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Parlamento Europeu

Eurodeputado José Manuel Fernandes salienta importância de acordo UE/China para proteger Vinho Verde

Novembro 6, 2019 em Atualidade, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

O Eurodeputado José Manuel Fernandes congratulou-se, ontem, com o facto do Vinho Verde ser um dos produtos que passará a ficar protegido por um acordo histórico entre a UE e a China.



Em seu entender, trata-se de “uma iniciativa importante para a valorização de um produto único no Mundo e com impacto importante no desenvolvimento da região do Minho, e de forma especial no mundo rural”.

O acordo bilateral – cujas negociações foram concluídas hoje – permite proteger contra as imitações e a usurpação 100 indicações geográficas (IG) europeias na China e 100 IG chinesas na UE.

“Esta é uma forma de protegermos as nossas raízes, a autenticidade e qualidade dos nossos produtos locais”, aponta o Eurodeputado José Manuel Fernandes, membro da Confraria dos Vinhos Verdes.

Além dos benefícios comerciais recíprocos, este acordo vai incentivar ao aumento da procura de produtos de elevada qualidade de ambas as partes. Para José Manuel Fernandes, o acordo UE/China evidencia também a aposta e a confiança da UE no futuro do mundo rural e da agricultura.

“O vinho verde é um produto único no Mundo e com potencial enorme de alavancagem da economia de toda a região do Minho. É uma mais valia com um forte potencial de crescimento, revelando-se como área de atividade em grande evolução e com grande capacidade produtiva e exportadora. É notório o seu contributo para inverter o défice da nossa balança comercial”, afirma o Eurodeputado.

José Manuel Fernandes frisa que “o Minho está associado ao vinho verde e ambos se promovem mutuamente”. Faz ainda questão de salientar “a excelência do trabalho desenvolvido com o vinho verde, como um exemplo e um incentivo quanto ao que de melhor se pode e deve fazer para aproveitarmos os recursos que possuímos a favor da valorização do mundo rural, tanto em termos económicos como sociais e demográficos”.

O acordo UE/China deverá entrar em vigor até ao final de 2020, depois da aprovação do Conselho e do Parlamento Europeu. Além do Vinho Verde, a lista de produtos da UE a proteger na China inclui os vinhos do Alentejo, Dão e Douro, o Vinho do Porto e Pera Rocha do Oeste.

A China é o segundo destino das exportações agroalimentares da UE, que atingiram 12,8 mil milhões de euros no último ano. É também o segundo destino para as exportações de produtos protegidos como indicações geográficas da UE, incluindo vinhos, produtos agroalimentares e bebidas espirituosas, representando 9 % do respetivo valor.

Segundo informação da Comissão Europeia, quatro anos após a sua entrada em vigor, o âmbito do acordo será alargado para abranger mais 175 nomes de IG de ambas as partes, cumprindo os mesmos procedimentos de registo: avaliação e publicação para comentários.

Os regimes de qualidade da UE visam proteger as denominações de produtos específicos, de modo a promover as suas características únicas, associadas à sua origem geográfica e aos modos de produção tradicionais. Atualmente, na UE existem mais de 3.300 denominações da UE registadas como Indicação Geográfica Protegida (IGP) ou Denominação de Origem Protegida (DOP).

Governo português nega solidariedade a desempregados belgas

Noutro âmbito, igualmente ontem e de acordo com José Manuel Fernandes, o Governo português contribuiu para que, pela primeira vez, tenha sido chumbada a mobilização do Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização para apoio a trabalhadores desempregados na União Europeia.

Ao abster-se na votação no Conselho da UE, o Governo liderado por António Costa ajudou ao chumbo de um programa de apoio e requalificação de mais de 1.000 trabalhadores dispensados da empresa Carrefour na Bélgica – sendo a esmagadora maioria deles com mais de 55 anos de idade.

“É um precedente grave, pouco solidário para com a Bélgica e para com os trabalhadores europeus”, lamenta José Manuel Fernandes, que foi relator do Parlamento Europeu para este programa de apoio, aprovado por larga maioria em sede de comissão parlamentar.

