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Minho

Medicamento 100% português para artrite reumatoide “em embrião” na UMinho

Outubro 27, 2021 em Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora
artrite

Uma equipa de investigadores da Universidade do Minho (UMinho) terminou “com sucesso” o primeiro ensaio clínico em humanos de um novo medicamento português para a artrite reumatoide, anunciou hoje aquela academia.

Em comunicado, a UMinho acrescenta que a investigação espera permitir que a atual terapia passe de uma injeção semanal a uma injeção mensal e com menos efeitos secundários para os pacientes

“O segredo está na libertação controlada da substância ativa nas articulações inflamadas”, sublinha.

Agora, vai ser feita uma prova de conceito em doentes, ao mesmo tempo que se procurarão investidores para outros ensaios exigidos até à autorização da comercialização desta tecnologia 100% portuguesa.

A inovação resulta da investigação iniciada há mais de dez anos pela equipa de Artur Cavaco-Paulo no Centro de Engenharia Biológica, em Braga, e pela spin-off Solfarcos, com apoio de outras duas empresas.

A investigação já gerou duas patentes e duas teses de doutoramento.

A Solfarcos promoveu em setembro o primeiro ensaio clínico em termos de segurança e tolerabilidade, com voluntários saudáveis.

“Na prática, o novo medicamento baseia-se na molécula de metotrexato, o fármaco de referência no tratamento de várias doenças autoimunes”, lê-se no comunicado.

A equipa da UMinho acredita que a sua inovação “pode ter um grande impacto” nas diretrizes de tratamento da doença.

“A nossa ambição é que seja a opção de primeira linha na artrite reumatoide, porque aumenta o tempo de uso do metotrexato, que sabemos ser tão eficaz, mas apenas num período limitado devido aos efeitos adversos que se tornam intoleráveis em doentes crónicos”, refere Artur Cavaco-Paulo, que é também diretor científico da Solfarcos e professor da Escola de Engenharia da UMinho.

imagem ilustrativa – unsplash.com/@towfiqu999999

Fonte – Lusa

Alto Minho avisa multinacionais de exploração mineira que “não são bem-vindas”

Outubro 25, 2021 em Ambiente, Minho Por barcelosnahorabarcelosnahora

O socialista Miguel Alves, em representação de cinco municípios do distrito de Viana do Castelo, alertou hoje as multinacionais de exploração mineira que “não são bem-vindas” e que região vai “lutar” contra a exploração de lítio na Serra d’Arga.

O presidente da Câmara de Caminha, que falava durante uma manifestação que juntou, segundo a organização, mais de 1.300 pessoas, em nome dos colegas de Viana do Castelo, Vila Nova de Cerveira, Paredes de Coura (PS) e Ponte de Lima (CDS-PP) disse que a “mensagem” do protesto “é muito clara”.

“O Minho tem gente hospitaleira, mas aqui no nosso território, aqui na Serra d’Arga as multinacionais de exploração mineira não são bem-vindas”, afirmou Miguel Alves.

Com o chafariz da Praça da República, em Viana do Castelo, como palco das intervenções que fecharam o protesto, ao início da tarde, Miguel Alves apelou à união: “Este é um caminho em que temos de estar juntos, onde temos de estar fortes”, exortou.

O desfile de protesto, que durante cerca de duas horas percorreu as principais ruas de Viana do Castelo, foi animado por tocadores de concertina e cantadores ao desafio. A marcha integrou ainda representantes de partidos políticos, movimentos e associações de todos os concelhos, de várias regiões do país e, da Galiza.

A ação foi convocada pela Corema – Movimento de Defesa do Ambiente e Património do Alto Minho, o movimento em Defesa da Serra da Peneda e Soajo, o movimento SOS Serra d’ Arga, do distrito de Viana do Castelo, e o movimento SOS Terras do Cávado, de Barcelos, distrito de Braga, como resposta à abertura da consulta pública, iniciada pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) do relatório de avaliação ambiental preliminar do Programa de Prospeção e Pesquisa de Lítio das oito potenciais áreas para lançamento de procedimento concursal.

O período de consulta, inicialmente previsto até 10 de novembro, foi prorrogado pela DGEG para 10 de dezembro, após a contestação de partidos políticos, autarquias e movimentos cívicos.

Entre as oito áreas previstas para integrar o concurso internacional para atribuição de direitos de prospeção e pesquisa de lítio encontra-se uma área de perto de 25 mil hectares de Arga, que abrange os concelhos de Caminha, Vila Nova de Cerveira, Viana do Castelo e Ponte de Lima.

A Serra d’Arga está atualmente em fase de classificação como Área de Paisagem Protegida de Interesse Regional, numa iniciativa conjunta daqueles quatro concelhos.

