por vencido. Por vezes, são os mais complicados.

E por falar em complicado, serão assim os três próximos jogos da nossa equipa, indo ao “Dragão”, no próximo sábado; a Alvalade, na quarta-feira, e, no domingo, recebemos o Vitória. Se mantivermos esta vontade de vencer, estou certa de que iremos arrancar pontos.

Sem adeptos ainda no estádio, mas a apoiar a nossa equipa no sofá, seguimos juntos com o mesmo Amor pelo clube…E as saudades que já apertam!

Seguimos sempre juntos pelo clube da nossa cidade!

Por: Lucy Santos*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade da autora)

Partida do destino

Outubro 22, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Ricardo Moreira

Bem-haja, caros leitores do BnH.

De todo que não costuma ser a minha forma de estar, abordar um Clássico pelo lado mais negativo do jogo. Até porque acho que, de negatividade anda o País cheio. Gosto de ver o lado positivo das coisas.



Mas desta feita, não posso deixar passar em claro a vergonhosa atuação do árbitro Luís Godinho e o videoárbitro Tiago Martins, na noite de sábado, no Clássico. Em benefício, evidente, da equipa visitante.

Se íamos vencer o jogo? Não sou vidente!!! Se fomos prejudicados? Completamente!!!

Desde deixarem passar em claro uma entrada perigosíssima de Zaidu sobre Porro, aos 19′, merecedora, desde logo, do cartão vermelho direto. Ao expulsar o nosso treinador por ter dito a mesma palavra proferida pelo técnico do adversário, minutos antes. Num estádio vazio, tudo isto se percebe, perfeitamente.

Até ao ponto do VAR, Tiago Martins, recomendar ao árbitro Luís Godinho, já no tempo extra da primeira parte, que revertesse o penálti assinalado contra o adversário, que levou, também, à retirada do segundo amarelo a Zaidu, o tal jogador que, como referi, já devia ter sido expulso, aos 19’, com vermelho direto.

Ao proceder desta forma, o videoárbitro violou, de modo chocante, o protocolo de intervenção do VAR, que só autoriza este a pronunciar-se sobre um lance se houver “erro claro e óbvio”, o que não era manifestamente o caso! Ou então, não percebo nada do protocolo de intervenção do VAR! Chocante disparidade de critérios!!!

Mas nesta quarta-feira internacional houve uma “partida do destino”! Tanta revolta, tanta injustiça, talvez agora percebam melhor como nos sentimos no jogo do Clássico.

Jogo este, em que enfrentámos o FC Porto sem medo algum. Dominámos no quarto de hora inicial, em que marcámos um golo e estivemos quase a marcar outro. O adversário reagiu, como é óbvio. Deu a volta ao resultado, ainda na primeira parte. Mas, estivemos por cima durante quase toda a segunda parte.

Com Jovane a titular, como falso ponta-de-lança, que me parece não ser um jogador talhado para esta missão de desgaste e sacrifício, pressionado entre os centrais (embora viesse de uma lesão). Eu preferia que jogássemos com um ponta de lança de área, um verdadeiro 9, goleador (jogador esse, que neste momento, para mim, é a grande lacuna do nosso plantel)!

Com as substituições, Rúben Amorim colocou “a carne toda no assador”. Passámos a ser ainda mais superiores ao adversário. Superioridade essa traduzida no segundo golo, o do empate, já com o adversário encostado às cordas. No final, Sporting Clube de Portugal 2 – 2 FC Porto…acabou por saber a pouco!

Desporto é Vida! Viva o Desporto com Respeito e Fair-Play.

Por: Ricardo Moreira*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Gil Vicente FC empata frente a um Tondela reduzido a 10 desde os 11 minutos do jogo

Outubro 17, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Em casa, gilistas não foram além do empate a uma bola

Depois das seleções, a Liga NOS voltou e na 4ª jornada o Gil Vicente FC recebeu, no Estádio Cidade de Barcelos, o CD Tondela, hoje à tarde.



Com arbitragem de Miguel Nogueira (AF Lisboa), coadjuvado por Bruno Jesus e Sérgio Jesus, sendo Ricardo Baixinho (AF Lisboa) o 4º árbitro, o jogo contou com os seguintes alinhamentos:

Gil Vicente FC – Denis, Rúben Fernandes, Rodrigo, Ygor Nogueira (João Afonso, 73’), Joel Pereira, Talocha, Lucas Mineiro (Vítor Carvalho, 85’), Claude Gonçalves, Léauty (Fujimoto, 73’), Samuel Lino (Baraye, 85’) e Lourency (Renan Oliveira, 77’). No banco ficaram Daniel Fuzato, Aw, João Afonso, Boubacar Hanne e Ahmed Isaiah. Treinador: Rui Almeida.