Segundo o eurodeputado português, coordenador do PPE na Comissão dos Orçamentos, “a decisão do Conselho é preocupante porque demonstra um mal-estar no Conselho e uma enorme desconfiança entre os Estados. Os desempregados belgas não podem ser as vítimas dessa desconfiança e do desentendimento no Conselho. Felizmente, temos o Parlamento Europeu para garantir segurança jurídica e confiança aos cidadãos”.

O plano de intervenção, com um apoio total de 1,6 milhões de euros, previa vários programas para a reinserção no mercado de trabalho, abrangendo também cerca de 300 jovens com menos de 25 anos.

Portugal é um beneficiário com especial interesse no Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização (FEG), do qual já recebeu mais de 13 milhões de euros, sendo o mais recente apoio superior a 4,6 milhões de euros, atribuídos no final do ano passado, para jovens inativos e desempregados do setor têxtil nas regiões do Norte, Centro e Lisboa.

Após o chumbo “inédito” no Conselho – por falta de maioria qualificada favorável à iniciativa – para o apoio a estes 1.000 desempregados belgas, seguem-se os trílogos de negociação, envolvendo representantes dos Estados-Membros, do Parlamento e da Comissão. José Manuel Fernandes garante que “o Parlamento vai defender o apoio aos desempregados da UE e espera que o Conselho reveja a sua inexplicável posição”.

Aparentemente, há Estados-Membros que querem “penalizar” a Bélgica por esta não os ter apoiado noutros dossiers. No entanto, o Conselho está obrigado a respeitar a legislação e regras em vigor. Não pode chumbar por causa de pretensões para 2021/2027, designadamente no que toca um fundo de ajustamento à globalização com características diferentes.

O FEG apoia cidadãos desempregados no seguimento de grandes mudanças estruturais ocorridas a nível do comércio mundial por motivos relacionados com a globalização. O Fundo dispõe de um orçamento máximo anual de 150 milhões de euros para o período de 2014-2020 e pode financiar até 60 % do custo de projetos destinados a ajudar na procura de emprego, orientação profissional, educação, formação e reconversão dos cidadãos afetados.

Fotos: JMF.

José Manuel Fernandes Eleito Presidente da Delegação UE-Brasil

Setembro 27, 2019 em Atualidade, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

O eurodeputado do PSD, José Manuel Fernandes, foi ontem eleito, por aclamação, Presidente da Delegação do Parlamento Europeu para as relações com a República Federativa do Brasil. É a terceira vez, desde que foi criada, em 2014, que a delegação é presidida por um português.



O novo Presidente da Delegação UE-Brasil, José Manuel Fernandes, sublinha que “Brasil é um parceiro estratégico da União Europeia, espera uma participação ativa de todos os deputados na promoção da cooperação entre os dois lados do Atlântico.”

José Manuel Fernandes, também Coordenador do PPE na Comissão dos Orçamentos, disse ainda que “apresentará medidas e projetos para o reforço da coordenação e cooperação entre a União Europeia e o Brasil”.

O Brasil é, hoje, o quinto maior país do mundo em superfície e em população, a oitava potência económica mundial e um país indispensável nas relações transatlânticas. As diligências para a criação de uma delegação interparlamentar União Europeia-Brasil iniciadas em 2011 pelo Deputado ao Parlamento Europeu, Paulo Rangel, culminaram em 2014 com a aprovação pelo Parlamento Europeu da criação da delegação interparlamentar União Europeia-Brasil.

Foto: DR.

José Manuel Fernandes é relator para os Fundos Europeus 2021-2027

Setembro 6, 2019 em Atualidade, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

O eurodeputado português do PSD, José Manuel Fernandes, que é, em simultâneo, coordenador do PPE na Comissão dos Orçamentos, vai integrar a equipa do Parlamento Europeu que irá negociar o Novo Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 (QFP) e os recursos próprios da União Europeia (UE).