Pelo movimento SOS Serra d’Arga, Carlos Seixas, exigiu ao Governo “que retire, imediatamente, a zona de Arga” daquele concurso público.

“O povo do Minho saiu à rua para dizer que é o povo que decide o que fazer com o seu território. O povo saiu à rua para dizer que o respeito pelos cidadãos tem de se estender ao mundo rural. O povo saiu à rua para dizer que os habitantes de uma região afetada por uma decisão política nacional devem, têm de ser consultados e sua decisão deve ser vinculativa, tem de ser vinculativa. Se não for assim damos razão ao secretário de Estado da Energia, João Galamba, que disse ser inaceitável dar poder de veto à população. É o mesmo que dizer que a democracia é inaceitável”, afirmou.

O porta-voz do Movimento SOS Serra d’Arga acrescentou que o “património” da região “é muito mais valioso que qualquer ouro”, que o “ouro branco” da região “é outro e não se chama lítio”.

“O senhor ministro do Ambiente tem de perceber, de uma vez por todas, que só há desenvolvimento sustentável com a participação da população. A sustentabilidade não acontece por ofício do Governo, ao contrário do que o senhor ministro acha. Matos Fernandes tem de perceber, de uma vez por todas, que somos nós, população, que escolhemos o modelo de desenvolvimento que queremos”, atirou.

“O povo do Minho irá onde for necessário para lutar contra a ameaça a um património que é de todos. Ouçam de uma vez a voz da população, que é soberana. Não aceitaremos nem um só furo. Fora da nossa bouça[terreno] que a bouça é nossa”, insistiu.

O porta-voz da Corema – Movimento de Defesa do Ambiente e Património do Alto Minho Mais, José Gualdino, foi outro dos intervenientes, e lembrou que estão na “mira das empresas de mineração estão mais de meia centena de freguesias que se propõem esburacar o Minho e transformá-lo num autêntico queijo suíço”.

“Isto é projeto quase demencial. Acham que os minhotos e as minhotas são destituídos de faculdades intelectuais e não sabem o que querem para a sua terra? Estão redondamente enganados”, garantiu

“O que nos propõem é, ao invés de um turismo cultural e de natureza, um turismo de catástrofe, com visitas às crateras das minas, aos solos e rios contaminados e às populações fantasmas. Propõem-nos um turismo de catástrofe fomentado por turistas que pretendem visitar os locais onde ocorreu um desastre ambiental. É de facto um desastre ambiental do que falamos quando se trata da extração de lítio e outros minerais na Serra d’Arga e zonas adjacentes”, alertou.

José Gualdino avisou que a região está perante “uma ameaça sem precedentes, que exige a mobilização e união de todos” e apelou às populações que “não se assustem com as possíveis lavagens cerebrais que as empresas venham a empreender”.

“Este é o maior combate que já travamos, mas vamos empregar todas as nossas forças para que o Minho continue a ser o Minho”, frisou.

Foto Ilustrativa – Dion Beetson@dionbeetson

Texto – Lusa

CIM do Cávado está a criar uma biblioteca digital que pretende “espelhar” o Minho

Maio 17, 2021 em Atualidade, Desporto, Educação Por barcelosnahorabarcelosnahora

A Comunidade Intermunicipal do Cávado (CIM) está a criar uma biblioteca digital, a ser lançada em breve, que pretende “espelhar” o Minho e “estimular a partilha” de documentos “que retratem a paisagem humana” da região, foi hoje adiantado.

Em comunicado, aquela CIM, que junta os concelhos de Amares, Braga, Barcelos, Esposende, Terras de Bouro e Vila Verde, refere que a AquaLibri quer ser um “grande repositório de documentação regional, espelhando os municípios do Cávado nas suas várias vertentes, desde a histórica e patrimonial, à natural, geográfica e física, da sociedade e cultura material à cultura imaterial”.

A AquaLibri será assim uma “porta local para o acesso ao conteúdo de muita documentação que ao Minho diz respeito”, acessível em “qualquer parte do mundo” e que dará acesso à documentação patrimonial, histórica e científica regional, assegurando a preservação digital dos documentos.

Este novo instrumento quer também ser um “projeto participativo” que tem por objetivo “estimular os cidadãos a colaborar enviando para arquivo imagens, documentos de família e outros recursos de informação que retratam a paisagem humana e física da região”.

O projeto conta com contributos das bibliotecas de cada município que “têm a singularidade de se referirem ao Minho, serem raras e valiosas e o acesso público ser difícil pelo que, com o projeto agora em curso, ficarão a fazer parte da memória pública da região”.

Assim, Terras de Bouro participa com diversas monografias do espólio documental do Arquivo Municipal alusivas ao Concelho (entre as quais alguns artigos sobre o Gerês e monografias há muito esgotadas), bem como com a coleção completa do extinto jornal O Geresão.