CD Tondela – Niasse, Bebeto (Murillo, 55’), Yohan Tavares, Enzo Martínez, Filipe Ferreira, Rafael Barbosa (Anne, INT), Pedro Augusto, Jota (Khacef, INT), Salvador Agra, Rúben Fonseca (Pedro Trigueira, 14’) e João Mendes (Jaquité, 78’). No banco ficaram João Pedro, Grau, Mário González e Tiago Almeida.

O Gil Vicente FC iniciou bem a partida, assumindo as despesas do jogo desde os minutos iniciais, com uma série de investidas pela esquerda, onde Antoine Léauty conseguiu realizar algumas belas combinações que iam colocando a defensiva do Tondela em sentido.

Aos 11 minutos de jogo, os visitantes sofreram um revés com a expulsão do guardião Niasse, que travou Léauty quando este estava isolado, com a bola perfeitamente controlada, após um magnífico passe de rutura de Samuel Lino.

Aos 24 minutos, o Gil Vicente FC chega à vantagem. Após um cruzamento de Joel Pereira e um mau alívio da defensiva do Tondela, Lino dominou a bola dentro da pequena área e colocou-a por baixo do guardião Pedro Trigueira e, consequentemente, o Gil Vicente FC na liderança do marcador.

Até ao final da primeira parte, os gilistas foram mantendo o controlo do jogo, apostando muito na velocidade de Lino, Léauty e Lourency, mas o resultado ao intervalo cifrava-se no 1-0 para os da casa.

Aparente excesso de confiança do Gil Vicente FC resulta em empate do Tondela

O Gil Vicente FC reiniciou forte a partida e, aos 50 minutos, ainda se gritou golo em Barcelos, mas Lino estava em posição irregular.

Aos 58 minutos, num lance aparentemente inofensivo, o lateral esquerdo do Tondela, Filipe Ferreira marcou um grande golo, com um cruzamento-remate, fazendo a bola bater no segundo poste da baliza de Denis e entrando, dando assim o empate.

Aos 60 minutos, o Gil Vicente FC respondeu ao golo sofrido com um belo cruzamento de Joel Pereira e Léauty a rematar com o pé direito para uma enorme defesa de Trigueira, com o pé esquerdo, em cima da linha de golo.

Até ao final da partida, o Gil Vicente FC foi sempre procurando formas de chegar ao golo que lhe permitiria chegar à vitória. Foi tirando imensos cruzamentos, quer por Talocha, quer por Joel Pereira, mas o Tondela soube reduzir os espaços e sacudir os cruzamentos e o empate permaneceu até final.

Com este resultado, o Gil Vicente FC mantém, provisoriamente, a 7ª posição, com 6 pontos. Na próxima jornada tem uma difícil deslocação ao terreno do campeão nacional, FC Porto, no próximo sábado, pelas 20h30.

Fotos: BnH.

Um ponto importante numa deslocação nada fácil

Outubro 11, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Lucy Santos

Olá a todos os leitores do BnH.

Esta semana, a jornada 3 da nossa equipa foi marcada pelo regresso do público ao estádio, mas só, e apenas, no jogo do Santa Clara – Gil Vicente, e com lotação limitada a 1000 adeptos. Os outros jogos mantiveram-se sem público.



A primeira oportunidade de golo, logo na primeira parte e aos 7 minutos, foi nossa. A bola a ser conduzida por Lino, desviada para Antoine, que rematou à baliza, embatendo na trave. O jogo, na primeira parte, foi bem repartido, com um Gil Vicente atacante, apesar da maior percentagem de bola pertencer aos Açorianos. Aos 23 minutos, Antoine teve, novamente, a oportunidade de marcar, num remate rasteiro, mas não conseguiu concretizar. O Gil Vicente criou bastante perigo na zona adversária, perante um Santa Clara com algumas dificuldades de construção. Aos 30 minutos, conseguiu marcar, mas o golo foi anulado pelo VAR. Os ataques de ambas as equipas continuaram, mas sem sucesso. Fomos para o intervalo empatados, sem golos. Adivinhava-se uma segunda parte que prometia…

A segunda parte desiludiu…Bastantes faltas, as oportunidades continuaram, mas notou-se uma quebra de jogo.