A equipa de negociação é constituída por 2 elementos do PPE, um do grupo Socialista e outro dos Liberais.

O Grupo PPE nomeou para relatores do próximo Quadro Financeiro Plurianual, o português José Manuel Fernandes e o polaco Jan Olbrycht. O Grupo liberal “Renew Europe” nomeou a francesa Valérie Hayer.

Apesar da posição comum do Parlamento ficar a cargo dos quatro relatores, José Manuel Fernandes e Valérie Hayer serão os responsáveis pelas propostas de financiamento do orçamento.

José Manuel Fernandes, eurodeputado do PSD, afirma que “o Parlamento Europeu tem a sua posição consolidada, está pronto para negociar com o Conselho, e não aceita cortes nos fundos europeus, até porque estes são essenciais para a coesão e a competitividade da União Europeia, recordando que Portugal recebe, neste momento, mais de 12 milhões de euros por dia do orçamento da União. Reafirmo: ao contrário dos socialistas portugueses, nós queremos impedir cortes nos fundos europeus”.

O Eurodeputado José Manuel Fernandes reforça que “Portugal recebe hoje da UE mais de 12 milhões de euros da UE por dia, montante fundamental para a coesão e o desenvolvimento económico e social. Mais de 80% do investimento público em Portugal tem origem no orçamento da UE”.

Fonte: JMF.

Foto: DR.

José Manuel Fernandes eleito coordenador na Comissão dos Orçamentos

Julho 4, 2019 em Atualidade, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

José Manuel Fernandes foi eleito, ontem, por unanimidade e aclamação, coordenador do Partido Popular Europeu na Comissão dos Orçamentos do Parlamento Europeu.



O deputado afirma que tudo fará para que Portugal não tenha cortes nos fundos da política de coesão, da agricultura e das pescas.

O eurodeputado tem sido um dos principais negociadores do Parlamento Europeu para o próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP 2021/2027). Na proposta do Parlamento Europeu, Portugal não perde um cêntimo face ao envelope financeiro atual.

Ciente dos desafios da nova legislatura, José Manuel Fernandes afirma que “continuarei a dar o máximo e a cumprir. Neste mandato, assumo os compromissos que a lista do PSD apresenta aos portugueses: o reforço da convergência e da coesão, o apoio às PME, a melhoria dos empregos e dos salários, bem como a promoção da natalidade e um ‘master plan’ para o combate ao cancro. Defendo uma economia forte, competitiva, amiga do ambiente, produtiva, que promova a inovação e o empreendedorismo, com o objetivo de se alcançar a prosperidade e o bem-estar social, de forma a que ninguém fique para trás. Tenho dito e insistido: não seremos competitivos se não formos inclusivos ou sustentáveis do ponto de vista ambiental. A competitividade nunca se efetivará com salários baixos ou numa sociedade onde o Estado esteja omnipresente. Temos de apostar no conhecimento, nas qualificações e nas competências dos nossos recursos humanos, na investigação e inovação”.

Fonte e foto: JMF.

José Manuel Fernandes defende que “Melhores salários para todos deve ser desígnio nacional”

Junho 8, 2019 em Atualidade, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

O Eurodeputado José Manuel Fernandes lançou, ontem, o repto para que Portugal assuma como “desígnio nacional” o objetivo de “garantir melhores salários para todos os trabalhadores”, porque isso implicaria “uma estratégia sustentável de desenvolvimento e progresso não só económico, mas sobretudo social e humanista”.



Num debate organizado pela UGT, em Vila Nova de Famalicão, subordinado ao tema “Penosidade no trabalho por turnos”, José Manuel Fernandes reconheceu que “há muitas indignidades salariais”, mas destacou o papel da União Europeia na promoção de valores à escala global, privilegiando a inclusão e a promoção de competências humanas como fatores fundamentais de desenvolvimento.