Da Biblioteca Municipal Francisco de Sá de Miranda, de Amares, estarão disponíveis as coleções completas de três jornais locais (O Amarense, Tribuna Livre e A Voz da Abadia), datados de entre finais do século XIX e o século XX, contabilizando no total 1.118 números, e algumas obras do Fundo Local com edições esgotadas ou em estado de conservação frágil.

De Barcelos, uma “valiosa coleção” de jornais do século XIX, como O Ecco de Barcellos (1860), o Barcelense (1873), a Folha da Manhã (1879) e O Commercio de Barcellos (1890), e ainda um conjunto de monografias que integram o valioso espólio da Barceliana, num total de 16.800 páginas digitalizadas.

A Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, de Braga, participa com as publicações de um fundo especial do município de Braga: códices e cartas régias, pergaminhos e livros da operação da Photographia Alliança, bem como documentos do fundo especial Lúcio Craveiro da Silva, monografias sobre personalidades e instituições do concelho de Braga, num total de cerca de 285 recursos de informação, entre analíticos e monografias.

Esposende partilha várias coleções de jornais locais, como o Brisa do Mar, o Jornal de Esposende ou o Farol de Esposende, e a Revista do Minho para o Estudo das Tradições Populares, dirigida por José da Silva Vieira, editada em Barcelos e Esposende (1885).

A Biblioteca Municipal Machado Vilela, de Vila Verde, contribuiu com a coleção já digitalizada do periódico oitocentista Folha de Villa Verde, a obra completa do patrono, Prof. Álvaro Machado Vilela (um dos fundadores do Direito Internacional em Portugal, professor catedrático da Universidade de Coimbra e juiz dos tribunais Mistos do Egipto), bem como parte da sua biblioteca particular e, ainda, os primeiros 21 anos do jornal O Vilaverdense (1955-1976), uma coleção, ainda que incompleta, do mensário Jornal da Vila de Prado, monografias locais e obras do fundo antigo da biblioteca, incluindo uma rara edição de 1542 do “De Preparatione ad mortem”, de Erasmo de Roterdão.

Fonte: Lusa

Foto: Arquivo Municipal Lisboa | Autor: Artur Pastor

Associação Florestal do Cávado reforça equipamento para trabalhos de prevenção contra incêndios

Março 22, 2021 em Ambiente, Atualidade, Concelho, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A Associação Florestal do Cávado (AFC) reforçou o seu parque de maquinaria para trabalhos de prevenção contra incêndios, com um trator recebido durante uma cerimónia presidida pelo primeiro-ministro de Portugal, António Costa, este sábado dia 20 de março. A cerimónia decorreu na Lousã, também com a participação do ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes.

Ao receber as chaves do novo equipamento, o presidente da associação florestal minhota, Carlos Cação, destacou o reconhecimento do trabalho dos sapadores florestais e do “impacto da sua intervenção ao longo do ano para a prevenção de fogos e para a valorização do território”.

“Por força dos resultados que estão a ser obtidos, o trabalho que temos vindo a desenvolver em prol da floresta, na prevenção dos fogos e na promoção ambiental é cada vez mais reconhecido de uma forma unânime, o que nos deixa bastante satisfeitos e reforça a motivação de quem diariamente se dedica a este esforço, do qual o país e todos nós saímos beneficiados”, salientou Carlos Cação.

Ao integrar o programa de valorização ambiental liderado pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), a Associação Florestal do Cávado amplia as condições de trabalho para intensificar as ações limpeza e melhoria de acessibilidades e zonas de segurança nas vastas áreas de mata e floresta sob a sua alçada.

A AFC – que é a associação do país com mais equipas de sapadores em Portugal – serve os ainda concelhos de Braga, Barcelos, Esposende e Amares.

Fonte|Foto: AFC

Centro de Informação Europeu do IPCA começou série de vídeos para mostrar a influência da UE no Minho

Janeiro 10, 2021 em Atualidade, Concelho, Educação, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

O Centro de Informação Europe Direct Minho, um projeto sem fins-lucrativos do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave em colaboração com a Representação da Comissão Europeia em Portugal, tem a honra de apresentar o primeiro vídeo da nova rúbrica “Valores da Europa”.

“Valores da Europa” é uma rúbrica que pretende retratar, em cinco episódios, qual a influência da União Europeia em algumas áreas da nossa sociedade no Minho.

Estes vídeos foram realizados conjuntamente com diversas entidades da região que nos vão elucidar da importância de programas e políticas comunitárias para a nossa sociedade e como elas são operadas no seu quotidiano para a defesa dos cidadãos.

