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Teatro de Balugas - page 2

Os Pioneiros da Ucha celebram 30 anos com 12 peças de teatro

Janeiro 14, 2019 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Nova Comédia Bracarense abre ciclo de teatro

2019 é o ano em que o grupo de teatro “Os Pioneiros da Ucha” celebra o seu 30º aniversário. Esta efeméride leva a que este grupo organize um rol de peças de teatro no sentido de comemorar esses seus 30 anos de existência.



Ainda há, no grupo, quem se lembre do dia 16 de abril de 1989. Foi um dia importante, uma reunião de amigos que na altura gostavam de subir ao palco e representar. 30 anos depois, ainda é esse o sentimento dos 13 elementos do grupo que se reúnem todas as sextas-feiras, no salão paroquial da freguesia barcelense.

“Este será um ano especial, por isso vamos trazer um espetáculo de teatro por mês, à nossa freguesia”, explica o presidente do grupo, Filipe Gomes.

A data redonda vai ser marcada pela passagem de uma dezena de grupos de teatro pelo coração da Ucha.

As comemorações arrancam já no próximo dia 26 de janeiro, com o primeiro espetáculo. A Nova Comédia Bracarense vai levar a palco a peça “As Artimanhas de Scapin”. A entrada é livre e as portas do Salão Paroquial da Ucha abrem às 21h30.

“Queremos que seja um ano de festa. Vamos subir ao palco e festejar, mas também vamos receber muitos grupos amigos que fazem parte, de uma forma ou de outra, deste percurso”, sublinha Filipe Gomes.

Confirmados para fazer parte deste ciclo festivo estão também os grupos barcelenses “O Branselho”, o “TPC” e o “Teatro de Balugas”.

E a pergunta impõe-se: haverá estreia em ano de festa? “Vamos ter surpresas durante o ano, mas podem contar com uma nova história representada pel’Os Pioneiros em abril, no dia de aniversário”, anunciou o representante.

O teatro nasceu em 1989, oficialmente, mas a tradição teatral na freguesia da Ucha já tem quase 100 anos.

Fotos: DR.

Teatro de Balugas leva peça “Pão Nosso” a Gondomar

Janeiro 8, 2019 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

O ARTE e ATO – Encontro de Teatro da Associação “Vai Avante” continua este sábado, com a apresentação da peça “Pão Nosso”, no Auditório Municipal de Gondomar, às 21h30, e com entrada livre.



O novo espetáculo do Teatro de Balugas, com texto e encenação de Cândido Sobreiro, resulta de uma residência artística de teatro comunitário que foi uma das premiadas pelo Programa de Apoio ao Associativismo da Fundação INATEL, tendo a peça arrecadado o prémio de Melhor Espetáculo no Festival de Teatro de Barcelos, bem como os prémios de Melhor Cenário, Melhor Sonoplastia, Melhor Iluminação Cénica e Melhor Guarda-Roupa.

O texto fala-nos da aldeia de Balugães, situada entre o Alto e o Baixo Minho, que foi terra onde já se amassou muito pão e onde se talharam muitas gamelas de pinho. O pão era o sustento, as gamelas também. Uma relação de pequenas histórias que contam mais do que o artefacto, o alimento, o labor. Uma recolha de memórias, ladainhas, cantigas e ofícios, recuperando utensílios e articulando artisticamente com a comunidade a criação do espetáculo.

A partir daqui, o Teatro de Balugas aborda, de uma forma teatral e poética, o ciclo do pão na aldeia, reconstruindo-o a partir de princípios diferentes não tradicionais e quase oníricos.

Fotos: DR.

“Palco de Terra” encerra com atribuição de prémio anual

Dezembro 3, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Festival de Teatro distingue Grupo Cénico Lírio do Neiva

Decorreu em Barcelos, mais concretamente em Balugães, mais um “Palco de Terra”, festival de teatro organizado pelo Teatro de Balugas. De 24 de novembro a 2 de dezembro, vindo da Galiza, Santa Maria da Feira, Gondomar e Barcelos, o teatro montou palco nesta terra do Minho.



O diretor do Festival, Cândido Sobreiro, afirmou que “esta edição foi novamente um sucesso e consolidou-se o projeto que visa a promoção do teatro na aldeia, tornando-se num palco de intercâmbio desta cultura teatral, com grande diversidade e qualidade dos trabalhados apresentados”.