“Não podemos ter medo de acarinhar e estimular a iniciativa privada, o empreendedorismo, a competitividade e a produção de valor acrescentado. Só assim, com uma economia forte, assente nas pequenas e médias empresas, podemos triunfar à escala global e garantir, de forma sustentada, melhores salários para todos os portugueses, tanto do setor público como do privado”, defendeu o Eurodeputado.

Lamentando a existência de “salários demasiado baixos, até para trabalhos de elevada competência e exigência técnica”, José Manuel Fernandes reclamou uma postura social e humanista de exigência e ambiciosa, capaz de gerar “melhor qualidade de vida e uma economia forte”. E, sobre isso, advertiu que “não podemos confundir produtividade com mais horas de trabalho. Nem é com salários baixos que vamos construir uma economia mais forte à escala global”.

Também “sem medo da globalização”, José Manuel Fernandes assumiu a defesa de uma sociedade aberta, livre, sem fronteiras” e “com respeito pela democracia, pela diversidade, pelo multiculturalismo e, acima de tudo, pela dignidade humana”.

Nesse âmbito, destacou a ambição permanente da União Europeia pela promoção da qualidade de vida dos cidadãos, com forte valorização dos direitos sociais e da valorização das competências humanas, da investigação e da criação de valor acrescentado como fatores de diferenciação e de competitividade à escala global.

“Quem acha que podemos vencer a globalização com fronteiras fechadas, está enganado. Só em conjunto podemos vencer os desafios”, afirmou.

No debate moderado pelo diretor do Correio do Minho, Paulo Monteiro, participaram também o especialista em medicina do trabalho, Mário Freitas, o sociólogo e professor universitário, João Duque, e o deputado Nuno Sá. Na sessão intervieram, ainda, o presidente da UGT-Braga, César Campos, e o vereador da Câmara famalicense, Augusto Lima.

O trabalho por turnos abrange cerca de 20% dos trabalhadores da Europa. Apesar dos riscos e impactos negativos ao nível profissional, social e também familiar e da saúde dos trabalhadores, foi unânime o reconhecimento da necessidade insuperável da sociedade relativamente a serviços e operações em contínuo ou permanência. Nesse âmbito, importa salvaguardar legislação e regulação que façam valer “os princípios e valores da dignidade humana e da promoção da qualidade de vida para todos”, questão onde a UE se assume como líder mundial.

Fonte e fotos: JMF.

José Manuel Fernandes refere que “Continuarei a dar o máximo pela nossa terra”

Maio 23, 2019 em Atualidade, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

Continuar a “dar o máximo” na defesa da região no Parlamento Europeu e prosseguir com a política de proximidade, que o manteve sempre junto das populações e instituições do Minho, são os compromissos assumidos pelo Eurodeputado do PSD José Manuel Fernandes perante os autarcas de freguesia e dos municípios do Minho.



“Continuarei a dar o máximo para ajudar a puxar pelas nossas terras, pelas nossas potencialidades e mais valias. Continuarei a exercer uma política de proximidade, divulgando e explicando fundos e programas que possam favorecer o nossos território, empresas e pessoas de diferentes gerações”, assumiu José Manuel Fernandes, perante os autarcas minhotos.

Ao longo da campanha para as eleições europeias, o Eurodeputado e candidato do PSD dirigiu-se de forma especial aos autarcas, nomeadamente os presidentes de Junta, com quem tem mantido uma forte ligação. “São os grandes obreiros do desenvolvimento e lutadores permanentes na defesa da coesão”, justificou.

Encontros com autarcas em Braga, Monção, Terras de Bouro, Fafe e Vizela culminaram um programa de iniciativas que abrangeu todos os concelhos minhotos, onde sobressaiu o reconhecimento pelo trabalho que tem sido desenvolvido por José Manuel Fernandes, tanto no Parlamento Europeu como na região.

“Continuarei a exercer uma política de proximidade. Estarei, novamente, nas escolas, instituições, empresas e associações sempre que me convidarem. Sempre, junto das pessoas. Continuarei a lançar concursos para os jovens. Continuarei a informar e divulgar programas e fundos europeu e a publicar o livro “Pela Nossa Terra”, onde não me esqueço das nossas freguesias e dos nossos autarcas, porque considero que todos somos importantes na construção de um presente e um futuro melhores”, afirmou o eurodeputado.