A equipa acabou empatada a zero bolas e arrecadámos 1 ponto importante numa deslocação nada fácil. Temos o próximo a 17 de outubro, às 15h30, com o Tondela, no nosso estádio.

Apesar de não haver público, não deixem quebrar o amor que sentem pelo nosso Gil Vicente.

Somos Gil!

Por: Lucy Santos*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade da autora)

O caminho marítimo para o mercado de transferências

Outubro 8, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
João Dias

À terceira jornada, o Porto já conhece o sabor da derrota. Não é nenhum indicador alarmante, no ano passado perdemos em Barcelos na 1ª jornada e o final do campeonato foi glorioso. Contudo, a equipa parecia estar a atravessar um bom momento e não era, de todo, expectável que o Porto perdesse este jogo frente ao Marítimo.



Não tenho muito interesse em abordar o jogo, é daqueles jogos onde a minha opinião esbarra na de alguns adeptos. Não considero que perder seja sinónimo de jogar mal, devemos avaliar as nuances de cada jogo e, assim, tentar explicar melhor o que lá ocorre. Foi, claramente, aquele típico jogo em que o Porto poderia ter ganho a partida, fez o suficiente, o problema é que do outro lado esteve uma equipa que também o fez (dentro do seu estilo de jogo defensivo, ao qual já estamos habituados). Foi o melhor jogo do Porto? Não! Mas uma bola (duvidosa) em cima da linha de golo e um penálti falhado são mais do que fatores suficientes para afirmar que o jogo poderia ter contornos diferentes. E por falar em penálti, cabe-me também admitir, em rigorosa análise, que o Porto foi mais beneficiado do que prejudicado pela equipa de arbitragem, que não esteve ao nível da 1ª Liga (ainda que grande parte dos casos do jogo sejam de difícil análise).

Houve empurrões na área, não houve empurrões; a bola entrou toda, a bola não entrou; era penálti, não era penálti…pouco importa, o Porto perdeu e perdeu bem, contra uma equipa que veio muito bem organizada para fazer o seu jogo. Parabéns ao Marítimo.

Assino por baixo o discurso do final do jogo, do Sérgio Conceição, baixar a cabeça, perceber o que esteve mal, trabalhar e voltar já (!) às vitórias.

E a primeira vitória veio de fora das quatro linhas. Creio que o Porto fez um excelente mercado de transferências dentro da realidade do clube. Não dou muito crédito a quem criticou a saída de Brahimi e Herrera a custo zero e agora também criticou a saída de Alex Telles por achar o valor demasiado baixo. Temos que perceber que o futebol mudou, como ouvi algures: “hoje em dia, os jogadores mandam nos clubes, os clubes são nada mais que montras para os atletas”. Portanto, escolham: ou temos os atletas e o seu rendimento desportivo até que finde o contrato; ou temos nos nossos cofres o valor de mercado que eles representam (que é definido também em função do tempo de contrato que lhes resta). E é esta a realidade, em dois meses, o Alex assinaria livremente por qualquer outro clube. Assim, beneficiamos de bons anos com o atleta nos quadros e ainda nos rendeu uns bons 20M.

Danilo foi explicado taxativamente pelo presidente, não poderei encontrar palavras que definam melhor o negócio. Diogo Queirós no Famalicão é um caso à parte…peço que aguardem pela próxima época e perceberão esta “jogada do Diogo”, poderá chegar alguém interessante daquele clube, para além do Porto garantir uma boa parte do passe do jogador.

Entradas. Para percebermos melhor o que de bom e mau pode fazer um empréstimo, pergunto-vos o seguinte: gostavam que o Zé Luís tivesse sido emprestado ao Porto ao invés de vendido? Olhem os milhões que teríamos poupado! Pois esta é a realidade do Porto, não se pode dar ao luxo de contratar “Imbulás”. Empréstimos de Felipe Anderson, Grujic e Sarr, caso corram mal, no final do ano voltam ao clube mãe; se correr bem, é bom sinal, quer dizer que os críticos de bancada estarão nos Aliados a “criticofestejar”.

Esperem para ver! Sejam exigentes e atentos como sempre fomos, mas confiem em quem lá está. Confiem no Sérgio…as contas fazem-se no final. E alerto para uma última coisa, quando eu tenho um problema familiar trato-o dentro de minha casa, não vou para a rua (Facebook) gritar alertando tudo e todos. O Porto é a nossa grande família, apareçam nas assembleias, sejam construtivamente críticos, mas no local certo. Só assim evitaremos títulos de CMTV´s a dizer que há tensão/insatisfação no clube.

