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Sporting da Covilhã

Gil Vicente, já despromovido, perde em casa com o Covilhã

Maio 6, 2018 em Atualidade, Desporto, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Disputou-se, hoje à tarde, no Estádio Cidade de Barcelos, o jogo a contar para a 37ª jornada da Ledman LigaPro, que opôs o Gil Vicente FC ao Sporting da Covilhã, com o resultado final a marcar a vitória para os forasteiros por 0-1.



O jogo foi arbitrado por António Nobre (AF Leiria), coadjuvado por Miguel Aguilar e Pedro Martins, com Pedro Ribeiro (AF Aveiro) como 4º árbitro.

A equipa do Gil Vicente alinhou com João Costa, Ricardinho, Sandro, Vítor Tormena, Henrique Brito, Reko, James Igbekeme, Jonathan Rubio (Tiger, 86’), Frédéric Maciel (Camara, 65’), Aldair (João Vasco, 65’) e Dimba. No banco ficaram Rafa Pires, Rui Faria, Alphonse e André Fontes.

Já o Sporting da Covilhã alinhou com Vítor São Bento, João Dias, Joel, Zarabi, Reinildo (Índio, 88’), Makouta, Gilberto Silva, Fatai (Abalo, 94’), Paulo Henrique, Renato e Adul Seidi (Onyeka, 74’). No banco ficaram Igor Araújo, Phiri, Vitó e Gerson Silva.

A equipa de José Augusto, o Covilhã, começou com o “pé no acelerador” e logo no primeiro minuto obrigou João Costa a uma grande intervenção para parar o remate de Makouta. O Gil Vicente respondeu com um cruzamento de Ricardinho para James Igbekeme mas este demorou muito tempo e permitiu o corte de Joel.

O restante da primeira parte foi dividido, com muita bola a meio-campo, com um ligeiro ascendente da equipa gilista, que quis sempre assumir as despesas do jogo, com a turma da Covilhã a optar, preferencialmente, pelo jogo direto.

Ao intervalo, foram homenageados os iniciados do Gil Vicente, que se sagraram, esta jornada, Campeões Regionais. O Presidente do Gil Vicente, Francisco Dias da Silva, entregou uma medalha de campeão a cada um dos atletas.

O início da segunda parte foi apático por parte de ambas as equipas. O Covilhã chegou ao golo, aos 58 minutos, na sequência de um pontapé de canto, cobrado por Fatai, com o cabeceamento do argelino Zarabi, em que João Costa toca, ainda, no esférico com a ponta dos dedos, mas esta acabou mesmo por entrar (veja o lance).

Após o golo forasteiro, o Gil Vicente procurou, insistentemente, o seu golo, mas sempre de forma lenta e previsível, tentando chegar perto da baliza do Covilhã, com o guarda-redes Vítor São Bento a não ter qualquer intervenção assinalável.

O jogo terminou com os jogadores, e os cerca de 300 adeptos do Sporting da Covilhã, em clima de festa pela conquista da vitória, que fez com que a equipa serrana desse um importante passo rumo à manutenção, “bastando-lhe” pontuar no último jogo, em casa, frente ao Penafiel. Já o Nacional foi confirmado, hoje de manhã, como campeão da Ledman LigaPro.

As estatísticas do jogam mostram um Gil Vicente com mais posse de bola (61%-39%), mais faltas cometidas (21-17) e mais remates (9-5), com o Covilhã a ter mais cantos (11-4) e mais jogadores admoestados com cartão amarelo (1-0), no caso João Dias, o único “amarelado” da partida.

Duas curiosidades que este jogo juntou: ambos os guarda-redes titulares das duas equipas eram barcelenses e o 4º árbitro era homónimo do treinador do Gil Vicente, Pedro Ribeiro.



Na última jornada, o Gil Vicente desloca-se a Massamá para defrontar o Real local, domingo, dia 13 de maio, pelas 16h00.

Fotos: Gonçalo Santos.

Pedro Ribeiro, treinador do Gil Vicente: “Temos a nossa honra e dignidade e vamos mantê-las”

Maio 5, 2018 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Na passada quinta-feira, em conferência de imprensa, o treinador do Gil Vicente FC, Pedro Ribeiro, abordou a atual momento gilista e o próximo jogo da equipa, já amanhã, pelas 16h00, no Estádio Cidade de Barcelos, frente ao SC Covilhã.