A comédia musical “Do Céu Caiu um Anjinho”, de Fernando Gomes, apresentada pelo Teatro Vai Avante, abriu a programação, seguida da companhia galega Andaravía Teatro, que levou à cena a peça “Moito Barulho e Poucas Carolas”, uma adaptação da obra “Muito barulho por nada”, de William Shakespeare. O festival continuou com o Grupo de Expressão Dramática de Escapães com a peça “Os (des)Amores de Inês”, adaptado de um clássico de Gil Vicente.

No passado domingo, fechou o certame a comédia “O Médico da Aldeia”, texto de António Correia, pelo Cénico Lírio do Neiva, grupo distinguido este ano com o Prémio PALCO DE TERRA por ser o grupo de teatro mais antigo do Minho em atividade, tendo sido fundado em 1933. O diretor artístico, António Correia, foi quem recebeu o prémio em nome do grupo e mostrou-se bastante feliz por recebê-lo no ano em que o grupo celebra 85 anos e pelo reconhecimento do trabalho de teatro popular e de amadores realizado ao longo destas décadas.

O prémio anual PALCO DE TERRA foi instituído para reconhecer e agradecer o trabalho e o esforço de pessoas ou instituições no âmbito do teatro realizado no meio rural e da criação artística sobre o Minho.

Foto: TB.

Prémio Palco de Terra 2018 para o Cénico Lírio do Neiva

Dezembro 1, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora

O festival de teatro PALCO DE TERRA termina este fim de semana com a atribuição do prémio anual, instituído para reconhecer e agradecer o trabalho e o esforço de pessoas ou instituições no âmbito do teatro realizado no meio rural e da criação artística sobre o Minho.



Este ano, a distinção será atribuída ao Cénico Lírio do Neiva (Durrães – Barcelos), grupo de teatro mais antigo do Minho em atividade, tendo sido fundado em 1933, celebrando 85 anos de teatro popular e de amadores.

Mota Leite deixa uma resenha sobre o grupo distinguido:

“O Grupo Cénico Lírio do Neiva foi fundado em 1933, em Durrães (Barcelos). De entre o quinteto de jovens que nesse momento assumiu o comando do grupo, é digno de superior realce dois jovens que na ocasião, e para todo o sempre, deixaram indeléveis marcas: José de Castro Pinheiro, também conhecido como “Zé Grande” – o grande mentor do grupo acabado de nascer, e Cândido Neiva de Oliveira Maciel – o responsável pelo nome com que o batizaram.

Posteriormente, e aliados como parceiros, estiveram os jovens da Ação Católica e os respetivos párocos que, durante décadas, assumiram a direção do grupo.

Temos conhecimento de peças teatrais de autores locais, como José Pinheiro e Justino Pinheiro, que levaram à cena “Soldados de Portugal”, em 1942, e “O Orfãozinho”, em 1944.

Das variadíssimas atuações, quer em Durrães, quer nas mais diversas localidades de todo o Minho, de entre as inúmeras representações o grande destaque irá, naturalmente, para as encenações de: dramas bíblicos como a “Vida de José do Egito”, históricos como “A Rainha Santa Isabel” ou religiosos como a “Vida de São Sebastião”.

Com a declinação da Ação Católica, o grupo definhou um pouco, mas a força interior, chamada “Lírista”, deu um outro impulso, cujo rejuvenescimento tem mantido o Grupo Cénico com regular atividade.

Se outrora levaram à cena “antigos dramas”, agora tem sido a vez de dar corpo a novos autores locais, que, com temas pertinentes e atualizados, rebuscaram formas de manter viva a chama Lírista que, diga-se, têm elevado a Arte de Talma.

Imagem: TB.

“Palco de Terra” termina com atribuição de prémio anual

Novembro 28, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

O festival de teatro PALCO DE TERRA termina este fim de semana com mais dois espetáculos e a atribuição do prémio anual, instituído para reconhecer e agradecer o trabalho e o esforço de pessoas ou instituições no âmbito do teatro realizado no meio rural e da criação artística sobre o Minho.



Este ano, a distinção será atribuída ao Cénico Lírio do Neiva, grupo de teatro mais antigo do Minho em atividade, tendo sido fundado em 1933, celebrando 85 anos de teatro popular e de amadores.

No sábado, pelas 21h30, é a vez do Grupo de Expressão Dramática de Escapães levar à cena a peça “Os (des)Amores de Inês”. O certame encerra no domingo, dia 2 de dezembro, pelas 16h00, com a comédia “O Médico da Aldeia”, pelo Grupo Cénico Lírio do Neiva e, de seguida, será realizada a cerimónia de atribuição do Prémio PALCO DE TERRA.

