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Reciclagem

ELECTRÃO alerta para o “lixo invisível” na Semana Europeia da Prevenção de Resíduos

Novembro 23, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

O ELECTRÃO – Associação de Gestão de Resíduos – vai promover uma campanha de sensibilização e comunicação com o objetivo de alertar para a necessidade de combater o “lixo invisível”.

Esta iniciativa insere-se no âmbito da Semana Europeia da Prevenção de Resíduos, que decorre de 21 a 29 de novembro, e que em 2020 tem como foco esta temática.



A campanha a propósito do “lixo invisível” irá desenvolver-se nas redes sociais. O ELECTRÃO vai lançar um conjunto de inquéritos no Facebook e Instagram sobre reutilização. O objetivo desta iniciativa será auscultar os seguidores do ELECTRÃO sobre a importância que é dada à reutilização em detrimento de outras soluções, como o encaminhamento para reciclagem. As perguntas incidirão sobre embalagens, pilhas e baterias e ainda equipamentos elétricos usados. Os resultados serão depois divulgados.

Alguns exemplos de como ser mais sustentável, promovendo a redução da produção de resíduos, vão ser explicados em vídeo por um grupo de influencers que se aliaram a esta campanha do ELECTRÃO. Nas stories, que irão gravar, mostrarão como é possível fazer mais e melhor. Esta será outra componente da campanha.

Durante a Semana Europeia da Prevenção de Resíduos, o ELECTRÃO vai, ainda, reforçar a aposta na sensibilização online com a publicação de vários posts alertando para esta temática com recurso a provérbios populares, imagens inspiracionais, factos e estatísticas apelando à consciência do consumidor na hora de adquirir produtos.

Estes resíduos, que são diariamente produzidos na casa dos portugueses, não têm necessariamente de ser descartados. É possível optar pela reparação de um computador, por exemplo, em vez de o encaminhar imediatamente para reciclagem, ou doá-lo, para que sirva a outra pessoa. As pilhas recarregáveis podem evitar também a produção de resíduos. Também vários tipos de embalagens podem ser reaproveitados recorrendo à imaginação. Com estes gestos reduzimos o consumo e a produção dos resíduos associados à sua produção.

Produção de resíduos continua a crescer

Segundo o Relatório do Estado do Ambiente de 2019, a produção total de resíduos urbanos em Portugal continental atingiu os 4,94 milhões de toneladas em 2018. Este valor representa um aumento de 4,2 por cento face a 2017, o que corresponde a uma capitação anual de 505 quilos por habitante/ ano.

Cada habitante produziu, diariamente, 1,38 quilos de resíduos. Estes valores confirmam a tendência de crescimento da produção de resíduos urbanos que se verifica desde 2014. Mais de metade destes resíduos é depositada em aterro.

Este aumento estará relacionado com uma melhoria da situação económica de Portugal, o que parece indicar não estar a ser atingido o objetivo de dissociar a produção de resíduos do crescimento económico, de acordo com a análise da Agência Portuguesa do Ambiente.

Fabrico de um telemóvel gera 86 kg de “lixo invisível”

O fabrico de um telemóvel de 200 gramas, por exemplo, gera 86 quilos de resíduos. Para Pedro Nazareth, diretor-geral do ELECTRÃO, “É urgente que estes resíduos se tornem visíveis de forma a que cada um fique consciente da verdadeira pegada ecológica associada e tome decisões informadas na hora de consumir”.

A evolução deste fluxo específico de resíduos é preocupante. Em 2019, foram geradas, em todo o mundo, 53,6 milhões de toneladas de equipamentos elétricos usados, o equivalente a 7,3 quilos per capita. Em 2030, prevê-se que este valor seja de 74,7 milhões de toneladas, ou seja, nove quilos per capita, segundo o relatório “The Global E-waste Monitor 2020”.

Reciclam-se mais equipamentos elétricos usados, mas também se consomem, cada vez mais, estes aparelhos.

Desde 2014 que a produção de resíduos de equipamentos elétricos cresce em todas as categorias, com exceção de ecrãs e monitores, que registou um decréscimo de um por cento. No entanto, esta variação poderá estar relacionada com o peso mais reduzido dos ecrãs dos aparelhos ainda que o número de peças continue a aumentar.

Em Portugal, os equipamentos elétricos usados gerados ascendem a 16,6 quilos per capita.

Fonte e imagem: ELECTRÃO.

Concessionárias EGF mobilizam portugueses para a prevenção de resíduos em tempo de pandemia

Novembro 18, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Semana Europeia da Prevenção de Resíduos

A EGF e as 11 concessionárias – Algar, Amarsul, Ersuc, Resiestrela, Resinorte, Resulima, Suldouro, Valnor, Valorlis, Valorminho e Valorsul – estão a promover atividades de redução, reutilização e reciclagem por todo o país, incluídas na Semana Europeia de Prevenção de Resíduos, que decorre entre 21 e 29 de novembro.