Lembrando que o PSD apresenta a única lista que garante um lugar elegível a alguém do Minho, José Manuel Fernandes entende que “é muito importante continuar a ter uma voz no Parlamento Europeu que defenda a nossa região”.

“Nem sempre temos consciência que as creches, os lares, os hospitais, as escolas, as bolsas de estudo, a formação profissional, as estradas onde passamos, a água que bebemos, o saneamento, têm na sua grande maioria financiamento de fundos europeus”, refere o eurodeputado e assume agora a coordenação da região Norte no grupo do PSD no Parlamento Europeu.

José Manuel Fernandes salienta ainda “a qualidade de uma lista com pessoas de mérito reconhecido unanimemente e que representa as diferentes gerações e todas as regiões do país”. Aproveitando ainda para destacar as propostas do PSD para uma Europa que aposte na investigação para a cura do cancro, no apoio à natalidade, na juventude e dinamização da economia com objetivo de criar mais e melhor emprego.

Sobre o trabalho realizado na UE, citou as propostas para novos programas de apoio específico ao emprego. Valorizou e defendeu as especificidades da região, designadamente os produtos locais, a agricultura e desenvolvimento rural, a indústria, as pequenas e médias empresas.

O Eurodeputado minhoto esteve na negociação anual do orçamento europeu do qual Portugal recebe cerca de 13 milhões de euros por dia. Negociou o Plano Juncker, que já apoiou mais de 12 mil pequenas e médias empresas portuguesas, o novo mecanismo europeu de proteção civil para fazer face aos incêndios, o Fundo de Solidariedade que deu a Portugal 50,6 milhões de euros para apoiar as regiões afetadas pelos incêndios.

Como negociador dos próximos fundos europeus (para 2021-2027), José Manuel Fernandes sublinha que os eurodeputados do PSD lideraram o processo para a aprovação, no Parlamento Europeu, de uma proposta onde os fundos para Portugal não são cortados, ao contrário do que aceita o governo socialista face à proposta inicial da Comissão Europeia.

O Eurodeputado social democrata e coordenador do PPE na comissão dos orçamentos chama, ainda, a atenção para o esforço a desenvolver para que as verbas vindas de programas da União Europeia sejam “geridas de forma transparente e justa, com objetivo de reforçar a coesão territorial, criar emprego, combater a pobreza, melhorar a nossa qualidade de vida”.

Fonte e fotos: JMF.

José Manuel Fernandes considera “uma vergonha o desaproveitamento de fundos para assuntos marítimos e pescas”

Maio 23, 2019 em Atualidade, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

O Eurodeputado José Manuel Fernandes aponta o mar como uma das áreas estratégicas de maior potencial para impulsionar a economia nacional e criar mais e melhor emprego. Portugal tem a terceira maior zona económica e exclusiva e acesso privilegiado ao oceano. No entanto, “é inaceitável a falta de investimento e de estratégia num setor onde o país pode e deve diferenciar-se no contexto europeu”.



“É uma vergonha o desaproveitamento de fundos europeus por parte do governo neste setor. A taxa de execução das verbas atribuídas a Portugal através do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas (FEAMP) está apenas nos 20%. Isto acontece quando estamos a ano e meio de encerrar o período de execução (2014-2020), que já leva decorridos cinco anos e meio”, acusou o Eurodeputado e candidato do PSD ao Parlamento Europeu.

Numa sessão pública, em Esposende, sobre os desafios para o mar e a economia azul, José Manuel Fernandes defendeu que os oceanos devem estar no “topo da agenda política europeia, assumindo-se como prioridade política transversal e transdisciplinar”.

“O mar para nós é património, cultura e história. Mas é também desenvolvimento, lazer e trabalho”, afirmou o Eurodeputado, propondo que a presidência portuguesa da UE, no primeiro semestre de 2021, assuma como prioridade o mar e a economia azul.