O festival é organizado pelo Teatro de Balugas e pela Junta de Freguesia de Balugães (Barcelos). A entrada é livre e limitada à lotação do auditório da Junta de Freguesia.

Imagem: TB.

Festival de Teatro “Palco de Terra” está de volta

Novembro 20, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

O festival de teatro “Palco de Terra” arranca este fim de semana. De 24 de novembro a 2 de dezembro, vindo da Galiza, Santa Maria da Feira, Gondomar e Barcelos, o teatro monta palco na terra de Balugães.



Já este sábado, pelas 21h30, a comédia musical “Do Céu Caiu um Anjinho”, do Teatro Vai Avante, abre a programação. No domingo, pelas 16h00, é a vez da companhia galega Andaravía Teatro levar à cena a peça “Moito Barulho e Poucas Carolas”.

O festival continua no fim de semana seguinte, no dia 2 de dezembro, pelo Grupo de Expressão Dramática de Escapães, com a peça “Os (des)Amores de Inês”. O certame fecha com a comédia “O Médico da Aldeia”, pelo Cénico Lírio do Neiva, grupo que será distinguido este ano com o Prémio “PALCO DE TERRA” por ser o grupo de teatro mais antigo do Minho em atividade, tendo sido fundado em 1933.

O prémio anual PALCO DE TERRA foi instituído para reconhecer e agradecer o trabalho e o esforço de pessoas ou instituições no âmbito do teatro realizado no meio rural e da criação artística sobre o Minho. Em 2017, a distinção foi atribuída ao ator, encenador e dramaturgo Fernando Pinheiro, pelo trabalho desenvolvido ao longo de 50 anos de teatro no Minho.

O festival é organizado pelo Teatro de Balugas e pela Junta de Freguesia de Balugães. A entrada é livre e limitada à lotação do auditório da Junta de Freguesia de Balugães (Barcelos).

Imagens: TB.

 

Festival de Teatro de Barcelos mostra dinâmica teatral do concelho

Novembro 14, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora

O 31.º Festival de Teatro de Barcelos, organizado pela Capoeira – Companhia de Teatro de Barcelos e com o apoio do Município de Barcelos, teve a maior audiência de sempre, com o Teatro Gil Vicente lotado em todos os 7 espetáculos de grupos do concelho que se realizaram entre 6 de outubro e 3 de novembro.



Foi com o espetáculo “Pão Nosso”, do Teatro de Balugas, concebido e interpretado por Cândido Sobreiro, que encerrou no dia 3 de novembro o 31.º Festival de Teatro de Barcelos, peça que abordou de uma forma teatral e poética o ciclo do pão na aldeia, terra onde já se amassou muito pão e onde o pão era o sustento.

A atribuição de prémios decorreu no dia 11 de novembro, dia que marcou a estreia da peça “Nariz” pel’A Capoeira- Companhia de Teatro de Barcelos.

O júri do concurso era composto por Tiago Ferreira (ator de A Capoeira), Flora Miranda (atriz e cantora) e Leandro Covinha (jornalista).

A peça de teatro “Pão Nosso”, do Teatro de Balugas, venceu o prémio de melhor espetáculo no Festival de Teatro de Barcelos, tendo sido ainda contemplada com os prémios de melhor cenário, melhor sonoplastia, melhor iluminação cénica e melhor guarda-roupa.

Quanto à melhor interpretação feminina, esta foi atribuída a Telma Domingues, da Via 3 Companhia de Teatro, e melhor interpretação masculina atribuída a Filipe Gomes, dos Pioneiros da Ucha.

As menções honrosas foram distinguidas na categoria de sonoplastia, iluminação cénica e espetáculo, respetivamente, às peças: “Só Podia Ser Assim”, da Associação Só Podia, à peça “Aristides, e agora?” e à peça “Trair pelos dois”, do Grupo de Teatro Amador da Pousa “O Branselho”.

O festival teve como principal objetivo a troca de experiências entre grupos, o desenvolvimento da arte teatral e a promoção de novos projetos teatrais.

Fonte e fotos: CMB.