Este ano, o tema em destaque são os resíduos invisíveis – os resíduos gerados durante o processo de fabricação dos produtos. Para alertar a população que, mesmo em tempo de pandemia, a preocupação com o planeta está na ordem do dia, o Grupo EGF tem várias campanhas e iniciativas agendadas, sendo de destacar as iniciativas junto dos media no âmbito da campanha “O Futuro do Planeta Não é Reciclável”.     

Em Portugal são produzidos, por ano, cerca de 513kg de resíduos urbanos por habitante e, em 2019, Portugal produziu um total de 5.281 mil toneladas destes resíduos. Este valor está acima da média europeia e só com a adoção de comportamentos corretos será possível reduzir esta produção.

A EGF, com a maior campanha de sensibilização ambiental de sempre, continua empenhada em promover a redução, reutilização e reciclagem em Portugal.

Seguem-se as atividades a desenvolver pelas concessionárias:

Imagem: EGF.

Diretor-Geral do Electrão identifica conquistas e aponta limitações à gestão de embalagens

Outubro 30, 2020 em Atualidade, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Três anos depois da implementação da concorrência na gestão das embalagens usadas, 25 por cento do mercado optou por delegar essa responsabilidade numa das novas entidades gestoras. Este dado foi avançado pelo Diretor-geral do Electrão – Associação de Gestão de Resíduos, Pedro Nazareth, no segundo dia do Fórum de Resíduos, que decorreu esta quarta-feira, para ilustrar os benefícios que a concorrência trouxe ao sector.



Em 2017, o Electrão estendeu a sua catividade à gestão das embalagens, juntando-se à Novo Verde e Sociedade Ponto Verde, que durante 20 anos teve o monopólio da gestão deste fluxo. “Há, hoje, uma saudável concorrência entre entidades gestoras pela inovação e promoção da visibilidade do tema da correta separação de embalagens. A diversidade de participação de agentes na comunicação ambiental trouxe inovação, trouxe mais visibilidade e mais resultados”, vincou Pedro Nazareth.

Pedro Nazareth adiantou, ainda, que as melhorias proporcionadas pela concorrência contribuíram para melhores resultados que se consubstanciaram em aumentos médios anuais de sete por cento na recolha de embalagens usadas.

No painel dedicado à reinvenção das embalagens, que contou com a participação das três entidades gestoras de embalagens, Pedro Nazareth aproveitou para sublinhar que foi assim, com a coexistência de três entidades, que se começou a inovar no sector em 2017. “No caso particular do Electrão também inovámos quando desenvolvemos e implementámos sistemas de incentivos ambientais permitindo pela primeira vez modelar os gastos de recolha a reciclagem das empresas em função do desempenho ambiental de fim de vida dos seus produtos”, exemplificou.

Foi também durante este período que se iniciou uma nova fase da comunicação ambiental que, aberta à participação de três entidades, trouxe uma diversidade ímpar de projetos e iniciativas envolvendo diferentes partes interessadas da cadeia de valor.

Inovou-se, igualmente, no acesso ao mercado de retoma e reciclagem das embalagens usadas. “A quota de mercado mais reduzida das entidades gestoras entrantes no SIGRE [Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens] implicou o fracionamento dos lotes de embalagens usadas leiloados e permitiu reforçar a participação de recicladores de diferentes capacidades e escalas. Inovou-se também nos instrumentos digitais e contratuais de suporte a estes leilões introduzindo uma maior flexibilidade nestes procedimentos”, apontou.

Nos últimos três anos inovou-se, ainda, ao nível da transparência e do rigor do funcionamento sistema de gestão de embalagens. São exemplos os processos que correram para determinação das especificações técnicas das embalagens usadas retomadas, para o estabelecimento das regras da auditoria e controlo operacional ou mesmo para a aplicação correta do âmbito de embalagens determinado nas licenças.

Barreiras a ultrapassar

Este painel do Fórum Resíduos também se focou no tema da “Reciclagem e reutilização: Como contornar as atuais limitações de gestão”. O novo modelo de responsabilidade alargada do produtor no funcionamento do sistema teve “um preço” e colocou as entidades gestoras perante um conjunto de limitações relevantes, reconheceu Pedro Nazareth.

O Diretor-geral do Electrão não compreende os entraves que se colocam à criação de redes de recolha própria das entidades gestoras de resíduos, ferramenta já prevista na lei e que pode alterar drasticamente os resultados da recolha seletiva de embalagens do país. “Para o grande desafio nacional das metas de recolha de embalagens usadas, o país precisa não de restringir, mas de diversificar e integrar a participação dos agentes, potenciando a inovação no estabelecimento destas redes de recolha seletiva”, defendeu.