Na definição de um plano de investimento para a economia azul, recomendou a aposta na digitalização, inovação e biotecnologia azul, na exploração dos fundos oceânicos, nas energias renováveis e na aquicultura.

José Manuel Fernandes salientou ainda os aspetos sociais ligados à política das pescas, em defesa do incremento das “competências dos pescadores e a diversificação do seu rendimento, através de atividades complementares, bem como a responsabilidade coletiva pela preservação e sustentabilidade dos recursos e do meio ambiente aquático”.

“Temos de apostar no mar, na economia azul e no apoio os pescadores, nomeadamente aqueles que se ocupam da pesca artesanal, até porque se trata de uma atividade que é sustentável e ajuda a nossa gastronomia”, afirmou o eurodeputado social democrata, que esteve também em Castelo de Neiva, Viana do Castelo.

José Manuel Fernandes chamou, igualmente, a atenção para a necessidade de “dar condições de segurança aos nossos pescadores” e “assegurar financiamento para operações de desassoreamento, que é essencial para a atividade piscatória”.

A erosão costeira é outra das problemáticas salientadas na jornada dedicada ao mar e que as alterações climáticas poderão vir a aprofundar. Por isso mesmo, o Eurodeputado e coordenador do PPE na comissão dos orçamentos considerou mais inaceitável o desaproveitamento dos fundos europeus por parte do atual governo socialista.

Fonte e fotos: JMF.

José Manuel Fernandes considera que PSD dá aos jovens “motivos extra” para votarem nas eleições europeias

Maio 22, 2019 em Atualidade, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

“Desta vez, os jovens têm motivos extra e responsabilidades acrescidas para irem votar” no próximo domingo nas eleições para o Parlamento Europeu. O apelo é lançado pela vice-campeã mundial de kickboxing, Sofia Lobo, que anteontem foi apresentada como mandatária para a juventude do distrito de Braga pela candidatura às europeias do PSD.



“Não há dúvida alguma que o PSD está a dar aos jovens voz, espaço e meios para intervirem, influenciarem e decidirem diretamente ao nível da ação política. Para o PSD, os jovens contam e são valorizados. Isso acontece não apenas pelas políticas e compromissos direcionados para a juventude, mas também pela forma como está a chamar os jovens a assumirem poder e intervenção nas instituições políticas”, elogiou Sofia Lobo, agradecendo o convite do eurodeputado e candidato social democrata José Manuel Fernandes.

Sete vezes campeã nacional de kickboxing, bicampeã ibérica e atual vice-campeã mundial da modalidade, Sofia Lobo vincou que o espaço disponibilizado para os jovens pelo PSD – que colocou como número dois da lista europeia Lídia Pereira, de 27 anos e líder da maior organização de juventude da Europa – tem de ser bem correspondido, a favor dos jovens e também da sociedade em geral.

“Os jovens interessam-se pelo futuro, não apenas por eles próprios, mas também pelo planeta e pelo modo de vida da sociedade em geral. Independentemente da opção partidária ou política de cada um, importa que cada jovem vote, ainda que eu considere que a opção correta é o PSD”, apelou a campeã de kickboxing.

Sensibilizada por a candidatura social democrata não se limitar apenas ao futebol e ter uma visão mais inclusiva do desporto, Sofia Lobo vincou o facto do PSD “marcar a diferença, também na juventude”.

“Habitualmente, os políticos e os partidos gostam de falar dos jovens, mas nunca lhes abrem espaço ou áreas de poder, mas temos de reconhecer – porque é justo – que o PSD surpreendeu e esteve bem ao indicar uma jovem com o valor da Lídia Pereira para número dois”, justificou a mandatária para a juventude.

Na apresentação, que teve lugar num ambiente descontraído no Parque da Juventude em Vila Nova de Famalicão, participaram o presidente da Câmara, Paulo Cunha, o líder da JSD distrital, Firmino Costa, e vários deputados à Assembleia da República.