Com um ar mais abatido, como seria de esperar, Pedro Ribeiro salientou que a semana iniciou com mais tristeza pela situação em que a equipa está neste momento. No entanto, fez questão de esclarecer que em termos de trabalho estava a correr bem, diariamente, e que se tinham aplicado na preparação do jogo de amanhã. “Independentemente de tudo, somos profissionais, temos a nossa honra e dignidade e vamos mantê-las até ao último segundo da época”, reforçou.

Instado a fazer uma análise aos cerca de dois meses e meio à frente do grupo de trabalho, o treinador gilista referiu que, quando cá chegou, encontrou “um grupo desacreditado, descrente daquilo que estava a fazer, desanimado com a situação atual”, entendendo que, globalmente, esta época não tenha sido a melhor para os jogadores. Ressalvou que situações externas também podem ter influído no rendimento da equipa.

Mais uma vez, Pedro Ribeiro fez questão de salientar que o trabalho deste grupo está e ficará inacabado no que diz respeito a esta época. Houvesse mais jornadas para disputar, estivesse a Liga a meio ou a começar e o Gil Vicente iria “consolidar o jogo conforme o temos feito” e aquelas infelicidades e, por vezes, “também falta de competência por não conseguir fazer um golo” iriam ser ultrapassadas. O treinador gilista fez questão de incidir a atenção nos últimos 11 jogos da equipa gilista, em que defrontaram seis candidatos à subida, sendo que dois, na sua ótica, provavelmente até o irão conseguir, e contra dois que não estavam na zona de despromoção. Por tal, foram sempre jogos muito difíceis contra adversários fortes e muito competentes. “O percurso não foi fácil”, ressalvou, sendo que, “tirando um ou outro momento, fomos sempre uma equipa que discutiu o jogo com toda a gente”, que passou a ser uma equipa “que acredita, que luta até ao último segundo. Conseguimos virar resultados a jogar com menos um, conseguimos voltar a ganhar, conseguimos voltar a marcar”, mas, infelizmente, “não tem sido possível traduzir em resultados, mais vezes, aquilo que acontece em campo, porque a equipa tem estado sempre consistente, cada vez mais madura e a criar oportunidades de golo. Mas depois, factualmente, não temos atingido os pontos que acho que seriam justos para o que temos feitos nestes dois meses e meio”. Terminou, salientando que irão “encarar estes dois últimos jogos com o máximo de profissionalismo e competência”.

Quanto ao futuro, Pedro Ribeiro deixou no ar a sua continuidade à frente dos desígnios da equipa de futebol, sendo que o futuro no Gil Vicente, e do Gil Vicente, é “um futuro incerto”. No entanto, terão que “ir preparando o futuro da melhor maneira”, sendo que já estão a “preparar a próxima época, mesmo com os condicionalismos que temos”, referiu.

O treinador gilista quis, também, defender o seu grupo de trabalho. “Incomoda-me a suspeição que foi criada à volta do grupo de trabalho, que não era constituído por gente séria, que tanto fazia ganhar oi perder. É manifestamente mentira. Não tenho uma vírgula a apontar sobre o profissionalismo, dedicação, honra e humildade do grupo de trabalho. É triste que isso aconteça”, concluiu.

Por fim, sobre o próximo adversário, o SC Covilhã, trata-se de “uma equipa que ainda não tem a ‘vida resolvida’. Está a lutar pela manutenção. Está bem orientada, com bom treinador, com jogadores experientes e que vem cá com o intuito de procurar pontuar e de nos complicar a vida. Independentemente de tudo, nós vamos encarar o jogo para ganhar os 3 pontos, não tenho dúvidas nenhumas. Obviamente, com mais tristeza mas a aplicação é a mesma e a minha satisfação por ser o líder deste grupo desde o dia zero até ao dia de hoje é a mesma. O orgulho de ser treinador do Gil Vicente cresceu. Sinto-me motivado e que o meu percurso no Gil Vicente está a começar. Conseguiremos, juntos, ganhar muitas vezes e atingir os objetivos que o clube pretende”, terminou.