Estas redes seriam, em teoria, um instrumento de complementaridade de locais de recolha seletiva ao trabalho atualmente desenvolvido pelos SGRU [Sistemas de Gestão de Resíduos Urbanos] na recolha por ecoponto e porta-à-porta. Mas, também, um instrumento na relação com os operadores de gestão de resíduos privados que, atualmente, têm sob gestão dezenas senão centenas de milhares de toneladas de embalagens usadas que poderiam estar a ser canalizadas para o sistema. Aliás, há neste momento um potencial tremendo nestes operadores, onde não se atua por limitações do próprio sistema. “O próprio sistema de depósito para o retorno de embalagens usadas de bebidas a implementar em 2022 será confrontado a muito curto prazo com esta limitação”, sublinhou.

Além da aposta nas redes de recolha, urge concentrar energias no tema da estabilidade porque “regimes de quatro ou cinco anos de horizonte temporal ou de prorrogações anuais, não fazem qualquer sentido olhando à ambição inscrita nas metas de recolha e aos respetivos planos de investimentos”.

Clarificação também se precisa. Seja no nível das responsabilidades individuais dos diferentes agentes, seja nos conceitos e regras de funcionamento de todo o sistema, incluindo as questões de âmbito da gestão das embalagens usadas. “Compreendemos que os SGRU têm uma pressão enorme para o aumento da tarifa e que procuram minimizar esta pressão recorrendo à maximização das receitas adicionais, em particular as com origem nos valores de contrapartida pagos pelas entidades gestoras do SIGRE”, mas esse não é o caminho, frisou, até por razões de justiça. Por outro lado, está para breve a transposição da diretiva que que recomenda a utilização da responsabilidade alargada do produtor enquanto instrumento da política pública de ambiente.

Pedro Nazareth considera, ainda, que a CAGER (Comissão de Acompanhamento da Gestão de Resíduos) não tem instrumentos para fazer cumprir as suas determinações, seja para realizar estudos de caracterização de embalagens usadas, o que tem gerado resistência dos SGRU, seja para aplicar as suas decisões de compensação entre entidades gestoras, “conduzindo a um nível de beligerância desnecessário”, lamenta.

Importa assim “preservar e estabilizar as virtudes” deste sistema e “atuar de forma inovadora no que ainda está a limitar o funcionamento e a entrega de melhores resultados”, desafiou.

Fonte: ELECTRÃO.

Foto: DR.

Concessionárias EGF reorganizam mais de 78.300 ecopontos por todo o país para promover a inclusão e aumentar a reciclagem

Outubro 30, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

“O Futuro do Planeta não é Reciclável”

“Não é só uma campanha, é um movimento coletivo e inclusivo” – este é o mote que levou a EGF e as suas 11 concessionárias – Algar, Amarsul, Ersuc, Resiestrela, Resinorte, Resulima, Suldouro, Valorlis, Valorminho, Valnor e Valorsul – a desenvolver um movimento de mudança de comportamentos ambientais.



Entre as várias ações planeadas está a reorganização dos ecopontos, por forma a promover a reciclagem junto dos cidadãos com limitações. Os mais de 78.300 ecopontos, de Norte a Sul do país, terão uma nova ordem – Azul, Verde e Amarelo, ajudando, assim, todos aqueles que tiverem limitações visuais. Esta ação deverá estar concluída em fevereiro de 2021.

A solução é simples, basta ordenar os contentores dos ecopontos sempre da mesma forma, da esquerda para a direita – azul, verde e amarelo. Desta forma, os cidadãos cegos ou com limitações visuais saberão sempre qual o contentor para cada tipo de material.

“Com esta ação, não só queremos ter mais cidadãos a reciclar, como queremos que reciclem melhor e para isso temos de ser cada vez mais inclusivos. A campanha – «O Futuro do Planeta Não é Reciclável» – é mais do que um filme publicitário, este é o maior movimento de sensibilização que alguma vez foi feito, porque juntos poderemos ser o motor de uma mudança necessária e urgente”, afirmou Emídio Pinheiro, Presidente do Conselho de Administração da EGF.

As concessionárias do Grupo EGF já arrancaram com este projeto, nas suas áreas de atuação, prevendo concluir a ação daqui a quatro meses. Em simultâneo, a EGF convidou todos os sistemas de tratamento e valorização de resíduos, câmaras municipais e organizações, a adotar o mesmo procedimento, para que seja possível uniformizar esta prática em todo o país.

Audiodescrição

Para além da ordenação dos ecopontos, também o código da reciclagem presente em vários suportes informativos, passa a estar disponível em audiodescrição. Se por um lado, a sinalética já tinha os símbolos colorADD (que apoia a identificação das cores pelos daltónicos), também agora, os cidadãos cegos ou com dificuldades de visão podem ouvir estas regras disponíveis no website da EGF ou ouvir o anúncio da campanha neste formato.