José Manuel Fernandes salientou a importância de chamar novos protagonistas para a atividade política, “ainda para mais quando se trata de pessoas que se diferenciam como exemplo de dedicação, determinação e empenho nas causas”.

Aproveitando para reiterar que, “para o PSD, a juventude conta”, o Eurodeputado e candidato lembrou que o grupo social democrata no Parlamento Europeu assumiu a juventude como “uma prioridade da União Europeia” e liderou o processo que levou ao reforço dos programas europeus ao nível da educação, formação, Juventude e Desporto (Erasmus +), da oportunidade de primeiro emprego (rede Eures) e do voluntariado (o novo Corpo Europeu de Solidariedade).

Para o próximo mandato, José Manuel Fernandes adiantou que o PSD propõe iniciativas destinadas à promoção do empreendedorismo jovem, através da criação de linhas específicas nos programas de apoio ao investimento e da simplificação dos processos de candidatura.

Além disso, aposta no reforço do programa DiscoverEU, que foi proposto também pelo grupo do PSD e que garante aos jovens uma experiência de mobilidade na Europa com bilhetes gratuitos de Interrail.

O Eurodeputado e número três do PSD referiu ainda que os social democratas – por sugestão de Lídia Pereira – conseguiram já aprovar no Parlamento Europeu um projeto para um orçamento participativo destinado a propostas dos jovens europeus, com 5 milhões de euros.

“O PSD apresenta um programa de propostas extremamente importantes para os portugueses e para a consolidação da União Europeia, assim como a melhor lista de candidatos com competências e qualidades internacionalmente reconhecidas, assegurando simultaneamente um equilíbrio inédito entre diferentes gerações e as regiões do país”, realçou José Manuel Fernandes.

Fonte e fotos: JMF.

Europeias: Aliança defende modernização da linha do Minho

Maio 19, 2019 em Atualidade, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

A campanha da Aliança para as Europeias partiu, na manhã de dia 17 de maio, da Estação de São Bento, em comboio, para Valença. Maria João Moreira, número dois da lista liderou a comitiva de militantes e simpatizantes, que apela à modernização da linha do Minho. “Por uma linha com Norte” foi o mote da ação.



“A Aliança defende o cumprimento da Agenda Ambiental 20/30 e que a próxima década deve ser encarada como decisiva pela União Europeia e por Portugal, para o cumprimento das metas de redução do CO2 e da descarbonização da economia, pela utilização de energias alternativas e renováveis em substituição das energias fósseis. É neste sentido, o apoio claro à melhoria operacional da Ferrovia e neste caso à modernização da Linha do Minho. Modernização que permitirá a utilização em toda a linha do Porto a Vigo, do comboio elétrico em alternativa ao diesel, feito hoje entre Nine e Valença”, refere o Aliança em nota.

“Esta modernização potenciará, também, o investimento e as trocas comerciais entre o Norte de Portugal e a Galiza, que contribuam para o aumento da competitividade da economia, designadamente, reduzindo custos de contexto das exportações nacionais e, consequentemente, fomentado o crescimento da atividade económica. Numa região em que o tecido industrial é composto por PMEs que são quem cria emprego, e fortemente exportadoras, este investimento é crucial para a competitividade da economia regional”, continua.

“A Aliança lamenta o atraso da conclusão deste investimento, que é apoiado pela União Europeia, no âmbito do Portugal 2020 – Ferrovia 2020, atraso este incompreensível, face ao que o mesmo representa estrategicamente para a Região do ponto de vista económico e ambiental. A responsabilidade é, claramente, do governo socialista e do cabeça de lista ao parlamento europeu pelo PS”.