Peça “Pão Nosso”, do Teatro de Balugas, é “Melhor Espetáculo” do Festival de Teatro de Barcelos

Novembro 12, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora

A peça de teatro “Pão Nosso”, do Teatro de Balugas, venceu o prémio de Melhor Espetáculo no Festival de Teatro de Barcelos, tendo sido, ainda, contemplada com os prémios de Melhor Cenário, Melhor Sonoplastia, Melhor Iluminação Cénica e Melhor Guarda-Roupa.



“Pão Nosso”, com texto e encenação de Cândido Sobreiro, resulta da residência artística de teatro comunitário realizada no ano passado e que foi uma das premiadas pelo Programa de Apoio ao Associativismo da Fundação INATEL. A estreia contou com a participação especial da Ronda Típica da Ponte das Tábuas.

“A peça fala-nos da aldeia de Balugães, que foi terra onde já se amassou muito pão e onde se talharam muitas gamelas de pinho. O pão era o sustento, as gamelas também. Uma relação de pequenas histórias que contam mais do que o artefacto, o alimento, o labor. Uma recolha de memórias, ladainhas, cantigas e ofícios, recuperando utensílios e articulando artisticamente com a comunidade a criação do espetáculo. A partir daqui, o Teatro de Balugas aborda de uma forma teatral e poética o ciclo do pão na aldeia, reconstruindo-o a partir de princípios diferentes não tradicionais e quase oníricos”, refere o referido Teatro.

Fotos: DR.

Teatro de Balugas estreia peça “Pão Nosso”

Outubro 28, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura port barcelosnahorabarcelosnahora

A estreia da peça “Pão Nosso” marca o encerramento do Festival de Teatro de Barcelos. O novo espetáculo do Teatro de Balugas, com texto e encenação de Cândido Sobreiro, resulta da residência artística de teatro comunitário realizada no ano passado e que foi uma das premiadas pelo Programa de Apoio ao Associativismo da Fundação INATEL.



A estreia está agendada para o dia 3 de novembro, pelas 21h30, no Teatro Gil Vicente, e conta com a participação especial da Ronda Típica da Ponte das Tábuas.

Segundo o Teatro de Balugas, “a peça fala-nos da aldeia de Balugães que foi terra onde já se amassou muito pão e onde se talharam muitas gamelas de pinho. O pão era o sustento, as gamelas também. Uma relação de pequenas histórias que contam mais do que o artefacto, o alimento, o labor. Uma recolha de memórias, ladainhas, cantigas e ofícios, recuperando utensílios e articulando artisticamente com a comunidade a criação do espetáculo. A partir daqui, o Teatro de Balugas aborda de uma forma teatral e poética o ciclo do pão na aldeia, reconstruindo-o a partir de princípios diferentes não tradicionais e quase oníricos”.

Imagens: TB.

Comunidade de Balugães junta em mais uma edição de TERREIRO

Agosto 7, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo port barcelosnahorabarcelosnahora

Balugães e o Teatro de Balugas levaram ao adro da Igreja Românica de São Martinho de Balugães mais um espetáculo de teatro comunitário e de forte identidade local, inserido no evento TERREIRO, que acontece de dois em dois anos, na primeira semana de agosto. O referido evento está assente numa cultura de valorização do espaço e na materialização artística da memória coletiva da aldeia.



Inserido nas Jornadas Culturais de Balugães, o TERREIRO apresentou, no passado sábado, para uma plateia cheia, a comédia “Abaixo o Aeroporto em São Martinho de Balugães”, uma produção do Teatro de Balugas, com a participação da Ronda Típica da Ponte das Tábuas e da aldeia de Balugães.

O diretor artístico da companhia de teatro, Cândido Sobreiro, resumiu que “a terra e o palco assumem-se como dois planos que são indissociáveis da sobrevivência espiritual do homem, mas também da natureza de um teatro comunitário que sempre foi feito do povo, para o povo, e a partir de uma ideia de pertença coletiva a um património imaterial comum”.

Para transformar este espetáculo de teatro comunitário de realização bienal num ponto de interesse do roteiro cultural do Caminho Português de Santiago de Compostela, foi criado um plano de comunicação para o evento, divulgando-o em língua inglesa junto dos Albergues de Peregrinos no Caminho Português de Santiago de Compostela e de outros promotores, instituições e plataformas.

Outra aposta para essa visibilidade foi a colocação de uma placa sinalética do evento nas imediações da Igreja Românica de São Martinho de Balugães que “informa os peregrinos sobre a realização do espetáculo de teatro comunitário e assinala o local numa conjugação de identidade, património e cultura”, adianta Cândido Sobreiro.

Fotos: TB/DR.

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