Outras iniciativas

A estas iniciativas, acresce a legendagem de todos os filmes divulgados, entre os quais o anúncio de TV, o que permite à comunidade surda o seu entendimento, e alguns conteúdos apresentados por colaboradores da empresa cuja limitação física e/ou psicológica não foram limitações de participação.

Lançada este mês pela EGF e pelas 11 concessionárias, grupo líder no tratamento e valorização de resíduos em Portugal, esta é a maior campanha de sensibilização ambiental alguma vez desenvolvida em Portugal com fundos europeus e tem um investimento de cerca de um milhão de euros.

Pode saber mais informações sobre a campanha em www.egf.pt/o-futuro-do-planeta-nao-e-reciclavel/ .

E mais informações sobre os conteúdos inclusivos: https://www.egf.pt/o-futuro-do-planeta-nao-e-reciclavel/campanha-inclusiva/ .

Foto: DR.

Cada família acumula em casa 11 equipamentos elétricos que já não usa

Outubro 17, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Cada família acumula em casa, em média, 11 equipamentos elétricos que já não usa, de acordo com um estudo recente da Organização das Nações Unidas. “Quem não tiver um telemóvel antigo guardado em casa que levante a mão”, desafiou o Diretor-geral do Electrão – Recolha e Reutilização, Ricardo Furtado, num debate online dedicado aos resíduos elétricos, organizado, esta quinta-feira, pela APEMETA – Associação Portuguesa de Empresas de Tecnologias Ambientais.



A acumulação que os cidadãos fazem dos pequenos eletrodomésticos impede que os níveis de reciclagem destes equipamentos usados aumentem como se pretende. “Temos que contrariar essa tendência porque precisamos desses equipamentos para o cumprimento das metas. Não vale a pena definirmos metas de 65 por cento se as pessoas não entregam estes resíduos”, apontou o responsável que representa uma das três entidades gestoras de equipamentos elétricos usados.

Outro aspeto relacionado com os cidadãos prende-se com a recolha. “Os pequenos eletrodomésticos não podem continuar a ser colocados no lixo indiferenciado porque se perdem”, alerta Ricardo Furtado. O que também não deve continuar a acontecer é o abandono de grandes eletrodomésticos à porta sabendo-se que estes equipamentos, pelo valor que possuem, são rapidamente desviados para o mercado paralelo pelos arrebanhadores antes que as autarquias e SGRU (Sistema de Gestão de Resíduos Urbanos) tenham tempo de recolhê-los. Esta situação impede, de igual forma, que estes aparelhos sejam reciclados.

Empresas, Municípios, SGRU e Tutela têm que ser envolvidos

As empresas, tal como o cidadão, são uma parte importante da equação tendo em conta que geram inúmeros resíduos elétricos por via das suas atividades. “Estes equipamentos acabam por ser mascarados como resíduos metálicos ou sucata. São geridos no setor informal e perdem-se irremediavelmente para a contabilização das metas”, denuncia. Para resolver o problema, as empresas deveriam ficar obrigadas a entregar estes resíduos apenas às entidades gestoras ou aos operadores de gestão de resíduos com quem estas trabalham, o que vai ao encontro de uma alteração legislativa que o Governo quer fazer.

Ao nível dos SGRU também há muito trabalho a fazer. “Temos SGRU a apresentar 20 gramas de resíduos elétricos recolhidos por habitante ano”, exemplifica. É igualmente urgente que os operadores licenciados cumpram as normas de certificação a que estão obrigados para o tratamento destes resíduos.

Os free riders, produtores que estão à margem do sistema, constituem um problema para o fluxo, tal como as vendas online, sobretudo através de plataformas que não têm representação em Portugal. “Deveria existir uma responsabilização das plataformas para garantir que os produtos que são vendidos através delas são registados. Achamos, também, que precisamos de responsabilizar as entidades que asseguram as entregas. Têm que estar disponíveis para recolher usados quando entregam um novo”. Para Ricardo Furtado, este é um assunto novo que terá que ter integração a nível europeu e mundial.

Não menos importante é o papel do Estado, que tem a obrigação de legislar corretamente. Só depois, defende Ricardo Furtado, deve ser clarificado o que se espera das entidades gestoras.

Este responsável sublinhou que as entidades gestoras não têm competência para fazer a recolha junto do cidadão. No entanto, a representante da APA que participou na conferência, Mafalda Mota, esclareceu que as entidades gestoras podem, afinal, recolher os equipamentos elétricos diretamente ao cidadão já que essa tipologia de resíduos não é exclusiva dos municípios, ao contrário do que acontece, por exemplo, com as embalagens. O Electrão tem a ambição de consolidar uma vertente operacional que lhe permita não só fazer a recolha, como proceder à triagem e encaminhar esses resíduos para reciclagem.