No primeiro vídeo foi entrevistado Cláudio Matos, jurista da Delegação Regional do Minho da Associação DECO, que está sediada em Viana do Castelo, com o objetivo de “percebermos a importância do Direito do Consumidor para a nossa sociedade; o contributo prestado pela UE para reforçar os direitos da parte contratual mais fraca – o cidadão; e perceber o trabalho desenvolvido por esta delegação para ajudar os minhotos na resolução de problemas”, acrescentou.

Veja o vídeo aqui

Fonte|Foto: CIED Minho

O Turismo do Minho exige apoios urgentes e específicos a um setor que atravessa uma dura realidade de sobrevivência

Dezembro 13, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A APROTURM – Associação dos Profissionais de Turismo do Minho, realizou em novembro um inquérito ao impacto da COVID-19 nas empresas turísticas Minhotas pós verão.

Este inquérito demonstra uma realidade setorial dura, destaca a capacidade de resiliência e persistência dos empresários turísticos Minhotos na luta pela manutenção das suas empresas e postos de trabalho, expressando a confiança de que a retoma da “normalidade” turística possa acontecer nos próximos 12 meses.

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▪ Entre junho e setembro de 2020, 9 em cada 10 empresas mantiveram o normal funcionamento e indicaram quebras de faturação superiores a 80% relativamente ao período homólogo;

▪ 6 em cada 10 empresas não demonstram liquidez financeira de curto prazo e 1/3 destas pondera a extinção definitiva da empresa até final de 2020, colocando em risco, no mínimo, 127 postos de trabalho;

▪ 6 em cada 10 empresas recorreram a apoios financeiros no âmbito da COVID-19, contudo 4 em cada 5 empresários consideram os apoios financeiros existentes inadequados;

Os empresários reclamam apoios como:

  • empréstimos a fundo perdido;
  • isenções fiscais;
  • redução ou isenção temporária da TSU;
  • apoio às rendas;
  • alojamento temporário de idosos residentes em lares;
  • apoio à digitalização das empresas;
  • apoio a sócios gerentes;
  • isenção dos pagamentos por conta.
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Para mais informações, visite www.aproturm.com.

Imagem: MB

Fonte: APROTURM

Teatro de Balugas atribui prémio “Palco de Terra” a Fernando Pinheiro

Dezembro 1, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

No próximo dia 3 de dezembro, domingo, pelas 16h00, no auditório da Junta de Freguesia de Balugães, o Teatro de Balugas entrega a Fernando Pinheiro o prémio anual “Palco de Terra”.



O Teatro de Balugas, através da organização do ciclo de teatro “Palco de Terra”, tem como objetivo a promoção e a divulgação de projetos teatrais. Nesse sentido, decidiu instituir o prémio anual “Palco de Terra” para “reconhecer e agradecer o trabalho e o esforço de pessoas ou instituições no âmbito do teatro realizado no meio rural e da criação artística sobre o Minho”, refere o dito Teatro em nota enviada a este jornal.

Nesta primeira edição, a distinção foi atribuída ao ator, encenador e dramaturgo Fernando Pinheiro, pelo trabalho desenvolvido ao longo de 50 anos de teatro no Minho.

A cerimónia terá, também, a participação especial da Nova Comédia Bracarense, com o espetáculo de teatro “O Aniversário do Casamento”, a partir do livro Ópera-Bufa, de Fernando Pinheiro.

Fonte: TB.

Fotografia: João Brites/Cartaz: André Sobreiro.

“Coleção secreta” do Museu de Olaria exposta no Estação Viana Shopping

Setembro 20, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A Vice-Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Armandina Saleiro, esteve presente, no último sábado, na inauguração da exposição “Coleções Secretas da Região by Dina Maciel Costa”, uma iniciativa ‘Pulsar Viana’, que visa desvendar os segredos mais bem guardados das artes e tradições de Viana do Castelo e do Minho.



Até ao final de outubro, o Estação Viana Shopping acolhe esta mostra, com a curadoria da artista plástica vianense Dina Maciel Costa, que reúne peças de coleções menos conhecidas de museus da região – Museu de Olaria de Barcelos, Museu do Brinquedo Português de Ponte de Lima e Navio-Hospital Gil Eannes de Viana do Castelo.

A participação do Museu de Olaria de Barcelos nesta exposição decorre de uma parceria cultural entre o Município de Barcelos e a Sonae Sierra, no âmbito do seu Programa de Arte, que pretende estabelecer em alguns dos seus centros comerciais uma programação que inclui mostras, exposições e concertos.

De acordo com a organização, “com esta exposição, pretende-se contribuir para a divulgação da diversidade das coleções da região, ao mesmo tempo que se procura oferecer conteúdo relevante e pedagógico a todos os que, diariamente, visitam esta plataforma comercial”.

Fonte e foto: CMB.

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