A Aliança defende que o próximo quadro comunitário deverá apoiar, no seguimento desta intervenção, a construção de um ramal ferroviário que ligue a linha do Minho ao aeroporto Francisco Sá Carneiro, o maior aeroporto do noroeste peninsular (12 milhões de passageiros em 2018) e que pode e deve ser a porta de chegada, para a potenciação do turismo, para o Norte de Portugal e da Galiza. Essa é a nossa vontade política. Entende que o “próximo quadro comunitário deverá tem atenção a aposta crucial nos investimentos que contribuam para a descarbonização da economia, sendo relevantes os que contribuam para a redução dos fluxos de trânsito automóvel nas cidades, pelo que entendemos que deverão ser apoiadas a construção de novas linhas do metro do Porto, nomeadamente, pela sua importância a nova linha que ligue através de uma nova ponte no Douro, Gaia ao Porto (área ocidental)”.

Fonte e fotos: ALIANÇA.

José Manuel Fernandes desafia jovens para valores de “persistência, rigor e trabalho”

Maio 18, 2019 em Atualidade, Mundo, Política port barcelosnahorabarcelosnahora

A atleta Mariana Machado, do Sporting Clube de Braga, é a mandatária para a juventude no concelho de Braga da candidatura do PSD às eleições europeias. O Eurodeputado José Manuel Fernandes sublinha o exemplo de “persistência, rigor e trabalho” de uma verdadeira campeã do atletismo, que frequenta o 1º ano de Medicina na Universidade do Minho e “dá o máximo diariamente” nos treinos, sem que isso a impeça de assumir uma participação ativa em questões cívicas e políticas.



“É um exemplo para todos os jovens, com particular destaque no âmbito destas eleições europeias, para que todos os jovens não se limitem a reconhecer que de facto a União Europeia é uma grande conquista para as novas gerações, mas façam questão de intervir e lutar para que a permanente melhoria desta construção fantástica que trouxe paz, progresso e qualidade de vida”, desafia José Manuel Fernandes.

Na apresentação pública da mandatária jovem concelhia – que teve lugar no edifício do GNRation, com a participação do líder da JSD/Braga, João Freitas Alcaide – José Manuel Fernandes confessou ser “um orgulho ter a Mariana Machado, que foi considerada a Jovem Promessa do Ano por parte da Confederação do Desporto de Portugal em janeiro, como mandatária da Juventude em Braga.

“A Mariana Machado é um exemplo de esforço, dedicação, rigor e trabalho. Frequenta o 1º ano do curso de Medicina na Universidade do Minho, e treina arduamente todos os dias. A Mariana é uma autêntica campeã. Tem brilhado a nível nacional e internacional, tem-nos enchido de orgulho e é, agora, uma ajuda fundamental para o desafio das Europeias de 26 de maio”, assumiu o Eurodeputado e terceiro da candidatura do PSD liderada por Paulo Rangel.

José Manuel Fernandes chamou a atenção que “o PSD é, na verdade, o partido que valoriza verdadeiramente os mais jovens, e coloca a juventude bem no centro das suas prioridades”, frisando o facto de a lista social democrata como nº 2 Lídia Pereira, uma jovem de 27 anos e líder da maior estrutura política de juventude da Europa.

O Eurodeputado destacou ainda a posição do PSD na defesa do reforço do financiamento do programa Erasmus+, na promoção de iniciativas como o “Eures – O teu primeiro emprego” e no apoio à medida DiscoverEu, que vai permitir aos jovens viajar na Europa com um passe gratuito interrail.

Por seu turno, Mariana Machado afirmou que “é um privilégio” e assumiu-se “muito feliz” por ser mandatária da juventude nestas eleições de 26 de maio, em que vai exercer, “pela primeira vez”, o direito de voto.

“As Europeias são, infelizmente, as eleições em que se verificam as taxas de abstenção mais elevadas. No entanto, estas eleições são absolutamente essenciais para a nossa região, para Portugal e para a União Europeia. Por estas razões, apelo, em particular, à participação e ao voto dos mais jovens como eu, mas não posso deixar de apelar ao voto da população em geral”, declarou Mariana Machado.

A jovem atleta acrescentou ao pedido: “E, como é óbvio, apelo ao voto em José Manuel Fernandes. Esta é, sem dúvida, mais uma corrida que queremos vencer”.

Fonte e fotos: JMF.

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