Todas estas sugestões estão integradas na “Agenda para o cumprimento das metas de resíduos de equipamentos elétricos”, que o Electrão lançou no início do ano. “Não resolvemos nada atirando a responsabilidade total sobre as entidades gestoras. Temos as costas largas, mas o que sabemos é que há muita responsabilidade dos vários intervenientes na cadeia que escapa ao controlo, à intervenção e mesmo à sugestão das entidades gestoras”, lamenta. Nos últimos anos, o Electrão tem desenvolvido múltiplas campanhas com vista a contribuir para as metas nacionais.

Negociação sectorial precisa-se para cumprir as metas

O Diretor-geral do Electrão – Associação de Resíduos, Pedro Nazareth, esclareceu, durante a conferência, que os grandes eletrodomésticos, como frigoríficos ou máquinas de lavar, que constituem o grosso dos resíduos elétricos, serão determinantes para que Portugal possa cumprir a meta de 65 por cento.

Muitos destes resíduos não são reciclados porque não se encontram. “Se não estão no campo, na praia, na montanha, nem na cidade, se não estão no aterro, nem a ser valorizados energeticamente, onde estarão? O que acontece é que estes resíduos são misturados com sucata ferrosa e não ferrosa”, denuncia.

Pedro Nazarteh lembra que a única tecnologia disponível para “fazer desaparecer estes equipamentos” são tesouras de corte e fragmentadores, usados por muitos operadores licenciados que estão licenciados pelo Estado português.

Para resolver o problema, o Diretor-geral do Electrão sugere ao Governo que seja feita uma negociação com este sector, que já desenvolvia a sua atividade antes da chegada das entidades gestoras, há 15 anos, e que olhou o seu aparecimento como uma invasão do seu território natural. “Este processo deve ser liderado pela tutela. Este setor das sucatas metálicas deve ser convidado a ter metas e a separar os resíduos elétricos que entram nas suas instalações”, conclui em jeito de desafio.

Foto: DR.

3º Dia Internacional dos Resíduos Elétricos comemora-se a 14 de outubro com foco na educação ambiental

Outubro 14, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Educação, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Crianças de todo o mundo gravaram vídeo apelando à necessidade de reciclar

Pelo terceiro ano consecutivo, o WEEE Forum e os seus membros, onde se inclui o Electrão – Associação de Gestão de Resíduos, assinalam hoje, 14 de outubro, o Dia Internacional dos Resíduos Elétricos. O objetivo é promover a sensibilização, a nível global, para a necessidade de encaminhar corretamente estes resíduos para reciclagem, de forma a proteger o ambiente e a saúde humana.



Num ano em que o foco incide na sensibilização, na educação e no envolvimento da comunidade, o WEEE Forum produziu um vídeo onde crianças de todo o mundo, de Portugal à Nigéria, passando pela Áustria e Polónia, surgem a apelar à participação de todos na reciclagem dos equipamentos elétricos usados. Podem assistir aos vídeos em: https://bit.ly/2SR9m30 .

Ao longo do vídeo, os jovens deixam mensagens importantes sobre este fluxo de resíduos, transformando o momento numa pequena lição sobre o valor que têm estes aparelhos fora de uso. “88 telemóveis têm ouro suficiente para fazer uma aliança. Dá-lhes uma nova vida!” ou “Os equipamentos elétricos fora de uso são o fluxo de resíduos que mais aumenta no nosso planeta, com esse aumento, daqui a 10 anos existirão resíduos elétricos suficientes para construir 7390 Torres Eiffel todos os anos! Dá-lhes uma nova vida!”, exortam.

Quase 100 organizações de 50 países participam nas comemorações do Dia Internacional dos Resíduos Elétricos com vários tipos de atividades durante o mês de outubro, que se centra na sensibilização dos consumidores para os resíduos elétricos e na forma como os descartar corretamente, possibilitando a sua posterior reutilização e reciclagem.

Com as iniciativas presenciais limitadas e com a proliferação dos eventos digitais, o WEEE Forum aproveitou a ocasião para sensibilizar para os resíduos associados à Internet, como as infraestruturas de conectividade e aparelhos de IOT – Internet-das-Coisas.

O avolumar do problema

O volume de equipamentos elétricos fora de uso aumentou 21% em apenas cinco anos, atingindo um novo record em 2019, ao chegar aos 53,6 milhões de toneladas, de acordo com dados das Nações Unidas (Global E-waste Monitor 2020). Está projetado que este valor possa chegar a 75 milhões de toneladas já em 2030, o que equivale a 9 kg por pessoa no mundo.