Um bem-haja a todos os amantes do desporto, aos Barcelenses e outros possíveis leitores por este mundo fora.

Viva o F.C.Porto! Viva o F.C.Porto!

Por: João Dias*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Depois da Tempestade a Bonança

Outubro 8, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Ricardo Moreira

Bem-haja, caros leitores do BnH.

Após uma derrota pesada, em Alvalade, contra os austríacos do Lask Linz, já com seis jogos nas pernas e, obviamente, de momento, já com outra capacidade física, para mais, devido aos imensos casos de COVID-19 no Sporting Clube de Portugal, ainda estamos muito aquém dos índices físicos desejados.



Apesar de tudo isso, tivemos capacidade e força psicológica para entrarmos em Portimão a “todo o gás“, com pressão alta, desmarcações constantes do trio atacante, tentámos chegar depressa à vantagem, sem dar tempo ao adversário para pensar e corrigir marcações.

Assim foi, dois belos golos, mas outros mais podiam ter acontecido e foi preciso muita pancada da equipa adversária, tolerada pelo árbitro de serviço, para fazer parar o “vendaval” atacante dos primeiros trinta minutos de jogo.

Há muito que não via o Sporting entrar num jogo assim, a jogar tão bem: velocidade na transição, pressão alta na frente, bola trocada ao primeiro toque, organização coletiva, grande mobilidade. Neste período, ficou sentenciada a partida no Algarve: Portimonense 0 – 2 Sporting Clube de Portugal. Com golos marcados bem cedo e gestão de bola no resto da partida, embora sofrendo alguns sobressaltos defensivos na segunda parte.

Segunda parte, onde o desgaste fez-se sentir, pela primeira parte bastante intensa e dinâmica, e também pelos motivos que já várias vezes referi, devido aos casos de COVID-19 no plantel. Rúben Amorim teve que fazer entrar “sangue novo” para segurar a vitória.

Estamos debilitados fisicamente, “castigados” pela pandemia e com um plantel ainda carente de ajustamentos; tais como, de um verdadeiro ponta de lança, goleador!

Obviamente que a pesada derrota contra o Lask Linz e o consequente afastamento das provas europeias, até mais do que a nível financeiro, trouxe mais problemas de instabilidade, com que o Clube está a lidar constantemente. Mas calma, foi apenas o terceiro jogo oficial do Sporting Clube de Portugal, esta temporada.

Não percebo, por isso, qual a lógica de já se fazer da derrota pesada contra o Lask Linz um «mau momento» do Sporting Clube de Portugal, volvidos apenas três jogos oficiais, dois deles vitoriosos!!!! O caminho faz-se caminhado…seguimos 100% vitoriosos na Liga!!!

Por isso, verdadeiros Sportinguistas, não deixem que se crie já a ideia de que, só por causa de uma pesada derrota, estamos já num mau momento, quando, de facto, precisamos é de estabilidade para crescer e obtermos mais vitórias!!!

Desporto é vida! Viva o Desporto com Respeito e Fair-Play.

Por: Ricardo Moreira*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Baraye de volta ao Gil Vicente FC

Outubro 6, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Clube anuncia rescisão amigável com Hugo Vieira

No último dia destinado a inscrições de novos jogadores para o seu plantel, o Gil Vicente FC anunciou a contratação, por 1 época, do senegalês Yves Baraye, avançado-extremo de 28 anos.



Este é um regresso a Barcelos de um jogador que fez parte do plantel da época 2019-2020, mas por empréstimo do Parma (Itália). No ano passado, esteve em 28 jogos e apontou 3 golos.

O senegalês, natural de Dakar, fez formação no Marselha (França), tendo-a terminado na Udinese (Itália), de onde foi emprestado a Lumezzane e Juve Stabia. Seguiram-se Torres Calcio, Parma e Padova (por empréstimo deste último).

Agora volta a Barcelos, por uma época.

Gil Vicente FC oficializa rescisão de contrato com Hugo Vieira

Também no último dia de mercado, o Gil Vicente FC, através dos seus canais, oficializou a rescisão amigável com o avançado Hugo Vieira.

Leia, na íntegra, a informação:

«O Gil Vicente FC informa que formalizou por mútuo acordo a rescisão do contrato com o avançado Hugo Vieira.

Desejamos ao atleta as maiores felicidades para o seu futuro

Imagem: GVFC.

[Ndr: notícia atualizada a 07.10.2020, pelas 9h10]

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