 

Gil Vicente perde na Covilhã em jogo decidido na segunda parte

Dezembro 21, 2017 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

O Gil Vicente deslocou-se à Serra da Estrela para defrontar o Sporting da Covilhã, no Estádio José Santos Pinto, em jogo a contar para a 18ª jornada.



Arbitrado por Artur Soares Dias (AF Porto), coadjuvado por Rui Licínio e André Dias, com Fábio Melo como 4º árbitro, o jogo começou com os seguintes onzes:

Sporting da Covilhã, treinado por José Augusto: Igor Rodrigues, João Dias, Zarabi, Joel, Paulo Henrique, Djikiné (Diarra, 47’), Reinildo, Gilberto (Índio, 57’), Renato, Adul Seidi (Hudson, 87’) e Fatai. No banco ficaram Igor Araújo, Amadú Turé, Moses e Gerson.

Já Jorge Casquilha, treinador dos gilistas, apresentou Rui Sacramento, Gabriel, Luiz Eduardo, Vítor Tormena, Luís Tinoco, Ricardinho (Camara), Miguel Abreu (Sandro, 45’), James Igbekeme, Jonathan Rubio, Rui Miguel e Fall. No banco ficaram Júlio Neiva, Reko, Rafael Batatinha, Rui Faria e Tiger.

Na disciplina, os da casa foram “amarelados” três vezes e os gilistas duas: Gilberto (17’), Zarabi (21’), Renato (46’); Rui Miguel (38´) e Luiz Eduardo (47’).

O resultado acaba por ser enganador pois ao intervalo havia um empate a 0. Apenas na segunda parte os golos aqueceram a tarde na Covilhã. E foram três, todos para os da casa. O nigeriano Fatai abriu o marcador aos 61 minutos. Foi apenas nos 10 minutos finais que o resultado desequilibrou-se para os covilhanenses, com Diarra a marcar aos 81 minutos e três minutos depois, aos 84, Índio a fechar a contagem e a deixar o Gil Vicente a números irrecuperáveis: 3-0 para os da casa.

Os dados estatísticos comprovam que o equilíbrio foi a tónica do jogo, sendo que o resultado acaba por ser, um tanto ou quanto, enganador. Os gilistas foram mais rematadores (14 contra 13 remates; os da casa tiveram mais posse de bola (53% contra 47%), cometeram mais faltas (19-17) e foram mais vezes admoestados com cartões amarelos: 3-2; em cantos, houve um empate a 4 para cada lado.

Com esta derrota, o Gil Vicente mantém os 21 pontos, podendo ser ultrapassado por Cova da Piedade e Oliveirense, que ainda não jogaram (a Oliveirense joga ao início da noite) e vê o seu oponente de hoje a “colar-se”, ficando com os mesmos pontos.

A seguir há um interregno para os gilistas, que só voltam a jogar para a LEDMAN LigaPro no dia 6 de janeiro de 2018, pelas 16h00, recebendo o Real Massamá.

Imagem: GVFC (alterada). Foto: GVFC.

Futebolista Tarantini apresenta livro em Barcelinhos

Novembro 27, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura, Desporto, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

No próximo dia 10 de dezembro, pelas 17h00, no Quartel dos Bombeiros Voluntários de Barcelinhos, Ricardo José Vaz Alves Monteiro, Tarantini no “mundo do futebol”, futebolista profissional no Rio Ave FC, apresenta o seu livro “A Minha Causa”.



Este livro é publicado pela Editora LEYA, sendo fruto da sua experiência, ao longo dos anos, como atleta profissional atuando na 1ª Liga, integrado no Rio Ave FC. No entanto, Tarantini nunca desistiu de investir na sua carreira académica e em 2014 concluiu o mestrado em Ciências do Desporto. Este livro é mais um sonho seu recentemente realizado.

Ricardo José Vaz Alves Monteiro nasceu em Gestaçô – Baião, em 1983. Aos 9 anos, a paixão pelo futebol fez com se iniciasse no Amarante FC. Ao entrar na Universidade da Beira Interior (UBI), na Covilhã, muda-se para o Sporting local – Sporting da Covilhã – mas não perdendo a ambição de chegar a um dos “grandes”. Da experiência na UBI resultaram duas licenciaturas e o início da sua experiência num clube profissional.

Agora, desloca-se a Barcelos, nomeadamente a Barcelinhos, para a apresentar este seu recente livro.

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