Os resíduos elétricos, não só, têm uma predominância face aos restantes fluxos de resíduos domésticos, como também, têm mais valor: as matérias primas contidas nos resíduos gerados em 2019, valiam aproximadamente 50,8 biliões de euros.

Ainda em relação à quantidade global de resíduos elétricos produzidos em 2019, estima-se, de acordo com os dados oficiais, que apenas 18% foram corretamente encaminhados para reciclagem. Isto significa que cerca de 44 milhões de toneladas foram colocadas em aterro, queimadas ou comercializadas e tratadas ilegalmente, sem garantia de cumprimento dos requisitos que asseguram a remoção das substâncias perigosas que os constituem e que causam um impacto muito significativo no ambiente.

Perante este cenário, o diretor geral do WEEE Forum, Pascal Leroy, sublinha que o mundo tem pela frente um grande desafio: “Se não melhorarmos a forma como estes resíduos são recolhidos e tratados, o problema ambiental vai agravar-se.”, salienta. Para o responsável do WEEE Forum, a educação é uma área fundamental. “Quanto mais se souber, melhores escolhas as pessoas farão. Por essa razão, é tão importante dedicar a edição de 2020 à sensibilização social”, enfatiza.

O Comissário Europeu do Ambiente, Oceanos e Pescas, Virginijus Sinkevičius, também mostrou o seu apoio à comemoração deste dia, no âmbito da estratégia europeia que promove a circularidade e que é um dos alicerces do Pacto Ecológico Europeu.

“O foco do Plano de Ação para a Economia Circular está em setores onde o impacto é muito elevado, como o dos equipamentos elétricos, o que exige que se olhe para o ciclo de vida dos produtos. No topo das prioridades está a prevenção dos resíduos elétricos. Quando já não for possível o desafio é transformar o resíduo num recurso. Para que o plano seja bem-sucedido, é necessário que os cidadãos estejam conscientes e saibam como contribuir para um mundo mais verde”, frisa o comissário.

Virginijus Sinkevicius – Comissário Europeu para o Ambiente, Oceanos e Pescas (Imagem: DR)

Electrão e a Educação Ambiental no Dia Internacional dos Resíduos Elétricos

Em Portugal, a celebração do Dia Internacional dos Resíduos Elétricos fica, mais uma vez, a cargo do Electrão, o único representante português nesta associação internacional e que, atualmente, integra o Board do WEEE Forum.

As redes sociais e as plataformas digitais do Electrão vão concentrar as principais ações na divulgação de vídeos, curiosidades e mensagens sobre a separação e a reciclagem dos equipamentos elétricos usados.

No âmbito da Escola Electrão, uma campanha de sensibilização dedicada aos mais jovens, o Electrão aceitou também o repto lançado pelo WEEE Forum para reforço das ações de educação ambiental e lança o desafio “Repórter Electrão”. O objetivo é envolver os mais jovens nesta temática, incentivá-los a pesquisar e a criar conteúdos criativos que estimulem hábitos de separação de reciclagem e, ainda, que alertem para os perigos de uma gestão incorreta dos equipamentos elétricos. O Electrão tem, ainda, disponível o “Quiz Escola Electrão” (https://quiz-electrao.pt/), um desafio para todos, criado para motivar os alunos para o desígnio da reciclagem, que habilita as escolas a ganhar prémios.

O diretor-geral do Electrão, Pedro Nazareth, sublinha que é fundamental consciencializar e envolver os cidadãos, a começar pelos mais pequenos. Pedro Nazareth lembra que para conseguirmos mudanças é fundamental a ação individual de cada um: prolongar a vida dos equipamentos elétricos, através da reparação, reutilização ou mesmo doação, e quando já não houver outra opção, encaminhar os equipamentos elétricos para um dos locais de recolha do Electrão, para que estes possam ser corretamente reciclados.

Tema em debate nas “Manhãs Apemeta

Em semana do Dia Internacional dos Resíduos Elétricos, os desafios que se colocam às entidades gestoras deste fluxo vão estar no centro da próxima sessão “Manhãs Apemeta” (http://www.apemeta.pt/apemeta/home.aspx), agendada para 15 de outubro. O evento, dedicado aos resíduos de equipamentos elétricos, é organizado pela Associação Portuguesa de Empresas de Tecnologias Ambientais, e conta com o apoio e participação do Electrão.

Durante esta sessão serão apresentados os objetivos do estudo encomendado pelas três entidades gestoras de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos, que se uniram num esforço para dar resposta às grandes barreiras deste fluxo. A apresentação estará a cargo de Paulo Ferrão, da 3Drivers, a empresa que está a desenvolver o trabalho.

As três entidades gestoras terão espaço para falar sobre as expectativas deste estudo e sobre a forma como poderá contribuir para a resolução dos problemas que enfrenta.

A conferência terá a participação da Agência Portuguesa do Ambiente, do município de Lisboa, que falará sobre os desafios da recolha, e ainda da DECO, que dará eco sobre constrangimentos sentidos pelos consumidores.

Fotos: DR.

RESULIMA e restantes concessionárias da EGF lançam maior campanha ambiental de sempre para promover movimento coletivo

Outubro 9, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

O Futuro do Planeta não é Reciclável

A RESULIMA e as restantes concessionárias da EGF, grupo líder no tratamento e valorização de resíduos em Portugal, lançaram, no passado dia 07 de outubro, aquela que será a maior campanha de sensibilização ambiental alguma vez desenvolvida em Portugal com fundos europeus.



Com um investimento de mais de um milhão de euros, o movimento O Futuro do Planeta não é Reciclável apela à prevenção, reutilização e reciclagem de resíduos urbanos. O filme publicitário conta com a realização de Rúben Alves, autor do aclamado filme “A Gaiola Dourada”.

O objetivo desta campanha é de levar o cidadão à ação e a fazer parte de um movimento coletivo, através da adoção de comportamentos ambientais adequados na sua gestão diária e ao assumir o seu papel de gestor de recursos, numa cadeia de valor da qual fazem parte a EGF, a RESULIMA e as restantes concessionárias.

Uma das imagens da campanha (Imagem: EGF)

“Esta é uma campanha muito importante para o grupo EGF. Contámos com o envolvimento de todas as concessionárias, colaboradores e parceiros, para criarmos, em conjunto, um movimento ambiental coletivo que vai fazer a diferença”, sublinhou Emídio Pinheiro, Presidente do Conselho de Administração da EGF.

A apresentação da campanha foi feita no passado dia 7, no teatro Thalia, em Lisboa, numa cerimónia pública que contou com a participação da Secretária de Estado do Ambiente, Inês dos Santos Costa.

O Futuro do Planeta não é Reciclável (Imagem: EGF)

Esta campanha integra a candidatura Comunicação Ambiental Estratégica, apresentada pelas concessionárias EGF e aprovada pelo POSEUR para o período 2016-2020 com um cofinanciamento de 85%. Para a sua concretização foi realizado um concurso público com publicidade internacional, tendo sido concretizada a adjudicação pelo valor de 1.061.732€.

A RESULIMA é responsável pelo tratamento e valorização de resíduos urbanos de 6 municípios da zona do Vale do Lima e Baixo Cávado: Arcos de Valdevez, Barcelos, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo, servindo cerca de 310 mil habitantes, numa área geográfica de 1.743 km2.

Imagens: EGF.

Concessionárias EGF lançam maior campanha ambiental de sempre para promover movimento coletivo

Outubro 7, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

RESULIMA é uma das concessionárias envolvidas

As concessionárias EGF, grupo líder no tratamento e valorização de resíduos em Portugal, lançaram, esta quarta-feira, a maior campanha de sensibilização ambiental alguma vez desenvolvida em Portugal com fundos europeus.



Com um investimento de mais de um milhão de euros, o movimento “O Futuro do Planeta não é Reciclável” apela à prevenção, reutilização e reciclagem de resíduos urbanos. O filme publicitário conta com a realização de Rúben Alves, autor do aclamado filme “A Gaiola Dourada”.

“O objetivo desta campanha é levar o cidadão à ação e a fazer parte de um movimento coletivo, através da adoção de comportamentos ambientais adequados na sua gestão diária e ao assumir o seu papel de gestor de recursos, numa cadeia de valor da qual fazem parte a EGF e as suas concessionárias”, refere a empresa em nota.

Uma das imagens da campanha (Imagem: EGF)

“Esta é uma campanha muito importante para o grupo EGF. Contámos com o envolvimento de todas as concessionárias, colaboradores e parceiros, para criarmos, em conjunto, um movimento ambiental coletivo que vai fazer a diferença”, sublinhou Emídio Pinheiro, Presidente do Conselho de Administração da EGF.

A campanha integra a candidatura “Comunicação Ambiental Estratégica”, apresentada pelas concessionárias EGF e aprovada pelo POSEUR para o período 2016-2020 com um cofinanciamento de 85%. Para a sua concretização, foi realizado um concurso público com publicidade internacional, tendo sido concretizada a adjudicação pelo valor de 1.061.732€.

Concessionárias do Grupo EGF (Imagem: EGF)

A apresentação da campanha foi feita ontem de manhã, no Teatro Thalia, em Lisboa, numa cerimónia pública que contou com a participação da Secretária de Estado do Ambiente, Inês dos Santos Costa.

Uma Campanha que pretende provocar consciências

O filme publicitário, da autoria realizador Rúben Alves, que realizou o filme “A Gaiola Dourada”, é muito cinematográfico e tem como objetivo provocar consciências e levar à mudança necessária de comportamentos. Neste spot mostra-se o que acontece aos resíduos depois de separados nos ecopontos e dá rosto e voz aos milhares de trabalhadores deste setor de atividade. Além disso, é ainda realçado o papel dos municípios e organizações, que são convidados a promover esta campanha nas suas regiões.

Uma das imagens da campanha (Imagem: EGF)

Também a atriz Ana Varela, o humorista António Raminhos, o cantor Toy e o artista urbano Xico Gaivota vão ajudar a dar voz a este movimento, através de várias ações nas redes sociais e na criação de uma instalação para celebrar o movimento. Serão também promovidos eventos e participações regionais, bem como ações de educação ambiental no terreno, como o Programa “Ecovalor” e o “Recycle Bingo”.

A campanha publicitária multimeios, cuja criatividade esteve a cargo da Tux & Gill, vai estar presente em vários suportes nacionais e regionais – imprensa, rádio, outdoors e televisão -, destacando-se as ações integradas nos programas The Voice Portugal, Big Brother e Manhãs da Rádio Comercial.

Destacam-se, ainda, os cuidados especiais de inclusão e diversidade aplicados nesta campanha, entre os quais, a legendagem dos filmes, a implementação das regras na ordenação dos contentores (azul, verde e amarelo) para invisuais e a criação de uma tatuagem com aplicação dos símbolos ColorADD.

Assista ao filme:                 

Imagens: EGF.

Apresentação de Campanha Nacional “O Futuro do Planeta não é reciclável” realiza-se a 07 de outubro

Outubro 2, 2020 em Atualidade, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Campanha levada a cabo pela EGF, grupo onde se inclui a RESULIMA

No próximo dia 07 de outubro, pelas 10h30, o Teatro Thalia, em Lisboa, recebe a apresentação da Campanha Nacional “O Futuro do Planeta não é reciclável”.



O evento é organizado pela EGF, grupo no qual se integra a RESULIMA, empresa responsável pela recolha dos resíduos para reciclagem aqui no concelho de Barcelos. O referido grupo considera que está será a “maior campanha de sensibilização ambiental de sempre, desenvolvida pelas suas concessionárias e cofinanciada pelo POSEUR”.

A cerimónia contará com a presença da Secretária de Estado do Ambiente, Inês dos Santos Costa, e do Presidente do Conselho de Administração da EGF, Emídio Pinheiro.

Dado o enquadramento atual, e considerando as indicações das entidades de saúde relativas à pandemia, poderá assistir ao evento através do site www.egf.pt, onde será transmitido em streaming.

Programa:

10h30 – Receção convidados (abertura do sinal)

11h00 – Introdução – por Ana Loureiro, Diretora de Comunicação EGF

11h15 – Apresentação da campanha: “porquê e para quê?” – por Emídio Pinheiro, Presidente Conselho de Administração EGF

11h25 – Encerramento – por Inês dos Santos Costa, Secretária de Estado do Ambiente

Imagem: DR.

Reciclagem cresceu 10% no primeiro semestre na área coberta pela RESULIMA

Agosto 4, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Mais equipamentos e mais participação dos cidadãos

A RESULIMA, responsável pelo tratamento e valorização de resíduos urbanos nos 6 municípios do Vale do Lima e Baixo Cávado, registou, no primeiro semestre de 2020, um aumento na recolha seletiva de 10% face ao período homólogo de 2019.



“Este crescimento da recolha seletiva resulta de investimentos muito significativos que têm vindo a ser concretizados, cofinanciados pelo Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (POSEUR), na aquisição de novos veículos de recolha, ecopontos e ações de comunicação e sensibilização ambiental, o que se tem traduzido numa participação efetiva e crescente dos cidadãos nos hábitos de reciclar”, refere a empresa em nota.

A RESULIMA dispõe, em 2020, de uma rede de 1.960 ecopontos distribuídos pelos municípios de Arcos de Valdevez, Barcelos, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo, nos quais são depositados os resíduos valorizáveis. Nestes municípios, a recolha seletiva por material, registou um aumento de 8% no papel/cartão, 16% no plástico/metal e 9% de vidro.

“Analisados os números do primeiro semestre de 2020, pode-se afirmar que a reciclagem tem evoluído de forma positiva e que os desafios de 2020 têm sido ultrapassados, perspetivando-se um ano positivo para a reciclagem na região”, conclui.

A RESULIMA é responsável por assegurar o tratamento e valorização de resíduos, da forma ambientalmente mais correta e economicamente sustentável, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e do ambiente nos municípios de Arcos de Valdevez, Barcelos, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo. A empresa serve cerca de 309,5 mil habitantes, numa área geográfica de 1.743 km2.

Fonte e imagem: RESULIMA.

Foto: DR.

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